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    Tarantino pede desculpas por defender Polanski de acusação de estupro há 15 anos

    8 de fevereiro de 2018 /

    Depois de se dizer arrependido pelo acidente de Uma Thurman em “Kill Bill” (2003), o diretor Quentin Tarantino precisou fazer outro pedido de desculpas nesta semana, por algo acontecido na mesma época, há 15 anos. Tarantino emitiu um comunicado nesta quinta (8/2) em que se desculpa pelos comentários feitos durante uma entrevista ao radialista Howard Stern em 2003, em que defendeu o diretor francês Roman Polanski, considerado culpado em 1977 por estuprar Samantha Geimer, que na época tinha 13 anos. Polanski foi preso em 1977 e acusado de cinco crimes, incluindo estupro por uso de drogas, perversão, sodomia e atos lascivos com uma criança menor de 14 anos. Ele cumpriu menos de dois meses de detenção, fez um acordo com o advogado da jovem para reduzir as acusações a um crime de sexo com menor e serviria uma pena em liberdade condicional, mas após ser informado de que o juiz não aceitaria o acordo, fugiu dos Estados Unidos para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. Mas Tarantino afirmou que o caso deveria ter sido tratado como sexo consentido com menor de idade, e não estupro, já que a garota teria “consentido” com o ato, afirmando inclusive que ela “estava a fim”. “Ele não estuprou uma criança de 13 anos. Ele fez sexo consentido com uma menor de idade. Não é estupro. Para mim, quando você usa a palavra estupro, vocês está falando de violência, de jogar a pessoa no chão. É um dos tipos de crimes mais violentos do mundo”, comparou o diretor, A entrevista foi resgatada pelo site Jezebel e repercutiu em todo o mundo. A própria Samantha Geimer se manifestou. Em uma entrevista com o Daily News, ela disse que não se tratou de sexo consentido, mas não pegou em tochas e forcados. “Não estou chateada, mas provavelmente me sentirei melhor se ele perceber que estava errado, depois de 15 anos, depois de ouvir os fatos. Mas ninguém deve ficar irritada em meu nome. Eu estou bem.” Tarantino percebeu o equívoco de sua manifestação ao sentir a revolta da opinião pública e tratou de se desculpar. “Eu quero me desculpar publicamente com Samantha Geimer por meus comentários no ‘The Howard Stern Show’ especulando sobre ela e o crime que foi cometido contra ela. Eu percebi o quanto eu estava errado 15 anos atrás. Samantha foi estuprada por Roman Polanski. Quando Howard trouxe à tona o tema Polanski, eu incorretamente assumi a posição de advogado do diabo no debate para ser provocador. Eu não levei em consideração os sentimentos dela e por isso eu estou muito arrependido. Então, Samantha, eu fui ignorante e insensível. Acima de tudo, incorreto. Me desculpe”. O timing da polêmica coincide com a revelação de que Polanski será personagem do próximo filme de Tarantino, passado em 1969, sobre os crimes dos seguidores de Charles Manson. Uma das vítimas dos maníacos foi a atriz Sharon Tate, esposa de Polanski, que ao ser assassinada estava grávida.

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    Atriz detona Quentin Tarantino por teste de shorts e chinelo

    7 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Busy Philipps (série “Cougar Town”) resolveu liberar seu repertório de palavrões para atacar Quentin Tarantino nas redes sociais, após mais uma polêmica envolvendo o nome do diretor. Ela aproveitou o resgate de uma entrevista em que o diretor defendeu Roman Polanski no caso de estupro de menor de 1977 e disparou: “f… esse cara”. “Lamento que vocês tenham de ouvir esse p… de Quentin Tarantino”, disse ela. Em seguida, aproveitou para revelar como foi seu contato com Tarantino, revelando que, certa vez, foi fazer um teste para um papel em filme do diretor e a produção exigiu que ela vestisse “shorts curtos” e chinelos. “Se cuspir em uma atriz e estrangulá-la não fosse suficiente. F… esse cara. F… todos que trabalham com ele. Eu tenho vergonha de já ter feito teste com ele. Eu tive de aparecer de shorts curtos e chinelos, como pedido, porque ‘eu queria o trabalho’. Esse negócio é horrível e dá oportunidade aos predadores”, acusou ela, antes de complementar. “Em tempo, isso foi há dez anos. Agora tenho certeza de que me considerariam velha para isso.” Busy Phillips terminou sua série de tuítes se despedindo e torcendo por uma mudança de postura após tantas revelações de abuso e comportamento inadequado. “Tenho de por minhas duas meninas para dormir e rezar para que elas possam crescer em um mundo em que drogar e estuprar uma criança de 13 anos não é motivo de risadas em um programa de rádio, sob a alegação de ‘foi porque ela quis’”, finalizou ela. Tarantino está no centro de polêmicas desde o fim de semana, quando o jornal The New York Times publicou uma longa entrevista de Uma Thurman em que ela denunciou situações de abuso, por parte de Harvey Weinstein, e um acidente nas filmagens de “Kill Bill”, que a levou a crer que o diretor queria matá-la. Dias depois, Thurman acabou defendendo Tarantino, dizendo que foi ele quem lhe conseguiu o vídeo do acidente – agora exposto ao público – e que ele sempre se arrependeu de tê-la pressionado a filmar a cena que acabou em acidente. Em resposta, Tarantino citou o caso como “um dos maiores erros da minha vida”. FUCK THIS GUY. https://t.co/ucjMfftBdO — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 SORRY YOU HAVE TO LISTEN TO THIS FUCK QUENTIN TARANTINO YOU ARE FUCKING CANCELLED. https://t.co/ucjMfftBdO — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 Like fucking spiting on an actresses face and choking her wasn't enough. Fuck this guy. Fuck anyone who works with him. I'm embarrassed that I ever auditioned for him. Fuck him. — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 That I fucking showed up in SHORT SHORTS AND FLIP FLOPS as requested because I WANTED THE JOB. This business sucks and enables predators and FUCKING ENOUGH. — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 Btw this was 10 year ago. I'm SURE IM TOO FUCKING OLD NOW. — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 Ok. Sorry. I have to go put my two girls to bed and pray that they they get to grow up in a world where drugging and raping a child at 13 isn't laughed off in a radio interview "because she wanted it". — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018

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    Entrevista antiga em que Tarantino defende Polanski de estupro de menor “quebra a internet”

    6 de fevereiro de 2018 /

    Uma antiga entrevista em que Quentin Tarantino defendeu Roman Polanski de estupro de menor voltou à tona, no rastro da entrevista em que Uma Thurman revelou um acidente grave sofrido no set de “Kill Bill” e após afirmações de que Polanski será personagem do próximo filme do diretor. O timing da entrevista coincide com a época em que Uma Thurman diz ter confidenciado a Tarantino que Harvey Weinstein a atacou sexualmente. Desencavada pelo site Jezebel, a entrevista traz o diretor conversando com o locutor Howard Stern sobre o filme “Kill Bill” em 2003. Em certo ponto da conversa, Tarantino defende o diretor francês, que confessou na justiça ter abusado em 1973 de Samantha Geimer, que na época tinha 13 anos. Tarantino diz que o caso não deveria ser tratada como “estupro de criança”. “Ele não estuprou uma criança de 13 anos”, disse o diretor. “Ele fez sexo consentido com uma menor de idade. Não é estupro. Para mim, quando você usa a palavra estupro, vocês está falando de violência, de jogar a pessoa no chão. É um dos tipos de crimes mais violentos do mundo. Você não pode sair jogando a palavra estupro assim. É como usar a palavra racista por aí. Não se aplica a todas as pessoas que a usam. Ele foi culpado de fazer sexo com uma menor”. Porém, de acordo com o entendimento da legislação americana, a criança não tem discernimento para consentir ou não o ato sexual e presume que nestes casos sempre há uma coerção do adulto. Vale lembrar que a condenação de Polanski diz que ele teria drogado a garota. A conversa segue, com Tarantino defendendo Polanski porque a menina “estava a fim”. “Ela esta a fim e já falou disto. Tenho certeza que ela mencionou isso em público, tipo: ‘Não, ele não fez nada de errado comigo, foi uma tecnicalidade porque eu tinha 13 anos…’. Agora ela é uma adulta e conta o outro lado da história”. Quando Howard Stern questiona que Polanski deveria procurar mulheres adultas, Tarantino proclama: “Ele gosta de meninas!”. Stern, então, pergunta o que Tarantino faria se fosse sua filha. “Poria uma bala na cabeça de Polanski”. “Você o mataria?”, quis saber o radialista. “Eu o encheria de porrada, mas a situação não é que ela tenha sido contra aquilo, ela estava disposta a farrear com Roman. Vamos chamar como de fato foi. Ela estava a fim de festa. Eu não acredito que é estupro com essas garotas festeiras de 13 anos”. A internet quebrou após a última frase, tamanha a repercussão nas redes sociais. Em seguida, o áudio foi retirado do ar. Diretor de filmes de sucesso como “O Bebê de Rosemary” (1968), “Chinatown” (1974) e “O Pianista” (2002), Polanski foi acusado de violentar Samantha Geimer em 1977, quando ela tinha 13 anos, após uma sessão de fotos em Los Angeles, na casa de Jack Nicholson. Ele tinha 43 anos. Embora tenha celebrado um acordo judicial, declarando-se culpado e cumprido pena de 42 dias na prisão, Polanski fugiu para a França ao obter liberdade condicional, antes de uma nova audiência em 1978, temendo que seu acordo original fosse revisto por outro juiz. Como é cidadão francês, ele não poderia ser extraditado do país, o que o tornou, desde então, foragido da justiça americana. Nos últimos anos, Polanski foi acusado de estupro por mais quatro mulheres, que eram menores quando teriam sido abusadas pelo diretor nas décadas de 1970 e 1980. Duas delas são atrizes: a alemã Renate Langer (“A Armadilha de Vênus”) e a britânica Charlote Lewis (“O Rapto do Menino Dourado”).

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    Festival de Berlim barra filmes de assediadores denunciados, mas esquece o condenado Kim Ki-duk

    2 de fevereiro de 2018 /

    O diretor do Festival de Berlim, Dieter Kosslick, afirmou nesta sexta-feira (2/2) que a programação deste ano barrou a inclusão de filmes com a participação de pessoas acusadas de abusos ou assédio sexual, em concordância com a campanha #MeToo. Em um encontro com a Associação da Imprensa Estrangeira na Alemanha, Kosslick não quis citar os títulos recusados nem os nomes dos envolvidos, mas confirmou que retirou do evento filmes que pretendia exibir. “São menos de cinco”, especificou o diretor. Kosslick destacou a importância do debate aberto pela campanha #MeToo, que começou com as denúncias de abuso sexual contra um dos produtores mais poderosos de Hollywood, Harvey Weinstein. Apesar disso, ele afirmou que não pode garantir que entre os 400 filmes que serão exibidos não exista alguém que possa virar alvo de denúncias. “Vamos aguardar ver o que acontecerá. Espero que não aconteça nada sério com os filmes que escolhemos”, apontou. Entretanto, algo “sério” já aconteceu com o diretor sul-coreano Kim Ki-duk, presente na mostra Panorama com seu novo filme “Human, Space, Time and Human”. Ele não foi apenas denunciado, mas condenado por agredir uma atriz durante a produção do longa “Moebius” em 2013. Kim Ki-duk já venceu o prêmio de Melhor Direção do Festival de Berlim com “Samaritana” (2004). Vale lembrar que o Festival de Berlim também premiou Roman Polanski como Melhor Diretor há bem pouco tempo. Foi em 2010, por “Escritor Fantasma”. O prêmio foi especialmente significativo, porque reconheceu o cineasta logo após sua detenção na Suíça, por mais de 200 dias, a pedido da promotoria de Los Angeles. Na ocasião, havia a expectativa de que ele fosse extraditado para os EUA, onde seria julgado por estupro de menor – o caso de Samantha Geimer, de 1977. Mas Polanski acabou libertado, após campanha de várias celebridades e intelectuais, e seu filme bastante comemorado em Berlim. Para Kosslick, o debate é “difícil”, principalmente quando se analisa a possibilidade de separar a obra de arte do seu autor, quando este é alvo de graves acusações de assédio ou abusos sexuais. Entre os filmes que já terminaram as filmagens e poderiam figurar no festival, mas não foram incluídos, estão “A Rainy Day in New York”, de Woody Allen, e “The House That Jack Built”, de Lars von Trier. O Festival de Berlim 2018 começa em 15 de fevereiro, com a exibição de “Isle of Dogs”, animação de Wes Anderson, e termina dia 25, com a entrega dos Ursos de Ouro e Prata.

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    Roman Polanski será personagem do novo filme de Quentin Tarantino

    2 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Roman Polanski estará no novo filme de Quentin Tarantino, apurou o jornalista Justin Kroll, da revista Variety. Ele postou a notícia em seu Twitter, mas não publicou nenhum artigo sobre isso. Assim, o texto truncado e mal-escrito nas redes sociais deu margens para diferentes interpretações. A maioria da imprensa brasileira fez a tradução mais tosca, afirmando que Polanski interpretará um papel no filme, além de ter inventado frases completas. O tuíte original é este abaixo: Some QT-Manson updates: The role Pitt and Cruise have met on is for that of a stuntman not prosecutor, the Leo character is also Tate's neighbor in the pic and Polanski will play key role in film, QT going discovery route wants authentic polish thesp — Justin Kroll (@krolljvar) February 1, 2018 E a má tradução já fez diversos internautas pegarem em forcados e tochas para protestar contra a presença do diretor franco-polonês, que foi preso nos anos 1970 por abuso sexual de uma menina de 13 anos. Polanski eventualmente fugiu dos EUA e desde então vive na Europa, onde de tempos em tempos enfrenta batalhas no tribunais contra uma possível extradição. Obviamente, ele não poderia viajar até os Estados Unidos para participar da produção. Na verdade, Polanski é um personagem do filme e não um intérprete. O jornalista escreveu: “Polanski terá papel destacado no filme, Quentin Tarantino vai seguir a via da descoberta e quer um ator polonês autêntico”. Só faltou acrescentar: para viver o personagem. Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Charles Manson, entre elas o assassinato da atriz Sharon Tate, que na época era casada e esperava o filho de Polanski. O jornalista também adiantou detalhes sobre o papel oferecido a Brad Pitt e Tom Cruise, além de desvendar a participação de Leonardo DiCaprio. “O papel que Brad Pitt e Tom Cruise poderiam assumir é para um dublê e não promotor; o personagem do DiCaprio também é vizinho de Sharon Tate e Roman Polanski terá destaque no filme; Quentin Tarantino busca autenticidade e quer o ator polonês”, escreveu o jornalista. Além de vizinho de Sharon Tate e Polanski, o personagem de DiCaprio, conforme anteriormente adiantado, seria um ator falido, que estrelava uma antiga série de faroeste, mas não conseguiu alcançar a fama ao fazer a transição para o cinema. Por enquanto, DiCaprio, que já trabalhou com Tarantino em “Django Livre” (2012), é o único nome confirmado no elenco. O filme será o primeiro papel desde que venceu o Oscar de Melhor Ator, por “O Regresso”, em 2016. O diretor negocia também com Margot Robbie para viver Sharon Tate. A expectativa é que o filme chegue aos cinemas em agosto de 2019, data que coincide com os 50 anos do assassinato de Sharon Tate.

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    Polícia de Los Angeles investiga nova acusação de abuso sexual de Polanski nos anos 1970

    13 de dezembro de 2017 /

    A polícia de Los Angeles abriu uma nova investigação contra o cineasta Roman Polanski, acusado de abusar sexualmente de uma garota em 1975, quando ela tinha apenas 10 anos, segundo a agência Associated Press. Oficiais ouvidos pela agência afirmam que, apesar de o crime já ter prescrito, a polícia pode usar evidências para ajudar em outros casos. A vítima em questão, a artista Marianne Barnard, procurou a polícia em outubro, afirmando que o diretor a molestou durante uma sessão de fotos mais de quatro décadas atrás, ao lhe pedir que posasse usando apenas um casaco de pele em uma praia de Los Angeles. O advogado de Polanski, Harland Braun, afirmou ter contratado um investigador para conversar com os pais de Marianne. “Acredito que uma investigação competente da polícia de Los Angeles vai provar que a história toda é falsa”, disse. Polanski é considerado foragido da justiça americana desde 1978, quando ele fugiu para a França em meio a um julgamento por abuso sexual de uma garota de 13 anos. A vítima, Samantha Geimer, pediu ao juiz que encerrasse o caso em junho deste ano, afirmando que não queria que sua família sofresse mais por causa da situação, mas teve o pedido negado. Recentemente, mais três mulheres acusaram o diretor de estupro nos anos 1970, quando eram menores.

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    Justiça suíça arquiva acusação de estupro contra Polanski

    8 de novembro de 2017 /

    A Justiça suíça declarou prescritas as acusações de estupro apresentadas no final de setembro contra o cineasta Roman Polanski. A violência teria acontecido em 1972, quando a vítima tinha 15 anos. “Na medida em que os fatos ocorreram há 45 anos, a prescrição penal – que era de no máximo 15 anos segundo o código da época – ocorreu o mais tardar em 1987”, de modo que as acusações perderam a validade, afirmou em um comunicado a procuradoria do Cantão de Berna que analisava a denúncia. “Em aplicação do princípio de não retroatividade do direito penal, um ato deve ser julgado segundo o direito em vigor no momento em que foi cometido. Em ausência de exceção a esse princípio, isso também se aplica aos prazos de prescrição”, detalhou a procuradoria. A mulher que acusa o diretor, Renate Langer, tem atualmente 61 anos. Ex-atriz e modelo, nascida em Munique, Langer apresentou sua denúncia em 26 de setembro na polícia suíça, assegurando que foi estuprada pelo cineasta duas vezes quando tinha 15 anos. Na denúncia, a vítima afirmou que o primeiro estupro aconteceu na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após, Polanski teria convidado Langer para figurar num filme seu como pedido de desculpas. Assim, o segundo abuso aconteceu, após as filmagens de “Que?”, de 1972, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Langer foi a quarta mulher a acusar Polanski, que hoje tem 84 anos, de agressão sexual. Em 1977, o cineasta reconheceu ter mantido relações sexuais ilegais com Samantha Geimer, de 13 anos. Um juiz aceitou, em troca da admissão dos fatos, descartar outras acusações mais graves, deixando-o preso por 48 dias. Mas Polanski temia que o juiz desfizesse sua promessa e o mandasse à prisão perpétua, e ao conseguir liberdade condicional fugiu para a França, de onde não podia ser extraditado por ser cidadão francês. Em 2010, a atriz britânica Charlotte Lewis declarou que o cineasta a estuprou quando ela tinha 16 anos, e outra mulher, identificada como Robin, também o acusou de ter abusado dela, quando ela tinha 16 anos. Todos os casos teriam acontecido há muitos décadas. Vencedor do Oscar por “O Pianista” (2002), Polanski está desde 1989 casado com a atriz francesa Emmanuelle Seigner, sua parceira cinematográfica a partir de “Busca Frenética” (1988), com a qual tem dois filhos.

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    Feministas protestam contra retrospectiva dos filmes de Polanski na Cinemateca Francesa

    31 de outubro de 2017 /

    Diversas pessoas, inclusive integrantes do grupo Femen, protestaram na noite de segunda-feira (30/10) contra a abertura de uma retrospectiva da a Cinemateca Francesa dedicada ao cineasta Roman Polanski, acusado de agressões sexuais. “Não à homenagem para os estupradores”, gritaram duas ativistas para Polanski, de 84 anos, que compareceu ao local para apresentar seu último filme “D’Après Une Histoire Vraie” (Baseado em fatos reais). As duas mulheres, que estavam de topless e traziam nas costas a frase “Very Important Pedocriminal” (Pedófilo muito importante), um trocadilho com a sigla VIP, foram expulsas da Cinemateca, mas continuaram o protesto do lado de fora do prédio. “Apreciar um artista não significa se calar sobre seus crimes!”, disse Sanaa Beka, que foi protestar convocada por grupos feministas. “Para nós, o importante é cancelar esta retrospectiva, obter desculpas da Cinemateca e provocar uma tomada de consciência”, afirmou Raphaëlle Rémy-Leleu, porta-voz do grupo Osez le Féminisme, horas antes do começo dos protestos. Em 1977, Roman Polanski admitiu ter tido relações sexuais ilegais com Samantha Geimer, que na época tinha somente 13 anos, na casa de Jack Nicholson em Los Angeles enquanto o ator viajava. Em troca da confissão e alguns dias de prisão, um juiz aceitou não manter outras denúncias mais graves contra ele. Mas, convencido de que o magistrado voltaria trás em sua promessa e acabaria o condenando a décadas na cadeia, o cineasta fugiu para a França. Em 2010, a atriz britânica Charlotte Lewis declarou que o diretor a havia forçado a ter relações sexuais quando ela tinha 16 anos. Outra mulher, identificada como “Robin”, o acusou em agosto deste ano de agressão sexual quando tinha 16 anos, em 1973. E no começo de outubro, a justiça suíça indicou que examina novas acusações contra Polanski de uma mulher que o acusa de ter abusado dela em 1972, quando tinha 15 anos. A Cinemateca francesa, presidida pelo cineasta Costa-Gavras, se negou a cancelar o evento. “Fiel a seus valores e a sua tradição, a Cinemateca não pretende ser substituta da justiça”, declarou a instituição, que denuncia um pedido de “censura puro e simples”. “A retrospectiva de Polanski está prevista há muito tempo”, disse na sexta-feira a ministra de Cultura da França, Françoise Nyssen. “Trata-se de uma obra, não de um homem, não vou condenar uma obra”, disse. Uma petição lançada on-line na semana passada para cancelar a retrospectiva reuniu apenas 26 mil assinaturas.

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    Roman Polanski é acusado pela quarta mulher de estupro nos anos 1970

    4 de outubro de 2017 /

    A atenção da mídia à luta do diretor francês Roman Polanski para se livrar de sua antiga acusação de estupro de menor, dos anos 1970, teve um efeito inesperado para a defesa do cineasta, atualmente com 84 anos. Mais mulheres surgiram com denúncias de abuso sexual de décadas atrás. A mais recente se chama Renate Langer, atriz alemã vista em “Amor de Menina” (1983) e “A Armadilha de Vênus” (1988), hoje com 61 anos. De acordo com o New York Times, a polícia suíça está comandando a investigação do caso, que aconteceu, segundo Langer, duas vezes em 1972, quando ela tinha 15 anos e Polanski 39. Na denúncia, a vítima afirmou que o primeiro estupro aconteceu na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após, Polanski teria convidado Langer para figurar num filme seu como pedido de desculpas. Assim, o segundo abuso aconteceu, após as filmagens de “Que?”, de 1972, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Ainda segundo Renate Langer, durante anos a única pessoa a saber do caso foi um ex-namorado. A família da moça não foi comunicada sobre o abuso. “Minha mãe teria um ataque cardíaco. Eu tinha vergonha, me sentia perdida e sozinha”, declarou a atriz. Outras acusações partiram da atriz britânica Charlotte Lewis (“O Rapto do Menino Dourado”), que teria acontecido em em 1983, quando ela tinha 16 anos, e de uma mulher identificada apenas como Robin, que acusa o diretor de tê-la estuprado nos anos 1970, quando ela também tinha 16 anos. O caso mais famoso, no entanto, é o de Samantha Geimer, que em 1978, aos 13 anos, foi estimulada a consumir álcool e drogas durante uma festa na casa do ator Jack Nicholson antes de ser estuprada pelo cineasta. Na época, Polanski chegou a ser preso, mas após obter liberdade condicional fugiu dos Estados Unidos para a França, de onde, por ser cidadão francês, não poderia ser deportado. Ele vinha lutando na justiça americana para provar que teria cumprido a pena, ao aceitar um acordo do promotor para passar o período que passou na prisão. Contava, inclusive, com o apoio de Geimer, para quem a longa duração do caso de quatro décadas só trouxera infelicidades. Ela foi compensada financeiramente por Polanski e ainda escreveu um livro sobre sua história.

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    Darren Aronofsky vem ao Brasil lançar seu novo filme Mãe!

    27 de agosto de 2017 /

    O diretor Darren Aronofsky (“Cisne Negro”, “Noé”) estará em São Paulo nos dias 19 e 20 de setembro para divulgar o lançamento de seu novo filme, “Mãe!”. Na ocasião, ele falará com a imprensa nacional e latina e participará da pré-estreia do longa. Estrelado por Jennifer Lawrence (“Passageiros”) e Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall”), “Mãe” é um suspense psicológico sobre um casal que tem sua relação testada com a chegada de visitantes inesperados. Detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo e o clima dos primeiros vídeos divulgados é de terror. Distribuído pela Paramount Pictures, o longa estreia em 21 de setembro nos cinemas de todo o país.

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    Mãe!: Novo pôster do terror estrelado por Jennifer Lawrence evoca O Bebê de Rosemary

    27 de agosto de 2017 /

    A Paramount divulgou um novo pôster de “Mãe!”, o filme misterioso de Darren Aronofsky (“Noé”) estrelado por Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”). Embora pouco se saiba sobre a trama, o climão de filme de terror dos trailers tem sido comparado à paranoia feminina de “O Bebê de Rosemary” (1968). E o novo cartaz corrobora a referência, ao ser bastante similar à arte do pôster do clássico de Roman Polanski. Compare abaixo. “Mãe!” ainda não ganhou sinopse oficial, mas sua trama vai girar em torno de um casal que sofre com uma visita inesperada em sua casa. Nos vídeos já disponibilizados, Lawrence reforma e arruma a casa em que vai viver com o marido, vivido por Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), e fica contrariada quando ele decide convidar outras pessoas para visitá-los. O elenco também inclui Ed Harris (série “Westworld”), Michelle Pfeiffer (“A Família”), Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Kristen Wiig (“Caça Fantasmas”). O filme terá premières nos festivais de Veneza e Toronto, e sua estreia no Brasil está marcada para 21 de setembro.

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    Juiz recusa pedido de vítima para encerrar caso contra Polanski

    27 de agosto de 2017 /

    Um juiz da Corte Suprema de Los Angeles, nos Estados Unidos, negou o pedido da vítima de estupro de Roman Polanski para encerrar o processo criminal contra o cineasta franco-polonês. Samantha Geimer foi abusada pelo diretor há 40 anos, quanto tinha 13. Ela falou no tribunal pela primeira vez sobre o caso em junho, mesmo incomodada em abrir a história, na esperança de convencer o juiz. Samantha argumentou que já perdoou o cineasta e pediu “misericórdia” para si mesma e para sua família com o fim do processo que se arrasta há anos. Ela argumentou que os promotores exploram o caso para avançar em suas carreiras à custa de sua privacidade, que ela jamais recuperou desde os anos 1970, tornando-se uma vítima maior da justiça do que de Polanski. O magistrado Scott Gordon, no entanto, ressaltou que Polanski permanece foragido da Justiça e que não poderia fechar o caso “apenas por ser melhor para a vítima”. Ele alegou que é interesse da sociedade que se faça justiça, o que só será possível, segundo ele, com a continuação do processo. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa do ator Jack Nicholson, em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, que o levou a passar 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após ser solto, porém, Polanski fugiu dos Estados Unidos, e o caso foi considerado reaberto. O depoimento do promotor original do caso, já falecido, foi tornado secreto pela justiça e é a peça-chave que poderia encerrar o processo contra Polanski. O advogado do cineasta alega que ele só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito que iria prender Polanski por 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que o diretor fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continua até hoje, filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, sua prisão ao ser convidado de um festival repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski, desta vez da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde a família do diretor tem uma residência, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz do caso em Varsóvia observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o juiz atual de Los Angeles se recusa a aceitar.

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    Próximo filme de Quentin Tarantino pode abordar os crimes de Charles Manson

    11 de julho de 2017 /

    Quentin Tarantino já tem roteiro novo e estaria começando contatos para definir o elenco de seu próximo filme. Segundo o site The Hollywood Reporter, Brad Pitt, que trabalhou com o cineasta em “Basterdos Inglórios” (2009), e Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”) foram abordados. Já o Deadline cravou o nome de Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”). Ainda segundo o THR, o longa, que não tem título conhecido, irá abordar os assassinatos cometidos pelos seguidores de Charles Manson. Os papéis oferecidos não foram confirmados, mas o site afirma que a trama destacará o assassinato brutal da atriz Sharon Tate, esposa do cineasta Roman Polanski. Manson ordenou que um grupo de seus seguidores atacassem os moradores de uma casa em Los Angeles, acreditando que era propriedade de um produtor de discos que o rejeitara. Não era. Mesmo assim, quatro de seus seguidores torturaram e mataram Tate, que estava grávida de oito meses, e outras quatro pessoas no local, em 1969. Caso a produção se confirme, será o primeiro filme de Tarantino baseado em fatos reais. Ainda em estágio inicial de produção, a Weinstein Company busca um cofinanciador capaz de arcar com o salários de atores de elite, como os citados. As filmagens só devem acontecer em 2018, durante o verão norte-americano – ou seja, daqui a exatamente um ano. De todo modo, a fonte do THR diz que Lawrence não estaria interessada no papel de Tate.

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