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  • Série

    Final de temporada de The Walking Dead será desfecho da série

    11 de abril de 2018 /

    O produtor Scott M. Gimple, que deixa o cargo de showrunner de “The Walking Dead” no final da 8ª temporada, revelou em entrevista à revista Entertainment Weekly que o final da 8ª temporada vai encerrar todas as tramas pendentes e servir como uma espécie de desfecho da série, permitindo à sua substituta recomeçar totalmente a atração no próximo ano. “Esse episódio não vai servir apenas uma conclusão para os últimos 15 episódios. Eu, a Angela e os roteiristas, sempre falamos sobre ser, de diversas formas, uma conclusão para as oito primeiras temporadas. O programa vai virar uma nova série ano que vem, com uma narrativa nova e maior. Era algo que nós estávamos muito animados para fazer. E tinha um certo peso no ar para o tipo de conclusão que nós estávamos nos aproximando.” Gimple foi promovido para um cargo recém-criado: Diretor de Conteúdo da franquia, com a função de supervisionar o universo compartilhado das séries de zumbis e expandir o mundo de “The Walking Dead” em novos derivados e produtos. Ele “caiu para cima”, após ter sua demissão pedida numa petição online de fãs inconformados com os rumos da série, especialmente pela decisão de Gimple de matar o personagem Carl, interpretado por Chandler Riggs – ainda vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. O final da 8ª temporada de “The Walking Dead” será exibida no domingo, dia 15 de abril. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.

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  • Filme

    Steven Spielberg considera possibilidade de transformar Indiana Jones em mulher

    4 de abril de 2018 /

    O diretor Steven Spielberg já considera continuar a franquia Indiana Jones com uma atriz no papel principal. Ele admitiu a possibilidade em entrevista ao jornal britânico The Sun, ao assumir que o próximo filme deverá encerrar a participação de Harrison Ford no lendário papel. Ford, que já tem 75 anos, voltará a interpretar o arqueólogo num vindouro quinto filme, que começará a ser filmado em abril de 2019. Mas Spielberg prevê que a franquia continuará depois disso. “Este será o último filme de Indiana Jones de Harrison Ford, tenho certeza disso, mas a franquia certamente continuará depois desse”, ela afirmou. E a continuação inevitavelmente conduzirá à escolha de um substituto para o protagonista. Que poderia ser uma mulher. “Seria preciso mudar o nome de Jones para Joan. E não teria nada de errado com isso”, opinou, considerando que o famoso explorador “deve adotar uma forma diferente” para continuar relevante. Por curiosidade, a atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) interpretou recentemente uma “Indiana Joan” numa esquete do “Red Nose Day”, programa humorístico beneficente, em sua edição de 2015. Veja abaixo.

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  • Filme

    Fãs de Star Wars criam petição para Meryl Streep viver a Princesa Leia no Episódio IX

    30 de março de 2018 /

    Fãs da franquia “Star Wars” não querem que a General/Princesa Leia desapareça da franquia sem maiores explicações, após a morte de sua intérprete, Carrie Fisher, e iniciaram uma petição online para que a atriz seja substituída por Meryl Streep no último filme da atual trilogia, previsto para 2019. A escolha de Meryl Streep não é aleatória. Ela interpretou uma versão de Carrie Fisher em “Lembranças de Hollywood” (1990), filme baseado nas memórias da atriz de “Star Wars” sobre sua relação com a mãe famosa, Debbie Reynolds. “Após a morte de Carrie Fisher, tem havido muitas incertezas sobre como o ‘Episódio IX’ de ‘Star Wars’ vai lidar com Leia. Como a Lucasfilm alegou que eles não têm planos para recriá-la digitalmente com CGI, as soluções mais possíveis são reformular Leia ou deixá-la de fora do filme. Como fãs, nós realmente queremos que Leia brilhe no ‘Episódio IX’ e nós certamente não queremos que ela seja cortada do filme abruptamente sem um enredo razoável. Portanto, a opção ideal para nós é considerar Meryl Streep uma candidata ideal para interpretá-la”, diz o texto da petição. Carrie Fisher morreu em dezembro de 2016, aos 60 anos, mas ainda foi vista em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, lançado no final do ano passado.

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  • Série

    Ator de Outlander e Game of Thrones será o novo Príncipe Philip em The Crown

    29 de março de 2018 /

    O ator Tobias Menzies (das séries “Game of Thrones” e “Outlander”) fechou com a Netflix assumir o papel do Príncipe Philip na 3ª temporada de “The Crown”, assumindo o papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Anteriormente, a produção tentou fechar com Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”), mas a negociação foi encerrada, sem que nenhum motivo tenha sido dado para a desistência. Tobias Menzies vai se juntar a Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).

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  • Filme

    Ator de Han Solo diz que diretores demitidos não estavam preparados para filmar Star Wars

    26 de março de 2018 /

    A demissão dos diretores Phil Lord e Chris Miller, substituídos por Ron Howard nas filmagens de “Han Solo: Uma História Star Wars”, teria sido por incompetência. Ou, de forma mais delicada, despreparo. Quem afirma é um dos atores da produção, que revelou os bastidores conturbados da produção ao site Vulture, sob a condição de ser mantido em anonimato. Na opinião do ator (atriz?) misterioso, a dupla de diretores, responsável pela animação “Uma Aventura Lego” e a comédia “Anjos da Lei”, simplesmente não estava preparada para assumir um filme da franquia “Star Wars”. “Depois da 25ª tomada, os atores ficaram se olhando e pensando: ‘Isso está ficando estranho’. Eles [os diretores] pareciam um pouco fora de controle. Definitivamente sentiram a pressão. Com um desses filmes, há muitas pessoas em cima de você o tempo todo. O diretor-assistente era experiente e teve que intervir para ajudá-los a dirigir muitas cenas.” Um porta-voz dos cineastas respondeu aos pedidos de comentários do Vulture, afirmando que “esta informação é completamente imprecisa”, mas se recusou a aprofundar os motivos da demissão. Ainda de acordo com o ator anônimo, a equipe do longa, com a provável exceção dos atores principais, soube da demissão de Lord e Miller lento notícias na internet, assim como os fãs. “Foi uma loucura”, ele (ela?) disse. “Eles demitiram nossos chefes. Ficamos trocando mensagens: ‘Você viu as notícias? Você acha que vai haver refilmagens?’. Foi confuso. E foi uma loucura como tudo vazou para a imprensa.” Felizmente, após ser contratado às pressas, o veterano cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”) conseguiu tomar rapidamente o controle do projeto, devido a seus anos de experiência com grandes sets de filmagens. “Ele conseguiu respeito imediatamente”, disse o ator (atriz?). “Ele é muito confiante.” A fonte/agente secreto da Vulture também confirmou os rumores de que o protagonista Alden Ehrenreich sofreu para conseguir encarnar Han Solo, de modo a evocar minimamente a interpretação original de Harrison Ford. Para isso, foi preciso contratar um “coach” de atuação durante as filmagens. “Você pode ver que a atuação dele ficou mais relaxada. Ele se tornou mais como Harrison. O treinador ajudou!” Apesar de todos problemas na produção, “Han Solo: Uma História Star Wars” conseguiu superar as crises para cumprir seu cronograma de produção, – com um elenco central formado ainda por Emilia Clarke, Donald Glover, Woody Harrelson e Joonas Suotamo. A estreia está marcada para o dia 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos,

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  • Filme

    Diretores demitidos de Han Solo serão creditados no filme como produtores

    23 de março de 2018 /

    Quando Ron Howard assumiu a direção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, o status dos diretores demitidos Phil Lord e Chris Miller ficou no ar. Afinal, eles filmaram vários meses – a maior parte – da produção. Mas como seriam creditados? Codiretores? Os próprios cineastas revelaram como serão identificados no filme. “À luz das diferenças criativas, escolhemos ter um crédito de produtores executivos”, Miller contou ao público do GLAS Animation Festival na noite de sexta (23/3), ao mesmo tempo em que defendeu suas contribuições. “Ficamos muito orgulhosos das muitas contribuições que fizemos para o filme”. De acordo com o Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês), quando um filme tem vários diretores, a decisão de quem creditar é atribuída à produtora. Mas se esses diretores desejarem, poderão apresentar recursos ao DGA. Como Lord e Miller cortaram todo envolvimento com o filme, eles devem sentir que o projeto mudou muito para optarem por não receber créditos por sua direção. O anúncio da demissão surpreendeu fãs que aguardavam com curiosidade para ver o que os cineastas responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Anjos da Lei” fariam numa galáxia muito distante. Entretanto, seu estilo de comédia, com muitas cenas improvisadas, entrou em choque com o processo de produção industrial da Lucasfilm e eles acabaram demitidos por Kathleen Kennedy em junho do ano ano passado, após filmagens de 70% do longa. “Eu acho que esses caras são hilários, mas eles vêm da animação e da comédia de esquetes, e quando você faz ‘Star Wars’ você tem uma estrutura que movimenta exércitos de pessoas. Então, literalmente, tudo se resume à adequação ao processo”, disse Kennedy, em entrevista à revista Entertainment Weekly, justificando a demissão. A demissão de diretores no meio de uma filmagem é prática bastante incomum em Hollywood. Normalmente, há um acordo de bastidores, com a utilização de um cineasta não creditado para completar a produção, e os diretores originais só tiram seus nomes dos filmes se quiserem. Foi o que aconteceu, por exemplo, em “Quarteto Fantástico”, que manteve os créditos de Josh Trank. E, dizem, também em “Guerra Mundial Z”. E provavelmente até em “Rogue One: Uma História Star Wars”, embora ninguém da produção aborde oficialmente esse assunto.

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    Diferença de salário entre astros de The Crow motiva petição de fãs

    19 de março de 2018 /

    A revelação de que Claire Foy ganhou menos do que Matt Smith pelo trabalho na série “The Crown”, mesmo tendo o papel da protagonista, a rainha Elizabeth 2ª, criou uma grande saia justa. Diante da discriminação sexual, um grupo de fãs se mobilizou para criar uma petição, na plataforma Care2, pedindo para o ator doar o valor correspondente à diferença entre seu salário e o da colega. O valor seria destinado ao fundo de defesa de vítimas de assédio e abuso da Time’s Up, organização criada por estrelas de Hollywood para lutar contra a discriminação de gênero. Em seu lançamento na manhã de segunda-feira (19/3), a petição tinha a meta de conseguir 25 mil assinaturas, e em poucas horas já reuniu mais de 23 mil apoiadores. A discrepância salarial foi informada pelos produtores Suzanne Mackie e Andy Harries durante a conferência Innovative TV (INTV), em Israel. Eles admitiram que Smith recebeu mais por ter maior projeção profissional, como um dos protagonistas da série britânica “Doctor Who”. Em “The Crown”, ele interpreta o príncipe Philip, marido da rainha. Os produtores acrescentaram que “no futuro, ninguém receberá mais que a rainha”. Isso, porém, não melhora a situação de Foy: a atriz, que venceu um Globo de Ouro pela série e foi indicada ao Emmy, não retornará para as próximas temporadas. Graças a um salto temporal na trama, a atriz será substituída por Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que viverá a Rainha Elizabeth II nos anos 1970. Segundo uma estimativa da revista Variety, Foy ganhou US$ 40 mil por episódio na série. O valor é considerado baixo para os padrões hollywoodianos, ainda mais se tratando de uma série que figura entre as mais caras da história, com um orçamento de US$ 7 milhões por episódio. A iniciativa da petição aconteceu dois meses após caso similar ter ocorrido na produção do filme “Todo o Dinheiro do Mundo”, que levou o ator Mark Wahlberg a fazer uma generosa doação ao Time’s Up.

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    Dax Shepard será substituto de Danny Masterson na série The Ranch

    15 de março de 2018 /

    A série “The Ranch” já definiu um substituto para Danny Masterson, afastado da produção após ser investigado por abusar sexualmente de várias mulheres. A vaga de coprotagonista, ao lado de Ashton Kutcher, será preenchida por Dax Shepard (“CHiPs: O Filme”). “The Ranch” marcava o reencontro de Masterson com Ashton Kutcher, após os dois trabalharem juntos na série clássica de comédia “That ’70s Show”. Na atração de streaming, os dois interpretam irmãos, que voltam a conviver depois de anos, quando o personagem de Kutcher, que morava na cidade grande, retorna ao “rancho” da família. A “substituição” será parecida com o que aconteceu com o próprio Kutcher, quando ele entrou na vaga de Charlie Sheen em “Two and a Hallf Man”. A estratégia simples consiste em introduzir um outro personagem na trama. Shepard interpretará Luke Matthews, um ex-soldado recém-chegado a Garrison, onde conhece os Bennetts e forma um vínculo imediato com Colt (Kutcher). Ele vai aparecer na segunda metade da 3ª temporada de “The Ranch”, que atualmente está em hiato. Será o segundo trabalho do marido de Kristen Bell na Netflix, após participar de “Wet Hot American Summer: Ten Years Later”, no ano passado.

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    Claire Foy recebeu menos que Matt Smith para estrelar a série The Crown

    13 de março de 2018 /

    A atriz Claire Foy, que viveu a Rainha Elizabeth II em “The Crown”, recebeu menos que seu colega de elenco Matt Smith durante os dois primeiros anos da produção. Quem revelou esta disparidade salarial foram os próprios produtores do drama de época da Netflix, durante um painel realizado na conferência Innovative TV, em Israel. Clare Foy venceu dois troféus do Sindicato dos Atores, o SAG Awards, pelo trabalho nas duas temporadas, além de um Globo de Ouro, e teve mais tempo de tela que Smith, intérprete do Príncipe Philip na série. Os produtores se justificaram dizendo que a diferença se devia ao trabalho anterior de Matt Smith como protagonista de “Doctor Who”, uma das séries mais populares do Reino Unido, por quatro anos. Entretanto, a produtora Suzanne Mackie assegurou que esse tipo de discriminação não aconteceria mais: “De agora em diante, ninguém ganha mais do que a Rainha”. Pena que Claire Foy não poderá aproveitar a nova política, já que não retorna para a 3ª temporada de “The Crown”. Graças a um salto temporal na trama, a atriz será substituída por Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que viverá a Rainha Elizabeth II nos anos 1970.

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    Audiência de The Walking Dead cai ainda mais nos Estados Unidos

    13 de março de 2018 /

    A audiência de “The Walking Dead” segue em queda livre. Segundo a consultoria Nielsen, o episódio do último domingo (11/3) foi visto por 6,6 milhões de pessoas ao vivo nos Estados Unidos, a menor audiência da 8ª e atual temporada. Assim, cristaliza-se a tendência de encolhimento, abaixo da média de público da 2ª temporada, assistida por 6,9 milhões entre 2011 e 2012. Para dar noção da rapidez do vazamento, a temporada anterior, que já tinha preocupado o canal pago pela queda de público, manteve média de 11,3 milhão de telespectadores por episódio. Em um ano, o público caiu praticamente pela metade. Agora, o público só supera a média da 1ª temporada, vista por 5,2 milhões em 2010. Entretanto, em relação ao público-alvo, a medição de 2,8 pontos é a pior desde o quarto episódio da 1ª temporada, que registrou 2,4 pontos na demo, quando a série não era tão conhecida. Ou seja, isto significa que o último episódio supera apenas quatro episódios de todo a série em termos de audiência qualificada. Quando essa tendência começou a ficar clara, acompanhada por comentários negativos, petições e protestos nas redes sociais contra o ritmo e opções narrativas da série, a AMC decidiu “promover” o showrunner Scott M. Gimple, na prática afastando-o do dia-a-dia da produção. Mas isso pode ter acontecido tarde demais. Gimple sai da produção após matar um dos personagens mais queridos do público, o jovem Carl, que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Mais importante que isso, enquanto seu antecessor, Glen Mazzara, tratou da adaptação do arco do Governador de forma rápida, por uma temporada e meia (21 episódios), Gimple esticou o confronto contra Negan além do necessário, com três dezenas de capítulos que pausam mais do que avançam a história, dispersando o foco por diversos personagens irrelevantes. Mais de 10 milhões de pessoas desistiram de seguir a série desde a 6ª temporada e não retornaram. A aposta de que uma morte traumatizante, como a de Carl, interpretado por Chandler Riggs, ajudasse a trazer o público de volta se provou equivocada. Mais pessoas abandonaram o programa. Paralelamente, o canal segue se recusando a negociar o aumento salarial pedido pela intérprete de outra personagem querida. A atriz Lauren Cohan já começar a gravar sua participação no piloto de uma nova série, supostamente recebendo o dobro. Diante do impasse, a intérprete de Maggie já deixou claro que prefere escapar do apocalipse que se abate sobre a série. A dúvida é se “The Walking Dead” sobreviverá a mais uma perda significativa em seu elenco, por decisões suicidas de sua própria equipe. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2.

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    Novos pôsteres de The Walking Dead trazem Rick e Negan se jurando de morte

    20 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou dois novos pôsteres de “The Walking Dead”, em que Rick (Andrew Lincoln) e Negan (Jeffrey Dean Morgan) se juram de morte. Os dois lideram seus grupos para uma gerra total na segunda metade da 8ª temporada da atração, que retorna com um episódio especial com “o fim da jornada” de Carl (Chandler Riggs). Intitulado “Honor”, o episódio que marca a volta da série será um dos mais longos, com 82 minutos de duração para a anunciada despedida de Carl. “Honor” vai ao ar em 25 de fevereiro. No Brasil, a série é exibida pelos canais pagos Fox e Fox Premium.

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    Michonne enfrenta zumbis e Carl se despede em novos vídeos e fotos de The Walking Dead

    20 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou 16 fotos, uma cena e um comercial de “Honor”, o próximo episódio de “The Walking Dead”. A cena traz Michonne (Danai Gurira) enfrentando zumbis para fechar o portão de Alexandria. Já o comercial faz uma retrospectiva de momentos vividos por Carl (Chandler Riggs) e anuncia “o fim da jornada” do personagem para o próximo domingo. A segunda metade da 8ª temporada será aberta com um dos episódios mais longos da série, com 82 minutos de duração, para a anunciada despedida de Carl. “Honor” vai ao ar em 25 de fevereiro. No Brasil, a série é exibida pelos canais pagos Fox e Fox Premium.

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    Novo trailer legendado de The Walking Dead traz discurso de Carl em tom de despedida

    8 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer da midseason de “The Walking Dead”. O clima dramático é dado por um discurso de Carl (Chandler Riggs), em tom de despedida, que abre e fecha o vídeo. Há também muitos zumbis, reencontro de aliados e um novo confronto em que Rick (Andrew Lincoln) ameaça Negan (Jeffrey Dean Morgan) de morte. Assista abaixo legendado por fãs. A segunda metade da 8ª temporada será aberta com um dos episódios mais longos da série, com 82 minutos de duração, para a anunciada despedida de Carl. Confira a sinopse do episódio: “A guerra teve um impacto devastador para todos os envolvidos. As comunidades estão fraturadas. Alexandria foi destruída, Hilltop está condenada e o Reino está devastado – metade morreu e a outra metade é controlada pelos Salvadores. No centro, Rick, que estivera distraído pelo conflito, acaba de voltar para casa para descobrir que Carl, que heroicamente guiou os Alexandrinos em segurança durante o ataque de Negan, foi mordido por um caminhante. Uma vez que essa era a sua única motivação existencial, Rick é forçado a lidar com essa realidade. Carl sempre foi um sinal de esperança, um símbolo para o restante da humanidade – lições que os sobreviventes ao seu redor seriam sábios em levar com eles à medida que essa guerra continua. Mas Rick não é a única pessoa que está vivendo em perigo. Aaron e Enid estão em uma situação horrível em Oceanside – sem saber se estão em um território amistoso, ou se acabaram de fazer novos inimigos. O padre Gabriel faz sua parte na tentativa de levar o Dr. Carson de volta com segurança ao Hilltop, a grávida Maggie tem questionamentos morais que vêm com a liderança durante a guerra. Em um impasse com os Salvadores, ela deve decidir como proceder com as dezenas de vidas de prisioneiros de guerra que estão atualmente sob seu controle, além de novas complicações que vêm com o papel de líder. Além da guerra, Negan continua a lidar com lutas dentro de suas fileiras, enquanto trabalhadores, traidores e outros com sede de poder causam conflito no Santuário. Tendo conquistado uma grande vitória para os Salvadores, a lealdade de Eugene é repetidamente testada à medida que surgem novos obstáculos. Como em toda a guerra, a linha que separa o bem e o mal continua a se ofuscar. As pessoas lutam pelo que acreditam, enquanto todos trabalham juntos por algo maior – para se sentirem seguros e ter um mundo digno de se viver”. “The Walking Dead” retoma sua 8ª temporada em 25 de fevereiro. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.

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