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    Joaquin Phoenix é cartunista quadriplégico no trailer de novo longa de Gus Van Sant

    27 de abril de 2018 /

    A Amazon divulgou um novo trailer de “Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot”, comédia dramática do cineasta Gus Van Sant (“Milk”), que traz Joaquin Phoenix (“Ela”) como um cartunista quadriplégico. O filme é uma cinebiografia do cartunista John Callahan e narra como ele superou abusos sexuais, vícios e um acidente de carro que o deixou confinado numa cadeira de rodas para virar cartunista nos anos 1970. De estilo inconfundível, seus quadrinhos cheios de humor negro – e por vezes controversos – o tornaram famoso. Com o projeto, Joaquin Phoenix volta a ser dirigido por Van Sant, após os dois trabalharam juntos em “Um Sonho sem Limites” (1995), segundo filme do ator, então com 21 anos. Marcante para o jovem, a produção foi o primeiro trabalho em que ele foi creditado como Joaquin Phoenix, já que até então era chamado de Leaf Phoenix. O elenco também inclui Jonah Hill (“Anjos da Lei”), Jack Black (“Jumanji”) e Rooney Mara (“Lion”) com figurinos e penteados de 40 anos atrás. Exibido no Festival de Sundance 2018 e no Festival de Berlim 2018, o filme estreia em 13 de julho nos Estados Unidos e não tem previsão para o Brasil.

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    Maria Madalena traz um olhar feminino para a vida de Jesus

    24 de março de 2018 /

    Há tantos filmes sobre Jesus que os realizadores ainda interessados no tema buscam mudar um pouco o foco, o ponto de partida, o recorte ou mesmo o ponto de vista. Temos o caso recente de “Últimos Dias no Deserto”, de Rodrigo García, que fazia um recorte do período de sete dias em que Cristo jejuou e combateu tentações. “Maria Madalena”, de Garth Davis, é um pouco mais ousado em sua proposta: quer contar a história pelo ponto de vista de Madalena. É interessante como, até os dias de hoje, a imagem de Maria Madalena ainda é associada a uma prostituta. Ou, no mínimo, a uma mulher com uma sexualidade muito forte. O próprio filme de Martin Scorsese, “A Última Tentação de Cristo”, em sua adaptação do romance homônimo de Nikos Kazantzákis, misturava a personagem de Madalena com a prostituta que seria apedrejada e é salva pelo nazareno. Por isso, pode causar estranheza ver uma Madalena mais dedicada ao mestre do que os apóstolos Pedro (Chiwetel Ejiofor) e Judas (Tahar Rahim), para citar os que mais aparecem na narrativa. Rooney Mara está ótima como uma Madalena que acredita ser possuída por demônios – seus familiares acham que são os demônios que a impedem de querer se casar com um forte pretendente. Como ela não nutre amor pelo homem, quer mesmo é seguir aquele estranho e intrigante profeta que tem arrebanhado cada vez mais pessoas por onde passa. Mas demora um pouco para aceitarmos Joaquin Phoenix como Jesus, embora, aos poucos, sua abordagem desperte maior envolvimento. Inclusive nas escolhas do filme em mostrá-lo sorrindo, junto com Madalena, em cenas que compartilham juntos. Passa uma leveza que normalmente não se vê em obras que tratam da vida de Jesus. Até as cenas da crucificação são rápidas, o que não quer dizer que não sejam dolorosas. O que também parece novidade é o diferencial no que se refere à ressurreição de Jesus, trazendo dúvidas sobre seu ressurgimento real e material do sepulcro. Afinal, ele aparece apenas para Madalena e é ela a portadora da boa nova, de que Jesus vive – ao contrário dos evangelhos canônicos, onde ela é apenas a primeira a ver Jesus ressuscitado. Algo que fica no ar é um certo clima de amor romântico não consumado que parece haver entre Madalena e Jesus. Porém, este tipo de impressão pode dizer mais do espectador do que filme em si, já que não é de maneira nenhuma explicitado. Talvez a impressão seja consequência da beleza esplendorosa de Rooney Mara, de seu olhar e de seu sorriso, ao olhar para o mestre. Longe de sugerir volúpia, mas sim uma figura cheia de energia e amor, o que pode confundir. De todo modo, esse tipo de confusão está de acordo com certo diálogo entre Pedro e outro apóstolo: os dois acreditam que a entrada de Madalena no corpo de apóstolos não seria bom para o grupo. Quanto à narrativa, é bom termos um filme narrado sem pressa, sem um particular interesse em conquistar um grande público. É um trabalho quase sensorial, no modo como brinca com a luz e com os olhares e os diálogos lentos dos personagens. “Maria Madalena” pode até não ser um grande filme, mas certamente está bem longe de ser uma obra ordinária ou esquecível, e ainda tem como vantagem o fato de dialogar com o atual momento de empoderamento feminino.

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  • Filme

    Rooney Mara lança grife de moda vegana

    10 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Rooney Mara (“Lion”) criou uma nova grife de moda vegana, chamada Hiraeth (uma palavra galesa que se traduz como “saudade do lar”), com sua melhor amiga Sarah Schloat. Em entrevista para a revista Vogue, a atriz explicou que, desde que virou vegana há sete anos, vinha tendo dificuldades para encontrar casacos e sapatos de couro que se alinhassem com seus valores. “Eu percebi que não havia muitas opções de ‘couro falso’ disponíveis para alguém como eu, que tem interesse em design e busca peças de alta qualidade”. A coleção de vestidos e calçados é desprovida não apenas de couro, mas também de lã, seda, caxemira e outros materiais derivados de animais. As peças variam de preço entre US$ 160 e US$ 1,5 mil. E tudo é feito em Los Angeles. As fotos disponíveis no Instagram foram clicadas por Amanda Demme, viúva do diretor Ted Demme e fotógrafa premiada, que começou a carreira como supervisora musical de diversos filmes e séries, entre eles “Meninas Malvadas” (2004) e “Felicity” (1999-2000). Thank you @voguemagazine, @voguerunway & @emilyfarra for the thoughtful mention ?|| Link in bio || Photo by Amanda Demme || Hiraeth FW2018 Francis slip dress ||#HIRAETH #animalfree Uma publicação compartilhada por HIRAETH (@hiraeth.collective) em 9 de Fev, 2018 às 12:14 PST HIRAETH FW2018 || Shot by Amanda Demme || #HIRAETH #animalfree Uma publicação compartilhada por HIRAETH (@hiraeth.collective) em 4 de Fev, 2018 às 9:20 PST HIRAETH Fall/Winter2018 || Shot by Amanda Demme || #HIRAETH #animalfree Uma publicação compartilhada por HIRAETH (@hiraeth.collective) em 2 de Fev, 2018 às 9:13 PST H I R A E T H | Animal Free | Made in Los Angeles | Photo by @amandademme Uma publicação compartilhada por HIRAETH (@hiraeth.collective) em 26 de Jan, 2018 às 9:19 PST HIRAETH FW2018 || The Louise color block slipper with contrast stitching || #HIRAETH #animalfree Uma publicação compartilhada por HIRAETH (@hiraeth.collective) em 4 de Fev, 2018 às 7:35 PST The Hanne Moto boot #HIRAETH #animalfree Uma publicação compartilhada por HIRAETH (@hiraeth.collective) em 30 de Jan, 2018 às 11:00 PST

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  • Música

    Atriz de Ninfomaníaca se junta a Natalie Portman em musical da cantora Sia

    2 de fevereiro de 2018 /

    A atriz francesa Stacy Martin (“Ninfomaníaca”) se juntou a Natalie Portman (“Jackie”) em “Vox Lux”, um musical com canções inéditas da cantora australiana Sia. O filme gira em torno de Celeste (papel de Portman), uma garota que escapa de uma tragédia para se tornar uma popstar de sucesso internacional. O filme deve se concentrar na história de transformação da vida dela ao longo de 15 anos, desde 1999 até os dias atuais. O longa também inclui em seu elenco Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e as filmagens estão previstas para começar neste mês de fevereiro com roteiro e direção de Brady Corbet, que vai usar câmeras de 65mm para projeções em grandes telas de cinema. Corbet é um jovem ator de 28 anos, de filmes como “Violência Gratuita” (2007) e “Força Maior” (2014), que estreou na direção com o impressionante “The Childhood of a Leader”, vencedor de diversos prêmios, inclusive no Festival de Veneza de 2015. “Vox Lux” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Natalie Portman vai viver pop star em filme com músicas da cantora Sia

    28 de janeiro de 2018 /

    A atriz Natalie Portman já dançou em “Cines Negro” e agora vai cantar em “Vox Lux”, um musical com canções inéditas da cantora australiana Sia. Ela vai substituir Rooney Mara (“Carol”), previamente escalada, que teve problemas de agenda. Segundo o site da revista Variety, Portman vai interpretar Celeste, uma garota que escapa de uma tragédia para se tornar uma popstar. O filme deve se concentrar na história de transformação da vida dela ao longo de 15 anos, desde 1999 até os dias atuais. O longa também inclui em seu elenco Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). As filmagens estão previstas para começar em fevereiro com roteiro e direção de Brady Corbet, que vai usar câmeras de 65mm para projeções em grandes telas de cinema. Corbet é um jovem ator de 28 anos, de filmes como “Violência Gratuita” (2007) e “Força Maior” (2014), que estreou na direção com o impressionante “The Childhood of a Leader”, vencedor de diversos prêmios, inclusive no Festival de Veneza de 2015. “Vox Lux” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Weinstein Company suspende todos lançamentos, incluindo Maria Madalena

    21 de janeiro de 2018 /

    A empresa dos irmãos Weinstein, The Weinstein Company, desistiu de manter seu cronograma de lançamentos, após o escândalo que envolveu seu proprietário Harvey Weinstein. Enquanto negocia com possíveis compradores, o estúdio decidiu suspender suas estreias futuras, inclusive de títulos que já tinha começado a divulgar, como “Maria Madalena”. O filme religioso, que traz Rooney Mara no papel-título e Joaquin Phoenix como Jesus, tinha estreia prevista para 30 de março, no fim de semana da Páscoa. Também foram suspensas a comédia “War with Grandpa”, com Robert De Niro, e “The Upside”, remake do sucesso francês “Intocáveis” (2011) com Bryan Cranston e Kevin Hart, agendados para fevereiro e março, respectivamente. Eles se juntam ao adiamento anterior de “A Batalha das Correntes” (The Current War), em que Benedict Cumberbatch vive Thomas Edison. Previsto para 24 de novembro nos Estados Unidos, o filme não tem mais expectativa de estreia. Não está claro como ou se a decisão da TWC afetará a distribuição internacional desses filmes. Dos quatro citados, apenas “Maria Madalena” tem estreia marcada no Brasil, para o dia 15 de março.

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    Trailer do novo filme de Gus Van Sant traz Joaquin Phoenix como cartunista quadriplégico

    17 de janeiro de 2018 /

    O Amazon Studios divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot”, cinebiografia do cartunista John Callahan, que traz Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) no papel principal. O filme narra como Callahan superou abusos sexuais, vícios e um acidente de carro que o deixou quadriplégico para virar cartunista nos anos 1970. De estilo inconfundível, seus quadrinhos cheios de humor negro – e por vezes controversos – o tornaram famoso. Com o projeto, Joaquin Phoenix volta a ser dirigido por Van Sant, após os dois trabalharam juntos em “Um Sonho sem Limites” (1995), segundo filme do ator, então com 21 anos. Marcante para o jovem, a produção foi o primeiro trabalho em que ele foi creditado como Joaquin Phoenix, já que até então era chamado de Leaf Phoenix. O elenco do filme também inclui Jonah Hill (“Anjos da Lei”), Jack Black (“Jumanji”) e Rooney Mara (“Lion”) com figurino e penteados de 40 anos atrás. A première vai acontecer no fim de semana no Festival de Sundance 2018 e a estreia comercial está prevista para maio nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Pôster traz Rooney Mara como Maria Madalena e Joaquin Phoenix como Jesus

    18 de dezembro de 2017 /

    A Universal (o estúdio, não a igreja) divulgou o primeiro pôster de “Maria Madalena”, filme religioso sobre uma das personagens mais controvertidas do Novo Testamento. A imagem reúne Rooney Mara (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), que interpreta o papel-título, e Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) como Jesus. A primeira prévia da produção apontou um retrato de Madalena como um dos apóstolos, seguindo os textos gnósticos. Não só isso, mostrou-a como a discípula predileta de Jesus, herdeira de sua palavra, responsável inclusive por batizados e por trazer as mulheres para o cristianismo. Mas após a morte de Cristo teria sido proibida de falar em nome dele por Pedro, que os católicos consideram o primeiro papa. Esse confronto é descrito no “Evangelho de Maria Madalena”, manuscrito encontrado junto com outros textos do cristianismo primitivo em escavações do Egito e só publicado em 1955. No primeiro trailer do filme, o embate ganha matizes de luta de gênero. Pedro, por sinal, é interpretado por um ator negro, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), o que também pode render polêmica. O elenco ainda destaca Tahar Rahim (“O Passado”) como Judas. Dirigido por Garth Davis, que já tinha trabalhado com Rooney Mara em “Lion” (2016), o filme tem roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo apresentado como “um retrato autêntico e humanista” de Maria Madalena. A estreia está marcada para 22 de março no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Primeiro trailer legendado de Maria Madalena provoca com polêmica religosa

    29 de novembro de 2017 /

    A Universal (o estúdio, não a igreja) divulgou o primeiro trailer legendado de “Maria Madalena”, e a prévia revela uma produção bastante polêmica. Considerada uma das personagens mais controvertidas do Novo Testamento, ela é vivida por Rooney Mara como um dos apóstolos, seguindo os textos gnósticos. Não só isso, surge como a discípula predileta de Jesus, herdeira de sua palavra, responsável inclusive por batizados e por trazer as mulheres para o cristianismo, mas após sua morte é proibida de falar em nome dele por Pedro, que os católicos consideram o primeiro papa. Esse confronto é descrito no “Evangelho de Maria Madalena”, manuscrito encontrado junto com outros textos do cristianismo primitivo em escavações do Egito e só publicado em 1955. No trailer, o embate ganha matizes de luta de gênero. Pedro, por sinal, é interpretado por um ator negro, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), o que também pode render questionamentos. O elenco ainda destaca Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) como Jesus e Tahar Rahim (“O Passado”) como Judas. Nos cinemas, Maria Madalena já foi interpretada por grandes atrizes como Barbara Hershey (“A Última Tentação de Cristo”), Juliette Binoche (“Maria”) e Monica Bellucci (“A Paixão de Cristo”). E todas seguiram, mais ou menos, a versão popularizada pela Igreja Católica de que Maria Madalena foi uma prostituta salva por Jesus Cristo após se arrepender de seus pecados, visão sustentada até hoje em produtos como os DVDs da “Coleção Bíblia Sagrada”. Entretanto, muitos teólogos contestam essa versão, já que nenhum apóstolo afirma isso categoricamente. O próprio Papa Francisco publicou um texto neste ano em que chama Maria Madalena de Apóstola da Esperança, dando reconhecimento a sua importância original, ainda que mantendo a história de que ela “mudou de vida” após ver Jesus ressuscitado. Mas há abordagens mais controvertidas ainda, como a apresentada na adaptação do best-seller “O Código Da Vinci” (2006), que mostrou uma descendente de Jesus e Maria Madalena, razão pela qual a produção foi rechaçada pela Igreja. Dirigido por Garth Davis, que já tinha trabalhado com Rooney Mara em “Lion” (2016), o filme tem roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo apresentado como “um retrato autêntico e humanista” de uma figuras mais enigmáticas e incompreendidas do Novo Testamento. A estreia está marcada para 22 de março no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Veja a primeira foto de Rooney Mara como Maria Madalena em superprodução religiosa

    27 de novembro de 2017 /

    A Universal divulgou a primeira foto da atriz Rooney Mara (“Carol”) na superprodução religiosa baseada na vida de Maria Madalena. O filme tem direção de Garth Davis (“Lion”), que também aparece numa imagem dos bastidores da produção. Veja abaixo. Este é o segundo trabalho consecutivo a juntar a atriz e o diretor, após o premiado “Lion”. O elenco também inclui Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) como Jesus, Tahar Rahim (“O Passado”) como Judas e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como Pedro. Nos cinemas, Maria Madalena já foi interpretada por grandes atrizes como Barbara Hershey (“A Última Tentação de Cristo”), Juliette Binoche (“Maria”) e Monica Bellucci (“A Paixão de Cristo”). Mas talvez a escalação de um ator negro para o papel do primeiro Papa católico renda mais polêmica que a abordagem da própria Maria Madalena, uma das personagens mais controvertidas do Novo Testamento. Embora tenha se popularizado a versão de que Maria Madalena foi uma prostituta salva por Jesus Cristo após se arrepender de seus pecados, visão sustentada até hoje em produtos como os DVDs da “Coleção Bíblia Sagrada”, muitos teólogos afirmam que nenhum apóstolo afirma isso categoricamente. Há vertentes que defendem que ela também foi apóstola. Mais controvertida ainda, existe até uma teoria de que Maria Madalena teve filhos com Jesus Cristo, como visto na adaptação do best-seller “O Código Da Vinci” (2006), razão pela qual a produção foi rechaçada pela Igreja Católica. Produzido pela equipe vencedora do Oscar por “O Discurso do Rei” (2010), o filme terá roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo apresentado como “um retrato autêntico e humanista” de uma figuras mais enigmáticas e incompreendidas do Novo Testamento. A estreia está marcada para 22 de março no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Atriz de Blade Runner 2049 será irmã malvada de Lisbeth Salander no novo filme da franquia Millennium

    23 de outubro de 2017 /

    A atriz holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”) está em negociações para participar de “Millennium – A Garota na Teia da Aranha”, que surge como uma espécie de continuação de “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011). Segundo o site da revista Variety, ela deve interpretar a irmã malvada da heroína Lisbeth Salander, que será vivida pela inglesa Claire Foy, estrela da série “The Crown”. O projeto um tanto bizarro da Sony não é uma continuação direta, mas um salto na história, que passa batido por dois livros e muda todo o elenco, resultando num reboot envergonhado. Originalmente, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu só três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e reviveu o interesse da Sony nos personagens. A trilogia de Larsson chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Mas o remake com Daniel Craig e Rooney Mara, apesar de indicado a cinco Oscars, teve fraco desempenho internacional, porque o público já tinha visto os filmes originais. O que explica a falta de interesse da Sony em continuar investindo em histórias já filmadas e sua opção por ir direto em “A Garota na Teia de Aranha”, o único dos livros inéditos no cinema. A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que vai trabalhar com um roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). Atualmente em fase de pré-produção, o filme tem lançamento previsto para outubro de 2018.

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    De Rainha Elizabeth a hacker punk bissexual: Claire Foy será Lisbeth Salander em A Garota na Teia de Aranha

    15 de setembro de 2017 /

    Difícil imaginar Claire Foy, que interpreta a Rainha Elizabeth na série “The Crown” (e antes foi Anna Bolena em “Wolf Hall” e a aristocrata Lady Persephone Towyn em “Upstairs Downstairs”), como uma hacker punk bissexual de 23 anos. Mas é exatamente isso que a Sony Pictures espera que o público veja em “A Garota na Teia de Aranha”. O estúdio oficializou a contratação da atriz para o papel de Lisbeth Salander, que já foi interpretado por Noomi Rapace e Rooney Mara em outros filmes da franquia literária “Millennium” (veja as duas à caráter logo abaixo). A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que também deve mexer no roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). “Eu não poderia estar mais empolgado sobre Claire tomar as rédeas da icônica Lisbeth Salander. Claire é incrível, um talento raro que vai injetar uma nova e empolgante vida em Lisbeth. Mal posso esperar para levar essa história para um público mundial, com Claire Foy no centro”, afirmou o diretor em comunicado, citando o nome da atriz três vezes em três frases. A adaptação seguirá uma trajetória confusa, já que, anteriormente, a Sony filmou o primeiro dos três livros escritos pelo sueco Stieg Larsson, “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011. Fincher queria fazer uma continuação e estruturou o filme de modo que tivesse uma sequência. Mas o estúdio protelou, protelou e agora decidiu filmar… o quarto dos três livros. Ou melhor, o livro publicado após a morte de Larsson e o fecho da trilogia, escrito por David Lagercrantz com os mesmos personagens. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. A Sony correu para lançar sua versão, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake americano teve fraco desempenho internacional, porque obviamente todos já conheciam a história. “A Garota na Teia de Aranha” é o único dos livros da franquia que não foi filmado. A opção da Sony resulta num produto bizarro, já que, ao mudar todo o elenco, a produção perdeu as características de uma continuação tradicional. Mas também não será um típico reboot, pois deverá levar em conta as relações dos protagonistas, introduzidas no filme de Fincher, que não teve resolução. Fincher chegou a sugerir condensar os dois livros seguintes num único filme, mas a Sony decidiu ir direto para o quarto volume, com outro diretor e elenco. Não se sabe como o estúdio irá lidar com a transição das histórias, mas a opção por contar uma trama que ainda permanece inédita nos cinemas parece mesmo resultado de uma reflexão sobre o crescente desinteresse internacional nos remakes americanos. A adaptação de “A Garota na Teia de Aranha” será produzida por Amy Pascal (ex-CEO da Sony) e a equipe original de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, encabeçada por Scott Rudin. A estreia foi marcada para outubro de 2018.

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    De Canção em Canção exalta obsessão de Terrence Malick pela beleza mundana

    29 de julho de 2017 /

    O azar de Terrence Malick foi a crítica ter adorado “A Árvore da Vida” (2011), em que ele usou talvez pela primeira vez o uso da câmera-chicote, que trabalha a aproximação e a rejeição ao mesmo tempo. É um tipo de efeito muito interessante, mas imagina só ver uma obra inteira feita dessa maneira, e com cortes rápidos, que impedem que quase nunca possamos ver imagens estáticas, a não ser quando a câmera está dentro de um barco, por exemplo – como na cena com Cate Blanchett (“Carol”) em seu novo trabalho, “De Canção em Canção”. O que se pode perceber também na nova obra é o quanto Malick passou de cineasta existencialista e religioso para um homem interessado nas coisas, digamos, mais mundanas. Ele aborda o amor, algo transcendental em qualquer forma que seja apresentado, mas o diretor está muito interessado em filmar rostos bonitos. Se em “A Árvore da Vida” e também em “Amor Pleno” (2012), Jessica Chastain e Olga Kurylenko pareciam figuras angelicais, esse sentimento é deixado de lado no novo filme. Ou ao menos, é diminuído consideravelmente, já que a personagem de Rooney Mara (“Lion”) parece estar vivendo uma crise de consciência tremenda, ao ficar com dois homens ao mesmo tempo, traindo o namorado vivido por Ryan Gosling (“La La Land”) pela personificação do cafajeste conquistador vivido por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Os dois atores, é bom dizer, funcionam muito bem dentro desses papéis. Não é uma má escolha no casting. Mas o excesso de voice over e de tentativa de dar profundidade às suas angústias acaba por tirar-lhes a voz. Por causa disso é que uma cena que deveria ser impactante, envolvendo Natalie Portman (“Jackie”), acaba não tendo força. Seria por culpa da edição, que tirou muito de sua personagem no enredo? Quem sabe. Mas o fato é que assistir a “De Canção em Canção” é quase um desafio. Não é todo mundo que entra na sala de cinema e fica até o final. Muitos espectadores vão embora, coisa que aconteceu com “A Árvore da Vida” também. Assim, é preciso entrar na sala esperando ver um filme de Terrence Malick. O Malick dos anos 2010, mais disposto a contar uma história de maneira fragmentada e estilizada, com uma câmera que não para de rodopiar, quase como num cacoete. O filme também gera frustração na questão da música, que é o pano de fundo da trama e está em evidência no título. Algumas das canções são muito boas, mas quando elas começam a tocar e o filme fica parecendo um belo trailer (como são belos os trailers dos filmes do Malick, hein?), são interrompidas, causando mais irritação. Tudo em prol de manter flutuantes os vai-e-vens da câmera do mexicano Emmanuel Lubeski (tricampeão do Oscar). Aliás, uma das melhores coisas do filme e o que mais segura o espectador é a beleza das imagens que Lubeski capta. Mais até que o interesse pelos roqueiros famosos filmados (Patti Smith, Iggy Pop, Red Hot Chilli Peppers, John Lydon, Florence Welch, Lykke Li, Tegan & Sara, etc). E entre as belas imagens está o elenco. Cate Blanchett aparece pouco, mas poucas vezes foi fotografada de forma tão deslumbrante como em “De Canção em Canção”. É até perdoável que Malick tenha se deixado inebriar pela beleza de suas atrizes, entre elas a francesa Bérénice Marlohe (“007 – Operação Skyfall”). Fazer cinema é muitas vezes registrar a beleza dos corpos jovens da melhor maneira possível, a fim de eternizá-los. Em alguns momentos, Malick quase se deixa levar pelo lado mais sensual, com personagens, principalmente as femininas, tocando ou tendo tocado o seu sexo com volúpia. E, nisso, vale destacar também uma cena de amor entre duas mulheres, o que só aumenta o sentimento de fascínio do diretor pela beleza sensual, ainda que seja uma beleza sempre branca, emoldura por filtros e por uma arquitetura luxuosa e envolta pelas coisas que o dinheiro pode comprar.

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