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  • Filme,  Música

    Rebekah Del Rio, cantora de “Cidade dos Sonhos”, morre aos 57 anos

    28 de junho de 2025 /

    Artista ficou marcada por sua interpretação no filme de David Lynch e voltou a trabalhar com o diretor em “Twin Peaks: O Retorno”

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  • Filme

    Família de Roy Orbison desenvolve filme e documentário sobre o cantor

    14 de fevereiro de 2025 /

    Produções destacarão sua trajetória e o romance com Barbara Orbison

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  • Música

    Tom Petty (1950 – 2017)

    3 de outubro de 2017 /

    O cantor e músico Tom Petty foi declarado morto na segunda (2/10), aos 66 anos, após ser encontrado inconsciente em sua casa no domingo, em Los Angeles. O site TMZ revelou que ele não tinha mais atividade cerebral e que a família tomou a decisão de desligar os aparelhos e de não tentar ressuscitá-lo. A causa da morte está sendo tratada como um ataque cardíaco fulminante. Tom Petty decidiu virar músico quando tinha 15 anos e viu os Beatles tocando na TV, no “The Ed Sullivan Show”. “Esse foi um grande momento, de verdade, que mudou tudo. Eu era um fã até aquele ponto, mas essa foi a coisa que me fez querer tocar música. Eu ainda acho que os Beatles fazem a melhor música e tenho certeza que vou para o túmulo com essa ideia”, ele disse, em entrevista à Rolling Stone. Sua banda começou a chamar atenção em 1976, quando o primeiro disco, “Tom Petty and the Hearbreakers”, estourou nas paradas de sucesso, combinando country rock e new wave. Recentemente, ele tinha reunido os integrantes da banda original para uma turnê em comemoração aos 40 anos do álbum clássico, ainda hoje um dos mais lembrados por seus fãs. Ele também teve uma bem-sucedida carreira solo (sem os Heartbreakers) nas décadas seguintes. Ao longo de sua trajetória, vendeu mais de 80 milhões de discos, protagonizou clipes muito criativos e compôs dezenas de clássicos, entre eles “Free Fallin'”, “American Girl,” “The Waiting”, “Breakdown” e “Listen to Her Heart”. Como guitarrista, ainda participou do supergrupo Traveling Wilburys, que juntava Bob Dylan, George Harrison, Jeff Lynne e Roy Orbison. Mas sua carreira não se restringiu à música. Ele também marcou o cinema e a televisão com aparições em diversos projetos. Sua estreia nas telas foi em “FM”, como ele mesmo em 1978, e apenas na década seguinte, em 1987, interpretou seu primeiro personagem, na comédia romântica “Paixão Eterna”, de Alan Rudolph. Seu último papel cinematográfico foi na sci-fi pós-apocalíptica “O Mensageiro” (1997), em que contracenou e foi dirigido por Kevin Costner. Em 2002, ele participou de um dos episódios mais famosos da série animada “Os Simpsons”, em que os personagens entram num acampamento musical com roqueiros famosos. Além de Petty, participaram Mick Jagger, Keith Richards, Lenny Kravitz e Elvis Costello. A experiência acabou lhe rendendo um papel recorrente em outra série animada, “O Rei do Pedaço” (King of the Hill), na qual dublou Lucky Kleinschmidt – personagem que se casou com Luanne, dublada pela também falecida Brittany Murphy – por cinco temporadas, entre 2004 e 2009. Petty também participou do projeto musical Lonely Island, encabeçado pelo comediante Andy Samberg, fazendo uma aparição no disco “Turtleneck & Chain” em 2010. Nos últimos anos, vinha filmando diversos documentários sobre rock, tanto sobre sua carreira quanto de colaboradores ilustres, como George Harrison, Jeff Lynne, Bob Dylan e Roy Orbison. Bob Dylan, que era amigo de Tom Petty desde os anos 1980, quando The Heartbreakers foi sua banda de apoio na turnê True Confessions, divulgou um comunicado sobre a perda do parceiro dos Traveling Wilburys. “É uma notícia chocante e devastadora. Foi um grande artista, cheio de luz, um amigo, e nunca o esquecerei.”

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  • Filme

    Leonardo DiCaprio vai descobrir Elvis Presley e inventar o rock na cinebiografia de Sam Phillips

    21 de outubro de 2016 /

    Leonardo DiCaprio vai viver “o homem que inventou o rock’n’roll” na cinebiografia de Sam Phillips. Segundo o site The Wrap, a Paramount Pictures adquiriu os direitos do livro “Sam Phillips: The Man Who Invented Rock‘N’Roll” para o astro produzir e estrelar. O filme será desenvolvido pela produtora Appian Way, de DiCaprio, e contará a história de como o dono de uma pequena gravadora do interior dos EUA descobriu Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, Roy Orbison, Johnny Cash, Carl Perkins, Ike Turner e muitos outros, gravando um som que ninguém nunca tinha ouvido antes. A história de Sam Phillips é metade fato e metade ficção. Virou folclore oral, de tantos causos que originou. Desde a premissa de que ele ficaria milionário se encontrasse um branco que cantasse música negra, numa deixa para a entrada acidental de Elvis em sua empresa, querendo gravar um disco de presente para sua mãe, até a origem do primeiro compacto do rock, “Rocket 88”, que registou som distorcido porque o amplificador de Ike Turner caiu do carro a caminho do estúdio. O fato é que os discos lançados pela pequena Sun Records, no Memphis, mudaram a história da música popular americana. Ou melhor, a música do planeta. E se há dois filmes sobre o estouro do blues via Chess Records, já era hora de alguém contar a origem do rock nos anos 1950, tendo como guia a discografia da Sun Records. Embora um roteirista ainda não tenha sido contratado, a boa notícia é que autor do livro é Peter Guralnick, um dos maiores especialistas na história da música popular americana e maior autoridade crítica sobre Elvis Presley, graças a duas obras obrigatórias, “Last Train to Memphis: The Rise of Elvis Presley” e “Careless Love: The Unmaking of Elvis Presley”, sobre a ascensão e a queda do Rei do Rock. Curiosamente, antes de virar livro, “Sam Phillips: The Man Who Invented Rock‘N’Roll” foi filme: um documentário do canal pago americano A&E, exibido em 2000, com roteiro do próprio Guralnick e direção de Morgan Neville, vencedor do Oscar de Melhor Documentário por “A Um Passo do Estrelato” (2013). O livro só foi publicado no ano passado.

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  • Filme

    Lenda do rock Roy Orbison vai ganhar cinebiografia

    30 de setembro de 2016 /

    O lendário roqueiro Roy Orbison vai ganhar uma cinebiografia. O site Deadline informou que os herdeiros do cantor de “Oh, Pretty Woman”, “In Dreams”, “Only the Lonely” e outros hits eternos se juntaram para produzir o filme, que está sendo escrito pela dupla Ray Gideon e Bruce Evans, responsável pelos clássicos “Starman – O Homem das Estrelas” (1984) e “Conta Comigo” (1985), além do bom suspense “Instinto Secreto” (2007). Intitulado “The Big O: Roy Orbison”, o filme vai lidar com uma história cheia de tragédias e triunfos, sobre um cantor que tinha uma voz tão perfeita que causava inveja em Elvis Presley e até em roqueiros atuais como Bruce Springsteen, e foi tão popular que teve sua turnê inglesa dos anos 1960 aberta pelos Beatles! Roy Orbison era um dos poucos pioneiros do rock’n’roll que ainda não tinha recebido atenção de Hollywood. Seus companheiros de gravadora Johnny Cash (“Johnny and June”) e Jerry Lee Lewis (“A Fera do Rock”) já ganharam filmes e Elvis Presley teve duas produções televisivas sobre sua vida. Os quatro, mais o rockabilly Carl Perkins, popularizaram o rock nos anos 1950, a partir de lançamentos da pequena gravadora Sun Records, em Memphis, no Tennessee. Cada um dos dos pioneiros teve um destino diferente. No caso de Orbison, não foi o vício (Cash), o escândalo sexual (Lewis), um acidente de moto (Eddie Cochran), de avião (Buddy Holly) ou o excesso de remédios (Elvis) que custou sua carreira, mas a depressão. Ele sofreu um grande baque nos anos 1960 devido a uma série de tragédias pessoais, com a morte de sua esposa Claudette em um acidente de moto, que ele presenciou, e de seus filhos mais velhos em um incêndio em casa, enquanto estava em turnê. O cantor levou quase duas décadas para se recuperar, mas deu a volta por cima, com um novo casamento e sendo redescoberto por uma nova geração, graças ao modo espetacular com que David Lynch usou “In Dreams” no filme “Veludo Azul” (1986) e à formação de uma superbanda com Bob Dylan, Tom Petty, Jeff Lynne e George Harrison, chamada Traveling Wilburys, em 1988. Orbison voltou a fazer sucesso já cinquentão. Mas, infelizmente, sofreu um ataque cardíaco fulminante quando estava se preparando para lançar seu disco de retorno, aos 53 anos de idade. O álbum rendeu “You Got It”, um dos maiores sucessos de sua carreira, que o colocou de volta no Top 10 da Billboard após 25 anos. Para completar, dois anos depois de sua morte, o filme “Uma Linda Mulher” (1990) relançou o hit “Oh, Pretty Woman” em todas as rádios do mundo. “A história de meu pai é uma viagem fantástica”, disse Alex Orbison. “Ele era tão inspirador como pessoa, porque, depois de tudo o que passou, o bom e o mau, ele ainda tinha uma visão positiva da vida, e era gentil e maravilhoso. O filme irá espelhar a história como uma música Roy Orbison: entre triunfo e tragédia, às vezes perdendo a menina e, por vezes, ficando com a menina, e terminando numa nota alta. A história de vida de nosso pai tem uma qualidade cinematográfica inegável e sentimos que a narração está em mãos extremamente capazes com Bruce e Ray”.

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