Série sobre a história da banda de rap Wu-Tang Clan ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer de “Wu-Tang: An American Saga”, minissérie que conta a história da banda de hip-hop Wu-Tang Clan. A prévia ilustra a juventude dura dos futuros astros do rap ao som de hits clássicos da banda. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), a trama se passa no começo dos anos 1990 em Nova York e revela como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico de Hong Kong em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que viraram ouro e platina e venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter rendido carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. O elenco inclui Ashton Sanders (“Moonlight”), Shameik Moore (“Dope: Um Deslize Perigoso”), os rappers Dave East (“Beats”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”) e outros. Com produção da Imagine Television, a minissérie conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora do cineasta Ron Howard também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. A estreia está marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.
Série de Sandman vai seguir os quadrinhos desde o primeiro volume
O escritor Neil Gaiman revelou nas redes sociais que “Sandman”, série da Netflix baseada nos quadrinhos que ele criou para a Vertigo/DC Comics, vai ser uma adaptação fiel, com a 1ª temporada focada em “Prelúdios e Noturnos”, primeiro volume da saga do Sonho. “A 1ª temporada terá 11 episódios. E será o começo de tudo. ‘Prelúdios e Noturnos’ e um pouco mais”, ele escreveu. Além de ser o autor da história original, Gaiman é produtor da série e vai escrever o primeiro episódio em parceria com os coprodutores David S. Goyer (roteirista de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e Allan Heinberg (roteirista de “Mulher-Maravilha”). O último terá a função de showrunner. Ao anunciar o projeto – milionário, segundo a revista The Hollywood Reporter – , a Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. The first season will be eleven episodes. That's the start of it all. Preludes and Nocturnes and a little bit more. https://t.co/tOlfJ1kS1y — Neil Gaiman (@neilhimself) 2 de julho de 2019
Vídeo de bastidores de The Boys aborda os super-heróis sociopatas da série
A Amazon divulgou um vídeo de bastidores de “The Boys”, série mais violenta já feita sobre super-heróis. A prévia traz comentários dos produtores Seth Rogen e Evan Goldberg (de “Preacher”) e do ator Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), além de cenas da atração, que vai mostrar super-heróis como “sociopatas egomaníacos”. O material polêmico definitivamente não é para o público dos filmes da Marvel. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Será, portanto, a segunda criação de Ennis adaptada por Rogen e Goldberg, que transformaram “Preacher” numa série escatológica do canal pago AMC. Os dois ainda se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. A trama acompanha um grupo de vigilantes truculentos com a missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo conta com pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, além de Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como os super-heróis. Para completar, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. A série terá 8 episódios em sua 1ª temporada e o capítulo inaugural vem assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A estreia está marcada para 26 de julho na plataforma de streaming da Amazon.
Terror japonês O Grito vai virar série da Netflix
A Netflix anunciou o lançamento de uma série de terror baseada em “Ju-On”, longa japonês que inspirou o remake americano “O Grito”. A novidade foi comunicada durante um evento no Japão, que também confirmou o diretor Shô Miyake (“And Your Bird Can Sing”) no projeto. A expectativa é de que a série chegue ao catálogo da plataforma no próximo ano. Em seu site oficial, a Netflix já tem uma página destinada a “Ju-On”, com uma descrição. “A clássica franquia de terror japonesa é baseada em eventos reais que ocorreram há mais de quatro décadas – e a verdade é ainda mais aterrorizante”, diz o texto. A história de “Ju-On”, na verdade, surgiu há quase duas décadas, num telefilme japonês de 2000, escrito e dirigido por Takashi Shimizu. A produção ganhou versão de cinema em 2002, quando os filmes de J-horror com mulheres fantasmas de cabelo na cara ainda eram novidade. E fez tanto sucesso que rendeu inúmeras continuações e até um crossover, “O Chamado vs. O Grito” (Sadako vs. Kayako”, 2016), em que sua mulher fantasma de cabelo na cara enfrentou a mulher fantasma de cabelo na cara de “O Chamado” (Ringu, em japonês). O primeiro remake americano foi lançado em 2004 com direção do próprio Shimizu, que mudou apenas a etnia da protagonista. Ela virou uma enfermeira americana (Sarah Michelle Gellar) que enfrentava uma maldição enquanto trabalhava em Tóquio, no Japão. Fez sucesso suficiente para também ganhar continuações – mas o terceiro filme já saiu direto em vídeo. Agora, além da série da Netflix, há um terceiro remake de “Ju-On” em produção pela Sony Pictures. Com previsão de estreia para janeiro, o longa já divulgou sua primeira foto. Veja aqui.
Nova série de Drácula ganha primeiras fotos
A rede britânica BBC divulgou as duas primeiras fotos de “Drácula”, nova série coproduzida pela Netflix, que traz o ator dinamarquês Claes Bang (de “The Square: A Arte da Discórdia”) caracterizado como o personagem-título. Veja acima e abaixo. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, criadores de “Sherlock”, que vão escrever todos os episódios. Por sinal, a produção de “Drácula” vai seguir o mesmo formato de “Sherlock”, com uma 1ª temporada curta, contendo capítulos de longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. Ainda sem previsão de estreia, “Drácula” vai retornar à TV cinco anos após o cancelamento de uma produção homônima da rede NBC, que trouxe Jonathan Rhys Meyers no papel-título em 13 episódios. A nova série será o primeiro projeto da Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e atualmente desenvolve uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO. Além de viver Drácula, Claes Bang poderá ser visto pelos fãs de séries na 5ª e última temporada de “The Affair”, que estreia em 25 de agosto nos Estados Unidos.
Tradução brasileira de Neon Genesis Evangelion vira polêmica entre fãs da obra original
A tradução dos episódios clássicos do anime “Neon Genesis Evangelion” continua rendendo polêmica. Depois de reclamações de censura contra os elementos LGBTQIA+ da trama nas legendas e na dublagem americanas, o trabalho dos tradutores brasileiros também entrou na lista de problemas apontados na nova adaptação da Netflix. As redes sociais registraram diversos protestos contra o uso de gírias, citando termos como “eu estou muito pistola”, “morre diabo” e “sem tempo irmão”, que adaptam memes populares – e inexistentes na época da produção dos desenhos originais. Curiosamente, um dos primeiros a observar o problema foi um usuário americano do fórum Reddit. Mas os brasileiros também acharam péssimo. “Vai começar uma onda de adaptar legendas de clássicos pra ficar em formato milênio? Tenha dó”, disse um internauta nacional. A inclusão de expressões modernas tem o claro objetivo de atualizar a trama. Entretanto, ignora que se trata de uma obra histórica, um marco reconhecido das animações japonesas feitas para a televisão, lançado originalmente em 1995. O produto é o mesmo de 25 anos atrás e não mudou com o simples relançamento. O que mudou foi sua tradução, que optou por reinventar o texto clássico da equipe de Hideaki Anno, motivando as diversas reclamações contra a adaptação. Como se sabe, gírias e expressões de modismo transitório servem apenas para datar produtos. Traduções que seguem essa tendência para parecer modernas tornam-se, paradoxalmente, antiquadas com maior velocidade, chegando a perder seu sentido quando as frases utilizadas saem de moda. Como exemplo extremo (no sentido de “bem antigo”), tente ler – e entender – algum gibi da Marvel lançado pela editora Bloch nos anos 1970, que seguiu essa “escola” de tradução. As dublagens anteriores da animação foram feitas pelos estúdios Mastersound (para o já extinto canal pago Locomotion) e, posteriormente, Álamo (para exibição na Animax). Já o relançamento foi redublado pela VoxMundi Audiovisual, com direção de dublagem por Fábio Lucindo – por coincidência, responsável por dar voz ao protagonista Shinji Ikari em todas as versões. O estúdio também redublou os filmes “End of Evangelion” (1997) e a continuação “Evangelion: Death (True)²”, ambos disponibilizados no catálogo da Netflix. Veja algumas das reclamações abaixo. Netflix is putting Brazilian memes in the Brazilian subs of Evangelion (????????) from r/anime Que merd* vcs deixaram fazer com a legenda de NG Evangelion? Vai começar uma onda de adaptar legendas de clássicos pra ficar em formato milênio? Tenha dó. #cagounatraducao — Hugo MB (@hugohmb) 3 de julho de 2019 e essas legendas engraçadinhas de Evangelion, Netflix? Agora pouco vi um “sem tempo, irmão “ (confesso que gostei) — na yeon ni (@akiramenay_) 26 de junho de 2019 Tô reassistindo Evangelion e tive que mudar as legendas de português para inglês pq a @NetflixBrasil achou que seria uma ótima idéia encher a legenda de meme… Ah, pelo amor de deus viu… — Aterro sanitário (@Renanrodri) 3 de julho de 2019 – entra no robô shinji– sem tempo irmão Respeito d shinji subiu para 10% — Bruna Ardat (@belzebrub) 1 de julho de 2019 A dublagem não fica muito atrás… com direito até a Asuka gritando "morre diabo"… — Giancarlo Silva ?? (@giancarlozero) 3 de julho de 2019
Stranger Things ganha trailer patriótico e dezenas de imagens inéditas
A Netflix divulgou um novo trailer e mais 26 fotos da 3ª temporada de “Stranger Things”. A prévia tem clima patriótico, relacionado ao Dia da Independência dos Estados Unidos, data em que se passa a trama e que também é a mesma da estreia dos episódios. Já as imagens reúnem os personagens da série, com direito a duas novidades: Cary Elwes (“Jogos Mortais”) como o prefeito de Hawkins e Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”), como Robin, colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. As novas fotos se juntam ao material anteriormente divulgado, que pode ser conferido aqui. A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming na quinta-feira (4/7). [gallery targetsize=”full” captions=”hide” bottomspace=”ten” gutterwidth=”10″ columns=”3″ size=”medium” newtab=”true”
Astros de Capitão América se juntam em trailer legendado de streaming de ação
A Netflix divulgou o trailer legendado de “À Queima-Roupa” (Point Blank), thriller de ação que reúne Anthony Mackie e Frank Grillo. Os dois já se enfrentaram nos filmes do Capitão América. Agora, o intérprete do herói Falcão e do vilão Ossos Cruzados aliam-se contra os mesmos inimigos. A prévia mostra como um enfermeiro (Mackie) da área de emergência de um hospital tem a mulher raptada e se vê forçado a libertar um suspeito ferido (Grillo), acusado de assassinato. Mas as pessoas por trás do sequestro tem outros planos para o suposto criminoso recém-libertado. Eles querem matá-lo, assim como ao próprio enfermeiro. O que faz com que os dois desconhecidos se unam para enfrentar gangues e policiais corruptos. O filme tem roteiro de Adam G. Simon (“Man Down: O Terror da Guerra”) e direção de Joe Lynch (“Um Dia de Caos”). A estreia está marcada para 12 de julho em streaming.
Diretor de Jurassic World: Reino Ameaçado vai comandar série de O Senhor dos Anéis
A Amazon fechou com o cineasta espanhol J.A. Bayona (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) para comandar episódios da sua bilionária série de “O Senhor dos Anéis”. Além de dirigir os dois primeiros capítulos da série, ele também fará parte da produção executiva da atração junto de sua parceira Belén Atienza, que produz suas obras desde “O Orfanato” (2007). Os dois também trabalharam juntos no filme mais recente do diretor, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que teve bilheteria de US$ 1,3 bilhão. “J.R.R. Tolkien criou uma das histórias mais extraordinárias e inspiradoras de todos os tempos”, disse Bayona em comunicado oficial. “Como fã de longa data, é uma honra e alegria me juntar a essa equipe criativa. Mal posso esperar para levar o público de volta à Terra Média”, finalizou. Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostraria aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. A adaptação está a cargo da roteiristas JD Payne e Patrick McKay (de “Star Trek: Sem Fronteiras”), showrunners da atração, que estão trabalhando nas histórias com Gennifer Hutchison (de “Breaking Bad”) e Bryan Cogman (de “Game of Thrones”). Não há previsão de estreia para a série, mas os executivos da Amazon esperam um lançamento em 2021.
Bryan Cranston e Aaron Paul sugerem nova parceria após Breaking Bad
É fato que existe um filme de “Breaking Bad” em produção, mas a maioria dos detalhes estão guardados em segredo. Por isso, os fãs da série premiada estão acompanhando com muita atenção os posts combinados entre os atores Bryan Cranston e Aaron Paul, intérpretes de Walter White e Jesse Pinkman na atração. Depois de ambos compartilharem a imagem idêntica de duas mulas em suas redes sociais, acompanhada pela legenda “em breve”, eles publicaram uma foto em que aparecem juntos, reforçando a proximidade de algum fato ou revelação. “Ainda mais cedo”, escreveram. Não há mais nenhum detalhe e nada sugere que seja ligado à produção do telefilme, que ainda não foi anunciado oficialmente, mas, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, já está sendo escrito pelo criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan. Supostamente, a produção seria estrelada por Aaron Paul e contaria o que aconteceu com seu personagem, Jesse Pinkman, após a última cena da produção televisiva. No capítulo final da série, Pinkman foi salvo do cativeiro por Walter White e escapou num carro em disparada, enquanto seu “aminimigo” sangrava no chão de uma fábrica de drogas, ferido mortalmente pela troca de tiros contra traficantes caipiras, com o som de sirenes da polícia se aproximando do massacre. O filme acompanharia a fuga de Jesse a partir desse ponto. E Bryan Cranston? O ator disse, no início do ano, que não acreditava que Walter tinha morrido na cena final da série. Ao mesmo tempo, disse que isso não significava que estaria envolvido no telefilme – confirmando sua existência. “É uma ótima história e há muitas pessoas que queriam ver algum tipo de finalização em algumas dessas histórias que foram deixadas em aberto [no final da série]”, disse Cranston. “A ideia do filme, pelo que me disseram, diz respeito a isso – pelo menos um par de personagens ficou com o destino em aberto, no que diz respeito à jornada deles.” As fontes da THR também confirmam que a Netflix teria direitos preferencias sobre a produção, exibindo o filme em todo o mundo, paralelamente à transmissão americana pelo canal pago AMC. Mas os teasers de Bryan Cranston e Aaron Paul podem não ter nada a ver com isso. Ver essa foto no Instagram Even sooner Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 2 de Jul, 2019 às 9:59 PDT Ver essa foto no Instagram Even sooner Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@glassofwhiskey) em 2 de Jul, 2019 às 9:59 PDT Ver essa foto no Instagram Soon Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@glassofwhiskey) em 25 de Jun, 2019 às 10:00 PDT Ver essa foto no Instagram Soon Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 25 de Jun, 2019 às 10:00 PDT
David Harbour interpreta seu “pai” em trailer de falso documentário
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Frankenstein’s Monster’s Monster, Frankenstein”, uma comédia com formato de falso documentário, estrelada por David Harbour (“Hellboy”, “Strager Things”). A prévia mostra o ator interpretando a si mesmo e seu “pai” em supostas imagens de arquivo. A premissa parte da descoberta de “gravações perdidas” de uma produção televisiva estrelada pelo pai de Harbour, baseada no livro “Frankenstein”. É a deixa para interpretações canastronas, imagens de baixa qualidade (supostamente “VHS”) e depoimentos que cercam o passado do velho ator em mistério. Ao mesmo tempo, Harbour, que conduz o documentário, é aconselhado a parar de investigar a história de seu pai. Se fosse a fundo, poderia descobrir que, na verdade, tanto seu pai quanto sua mãe eram agentes imobiliários e nunca atuaram na vida. O roteiro é de John Levenstein e a direção de Daniel Gray Longino, ambos do “Kroll Show”, e entre os atores que compõem o elenco, estão Alfred Molina (“O Amor É Estranho”), Kate Berlant (“Ghosted”) e Alex Ozerov (“The Americans”) O lançamento está marcado para 16 de julho.
Ted Bundy: Zac Efron é serial killer “irresistível” e “de família” em trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal” (Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile), que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. A prévia subverte expectativas ao mostrar Ted Bundy como um bom marido e pai de família, que jura inocência, exala charme e é capaz de criar dúvidas mesmo diante dos fatos, enquanto se vangloria de ter ficado mais popular que o parque Disney World. A recriação dos anos 1970 é assinada pelo diretor Joe Berlinger, que ficou conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, responsável por ajudar a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. Mas o mais curioso é que o filme foi adquirido pela Netflix após sua estreia no Festival de Sundance 2019. Ele está disponível desde maio em streaming nos Estados Unidos e em diversos outros países. Entretanto, será um lançamento de cinema no Brasil, com estreia marcada para 25 de julho.
Neil Gaiman comenta a produção da série baseada nos quadrinhos de Sandman
O escritor Neil Gaiman comentou nas redes sociais o anúncio da transformação dos quadrinhos clássicos de “Sandman” em série, com produção da Netflix. “Espero que possamos fazer na TV algo tão pessoal e verdadeiro quanto as melhores histórias de ‘Sandman’. Apenas encenado 30 anos depois dos quadrinhos”, ele escreveu no Twitter. Questionado se os produtores tentariam contar a história completa da obra em apenas um temporada, Gaiman foi categórico: “Não vamos nem tentar fazer isso.” Além de ter criado os quadrinhos, Gaiman é um dos produtores da série e estará envolvido no desenvolvimento do roteiro do primeiro episódio, em parceria com o coprodutor David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e o roteirista Allan Heinberg (“Mulher-Maravilha”), que terá a função de showrunner. Gaiman também participa da produção de duas outras séries baseadas em suas obras, “American Gods” e “Good Omens”, adaptações de livros de fantasia que são disponibilizadas pela Amazon, rival da Netflix. “Sandman” terá 11 episódios em sua temporada inaugural, que não tem previsão de estreia. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela Warner Bros Television (WBTV), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazekeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. I'm hoping we can make something on television that feels as personal and true as the best of the Sandman comics did. Just set thirty years later than Sandman the comic. https://t.co/Wy8y4aDbdE — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019 We won't even try. https://t.co/BmdLVYCxUU — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019












