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  • Série

    A Juíza: História de Patrícia Acioli, executada por policiais, vai virar série

    5 de junho de 2020 /

    A história da juíza Patrícia Acioli, assassinada em 2011, em Niterói (RJ), vai inspirar uma série de streaming, numa co-produção com o mercado americano. Intitulada “A Juíza”, a atração obteve investimento privado para desenvolvimento de três temporadas, informou a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo. Na série, desenvolvida pela roteirista Laura Malin (“Embarque Imediato”) e produzida pela Estúdio Escarlate, a juíza vai se chamar Pilar e condenar policiais criminosos envolvidos em mortes de inocentes, residentes em comunidades. Cada episódio contará um caso diferente, ao estilo das séries procedimentais americanas. Segundo O Globo, são histórias que lembram a recente morte do menino João Pedro, de 14 anos, em operação policial em São Gonçalo (RJ). Patrícia Acioli, conhecida por condenar milicianos e policiais criminosos, era juíza em São Gonçalo. Ela foi executada com 21 tiros em agosto de 2011. Onze policiais foram condenados por esse crime, entre eles o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, que na época do assassinato comandava o 7º Batalhão de Polícia Militar da cidade. Sua morte gerou comoção no país, mas Flávio Bolsonaro preferiu atacá-la nas redes sociais pela “forma absurda e gratuita com que ela humilhava policiais”. Para o então deputado estadual, que empregava milicianos e era vizinho do policial que executou a vereadora Marielle Franco em 2018, isso “contribuiu para [ela] ter muitos inimigos”. Em maio passado, o desgoverno do clã Bolsonaro nomeou o advogado de um dos assassinos, Zoser Plata Bondim Hardman de Araújo, que também defendeu vários milicianos, para o cargo de Assessor Especial do ministro da Saúde. Acioli foi executada por ter descoberto um esquema de pagamento de propina de traficantes para a polícia de São Gonçalo, com o objetivo de manter o funcionamento das bocas-de-fumo na cidade e transformar assassinatos encomendados em autos de resistência – quando o boletim de ocorrência informa que o acusado morreu ao resistir à prisão em suposta troca de tiros. Delações premiadas feitas por um dos próprios policiais presos revelou que os PMs recebiam de R$ 10 mil a R$ 12 mil por semana do tráfico de drogas da região. A pesquisa de Laura Malin analisou alguns dos 10 mil casos de pessoas mortas em confronto com policiais no Rio de Janeiro entre 2001 e 2011, especialmente as mortes registradas como auto de resistência, para escrever a série. A 1ª temporada contará com oito episódios, mas não há informação sobre qual plataforma exibirá a série.

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  • Série

    El Presidente: Amazon estreia minissérie sobre escândalo de corrupção da FIFA

    5 de junho de 2020 /

    A Amazon lançou nesta sexta (5/6) a minissérie “El Presidente”, uma produção original latina do serviço Prime Video, inspirada pelo escândalo de corrupção na FIFA. Disponibilizada com pouca divulgação, a atração teve seu primeiro trailer completo apresentado há apenas um dia e somente no canal de YouTube do Prime Video para a America Latina. Veja abaixo, em espanhol e sem legendas. A série explora o escândalo que abalou o mundo esportivo ao acompanhar Sergio Jadue, ex-presidente de um pequeno clube de futebol chileno, que saiu do anonimato para se tornar peça-chave na denúncia da trama de corrupção, ao ser alçado à presidência da federação de seu país. Pego em flagrante de corrupção pelo FBI, ele denunciou o esquema que somou US$ 150 milhões, envolveu a organização da Copa América de 2015, o presidente da federação Argentina de futebol Julio Grondona, o ex-presidente da CBF José Maria Marin e resultou na prisão de vários outros dirigentes de futebol ligados à CONMEBOL, CONCACAF e FIFA. O elenco destaca Andrés Parra (“Pablo Escobar: O Senhor do Tráfico”) no papel principal, além de Karla Souza (“How to Get Away with Murder”), Paulina Gaitán (“Narcos”) e Luis Margani (“Labia”), que interpreta Julio Grondona e é o narrador da história. Criada pelo roteirista argentino Armando Bó, vencedor do Oscar por “Birdman” (2014), a atração conta com oito episódios dirigidos por Natalia Beristain (“Luis Miguel: La Serie”), Gabriel Díaz (“Bala Loca”) e pelo próprio autor. Todos os capítulos foram disponibilizados pela Amazon nesta sexta.

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  • Série

    Revival de Veronica Mars chega à HBO brasileira

    5 de junho de 2020 /

    A 4ª temporada de “Veronica Mars” chega na HBO Brasil nesta sexta (5/6), às 21h. A exibição vai acontecer quase um ano após o lançamento nos EUA, onde foi exibida pela plataforma Hulu. A série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (“The Good Place”) vivia uma detetive-mirim, ganhou revival de apenas uma temporada, mostrando a personagem adulta, como detetive profissional, sem perder seu mau-humor irônico. Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes deste século. Concebida como uma versão pós-moderna de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars, para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, era interpretada por ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell no papel-título, os novos episódios também contarão com as voltas de Enrico Colantoni (Keith Mars), Jason Dohring (Logan Echolls), Percy Daggs (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas). Todo esse elenco – e outros mais – já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, esteve bem mais envolvida na produção. A trama da temporada temporã acompanha a volta de Veronica à cidadezinha litorânea de Neptune durante o período de férias conhecido como Spring Break nos EUA, quando se envolve numa investigação da agência de detetive de seu pai (Enrico Colantoni). A trama repercute assassinatos de jovens de férias em Neptune, além de refletir a divisão social da cidade, que coloca as famílias da elite, que querem acabar com a farra do spring break, contra a classe trabalhadora, que lucra com o turismo. Além dos atores originais, o revival ainda contou com participações de J.K. Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”) e Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”). O final dividiu opiniões, devido à morte de um dos protagonistas originais. Segundo o criador, Rob Thomas, a decisão visava chamar atenção dos fãs e motivar a encomenda de uma nova temporada, que, entretanto, acabou não se materializando – pelo menos, até o momento. De todo modo, a trama foi concluída. Confira abaixo o trailer original da 4ª temporada.

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  • Etc,  Filme

    Cinema em Casa: Sesc lança serviço de streaming gratuito para filmes de arte

    4 de junho de 2020 /

    Seguindo tendência inaugurada pelo Cine Petra Belas Artes, o Sesc também vai virar streaming. Com o nome de Cinema em Casa com Sesc, o serviço estreia nesta quinta (4/5), trazendo quatro filmes por semana. Com um detalhe: todos gratuitos. A programação vai seguir a tendência da simpática Cinesesc, sala de cinema da Rua Augusta, privilegiando filmes de arte. Na primeira semana, o principal destaque é “Mamma Roma” (1962), clássico de Pier Paolo Pasolini, em que Anna Magnani vive uma prostituta de meia-idade capaz de tudo para dar um futuro digno ao filho adolescente rebelde. Também estão na programação os documentários premiados “O Pacto de Adriana” (2017), da chilena Lissette Orozco, sobre o período da ditadura de Pinochet, e “O Homem da Cabine” (2008), do brasileiro Cristiano Burlan, que registra o cotidiano de projecionistas de cinema, profissão em extinção.​​ Completa a programação o infantil “Historietas Assombradas – O Filme” (2017), animação inspirada no programa de TV homônimo. Na próxima quinta, serão disponibilizados mais quatro filmes diferentes. Os filmes podem ser assistidos diretamente no novo portal digital do Sesc, neste link.

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  • Filme

    Diretor da HBO Max diz que não vai “refazer todos os filmes” após “Snyder Cut” da Liga da Justiça

    3 de junho de 2020 /

    Com a oficialização da produção do “Snyder Cut”, versão de “Liga da Justiça” reeditada pelo diretor Zack Snyder para lançamento na HBO Max, campanhas por novas versões de filmes que foram mutilados, na fase de edição, por seus produtores, tomaram conta das redes sociais. Mas em uma entrevista para o site The Verge, o chefe da HBO Max, Tony Goncalves, afirmou que não há planos para outros projetos similares, pelo menos em sua plataforma. “Isto definitivamente não é um precedente”, explicou Goncalves, jogando areia na campanha do “Ayer Cut”, a versão de “Esquadrão Suicida” do diretor David Ayer. Mesmo assim, ele faz uma ressalva. “Consumidores falam e nós, como uma indústria, precisamos ouvir”, afirmou. E continuou: “Acho que, quando se fala de conteúdo, o consumidor nunca teve tanta escolha, tanta voz. Mas isso não significa que vamos investir dinheiro em todos os fandoms que existem. Mas acho que há uma referência nos fandoms de ‘Friends’ e ‘Liga da Justiça’, que tem o consumidor falando, e temos que ouvir” O executivo reforça, entretanto, que o caso de “Liga da Justiça” é único. “Isso não significa que vamos investir nossos dólares em todos os fãs que existem”, declarou. “Isso não significa que vamos refazer todos os filmes já feitos. Mas acho que definitivamente temos que ouvir. E acho que ouvimos.” Anteriormente, a Warner já tinha refeito, com grande sucesso, o clássico sci-fi “Blade Runner” (1982), que também tinha sido mutilado pelos executivos do estúdio na época de seu lançamento. Uma versão chamada de “do diretor”, mas sem aval de Ridley Scott, foi lançada em VHS em 1992, e uma oficial, assinada por Scott, chegou ao Blu-ray em 2007.

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  • Etc,  Série

    Conteúdo original lidera audiência da HBO Max

    3 de junho de 2020 /

    Uma pesquisa de audiência revelou que as séries originais são o conteúdo mais assistido da nova plataforma HBO Max. O streaming da WarnerMedia foi lançado na quarta passada (2/5) nos EUA, com ênfase no catálogo de filmes e séries clássicas disponíveis para seus assinantes, tanto que “Friends”, “Game of Thrones” e filmes de super-heróis da DC Comics tiveram destaque no material de divulgação. Entretanto, os três conteúdos mais assistidos, segundo apurou a consultoria Parrot Analytics – a pedido da Bloomberg – , foram as poucas séries originais disponibilizadas no lançamento. O título mais procurado na primeira semana foi “Looney Tunes Cartoons”, nova série animada com os personagens da Turma do Pernalonga. Outro título infantil inédito ocupou a segunda posição: o “The Not-Too-Late Show with Elmo”, talk show apresentado por Elmo, personagem da “Vila Sésamo”. A comédia romântica “Love Life”, com Anna Kendrick, completou o pódio. Trata-se da primeira e até agora única série live-action original da plataforma. A pesquisa da Parrot Analyctics constatou que “Looney Tunes Cartoons” foi um verdadeiro sucesso, superando a suposta audiência dos maiores hits da Apple TV+ (“See”, com Jason Momoa) e do Quibi (“Chrissy’s Court”) na época dos seus lançamentos. Com o tempo, a Apple TV+ encontrou hits maiores de audiência, como “Dickinson” e “Em Defesa de Jacob”. O detalhe é que o sucesso inicial de Pernalonga, Patolino e Frajola passou longe da demanda gigante por “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, na época do lançamento da Disney+ (Disney Plus), no ano passado. Conteúdo original sempre foi a fórmula da Netflix para se diferenciar no mercado, inclusive na época em que era a única plataforma de streaming disponível. A HBO até encomendou muitas atrações, mas a pandemia de coronavírus suspendeu as gravações e atrapalhou os planos dos executivos da WarnerMedia. Diversos programas originais foram anunciadas nos últimos meses, incluindo novas séries de super-heróis, como “Lanterna Verde” (Green Lantern) e “Liga da Justiça Sombria” (Justice League Dark), um derivado de “O Iluminado”, uma produção sci-fi de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), “Dune: The Sisterhood”, que é derivada do universo sci-fi de “Duna”, uma série animada dos “Gremlins”, um revival de “Gossip Girl” e até um especial de reencontro do elenco de “Friends”, entre vários títulos mais, que não puderam começar a ser produzidos. Muitos outros ainda estão sendo anunciados, como a versão da “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder, oficializada há poucos dias. Ainda não há previsão para o lançamento do serviço no Brasil.

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  • Série

    Estado Zero: Veja trailer e fotos da série australiana criada e estrelada por Cate Blanchett

    2 de junho de 2020 /

    A Netflix começou a divulgação da série australiana “Estado Zero” (Stateless), criada, produzida e estrelada pela atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A promoção inclui a tradução nacional e as primeiras imagens liberadas pela plataforma. Originalmente exibida em março pela emissora australiana ABC, a série foi adquirida pela Netflix para exibição mundial em streaming, com estreia prevista para o dia 8 de julho. A trama quatro pessoas que se veem envolvidas ao terem suas vidas afetadas pelo serviço de imigração. Os personagens centrais são uma aeromoça em fuga de uma seita, um refugiado afegão buscando uma nova vida com sua família, um jovem pai de três filhos que lutam para sobreviver e um burocrata preso entre ambições profissionais e um escândalo nacional. Cada um deles enfrentam questões de proteção e controle de fronteiras de uma maneira diferente, e todos acabam se cruzando em um centro de detenção de imigrantes no meio do deserto. Além de Blanchett, o elenco conta com Yvonne Strahovski (“The Handmaid’s Tale”), Dominic West (“The Affair”), Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”), Asher Keddie (“Em Prantos”), Fayssal Bazzi (“6 Dias”) e Marta Dusseldorp (“A Place to Call Home”). Blanchett criou a série em parceria com os roteiristas Tony Ayres (criador da atração sci-fi “Glitch”, também disponível na Netflix) e Elise McCredie (criadora de “Jack Irish”), e a direção dos episódios é dividida por Emma Freeman (“Glitch”) e a cineasta Jocelyn Moorhouse (“A Vingança Está na Moda”). Além das imagens da Netflix, veja abaixo também o trailer australiano da atração, que já terminou de ser exibida pela rede ABC, arrancando elogios rasgados da imprensa do país – 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Série

    Hellbound: Diretor de Invasão Zumbi fará série de terror para a Netflix

    1 de junho de 2020 /

    O diretor Yeon Sang-ho, responsável pelo fenômeno “Invasão Zumbi”, vai produzir uma série de terror para a Netflix. Intitulado “Hellbound”, o projeto é uma adaptação do webtoon (quadrinhos digitais) sul-coreano “Hell”. Além de produzir, Yeon também dirigirá a série e trabalhará no roteiro com o ilustrador Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015. A trama se passa em meio ao caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar as pessoas ao inferno. Diante disso, um novo grupo religioso passa a pregar que esses seres são enviados por Deus. Devido à suspensão das atividades da indústria do entretenimento em todo o mundo, a série ainda não tem previsão de estreia. Mas, assim que os cinemas voltarem, o público poderá ver o novo filme de Yeon, “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do blockbuster de 2016. Veja o trailer legendado aqui.

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  • Filme

    A Vastidão da Noite: Amazon estreia sci-fi premiada que encantou a crítica americana

    1 de junho de 2020 /

    A Amazon acaba de lançar em seu serviço de streaming a sci-fi “A Vastidão da Noite” (The Vast Of Night), produção independente que chega precedida por críticas muito positivas e premiação em alguns festivais americanos. Altamente atmosférico e estilizado, basta ver o trailer disponibilizado abaixo para começar a entender como o diretor Andrew Patterson conseguiu criar um longa de época sobre invasores espaciais com pouco orçamento e ser aplaudido com entusiasmo por 92% do Rotten Tomatoes. A trama se passa no Novo México em meados da década de 1950, durante uma noite fatídica em que uma jovem telefonista e um jovem radialista descobrem uma estranha frequência de áudio que vem do espaço. Obcecados em encontrar a fonte do som, eles embarcam numa jornada que pode mudar sua pequena cidade e o futuro para sempre. Os papéis principais são desempenhados por Sierra McCormick (ex-estrelinha da Disney do “Programa de Talentos”) e Jake Horowitz (visto na série “Manifest”). Mas o destaque é mesmo para o cineasta Andrew Patterson, que passou a receber propostas para dirigir grandes produções após o filme, considerado “uma estreia impressionante” pelo jornal Los Angeles Times. A plataforma de streaming da Amazon adquiriu o filme logo após ele ser exibido no Festival de Sundance do ano passado. Os planos originais previam lançamento no cinema, mas a covid-19 mudou tudo e “A Vastidão da Noite” virou atração de drive-ins, antes de chegar ao streaming neste fim de semana. Fica a dica. E o trailer.

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  • Filme

    Novo filme de Xavier Dolan será lançado com exclusividade pelo Mubi

    1 de junho de 2020 /

    O serviço de streaming Mubi adquiriu direitos multiterritoriais do drama “Matthias & Maxime” (2019), mais recente filme de Xavier Dolan, exibido no Festival de Cannes do ano passado. O negócio inclui exibições para o público brasileiro. Inédito nos cinemas ou em streaming fora do Canadá, o filme escrito, produzido, dirigido e co-estrelado por Dolan conta a história de dois melhores amigos de infância, Matthias (Gabriel D’Almeida Freitas) e Maxime (interpretado pelo próprio Dolan). Os dois homens são convidados a compartilhar um beijo para um curta-metragem de estudante e logo surge uma dúvida persistente, confrontando os dois com suas preferências, ameaçando a irmandade de seu círculo social e, eventualmente, mudando suas vidas. “Eu assinei o Mubi há mais de uma década, quando me mudei para o meu primeiro apartamento. Eu descobri um trabalho incrível nessa plataforma e é uma honra tê-los mostrando o filme. Acho que meu eu de 18 anos ficaria bastante impressionado”, disse Dolan, em comunicado. Efe Cakarel, fundador e CEO do Mubi, acrescentou: “Xavier Dolan é um dos melhores cineastas do cinema contemporâneo. Somos grandes fãs do seu trabalho e ‘Matthias & Maxime’ é um filme lindamente escrito que exala seu estilo de assinatura. Mal podemos esperar para mostrá-lo no Mubi neste verão [norte-americano].” A trilha sonora original do filme foi composta pelo compositor e pianista canadense Jean-Michel Blais, que foi premiado em Cannes por seu trabalho em maio de 2019. Embora não tenha vencido prêmios com “Matthias & Maxime”, Xavier Dolan é o cineasta mais premiado de sua geração. Com apenas 31 anos, o jovem canadense já tem oito troféus só do Festival de Cannes, entre eles o Prêmio do Júri por “Mommy” (2014) e o Grande Prêmio do Júri para “É Apenas o Fim do Mundo” (2016).

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  • Série

    Fan Bingbing retoma carreira dois anos após “desaparecimento” forçado

    1 de junho de 2020 /

    A estrela chinesa Fan Bingbing está pronta para voltar às telas, depois de um exílio de dois anos relacionado ao escândalo de evasão fiscal que a afastou dos holofotes. Para quem não lembra, a atriz mais famosa da China, intérprete da mutante Blink em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” ficou “desaparecida” por quase quatro meses em 2018. Quando o clamor mundial sobre seu paredeiro ganhou manchetes nos EUA, ela ressurgiu nas redes sociais para fazer um pedido de desculpas ao governo de seu país e elogiar o Partido Comunista, assumindo-se culpada por corrupção. Nas vésperas de seu desaparecimento, um apresentador de TV a acusou de dever cerca de US$ 129 milhões em impostos e multas, por fraudes contratuais. Ela passou quatro meses detida e em local desconhecido, sendo liberada apenas após a retratação pública – e não se sabe o que mais – , durante uma operação contra celebridades sonegadoras de impostos. O jornal chinês South China Morning Post, que revelou que atriz tinha ficado sob “vigilância residencial em um local designado” durante o período, agora relata que ela vai estrelar a série de época “Win the World”, orçada em US$ 70 milhões, que será lançada na Youku, plataforma de streaming do grupo Alibaba, espécie de “Amazon chinesa”, em uma data não especificada. Na série, ela contracena com Gao Yunxiang (“Guerra às Drogas”), que também viveu seu próprio escândalo há dois anos quando foi preso na Austrália e acusado de agressão sexual – ele foi absolvido de todas as acusações em março deste ano, depois de passar 22 meses sob custódia. O projeto estava originalmente programado para estrear em 2018, mas os escândalos envolvendo seus dois protagonistas interromperam a produção. Não está claro se a a Youku vai exibir apenas as gravações que chegaram a ser realizadas na época ou se os trabalhos foram retomados, mas a série será reduzida dos 76 episódios originalmente planejados para cerca de 60. Na série, Fan interpreta uma viúva e uma empresária de destaque que ajuda Qin Shi Huang (Gao), fundador da dinastia Qin e o primeiro imperador de uma China unificada, a financiar a construção da Grande Muralha. Fan Bingbing também retomou suas atividades internacionais. Ela está no elenco do thriller de espionagem “355”, segundo longa dirigido pelo roteirista Simon Kingberg (o primeiro foi “X-Men: Fênix Negra”), que a junta com Jessica Chastain, Sebastian Stan, Diane Kruger, Penélope Cruz, Lupita Nyong’o e Edgar Ramírez, com estreia marcada para janeiro de 2021.

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  • Série

    2020 – Japão Submerso: Adaptação animada de sci-fi clássica ganha trailer legendado

    31 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “2020 – Japão Submerso” (Japan Sinks: 2020), série animada que adapta o best-seller homônimo escrito por Sakyo Komatsu em 1973. A trama cataclísmica descreve um futuro (2020!) em que todo o Japão começa a afundar no mar, acompanhando uma família que tenta sobreviver em meio ao caos e a destruição causados por terremotos. A obra é considerada um clássico da sci-fi japonesa e já foi adaptada anteriormente para o cinema, no filme “A Submersão do Japão” (1973), e também ganhou uma série live-action em 2006. Esta é a primeira vez que “2020 – Japão Submerso” obra é transformado em animação. O anime tem produção estúdio Science SARU, responsável por “Devilman Crybaby”, e o diretor é Masaaki Yuasa, justamente do aclamado “Devilman Crybaby”. A estreia em streaming está marcada para 9 de julho.

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  • Série

    Cush Cumbo anuncia saída da série The Good Fight

    30 de maio de 2020 /

    A atriz Cush Jumbo não voltará a “The Good Fight” quando a série da plataforma CBS All Access voltar em sua 5ª temporada. Ela anunciou sua despedida da atração na sexta (29/5), por meio de um comunicado. “Nos últimos cinco anos, vive um período incrível trabalhando com Robert, Michelle e as equipes de ‘The Good Wife’ e ‘The Good Fight'”, disse Jumbo. “Sentirei muita falta de todos eles, mas estou muito animada para explorar novas paisagens. Devido à pandemia que nos obrigou a encerrar mais cedo, não fomos capazes de encerrar a história de Lucca por completo e, portanto, espero que as agendas permitam que eu possa voltar na próxima temporada para fazer isso.” Jumbo interpretava Lucca Quinn desde o início da série, mas a personagem era ainda anterior, vindo de “The Good Wife”, atração da qual “The Good Fight” é derivada. Ela é a terceira integrante do elenco central a deixar o programa, seguindo Rose Leslie, que saiu ao final da 3ª temporada, e Delroy Lindo, que também encerraria sua participação no final do quarto ano. “Adoramos cada momento de trabalho com Cush nos últimos cinco anos e todos no universo ‘The Good Fight’ sentirão terrivelmente a sua falta”, disseram os criadores da série, Robert e Michelle King. Eles também reforçaram que, “diante do final prematuro da 4ª temporada”, têm “esperança que Cush possa retornar quando retomarmos as filmagens da 5ª temporada, com o objetivo de dar a Lucca uma despedida adequada.” “The Good Fight” foi renovada para sua 5ª temporada no início deste mês, depois da 4ª temporada ser interrompida pela pandemia de coronavírus, o que tinha deixado a trama sem fim. A série é estrelada por Christine Baranski, Sarah Steele, Nyambi Nyambi, Michael Boatman, Zach Grenier, John Larroquette e Audra McDonald. Além deles, Hugh Dancy também se juntou à 4ª temporada em um papel recorrente.

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