Trailer de “Patrulha do Destino” introduz ameaça da 4ª temporada
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer legendado da 4ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol). A prévia destaca uma nova aparição do místico Willoughby Kipling (Mark Sheppard), que avisa aos heróis sobre a ameaça de um vilão chamado Immortus. Nos quadrinhos da DC Comics, o General Immortus vive há séculos estudando as guerras e sua longevidade tem relação com a aparência rejuvenescida da Patrulha do Destino. Por sinal, sua introdução deve servir para explicar porque alguns dos heróis continuam iguais a como eram há mais de meio século. A trama da 4ª temporada vai encontrar a equipe numa nova viagem no tempo e diante de sua iminente dizimação, quando precisará decidir de uma vez por todas o que é mais importante: sua própria felicidade ou o destino do mundo. Desenvolvida por Jeremy Carver (“The Exorcist”), a série é estrelada por April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o Ciborgue, além de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Introduzida no terceiro ano como a supervilã Madame Rouge, Michelle Gomez (“Doctor Who”) também segue no elenco, agora como a versão regenerada de sua personagem. Os novos episódios vão estrear em 8 de dezembro nos EUA.
José Padilha faz acordo e encerra processo por lucros de “Narcos”
O diretor brasileiro José Padilha entrou em acordo e encerrou o processo que movia contra o produtor Eric Newman, sob a alegação de ter sido passado para trás na divisão dos lucros da série “Narcos”, da Netflix. Segundo informações do The Hollywood Reporter, o caso foi resolvido fora dos tribunais e não irá mais à julgamento em dezembro, como estava sendo previsto. No entanto, os detalhes do acordo são confidenciais e não deverão vir à publico. No processo aberto em agosto na Corte Superior de Los Angeles, Padilha alegava que o produtor estava ocultando milhões de dólares gerados pela série que ele desenvolveu para a Netflix. O acordo de Padilha lhe daria direito a metade de toda a receita gerada pela atração, incluindo bônus oferecidos pela empresa Gaumont Television. “Apesar de ter voluntariamente aceitado a confiança depositada nele pelos Autores, e em violação desta relação de confiança, Newman (tanto individualmente quanto em nome da sua produtora Spahn Ranch) fez com que os lucros de ‘Narcos’ fossem pagos única e diretamente aos Réus, sem fazer com que os Autores soubessem que essas receitas de ‘Narcos’ foram recebidas pelos réus”, afirma a queixa apresentada no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles. Em outras palavras, o produtor recebeu sozinho toda a renda de “Narcos” e não avisou para Padilha que havia recebido dinheiro a mais (sendo que metade desse dinheiro seria do brasileiro), apesar do contrato entre eles prever que “cada parte recebesse uma quantidade igual de Receitas Brutas em todos os momentos”. Padilha não foi a única pessoa que entrou com processo pelos lucros de “Narcos”. A executiva Katie O’Connell Marsh processou a Gaumont em 2018 por quebra de contrato, afirmando que também não recebeu a sua parte das receitas brutas geradas por “Narcos”, e ainda das séries “Hannibal”, “Hemlock Grove” e “F Is for Family”. “Narcos” foi exibida por três temporadas no streaming da Netflix, centrada no traficante colombiano Pablo Escobar, interpretado pelo ator Wagner Moura. Após este período, a série ganhou um derivado, “Narcos: México”, que durou mais três temporadas.
“The Walking Dead” quase teve um final bem diferente
A série “The Walking Dead” exibiu seu último episódio no domingo (20/11) com um desfecho que, além de encerrar a série, serviu de base para o início de diversas atrações derivadas, atualmente em desenvolvimento. Entretanto, a despedida da atração deveria ser bem diferente. O desfecho com (spoilers!) as aparições surpresas de Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) não era a primeira opção dos realizadores, que acreditavam que os dois não estariam disponíveis para as gravações. Um final totalmente diverso chegou a ser gravado e, segundo o site Insider, mostrava uma grande passagem de tempo. Após a cena de Daryl pegando a estrada, a câmera avançaria para mostrar que aquela estrada conduzia à Atlanta. Em seguida, a câmera mostraria um van rodando pela Freedom Parkway, a mesma estrada que Rick atravessou à cavalo na 1ª temporada da série. Dentro da van, o público veria versões crescidas das crianças da série, como Judith, RJ, Hershel, Coco e Gracie, entre outras, numa missão para resgatar novos sobreviventes e levá-los para a segurança de suas comunidades. Desta forma, a série mostraria que as comunidades prosperaram e eles continuariam o legado de seus pais. Em certo momento, RJ enviaria uma mensagem pelo rádio, dizendo: “Se você consegue me ouvir, responda. Aqui quem fala é Rick Grimes”. RJ, claro, é a abreviatura de Rick Grimes Jr. A frase é uma referência direta a uma fala do pai do rapaz na 1ª temporada, após Rick sair do hospital em que despertava no mundo dos zumbis, e usar um rádio para tentar contato com a civilização. O episódio terminaria com alguém respondendo ao chamado de RJ com um “Alô?”. Esse final seria mais parecido ao adotado pelo escritor Robert Kirkman para encerrar a franquia nos quadrinhos. Porém, uma vez que os realizadores conseguiram agendar as gravações com Lincoln e Gurira (meses após as gravações principais já terem sido encerradas), essa versão do desfecho acabou descartada. O final oficial de “The Walking Dead” está disponível no Brasil entre os destaques atuais da plataforma Star+.
Diretor de “Encantada” ficou “chocado” ao ser excluído da continuação
O cineasta Kevin Lima, responsável pelo filme “Encantada” (2007), disse que ficou “chocado” por não ter sido convidado para comandar a continuação, “Desencantada”, que estreou recentemente no serviço de streaming Disney+. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, Lima tentou entender exatamente o que aconteceu. “Uma tempestade perfeita de mudança de executivos e a política de Hollywood fizeram com que eu não fosse convidado para a festa, infelizmente”, disse ele. “Foi uma virada muito, muito triste. Eu não vi o filme. Eu não li o roteiro. Então, vou experimentar os personagens que ajudei a criar, crescer e viver como o público faz.” Kevin Lima tinha uma longa relação com a Disney. Ele trabalhou no departamento de animação do estúdio, escreveu o roteiro da animação “Aladdin” (1992), e dirigiu os filmes “Pateta” (1995), “Tarzan” (1999) e “102 Dálmatas” (2000). Ele assumiu o comando de “Encantada” após o projeto ter passado por diversos diretores, como Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”), Jon Turteltaub (“Megatubarão”) e Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”). Sua proposta para o filme, que o diferenciou dos diretores considerados, era que ele queria fazer uma homenagem à Disney, e não uma versão cínica dos contos de fadas – que era o caminho que o projeto estava seguinte até então. Uma das suas principais escolhas ao ser contratado para comandar o filme foi a de dar o papel principal à então desconhecida Amy Adams (“A Chegada”). Na ocasião, o estúdio queria um nome mais forte para interpretar a personagem Giselle, mas Lima insistiu que Adams era a escolha certa. “Amy é a força vital de ‘Encantada’ e, sem essa atuação, o filme não seria metade do que é”, disse o diretor. “O departamento de marketing não acreditava que valia a pena fazer o filme”, disse Lima, relembrando outros problemas que enfrentou na época. “Eles não achavam que os meninos iriam ver este filme, e o departamento de marketing fez o possível para acabar com o filme algumas vezes enquanto estávamos na pré-produção. Mas eu tive muita sorte que [os executivos da Disney] Nina Jacobson e Dick Cook acreditaram no filme e continuaram nos empurrando para frente.” Apesar de todas as dificuldades, “Encantada” saiu como Lima queria e se tornou um sucesso enorme de público (rendeu mais de US$ 340 milhões nas bilheterias em 2007) e de crítica (93% de aprovação no Rotten Tomatoes). Porém, quando chegou a hora de fazer uma continuação, o estúdio recorreu a Adam Shankman, um dos diretores descartados do primeiro filme. E o resultado foi um filme mediano, com apenas 40% de aprovação no Rotten Tomatoes e sem a magia do original. Independentemente disso, Lima continua orgulhoso de que “Encantada” tenha se juntado à lista de filmes de princesas da Disney que os fãs mais adoram. “Como prestamos homenagem a esses filmes de uma forma amorosa, ‘Encantada’ se tornou atemporal.” Assista abaixo ao trailer de “Encantada”, o filme original.
The Walking Dead: Série derivada de Daryl ganha primeiras fotos
O canal pago americano AMC divulgou as primeiras três fotos do spin-off de “The Walking Dead” focado no personagem de Daryl Dixon (Norman Reedus). Inicialmente, a série seria estrelada por Daryl e Carol, mas a atriz Melissa McBride acabou desistindo, deixando o parceiro sozinho na nova atração. A série vai se passar alguns meses após o final de “The Walking Dead”, que foi ao ar no domingo (20/11), com exibição pela plataforma Star+ no Brasil. A trama vai encontrar Daryl descobrindo que foi parar na França, após ser surpreendido e ficar desacordado numa emboscada, durante uma missão de reconhecimento. Ao chegar lá, ele deve encontrar não só um mundo novo, como pistas sobre o começo da pandemia, mutações e pesquisas de uma cura para a infecção que transforma os mortos em zumbis. Esses temas foram introduzidos na cena pós-créditos de “The Walking Dead: Um Novo Universo”, que revelou um laboratório francês coberto de pichações de que “os mortos nasceram aqui”. Na cena, um único cientista retorna ao local, mas é morto por um homem não identificado que revela que os cientistas franceses estão todos mortos ou presos. O atirador também os culpa por “tornar [o vírus] pior” em uma referência velada às variantes de zumbis. Além da série de Deryl, serão lançadas outras duas produções derivadas de “The Walking Dead”, centradas nos “casais” Rick e Michonne, e Negan e Maggie. Ainda não há previsão para a estreia dessas séries, que devem chegar ao Brasil por uma nova plataforma de streaming: AMC+, anunciada nesta terça (22/11).
“The Crown” supera estreia de “1899” pra se manter no trono da Netflix
A 5ª temporada da série “The Crown” manteve o 1º lugar no Top 10 Semanal da Netflix pela segunda semana consecutiva. Ao todo, a atração acumulou mais 84 milhões de horas assistidas no período entre 14 e 20 de novembro – o que representa uma queda das 107 milhões de horas da semana anterior. Ainda assim, os números comprovam que as polêmicas envolvendo a atração antes do seu lançamento alimentaram o interesse do público. A nova temporada se passa na década de 1990, época em que a família real britânica estava em crise devido ao fim do casamento do Príncipe Charles e da Princesa Diana. A 2ª posição ficou com a estreia de “1899”, nova série dos criadores de “Dark”, que foi vista por um total de 79 milhões de horas. Apesar de não liderar, é uma estreia forte para apenas quatro dias de exibição – a estreia aconteceu na quinta (17/11). “The Crown” teve três dias a mais para superar a produção europeia em apenas 5 milhões de horas. Outro detalhe curioso é que inglês não é a língua predominante em “1899”, que apresenta diversos idiomas, como alemão, francês, espanhol, dinamarquês, japonês, chinês e até português. Se tivesse sido considerada como uma série não falada em inglês, “1899” teria uma das maiores aberturas desse ranking no ano. O pódio se completa com a 4ª temporada de “Manifest”, mas sua audiência foi muito mais baixa, rendendo “apenas” 35 milhões de horas. Completando o Top 5 estão a estreia da 3ª e última temporada de “Disque Amiga para Matar”, com 30 milhões de horas assistidas, e a 2ª temporada de “Warrion Nun”, que foi vista por um total de 27 milhões de horas. Entre as séries internacionais, ou seja, não faladas em inglês, o 1º lugar ficou mais uma vez com a atração colombiana “Til Money Do Us Part”, que acumulou 39,9 milhões de horas assistidas, seguida de perto pela 6ª temporada de “Elite”, com 36,8 milhões de horas. Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês da Netflix. 1. “The Crown 5” 2. “1899” 3. “Manifest 4” 4. “Disque Amiga para Matar 4” 5. “Warrior Nun 2” 6. “Manifest 1” 7. “Revelações Pré-históricas” 8. “Warrior Nun 1” 9. “Recomeço” 10. “Casamento às Cegas 3”
Comédia com Camila Queiroz e Klebber Toledo ganha trailer
A HBO Max divulgou o trailer de “Procura-se”, uma nova comédia brasileira estrelada pelo casal da vida real Camila Queiroz (“Verdades Secretas”) e Klebber Toledo (“Ilha de Ferro”). O filme é adaptação de um best-seller da autora Carina Rissi, tem direção de Marcelo Antunez (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e é uma produção da Framboesa Filmes. A trama gira em torno de Alicia (Camila Queiroz), uma jovem bem-nascida que adora baladas e recebe uma herança de um parente milionário, mas com uma condição: apenas após o casamento. Recusando-se a ceder, ela decide trabalhar como assistente na empresa do falecido, logo descobrindo que o salário não cobre nem os gastos com a gasolina do seu Porshe. Além disso, seus colegas de trabalho são hostis. Cansada das pequenas dificuldades que encontra a cada dia, Alicia decide burlar o testamento com um plano maluco, aceitando a proposta de um colega de trabalho para virar seu namorado/marido de aluguel. A autora Carina Rissi coleciona romances de sucesso, com a série “Perdida”, que conquistou o coração de diversos leitores de todas as idades. “Procura-se um Marido” agradou tanto o público que ganhou um spin-off chamado “A Mentira Perfeita”. O filme faz parte de um acordo maior com a escritora, que já tem outros projetos em desenvolvimento na plataforma. Além de ter suas obras adaptadas para formatos audiovisuais, Carina Rissi ainda apresentará roteiros inéditos para a HBO Max nos próximos anos.
2ª temporada de “Vikings: Valhalla” ganha fotos e data de estreia
A Netflix divulgou as primeiras imagens e a data de estreia da 2ª temporada de “Vikings: Valhalla”. Os novos episódios chegarão ao streaming em 12 de janeiro, com direito a novos personagens. A série é uma espécie de continuação de “Vikings”. Desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, passa-se um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos: os irmãos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”), um príncipe viking cristão que se apaixona por Freydis. A 2ª temporada encontra esses heróis logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encontrando-se repentinamente como fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. Entre os novos personagens, os destaques são Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”). Todos estão retratados nas fotos abaixo. The only certainties in life are love, death and axes. Vikings: Valhalla Season 2 returns January 12, 2023 only on @netflix. pic.twitter.com/vmb2xA2TAH — Vikings Valhalla (@NetflixValhalla) November 21, 2022
“Pantera Negra 2” lidera bilheterias do Brasil pela segunda semana
“Pantera Negra: Wakanda para Sempre” manteve a liderança das bilheterias dos cinemas brasileiros pela segunda semana. O filme foi visto por 717 mil pessoas e arrecadou R$ 15,5 milhões entre quinta-feira e domingo (20/11), segundo dados da Comscore. Em 2º lugar, “Adão Negro” levou 112 mil pessoas aos cinemas para faturar R$ 2,23 milhões. Com bilheteria bem menor, a produção religiosa brasileira “Nada é por Acaso” completou o pódio. Estrelado por Giovanna Lancellotti (“Temporada de Verão”) e Rafael Cardoso (“Salve-se Quem Puder”), o filme vendeu 55 mil ingressos para gerar R$ 921 mil. Ao todo, os cinemas arrecadaram R$ 20,27 milhões com 965 mil espectadores pagantes no fim de semana. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do Brasil. 1 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE | 2 | ADÃO NEGRO | 3 | NADA É POR ACASO | 4 | LILO, LILO CROCODILO | 5 | A LUZ DO DEMÔNIO |
Personagens mortos de “The Walking Dead” voltam como zumbis em comerciais
A produtora e agência de publicidade Maximum Effort, fundada pelo ator Ryan Reynolds (“Deadpool”), divulgou uma série de comerciais divertidos que resgatam antigos personagens mortos de “The Walking Dead”. Exibidos nos intervalos do último episódio da atração, que foi ao ar no domingo (20/11), os anúncios destacam as voltas de Milton Mamet (interpretado por Dallas Roberts), Andrea Harrison (Laurie Holden), Rodney (Joe Ando-Hirsh) e Gareth (Andrew West), que após a morte se tornaram zumbis, mas continuam ativos. Eles aparecem fazendo propaganda das marcas Autodesk, Deloitte, DoorDash, MNTN e Ring. “’The Walking Dead’ gerou mais conversa cultural na última década do que qualquer outra propriedade e queríamos honrar isso trazendo alguns personagens de volta dos mortos em alguns anúncios contextuais divertidos”, disse Reynolds, em comunicado. Ele ainda acrescentou que os comerciais “podem fazer parte da conversa cultural, como costumavam fazer com tanta frequência. Eles só precisam de um pouco mais de amor, atenção e travessuras”. Os comerciais foram desenvolvidos em parceria com a produtora Content Room, da rede americana AMC. Criada em 2020, a Content Room já produziu uma série comerciais vinculados às marcas da AMC, que exibe “The Walking Dead” nos EUA. Entre essas produções, destaca-se “Cooper’s Bar”, uma série de curtas-metragens co-criados e estrelados por Rhea Seehorn (de “Better Call Saul”) que foram indicados ao Emmy. O final de “The Walking Dead” também foi disponibilizado no domingo no Brasil pela plataforma Star+, mas sem os comerciais americanos.
Choque! CEO da Disney é demitido e Bob Iger volta à chefia
A indústria do entretenimento dos EUA está em estado de choque após a Disney anunciar, numa reviravolta impressionante, que Bob Chapek deixará o cargo de CEO da empresa e Bob Iger, o ex-CEO responsável por transformar a companhia numa superpotência, voltará para a posição de chefia. O conselho de diretores da Disney anunciou a decisão na noite de domingo (20/11). “Agradecemos a Bob Chapek por seus serviços prestados à Disney ao longo de sua longa carreira, incluindo a condução da empresa nos desafios sem precedentes da pandemia”, disse Susan Arnold, presidente do conselho, em um comunicado. “O Conselho concluiu que, à medida que a Disney embarca em um período cada vez mais complexo de transformação da indústria, Bob Iger está em uma posição única para liderar a empresa nesse período crucial”. O próprio Iger se manifestou no comunicado. “Estou extremamente otimista com o futuro desta grande empresa e emocionado com o pedido do Conselho para retornar como seu CEO”, disse. “A Disney e suas incomparáveis marcas e franquias ocupam um lugar especial no coração de tantas pessoas ao redor do mundo, principalmente no coração de nossos funcionários, cuja dedicação a esta empresa e sua missão é uma inspiração. Estou profundamente honrado por ser convidado a liderar novamente esta equipe notável, com uma missão clara focada na excelência criativa para inspirar gerações por meio de narrativas ousadas e inigualáveis”, completou. Iger também enviou um e-mail aos funcionários da Disney, em que assumiu estar voltando “com um incrível senso de gratidão e humildade – e, devo admitir, um pouco de espanto”. Embora ele retorne ao comando do conglomerado, o conselho deixou claro que seu novo mandato será curto (de dois anos) e com a missão de escolher um sucessor. Segundo o comunicado, o executivo “concordou em atuar como CEO da Disney por dois anos, com mandato do Conselho para definir a direção estratégica para um crescimento renovado e trabalhar em estreita colaboração com o Conselho no desenvolvimento de um sucessor para liderar a empresa ao final de seu mandato”, disse a diretoria. Ele deixou o cargo de CEO em fevereiro de 2020, passando as rédeas para Chapek, que anteriormente liderava a divisão de parques temáticos e produtos de consumo da empresa. Iger foi nomeado COO da Disney em 2000, após ter sido presidente da rede de TV ABC, e virou CEO em 2005 após a saída do polêmico Michael Eisner, numa rebelião comandada pelo próprio Roy Disney. Sob seu comando, a Disney passou a comprar empresas. Apostando no valor do conteúdo, o conglomerado iniciou um crescimento sem igual em sua trajetória. A Disney adquiriu a Pixar em 2006, a Marvel em 2009, a Lucasfilm (de “Star Wars”) em 2012 e a 21st Century Fox em 2018. Em 2019, Iger culminou sua trajetória com o lançamento da Disney+, publicou uma autobiografia e anunciou seus planos de se aposentar. Com Bob Chapek assumindo seu cargo, ele ainda fez uma transição como presidente executivo do conselho por 11 meses. O executivo saiu da empresa em dezembro de 2021, e nesse meio tempo pôde ver de perto as dificuldades de Chapek, que enfrentou forças maiores, como a pandemia, mas também criou problemas internos, como uma crise com a Marvel devido ao lançamento de “Viúva Negra” diretamente em streaming, que levou Scarlett Johansson a processar a companhia. O problema foi resolvido com uma compensação financeira, mas isso poderia ter sido feito num acordo prévio. Além disso, Chapek não soube lidar com o dilema de apoiar o governo conservador da Flórida e a pressão de funcionários LGBTQIAP+, que se revoltaram contra o apoio dado pela Disney à iniciativa da lei “Don’t Say Gay” – que proíbe escolas do estado de abordar o que a extrema direita chama de “ideologia de gênero”. Ao tentar se reposicionar, o CEO acabou transformando a Disney em “comunista” sob o olhar dos conservadores e alvo de sanções econômicas. Na semana passada, Jim Cramer, comentarista econômico da rede de notícias CNBC, pediu a demissão de Chapek devido ao balanço financeiro trimestral da companhia. Ainda não está claro qual foi a gota d’água que fez o conselho decidir por sua substituição, mas não faltou na imprensa americana quem comparasse a volta de Iger ao retorno de Steve Jobs à Apple, apostando num renascimento ainda mais forte da marca Disney.
Artista brasileira acusa “1899” de plagiar seus quadrinhos: “Estou em choque”
A artista brasileira Mary Cagnin usou as redes sociais neste domingo (20/11) para acusar a série “1899”, lançada na quinta-feira (17/11) pela Netflix, de plagiar uma obra de quadrinhos que ela lançou em 2016. “Estou em choque”, ela começou. “‘1899’ é simplesmente idêntico ao meu quadrinho ‘Black Silence’, publicado em 2016”, revelou no Twitter. E em seguida listou uma série de “coincidências” entre as duas obras, mostrando lado a lado suas ilustrações e cenas da produção europeia. A única diferença, segundo ela, é que a série desenvolvida pelos produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese, que causaram frenesi mundial com a trama de “Dark”, passa-se num navio do século 19, enquanto “Black Silence” é uma sci-fi espacial. “Está tudo lá: A pirâmide negra. As mortes dentro do navio/nave. A tripulação multinacional. As coisas aparentemente estranhas e sem explicação. Os símbolos nos olhos e quando eles aparecem”, escreveu a brasileira. Ela seguiu fazendo comparações: “As escritas em códigos. As vozes chamando por eles. Detalhes sutis da trama, como dramas pessoais dos personagens, incluindo as mortes misteriosas.” Segundo a autora, é possível que os produtores alemães da série tenham conhecido sua obra quando ela participou, em 2017, da Feira do Livro de Gotemburgo, na Suécia, um evento internacional que disponibilizou “Black Silence” em inglês para editores e profissionais do ramo. Mas vale apontar que uma das roteiristas da série é brasileira: Juliana Lima Dehne, que fez o curta nacional “Pare. Olhe. Escute.” (2009) “Já chorei horrores. Meu sonho sempre foi ser reconhecida pela meu trabalho nacionalmente e internacionalmente. E ver uma coisa dessas acontecendo realmente parte meu coração”, reclamou Cagnin. A artista, que já ilustrou livros e revistas para editoras Globo, Abril e Mol, lançou recentemente seu site pessoal (marycagnin.com), onde é possível ler a íntegra de “Black Silence”. Cagnin não disse se pretende processar os produtores ou a Netflix. Por enquanto, está avaliando “os procedimentos que devo tomar”. “Se é que é que há algo que possa ser feito”, lamentou. Mas fez questão de destacar sua indignação: “A gente não pode achar que só porque somos brasileiros devemos aceitar esse tipo de menosprezo e indiferença. Temos inúmeros casos de gringos copiando a gente, em filmes, séries e músicas. Como o caso do filme ‘As aventuras de Pi’ que foi copiado de um livro brasileiro”, afirmou. Veja abaixo as postagens da brasileira. ESTOU EM CHOQUE. O dia que descobri que a série 1899 é simplesmente IDÊNTICO ao meu quadrinho Black Silence, publicado em 2016. Segue o fio. pic.twitter.com/1deBicrBeQ — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 As escritas em códigos. As vozes chamando por eles. Detalhes sutis da trama, como dramas pessoais dos personagens, incluindo as mortes misteriosas. pic.twitter.com/zenqeq2zqF — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Participei de painéis e distribuí o quadrinho Black Silence para inúmeros editores e pessoas do ramo. Não é difícil de imaginar o meu trabalho chegando neles. Eu não só entreguei o quadrinho físico como disponibilizei a versão traduzida para o inglês. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Tive a oportunidade que muitos quadrinistas nunca tiveram: de poder mostrar meu trabalho para o público internacional. Gente. Eu dei palestras. Falei sobre o plot. Apresentei para pessoas influentes da área. O negócio é sério. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Quem quiser pode ler meu quadrinho que está disponível para leitura online para tirar suas próprias conclusões:https://t.co/owMn85MIal — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Já cansei de chorar. Agradeço a todos que leram até aqui e a todos meus leitores por todo o apoio que recebo. Inúmeras pessoas no inbox do Insta comentando sobre as similaridades. Vou ver os procedimentos que devo tomar. Se é que é que há algo que possa ser feito. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022
“Pantera Negra 2” ultrapassa US$ 500 milhões mundiais
“Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, liderou as bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando robustos US$ 67,3 milhões para atingir um total doméstico de US$ 288 milhões em 10 dias. Com isto, já é a 7ª maior bilheteria do ano nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o filme chegou a US$ 546 milhões. Isto representa a 8ª maior bilheteria mundial de 2022 – a diferença se deve à inclusão do fenômeno chinês “Water Gate Bridge” na soma internacional. O 2º lugar no ranking norte-americano ficou com a estreia de “O Menu”, uma comédia de terror culinário, que arrecadou US$ 9 milhões em 3.211 cinemas. Por sinal, esta distribuição representa o maior lançamento da História do estúdio Searchlight, o braço pseudo-indie da Disney. A trama de humor sombrio segue convidados ricos (entre eles Anya Taylor-Joy, de “Os Novos Mutantes”, e Nicholas Hoult, de “X-Men: Fênix Negra”) que embarcam para uma ilha privada para participar de um banquete luxuoso preparado pelo prestigioso Chef Slowik (Ralph Fiennes, o Voldemort de “Harry Potter”), com algumas surpresas chocantes. Ao chegarem no local, eles se deparam com um clima sinistro e descobrem que os pratos principais do menu são eles mesmos. A etiqueta da refeição é clara: correr e evitar ser pego ou se tornar o primeiro prato. O longa foi saboreado pela crítica, que lhe deu 90% de aprovação no Rotten Tomates. O lançamento no Brasil está marcado para 1 de dezembro. Em 3º lugar ficou uma série de TV. Os dois primeiros episódios da 3ª temporada de “The Chosen” foram projetados em 2 mil cinemas e faturaram US$ 8,2 milhões nos EUA. A série, que é disponibilizada pela Globoplay no Brasil, tem temática religiosa e segue a vida de Jesus. “Adão Negro” (US$ 4,4 milhões) e “Ingresso para o Paraíso” (US$ 3,2 milhões) completaram o Top 5 norte-americano. Com isso, o lançamento de “Ela Disse” estagnou em 6º lugar, com US$ 2,3 milhões. O desempenho representa uma das piores aberturas – fora da pandemia – para um filme distribuído em mais de duas mil telas. Sem previsão de estreia no Brasil, a produção da Universal narra o trabalho das repórteres investigativas do New York Times que expuseram as décadas de abuso do poderoso produtor Harvey Weinstein, dando origem ao movimento #MeToo. Os papéis principais são vividas por Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) Apesar da bilheteria fraca, o filme foi bastante elogiado tanto pela crítica (88% de aprovação no Rotten Tomatoes) quanto pelo público (nota A no CinemaScore, avaliação dos espectadores). Mas o perfil de sua audiência foi bastante específico, com média etária superar aos 45 anos, o que rendeu a baixa frequência. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. 1 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE | 2 | O MENU | 3 | THE CHOSEN 3 | 4 | ADÃO NEGRO | 5 | INGRESSO PARA O PARAÍSO |












