Logan é o filme de super-heróis que os fãs sempre pediram
Comprometido com o papel de vilão em “Missão: Impossível 2”, Dougray Scott não teve agenda para fazer “X-Men”. Como plano B, a Fox e o diretor Bryan Singer optaram pelo, até então, desconhecido australiano Hugh Jackman para ser Wolverine na adaptação que fez Hollywood e o público respeitarem filmes baseados em histórias em quadrinhos. O primeiro “X-Men” (2000) até que foi legal, mas Jackman roubou a cena e valeu muito mais que o filme inteiro. Não demorou e veio “X-Men 2” (2003), esse sim um grande filme, e outras sete participações do ator como Wolverine. Só que, 17 anos depois, ainda faltava aquela pitada de coragem para entregarem um filme que representasse o furioso mutante do jeito que os fãs queriam – de forma brutal, descarregando sua raiva nos inimigos e com muito sangue espirrando na plateia. E prestígio na indústria é isso aí: perto de completar 50 anos, Jackman disse que faria o personagem apenas mais uma vez, porém exigindo que o filme saísse como queria. Conseguiu carta branca e entregou o projeto a um diretor de sua confiança, James Mangold. O resultado é “Logan”, o filme do Wolverine que os fãs sempre pediram. Um dos maiores elogios que se pode fazer é que não parece uma adaptação de histórias em quadrinhos – e é muito importante incluir isso – do modo como Hollywood acostumou o púlico. Trata-se de um filme completo, dramático quando exigido e raivoso quando a história pede. Sem acrobacias, cenas de ação à la 007, como a sequência do trem em “Wolverine: Imortal” (2013), curiosamente dirigido pelo mesmo James Mangold (que diferença faz a liberdade para tocar um filme), mas com muita porrada, membros decepados, palavrões (a primeira fala do filme é “FUCK”), sangue jorrando de maneira intensa, violentíssima, porém compreensível, aceitável quando entendemos Wolverine após quase duas décadas. Ainda mais porque, desta vez, ele está velho, cansado e com seu poder de regeneração bastante debilitado. Mas não é o caso de se apegar tanto à violência, tensão, adrenalina ou mesmo os efeitos visuais, porque o segredo do sucesso de “Logan” está no título. Apesar de tudo, não é um filme sobre um super-herói, mas sobre um homem em busca de sua humanidade perdida em um passado doloroso e que não volta mais. É o filme mais humano e centrado em personagens já feito sobre quadrinhos da Marvel, com diálogos reflexivos, pausas silenciosas e atuações definitivas de Hugh Jackman e Sir Patrick Stewart, que não precisam de muita coisa para cortar o coração do espectador nas simples conversas que Logan e Xavier travam sobre amor, a aceitação da morte, família, culpa, esperança, liderança e a relação pai e filho ou pai e filha. É onde entra a grande surpresa do filme, a pequena Dafne Keen, que rouba a cena como Laura (pode chamar de X-23) não somente nas sequências impressionantes de ação, mas também pelo seu potencial como atriz, apontando a franquia para um futuro promissor que o sucesso deste filme pode ajudar Hollywood a compreender. Em termos de adaptações de quadrinhos, “Logan” só é comparável a “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), embora seja completamente diferente do filme de Christopher Nolan. Em diversos momentos, parece mais uma produção da Nova Hollywood dos anos 1970, devido à ousadia de querer sair fora dos padrões. Mas seu espírito verdadeiro pertence aos westerns e road movies, o bom e velho filme de jornada, em que anti-heróis enfrentam percalços em fuga ou em busca de seu caminho. Como em “Os Imperdoáveis” (1992), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007) e até “A Qualquer Custo” (2016), os protagonistas são corroídos por arrependimentos, cercados por violência e carregam hábitos e memórias de uma época que passou. Entretanto, nada é tão grandioso quanto o amor de James Mangold pelo clássico “Os Brutos Também Amam” (1953). Para os fãs de Wolverine, esse é o filme dos sonhos. Outros atores poderão interpretar Wolverine, claro, mas nenhum será o Logan de Hugh Jackman, como nenhum outro 007 foi o James Bond de Sean Connery. Isso é sair por cima.
Logan é a principal estreia de cinema da semana – e talvez do ano
Principal estreia de cinema nesta quinta (2/3), “Logan” é o segundo filme de super-heróis da Marvel/Fox lançado para maiores de 16 anos no Brasil. O primeiro foi “Deadpool”, no ano passado, completamente diferente em tom. Enquanto o filme estrelado por Ryan Reynolds era insanamente divertido, o último longa de Hugh Jackman como Wolverine aposta na seriedade. Tendo em vista como as produções da DC Comics/Warner se equivocam ao se levar a sério, o acerto de “Logan” abre um novo caminho, deixando claro o que realmente faz diferença. E é bem simples. Desde sua concepção, o longa dirigido por James Mangold evitou se limitar ao mundinho dos fanboys adolescentes. O que a Warner esqueceu, ao buscar um tom mais sombrio para seus filmes, foi que a própria DC Comics buscou o público adulto quando promoveu sua grande guinada rumo a histórias sombrias nos anos 1980. Já faz 30 anos que os quadrinhos de super-heróis se sofisticaram, com o lançamento de graphic novels e o fim do código de ética, um selinho que garantia conteúdo infantil. “Logan” é a versão de cinema dessa revolução. Um filme de super-heróis maduro, influenciado pelo western e passado num mundo tão violento quanto os quadrinhos se tornaram. Não é que “Logan” se afasta dos quadrinhos para se tornar um filme para maiores. Ao contrário. Ele é o primeiro filme que realmente compreendeu o que aconteceu nos quadrinhos nas últimas três décadas. O filme mostrou sua carta de intenções ao fazer uma première num local inusitado: um festival de cinema europeu, em Berlim, onde produções sérias e dramáticas têm prioridade. E acabou sendo a obra mais aplaudida e comentada de todo o evento. A crítica mundial caiu para trás. Nos EUA, onde “Logan” estreia na sexta, os elogios renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nem “Deadpool”, que chegou a ganhar indicações a prêmios dos prestigiosos sindicatos de Hollywood, agradou tanto (84%). Tendo isso em vista, “Logan” ganha sua devida perspectiva. Não é apenas a principal estreia da semana. Pode ser o mais importante lançamento do ano. Seu sucesso ou fracasso influenciará inúmeras decisões sobre o futuro das adaptações de super-heróis em Hollywood. Por via das dúvidas, chega em 1,2 mil salas, num empurrão para virar blockbuster. Apenas mais duas estreias completam o circuito. Uma delas, inclusive, já estava em cartaz em circuito de “pré-estreias pagas”. Último longa americano do Oscar 2017 a estrear no Brasil, “Um Limite entre Nós” rendeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis, um prêmio que ela vinha ensaiando vencer desde 2009. A atriz já tinha conquistado o equivalente teatral, o Tony Awards, pelo mesmo papel, como uma mãe sofredora nos anos 1950, casada com um lixeiro orgulhoso, numa família endurecida pelo racismo da época, que tenta ensinar a vida para o filho. Denzel Washingon é seu parceiro, indicado ao Oscar e favorito de muita gente ao prêmio – venceu o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Award). Ele também dirigiu o longa, adaptado postumamente para o cinema pelo autor da peça, August Wilson. O menor lançamento é “Waiting for B”, que, apesar do título, é um documentário nacional sobre a vinda de Beyoncé ao Brasil. O filme se foca no público, sua obsessão pela estrela e a dedicação que leva fãs a acampar diante de uma bilheteria dias antes da data marcada para o show. Foi exibido com sucesso em vários festivais internacionais.
Atriz de Graceland vai viver Medusa na série dos Inumanos
A atriz Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) foi a escolhida para interpretar a heroína Medusa, mulher de Raio Negro e rainha dos Inumanos na série “Inhumans”, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Swan é a terceira escalação oficial do elenco. Ela se junta a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus, irmão do Raio Negro. Medusa tem o poder de controlar seus longos cabelos como se fossem membros de seu corpo. É uma espécie de Rapunzel que usa os cabelos como outros pares de mãos. “Serinda Swan traz uma elegância real, bem como uma sensação de grande força interior e determinação feroz para o papel da Medusa. Eu não poderia estar mais feliz de tê-la como nossa Rainha de Attilan”, comentou em comunicado o showrunner Scott Buck (que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix). Anteriormente, a atriz Elysia Rotaru, que interpretou Taiana na 4ª temporada de “Arrow”, publicou em sua conta no Twitter uma mensagem com links para a produção, o diretor e o canal da série, dando a entender que estaria envolvida com a produção. Rumores trataram de espalhar que ela viveria, justamente, Medusa. Mas seu nome não foi citado pelos produtores. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Ator de iZombie viverá vilão em Supergirl
O ator Rahul Kohli foi escalado para fazer uma participação especial na série “Supergirl”. Ele já é conhecido das adaptações de quadrinhos da DC Comics do canal CW, como o Dr. Ravi em “iZombie”. As atrações pertencem a divisões diferentes da DC, já que “iZombie” é publicada pelo selo “adulto”, Vertigo. Em “Supergirl”, ele viverá Jack Spheer, um carismático gênio da tecnologia que trabalhou por décadas em uma inovação médica que pode acabar com as maiores doenças do mundo. Ele visita National City para demonstrar seu trabalho para a imprensa – inclusive Kara Danvers (Melissa Benoist) e Snapper Carr (Ian Gomez). Ao mesmo tempo, ele tem uma história romântica com Lena Luthor (Katie McGrath). A produção não adiantou maiores detalhes, mas, nos quadrinhos, a invenção de Spheer acaba transformando-o no vilão Biomax. A aparição de Rahul Kohli acontecerá no 18º episódio da 2ª temporada de “Supergirl”, ainda sem data oficial de exibição. Já a 3ª temporada de “iZombie” só vai estrear no dia 4 de abril nos Estados Unidos.
Veja 20 fotos de Punho de Ferro, a nova série da Marvel produzida pela Netflix
A Netflix divulgou novas fotos de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Além do protagonista, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), as fotos mostram a presença ubíqua de Rosario Dawson, que volta a aparecer como a enfermeira Claire Temple na quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth (vista em “Jessica Jones”). Entre as novidades, os destaques são para Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”), que vive a nova heroína Colleen Wing, mestre das artes marciais, Jessica Stroup (série “The Following”) como a empresária Joy Meachum e Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de sua família, o antigo sócio de seu pai, Harold Meachum (vivido na série por David Wenham, da trilogia “O Senhor dos Anéis”). A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março, com 13 episódios.
Novo trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2 introduz o pai do Senhor das Estrelas
A Marvel divulgou um pôster e um novo trailer de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Ainda sem legendas, o vídeo traz novas piadas e muitas cenas inéditas de ação desenfreada. Como as anteriores, a prévia não se preocupa em explicar a história, destacando o tom bem-humorado e os diversos efeitos visuais da produção, enquanto mostra a nova formação e dinâmica do grupo de heróis relutantes, reforça a majestade da possível vilã Ayesha (Elizabeth Debicki, de “O Agente da UNCLE”) e, de quebra, revela a primeira aparição do pai de Peter Quill/Senhor das Estrelas (Chris Pratt), vivido por Kurt Russell (“Os Oito Odiados”). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Clique no pôster abaixo para ampliá-lo.
Astro de Hell on Wheels será Raio Negro na série dos Inumanos
O ator Anson Mount, protagonista da série “Hell on Wheels”, vai viver o super-herói Raio Negro na série dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Raio Negro é o principal herói do grupo criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1965. Rei dos Inumanos, ele possui uma voz tão poderosa que seu simples sussurro é capaz de destruir um quarteirão. Por isso, porta-se como se fosse mudo, liderando seu reino sem dizer nenhuma palavra. “Anson adorou o desafio de interpretar um personagem que só se comunicará silenciosamente”, disse Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, no comunicado que anunciou a contratação. “Seu entusiasmo misturado com sua persona imponente torna fácil ver porque ele é o nosso Raio Negro.” O ator vai se juntar a Iwan Rheon (Ramsay Bolton na série “Game of Thrones”), anteriormente confirmado como Maximus, o irmão maligno de Raio Negro. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck, que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix, e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Astro de True Blood vai estrelar a nova série dos X-Men
O ator Stephen Moyer, que protagonizou “True Blood”, vai estrelar o piloto da série, ainda sem título, passada no universo dos “X-Men”. Segundo o site Deadline, ele terá o papel principal no projeto da rede Fox. A trama vai acompanhar uma família que descobre que seus filhos possuem o gene mutante e, por isso, precisa fugir do governo anti-mutante e dos robôs Sentinelas para conseguir sobreviver. Moyer será o pai desta família, chamado Reed, que também é um promotor de justiça ambicioso. Ele vai se juntar aos dois atores anteriormente confirmados: Jamie Chung (a Mulan de “Once Upon a Time” e Valerie Vale de “Gotham”), que viverá a mutante Blink, e Blair Redford (séries “The Lying Game” e “Satisfaction”) escalado como Sam, líder nativo-americano de um grupo clandestino de resistência ao governo anti-mutante. Desenvolvido por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), o projeto terá seu piloto dirigido pelo cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”). Mas este primeiro episódio ainda precisará ser aprovado pelos executivos da rede para virar série. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.
David Ayer indica que Máscara Negra poderá ser o vilão de Sereias de Gotham
O diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”) publicou um tuíte misterioso, sem texto, com o quadrinho de um vilão dos gibis de Batman. Trata-se do Máscara Negra. E bastou esse teaser para surgirem discussões a respeito do personagem no próximo filme do cineasta, que será uma adaptação das Sereias de Gotham City, o grupo de vilãs femininas que inclui a Arlequina, a Mulher-Gato e a Hera Venenosa. Até o momento, apenas Margot Robbie está confirmada no elenco, retomando o papel de Arlequina de “Esquadrão Suicida” (2016). Além de estrelar, ela também vai produzir o longa-metragem, sobre o qual nada mais se sabe. O roteiro está sendo escrito por Geneva Robertson-Dworet (responsável pelo reboot de “Tomb Raider” e “Sherlock Holmes 3”). O Máscara Negra é um vilão relativamente novo, como a própria Arlequina. Ele surgiu nos gibis do Batman em 1985 e é um chefão do crime de rosto deformado, fascinado por máscaras – o que o leva a querer incluir o capuz do herói em sua coleção. Nos últimos anos, ele tem sido uma pedra na bota de cano alto da Mulher-Gato, possibilitando sua inclusão na trama das Sereias de Gotham. Apesar de ainda não ter cronograma de produção ou previsão de lançamento, “Gotham City Sirens” não deve demorar a ser filmado. O diretor David Ayer já encerrou a produção de “Bright”, sci-fi estrelada por Will Smith (também de “Esquadrão Suicida”) para a Netflix, e não possuiu nenhum projeto engatilhado para o segundo semestre, mesma época em que a agenda de Margot Robbie esvaziará. pic.twitter.com/sfkjNeSIHW — David Ayer (@DavidAyerMovies) February 27, 2017
Teaser de Guardiões da Galáxia Vol. 2 confirma Nebula no grupo
Antecipando o novo trailer completo, a Marvel divulgou um teaser de “Guardiães da Galáxia Vol. 2”, que revela a falta de etiqueta de um certo integrante do grupo. Alguém não sabe como se comportar durante o jantar. E, de forma surpreendente, não é Rocket Raccoon. Além da piada, a prévia serve para adiantar que Nebula (ou Nebulosa, dependendo da tradução) está perfeitamente integrada ao grupo. O que a teria feito mudar de lado, após ser uma vilã no primeiro filme? Pelo jeito, a resposta só será conhecida quando a continuação estrear. Novamente dirigido por James Gunn, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chega aos cinemas em 4 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Rita Repulsa ameaça os Power Rangers em novo comercial
O filme dos “Power Rangers” ganhou um novo comercial que destaca a performance da atriz Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) como a vilã Rita Repulsa. Além da atriz, o elenco da produção ainda traz Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela e Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Rob Zombie confirma participação em Guardiões da Galáxia Vol 2
O roqueiro e cineasta Rob Zombie (“Halloween – O Ínicio”) revelou seu envolvimento em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, ao postar uma foto no Instagram, ao lado do diretor do filme, James Gunn. Junto da imagem, ele completou a informação, escrevendo: “Com @jamesgunn na Disney gravando uma voz para Guardiões da Galáxia 2!”. Para confirmar, Gunn escreveu logo em seguida nas redes sociais que, sem “os talentos vocais de Zombie”, seu filme não estaria completo. Isto porque o roqueiro gravou participações vocais em todos os filmes do diretor, desde “Seres Rastejantes” (2006) e incluindo a voz de Deus em “Super” (2010). No primeiro “Guardiões da Galáxia” (2014), ele dublou o sistema de navegação dos Ravagers. Mas, desta vez, parece que terá um personagem criado por computador. Gunn até adiantou o nome: Fitzgibbon. “Agora, é com vocês descobri-lo”. “Guardiões da Galáxia Vol. 2” estreia em 27 de abril no Brasil. With @jamesgunn at Disney recording a voice for Guardians of the Galaxy 2! #robzombie #jamesgunn #guardiansofthegalaxy2 #godblesstinytim Uma publicação compartilhada por RobZombieofficial (@robzombieofficial) em Fev 22, 2017 às 6:12 PST It isn’t a James Gunn film without @RobZombie’s voice!! https://t.co/wv8SM6c177 — James Gunn (@JamesGunn) 23 de fevereiro de 2017 There are two things you can be sure of in my films: 1) There will be a character named Fitzgibbon. And 2) There will be a @robzombieofficial voice cameo. Yesterday Rob came by to lend his voice to Guardians of the Galaxy Vol. 2. Now it'll be up to you guys to find it. #GotGVol2 #robzombie Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn) em Fev 23, 2017 às 9:30 PST
Deadpool vence prêmio como Melhor Campanha Publicitária do cinema
“Deadpool” tinha surpreendido expectativas por figurar entre os indicados de diversas premiações importantes de Hollywood, do Globo de Ouro ao Sindicato dos Roteiristas. Mas até este sábado (25/2) não tinha vencido nada. Por isso, a primeira vitória foi muito comemorada. E na categoria em que a produção realmente se excedeu, como Melhor Campanha Publicitária do ano. O filme faturou o Publicist Award 2016, conferido pela comunidade de relações públicas de Hollywood à equipe de profissionais da 20th Century Fox responsável pela publicidade da produção. A vitória, mais que merecida, ajuda a explicar como um filme de super-heróis para maiores, com humor violento e subversivo, feito por modestos US$ 58 milhões, conseguiu arrecadar US$ 132 milhões em seu primeiro fim de semana, atingindo US$ 363 milhões no mercado doméstico e US$ 783 milhões no mundo inteiro, de quebra consagrando-se como um dos maiores sucessos do cinema em 2016. O equivalente televisivo foi vencido pela série “This Is Us”, da rede NBC.












