Marighella: Estreia na direção de Wagner Moura ganha pôster internacional
A O2 Filmes divulgou o cartaz internacional de “Marighella”, a estreia na direção do ator Wagner Moura (“Narcos”). O pôster foi produzido para acompanhar a première mundial do filme, que vai acontecer no Festival de Berlim. Ele destaca um close de Seu Jorge (“Cidade de Deus”) no papel-título. O longa conta a história do guerrilheiro Carlos Marighella, morto em 1969 pela ditadura militar, e será exibido fora de competição no festival alemão. Além de Seu Jorge, o elenco conta com Adriana Estevez (“Real Beleza”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Como Nossos Pais”). O Festival de Berlim começa nesta quinta (7/2) na capital da Alemanha.
Irmandade: Netflix anuncia nova série brasileira estrelada por Seu Jorge
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (31/1) a produção de uma nova série brasileira, com direito a fotos do elenco (veja acima e abaixo). Intitulada “Irmandade”, a série é um suspense criminal estrelado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”) e Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”). Na trama, Naruna Costa vive Cristina, uma advogada honesta e dedicada, que descobre que seu irmão Edson (Seu Jorge) é líder de uma ascendente facção criminosa, a Irmandade. Coagida pela polícia, ela é obrigada a se tornar informante e trabalhar contra o irmão a quem ela sempre idolatrou. Mas, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco também inclui Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série foi criada por Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção com os cineastas Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”). Ainda não há previsão para a estreia.
Abe: Trailer destaca ator-mirim de Stranger Things em filme de diretor brasileiro
O diretor Fernando Grostein Andrade (de “Quebrando o Tabu” e “Coração Vagabundo”) divulgou o trailer de seu novo filme no YouTube. “Abe” é estrelado pelo ator mirim Noah Schnapp (o Will de “Stranger Things”), que vive o personagem do título, um garoto que ama cozinhar, mas nunca teve um jantar de família sem brigas. Filho americano de um casamento misto entre uma mãe judia de origem israelense e um pai palestino de origem muçulmana, Abe sonha em unir a família cozinhando um jantar tão bom, mas tão bom, que seja capaz de fazer a família parar de brigar ao menos por uma noite. Ele aprende a cozinhar com Chico Catuaba, chef de cozinha brasileiro, interpretado por Seu Jorge (“Tropa de Elite 2”), que cozinha acarajé nas feiras gastronômicas multiculturais do Brooklyn, em Nova York. O elenco também conta com o americano Mark Margolis (série “Breaking Bad”) e a polonesa Dagmara Dominczyk (“Era Uma Vez em Nova York”), além de participações especiais dos atores brasileiros Gero Camilo (“A Família Dionti”), Ildi Silva (“Uma Loucura de Mulher”) e Victor Mendes (“Os 3”). “Abe” teve première no Festival de Sundance neste fim de semana e não tem previsão de lançamento comercial. Veja também o pôster divulgado em Sundance, logo abaixo.
Marighella: Estreia de Wagner Moura na direção terá première mundial no Festival de Berlim
O primeiro filme dirigido pelo ator Wagner Moura, “Marighella”, terá sua première mundial do Festival de Berlim 2019. O longa sobre o guerrilheiro Carlos Marighella, morto em 1969 pela ditadura militar, será exibido fora de competição. Seu Jorge interpreta o papel-título da produção, que conta com Adriana Estevez, Bruno Gagliasso e Herson Capri no elenco. A organização do festival também anunciou novos filmes de Agnés Varda (“Varda par Agnés”) e de Chiwetel Ejiofor (“The Boy Who Harnessed the Wind”), outro ator que estreia na direção, como parte da seleção dos filmes fora de competição do evento, que acontece entre 7 e 17 de fevereiro na capital da Alemanha.
Willem Dafoe vai filmar trama noir no Maranhão com Morena Baccarin
O ator americano Willem Dafoe (“Aquaman”) vai passar uma temporada nas praias do Maranhão. O detalhe é que não serão férias, mas trabalho. Ele esteve no final de dezembro em São Luis e nos Lençóis Maranhenses buscando locações para o longa “Trópico”, que vai produzir e protagonizar. Com filmagens previstas para abril e estreia em dezembro, o filme será dirigido por sua mulher, a italiana Giada Colagrande. Será o terceiro trabalho do ator no Brasil, após atuar em palcos paulistanos e cariocas em 2014, com o espetáculo surrealista “A Velha”, de Robert Wilson, e estrelar o último filme de Hector Babenco, “Meu Amigo Hindu” (2015). Em entrevista para o jornal O Globo, ele revelou que sua conexão com o Brasil é ainda anterior. “Minha relação com o Brasil pode parecer casual, mas nasce de uma paixão de mais de 15 anos, quando conheci Seu Jorge nas filmagens de ‘A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), de Wes Anderson. A gente até gravou o clipe de ‘Tive Razão'”, lembrou o ator de 63 anos. Em 2011, ele veio pela primeira vez ao país, acompanhando a exibição do filme “Amor Obsessivo”, dirigido por sua esposa, no Festival do Rio. No elenco de “Tropico”, que terá distribuição nacional pela Pandora Filmes, estão confirmados o velho amigo do ator, Seu Jorge, além de Sonia Braga e Morena Baccarin — a brasileira das séries “Gotham” e “Homeland”, que vai aproveitar a passagem pelo país para participar da 3ª temporada de “Sessão de Terapia” (Globoplay) . Descrito como um noir ambientado nos Lençóis Maranhenses, em meio a uma comunidade indígena, o projeto, coproduzido no Brasil pela Bidou Pictures, mistura suspense e romance, e conta a história do relacionamento entre um investigador (Dafoe) e duas gêmeas — papel duplo de Morena Baccarin. Com roteiro de Barry Gifford, parceiro de David Lynch em “Coração Selvagem” (1990) e “Estrada Perdida” (1997), o filme partiu do desejo de Giada de rodar um noir inspirado em clássicos dos anos 1940, como “A Dama de Shanghai” (1947), de Orson Welles, “Gilda” (1946), de Charles Vidor, e “A Carta” (1940), de William Wyler. “Queria que a trama se passasse num lugar com histórico colonial e exótico para os padrões americanos e europeus”, contou Colagrande para O Globo. “Cogitei o Pelourinho, na Bahia, mas quando vi imagens dos Lençóis Maranhenses fiquei impactada. Eu queria uma terra sagrada que proporcionasse um elemento mágico e espiritual, e o Brasil tem uma mistura enorme de religiões e filosofias europeias e africanas.
Paraíso Perdido é experiência catártica poucas vezes vista no cinema brasileiro
Os musicais começaram a bombar nos Estados Unidos durante o período da chamada Grande Depressão, na virada dos anos 1920 para 1930, aproveitando o advento do cinema sonoro. Ir ver um musical tinha, portanto, um simbolismo imenso: a necessidade de encontrar em uma espécie de oásis em meio a turbulência do mundo lá fora. É isso que José, o personagem de Erasmo Carlos, proprietário da boate Paraíso Perdido, oferece aos que adentram o novo filme de Monique Gardenberg: esqueçam todos os seus problemas, esqueçam sua vida lá fora, bem-vindos ao “Paraíso Perdido”. Mais ou menos isso. E, de fato, o que se experimenta ao longo da duração do filme é realmente quase duas horas de trégua da dura vida. Não só isso. Por ser um musical, “Paraíso Perdido” não tem a preocupação de buscar fidelidade no campo do naturalismo das atuações e nem de fazer sentido em sua complicada trama familiar. As cores da fotografia, o gosto pelo brega e o respeito imenso ao amor (homo ou hetero) facilitam uma identificação com o cinema de Pedro Almodóvar, mas as canções, a maioria delas classificadas por muitos como bregas, são muito brasileiras, o que confere raízes absolutamente nacionais à trama. Como não gostar de um filme que já começa com uma bela interpretação de “Impossível Acreditar que Perdi Você”, de Márcio Greyck? E a música tem até mais espaço do que a fala ao longo da narrativa. As canções, além de muito queridas por todos os personagens, são fundamentais para que a experiência de se assistir ao filme seja arrebatadora, com vários momentos de arrepiar, em especial para quem não tem preconceito com canções mais populares e carregadas de emoções. Assim, há espaço para canções de Reginaldo Rossi, Odair José, Waldick Soriano, Belchior, Zé Ramalho fazendo cover de Bob Dylan, Gilliard, Roberto e Erasmo e até o jovem Johnny Hooker. As melhores interpretações são as de Julio Andrade. Talvez o melhor ator de sua geração, Andrade dá um show também na hora de subir no palco. O que dizer quando ele sobe para canar “Não Creio em Mais Nada”, clássico do rei da depressão Paulo Sérgio? É demais o que a obra faz sentir, talvez chorar, e se deliciar. E principal: o respeito com todo esse material explorado na tela é lindo. Além de Andrade, há também interpretações belas de Seu Jorge (quem diria que um cantor seria passado para trás por um ator), por Jaloo, por Marjorie Estiano e pelo próprio Erasmo Carlos. Sua presença ali é mais do que simbólica. Parceiro do Rei e influência direta na formação da maioria dos cantores românticos da década de 1970, o Tremendão não precisa se esforçar para cantar bem. Basta estar lá e cantar uma das faixas. Ele é o patriarca de uma família um pouco problemática e que comanda aquele espaço paradisíaco noturno. Somos apresentados à família por meio do personagem do policial Odair (Lee Taylor), que é convidado para ser o guarda-costas do neto homossexual, que se apresenta travestido nos shows. Odair aceita, encantado com aquele lugar. Não demora para descobrirmos que há uma estreita ligação entre ele e aquela família. Transbordando amor por todos os lados, “Paraíso Perdido” tem suas quase duas horas de música, intrigas amorosas e traumas do passado plenamente abraçados pela audiência, em uma experiência catártica poucas vezes vista no cinema brasileiro, ao menos no que se refere ao uso da música. Além de resgatar a música sentimental do passado, o trabalho mais belo da diretora de “Ó Paí, Ó” tem uma elegância no uso dos movimentos de câmera, dos campos e contracampos tão bem usados nas cenas de apresentações na boate (destaque para a cena em que uma personagem informa estar grávida usando libras) e uma direção de arte e uma fotografia em tons quentes. Um dos melhores acontecimentos deste estranho e sombrio ano.
Seu Jorge, Jaloo e Júlio Andrade cantam clássicos bregas em duas cenas do filme Paraíso Perdido
A Vitrine Filmes divulgou duas cenas do drama musical “Paraíso Perdido”, que mostra duas interpretações no palco da boate brega cenográfica que batiza a produção. Num dos vídeos, Seu Jorge e Jaloo cantam “Tortura de Amor”, clássico romântico de Waldick Soriano, que chegou a ser censurado pela ditadura devido à palavra tortura no título. Mas é Júlio Andrade, que não é cantor profissional, quem se sai melhor, com uma versão roqueira de “Não Creio em Mais Nada” de Paulo Sérgio, artista muito comparado a Roberto Carlos, que faleceu precocemente, aos 36 anos, em 1980. O filme traz no elenco um representante desta época, o cantor Erasmo Carlos ao cinema, mais de 40 anos após os filmes da Jovem Guarda e 34 desde seu último trabalho como ator. Ele interpreta o pai de um clã musical e dono da boite Paraíso Perdido. Dirigido por Monique Gardenberg (“Ó Paí, Ó”), o filme gira em torno desse templo da música brega. A prévia não localiza a época da trama, mas o visual é bastante influenciado pela década de 1970, em especial as perucas, como a de Seu Jorge. A trama apresenta este universo pelo olhar do policial à paisana Odair (Lee Taylor), após ele salvar a drag queen Imã (Jaloo) de um ataque homofóbico, achando que se tratava de uma mulher. Diante da violência, ele é contratado como segurança de Imã, que é a principal estrela do local, além de neta de José, o personagem de Erasmo. Os demais integrantes da família são os filhos Angelo (Júlio Andrade), Eva (Hermila Guedes), que está presa depois de matar o homem que a espancou enquanto estava grávida de Imã, o filho adotivo Teylor (Seu Jorge) e a neta Celeste (Julia Konrad). O elenco conta ainda com Malu Galli, Marjorie Estiano, Humberto Carrão, Felipe Abib, Paula Burlamaqui e eterna musa da pornochanchada Nicole Puzzi. Só faltou mesmo Wander Wildner, o punk brega, que há anos reabilita o mesmo tipo de repertório do filme com pegada roqueira. O longa estreia no dia 31 de maio.
Paraíso Perdido: Filme que marca a volta de Erasmo Carlos ao cinema ganha imagens e trailer
A Vitrine Filmes divulgou o pôster, cinco fotos e o primeiro trailer de “Paraíso Perdido”, que marca a volta do cantor Erasmo Carlos ao cinema, mais de 40 anos após os filmes da Jovem Guarda e 34 desde seu último trabalho como ator. Ele interpreta o pai de um clã musical e dono da boite que dá título ao filme de Monique Gardenberg (“Ó Paí, Ó”). O filme gira em torno da boite Paraíso Perdido, um templo da música brega. A prévia não localiza a época da trama, mas o visual é bastante influenciado pela década de 1970, em especial as perucas, como a de Seu Jorge, outro cantor-ator do elenco. A trama apresenta este universo pelo olhar do policial à paisana Odair (Lee Taylor), após ele salvar a drag queen Imã (Jaloo) de um ataque homofóbico, achando que se tratava de uma mulher. Diante da violência, ele é contratado como segurança de Imã, que é a principal estrela do local, além de neta de José, o personagem de Erasmo. Os demais integrantes da família são os filhos Angelo (Júlio Andrade), Eva (Hermila Guedes), que está presa depois de matar o homem que a espancou enquanto estava grávida de Imã, o filho adotivo Teylor (Seu Jorge) e a neta Celeste (Julia Konrad). O elenco conta ainda com Malu Galli, Marjorie Estiano, Humberto Carrão, Felipe Abib, Paula Burlamaqui e eterna musa da pornochanchada Nicole Puzzi. O longa estreia no dia 31 de maio.
Ator mirim de Stranger Things vem ao Brasil para convenção de fãs
O ator Noah Schnapp, interprete de Will Byers em “Stranger Things”, vem ao Brasil em outubro para a convenção de fãs Stranger Con. Ele gravou um vídeo anunciando sua vinda e convidando os fãs a participarem do evento, que acontece no dia 20 de outubro no Rio de Janeiro e no dia 21 de outubro em São Paulo. Na ocasião, o ator poderá demonstrar o que aprendeu de português durante a produção de “Abe”, dirigido pelo brasileiro Fernando Grostein Andrade (de “Quebrando o Tabu” e “Coração Vagabundo”) e coestrelado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”), que ele filmou no final do ano passado para uma estreia ainda em 2018. Os ingressos estarão à venda a partir da próxima quinta-feira (15/3) com valores entre R$ 150 e R$ 550. As entradas dão a chance de os fãs participarem de um bate-papo com menino, tirar foto e ganhar um autógrafo. A 2ª temporada de “Stranger Things” foi lançada em outubro de 2017 e se a Netflix repetir os planos de uma estreia no período do Halloween, a visita do ator ao Brasil será bastante próxima da data de retorno da série. #StrangerCon | Ator confirmado @noahschnapp (Abertura das vendas em 15/03 às 20h). Rio de Janeiro – 20 de Outubro | São Paulo – 21 de Outubro Informações e ingressos: www.strangerconvention.com Uma publicação compartilhada por Stranger Con (@strangerconbr) em 10 de Mar, 2018 às 5:33 PST
Seu Jorge será o guerrilheiro Marighella no primeiro filme dirigido por Wagner Moura
O filme que marcará a estreia na direção do ator Wagner Moura (série “Narcos”) será estrelado por Seu Jorge (“E Aí… Comeu?”). O cantor e ator encarnará Carlos Marighella na produção, que acompanhará a trajetória do guerrilheiro baiano na luta armada contra a ditadura militar, entre 1964 e 1969, quando foi morto por policiais numa emboscada em São Paulo. O rapper Mano Brown chegou a ser cotado para o papel, mas a agenda de shows da banda Racionais MC’s acabou entrando em conflito com o cronograma das filmagens. Seria a estreia do rapper como ator, após compor a trilha de um documentário sobre Marighella, realizado em 2012 pela sobrinha do guerrilheiro, Isa Grinspum Ferraz. Wagner Moura já tinha trabalhado anteriormente com Seu Jorge, quando ambos contracenaram em “Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro” (2010). O elenco do filme, intitulado “Marighella”, destaca ainda Adriana Esteves (“Mundo Cão”) e Bruno Gagliasso (“Isolados”), entre outros. A produção foi autorizada a captar R$ 10 milhões via leis de incentivo, apurou 60% do valor até o momento, mas já começa a ser rodada neste fim de semana, adaptando o livro “Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou O Mundo”, do jornalista Mário Magalhães. Em entrevista ao jornal O Globo, Moura citou Che Guevara, falou de golpe e disse que seu filme tomará partido da esquerda brasileira. “Meu filme não será imparcial, será um filme sobre quem está resistindo”, resumiu.
Veja primeiras fotos de ator-mirim de Stranger Things em filme de diretor brasileiro
O diretor Fernando Grostein Andrade (de “Quebrando o Tabu” e “Coração Vagabundo”) iniciou as filmagens de seu novo filme, “Abe”, estrelada pelo ator mirim Noah Schnapp (o Will de “Stranger Things”), e a assessoria da produtora Gullane divulgou as primeiras imagens, que podem ser vistas abaixo. Noah Schnapp interpreta o personagem do título, um garoto de 12 anos que ama cozinhar, mas nunca teve um jantar de família sem brigas. Filho americano de um casamento misto entre uma mãe judia de origem israelense e um pai palestino de origem muçulmana, Abe sonha em unir a família cozinhando um jantar tão bom, mas tão bom, que seja capaz de fazer a família parar de brigar ao menos por uma noite. Ele aprende a cozinhar com Chico Catuaba, chef de cozinha brasileiro, interpretado por Seu Jorge (“Tropa de Elite 2”), que cozinha acarajé nas feiras gastronômicas multiculturais do Brooklyn, em Nova York. O elenco também conta com o americano Mark Margolis (série “Breaking Bad”) e a polonesa Dagmara Dominczyk (“Era Uma Vez em Nova York”), além de participações especiais dos atores brasileiros Gero Camilo (“A Família Dionti”), Ildi Silva (“Uma Loucura de Mulher”) e Victor Mendes (“Os 3”).
Ator-mirim de Stranger Things vai estrelar filme brasileiro
O ator-mirim Noah Schnapp, que ficou conhecido pelo papel de Will Byers na série “Stranger Things”, anunciou nesta segunda-feira (23/10), em suas redes sociais, que vai estrelar um filme brasileiro. Trata-se e “Abe”, que tem direção de Fernando Grostein Andrade (de “Quebrando o Tabu” e “Coração Vagabundo”). O anúncio veio acompanhado por uma fotografia, compartilhada pelo ator de 13 anos em seu Instagram, onde aparece ao lado do diretor e de Seu Jorge em uma leitura de roteiro. Ele deu mais detalhes do projeto em seu Twitter, chamando Seu Jorge de “cool”. Veja abaixo. Além de Schnapp e do cantor brasileiro, o elenco conta com o americano Mark Margolis (série “Breaking Bad”) e a polonesa Dagmara Dominczyk (“Era Uma Vez em Nova York”). As filmagens vão acontecer em Nova York e ainda não há previsão de estreia. Saturday afternoon rehearsal on new work project! #tableread ?? ?? Uma publicação compartilhada por ?Noah Schnapp? (@noahschnapp) em Out 21, 2017 às 10:35 PDT It’s a Brazilian film and working with Seu Jorge who is really cool. https://t.co/7xQbEOLcPZ — Noah Schnapp (@noah_schnapp) 22 de outubro de 2017
Selton Mello vai parar no gelo ártico no trailer e nas fotos de Soundtrack
A Imagem Filmes divulgou o pôster, três fotos e o primeiro trailer de “Soundtrack”, drama estrelado por Selton Mello (“O Palhaço”) e filmado nos cenários desolados do Ártico. A prévia tem muita neve e horizontes brancos, com os atores expressando o tempo inteiro a vontade de sair dali, menos o protagonista. Na trama, Selton vive um fotógrafo que viaja para uma estação polar internacional, com o objetivo de realizar um projeto artístico. Ele quer reproduzir em imagens as sensações causadas pelas músicas de uma playlist. Mas ao chegar lá tem um bloqueio criativo. Sua presença ainda cria atrito com os cientistas, que não entendem o que ele realmente pretende fazer naquele fim de mundo. O elenco ainda inclui Seu Jorge (“Tropa de Elite 2”), o inglês Ralph Ineson (“A Bruxa”), o dinamarquês Thomas Chaanhing (série “Marco Polo”) e o sueco Lukas Loughran (“Nina Frisk”). O filme marca a estreia na direção de longas da dupla Manitou Felipe e Bernardo Dutra, que assinam como “300ml”. Os dois já tinham dirigido Selton Mello e Seu Jorge num curta-metragem há mais de uma década: “Tarantino’s Mind” (2006). A estreia está prevista para o dia 6 de julho.









