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  • Filme

    Gravação do tema de A Bela e a Fera por Ariana Grande e John Legend ganha vídeo de bastidores

    24 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou um vídeo de bastidores da gravação da música “Beauty and the Beast”, tema do filme “A Bela e a Fera”, nas vozes de Ariana Grande e John Legend. A música, conhecida pela animação clássica, vai integrar a trilha da versão com atores e já foi incluída num dos trailers da produção. Trata-se da terceira gravação da música. Na animação clássica, ela é cantada pela atriz Angela Lansbury, que dublou a xícara Madame Samovar em 1991. Mas já na época ganhou outra versão para as rádios, gravada por Celine Dion e Peabo Bryson. A regravação, no entanto, não significa que Celine Dion ficará de fora da trilha do novo longa. A cantora anunciou em suas redes sociais que será responsável pelos vocais de uma música inédita na produção, “How does a Moment Last Forever”. Além disso, a produção já adiantou, em outro vídeo, trechos de “Belle”, a música tema de Bela, cantada por sua intérprete, Emma Watson (franquia “Harry Potter”). Com direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”), “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Charlize Theron e Seth Rogen vão estrelar nova comédia do diretor de Meu Namorado É um Zumbi

    24 de fevereiro de 2017 /

    Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) será a babá de Seth Rogen (“A Entrevista”) na nova comédia de Jonathan Levine (“Meu Namorado É um Zumbi”). Intitulado “Flarsky”, o filme vai trazer Rogen como um jornalista desempregado e autodestrutivo, que resolve perseguir a personagem de Charlize Theron, uma antiga paixão que foi sua babá na infância. O detalhe é que ela se tornou uma das mulheres mais poderosas e inatingíveis do mundo. Esta será a terceira parceria entre Rogen e Levine, após as comédias “50%” (2011) e “Sexo, Drogas e Jingle Bells” (2015), ambas lançadas direto em DVD no Brasil. O roteiro está a cargo de Dan Sterling (“A Entrevista”) e as filmagens estão previstas para agosto.

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  • Música

    A Bela e a Fera: Emma Watson canta música tema de sua personagem, agora com legendas

    22 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou a versão legendada do trecho de “A Bela e a Fera” em que Emma Watson solta sua voz, cantando a música tema de sua personagem, “Belle”. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Vídeo legendado destaca o elenco e a grandiosidade dos bastidores de A Bela e a Fera

    22 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou um vídeo legendado de bastidores de “A Bela e a Fera”, em que o diretor Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o elenco estelar falam sobre a grandiosidade da produção e a motivação para criar uma versão com atores de um clássico animado. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) no papel de Bela e Dan Stevens (série “Legion”) no papel da Fera, o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Pronto para chorar? Trailer legendado de Tudo e Todas as Coisas mostra novo romance juvenil de doença

    21 de fevereiro de 2017 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer legendado de “Tudo e Todas as Coisas” (Everything, Everything), que segue a linha mórbida dos romances juvenis de doença. Assim como “A Culpa É das Estrelas” (2015), o sucesso responsável por resgatar a tendência, trata-se de uma adaptação de best-seller – desta vez, de Nicola Yoon. O filme gira em torno de Maddy (Amandla Stenberg, de “Jogos Vorazes”), uma jovem de 18 anos que sofre de uma doença rara que a impede de sair de casa. Ela é basicamente alérgica a tudo e precisa viver em um ambiente cuidadosamente hermético e limpo. Mas aí, como é óbvio, conhece o vizinho Olly (Nick Robinson, de “Jurassic World”), se apaixona e começa a questionar sua vida, desejando conhecer o mundo e viver o primeiro amor. A trama é basicamente uma atualização de “O Rapaz da Bolha de Plástico” (1976), outro romance juvenil de doença e ambiente hermético, da época em que John Travolta era adolescente. E comprova a tese de que é possível contar várias vezes a mesma história, com algumas alterações, após alguns anos, e ela parecer totalmente inédita para as novas gerações. Por sinal, “O Espaço Entre Nós” (30 de março no Brasil) também conta a mesma história, com o detalhe de a doença do menino ser falta de imunidade por ter crescido no espaço. A adaptação de “Tudo e Todas as Coisas” foi escrita por J. Mills Goodloe (“A Incrível História de Adeline”), a direção é de Stella Meghie (“Jean of the Joneses”) e a estreia está marcada para 15 de junho no Brasil, um mês depois do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Veja Emma Watson cantar numa cena de A Bela e a Fera

    21 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou um trecho de “A Bela e a Fera”, em que Emma Watson solta sua voz, cantando a música tema de sua personagem, “Belle”. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Novas imagens de A Bela e a Fera destacam Emma Watson

    19 de fevereiro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou novas imagens de “A Bela e a Fera”, adaptação com atores da famosa fábula encantada da Disney. Com o logo indefectível da publicação, as fotos destacam Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como a Bela, em cenas de bastidores e em imagens tratadas pelos efeitos da produção para transformar Dan Stevens (série “Legion”) na Fera e dar vida aos objetos falantes da trama. Também é possível ver o Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston. A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”) e a trilha de Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado em 1991. Por sinal, o filme contará com regravações das canções originais, além de várias músicas inéditas compostas por Menken e Tim Rice. Ou seja, “A Bela e a Fera” também preservará a característica musical da animação. A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Romance húngaro apolítico vence o politizado Festival de Berlim

    18 de fevereiro de 2017 /

    O filme húngaro “On Body and Soul” foi o vencedor do Urso de Ouro, prêmio máximo do Festival de Berlim 2017. O longa superou outros 17 concorrentes da mostra competitiva para celebrar sua vitória na cerimônia realizada neste sábado (18/2) na capital da Alemanha. “On Body and Soul” já tinha conquistado o prêmio da crítica. O longa da cineasta Ildikó Enyedi (responsável pela versão húngara da série “Sessão de Terapia”) foi apontado desde o começo como um dos favoritos, mas curiosamente sua história de amor era uma das tramas mais despolitizadas da competição, num ambiente marcado por dramas de refugiados e protestos políticos. O filme também venceu um prêmio do público, conferido pelo jornal alemão Berliner Morgenpost, e o prêmio do juri ecumênico. Pela coincidência com os prêmios independentes, o Urso de Ouro de “On Body and Soul” foi considerado um acerto do júri presidido pelo cineasta Paul Verhoeven (“Elle”). Mas houve quem preferisse maior reconhecimento para o filme de Aki Kaurismãki, um dos mais politizados do festival, que foi contemplado com um Urso de Prata. O finlandês Kaurismäki recebeu o troféu de Melhor Direção, após seu filme “The Other Side of Hope” ser um dos mais aplaudidos da Berlinale. O longa é uma história tragicômica, que gira em torno de um refugiado sírio. O mestre finlandês já tinha tratado do tema dos refugiados em seu filme anterior, “O Porto” (2011). Com uma filmografia que já abrange três décadas, ele nunca venceu nenhum dos grandes festivais e havia grande torcida por um Leão de Ouro. Mesmo assim, o Leão de Prata de Berlim é o prêmio mais importante de sua carreira. Outro filme bastante comentado, “Una Mujer Fantástica”, do chileno Sebastian Lélio (do premiadíssimo “Gloria”), venceu como Melhor Roteiro. A produção gira em torno de uma mulher transgênero que tenta superar o luto, e também conquistou o prêmio Teddy, que elege as melhores obras LGBTQ do festival. Mas a torcida também queria ver a transexual Daniela Vega vencer como Melhor Atriz. Os prêmios de interpretação foram para o veterano austríaco Georg Frederich (de “Faust”) por “Bright Nights”, de Thomas Arslan (“Gold”), e a sul-coreana Kim Min-hee (estrela de “A Criada”), por “On the Beach at Night Alone”, sua segunda parceria com o diretor Hong Sang-soo após “Certo Agora, Errado Antes” (2015). “Ana, Mon Amour”, do romeno Cãlin Peter Netzer, também teve uma recepção muito boa da parte da imprensa, tendo como único senão o fato de seu cineasta ter vencido o Urso de Ouro recentemente – por “Instinto Materno” (2013). Acabou rendendo um prêmio para sua editora, Dana Bunescu, como Melhor Contribuição Artística. O júri também deu um prêmio especial a “Félicité”, do senegalês Alain Gomis (“Andalucia”), sobre uma mãe solteira que trabalha como cantora de bar e se desespera pela falta de dinheiro quando o filho precisa ser hospitalizado em Kinshasa. E entregou à veterana Agnieszka Holland (“Na Escuridão”) o troféu Alfred Bauer, voltado a produções que abrem novos horizontes artísticos, por “Pokot”. Esta homenagem destoou das demais, uma vez que longa da cineasta polonesa, sobre uma serial killer vegana que mata caçadores para defender os animais de uma floresta, foi vaiado durante sua projeção. Completam a premiação principal os troféus de Melhor Filme de Estreia para “Summer of 1993”, da espanhola Carla Simon, e de Melhor Documentário para “Ghost Hunting”, do palestino Raed Andoni. E entre os curtas, vale mencionar a vitória de “Cidade Pequena”, do português Diogo Costa Amarante. O Brasil foi representado na competição por “Joaquim”, de Marcelo Gomes, que a crítica internacional considerou fraco. Um jornal português chegou a questionar sua inclusão na seleção, mencionando que havia obras brasileiras melhores nas mostras paralelas. Por sinal, “Pendular”, de Julia Murat, recebeu o prêmio da crítica como Melhor Filme da mostra Panorama. Vencedores do Festival de Berlim 2017 Urso de Ouro – Melhor Filme “On Body And Soul”, de Ildiko Enyedi Urso de Prata – Grande Premio do Júri “Félicité”, de Alain Gomis Urso de Prata – Prêmio Alfred Bauer “Pokot”, de Agnieszka Holland Urso de Prata – Melhor Diretor Aki Kaursimaki, “The Other Side of Hope” Urso de Prata – Melhor Atriz Min-hee Kim, por “On the Beach at Night Alone” Urso de Prata – Melhor Ator Georg Friedrich, por “Bright Nights” Urso de Prata – Melhor Roteiro Sebastian Lelio e Gonzalo Maza, por “Una Mujer Fantástica” Urso de Prata para Melhor Contribuição Artística Dana Bunescu, pela edição em “Ana, Mon Amour” Melhor Documentário “Ghost Hunting”, Raed Andoni Melhor Filme de Estreia “Summer 1993”, Carla Simon Urso de Ouro – Melhor Curta-Metragem “Cidade Pequena” Urso de Prata – Prêmio de Júri de Curta-Metragem “Reverie in the Meadow” Prêmio Audi para Curta-Metragem “Street of Death”

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  • Música

    Ryan Gosling volta a cantar no primeiro trailer do novo filme de Terrence Malick

    17 de fevereiro de 2017 /

    Ryan Gosling (“La La Land”) toca piano e canta, Rooney Mara (“Carol”) ataca na guitarra, Michael Fassbender (“Assassin’s Creed”) produz e Natalie Portman (“Jackie”) se deixa seduzir no primeiro trailer de “Song to Song”, o novo filme escrito e dirigido por Terrence Malick (“A Árvore da Vida”), que também ganhou um pôster da Broadgreen Pictures. A prévia tem cenas gravadas durante os shows do festival SXSW em Austin, belíssima fotografia, como é típico dos filmes do diretor, e relacionamentos complicados. Editado ao som do hit “Runaway”, sucesso de Del Shannon em 1961, que tem um trecho cantarolado por Gosling, o vídeo revela dois casais emaranhados com a cena musical de Austin. Depois de viver um pianista de jazz em “La La Land”, Gosling encarna um compositor de rock que busca se firmar, novamente tendo que demonstrar seus dotes musicais. Muita gente esquece que ele começou a carreira como ator e cantor mirim no programa “Clube do Mickey”, do Disney Channel, ao lado de ninguém menos que Britney Spears, Justin Timberlake e Christina Aguilera. Malick começou a filmar “Song to Song” em 2012, paralelamente a “Cavaleiro de Copas”, lançado em 2015. A première mundial vai acontecer na abertura do festival SXSW 2017, em 10 de março, e o lançamento comercial está marcado para a semana seguinte nos cinemas americanos. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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  • Filme

    Cinquenta Tons Mais Escuros recicla suspenses sexuais dos anos 1990

    15 de fevereiro de 2017 /

    Não dá para esperar algo sofisticado da literatura trash. Tudo bem que Alfred Hitchcock costumava dizer que era mais fácil fazer ótimos filmes de literatura menor do que de grandes obras literárias, mas o que acontece é que o público de best-sellers quer ver na tela algo parecido com o que leu, e isso prejudica o trabalho de invenção do diretor contratado para o serviço. James Foley é um diretor irregular, mas possui em seu currículo algumas obras interessantes como “Jovens sem Rumo” (1984), “Caminhos Violentos” (1986) e “O Sucesso a Qualquer Preço” (1992), além de videoclipes marcantes de Madonna, como “Papa Don’t Preach” e “Live to Tell”. Entretanto, nos últimos anos só conseguia trabalho em episódios televisivos. E não é com a sequência de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) que conseguirá se reerguer. Quem leu o livro de E.L. James garante que o filme até consegue melhorar muita coisa do romance, que, por sua vez, é considerado o melhor da trilogia. Não deve ter sido uma adaptação fácil, principalmente por o texto original ser uma história de contos de fadas, assumidamente brega, de enfiar o pé na jaca. O único atrativo dessas adaptações dos romances de E.L. James é trazer de volta a moda dos filmes eróticos, que foram ficando de lado com o tempo. Mas “Cinquenta Tons Mais Escuros” só dá saudades dos thrillers eróticos que experimentaram popularidade na década de 1990, depois do estouro de “Instinto Selvagem” (1992), de Paul Verhoeven. Ainda assim, atrai um público feminino entusiasmado ao gênero, coisa que não se via desde “9 ½ Semanas de Amor” (1986), de Adrian Lyne. Aliás, os dois filmes até têm um elemento em comum: Kim Basinger, que aqui meio que passa o bastão para Dakota Johnson. Anastasia Steele, a personagem de Dakota, não fica muito tempo longe de Christian Grey (Jamie Dornan), o bilionário sedutor e adepto de jogos de sadomasoquismo, apesar de achar que ele se excedeu nos seus jogos e na violência ao final do primeiro filme. Não demora para ela aceitar um jantar e voltar fácil para seus braços. Aliás, esse tipo de facilidade na relação dos dois impede que se crie um mínimo de tensão sexual. Mas o roteiro, escrito pelo marido da autora, pouco se importa com qualquer tipo de tensão, seja erótica ou mesmo de suspense. Não tanto pelos diálogos, que são de deixar o espectador corado, mas as melhores cenas não passam da sugestão e já foram vistas em outros filmes. A cena da calcinha no restaurante, por exemplo, exaltada no marketing da produção, é igualzinha à de “Invasão de Privacidade” (1993), com a mesma Sharon Stone de “Instinto Selvagem”, filme que também não é tão bom assim, mas consegue ter mais voltagem sexual. A culpa não é do ar inocente de Dakota Johnson, que consegue conferir ao seu papel um certo ar de garota comum, diferente de Jamie Dornan, que parece um modelo de cuecas em cena. E ele foi mesmo modelo da Calvin Klein, da Dior e da Armani. Já Dakota, filha da “Dublê de Corpo” Melanie Griffith, tem um rosto comum, ainda que um belo corpo, que é pouco explorado. Sinal dos tempos, talvez, em que se discute tanto a exploração do corpo feminino. O fato é que a nudez de Dakota é ainda mais discreta que no primeiro filme. Infelizmente, “Cinquenta Tons Mais Escuros” é um suposto filme erótico com cenas menos provocantes que os videoclipes de Rihanna. Com um título que prometia um filme mais sombrio que o anterior, a sequência é na verdade o oposto. Ao tentar trazer, sem sucesso, elementos de suspense para a trama, deixa apenas tudo ainda mais tedioso.

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    Marion Cotillard se apaixona por Louis Garrel no trailer legendado de Um Instante de Amor

    12 de fevereiro de 2017 /

    A Mares Filmes divulgou o trailer legendado do romance “Um Instante de Amor” (Mal de Pierres), estrelado por Marion Cotillard (“Aliados”), que teve oito indicações ao César 2017, o “Oscar francês”. Dirigido pela cultuada cineasta francesa Nicole Garcia (“O Adversário” e “Place Vendôme”), o filme é baseado no best-seller homônimo de Milena Agus, traduzido para mais de 15 línguas. A trama se passa após a 2ª Guerra Mundial e acompanha uma mulher (Cotillard) de espírito livre, que alguns chamariam de doida de pedra. Apesar disso, sua beleza atrai um homem (Àlex Brendemühl, de “O Médico Alemão”) que decide embarcar com ela num casamento sem amor. Sua “doença” é finalmente diagnosticada como pedras no rim. E ao ser internada num hospital para se curar, ela acaba conhecendo e se apaixonante por outro homem (Louis Garrel, de “Saint Laurent”). A estreia vai acontecer em 22 de junho no Brasil.

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    Comercial de A Bela e a Fera mostra transformação do Príncipe em monstro de desenho animado

    10 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo comercial da versão com atores de “A Bela e a Fera”, que traz uma cena parcial da transformação do Príncipe vivido por Dan Stevens (série “Legion”) na Fera com visual de desenho animado. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Eva Green e Gemma Arterton viverão o romance lésbico que inspirou o clássico Orlando de Virginia Woolf

    9 de fevereiro de 2017 /

    As atrizes Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) e Gemma Arterton (“Gemma Bovery”) vão viver um romance lésbico ardente e histórico nas telas. Elas estrelarão “Vita & Virginia”, da cineasta Chanya Button (“Burn Burn Burn”), baseado no relacionamento entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West nos anos 1920. Eva Green será Virginia Woolf e Gemma Arterton irá viver Vita Sackville-West. As duas eram casadas quando iniciariam o affair que inspiraria cartas apaixonadas e o clássico “Orlando”, de Woolf, sobre um nobre que viveu por muitos séculos, transformando-se em mulher. “’Vita & Virginia’ será uma visceral história de amor, uma exploração vívida da criatividade e uma perspectiva enérgica de uma das mais icônicas escritoras do mundo”, declarou Chanya Button em comunicado. “Freqüentemente associamos mulheres do passado à opressão, ligadas aos deveres do casamento, da propriedade e da vida doméstica. Mas o que ‘Vita & Virgínia’ oferece é um exemplo de relacionamento onde mulheres ousadas e brilhantes dobraram estas instituições a sua vontade, ainda que a um grande custo pessoal”, completou a cineasta. Button, que estreou em 2015 com “Burn Burn Burn”, indicado ao BIFA, principal prêmio do cinema indie britânico, também assina o roteiro em parceria com a veterana atriz Eileen Atkins (“Magia ao Luar”), em cuja peça o filme será baseado.

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