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    Disney supera entrave e começa a divulgar serviço Star+ no Brasil

    24 de junho de 2021 /

    A Disney superou o principal obstáculo que travava o lançamento da plataforma Star+ (Star Plus) no Brasil, uma ação movida pela Starz Entertainment, dona do canal americano Starz e do aplicativo Starzplay. Com a superação do entrave jurídico, a Disney divulgou o primeiro comercial do serviço e finalmente revelou alguns detalhes do que estará disponível em seu catálogo, como todas as temporadas de “Os Simpsons” e os esportes da ESPN, além de séries exclusivas e produções originais. A novidade foi divulgada pelo perfil da Star+ no Twitter. Veja abaixo. O registro da marca Star+ foi encaminhado ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em fevereiro, mas em 1 de abril a Starz Entertainment abriu processo para impedir o uso da denominação no Brasil, Argentina e México, alegando que o nome era muito similar ao do seu próprio serviço, que já se encontra em operação na América Latina. Na ação, a Starz afirmava que a Star+ da Disney era concorrente direto de seu Starzplay no Brasil e o nome parecido poderia levar as pessoas a confundirem as marcas, o que seria prejudicial para seus negócios. A Starz também se opunha ao registro dos canais Star na TV paga, que incluem o Star Channel, Star Life, Star Hits, Star Fun, Star Action, Star Comedy, Star Classics e Star Premium no Brasil, Argentina e México. Graças a esta contestação, a Disney chegou a adiar o lançamento da Star+. Previsto para este mês de junho, o serviço só chegará por aqui em 31 de agosto e sua divulgação só começou nesta semana. Para entender de onde vem a marca Star, é preciso lembrar a aquisição feita pela Disney do conteúdo da 21st Century Fox. Uma das propriedades que vieram com a compra foi a Star India, originalmente uma rede de TV indiana com negócios na TV paga e plataforma digital. Aproveitando o tamanho da Star, a Disney adotou essa denominação em substituição à Fox para evitar confusão sobre a propriedade dos canais que nos EUA não fizeram parte do pacote adquirido pela empresa. A rede Fox americana continua a ser propriedade do magnata Rupert Murdoch e seus outros acionistas originais. Já a plataforma Star+ seria o equivalente ao serviço americano Hulu no mercado internacional, funcionando como complemento da Disney+. O serviço vai oferecer conteúdo de streaming voltado a um público mais adulto que o foco do Disney+. São produções de estúdios como 20th Century Studios, 20th Television, Searchlight, FX, Touchstone e outras empresas do conglomerado, além dos esportes da ESPN e de contar com sua própria programação original produzida especialmente para consumo online. Por enquanto, a Disney ainda não revelou o preço do novo serviço de streaming. Coisas que podemos contar: 1. Temos todas as temporadas de Os Simpsons2. Os esportes ao vivo da ESPN3. Séries exclusivas e produções originais4. Mais do que você gosta Coisas que não podemos contar: 1. O preço Obrigado! Volte logo! — StarPlusBR (@StarPlusBR) June 22, 2021

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    HBO Max revela data, preço e outros detalhes do lançamento no Brasil

    26 de maio de 2021 /

    Uma das novas plataformas de streaming lançadas para concorrer com a Netflix, a HBO Max finalmente definiu sua data de lançamento e preço no Brasil. Uma apresentação da Warner realizada nesta quarta-feira (26/5) anunciou que o serviço chegará oficialmente ao país – e à toda América Latina – no dia 29 de junho. Com isso, os planos de expansão da HBO Max se mantém inalterados, apesar das mudanças esperadas após a fusão da WarnerMedia com a Discovery na semana passada, que criará em breve um novo grupo de mídia responsável pelo futuro da plataforma. Em seu lançamento nacional, a HBO Max terá uma experiência de degustação, com os primeiros episódios de algumas séries disponibilizados de forma gratuita, além de um período de 7 dias de teste. As assinaturas serão oferecidas com dois preços. A opção Mobile, que permite acesso individual em celulares e tablets com exibição otimizada para pequenos dispositivos, terá custo mensal de R$ 19,97. Já a opção Multitelas, para exibição de 4k em Smart TVs e até três telas simultâneas, com possibilidade de criação de cinco perfis personalizados, sairá por R$ 28,00. Planos anuais abatem os custos, com assinaturas mobile por RS$ 14,21 e multitelas por RS$ 20,07. E há ainda um plano trimestral, com preços intermediários. O anúncio da plataforma revelou que a versão nacional não repetirá a estratégia americana de usar a distribuição simultânea de novos filmes nos cinemas e no streaming para atrair assinantes. Mas a janela entre o multiplex e o cinema em casa será diminuída. Todos os filmes da Warner serão disponibilizados na HBO Max 35 dias após a estreia nas salas de exibição. Isso inclui títulos como “Duna”, “O Esquadrão Suicida” e o novo “Space Jam”. Outro detalhe importante é que, a partir da chegada da HBO Max, a HBO Go será descontinuada. Assinantes do streaming da HBO serão automaticamente transferidos para a nova plataforma, bem como aqueles que assinam o canal pago por meio de provedores de TV por assinatura. Os usuários serão instruídos sobre a transição quando a data se aproximar. Além do conteúdo da HBO, a HBO Max também vai oferecer produções da Warner Bros. Pictures, Warner Bros. Television, Cartoon Network e outras empresas da WarnerMedia. Na prática, isso coloca na mesma plataforma filmes e séries de super-heróis da DC Comics, clássicos como “Cidadão Kane” e “Casablanca” e programas televisivos de sucesso, como “The Big Bang Theory”, “Friends” e “Rick and Morty”. O serviço também contará com esportes, como a transmissão, por exemplo, dos jogos da Champions League, a liga europeia de futebol, que serão apresentados ao vivo. Além disso, a HBO Max seguirá investindo em conteúdo próprio, como as séries “The Flight Attendant”, estrelada por Kailey Cuoco, “Raised by Wolves”, de Ridley Scott, e o especial de reencontro de “Friends”. E pretende estender essa produção à América Latina, prometendo realizar 100 produções originais na região até 2022. Dois projetos brasileiros foram anunciados: o reality show “Pop Divas”, apresentado por Pabllo Vittar e Luísa Sonza, e “Jornada Astral”, programa de astrologia apresentado por Giovanna Ewbank. A empresa também pretende ampliar o serviço, depois do lançamento na América Latina, para o resto do mundo ainda em 2021. Streaming no máximo a partir de 29 de junho.#HBOMax pic.twitter.com/STBbih8Wlq — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) May 26, 2021

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    Disney anuncia lançamento de novo streaming no Brasil

    14 de maio de 2021 /

    A Disney anunciou que o lançamento da plataforma Star+, novo serviço de streaming que é considerado a versão internacional da Hulu, ficou para o dia 31 de agosto no Brasil. A inauguração vai acontecer simultaneamente em toda a América Latina, levando ao streaming séries como “This is Us”, “American Horror Story”, “Pose” e “The Walking Dead”, e filmes como “Deadpool”, “A Forma da Água”, “Planeta dos Macacos”, “Alien” e “Logan”. O novo serviço também contará com a programação esportiva da ESPN, incluindo eventos ao vivo, produções inéditas dos antigos estúdios Fox e conteúdos atuais dos canais Star, FX e da plataforma Hulu, além de atrações brasileiras exclusivas, como uma biografia de Silvio Santos, atualmente em desenvolvimento. A data de agosto representa uma mudança em relação aos planos originais. Em dezembro, durante um evento de mercado, a Disney americana revelou um cronograma que previa o lançamento da Star+ em junho na América Latina. Entretanto, a um mês da previsão original, o novo serviço ainda não ganhou campanha de divulgação. A falta de publicidade pode ter relação com o processo de uma empresa rival. O canal pago americano Starz tenta impedir na justiça que o nome Star continue a ser usado no mercado latino, especialmente para o lançamento da Star+. É que a pronúncia da nova plataforma, Star Plus em inglês, é muito parecida com o nome Starzplay, utilizado pelo canal em seu próprio serviço de streaming. Já há algum tempo em atividade no Brasil, o Starzplay enfrentaria concorrência direta, no mesmo segmento, do novo produto da Disney. Por outro lado, o nome Star+ já está sendo usado no mercado europeu, onde chegou de forma diferente, como uma opção de conteúdo dentro da própria Disney+ – ao lado de Marvel, Pixar, Star Wars, National Geographic e Disney. Embora a disputa tumultue seus planos, a Disney parece bem confiante ao divulgar um dia definitivo para a inauguração do serviço no Brasil. Ainda não há informação sobre valores, mas o conteúdo da plataforma poderá ser assinado tanto de forma independente quanto em pacote com a Disney+. Nos EUA, a opção combo (que inclui Disney+, Hulu e ESPN+) tem preço promocional. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Star+ Brasil (@starplusbr)

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    Globoplay dá 3 meses de Apple TV+ de graça para assinantes

    2 de maio de 2021 /

    O Globoplay fechou uma parceria estratégica com a Apple TV+ para oferecer a seus assinantes três meses de acesso gratuito à plataforma de streaming da Apple. A oferta está disponível para os atuais assinantes de planos anuais do Globoplay, para novos assinantes e para aqueles que fizerem upgrade de plano. Depois dos três meses de degustação, os assinantes deverão pagar a assinatura mensal do serviço, que custa apenas R$ 9,90 por mês. Os maiores atrativos da Apple TV+ são as produções originais, que incluem as séries de sucesso “The Morning Show”, “Ted Lasso”, “For All Mankind”, e a recém-lançada “The Mosquito Coast”, e filmes como “Greyhound”, “Palmer” e “Wolfwalkers”. A plataforma também prepara novas séries estreladas por Tom Holland (chamada “The Crowded Room”), Tom Hiddleston (“The Essex Serpent”), Brie Larson (“Lessons on Chemistry”), Nicole Kidman (“Roar”), Justin Timberlake (“Confessions of a Dangerous Mind”), Vera Farmiga ( “Five Days at Memorial”), Rose Byrne (“Physical”), Natalie Portman e Lupita Nyong’o (ambas em “Lady in the Lake”), Jared Leto e Anne Hathaway (“WeCrash”), além do novo de Martin Scorsese estrelado por Leonardo DiCaprio (“Killers of the Flower Moon”) e o drama vencedor do Festival de Sundance 2021 (“Coda”), entre muitas outras produções. A programação da Apple TV+ pode ser acessada por aplicativos em todos os aparelhos móveis, smart TVs, web, dispositivos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast e consoles de jogos PlayStation e Xbox.

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    Warner anuncia segunda edição da DC FanDome para outubro

    28 de abril de 2021 /

    A Warner vai voltar a realizar a DC FanDome em 2021. O Twitter oficial da DC Comics anunciou a segunda edição do evento digital para 16 de outubro. A DC FanDome foi a primeira convenção criada exclusivamente para fãs dos personagens dos quadrinhos da DC Comics e também um dos primeiros eventos online bem-sucedidos da pandemia. Dividida em duas partes, a edição inaugural aconteceu em agosto e setembro do ano passado. E a primeira parte reuniu 22 milhões de fãs ao vivo de 220 países diferentes, ansiosos por novidades sobre os projeto da Warner/DC para cinema, TV e games – com muitos vídeos exclusivos, painéis de elenco e revelações. A nova versão ainda não teve sua estrutura e pauta definidas, mas a Warner tem muitos projetos da DC em desenvolvimento na HBO Max e nos cinemas, que devem ganhar mais detalhes durante a convenção – do novo filme do Batman até a nova série de Constantine. The epic global event is back!Return to #DCFanDome 10.16.21 pic.twitter.com/ZifZGCPOig — DC (@DCComics) April 28, 2021

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    Starz tenta impedir Disney de usar o nome Star no Brasil

    27 de abril de 2021 /

    A Disney rebatizou os canais Fox de Star em toda a América Latina, mas a mudança de nome pode ser revertida por causa de um processo. O canal pago americano Starz tenta impedir na justiça que o nome Star continue a ser usado no mercado latino, além de tentar barrar o lançamento em junho da plataforma de streaming Star+ (Star Plus), conforme planejado pela Disney. O registro da marca Star+ foi encaminhado ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em fevereiro, mas em 1 de abril a empresa dona do canal, Starz Entertainment LLC, abriu processo para impedir o uso da denominação no Brasil, Argentina e México. O canal pago americano alega que o nome é muito similar ao do StarzPlay, seu serviço de streaming que já se encontra em operação na América Latina. Na ação, o Starz reforça que o Star+ da Disney é concorrente direto de seu Starzplay no Brasil e o nome parecido poderia levar as pessoas a confundirem as marcas, o que seria prejudicial para seus negócios. O Starz também faz oposição ao registro da marca dos canais Star na TV paga, que incluem o Star Channel, Star Life, Star Hits, Star Fun, Star Action, Star Comedy, Star Classics e Star Premium no Brasil, Argentina e México. Esta contestação ajuda a explicar porque a Disney ainda não começou a divulgação da Star+ no Brasil. Após a campanha do rebranding dos canais Fox para Star, não houve nenhum comunicado sobre o lançamento da Star+, originalmente previsto para chegar ao país daqui a dois meses. Como comparação, a HBO Max, que também chega em junho, já tem peças publicitárias em exibição. A marca Star é derivada da Star India, originalmente uma rede de TV indiana, que se tornou propriedade da Disney por ocasião da compra do conglomerado de entretenimento da 21st Century Fox. Já a plataforma Star+ seria o equivalente ao Hulu no mercado internacional, funcionando como complemento ao Disney+. O serviço oferecia conteúdo de streaming voltado ao público adulto, produzido por estúdios como 20th Century Studios, 20th Television, Searchlight, FX, Touchstone e outras empresas do conglomerado, além de contar com sua própria programação original produzida especialmente para consumo online. Caso o Starz consiga fazer valer sua oposição ao registro da Star no INPI, a Disney ficaria impedida de usar a marca no Brasil.

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  • Filme

    Com recorde de prêmios, Oscar 2021 reconhece qualidade dos filmes de streaming

    26 de abril de 2021 /

    O streaming foi o principal vencedor do Oscar 2021. Graças à pandemia, a distribuição digital consolidou-se como forma utilizada por um número recorde de filmes premiados. Líder do mercado, a Netflix também liderou as plataformas no Oscar, conquistando sete troféus por cinco filmes na noite de domingo (26/4) – e vencendo a categoria de Melhor Documentário pelo segundo ano consecutivo. A Amazon Prime Video ganhou outros dois prêmios por “O Som do Silêncio. Com títulos originalmente feitos para o cinema, a Disney+ e a HBO Max atingiram o mesmo número com “Soul” e “Judas e o Messias Negro”, embora o segundo longa também tenha sido disponibilizado simultaneamente nas salas de exibição. Além disso, a Hulu também distribuiu o vencedor do Oscar “Nomadland” nos EUA, em paralelo ao circuito cinematográfico. Seja qual for a conta – se apenas os 7 da Netflix ou os 16 prêmios totais – , a quantidade de troféus conquistados por filmes distribuídos em streaming eclipsa o recorde anterior de quatro vitórias estabelecidas pela Netflix nas cerimônias realizadas em 2017 e 2019. Em um ano atípico, a Academia permitiu que mais filmes exibidos em streaming disputassem o Oscar, sem ter pelo menos a contrapartida de uma semana de exibição nas salas de cinema. E até agora os organizadores da premiação não indicaram se esse processo excepcional será interrompido ou mantido no próximo ano, podendo virar uma norma regular daqui para frente. Independente de ser ou não exceção, a premiação inevitavelmente reconheceu a qualidade dos lançamentos digitais, dificultando que argumentos contrários à sua incorporação no Oscar possam prosperar no futuro.

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  • Reality,  TV

    Audiência da Globoplay cresceu 119% em um ano

    24 de abril de 2021 /

    Os assinantes da Globoplay assistiram a 253,3 milhões de horas de conteúdo durante março passado, mais do que o dobro das 115 milhões de horas consumidas em março de 2020, quando a plataforma registrou sua primeira alta de consumo com o início do isolamento social no Brasil – antes da pandemia, a média girava em torno dos 40 milhões de horas por mês. Além da pandemia, o salto em 119% nos números de audiência no espaço de um ano deve-se à transmissão 24 horas do “BBB 21”. Desde a primeira semana do programa, o serviço começou a bater recordes. Já no dia seguinte à estreia, quando foi disputada uma prova de resistência por imunidade, o número de assinaturas foi 11 vezes maior do que a média. Em 29 de março, logo após o encerramento de uma edição do programa com um tumultuado Jogo da Discórdia, a Globoplay ainda registrou um recorde de acessos simultâneos: 2.588.833 ao mesmo tempo às 23h54. Estes dados, revelados recentemente por Erick Brêtas, diretor-geral do streaming do Grupo Globo, durante uma conversa com profissionais do audiovisual, também apontam que cada assinante passou uma média de 35,3 horas por mês consumindo conteúdo na plataforma durante o primeiro trimestre de 2021. O crescimento é significativo, considerando que eram 9,6 horas em 2018; 20,0 em 2019; e 33,4 em 2020. A quantidade de horas de consumo é o único número disponibilizado pela Globoplay, que, ao contrário da Netflix e outras empresas americanas, não divulga sua quantidade de assinantes. Isto acontece porque, ao contrário das rivais, a Globoplay tem parte de seu conteúdo liberado para não-assinantes – o que não é o caso do 24 horas do “BBB21”.

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    HBO Max chega a 44,2 milhões de assinantes antes de estrear no Brasil

    22 de abril de 2021 /

    A WarnerMedia revelou os números do desempenho do seu serviço de streaming no primeiro trimestre do ano. Entre janeiro e março, a HBO Max ganhou cerca de 2,7 milhões de novos assinantes, em grande parte devido ao impulso dos lançamentos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” e de “Godzilla vs. Kong”. O crescimento é significativo porque, no mesmo período, a Netflix só conseguiu acrescentar mais 450 mil novos assinantes. A diferença é que a Netflix tem 207,6 milhões de assinantes globais, enquanto a HBO Max chegou agora a 44,2 milhões de assinantes, com base nos números medidos no final de março. Mas, por outro lado, a plataforma da Warner ainda não está presente em muitos países. O lançamento no Brasil, por exemplo, está marcado apenas para junho. Outro dado relevante foi o retorno financeiro da prioridade dada pela empresa ao streaming. O relatório preparado pela WarnerMedia para o mercado revelou que sua receita do primeiro trimestre cresceu 9,8% em relação ao ano passado, chegando a US$ 8,5 bilhões. As assinaturas da HBO Max foram consideradas forças motrizes na geração desse dinheiro, demonstrando que a empresa fez uma escolha inteligente com sua estratégia para 2021, ao decidir disponibilizar simultaneamente filmes no cinema e no streaming. Vale mencionar que os executivos da WarnerMedia acreditam que o sucesso da HBO Max se deve justamente a esta estratégia de lançamento, e em especial a “Godzilla vs. Kong”, minimizando os créditos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” nessa estratégia.

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    “Quem Matou Sara?” é a série mais vista da Netflix em 2021

    20 de abril de 2021 /

    A Netflix anunciou que o thriller mexicano “Quem Matou Sara?” foi a série mais popular de seu catálogo de streaming no primeiro trimestre de 2021, com uma estimativa de 55 milhões de visualizações de assinantes desde seu lançamento no mês passado. Criação de José Ignacio Valenzuela (“La Hija Prodiga”), “Quem Matou Sara?” gira em torno da vingança de um homem que passou 18 anos preso injustamente pelo assassinato da irmã. Ao ser libertado, Alex Guzmán (Manolo Cardona) decide se vingar da família Lazcano, que o culpou pelo crime, e descobrir quem realmente matou sua irmã Sara (Ximena Lamadrid). O que ele não imaginava é que a busca por provas o levaria a se apaixonar por Elisa (Carolina Miranda), filha de seu principal suspeito, e perceber que os muitos segredos de Sara são seu principal obstáculo para chegar à verdade. A série foi lançado em 24 de março e renovada quase imediatamente, três dias após chegar em streaming. A 2ª temporada já tem estreia marcada, para o dia 19 de maio. Entre as atrações americanas, a empresa revelou que “Amigas para Sempre” (Firefly Lane), que junta Katherine Heigl (a Dra. Izzie Stevens de “Grey’s Anatomy”) e Sarah Chalke (a Dra. Eliot Reid de “Scrubs”), foi a série mais assistida, por 49 milhões de pessoas desde seu lançamento em 3 de fevereiro – abaixo do público da produção mexicana. Já a lista de filmes juntou mais público, com destaque para “Eu Me Importo” (I Care A Lot), estrelado por Rosamund Pike, com 56 milhões de visualizações, a comédia infantil “Dia do Sim” (Yes Day), liderado por Jennifer Garner e vista por 62 milhões, e a sci-fi militar “Zona de Combate” (Outside The Wire), com Anthony Mackie, assistida 66 milhões de vezes. Entre os longas internacionais, os líderes foram o thriller espanhol “Abaixo de Zero” (Below Zero) com 47 milhões de visualizações, a comédia romântica polonesa “Amor²” (Squared Love), vista por 31 milhões de espectadores, e a sci-fi sul-coreana “Nova Ordem Espacial” (Space Sweepers), que atingiu 26 milhões. Veja abaixo o trailer da 1ª temporada de “Quem Matou Sara?”.

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    Netflix anuncia investimento de US$ 17 bilhões em conteúdo para 2021

    20 de abril de 2021 /

    A Netflix anunciou que vai gastar US$ 17 bilhões em conteúdo em 2021 – pela primeira vez mantendo a média anual de seus gastos. A plataforma revelou o valor em seus relatório financeiro do primeiro trimestre. “Embora a distribuição de vacinas seja muito desigual em todo o mundo, estamos voltando e produzindo com segurança em todos os principais mercados, com exceção do Brasil e da Índia. Presumindo que isso continue, gastaremos mais de US$ 17 bilhões em dinheiro em conteúdo este ano e continuaremos a entregar uma variedade incrível de títulos para nossos membros com mais produções originais neste ano do que no passado”, observou a empresa em comunicado aos acionistas. Os gastos da Netflix nos últimos anos atingiram os mesmos US$ 17 bilhões em 2020, um pouco mais de US$ 15 bilhões em 2019 e na casa dos US$ 12 bilhões em 2018. Grande parte do investimento será voltado para produções de língua não inglesa, que experimentam aumento de popularidade em 2021 – inclusive nos EUA, diante da falta de produtos novos em streaming. O investimento pesado também será um forma de enfrentar a concorrência cada vez maior em streaming, com o fortalecimento de plataformas como Disney+ (que pretende gastar cerca de US$ 8 bilhões em 2021), HBO Max, Apple TV+, Paramount+, Peacock e Amazon.

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    Belas Artes à La Carte comemora aniversário com quatro festivais online

    19 de abril de 2021 /

    A plataforma Petra Belas Artes à La Carte comemora seu primeiro aniversário em abril e, para marcar a data, programou a realização de quatro festivais de cinema. O primeiro é o CineFantasy, já em cartaz, que oferece mais de 150 filmes de terror, sci-fi e fantasia, entre produções nacionais e internacionais, divididos entre 15 mostras competitivas. Para ver a seleção de filmes, basta entrar na página do festival na plataforma de streaming (https://www.belasartesalacarte.com.br/). Entre os destaques do evento, que acontece online até 29 de abril, estão as estreias nacionais de “Amigo”, de Óscar Mártin (Espanha),  “Coração Dilatado”, de Parish Malfitano (Austrália), “Mãe, Sou Amiga de Fantasmas”, de Sasha Voronov (Rússia), “Playdurizm”, de Gem Deger (República Tcheca), “Os Guardiões do Tempo”, de Alexey Telnov (Rússia), “Post-Mortem”, de Péter Bergendy (Hungria), “Sayo”, de Jeremy Rubier (Canadá), “Ravina”, de Balázs Krasznahorkai (Hungria), e o documentário “A Senhora que Morreu no Trailer”, de Alberto Camarero e Alberto de Oliveira (Brasil). As outras mostras são o 10º Festival Internacional de Cinema em Balneário Camboriú, que começa nesta segunda (19/4) e vai até 30 de abril com 38 títulos de longa e curta-metragem, selecionados e premiados em edições anteriores do evento, o Festival Cinema Brasileiro: Anos 2010 – 10 Olhares, que exibirá 10 produções nacionais da década passada entre 22 e 30 de abril, e Volta ao Mundo, festival criado pela própria plataforma para destacar a cinematografia dos mais diversos países. Para inaugurar a novidade, o streaming exibirá oito filmes produzidos na Suiça, raros e inéditos nos cinemas brasileiros, entre os dias 6 e 19 de maio – numa mostra realizada em parceria com a Swiss Film Foundation. A assinatura do serviço para acompanhar todas as mostras é R$ 9,90 mensais. Veja abaixo o vídeo que anuncia as novidades do aniversário da plataforma.

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    Google anuncia fim do aplicativo Google Play para smart TVs

    13 de abril de 2021 /

    O Google decidiu acabar com o aplicativo Google Play, dedicado à compra e locação digital de filmes e séries. Ele será descontinuado em dispositivos Roku e smart TVs a partir do dia 15 de julho. Por enquanto, o app continuará disponível em dispositivos móveis Android e iOS e na Android TV. Mas a tendência é que também seja descontinuado nessas plataformas. No lugar do Google Play, o conteúdo passará a ser abrigado na página do YouTube Filmes. “O aplicativo do YouTube será o novo lar para filmes e programas”, diz um aviso da Google em seu site. A partir da mudança, os usuários poderão aplicar seus créditos do Google Play em compras no YouTube. A mudança faz parte de um esforço do Google para otimizar seus aplicativos de entretenimento – e para promover o Google TV, sua interface de entretenimento recém-lançada, que combina serviços de streaming, TV ao vivo, filmes, programas de TV e outros aplicativos, como seu principal app para TVs conectadas. O Google TV está disponível no mais novo Chromecast e será lançada em breve em alguns modelos de Android TV, incluindo smarts TV da Sony (que abandonou o mercado brasileiro) e TCL.

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