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    Della Reese (1931 – 2017)

    20 de novembro de 2017 /

    A atriz e cantora Della Reese morreu aos 86 anos em sua casa, na Califórnia, no domingo (19/11). Ele ficou conhecida pelo sucesso de sua carreira musical entre os anos 1950 e 1960, e por sua atuação na série “O Toque de um Anjo”, exibida nos EUA entre 1994 e 2003. Reese “faleceu pacificamente em casa na Califórnia, cercada de amor”, disse o marido, Franklin Lett, e a família em um comunicado. Delloreese Patricia Early nasceu em 6 de julho de 1931, em Detroit. Seu pai era operário, sua mãe uma cozinheira e ela tinha cinco irmãs e um irmão. “Minha mãe me dizia que quando eu nasci e eles me bateram, eu não tossi, comecei a cantar e nunca parei”, contou ela em uma entrevista de 2008 para o Archive of American Television. “Quando tinha 6 anos, eu cantei continuamente até deixar todos muito nervosos”. Sua carreira musical começou cedo por conta disso. Um dia, um das cantoras de apoio da lendária Mahalia Jackson, desmaiou na igreja em que se apresentava e foi proibida pelo médico de participar de uma turnê com a cantora gospel mais famosa dos Estados Unidos. Foi quando Mahalia convidou Reese, que tinha 13 anos, para tomar seu lugar. “Eu pensei que ao me distanciar da minha mãe eu poderia me divertir com liberdade, mas Mahalia era ainda mais rígida do que minha mãe”, disse ela. A experiência lhe deu vontade de seguir a carreira. E ao atingir a maioridade se mudou para Nova York, onde trabalhou como vocalista de fundo para mitos do jazz, como Ella Fitzgerald, Billy Eckstine, Sarah Vaughan, Duke Ellington e Miles Davis. Sua primeira turnê foi com Nat King Cole, a quem ela adorava. Ao todo, a artista apareceu 17 vezes no The Ed Sullivan Show, o programa que lançou nacionalmente Elvis Presley e os Beatles, a primeira vez em 1957. Ela apareceu como cantora solo no filme “Let’s Rock” (1958) e conquistou sucesso musical no ano seguinte, com o lançamento do single “Don’t You Know”, que atingiu o 1º lugar da parada de R&B e o 2º lugar entre os hits da música pop da época. Uma década depois, Reese iniciou uma transição profissional, fazendo sua primeira aparição na TV num episódio de “Mod Squad”, de 1968, seguida por participações em “Police Woman”, “Os Novos Centuriões”, “Os Novatos”, “O Barco do Amor”, “McCloud” e “Esquadrão Classe A”. Ela ainda estrelou o primeiro talk show apresentado por uma mulher negra na TV americana, “Della”, em 1969, 17 anos antes do “Oprah Winfrey Show”. Reese também chegou a integrar o elenco de “Chico and the Man”, grande sucesso dos anos 1970, que foi encerrada após quatro temporadas devido ao suicídio do astro, Freddie Prinze, em 1977, aos 22 anos. Dois anos depois, a própria Reese sofreu um aneurisma cerebral que quase a matou. A partir dos anos 1980, passou a alternar a carreira de atriz com a de pastora, até encontrar o programa que conciliou sua fé com a atuação. Lançada em 1994, “O Toque de um Anjo” se tornou um fenômeno de audiência, durando nove temporadas até 2003 e rendendo um spin-off, “Promised Land”, que também teve participação de Reese. Nas duas produções, ela interpretava Tess, supervisora de um anjo (Roma Downey) enviado à Terra para ajudar pessoas com problemas. Pelo papel, a atriz foi indicada a um Globo de Ouro e a dois prêmios Emmy. Além disso, também cantava a música tema da série, “Walk with You”. “O Toque de um Anjo” marcou tanto sua carreira que, anos depois, ela até interpretou uma cantora de jazz aposentada, que uma menina confundia com um anjo no telefilme “O Anjo Mora ao Lado” (2012). Nos últimos anos, Reese vinha participando exclusivamente de produções religiosas, como os filmes “Porque Eu, Senhor?” (2012) e “Meant to Be” (2012) e os telefilmes de Natal “Dear Secret Santa” (2013) e “Miracle at Gate 213” (2013). “Ela foi uma incrível esposa, mãe, avó, amiga e pastora, assim como uma atriz premiada e cantora”, disse sua colega, a atriz Roma Downey, co-estrela de “O Toque de um Anjo”. “Através de sua vida e trabalho, ela tocou e inspirou milhões de pessoas. Ela foi uma mãe para mim e eu tive o privilégio de trabalhar a seu lado por muitos anos em ‘O Toque de um Anjo’. Sei que o céu tem um novo anjo neste dia. Della Reese ficará para sempre em nossos corações”, completou, em nota divulgada pela imprensa americana.

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  • Música

    Jamie Foxx vai produzir minissérie sobre a vida de Marvin Gaye

    30 de novembro de 2016 /

    O ator Jamie Foxx vai voltar a trabalhar na biografia de um ícone da música americana. Ele anunciou que produzirá uma minissérie sobre a vida do cantor Marvin Gaye. “A história de Marvin Gaye sempre me fascinou”, declarou Foxx no comunicado do projeto, em que se declara “um grande fã” do cantor, cujo “talento não tinha paralelos”. Embora ainda não tenha canal definido, a minissérie conta com algo que nenhum outro projeto sobre o cantor jamais conseguiu: o apoio da família de Gaye. “Este projeto será um olhar revelador, poderoso e definitiva da história da vida de Marvin Gaye”, diz o filho do cantor, Marvin Gaye III, no mesmo comunicado. Já houve várias tentativas de filmar a vida de Gaye, um dos cantores mais bem-sucedidos da gravadora Motown, autor de hits eternos, como “What’s Going On”, “Let’s Get It On” e “Sexual Healing”, e que viveu uma vida atribulada. Os diretores F. Gary Gray, Cameron Crowe, o ator James Gandolfini, o produtor Scott Rudin e até o cantor Lenny Kravitz já tentaram levar sua história para as telas, mas até agora nenhum projeto contou com a autorização da família. Além do aval do filho de Gaye, a minissérie também conta com a bênção do fundador da Motown, Berry Gordy, que também se manifestou no comunicado, dizendo: “Marvin foi o artista mais verdadeiro que eu já conheci e estou confiante de que esta é a equipe certa para trazer sua história para o público de maneira autêntica e convincente.” Compartilhando a produção com Foxx, estão Suzanne de Passe, que já lançou uma minissérie sobre o grupo vocal The Temptations, também da Motown, e Madison Jones, que produziu um documentário sobre Barack Obama. Após o anúncio do projeto, o trio espera as melhores propostas da TV paga e dos serviços de streaming para definir o orçamento da produção.

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  • Série

    Luke Cage: Vídeo acompanha o herói por pontos turísticos do Harlem

    28 de setembro de 2016 /

    A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo vídeo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, que referencia o bairro nova-iorquino do Harlem, onda a trama se passa. A prévia é introduzida pelos rappers A$ap Ferg e Method Man, e acompanha o astro Mike Colter (intérprete de Luke Cage desde “Jessica Jones”) por pontos turísticos do bairro, como o histórico Apollo Theatre, onde lendas do blues deixaram sua marca, e em cenas da própria série que exploram aspectos da cultura local. O objetivo é mostrar como Luke Cage é um herói diferente, mais realista. Enquanto alguns voam, ele circula pelas ruas da periferia. Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para esta sexta (30/9) na Netflix.

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  • Luke Cage
    Série

    Luke Cage: Novo trailer resume a trama com diversas cenas inéditas e hip-hop

    26 de setembro de 2016 /

    A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo trailer de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, repleto de cenas inéditas. A prévia inicia com a ascenção de Cornell “Boca de Algodão” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), o rei do crime do Harlem, revela sua ligação com a política corrupta Maria Dullard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”), e conclui com a transformação de Luke Cage (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) em herói relutante, com um empurrão da enfermeira Claire Temple (Rosario Dawson repetindo seu papel de “Demolidor”). Além da trilha sensacional, o vídeo continua reforçando a ligação da série com o mundo do hip-hop com uma participação do rapper Method Man como ele próprio. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para 30 de setembro na Netflix.

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  • Luke Cage
    Série

    Luke Cage: Veja três pôsteres com os vilões da nova série de super-herói da Marvel

    25 de setembro de 2016 /

    A plataforma de streaming Netflix divulgou três novos pôsteres de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. Desta vez, os cartazes destacam os vilões da tração, o rei do crime Cornell “Boca de Algodão” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), a política corrupta Maria Dullard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”) e o capanga Shades (Theo Rossi, da série “Sons of Anarchy”). Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para 30 de setembro na Netflix.

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  • Luke Cage
    Série

    Luke Cage: Vídeo de bastidores introduz o vilão da série

    20 de setembro de 2016 /

    A plataforma de streaming Netflix divulgou novas fotos e um vídeo de bastidores de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. A prévia traz o elenco e o produtor Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) discutindo o que faz de Luke Cage (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) um herói diferente, ao mesmo tempo em que introduz o grande antagonista da série, Cornell “Boca de Algodão” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), o rei do crime do Harlem, entre diversas cenas inéditas da produção. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, Rosario Dawson repetindo seu papel de Claire Temple (introduzida em “Demolidor”), a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para 30 de setembro na Netflix.

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  • Série

    Luke Cage: Veja seis fotos da próxima série de super-heróis da Marvel

    12 de agosto de 2016 /

    Após divulgar o trailer, o serviço de streaming Netflix divulgou seis fotos dos episódios de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. As imagens destacam a superforça do herói vivido por Mike Colter (introduzido em “Jessica Jones”), seu encontro com Claire Temple (Rosario Dawson, repetindo seu papel de “Demolidor”), a amizade com Pops (Frankie Faison, da série “Banshee”) e alguns dos vilões, como Cornell “Cottonmouth” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), Shades Alvarez (Theo Rossi, da série “Sons of Anarchy”) e Mariah Dillard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”), Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.

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  • Série

    Luke Cage: Trailer da nova série da Marvel é pura blaxploitation

    9 de agosto de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. A prévia mostra a origem e a relutância do protagonista (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) em usar seus poderes, seu encontro com Claire Temple (Rosario Dawson, repetindo seu papel de “Demolidor”) e a decisão de proteger as vítimas do crime organizado, representado pela figura “coroada” de Cornell “Cottonmouth” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”). O clima é pura “blaxploitation” (filmes de cineastas e elencos negros dos anos 1970 com tema criminal), reforçado pela locação no Harlem e a trilha sonora urbana, com destaque para o soul clássico “Walk on By”, de Isaac Hayes, e o remix de “Heart Is Full”, de Miike Snow, com participação da dupla hip-hop Run the Jewels. Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.

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  • Música

    Netflix prepara série animada com músicas da Motown

    30 de julho de 2016 /

    Após “Beat Bugs”, a Netflix vai produzir uma nova série animada musical, desta vez inspirada no extenso catálogo de músicas da gravadora Motown. O projeto é do mesmo produtor de “Beat Bugs”, Josh Wakely, e contará com curadoria de Smokey Robinson, um dos maiores artistas da soul music, que assina também a produção musical executiva. Ele foi responsável por escolher os interpretes e as músicas de cada episódio. Assim como “Beat Bugs” fez com as músicas dos Beatles, os episódios da nova atração, ainda sem título, incluirão novas versões de clássicos da Motown, incluindo canções do próprio Robinson, Marvin Gaye, The Jackson 5, Lionel Richie, The Supremes, The Temptations e Stevie Wonder, entre outros. A trama propriamente dita vai girar em torno das aventuras de um amável e tímido menino de oito anos, chamado Ben, que possui uma habilidade artística extraordinária de trazer a arte de rua para a vida. Ben e sua família vivem na cidade imaginária de Motown, inspirada em Detroit e sua rica herança musical. Embalados pelas clássicas canções, ele e seus amigos Angie e Mickey descobrem a magia da criatividade enquanto trazem o brilho de volta à sua cidade e aprendem lições de vida. Vale lembrar que os Jackson 5 já tiveram uma série animada nos anos 1970, “The Jackson 5ive”, que também contou com participação de Diana Ross. E “Ben” foi o título original de um filme de terror com trilha sonora de Michael Jackson – lançado como “Ben, O Rato Assassino” (1972) no Brasil. A nova produção ainda não previsão de estreia. Já “Beat Bugs” chega ao Netflix em 3 de agosto, trazendo devenas de covers dos Beatles.

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  • Música

    Produtor de Nina diz que criticar Zoë Saldaña por “não ser negra o suficiente” também é racismo

    18 de março de 2016 /

    O produtor Robert L. Johnson, proprietário do estúdio RLJ Entertainment, resolveu responder às críticas contra a escalação de Zoë Saldaña para viver a cantora Nina Simone no cinema. Desde que a atriz, de origem afro-latina, foi anunciada como protagonista da cinebiografia “Nina”, pessoas ligadas ao espólio da cantora tem reclamado de que ela “não é negra o suficiente” para interpretar Nina Simone, que, além de gravar discos maravilhosos de jazz/soul, participou ativamente do movimento pelos direitos civis nos EUA. A manifestação mais dura veio do perfil de Nina Simone no Twitter, que mandou Zoë tirar “o nome de Nina da boca”. Em resposta, o produtor de “Nina” aponta que estas críticas são um resquício da mentalidade da época da escravidão. “É muito triste que afro-americanos falem sobre o assunto de uma forma que nos remete à forma como éramos tratados quando éramos escravos”, disse Johnson ao site The Hollywood Reporter. “Os senhores dos escravos separavam os que tinham pele clara daqueles com pele mais escura, e parte desse DNA social ainda existe hoje entre a comunidade negra”. Além da família de Nina Simone, a escolha de Zoë também foi criticada por India Arie, que viveu a cantora na série “American Dreams”, em 2003. Em 2012, ela já havia escrito uma carta aberta criticando a decisão de escurecer artificialmente a pele da atriz e usar uma prótese em seu nariz para que ela assumisse feições mais negras. Na ocasião, ela defendeu que Nina Simone fosse interpretada por Viola Davis, que havia acabado de vencer o Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011). Em uma entrevista recente ao The Hollywood Reporter, India Arie lembrou que a pele escura foi determinante para Nina Simone. “Ela teria tido uma carreira diferente se fosse mais parecida com Lena Horne ou Dorothy Dandridge. Ela poderia ter sido a primeira pianista negra, famosa em todo o mundo”, disse ela. Mas para Robert L. Johnson, essa discussão sobre pigmentação serve apenas para aumentar o racismo e colocar os negros uns contra os outros. “Muitos que estão discutindo o assunto não percebem suas implicações”, ele pondera. “Imagine se eu fosse fazer uma cinebiografia sobre Lena Horne, que obviamente tinha a pela clara, ou sobre Dorothy Dandridge. Seria justo colocar um aviso dizendo ‘não aceitamos negras’? Seria ridículo”. Recentemente, a filha de Nina Simone veio a público reclamar dessa discussão, defendendo Zoë Saldaña, ao mesmo tempo em que observou que o problema não estava na atriz, mas nos responsáveis pelo filme, especialmente a diretora e roteirista Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), que teria inventado quase toda a história e não recebido aprovação para as filmagens. “É lamentável que Zoë Saldaña esteja sendo atacada de forma tão visceral”, disse Lisa Simone Kelly. “Ela claramente trouxe o melhor de si para o projeto e, infelizmente, está sendo atacada por algo que não é sua culpa, pois não é responsável pelas mentiras do roteiro”. A produção também é acusada de privilegiar o período de decadência da cantora, quando ela enfrentava internações hospitalares por seu alcoolismo e o desinteresse do mercado. No Facebook, a conta de Nina Simone chega a sugerir um boicote ao longa-metragem, pedindo aos fãs para fazerem suas próprias homenagens, ficando em casa no dia da estreia nos cinemas. “Nós podemos usar esta data como mais uma oportunidade de celebrar a vida e a música de Nina, vamos fazer de um negativo um positivo, nos juntando e reconhecendo a verdadeira Nina Simone”, conclama a publicação. “Nina” tem estreia marcada para 22 de abril nos cinemas norte-americanos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Filha de Nina Simone defende Zoë Saldaña após críticas contra cinebiografia virarem ódio

    3 de março de 2016 /

    A atriz Zoë Saldaña voltou a ser alvo de críticas por sua escalação para o papel de Nina Simone, após a divulgação do trailer da cinebiografia “Nina”. Mas, desta vez, a própria filha da cantora saiu em sua defesa. Acusada de não se parecer com a cantora, por ter descendência latina e tom de pele mais claro, a atriz adotou maquiagem e uma prótese no nariz para assumir a aparência da diva no cinema. Mas os perfis oficiais de Nina Simone nas redes sociais, supostamente controlados por sua família, consideraram que ficou pior. No Twitter, a conta de Nina Simone chegou a interpelar uma postagem de Zoë com uma citação da cantora, dizendo a ela que “tirasse o nome de Nina da sua boca pelo resto da vida”. Após essa reação odiosa, Lisa Simone Kelly, única filha da cantora, disse ao site da revista Times que desconhece quem administra o perfil oficial de Nina Simone, lamentando a escolha do alvo e se solidarizando com a atriz. “É lamentável que Zoë Saldaña esteja sendo atacada de forma tão visceral”, disse Lisa após ver o trailer e a reação do perfil. “Ela claramente trouxe o melhor de si para o projeto e, infelizmente, está sendo atacada por algo que não é sua culpa, pois não é responsável pelas mentiras do roteiro”. Lisa, porém, mantém o tom crítico em relação à produção, que foi realizada sem sua aprovação. Segundo ela, os protestos e o ultraje deveriam ser dirigidos à roteirista e diretora Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), responsável pela história e pela escalação do elenco. “O filme é sobre uma relação entre minha mãe e Clifton Henderson que nunca aconteceu. Eles nunca tiveram uma relação amorosa”, ela argumenta, acrescentando que Henderson (o assistente que vira empresário, vivido por David Oyelowo, de “Selma”) era gay. “O projeto está manchado desde seu início. Claramente, não é a verdade sobre a vida da minha mãe e todos sabem disso. E não é com mentiras que você quer que seus entes queridos sejam lembrados.” A produção também é acusada de privilegiar o período de decadência da cantora, quando ela enfrentava internações hospitalares por seu alcoolismo e o desinteresse do mercado. No Facebook, a conta de Nina Simone chega a sugerir um boicote ao longa-metragem, pedindo aos fãs para fazerem suas próprias homenagens, ficando em casa no dia da estreia nos cinemas. “Nós podemos usar esta data como mais uma oportunidade de celebrar a vida e a música de Nina, vamos fazer de um negativo um positivo, nos juntando e reconhecendo a verdadeira Nina Simone”, conclama a publicação. “Nina” tem estreia marcada para 22 de abril nos cinemas norte-americanos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Zoë Saldaña se transforma em Nina Simone no primeiro trailer de cinebiografia

    3 de março de 2016 /

    A RLJ Entertainment divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Nina”, cinebiografia em que Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) dá vida à cantora Nina Simone. A prévia acompanha a história pela perspectiva de Clifton Henderson, vivido por David Oyelowo (“Selma”), que se tornou seu assistente e depois seu empresário, ajudando-a a superar o vício em álcool no momento mais difícil de sua carreira. O vídeo também revela que sua trajetória será narrada em flashbacks, mostrando seu envolvimento com os movimentos civis dos anos 1960, que usaram suas músicas como inspiração, centrando-se mais no seu retorno aos palcos, no final de sua vida. A produção demorou quatro anos para sair do papel e, mesmo assim, seu anúncio foi recebido com protestos. Quando Zoë Saldaña foi anunciada, uma petição online pediu sua substituição “por uma atriz que se pareça realmente com Nina Simone”. Nas entrelinhas da reclamação, estaria o tom de pele mais claro de Saldaña, que seria mais aceitável para Hollywood que a cor natural de Simone. Entretanto, no trailer a atriz aparece mais negra que o habitual, além de usar uma prótese que torna seu nariz mais grosso. É uma transformação e tanto, que a deixa bastante parecida com a diva. E a incorporação se completa com um potencial show de interpretação. Mesmo assim, a filha de Nina Simone insistiu, em comunicado, que lamenta a escolha da atriz, destacando ainda que se trata de uma biografia não autorizada e a mais completa ficção, uma vez que Clifton Henderson era gay e jamais teve qualquer envolvimento romântico com sua mãe. Escrito e dirigido por Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), “Nina” tem estreia marcada para 22 de abril nos cinemas norte-americanos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Playlist: 25 clássicos dançantes de funk e disco music

    7 de fevereiro de 2016 /

    O funk perdeu um dos seus presentantes mais dançantes na semana passada. Maurice White, fundador do Earth, Wind & Fire, morreu aos 74 anos na quarta-feira (3/2). Sua banda vendeu mais de 90 milhões de discos pelo mundo, venceu seis prêmios Grammy e entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll em 2000. O ritmo swingado, os arranjos elaborados e as letras que evocavam as pistas de dança sintetizaram uma época em que o funk, o soul e a disco music conviviam nas mesmas festas. Uma era que a seleção de vídeos abaixo procura recriar. Como diria Maurice White, “Let’s Groove”… em 25 clássicos para reviver o velho globo giratório.

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