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    Z – A Cidade Perdida: Veja o trailer do épico estrelado por Charlie Hunnam e Robert Pattinson

    4 de abril de 2016 /

    A MVP Pictures divulgou o primeiro trailer de “The Lost City of Z”, drama épico passado no começo do século 20, com direção de James Gray (“Era uma Vez em Nova York”). A prévia, voltada para o mercado vietnamita, destaca uma expedição à floresta amazônica, em meio a ataques indígenas, com os personagens de Charlie Hunnam (“A Colina Escarlate”), Robert Pattinson (“Mapas para as Estrelas”) e Tom Holland (o novo Homem-Aranha do cinema). O roteiro, escrito pelo próprio Gray, é baseado no livro “Z – a Cidade Perdida”, de David Grann, sobre a história real do Coronel Percy Harrison Fawcett (Hunnam), que deixou a carreira militar para se tornar explorador. Obcecado pela Amazônia, o britânico se embrenhou nas matas brasileiras para encontrar uma cidade que ele chamava de “Z” e acreditava ser El Dorado, a cidade de ouro. Após várias expedições infrutíferas e a perda de seu financiamento, Fawcett decidiu realizar uma última viagem com seu próprio dinheiro, levando consigo seu filho Jack Fawcett, então com 21 anos, e outros homens de confiança. O grupo partiu em 1925 para o Mato Grosso e nunca mais foi visto. O elenco também inclui Sienna Miller (“Sniper Americano”) e Angus Macfadyen (série “Turn”). A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, e o lançamento está marcado para 27 de outubro no Brasil.

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  • Filme

    Impeachment de Collor vai virar filme

    20 de março de 2016 /

    Os produtores de cinema e séries começa a reagir ao ambiente político brasileiro. Depois do projeto de um filme sobre o Plano Real e de uma série sobre a operação Lava Jato, a RT Features anuncia a produção de um longa-metragem focado no impeachment do presidente Fernando Collor de Melo, em 1992. Segundo informou o jornal Folha de S. Paulo, a RT Features comprou os direitos do livro “Notícias do Planalto”, escrito por Mário Sérgio Conti, para fazer a versão cinematográfica. A produtora, responsável por filmes como “Alemão”, “Tim Maia”, “Frances Ha” e “A Bruxa”, deve começar as filmagens apenas no segundo semestre de 2017 e, no momento, busca um ator para viver Collor. Eleito em 1989, na primeira eleição direta a presidente do Brasil após o período da ditadura militar, Fernando Collor de Melo começou o governo cercado de esperanças, mas logo após sua posse lançou o Plano Collor, que confiscou a poupança dos brasileiros e aprofundou a recessão econômica, sem debelar a inflação na casa de 1200%. A situação se deteriorou com as denúncias de corrupção envolvendo seu tesoureiro, Paulo César Farias, reformas milionárias em sua residência, presentes de empresários e uma entrevista bombástica de seu irmão, Pedro Collor de Melo, à revista Veja. Horas antes de ser julgado no Senado, o político alagoano renunciou à Presidência da República, deixando o cargo para o mineiro Itamar Franco. Ao recuperar seus direitos políticos, elegeu-se senador por Alagoas e se aliou ao presidente Lula, voltando a participar da corrupção federal, flagrado durante a operação Lava-Jato no escândalo conhecido como Petrolão.

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  • Série

    Sam Neill vai estrelar série de época sobre o boom de petróleo do Texas

    15 de março de 2016 /

    O ator Sam Neill (“Jurassic Park”) vai estrelar a série “The Son”, nova produção dramática do canal pago AMC, que vai acompanhar a saga de uma família durante o boom do petróleo no Texas no início do século 20. Segundo o site TV Line, Neill vai interpretar Eli, o patriarca do clã McCullough, que foi sequestrado e criado pela tribo Comanche e aplica o que aprendeu com os nativos americanos em seus negócios atuais. De acordo com a descrição, Eli “nasceu no dia em que o Texas tornou-se uma república independente, ganhando o apelido de ‘Primeiro Filho do Texas’ e é uma relíquia do Velho Oeste, inquieto com a domesticação inexorável do Texas e do futuro incerto de seu legado”. Além do personagem de Neill, a trama vai narrar a história de seu filho mais velho, Pete McCullough, vivido por Henry Garrett (série “Poldark”), e sua neta Jeannie McCullough, interpretada por Sydney Lucas (“Irmãos Desastre”), acompanhando os desafios de três gerações. O elenco também inclui Zahn McClarnon (série “Fargo”) e a mexicana Paola Nunez (novela “Reina de Corazones”). A série de 10 episódios é baseada no romance de Philipp Meyer e será escrita e produzida por Meyer, Kevin Murphy (produtor-roteirista da série “Mystery Science Theater 3000”) e a dupla Lee Shipman e Brian McGreevy (criadores da série “Hemlock Grove”), com previsão de estreia apenas para 2017.

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  • Filme

    Diretor de Senna vai estrear na ficção com filme sobre a criação do Rolls Royce

    30 de janeiro de 2016 /

    O cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) vai produzir a estreia na ficção do diretor Asif Kapadia, responsável pelos documentários “Amy” (2015) e “Senna” (2010). Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, os dois se juntaram para realizar “Silver Ghost”, um filme sobre a história da montadora de carros Rolls Royce. A trama vai abordar a história da icônica marca de carros, que surgiu em 1906 graças à parceria entre os gênios Charles Rolls e Henry Royce. O longa-metragem também enfocará o começo da aviação e o romance secreto entre o barão John Walter Edward Douglas-Scott-Montagu e sua secretária, Eleanor Velasco Thornton, que serviu de modelo para o clássico símbolo presente nos capôs dos Rolls Royce. O projeto foi originalmente desenvolvido pelo cineasta Richard Attenborough (“Ghandi”), que faleceu em 2014. Scorsese declarou, em comunicado, “ter sido cativado pela história de ‘Silver Ghost’ desde que Lord Richard Attenborough me procurou com o projeto”, acrescentando: “Estou muito feliz que vamos poder realizá-lo. É um projeto que requer um grande contador de histórias, e isso é exatamente o que temos com Asif Kapadia.” Ainda não há cronograma para as filmagens de “Silver Ghost”, nem previsão de estreia. Kapadia recentemente anunciou a produção de um novo documentário, desta vez centrado no jogador de futebol argentino Diego Maradona.

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  • Série

    The Crown: Série mais cara já produzida pelo Netflix ganha trailer cinematográfico

    7 de janeiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro trailer da série “The Crown”, sua produção mais cara e ambiciosa, que aborda o reinado da Rainha Elizabeth II, desde seus dias de princesa herdeira até seu casamento real. A prévia de quatro minutos demonstra a grandiosidade da produção, com inúmeros cenários e reconstituição de época precisa, com visual e orçamento (US$ 100 milhões) de superprodução de cinema. O trailer também explora o contexto político e social, além dos bastidores da coroação da então jovem rainha, que aos 25 anos enfrenta a desconfiança de Winston Churchill e outros políticos veteranos, sem contar os problemas com seu marido, o Príncipe Philip, que, refletindo o machismo da época, recusa-se a se submeter às vontades de sua esposa, cedendo apenas porque é obrigado a obedecer a rainha. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série traz Claire Foy (a Ana Bolena da minissérie “Wolf Hall”), como Elizabeth II, Matt Smith (série “Doctor Who”) como o Príncipe Philip, John Lithgow (“O Amor É Estranho”) como Winston Churchill, Jared Harris (“Poltergeist – O Fenômeno”) como o Rei George VI e Alex Jennings (o Príncipe Charles de “A Rainha”) como Eduardo VIII. Com produção do cineasta Stephen Daldry (“Trash”), que assina a direção do primeiro episódio, “The Crow” ainda não teve sua data de estreia anunciada.

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  • Filme

    As Sufragistas dá perspectiva histórica ao feminismo

    1 de janeiro de 2016 /

    “As Sufragistas” reflete bem o espírito dos tempos atuais, em especial do último ano, que testemunhou o avanço do feminismo nas redes sociais e nas artes. O filme é estrelado, escrito, dirigido e produzido por mulheres, num exemplo claro de que o empoderamento feminino de sua trama não deve ficar só na retórica. De fato, a produção supre uma imensa lacuna, levando até a a questionar por que há tão poucos trabalhos sobre a ascensão histórica do feminismo. Afinal, se a mulher hoje pode votar, exercer o seu direito de cidadania e assumir cargos públicos é por causa do esforço e do sacrifício dessas pioneiras que perderam a família, os empregos e até mesmo a própria vida para que o sonho de uma vida digna fosse materializado. Dirigido por Sarah Gavron (“Brick Lane”) e escrito por Abi Morgan (roteirista de “Shame” e “A Dama de Ferro”), “As Sufragistas” acompanha a jornada de Maud Watts, interpretada de forma inspirada pela bela e talentosa Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). Maud é uma jovem que trabalha como lavadeira em uma empresa administrada por um homem acostumado a abusar sexualmente de suas empregadas. E, ao chegar cansada do trabalho, ainda tem que cuidar do filho e do marido (Ben Wishaw, de “007 Contra Spectre”). Ela encontra uma razão para viver ao se aliar a um grupo de mulheres rebeldes que praticam a desobediência civil para chamar a atenção da sociedade. Se com palavras ninguém as ouve, por que não quebrar vidraças, incendiar caixas postais e, se necessário, até mesmo ir para a cadeia para deixarem de ser ignoradas? Um dos pontos mais interessantes da produção está na forma como os investigadores de polícia, encabeçados pelo ótimo Brendan Gleeson (“O Guarda”), tratam o vandalismo femininista como atos de extrema periculosidade, como se aquelas mulheres fossem agentes subversivos ou algo do tipo. De certa forma, os protestos não deixam mesmo de representar uma ameaça para a sociedade machista, que via aqueles protestos como imorais, por sugerirem que as mulheres deixassem de se manter passivas diante da lei e da cultura opressoras. O maior perigo que “As Sufragistas” corre, porém, é pintar os homens de forma excessivamente caricata. A única exceção é o farmacêutico casado com a personagem de Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”), que apoia as ações da esposa, uma das líderes do movimento sufragista. Outra líder, por sinal, é vivida por Meryl Streep (“A Dama de Ferro”). O filme podia obter melhor resultado do ponto de vista artístico, mas, ainda que abrace uma narrativa convencional, a diretora Sarah Gavron se sai bem, tanto na criação de suas adoráveis e corajosas personagens quanto no cuidadoso trabalho de reconstituição de época. Além disso, serve como lição de História e permite o debate de uma importante questão sociocultural.

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  • Filme

    Naturalizado russo, Gerard Depardieu viverá Stalin no cinema

    29 de dezembro de 2015 /

    O ator francês Gerard Depardieu, que se naturalizou russo em 2013 para escapar do imposto de renda de seu país, vai viver o ditador comunista Joseph Stalin no cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, Depardieu vai estrelar “Et Derrière Moi une Cage Vide”, terceiro longa escrito e dirigido pela atriz Fanny Ardant (a eterna “A Mulher do Lado”). Baseado no livro “Le Divan de Staline”, de Jean-Daniel Baltassat, o longa mostrará o ditador comunista em 1950, já no fim da vida, posando para um jovem artista que tem a responsabilidade de criar um monumento em sua homenagem. O elenco também incluirá Emmanuelle Seigner (“A Pele de Vênus”) e Xavier Maly (“Homens e Deuses”). As filmagens vão começar logo nos primeiros meses de 2016.

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