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  • Música

    Dua Lipa abre biblioteca de livros censurados em Portugal

    27 de junho de 2026 /

    Projeto físico do Service95 Book Club será inaugurado na Livraria Lello, no Porto

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  • Etc

    Warner se manifesta em apoio a J.K. Rowling após ameaça de morte

    14 de agosto de 2022 /

    A Warner Bros. Discovery saiu em defesa da escritora J.K. Rowling, após a criadora de Harry Potter e dos filmes de “Animais Fantásticos” receber ameaça de morte de um extremista islâmico no Twitter. A ameaça foi feita no sábado (13/8) em resposta a um post de Rowling expressando seu horror ao ataque violento sofrido um dia antes por Salman Rushdie. Um usuário identificado como Meer Asif Aziz, que em sua biografia no Twitter se descreve como um “estudante, ativista social, ativista político e pesquisador”, publicou para a escritora: “Não se preocupe, você é a próxima”. Após o comentário, Rowling pediu publicamente para que os responsáveis pelo Twitter tomassem alguma atitude com relação à ameaça. “Twitter, alguma chance de apoio?”, escreveu a autora, informando que estava indo à polícia. Em comunicado oficial, a Warner Bros. Discovery condenou às ameaças e defendeu a liberdade de expressão. No texto, o estúdio também deseja pronta recuperação a Salman Rushdie. “A Warner Bros. Discovery condena veementemente as ameaças feitas contra J.K. Rowling. Estamos com ela e todos os autores, contadores de histórias e criadores que corajosamente expressam sua criatividade e opiniões. A WBD acredita na liberdade de expressão, no discurso pacífico e no apoio àqueles que oferecem seus pontos de vista na arena pública”, diz o texto. “Nossos pensamentos estão com Sir Salman Rushdie e sua família após o ato de violência sem sentido em Nova York. A empresa condena veementemente qualquer forma de ameaça, violência ou intimidação quando opiniões, crenças e pensamentos possam diferir”, completa o comunicado. Rowling agradeceu o apoio de todos que saíram em sua defesa, mas muitos também apontaram que ela própria é uma extremista por conta de postagens agressivas, publicadas de forma insistente nas redes sociais, contra direitos de transexuais.

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  • Etc

    Criadora de “Harry Potter” é ameaçada por extremista islâmico: “Você é a próxima”

    13 de agosto de 2022 /

    Um dia depois do atentado contra o escritor Salman Rushdie por um extremista, a criadora de “Harry Potter”, JK Rowling, recebeu uma ameaça pública de morte de outro apoiador do Irã no Twitter. A ameaça foi feita em resposta a um post de Rowling expressando seu horror ao ataque violento sofrido por Rushdie. Um usuário identificado como Meer Asif Aziz, que em sua biografia no Twitter se descreve como um “estudante, ativista social, ativista político e pesquisador”, publicou para a escritora: “Não se preocupe, você é a próxima”. Rowling pediu publicamente ao Twitter para intervir, perguntando ao perfil TwitterSupport: “Alguma chance de algum apoio?”. Mas a ameaça de Aziz permaneceu no ar. Ele também descreveu Hadi Matar, o homem preso pelo ataque contra Rushdie, como um “combatente xiita revolucionário”. Diante da falta de iniciativa do Twitter, Rowling contatou a polícia. Ela também agradeceu as mensagens de apoio de seus seguidores: “A todos que enviaram mensagens de apoio: obrigado. A polícia está envolvida (e já esteve envolvida em outras ameaças)”. Na sexta (12/3), Salman Rushdie foi esfaqueado cerca 15 vezes em uma conferência no estado de Nova York, onde falaria sobre liberdade de expressão. O agente de Rushdie revelou durante a noite que o autor corre o risco de perder o uso de um olho, sofreu danos nos nervos do braço e no fígado. Um dos maiores escritores de sua geração e conhecido por suas posições libertárias, Rushdie é perseguido por autoridades iranianas por blasfêmia desde a publicação de “Os Versos Satânicos” em 1988, romance de fantasia considerado ofensivo a Maomé e à fé islâmica. À época do lançamento do livro, o aiatolá Khomeini, então líder do Irã, decretou uma fatwa (um edito religioso) contra o escritor, sentenciando-o à morte. Com a fatwa, seria obrigação dos muçulmanos matá-lo ao vê-lo em público. Além disso, uma recompensa de mais de US$ 3 milhões foi oferecida para quem lhe tirasse a vida. Por conta disso, Rushdie passou cerca de dez anos sob proteção policial e vivendo na clandestinidade. Mas, com o tempo, passou a relaxar seu temor de morte, chegando a participar de filmes, séries e até de clipes – como “The Ground Beneath Her Feet”, da banda U2. Mais recentemente, ele foi tema e convidado da série “Curb Your Enthusiasm”, que ao longo de sua 9ª temporada, exibida em 2017, satirizou a fatwa contra o escritor. .@TwitterSupport any chance of some support? pic.twitter.com/AoeCzmTKaU — J.K. Rowling (@jk_rowling) August 13, 2022

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    Salman Rushdie deve perder um olho e ter saúde comprometida por atentado

    12 de agosto de 2022 /

    O escritor anglo-indiano Salman Rushdie deve perder um olho, além de ter nervos de seu braço e o fígado comprometidos após o atentado desta sexta-feira (12/8), num evento no estado de Nova York, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada por seu agente, Andrew Wylie, em nota atualizada à imprensa, afirmando ainda que o autor respira com a ajuda de aparelhos e não consegue falar. “As notícias não são boas. Salman provavelmente perderá um olho; os nervos de seu braço foram cortados; e seu fígado foi esfaqueado e danificado”, disse Wylie. O agressor foi identificado como Hadi Matar, de 24 anos. Ele invadiu o palco da Chautauqua Institution, localizada na cidade de mesmo nome, a cerca de sete horas de carro de Nova York City, e esfaqueou o escritor de 75 anos no pescoço e no abdômen, segundo a polícia. Uma testemunha contou à agência Associated Press que viu o autor receber entre 10 e 15 golpes. A endocrinologista Rita Landman, que estava na plateia, subiu rapidamente ao palco para prestar os primeiros socorros e disse ao New York Times que havia uma poça de sangue sob o corpo do autor. Ele foi conduzido às pressas de helicóptero para um hospital e, segundo seu agente, passou por uma cirurgia de emergência durante a tarde. O entrevistador que o acompanhava no evento também foi ferido. A polícia nova-iorquina disse que ainda não se sabe a nacionalidade ou motivação do agressor e que o FBI está envolvido na investigação. Havia agentes policiais no auditório onde Rushdie foi atacado, com capacidade para milhares de pessoas, mas não um esquema especial de segurança com detector de metais. Um dos maiores escritores de sua geração e conhecido por suas posições libertárias, Rushdie é perseguido por autoridades iranianas por blasfêmia desde a publicação de “Os Versos Satânicos” em 1988, romance de fantasia considerado ofensivo a Maomé e à fé islâmica. À época do lançamento do livro, o aiatolá Khomeini, então líder do Irã, decretou uma fatwa (um edito religioso) contra o escritor, sentenciando-o à morte. Com a fatwa, seria obrigação dos muçulmanos matá-lo ao vê-lo em público. Além disso, uma recompensa de mais de US$ 3 milhões foi oferecida para quem lhe tirasse a vida. Por conta disso, Rushdie passou cerca de dez anos sob proteção policial e vivendo na clandestinidade. Mas, com o tempo, passou a relaxar seu temor de morte, chegando a participar de filmes, séries e até de clipes – como “The Ground Beneath Her Feet”, da banda U2. Mais recentemente, ele foi tema e convidado da série “Curb Your Enthusiasm”, que ao longo de sua 9ª temporada, exibida em 2017, satirizou a fatwa contra o escritor.

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  • Etc

    Escritor Salman Rushdie sofre atentado em Nova York

    12 de agosto de 2022 /

    O escritor anglo-indiano Salman Rushdie, de 75 anos, foi esfaqueado no palco de um evento no estado de Nova York, nos Estados Unidos. Ainda não está claro se a ação teria relação com a fatwa (um edito religioso) decretada contra ele em 1989, quando o aiatolá Khomeini, então líder do Irã, o sentenciou à morte por um romance acusado de ridicularizar o Alcorão e Maomé, “Os Versos Satânicos”. Com a fatwa, seria obrigação dos muçulmanos matá-lo ao vê-lo em público. Nesta sexta-feira (12/8), um homem branco, de cabelo raspado e usando roupas camufladas por baixo de um casaco preto, invadiu o palco do anfiteatro do centro educacional Chautauqua Institution, onde Rushdie era entrevistado, e começou a agredi-lo. O escritor caiu no chão e o homem foi contido. A endocrinologista Rita Landman, que estava na plateia, subiu rapidamente ao palco para prestar os primeiros socorros. Ela disse ao New York Times que Rushdie tinha várias facadas, incluindo uma no lado direito do pescoço, e que havia uma poça de sangue sob seu corpo. Ele foi conduzido às pressas para um hospital e não há informações sobre seu estado de saúde atual. O livro “Os Versos Satânicos” de Rushdie é proibido no Irã desde 1988. Muitos muçulmanos consideram a história uma blasfêmia. Após a fatwa de Khomeini, uma recompensa de mais de US$ 3 milhões também foi oferecida para quem tirasse a vida do escritor. Por conta disso, Rushdie passou cerca de dez anos sob proteção policial e vivendo na clandestinidade. Ele mora nos EUA desde 2000 e, com o tempo, passou a relaxar seu temor de morte, chegando a participar de filmes, séries e até de clipes – como “The Ground Beneath Her Feet”, da banda U2. Rushdie apareceu como ele mesmo na popular comédia “O Diário de Bridget Jones” (2001) e na sátira musical “The Rutles 2: Can’t Buy Me Lunch” (2004), interpretou um médico em “Quando Me Apaixono” (2007) e narrou a adaptação de seu livro “Os Filhos da Meia-Noite”, sobre a partição da Índia e o Paquistão, lançada nos cinemas em 2012 com direção de Deepa Mehta. Mais recentemente, ele foi tema e convidado da série “Curb Your Enthusiasm”, que ao longo de sua 9ª temporada, exibida em 2017, satirizou a fatwa contra o escritor.

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  • Série

    Netflix vai transformar best-seller Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie, em série

    29 de junho de 2018 /

    O romance “Filhos da Meia-Noite”, de Salman Rushdie, vai virar uma série da Netflix. Publicado em 1981, o livro se ancora no realismo fantástico para contar a história da independência da Índia. A obra ganhou diversos prêmios, incluindo o Booker Prize – duas vezes. “‘Filhos da Meia-Noite’ é um dos maiores romances do planeta, e seus temas ainda são relevantes para a Índia contemporânea”, afirmou Erik Barmack, vice-presidente de conteúdo original da Netflix. Segundo fontes ouvidas pela publicação, um dos objetivos de transformar o livro em série é expandir os negócios da empresa na Índia. Ainda não há informações sobre elenco e data de lançamento. O livro já foi adaptado para o cinema em 2012, com direção de Deepa Mehta. Na época, a estreia na Índia foi cercada de polêmica, já que Salman Rushdie é mal-visto pelos muçulmanos. Seu romance “Os Versos Satânicos”, de 1988, foi considerado blasfêmia e é proibido no país. Por causa de “Os Versos Satânicos”, Rushdie sofreu uma fatwa e teve seu assassinato ordenado pelo Aiatolá Ruhollah Khomeini, líder do Irã, em 1989. A fatwa contra ele foi renovada em 2005 por Ali Khamenei, que declarou: “Mesmo que Salman Rushdie se arrependa ao ponto de se tornar o homem mais piedoso do nosso tempo, a obrigação permanece para cada muçulmano, de o enviar para o inferno, não importa a que preço, e mesmo fazendo o sacrifício de sua própria vida.”

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