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    Cinquenta Tons Mais Escuros recicla suspenses sexuais dos anos 1990

    15 de fevereiro de 2017 /

    Não dá para esperar algo sofisticado da literatura trash. Tudo bem que Alfred Hitchcock costumava dizer que era mais fácil fazer ótimos filmes de literatura menor do que de grandes obras literárias, mas o que acontece é que o público de best-sellers quer ver na tela algo parecido com o que leu, e isso prejudica o trabalho de invenção do diretor contratado para o serviço. James Foley é um diretor irregular, mas possui em seu currículo algumas obras interessantes como “Jovens sem Rumo” (1984), “Caminhos Violentos” (1986) e “O Sucesso a Qualquer Preço” (1992), além de videoclipes marcantes de Madonna, como “Papa Don’t Preach” e “Live to Tell”. Entretanto, nos últimos anos só conseguia trabalho em episódios televisivos. E não é com a sequência de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) que conseguirá se reerguer. Quem leu o livro de E.L. James garante que o filme até consegue melhorar muita coisa do romance, que, por sua vez, é considerado o melhor da trilogia. Não deve ter sido uma adaptação fácil, principalmente por o texto original ser uma história de contos de fadas, assumidamente brega, de enfiar o pé na jaca. O único atrativo dessas adaptações dos romances de E.L. James é trazer de volta a moda dos filmes eróticos, que foram ficando de lado com o tempo. Mas “Cinquenta Tons Mais Escuros” só dá saudades dos thrillers eróticos que experimentaram popularidade na década de 1990, depois do estouro de “Instinto Selvagem” (1992), de Paul Verhoeven. Ainda assim, atrai um público feminino entusiasmado ao gênero, coisa que não se via desde “9 ½ Semanas de Amor” (1986), de Adrian Lyne. Aliás, os dois filmes até têm um elemento em comum: Kim Basinger, que aqui meio que passa o bastão para Dakota Johnson. Anastasia Steele, a personagem de Dakota, não fica muito tempo longe de Christian Grey (Jamie Dornan), o bilionário sedutor e adepto de jogos de sadomasoquismo, apesar de achar que ele se excedeu nos seus jogos e na violência ao final do primeiro filme. Não demora para ela aceitar um jantar e voltar fácil para seus braços. Aliás, esse tipo de facilidade na relação dos dois impede que se crie um mínimo de tensão sexual. Mas o roteiro, escrito pelo marido da autora, pouco se importa com qualquer tipo de tensão, seja erótica ou mesmo de suspense. Não tanto pelos diálogos, que são de deixar o espectador corado, mas as melhores cenas não passam da sugestão e já foram vistas em outros filmes. A cena da calcinha no restaurante, por exemplo, exaltada no marketing da produção, é igualzinha à de “Invasão de Privacidade” (1993), com a mesma Sharon Stone de “Instinto Selvagem”, filme que também não é tão bom assim, mas consegue ter mais voltagem sexual. A culpa não é do ar inocente de Dakota Johnson, que consegue conferir ao seu papel um certo ar de garota comum, diferente de Jamie Dornan, que parece um modelo de cuecas em cena. E ele foi mesmo modelo da Calvin Klein, da Dior e da Armani. Já Dakota, filha da “Dublê de Corpo” Melanie Griffith, tem um rosto comum, ainda que um belo corpo, que é pouco explorado. Sinal dos tempos, talvez, em que se discute tanto a exploração do corpo feminino. O fato é que a nudez de Dakota é ainda mais discreta que no primeiro filme. Infelizmente, “Cinquenta Tons Mais Escuros” é um suposto filme erótico com cenas menos provocantes que os videoclipes de Rihanna. Com um título que prometia um filme mais sombrio que o anterior, a sequência é na verdade o oposto. Ao tentar trazer, sem sucesso, elementos de suspense para a trama, deixa apenas tudo ainda mais tedioso.

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    Marion Cotillard se apaixona por Louis Garrel no trailer legendado de Um Instante de Amor

    12 de fevereiro de 2017 /

    A Mares Filmes divulgou o trailer legendado do romance “Um Instante de Amor” (Mal de Pierres), estrelado por Marion Cotillard (“Aliados”), que teve oito indicações ao César 2017, o “Oscar francês”. Dirigido pela cultuada cineasta francesa Nicole Garcia (“O Adversário” e “Place Vendôme”), o filme é baseado no best-seller homônimo de Milena Agus, traduzido para mais de 15 línguas. A trama se passa após a 2ª Guerra Mundial e acompanha uma mulher (Cotillard) de espírito livre, que alguns chamariam de doida de pedra. Apesar disso, sua beleza atrai um homem (Àlex Brendemühl, de “O Médico Alemão”) que decide embarcar com ela num casamento sem amor. Sua “doença” é finalmente diagnosticada como pedras no rim. E ao ser internada num hospital para se curar, ela acaba conhecendo e se apaixonante por outro homem (Louis Garrel, de “Saint Laurent”). A estreia vai acontecer em 22 de junho no Brasil.

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    Comercial de A Bela e a Fera mostra transformação do Príncipe em monstro de desenho animado

    10 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo comercial da versão com atores de “A Bela e a Fera”, que traz uma cena parcial da transformação do Príncipe vivido por Dan Stevens (série “Legion”) na Fera com visual de desenho animado. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Eva Green e Gemma Arterton viverão o romance lésbico que inspirou o clássico Orlando de Virginia Woolf

    9 de fevereiro de 2017 /

    As atrizes Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) e Gemma Arterton (“Gemma Bovery”) vão viver um romance lésbico ardente e histórico nas telas. Elas estrelarão “Vita & Virginia”, da cineasta Chanya Button (“Burn Burn Burn”), baseado no relacionamento entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West nos anos 1920. Eva Green será Virginia Woolf e Gemma Arterton irá viver Vita Sackville-West. As duas eram casadas quando iniciariam o affair que inspiraria cartas apaixonadas e o clássico “Orlando”, de Woolf, sobre um nobre que viveu por muitos séculos, transformando-se em mulher. “’Vita & Virginia’ será uma visceral história de amor, uma exploração vívida da criatividade e uma perspectiva enérgica de uma das mais icônicas escritoras do mundo”, declarou Chanya Button em comunicado. “Freqüentemente associamos mulheres do passado à opressão, ligadas aos deveres do casamento, da propriedade e da vida doméstica. Mas o que ‘Vita & Virgínia’ oferece é um exemplo de relacionamento onde mulheres ousadas e brilhantes dobraram estas instituições a sua vontade, ainda que a um grande custo pessoal”, completou a cineasta. Button, que estreou em 2015 com “Burn Burn Burn”, indicado ao BIFA, principal prêmio do cinema indie britânico, também assina o roteiro em parceria com a veterana atriz Eileen Atkins (“Magia ao Luar”), em cuja peça o filme será baseado.

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    Cinquenta Tons Mais Escuros domina os cinemas com a pior estreia da semana

    9 de fevereiro de 2017 /

    Maior estreia da semana, “Cinquenta Tons Mais Escuros” será lançado em mais de 1,2 mil salas, após seu trailer inicial bater recorde de visualizações na internet. Mas o filme não entrega o que muitos imaginam encontrar. Seu erotismo é de minissérie da Globo (para maiores de 16 anos) e o suspense frustrante. E, com 9% no Rotten Tomatoes, tem tudo para chegar em 2018 como favorito ao troféu Framboesa de Ouro. Portanto, também gera a maior curiosidade da semana: será que o público vai se atirar no abismo de olhos fechados ou prestar atenção nos avisos de perigo? E se ousar, assim mesmo, entrar na sala escura, vestirá a máscara do masoquista feliz, capaz de gostar de filme tão ruim? Vale lembrar que “Cinquenta Tons de Cinza”, lançado em mil salas, teve a 4ª maior abertura de 2015, com 1,6 milhão de espectadores no primeiro fim de semana. A animação “Lego Batman”, spin-off de “Uma Aventura Lego”, chega em 777 salas praticamente sem cópias legendadas (só 6% do total tem as vozes originais) e ocupando a maioria das telas 3D do país (497). As vozes originais são todas famosas, mas o dublador brasileiro de Batman (Duda Ribeiro?) impressiona ao soar exatamente como Will Arnet no papel do super-herói. Em clima de besteirol furioso, o desenho transforma Robin em filho de Batman e promove Batgirl à Comissária de Gotham City. Mas, ao contrário do filme cinzento, seu humor de brinquedo agradou 97% da crítica americana. Estes dois lançamentos ocupam dois terços do total das salas de cinema disponíveis no país. Considerando que ainda há filmes de sucesso em cartaz, só a contabilidade criativa e o jeitinho brasileiro conseguem fazer com que caibam mais estreias nos cinemas. Despejado no circuito alternativo, e provavelmente em sessões alternadas com outros títulos, encontra-se o favorito ao Oscar 2017 de Melhor Filme Estrangeiro, a comédia alemã “Toni Erdmann”, que mostra a conturbada relação entre uma executiva workaholic e seu pai maluco, que adora aprontar pegadinhas por onde passa. Tem 92% de aprovação da crítica americana e venceu cinco troféus da Academia Europeia de Cinema, inclusive como Melhor Filme Europeu do ano. Enquanto a produção do remake americano começa a sair do papel, por aqui a comédia original chega só em 12 salas entre São Paulo, Rio/Niterói, Brasília, Recife e Porto Alegre. A programação também inclui dois dramas brasileiros que igualmente conquistaram destaque e prêmios importantes, espremidos em 30 salas cada um. Em “Redemoinho”, dois amigos se reencontram no interior mineiro, em clima de suspense, após um fato traumático levar um deles a desaparecer por um longo tempo. Estreia no cinema do diretor José Luiz Villamarim, da aclamada série “Justiça”, o longa foi premiado no Festival do Rio. Já “A Cidade onde Envelheço” foi o vencedor do último Festival de Brasília e gira em torno de duas amigas portuguesas, que moram juntas em Belo Horizonte. Enquanto uma acaba de chegar à capital mineira e está deslumbrada com as novidades, a outra já pensa em voltar a Lisboa. Com passagem ainda pelo festival de Roterdã, a primeira obra de ficção da documentarista Marília Rocha (“A Falta que Me Faz”) também venceu o Festival de Biarritz de Cinema Latino-Americano, realizado na França. O trash de ação “Vale da Luta” continua a presença brasileira nas telas. A produção B americana inclui Cristiane Venancio, mais conhecida como Cris Cyborg, numa história mal-contada de lutas ilegais entre feras da MMA e modelos que surtariam ao quebrar a unha. Com cara de malvada, Cris vive a vilã que faz as bonitinhas chorarem, como sua colega de elenco, Holly Holm, fez com Ronda Rousey na luta pelo título do UFC. Outra campeã do octógono, Miesha Tate, vive a heroína. Completa a lista de estreias um romance francês incestuoso, “Marguerite & Julien: Um Amor Proibido”, sobre um casal de irmãos apaixonados desde a infância, durante a era renascentista. O mais interessante nesta produção é que o roteiro de Jean Gruault estava entre os projetos que François Truffaut pretendia filmar antes de morrer em 1984. A história acabou reescrita e filmada por Valérie Donzelli, do superestimado melodrama “A Guerra Está Declarada” (2011), com direito a anacronismos que boa parte do público terá dificuldades de aceitar. Passou em branco no Festival de Cannes de 2015, levou quase dois anos para desembarcar aqui e estreia em apenas sete salas. Clique nos títulos dos filmes para ver os trailers de cada lançamento.

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    A Bela e a Fera ganha novo trailer com cenas inéditas para anunciar o começo da pré-venda

    8 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “A Bela e a Fera”, sem diálogos, mas repleto de cenas inéditas, para divulgar que a pré-venda de ingressos para o filme já está acontecendo. A coleção mostra os moradores do castelo da Fera (Dan Stevens, da série “Downton Abbey”), incluindo todos os objetos literalmente animados – e falantes – da produção. Vale reparar que o pôster da Bela (Emma Watson, da franquia “Harry Potter”), é o único de cores vibrantes, enquanto os demais são ilustrados em tons de azul depressivo do inverno. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, e direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Baile de máscaras de Cinquenta Tons Mais Escuros ganha vídeo de 360 graus

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Universal divulgou um vídeo de 360 graus que coloca o espectador dentro do baile de máscaras da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). Nada muito excitante acontece nas cenas que podem ser giradas, mas o tema das máscaras figura proeminentemente na divulgação do longa, motivando vários pôsteres. A relação entre máscaras e erotismo faz parte da literatura do gênero, mas só virou ideia fixa na mídia recentemente. Após “De Olhos Bem Fechados” (1999), até a série “Gossip Girl” teve episódios de bailes mascarados. A sequência encontra Anastasia Steele (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan) reacendendo suas paixões, mas não sem despertar ciúmes de diversos coadjuvantes, como Kim Basinger (“Los Angeles: Cidade Proibida”), Eric Johnson (série “Rookie Blue”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”). Dirigido por James Foley (série “House of Cards”), “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia na próxima quinta (9/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Atriz de Downton Abbey é romântica com TOC em trailer de fábula contemporânea

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Samuel Goldwyn Films divulgou os pôsteres, as fotos e o trailer de “This Beautiful Fantastic”, fábula contemporânea britânica estrelada por Jessica Brown Findlay (série “Downton Abbey”). Na trama, ela vive uma mulher reclusa com TOC, que sonha virar escritora infantil, mas sua fobia pela natureza acaba criando uma situação de risco em seu próprio quintal, com consequente ameaça de despejo do senhorio. Graças a isso, mesmo sem sair de sua propriedade, ela acaba conhecendo seu vizinho, um viúvo triste e mal-humorado (Tom Wilkinson, de “Batman Begins”), que obviamente é especialista em jardinagem. A prévia é entrecortada por elementos fabulosos, muito ao estilo de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001), que podem ser resultado do livro que a protagonista tenta escrever, com direito a um passarinho mecânico, cenas românticas com Jeremy Irvine (“Fallen”) e um chef vivido por Andrew Scott (série “Sherlock”). O filme é escrito e dirigido por Simon Aboud (“Comes a Bright Day) e estreia nos EUA em 10 de março. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Max Irons enfrenta Stalin em novo trailer de romance “épico”

    6 de fevereiro de 2017 /

    A Arrow Films divulgou o pôster e o trailer britânicos de “Bitter Harvest”, romance “épico” canadense que tem como pano de fundo a luta histórica da Ucrânia contra o domínio russo. Os paralelos com os dias atuais podem ser perturbadores, mas, infelizmente, a prévia não consegue disfarçar que a versão canadense do stalinismo é repleta de clichês, frases feitas e realização amadora. Parece um telefilme maniqueísta do canal Lifetime. Passada nos anos 1930, a história se concentra no confisco da produção agrícola da Ucrânia por Stalin, que deixou a população do país morrendo literalmente de fome e inspirou uma rebelião. Tudo isso conduzido, sob a mão pesada de um diretor de telefilmes, como uma história de amor. A direção é de George Mendeluk (“Almôndegas 3”), o que torna inexplicável o elenco razoável, formado por Max Irons (“A Dama Dourada”), Samantha Barks (“Os Miseráveis”), Barry Pepper (“Maze Runner: Prova de Fogo”), Aneurin Barnard (minissérie “Guerra & Paz”), Richard Brake (“A Espiã que Sabia de Menos”), o veterano Terence Stamp (“Grandes Olhos”) e Gary Oliver (“O Filho de Deus”) como um caricato Stalin. A estreia está marcada para 24 de fevereiro nos EUA e Reino Unido, e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    A Bela e a Fera ganha nova coleção de pôsteres de personagens

    6 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou oito novos pôsteres de personagens de “A Bela e a Fera”. A coleção mostra os moradores do castelo da Fera (Dan Stevens, da série “Downton Abbey”), incluindo todos os objetos literalmente animados – e falantes – da produção. Vale reparar que o pôster da Bela (Emma Watson, da franquia “Harry Potter”), é o único de cores vibrantes, enquanto os demais são ilustrados em tons de azul depressivo do inverno. Com direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”), “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nas imagens para ampliá-las em tela inteira. E aqui para ver outra coleção de cartazes do filme.

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    Keanu Reeves vai estrelar thriller romântico passado na Rússia

    4 de fevereiro de 2017 /

    O ator Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”) será o protagonista do thriller romântico “Siberia”, informou o site da revista Variety. Na trama, Reeves viverá um comerciante de diamantes que está a procura de seu parceiro russo na Sibéria, para vender vários diamantes azuis de origem questionável, e acaba cruzando com Katya, dona de um café local, com quem começa um relacionamento romântico. Porém, não demora para que as consequências do perigoso trabalho do protagonista passem a persegui-los na imensidão gelada da Rússia. A direção é de Matthew Ross (“Frank & Lola”), enquanto o roteiro está sendo finalizado por Scott Smith (“Um Plano Simples”). As filmagens devem acontecer só no fim do ano e ainda não há previsão para a estreia. Enquanto isso, o ator estará de volta aos cinemas a partir do dia 16 de fevereiro, como o protagonista de “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”.

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    Cinquenta Tons Mais Escuros ganha cinco pôsteres de personagens

    3 de fevereiro de 2017 /

    A Universal divulgou uma coleção de pôsteres da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). As artes destacam individualmente os personagens, identificando Anastasia Steele (Dakota Johnson) como paixão, Christian Grey (Jamie Dornan) como mistério e incluindo novos integrantes na trama, interpretados por Kim Basinger (“Los Angeles: Cidade Proibida”), Eric Johnson (série “Rookie Blue”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”). Os novatos na franquia representam, respectivamente, inveja, dissimulação e perigo. Dirigido por James Foley (série “House of Cards”), “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia na próxima quinta (9/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Zayn também divulga versão solo e acústica da música de Cinquenta Tons Mais Escuros

    3 de fevereiro de 2017 /

    Depois de Taylor Swift, Zayn Malik também divulgou sua versão solo e acústica da música “I Don’t Wanna Live Forever”, que integra a trilha de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. E, diferente de Taylor, postou a gravação na íntegra, num vídeo de estúdio em sua página no YouTube. Curiosamente, sua versão tem menos cacoete de boy band que a gravação original, feita como dueto. A cantoria acústica do ex-One Direction reflete mais o clima depressivo do clipe oficial, com voz tremida e muita sofrência. Qual versão o público vai achar que ficou melhor?

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