Apple contrata responsáveis pela produção de Breaking Bad e The Blacklist para desenvolver séries
A Apple anunciou na sexta-feira (16/6) a contratação dos copresidentes da Sony Pictures Television Jamie Erlicht e Zack Van Amburg para assumir o comando do projeto de desenvolvimento de séries da empresa. A dupla é responsável pelo lançamento de diversos sucessos desde 2005, quando assumiram como copresidentes da divisão de produção televisiva da Sony. Entre as atrações que eles produziram estão “Breaking Bad”, “Better Call Saul”, “The Blacklist”, “Community”, “Hannibal”, “The Goldbergs” e as recentes “Bloodline” e “The Crown”. “Jamie e Zack são dois dos mais talentosos executivos de televisão do mundo e foram fundamentais em fazer desta a era dourada da televisão”, disse Eddy Cue, vice-presidente sênior de Software e Serviços de Internet da Apple. A Apple fez estreia no ramo da produção de séries originais na última semana, com o reality show “Planet of the Apps”, sobre desenvolvedores que tentam chamar a atenção de mentores famosos em uma apresentação de 60 segundos em uma escada rolante. Os planos futuros da companhia incluem uma adaptação do quadro “Carpool Karaoke”, do comediante James Corden, que vai ao ar em agosto, assim como séries documentais sobre produtores musicais, como Dr. Dre, Puffy Daddy e Clive Davis. A chegada de Erlicht e Van Amburg assinala que também pretende desenvolver séries de ficção para fazer frente com outros serviços de streaming, como Netflix, Amazon e Hulu.
Séries mais vistas da Netflix são produções da TV aberta americana
A Netflix tem investido fortunas em produções exclusivas para atrair público, mas uma pesquisa realizada pela empresa 7Park Data, especializada em mensurar tráfego na internet, revelou que seus assinantes nos Estados Unidos preferem séries da TV aberta tradicional. Publicada na revista The Hollywood Reporter, a pesquisa lista as séries mais assistidas na plataforma de streaming pelos últimos 12 meses. E apenas duas produções originais da Netflix aparecem entre 10 primeiras. “Orange Is the New Black” é a mais bem colocada, em 6º lugar na preferência dos assinantes. A outra é “Stranger Things”, em 10º lugar. Encabeçando a lista está a veterana “Grey’s Anatomy”, série que está no ar há 12 anos na rede ABC. O fenômeno tem sido benéfico para a produção, que vem aumentando sua audiência televisiva. “[Os telespectadores] Estão descobrindo [Grey’s] pela Netflix”, comentou a atriz Jerrika Hinton em entrevista para a Hollywood Reporter no ano passado. “Nossa audiência está se expandindo em idade. Temos adolescentes que estão ficando obcecados pela série, que conhecem as histórias porque seus familiares estão assistindo”, completou. Em 2º lugar, destaca-se outra veterana, mas da TV paga: “Shameless”, que é mais assistida pela Netflix do que em seu próprio canal, o Showtime. Na sequência do Top 5, voltam séries longevas de redes comerciais: “Criminal Minds” (atualmente na 12ª temporada), “Supernatural” (11ª temporada) e “NCIS” (14ª temporada). Este fenômeno de redescoberta de séries tradicionais pela Netflix tem sido bastante aproveitado por seus canais originais. O sucesso das antigas temporadas de “Prison Break” em streaming inspirou a Fox a resgatar a série com a produção de novos episódios, oito anos após seu cancelamento. Por outro lado, a apuração também explica porque “Sense8” e “The Get Down” foram canceladas. As duas produções só aparecem em 70º e em 112º lugar, respectivamente, na lista das mais vistas da Netflix. Confira abaixo o Top 10 das séries mais assistidas do serviço de streaming. 1. Grey’s Anatomy (ABC) 2. Shameless (Showtime) 3. Criminal Minds (CBS) 4. Supernatural (CW) 5. NCIS (CBS) 6. Orange Is the New Black (Netflix) 7. Gilmore Girls (CW) 8. The Walking Dead (AMC) 9. Bones (Fox) 10. Stranger Things (Netflix)
2ª temporada de Wynonna Earp revela fotos de personagens e pôster
O canal pago americano SyFy divulgou o pôster e imagens promocionais do elenco da 2ª temporada da série “Wynonna Earp”. “Wynonna Earp” é uma coprodução canadense, criada por Emily Andras (produtor-roteirista de “Lost Girl”) e baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. A premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. A produção é estrelada por Melanie Scrofano (série “Designed Survivor”), Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Shamier Anderson (série “Shots Fired”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Michael Eklund (série “Bates Motel”) e Tim Rozon (série “Lost Girl”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. A 2ª temporada estreia em 9 de junho. Veja também dois trailers da atração aqui.
Netflix avisa que vai cancelar mais séries
Fãs e produtores de séries que se acostumaram a ver as atrações da Netflix serem renovadas eternamente se assustaram com o cancelamento duplo dos últimos dias. Em menos de uma semana, a plataforma cancelou duas séries de cineastas prestigiados, “The Get Down”, de Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), e “Sense8”, das irmãs Wachowski (“Matrix”). Mas cancelamentos deveriam ser mais comuns na Netflix, segundo o CEO do serviço de streaming, Reed Hastings. “Cancelamos pouquíssimas séries. Estou sempre pressionando nossa equipe de conteúdo para tomar mais riscos, experimentar coisas mais loucas. Nós temos que ter uma taxa de cancelamento mais alta”, ele disse, em entrevista à CNBC. Para Hastings, a taxa de sucessos da Netflix é elevada demais para o padrão de produções de séries. Isso faz com que séries de alcance mediano percam importância. E ele quer mais séries que gerem discussão. Segundo o empresário, ao investir em atrações surpreendentes, “passamos a ter obras inacreditavelmente bem-sucedidas, como ’13 Reasons Why’. Essa série foi surpreendente. É um ótimo programa, mas não percebemos o quanto conquistaria o público.” Em outras palavras, Hastings deseja que suas séries não sejam apenas bem-sucedidas. Elas precisam ser extremamente bem-sucedidas. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, “13 Reasons Why” foi uma das séries mais polêmicas e comentadas do ano, por causa da forma com que retrata o suicídio. No começo de maio, ela foi renovada para sua 2ª temporada. Antes de “Sense8” e “The Get Down”, a Netflix só tinha cancelado “Lilyhammer”, “Hemlock Grove”, “Marco Polo” e “Longmire”.
Wynonna Earp volta a matar demônios em dois trailers da 2ª temporada
O canal pago americano SyFy divulgou dois trailers da 2ª temporada de “Wynonna Earp”. As prévias reúnem os elementos básicos da série: demônios, tiroteios e a sensualidade atrevida da personagem-título, vivida pela canadense Melanie Scrofano (série “Designed Survivor”). “Wynonna Earp” é uma coprodução canadense, criada por Emily Andras (produtor-roteirista de “Lost Girl”) e baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. A premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. O elenco também inclui Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Shamier Anderson (série “Shots Fired”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Michael Eklund (série “Bates Motel”) e Tim Rozon (série “Lost Girl”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. A 2ª temporada estreia em 9 de junho.
Novas fotos de Game of Thrones revelam dragão gigantesco de Daenerys em cena de batalha
A revista Entertainment Weekly divulgou novas fotos de “Game of Thrones”. As imagens, acompanhadas pelo indefectível logotipo da publicação, destacam a presença de Daenerys (Emilia Clarke) montada em seu dragão. A criatura cresceu consideravelmente e incendeia campos de batalha. Há também fotos de Jon Snow (Kit Harington) na neve, Arya (Maisie Williams) a cavalo e muitas cenas dos bastidores da produção. Algumas delas, inclusive, remetem à primeira leva de fotos oficiais, divulgadas no mês passado. A 7ª temporada, que será a penúltima da série, estreia em 16 de julho no canal pago HBO.
Premiação da TV britânica repete tradição de consagrar produções da BBC
A Academia Britânica de Cinema e TV (BAFTA, na sigla em inglês) premiou os melhores programas e talentos de 2016 na televisão do Reino Unido, em cerimônia realizada em Londres na noite de domingo (14/5). E embora muitos esperassem uma vitória triunfal de “The Crown”, líder em indicações, a Netflix foi barrada da festa pela tradição de premiar atrações da BBC. O grande vencedor do BAFTA TV Awards foi o drama criminal “Happy Valley”, da BBC, que conquistou duas categorias importantes, com os troféus de Melhor Série de Drama e Melhor Atriz (Sarah Lancashire), numa disputa direta com “The Crown”. Apenas outra produção recebeu dois prêmios: “Damilola, Our Loved Boy”, que venceu como Melhor Telefilme e Melhor Atriz Coadjuvante (Wunmi Mosaku). Detalhe: também é uma produção da BBC. Assim como a Melhor Comédia, “People Just Do Nothing”. De fato, a BBC só não levou o troféu de Melhor Minissérie, conquistado por “National Treasure”, do Channel 4. Todas as demais atrações, inclusive a comédia “Fleabag”, exibida pela Amazon no resto do mundo, e a minissérie “Night Manager”, veiculada pelo canal pago AMC nos EUA, são produções ou coproduções da BBC. E adivinhem quem distribuiu na TV britânica o sucesso americano “American Crime Story: The People vs O.J. Simpson”, vencedor do BAFTA TV de Melhor Série Internacional? Sim, a BBC. No modelo de negócios do Reino Unido, o estado não controla apenas a concessão, mas a própria programação da televisão, exercendo um monopólio com três canais diferentes para competir consigo mesmo. Não é à toa que suas produções vençam prêmios de seu próprio mercado. Especialmente quando quem vota são representantes deste mercado – atores, produtores e técnicos que trabalham, em sua esmagadora maioria, na BBC. Eis o “segredo” do sucesso da BBC no BAFTA TV. Confira abaixo a lista dos principais premiados. Vencedores do BAFTA TV Awards 2017 MELHOR SÉRIE – DRAMA “Happy Valley” MELHOR SÉRIE – COMÉDIA “People Just Do Nothing” MELHOR MINISSÉRIE “National Treasure” MELHOR TELEFILME “Damilola, Our Loved Boy” MELHOR ATRIZ – DRAMA Sarah Lancashire (“Happy Valley”) MELHOR ATOR – DRAMA Adeel Akhtar (“Murdered by My Father”) MELHOR ATRIZ – COMÉDIA Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) MELHOR ATOR – COMÉDIA Steve Coogan (“Alan Partridge’s Scissored Isle”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Wunmi Mosaku (“Damilola, Our Loved Boy”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Tom Hollander (“The Night Manager”) MELHOR SÉRIE INTERNACIONAL “American Crime Story: The People vs O.J. Simpson” MELHOR NOVELA “Emmerdale” MELHOR PROGRAMA DE COMÉDIA OU VARIEDADES “Charlie Brooker’s 2016 Wipe”
Série policial hi-tec APB é cancelada na 1ª temporada
A rede americana Fox anunciou o cancelamento da série estreante “APB”. A premissa chegou a parecer promissora, já que combinava trama policial com o uso de tecnologia de ponta, lembrando vagamente “RoboCop”. Tanto que o primeiro episódio foi assistido por 6 milhões de telespectadores. Mas esse número não demorou a desabar, atingindo 2,7 milhões no episódio final, exibido em abril. Segundo a crítica americana, o programa era trash, como demonstram os 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada por David Slack (produtor-roteirista de “Person of Interest”) e com produção de Matt Nix (criador de “Burn Notice”) e Len Wiseman (criador de “Sleepy Hollow”), a série girava em torno do personagem de Justin Kirk (série “Weeds”), um bilionário que, após testemunhar o assassinado de um amigo, decide combater o crime. Em vez de virar Batman, ele usa seu dinheiro para comprar e equipar uma delegacia de polícia com tecnologia de ponta, aproximando o trabalho policial da sci-fi de “RoboCop”, com drones, supertasers e aplicativos – mas sem robôs. A atração incluía em seu elenco Natalie Martinez (série “Under the Dome”), Caitlin Stasey (série “Neighbours”), Eric Winter (série “Witches of East End”), Taylor Handley (série “Vegas”) e o veterano Ernie Hudson (“Ghostbusters”). O cancelamento acontece após uma variação médica da mesma premissa ser cancelada. “Pure Genius”, passada num hospital com tecnologia de ponta, foi retirada da programação da rede CBS em novembro passado.
Millie Bobby Brown se divertiu tietando Emma Watson e Zac Efron no MTV Movie & TV Awards
A atriz Millie Bobby Brown, a Eleven de “Stranger Things”, de apenas 13 anos de idade, não saiu apenas com o troféu de Melhor Intérprete de Séries no MTV Movie & TV Awards, que aconteceu na noite de domingo (7/5) em Los Angeles. Ela também pôde realizar o desejo de conhecer de perto seus ídolos. Além de pedir uma foto e abraçar de olhinhos fechados Zac Efron (“Vizinhos”), ela foi flagrada tietando Emma Watson, vencedora do troféu de Melhor Intérprete de Cinema por “A Bela e a Fera”. Dá pra ver pelas fotos que ela deu uma surtadinha, observada pelo ator Hugh Jackman, que também saiu do evento com um troféu por “Logan”. Por sinal, Efron retribuiu o carinho publicando uma foto do abraço em seu Instagram, dizendo que ele é que é fã da Eleven de “Stranger Things”! Veja abaixo. Ah, sim, “Stranger Things” venceu como Melhor Série do Ano. Veja a lista completa dos premiados e um resumo de tudo o que aconteceu na premiação neste link. Always fan boy out too much when 0️⃣1️⃣1️⃣'s around. Great to run into the #StrangerThings crew- even BETTER- handing @milliebobbybrown her ?. #mtvawards Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em Mai 7, 2017 às 6:48 PDT
Premiação de cinema e séries da MTV destaca A Bela e a Fera e Stranger Things
O primeiro MTV Movie e TV Awards 2017, nova versão da premiação que até o ano passado contemplava apenas as produções cinematográficas, consagrou “A Bela e a Fera” e “Strangers Things” como seus principais vencedores. Além de Melhor Filme e Melhor Série, as produções ainda destacaram suas protagonistas, Emma Watson e Millie Bobby Brown, como Melhores Atrizes. Uma vitória de targeting, acima de tudo. Mas o que chamou atenção foi o voto anti-racista que dominou as demais categorias, com a eleição da série “black-ish’ como Melhor História Americana e da personagem de Taraji P. Henson em “Estrelas Além do Tempo” como Melhor Heroína do Ano. Figura da vida real, a matemática Katherine Johnson venceu simplesmente os super-heróis Flash, Luke Cage, Arqueiro Verde, a superpoderosa Eleven de “Stranger Things” e a mártir espacial Jyn Erso de “Rogue One”. “Estrelas Além do Tempo” também venceu o novo prêmio Melhor Luta Contra o Sistema, inventado neste ano. Detalhe: entre os indicados, apenas a série “Mr. Robot” não tinha conteúdo anti-racista. Apenas uma produção de super-herói acabou premiada: “Logan”, que rendeu o troféu de Melhor Dupla para Hugh Jackman e Dafne Keen. Curiosamente, o filme foi proibido para menores nos EUA e visto por um público, digamos, diferente dos eleitores de “A Bela e a Fera” e “Strangers Things”. Houve ainda outro contraste curioso na categoria de interpretação cômica, que premiou o ator Lil Rel Howery por um filme de terror, “Corra!”. Para completar, a Pipoca de Melhor Beijo ficou para os jovens de “Moonlight”, filme vencedor do Oscar 2017, que era o único beijo entre atores negros e principalmente o único carinho homossexual entre os indicados. Pra dar um ar engraçadinho ao evento, a apresentação coube ao ator Adam Devine, que já entrou em cena disfarçado de Fera, contracenando com a Bela Hailee Steinfield – praticamente um ensaio para “A Escolha Perfeita 3”, que volta a reunir a dupla. Emma Watson, que estava na plateia parece ter aprovado. Emma aprovou ainda mais a decisão da MTV de juntar atores e atrizes num único troféu, derrubando a barreira de gêneros – ainda que isso represente menos gente premiada. Em seu discurso de agradecimento como vencedora do troféu unissex de Melhor Intérprete, ela destacou: “O movimento da MTV de criar um prêmio sem distinção de gênero significará algo diferente para todos. Mas, para mim, isso indica que atuar diz respeito à capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa e isso não precisa ser separado em duas categorias diferentes”. Taraji P. Henson pegou a deixa e emendou, em sua vez de agradecer: “Eu odeio o separatismo. Odeio que seja homem contra mulher, brancos contra negros, gays contra héteros, seja o que for. Nós somos todos humanos, certo? Deus é muito sábio. Ele nos fez diferentes por uma razão, então a gente tem que entender isso”. Além dos discursos e troféus pipoqueiros, o evento saiu da pauta para empurrar uma apresentação de Noah Cyrus, a irmã de Miley, que está lançando a carreira musical. Mas voltou na apresentação de Camila Cabello, Pitbull e J Balvin, que cantaram “Hey Ma”, da trilha do oitavo longa da franquia “Velozes e Furiosos”, homenageada na cerimônia com o troféu Geração. Confira, sob as fotos dos destaques da premiação, a lista completa dos vencedores. E clique nas imagens abaixo para ampliá-las em tela inteira. Vencedores do MTV Movie e TV Awards 2017 Melhor Filme do Ano “A Bela e a Fera” Melhor Ator ou Atriz em Série Emma Watson, “A Bela e a Fera” Melhor Série do Ano “Stranger Things” Melhor Ator ou Atriz em Série Millie Bobby Brown, “Stranger Things” Melhor Beijo Ashton Sanders e Jharrel Jerome, “Moonlight” Melhor Vilão ou Vilã Jeffrey Dean Morgan, “The Walking Dead” Melhor Heroi ou Heroína Taraji P. Henson, “Estrelas Além do Tempo” Melhor Dupla Hugh Jackman e Dafne Keen, “Logan” Melhor Atuação Cômica Lil Rel Howery, “Corra!” Melhor Cena pra Chorar “This Is Us” – Jack e Randall no caratê Melhor História Americano “black-ish” Melhor Representação de Luta contra o Sistema “Estrelas Além do Tempo” Melhor Documentário “A 13ª Emenda” Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race” Melhor Apresentador de TV Trevor Noah, “The Daily Show With Trevor Noah” Troféu Próxima Geração Daniel Kaluuya Troféu Geração Velozes e Furiosos
Greve evitada: Roteiristas de Hollywood terão aumento e séries diminuirão de tamanho
O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) chegou a um acordo provisório com representantes dos estúdios de cinema e televisão, o que evitou uma greve que poderia ter paralisado a produção de filmes e programas de TV. No novo contrato definido nesta terça-feira (2/5), as partes combinaram que as temporadas de televisão serão mais curtas – um tema importante desde o advento dos serviços de streaming – e haverá um aumento de 15% nos royalties (conhecidos como residuais) de TV. A novidade foi divulgada no site do WGA como uma grande conquista. “Esse resultado e essa determinação são um testamento de sua coragem e sua fé em nós como seus representantes”, diz o texto do sindicato. Os membros ainda têm que aprovar o pacto. O sindicato possui 9 mil integrantes e já tinha realizado uma votação para determinar se entraria em greve caso não conseguisse avanços significativos em suas negociações. Com os membros favoráveis a grave, a data-limite para uma proposta do estúdio era esta terça-feira. O foco das negociações foi justamente a diferença entre os números de episódios de séries da TV paga e streaming e as produções das grandes redes. O sindicato diz que seus membros, que são pagos por episódio, sofreram uma redução média de 23% na renda nos últimos três anos pelo aumento de número de séries “curtas”. Tradicionalmente, as séries a TV aberta duram 22 capítulos, enquanto a média da TV paga e streaming são 13 episódios. O acordo prevê aumento de pagamento por episódio, compensado com a diminuição do número total de capítulos nas grandes redes, e foi fechado com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão, que representa as gigantes do entretenimento Comcast Corp, Walt Disney, CBS, Viacom, Time Warner Inc. e Twenty-First Century Fox Inc. Se uma greve fosse convocada, o primeiro impacto seria visto pelo público nos talk shows de fim de noite da TV americana, que usam equipes de roteiristas para criar piadas sobre temas atuais. A última greve do WGA ocorreu entre 2007 e 2008 e durou 100 dias. As redes de TV exibiram reprises e mais reality shows, os cronogramas de produção de filmes foram atrasados e o prejuízo para a economia do Estado da Califórnia foi estimado em US$ 2,1 bilhões, com cerca de 37 mil pessoas perdendo o emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken.
Séries da Fox saem da Netflix em julho
A Netflix brasileira resolveu tirar de seu catálogo as séries do canal Fox, após uma crise durante as negociações para renovar a exibição das produções da emissora. Com a remoção dos programas, ficarão indisponíveis seriados conhecidos do público mundial, como, por exemplo, “How I Met Your Mother”, “Prison Break”, “24 Horas”, “Glee”, “Bones” e “Sons of Anarchy”. Imagens dessas séries foram, inclusive, usadas para acompanhar o anúncio, divulgado a página do Facebook da empresa de streaming. Ao fim da exibição, uma mensagem afirma que os seriados sairão da programação da Netflix em 1º de julho. Pelas redes sociais, a Netflix informou que, apesar disso, nem todas as séries da Fox deixarão o catálogo nesse mês. A 9ª temporada de “How I Met Your Mother”, que é a última da produção, ficará até o fim do ano, bem como a série “Arquivo X”, dos anos 1990. Mas isso não impediu que muitos usuários postassem comentários lamentando a saída das séries do catálogo. A dificuldade na renovação dos direitos de exibição podem ter relação com planos mais ambiciosos da Fox para seu aplicativo de streaming, Fox Play. Algumas séries estão indo embora. Mas não sem antes uma maratona de despedida. pic.twitter.com/GxGf8XSUT0 — Netflix (@NetflixBrasil) April 27, 2017
7ª temporada de Game of Thrones ganha primeiras fotos oficiais
A HBO divulgou as primeiras fotos da 7ª temporada de “Game of Thrones”, mostrando todos os personagens centrais. As imagens evitam adiantar spoilers, mas já registram a chegada de Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) e Tyrion Lannister (Peter Dinklage) em terra firme. Isto significa que o exército da Mãe de Dragões já está em Westeros. Outras curiosidades das imagens incluem a revelação da última temporada, a precoce Lyanna Mormont (Bella Ramsey), a alegria de Tormund (Kristofer Hivju) diante de Brienne (Gwendoline Christie), Samwell (John Bradley) e Gilly (Hannah Murray) entre os livros da Cidadela, Sandor Clegane (Rory McCann) em meio a um exército, Meera (Ellie Kendrick) arrastando Bran (Isaac Hempstead Wright) na neve, Sansa (Sophie Turner) e Mindinho (Aidan Gillen) com olhares conspiratórios, Jon Snow (Kit Harington) numa armadura negra e Cersei (Lena Headey) no trono de ferro, com Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) a seu lado A 7ª temporada da série estreia em 16 de julho no canal pago HBO.












