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    Diretor do MIS, cineasta e cinéfilo vira o novo Secretário de Cultura de São Paulo

    25 de novembro de 2016 /

    A gestão do prefeito eleito de São Paulo João Doria ainda não iniciou, mas já está sendo comemorada até por integrantes da oposição, após o anúncio do novo Secretário de Cultura municipal. André Sturm foi escolhido para o cargo na cidade que mais respira, consome e produz cultura no Brasil. Sturm tem uma carreira bastante ligada ao cinema, conhecendo como poucos as diferentes áreas da indústria cinematográfica nacional. Ele é o atual diretor do Museu da Imagem e do Som (MIS) e também responde pelo Programa Cinema do Brasil desde 2006, que organiza a exportação de filmes brasileiros. Sua gestão à frente do MIS é reconhecida por transformar o museu no segundo mais visitado de São Paulo. Retrospectivas com memorabilia e itens pessoais de Stanley Kubrick e David Bowie levaram 80 mil visitantes cada ao local. E a reconstituição do cenário e da história do “Castelo Rá-Tim-Bum”, em 2014, estabeleceu um público de blockbuster para o museu: 410 mil pessoas. Número que pode ser quebrado por “Silvio Santos Vem Aí”, a partir de 7 de dezembro. Diretor-roteirista de dois longas, “Sonhos Tropicais” (2001) e “Bodas de Papel” (2008), Sturm também trabalhou na distribuição de filmes de arte na Pandora Filmes, comandou a programação da Cinemateca Brasileira e até atuou como exibidor, assumindo o célebre Cinema Belas-Artes entre 2004 e 2011. Sua escolha é, por sinal, bem melhor que a primeira opção de Doria, o empresário de televisão Jose Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, que recusou o convite após concluir que sua vinda do Rio seria muito cara. Até o vereador Andrea Matarazzo – ex-secretário estadual da Cultura, hoje no PSD – , que fez oposição à Doria nas eleições, parabenizou o prefeito pela escolha. Quando Matarazzo foi secretário estadual de Cultura, Sturm foi coordenador de Fomento e Difusão, entre 2007 e 2011. No cargo, era responsável pelo ProAC, a lei paulista de incentivo à cultura. Também levou a Virada Cultural a cidades do interior. E, como cinéfilo, uma das suas primeiras declarações, após ser confirmado no cargo, foi no sentido de garantir a continuidade do projeto da SPCine, a melhor iniciativa da gestão atual, do prefeito Fernando Haddad. “Vamos manter com o nível que ela merece. A gestão anterior fez um bom trabalho”, disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. Sturm terá um orçamento restrito para trabalhar – este ano, ele foi estimado em R$ 501 milhões, 2% do total do município. E, segundo revelou, recebeu determinação do prefeito eleito Doria para olhar atentamente para a periferia. “Eu gosto de resumir essa ideia como se a secretaria de Cultura passasse a agir como um catalisador do que acontece nesses lugares”, explicou ao jornal.

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    Prefeitura de São Paulo inaugura rede municipal de cinema

    31 de março de 2016 /

    A Prefeitura de São Paulo inaugurou nesta quarta-feira (30/3) as primeiras salas do Circuito SPCine, sua rede municipal de cinema. A princípio, a “rede” são apenas duas telas, nos centro educacionais unificados do Butantã e Meninos (foto acima), mas, no papel, o projeto prevê 20 salas com ingressos mais baratos – e até gratuitos em quatro Centros Educacionais (CEUs). Como típico político, o prefeito Fernando Haddad inaugurou o que ainda está no papel. “Nós queremos passar o Cinemark, a prefeitura quer ser o maior exibidor”, ele discursou, na entrevista coletiva apresentação da “rede” municipal de cinemas, que na ocasião foi alardeada – e comprada pela imprensa – como já sendo a segunda maior da cidade. A iniciativa é louvável, mas que tal contar as salas que funcionam, não os projetos, especialmente em ano de campanha eleitoral? Longe de marcar uma iniciativa para resgatar a tradição dos cineclubes, a “rede” municipal não pretende se diferenciar muito do circuito exibidor, programando sucessos comerciais. “A ideia é formar público e dar espaço ao cinema brasileiro, sem esquecer a demanda do público dessas regiões por filmes do circuito comercial”, defendeu Alfredo Manevy, diretor presidente da SPCine. Na prática, os novos cinemas começam a exibir o infantil “Snoopy e Charlie Brown – Peanuts, o Filme”, o brasileiro “Mundo Cão” e o blockbuster “Convergente”. As 20 salas estão orçadas, inicialmente, em R$ 7,5 milhões, com 6.500 poltronas e previsão de 200 sessões semanais… a partir de junho, se não houver atrasos no cronograma – e sempre há, em se tratando das inaugurações políticas brasileiras. Além da inauguração das salas imaginárias, também foi assinado o decreto que cria a São Paulo Film Commission, escritório que passa a centralizar pedidos de filmagem na cidade de São Paulo e reduz o tempo gasto para garantir as autorizações necessárias. O tempo limite para resposta às requisições dos produtores ficará entre dois dias úteis, no caso de filmes publicitários, e sete dias úteis, para as demais obras audiovisuais. Haverá ainda a cobrança para uso de espaços públicos como local de filmagem, com descontos conforme a categoria da produção. Segundo Manevy, São Paulo perdeu centenas de filmagens nos últimos dez anos por causa da burocracia. A 2ª temporada de “Sense8”, série americana do Netflix, terá sequências filmadas na cidade.

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