Disney revela nome oficial, logotipo e detalhes de seu serviço de streaming
O CEO da Disney, Bob Iger, revelou nesta quinta-feira (8/11) o nome e o logotipo oficiais da plataforma de streaming do estúdio, que vai se chamar Disney+ (Disney Plus). Ou seja, não é “Disney Play”, como saiu publicado em parte da imprensa. A Disney optou por seguir o modelo de sua plataforma já existente de esportes, a ESPN+, extensão da rede de canais pagos esportivos ESPN. A revelação foi feita durante a apresentação de Iger do balanço da empresa para investidores, comemorando a valorização das ações da companhia pelo excelente desempenho nos últimos meses, graças, principalmente, a “Os Incríveis 2” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Esta pode ter sido a última apresentação de Iger antes da conclusão da aquisição da Fox, que deve ser finalizada antes do previsto, segundo ele apontou. O CEO da Disney apontou que, como a transação da Fox inclui 30% do Hulu, dando à Disney 60% dessa plataforma, os planos da empresa são para uma coexistência entre o Hulu e o Disney+ (Disney Plus). A Disney terá “considerável influência em como o Hulu será administrado”, uma vez que a Comcast e a AT&T permanecerão como acionistas minoritários, e o executivo sugeriu que um deles ou ambos podem optar por se desfazer de seu investimento na plataforma. Iger disse que vai investir mais em programação original do Hulu e diferenciou a programação das duas plataformas, afirmando que Hulu será para entretenimento em geral, enquanto a Disney Plus será focada em programas para a família: animações, filmes infantis, séries de super-heróis, ficção científica e aventuras juvenis.
Seita satânica processa Netflix em US$ 50 milhões por cópia de estátua na série O Mundo Sombrio de Sabrina
A seita Templo Satânico (Satanic Temple) foi adiante em seu processo contra a Netflix e a Warner. A ação busca uma indenização de US$ 50 milhões pelo uso não autorizado da estátua de Baphomet na série “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Lucien Graves, líder da seita, vem ameaçando a Netflix desde a estreia da série, no final de outubro. A Satanic Temple ficou conhecida nos Estados Unidos por perturbar governos estaduais que permitem adereços religiosos em público. Os integrantes chegaram até a colocar uma estátua de Baphomet ao lado de uma representação dos Dez Mandamentos em Oklahoma. A Netflix e a Warner ainda não se manifestaram publicamente sobre o caso. A razão do processo é a estátua da figura com cabeça de bode venerada pelos satanistas, que aparece com destaque na Escola das Artes Ocultas que Sabrina (Kiernan Shipka) frequenta para aprender a ser bruxa. Segundo Lucien Greaves, ela tem exatamente o mesmo design daquela que se encontra em seu templo em Detroit, nos EUA. Segundo o processo, o templo criou a estátua entre 2013 e 2014, baseando-se em uma iconografia datada do século 19, e por isso defende que o objeto é exclusivo e não pode ser copiado sem permissão, o que caracteriza violação de direito autoral. Por fim, o templo alega que sua obra foi copiada para servir como representação estereotipada do mal.
Netflix mata e enterra Francis Underwood num cemitério da Carolina do Sul, nos EUA
Francis Underwood está morto e enterrado, literalmente. Em uma ação para promover a última temporada da série “House of Cards”, a Netflix colocou uma lápide com o nome de Underwood num cemitério da cidade de Gaffney, na Carolina do Sul (EUA), terra natal do personagem. A lápide se encontra nos arredores do Oakland Cemetery, e fãs podem visitá-la e tirar fotos. O centro de turismo de Gaffney, animado com a ação, pediu para os fãs enviarem suas fotos para um e-mail (events@getintogaffney.com) a fim de serem compartilhadas com a equipe da Netflix. Não foi esclarecido o que a plataforma vai fazer com as imagens. O local ficará aberto para o público até o sábado (10/11). Quando a morte de Underwood foi anunciada, antes do lançamento da 6ª temporada de “House of Cards”, o principal jornal de Gaffney publicou até um obituário do “presidente”, descrito como “um patriota que não deixou nada impedi-lo de servir seu país”. A morte de Underwood foi revelada em um teaser lançado meses antes dos episódios da temporada. Esta foi a solução encontrada pelos roteiristas para explicar o sumiço do personagem após a demissão do ator Kevin Spacey, que o interpretava. Spacey foi denunciado por diversas pessoas por assédio e abuso sexual, entre elas funcionários da equipe da própria série.
Trailer legendado de A Princesa e a Plebeia traz Vanessa Hudgens em papel duplo
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de mais uma comédia romântica adolescente, “A Princesa e a Plebeia” (The Princess Switch). A prévia revela uma versão moderna da famosa fábula de Mark Twain, “O Príncipe e o Mendigo”, que mostra o que acontece quando uma turista americana troca de lugar com uma nobre europeia para que esta possa descobrir como é viver longe das regras da monarquia. A ex-estrelinha da Disney Vanessa Hudgens (de três “High School Musical”) estrela a produção no papel duplo do título, e obviamente encontra o romance também em dose dupla, incorporado por Sam Palladio (“Nashville”) e Nick Sagar (“Caçadores de Sombras”). Quem assina a trama é a veterana roteirista de TV Robin Bernheim, dividindo créditos com sua assistente Megan Metzger. As duas trabalharam juntas com o diretor Mike Rohl na produção canadense “Quando Chama o Coração: A Série”. A estreia está marcada para 16 de novembro na Netflix.
1983: Primeira série polonesa da Netflix ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o novo trailer legendado de “1983”, primeira série polonesa da plataforma. A premissa lembra “O Homem do Castelo Alto”, ao contar uma versão alternativa da História, em que um conflito teve resultado diferente da realidade. No caso, o fim do comunismo. Apesar do título, a trama acontece em 2003, duas décadas após um atentado terrorista impedir a Polônia de se tornar independente da União Soviética. Os personagens centrais são um estudante de Direito e um policial que descobrem a conspiração dos anos 1980 que fez com que o país continuasse sendo um estado comunista da Cortina de Ferro em pleno século 21. O elenco polonês inclui Maciej Musial (“Hotel 52”), Andrzej Chyra (“Estados Unidos Pelo Amor”), Michalina Olszanska (“Eu, Olga Hepnarová”), Agnieszka Zulewska (“Perdoai as Nossas Dívidas”), Robert Wieckiewicz (“Walesa”), Helena Sujecka (“Agnus Dei”), Miroslaw Zbrojewicz (“O Forasteiro”) e Zofia Wichlacz (“Rastros”). Criada por Joshua Long (“Scary Stories to Tell in the Dark”) e produzida por Frank Marshall (“Jurassic World”), Robert Zotnowski (“House of Cards”) e a cineasta Agnieszka Holland (“Rastros”), que também assina a direção de episódios, “1983” tem estreia marcada para 30 de novembro.
Próxima animação do diretor de Operação Big Hero e Moana será lançada pela Netflix
A Netflix dá sequência à sua disputa com a Disney com o anúncio de que produzirá o próximo filme de animação de Chris Williams, diretor de três longas de sucesso do estúdio do Mickey, “Bolt: O Supercão” (2008), “Operação Big Hero” (2014, pelo qual venceu um Oscar) e “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). Uma curiosidade é que, em todos os seus trabalhos na Disney, ele sempre dividiu os créditos com um codiretor. A produção da Netflix, intitulada “Jacob and the Sea Monster”, marcará a primeira vez que Williams assina um filme sozinho. Ele também escreveu o roteiro da aventura, inspirada por mapas dos séculos 16 e 17 que incluíam detalhados desenhos de monstros marinhos nas regiões mais afastadas do oceano. Assim como “Moana”, a animação será uma jornada por mares distantes. Mas com um protagonista masculino – um “charmoso marinheiro”, segundo a sinopse divulgada. Intrépido, ele decide conduzir o seu navio por águas ainda não mapeadas e encontra um improvável aliado ao se deparar com um simpático monstro marinho. A Netflix espera lançar o longa em 2022.
The Ballad of Buster Scruggs: Comédia western dos irmãos Coen ganha segundo trailer e 13 fotos
A Netflix divulgou 13 fotos e o segundo trailer de “The Ballad of Buster Scruggs”, filme dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Ave, César!”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2018. Ainda sem legendas, o vídeo também reforça que o lançamento vai chegar aos cinemas americanos uma semana antes do streaming. Originalmente planejado como uma série, o filme é uma antologia que reúne seis histórias independentes do Velho Oeste, todas conectadas ao personagem título Buster Scruggs, interpretado por Tim Blake Nelson (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”). A volta dos Coen ao western, após o sucesso de “Bravura Indômita” (2010), se dá em tom de sátira com uma comédia mordaz, que lida com os exageros dos mitos do Velho Oeste – inclusive os hollywoodianos, como o “cowboy cantor” – e inclui em seu elenco James Franco (“Artista do Desastre”), Liam Neeson (“Busca Implacável”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). A estreia está marcada para 16 de novembro em streaming.
Atriz de Rock of Ages vai estrelar série baseada nas músicas de Dolly Parton
A série da Netflix baseada nos hits da veterana estrela da música country Dolly Parton começou a definir seu elenco. O projeto será composto por oito episódios, cada um deles inspirado em um hit diferente da cantora, e a atriz Julianne Hough, que dançou e cantou em “Rock of Ages” (2012), dará vida à personagem do título de um dos maiores sucessos da cantora, “Jolene”, de 1973. Intitulada “Dolly Parton’s Heartstrings”, a atração tem produção da WBTV (Warner Bros. Television) e da Dixie Pixie Productions, empresa da cantora, e contará histórias de amor, faroeste e comédias de vingança. Em “Jolene”, Julianne Hough interpretará uma mulher de espírito livre que quer fugir de sua cidade natal, Coventry, na Geórgia, e se tornar uma cantora e compositora, mas acaba virando garçonete do bar de Dolly Parton. A cantora participa da história como Babe, uma mulher de personalidade forte e dona da Baby Blue’s, bar conhecido por seus atendentes seminus e público eclético. Ela cuida de todas as suas garçonetes, mas se sente especialmente próxima de Jolene. O roteiro é de John Sacret Young (criador de “China Beach”, premiada série de guerra dos anos 1980) e o elenco também incluirá Dallas Roberts (“Insatiable”) e Kimberly Williams-Paisley (“Nashville”). Vale lembrar que “Dolly Parton’s Heartstrings” não é o primeiro projeto do gênero realizado com as músicas da cantora. Em 2015 e 2016, a NBC fechou contrato similar para a produção de dois telefilmes natalinos baseados em seus hits. O primeiro, “Coat Of Many Colors”, foi visto por quase 16 milhões de telespectadores ao vivo. Relembre abaixo a música “Jolene”.
Série Titans revela a Patrulha do Destino em vídeos e fotos
A plataforma DC Universe divulgou o trailer, uma cena e as fotos do episódio de “Titans” que vai introduzir a Patrulha do Destino. Pelas imagens divulgadas, eles entram na trama por sua relação com Mutano (Ryan Potter, de “Supah Ninjas”). Como os fãs dos quadrinhos sabem, Garfield Logan fazia parte da Patrulha do Destino antes de entrar nos Titãs. Ele era filho adotivo de Rita Farr e seu marido Steve Dayton, identidade dos heróis conhecidos como Mulher-Elástica e Mento. A Patrulha do Destino é considerada os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Isto porque os personagens tinham origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causavam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que aparecerão em “Titans” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. Eles vão ganhar uma série própria após essa aparição, mas o elenco vai mudar bastante. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) será mantida como Mulher-Elástica. Mulher-Elástica e o Chefe, na verdade, são os únicos que mostram seus rostos no grupo original. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titans”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série “Doom Patrol” (o título original da Patrulha do Destino). O Homem-Robô e o Homem-Negativo, vividos por figurantes em “Titans”, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks na outra série por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha ganhará novos integrantes, como Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Atualmente em produção, a série da Patrulha do Destino ainda não tem previsão de estreia. Já o próximo episódio de “Titans”, que introduzirá os personagens, será exibido nesta sexta (2/11) nos Estados Unidos. “Titans” vai chegar ao Brasil pela Netflix em 2019.
The Witcher completa seu elenco com atriz de Harry Potter no papel de Triss Marigold
Depois de revelar o primeiro vislumbre de Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) como Geralt of Rivia, a Netflix anunciou os últimos nomes do elenco da série “The Witcher”. Juntando-se a Cavill e outros integrantes do elenco previamente anunciados, como Freya Allen (Ciri) e Anya Chalotra (Yennefer), destaca-se a intérprete de uma das personagens favoritas dos fãs da franquia literária e de games. E a atriz escalada para viver Triss Marigold é uma ex-bruxinha de “Harry Potter”, Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes do jovem mago). A escalação marca um novo desvio étnico em relação aos personagens originais e já rendeu protestos no Reddit. A atriz é morena e irá interpretar uma ruiva de olhos verdes. Não há informações se ela usará peruca para o papel. O resto do elenco inclui Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). Entre os anteriormente anunciados, já estavam Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, e Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, integrantes da corte da Princesa Ciri, além de MyAnna Buring (“Ripper Street”) como Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla e Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, que pertencem à academia mágica de Yennefer. É realmente um elenco vultuoso, que corresponde à escala épica da saga iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, que a Netflix pode transformar no seu “Game of Thrones”. “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval, o que a levou a ser adotada por jogadores de RPG e inspirou uma coleção de videogames baseada em suas histórias, a partir de 2007. Cavill vai interpretar o protagonista da saga, Geralt of Rivia, um caçador de monstros em um mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, enquanto a direção dos primeiros episódios estará a cargo de Alik Sakharov (de “House of Cards”, “Black Sails” e “Marco Polo”). A série ainda não está em fase de pré-produção e ainda não possui previsão de estreia.
Netflix altera estratégia e decide exibir filmes de prestígio nos cinemas antes do streaming
A Netflix deu o braço a torcer e lançará três de seus novos filmes originais em um número limitado de cinemas antes de estreá-los na plataforma de streaming. A nova estratégia da empresa visa cumprir qualificação para o Oscar e justificar escalações em festivais que enfrentam pressões do parque exibidor. Mas também é uma forma de atrair ainda mais diretores e astros de prestígio para seus projetos, já que muitos cineastas importantes são contra a ideia de que seus filmes sejam vistos apenas em telas pequenas. Os primeiros lançamentos que terão esta janela cinematográfica são “Roma”, de Alfonso Cuarón, “The Ballad of Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, e “Bird Box”, de Susanne Bier. Os dois primeiros foram exibidos no Festival de Veneza, por sinal vencido por “Roma”. “Há uma grande resposta aos nossos filmes na temporada de festivais, incluindo ‘Outlaw King’, que estará nos cinemas e na Netflix na semana seguinte. O plano é construir um ‘momento’”, explicou Scott Stuber, chefe do grupo de cinema da Netflix, sobre a decisão. “A prioridade da Netflix é sempre seus assinantes e produtores de filmes, e estamos constantemente inovando para os servir”. A verdade é que não é de hoje que a Netflix tenta emplacar seus filmes no cinema. Quem não quer os filmes da Netflix é o circuito exibidor, que exige uma janela mínima de três meses de exclusividade, algo que a plataforma de streaming nem cogita. O investimento da Netflix em filmes de prestígio e sua obsessão em vê-los premiados resultou numa manifestação dura da Associação Nacional dos Donos de Cinema dos Estados Unidos, durante o Festival de Toronto, sobre o esforço da plataforma para levar aos cinemas filmes disponíveis em streaming. “Esse gesto no meio do caminho vai falhar em satisfazer tanto o público quanto os cineastas e assinantes da Netflix. A Netflix tem de entender que não é cinema x streaming – tem de ser cinema e depois streaming, com a sequência correta”, afirmou o comunicado. Mas o paradigma começa a mudar. Se antes a Netflix buscava distribuir no cinema títulos que lançava no mesmo dia em streaming, agora quer dar de uma a três semanas de exclusividade para a exibição em tela grande. Ainda é pouco para o gosto dos exibidores. Na França, por exemplo, a janela é de quase um ano, o que impede essa estratégia de ganhar simpatia do Festival de Cannes, que barrou os lançamentos da Netflix de competir pela Palma de Ouro, justamente por pressão dos donos de cinema. Por outro lado, o aval dos festivais de Veneza, Toronto e até a Mostra de São Paulo aos longas da Netflix também colocam pressão sobre o circuito exibidor para refrear suas exigências. De olho nesse desenvolvimento, também está a Amazon, que produz diversos filmes de prestígio, como o premiado no Oscar “Manchete à Beira-Mar”, mas segue à risca a janela cinematográfica.
Netflix revela visual de Henry Cavill na série The Witcher
A Netflix divulgou um teaser a produção de “The Witcher”, que revela primeira vez o visual de Henry Cavill como Geralt of Rivia, protagonista da famosa saga de fantasia. Iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, a saga “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval, o que a levou a ser adotada por jogadores de RPG e inspirou uma coleção de videogames baseada em suas histórias, a partir de 2007. Na trama, Geralt of Rivia é um caçador de monstros num mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, enquanto a direção dos primeiros episódios estará a cargo de Alik Sakharov (de “House of Cards”, “Black Sails” e “Marco Polo”). Oi Henry Cavill. Temos Geralt de Rívia. #TheWitcher chega em 2019. pic.twitter.com/fCorSbXsrF — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 31 de outubro de 2018
El Diablero: Série de terror mexicano da Netflix ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou um novo pôster e o primeiro trailer legendado de sua série mexicana “Diablero”, uma produção de terror, que acompanha a batalha eterna entre o bem e o mal em meio a demônios e anjos nas ruas da Cidade do México. A prévia é repleta de possessões, criaturas das trevas e efeitos visuais, centrando-se na aliança instável dos protagonistas. A trama começa quando o Padre Ramiro Ventura busca o auxílio do legendário “diablero”, ou caçador de demônios, Elvis Infante, para encontrar sua filha. Com a ajuda de Nancy, uma heroína dos tempos modernos, esse trio improvável vive em uma constante batalha entre os dois mundos e inicia uma série de eventos que podem determinar o destino da humanidade. Ao longo do caminho, eles irão prender e vender demônios, anjos caídos e criaturas de outro mundo em um mercado negro que tem conexão com um circuito de luta clandestino. A trama é baseada no livro “El Diablo me Obligó”, de F. G. Haghenbeck, e tem produção e direção de José Manuel Cravioto (“Sr. Ávila”). O elenco inclui Christopher Von Uckermann (da série “Kdabra”), Horacio Garcia Rojas (“Carga Preciosa”), Giselle Kuri (“Sonho em Outro Idioma”), Dolores Heredia (série “El Chapo”), Humberto Busto (também de “El Chapo”), Flavio Medina (“A Ditadura Perfeita”) e Quetzalli Cortes (série “Tres Milagros”), entre outros. A estreia está marcada para 21 de dezembro e faz parte de um esforço da plataforma para lançar mais produções em espanhol e português e aumentar sua presença no mercado latino-americano.












