Kiss vai ganhar filme biográfico da Netflix
A Netflix adquiriu os direitos de “Shout It Out Loud”, cinebiografia da banda Kiss que será dirigida por Joachim Rønning, o cineasta norueguês de “Malévola: Dona do Mal” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”. O roteiro foi escrito por Ole Sanders (também conhecido como Traktor), diretor do clipe “Die Another Day”, de Madonna, a partir de um esboço concebido por William Blake Herron (“A Identidade Bourne”). O filme vai se concentrar na amizade entre Gene Simmons e Paul Stanley, que surgiu ainda na adolescência, quando eram apenas dois garotos desajustados do Queens, em Nova York, que resolvem formar uma banda inspirada em heróis de quadrinhos após recrutarem o guitarrista Ace Frehley e o baterista Peter Criss. Totalmente maquiados, eles foram considerados uma piada até que ligaram seus instrumentos em amplificadores decentes e deixaram todos “boquiabertos”, de acordo com Simmons. Dos porões do rock nova-iorquino às turnês de estádios lotados, Kiss bateu recorde de venda de ingressos, vendeu mais de 100 milhões de discos e deixou sua marca na História do Rock. Atualmente, a banda está no meio de sua “End of the Road Tour”, turnê de despedida que tinha sido interrompida pela pandemia. Mas há todos os motivos para imaginar que a aposentadoria será adiada mais uma vez para aproveitar a sinergia do lançamento do filme biográfico, que deverá chegar ao streaming em 2023, a tempo de comemorar os 50 anos dos primeiros shows da banda em Nova York. “Shout It Out Loud” será a segunda cinebiografia de rock da Netflix, após o lançamento de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”, em 2019.
Filme sobre Boy George troca produtora e agenda filmagens
O filme biográfico de Boy George, cantor da banda dos anos 1980 Culture Club, mudou sua produção da MGM para a Millennium Media, planejando acelerar o início dos trabalhos. O cronograma atual visa começar as filmagens em Londres durante o próximo verão europeu (nosso inverno). O próprio Boy George contou as novidades num vídeo divulgado nesta terça (20/4), no qual ainda afirma que a busca pelo elenco está em andamento. Ele chegou a revelar que Daniel Mays (“Belas Maldições”, “White Lies”) vai viver seu pai e que “há rumores de Keanu Reeves aparecendo”. Quando o projeto foi anunciado em 2019, a atriz Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) se candidatou a viver o cantor. Intitulada “Karma Chameleon”, a cinebiografia está a cargo do roteirista e diretor Sacha Gervasi (“Hitchcock”, “Meu Jantar com Hervé”) e vai cobrir da juventude de George, trabalhando numa chapelaria no Blitz, club londrino onde aconteceu a explosão da cena “new romantic”, até o seu sucesso com os hits “Karma Chameleon”, “Miss Me Blind” e “Do You Really Want to Hurt Me”, à frente do Culture Club. Conhecido pelo visual andrógino com o qual se apresentava, George se tornou um ícone do movimento LGBTQIA+ no Reino Unido e em todo o mundo. O cantor, que se identificava como bissexual no auge do sucesso do Culture Club, passou a se declarar abertamente gay nos anos 2000. Juntando o sucesso do Culture Club com seus álbuns solo, George já vendeu mais de 100 milhões de singles e 50 milhões de álbuns ao redor do mundo. O músico também escreveu duas autobiografias que se tornaram best-sellers, “Take It Like a Man” (1995) e “Straight” (2004). E teve uma carreira como DJ. Dos anos 1980 até recentemente, ele também lutou contra o vício em drogas, especificamente a heroína. O filme de Boy George é reflexo do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, focado em Freddie Mercury, e “Rocketman”, sobre Elton John, e faz parte de uma tendência que levará várias outras cinebiografias musicais aos cinemas nos próximos anos, abrangendo as carreiras de artistas tão diferentes quanto Aretha Franklin, Robbie Williams, os Ramones e os Bee Gees. Veja abaixo o vídeo do anúncio e o clipe da música que dá nome à produção.
Nova série de Dave Grohl explora relação de roqueiros e suas mães
A Paramount+ divulgou o trailer de “From Cradle to Stage”, nova série documental produzida por Dave Grohl, líder da banda Foo Fighters. Inspirada pelo livro homônimo da mãe do roqueiro, lançado em 2017, a série vai explorar a dinâmica da relação entre músicos de sucesso e suas mães, e contará com as participações das cantoras country Brandi Carlile e Miranda Lambert, do rapper Pharrell Williams e dos roqueiros Geddy Lee (do Rush), Tom Morello (do Rage Against the Machine) e Dan Reynolds (do Imagine Dragons) juntos de suas mães, além, claro, de Dave e Virginia Grohl. “Eu acredito que a relação entre um músico e sua mãe é muito importante porque é a base de sua compreensão do amor, que é certamente a maior musa de todo artista”, disse Grohl, em comunicado sobre o projeto. “Ter a oportunidade de viajar pelo país e contar as histórias dessas mulheres incríveis por trás da cortina não só iluminou a música que elas inspiraram, mas também me fez apreciar o amor que recebi de minha própria mãe, minha melhor amiga. Nem é preciso dizer o que todos devemos às mulheres que nos deram a vida. Sem elas, não haveria música. ” “Esta série, baseada no aclamado livro de Virginia Grohl, oferece um raro olhar sobre os momentos íntimos e inspiradores entre alguns dos maiores artistas do mundo e suas mães – bem a tempo para o Dia das Mães”, acrescentou Bruce Gillmer, Presidente de Programação de Eventos e Músicas da ViacomCBS. A estreia está marcada para o dia 6 de maio, três dias antes do Dia das Mães, na plataforma de streaming Paramount+. Além desse projeto, Dave Grohl ainda tem outro lançamento previsto para as próximas semanas: o documentário “What Drives Us”, sobre a relação dos músicos de rock com a estrada à bordo das vans de turnês, que estreia na Amazon Prime Video em 30 de abril. Ele também já lançou uma série sobre a história do lendário estúdio californiano Sound City em 2013 e documentou o 20º aniversário do Foo Fighters em 2014.
Ator de “O Gambito da Rainha” será empresário dos Beatles no cinema
O ator Jacob Fortune-Lloyd, que viveu D.L. Townes em “O Gambito da Rainha”, vai estrelar a biografia do empresário dos Beatles, Brian Epstein. Intitulado “Midas Man”, o filme conta com direção do sueco Jonas Akerlund, veterano diretor de clipes e da cinebiografia de rock “Mayhem – Senhores do Caos” (2018). Chamado de “o quinto beatle”, Brian Epstein (1934-1967) é considerado um dos maiores responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. Dono de uma loja de discos em Liverpool e gay numa época em que isso não era bem aceito pela sociedade, ele se impressionou com uma apresentação da banda no Cavern Club e decidiu que iria conseguir um contrato com uma gravadora para a banda. Passaram-se oito meses entre o dia em que ele conheceu os músicos e a assinatura do contrato, que levou ao lançamento de “Love Me Do” e ao começo da Beatlemania. Ele também mudou o visual da banda, colocando os músicos em terninhos combinados e, para completar, ainda lançou a cantora Cilla Black, amiga dos Beatles. A expressão “quinto beatle” foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. “É um grande privilégio interpretar Brian Epstein, um homem que teve um impacto cultural tão importante e duradouro”, disse Jacob Fortune-Lloyd, em comunicado sobre o projeto. “Ele era uma pessoa fascinante com grande talento, ambição e coragem, e estou muito honrado por ter a oportunidade de representá-lo”. O ator também comentou que Jonas Akerlund “é a pessoa perfeita para dar vida a essa história”. “Seu trabalho é visualmente deslumbrante, visceral e ousado. Mal posso esperar para começarmos a trabalhar juntos”, completou. As filmagens acontecerão no Twickenham Studios e em locações em Londres, Liverpool e Estados Unidos. As datas da produção ainda não foram reveladas. Veja abaixo uma entrevista legendada com Epstein feita no início da Beatlemania.
Pete Davidson será Joey Ramone em filme da Netflix
O comediante Pete Davidson, astro do humorístico “Saturday Night Live” (e do ainda inédito “O Esquadrão Suicida”), vai interpretar Joey Ramone, icônico vocalista dos Ramones, numa cinebiografia chamada “I Slept with Joey Ramone” (em tradução livre: “Eu Dormi com Joey Ramone”). Produção da Netflix, o longa será baseado no livro de mesmo nome de Mickey Leigh, irmão de Joey, e vai mostrar a história dos Ramones sob o ponto de vista da família do vocalista — que, inclusive, apoia a produção do filme. Pioneiros do punk rock, os Ramones lançaram seu primeiro álbum em 1976, antes dos Sex Pistols. O quarteto formado também por Johnny, Dee Dee e Tommy Ramone redefiniu o rock com acordes básicos, velocidade acelerada e shows intensos, que condensavam quase 20 músicas em 20 minutos, numa época em que os discos de rock tinham faixas que se estendiam sozinhas por 20 minutos de duração. “I Slept with Joey Ramone” tem direção de Jason Orley, que trabalhou com Davidson em “Amizade Adolescente”, em 2019. Nesta quinta, completa-se 20 anos da morte de Joey Ramone, falecido em 15 de abril de 2001, aos 49 anos de idade, em decorrência de um linfoma.
Dave Grohl conta história das vans de turnês de rock em novo documentário
Dave Grohl está se especializando em produzir, dirigir e apresentar documentários musicais. Depois de contar a história do lendário estúdio californiano Sound City em 2013 e documentar o 20º aniversário do Foo Fighters em 2014, ele está de volta com “What Drives Us”, sobre a relação dos músicos de rock com a estrada, forjada nas vans de turnê. O primeiro trailer foi publicado pelo cantor na página de sua banda no YouTube. Na prévia, Grohl resume seu objetivo: “Este filme é minha carta de amor para cada músico que já pulou em uma velha van com seus amigos e deixou tudo para trás pela simples recompensa de tocar música”. A produção traz depoimentos de vários roqueiros famosos, como o baterista dos Beatles, Ringo Starr, o baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea, o guitarrista do U2, The Edge, e o vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, entre outros tantos, inclusive da cena alternativa, compartilhando histórias sobre excursões memoráveis e a importância de pegar a estrada com os parceiros musicais no começo de suas carreiras. “Você tem que entrar na van”, resume Ringo Starr. Uma das cenas da prévia mostra Steven Tyler a bordo da van original das primeiras turnês do Aerosmith, que recentemente foi reformada, após ser encontrada abandonada em 2019 numa floresta, nos arredores de Chesterfield, Massachusetts. “What Drives Us” será lançado em 30 de abril na Amazon Video Prime.
Mick Jagger e Dave Grohl lançam clipe-surpresa de rock sobre a pandemia
Os roqueiros Mick Jagger e Dave Grohl surpreenderam os fãs nesta terça (13/4) com o lançamento de um clipe surpresa. Os cantores dos Rolling Stones e Foo Fighters se juntaram para gravar “Eazy Sleazy”, música composta por Mick Jagger durante o recente lockdown britânico. O vídeo registra cenas de distanciamento social da dupla no estúdio. “Eazy Sleazy” fala do impacto da pandemia, listando as situações forçadas pelo confinamento (“cancelem todas as turnês”, “não temos mais folhetos de agências de viagem” e “tentando compor música, melhor fazer por Zoom”), o negacionismo desvairado (“tomando a vacina, Bill Gates na minha corrente sanguínea”) e o otimismo por um renascimento vibrante ao final do lockdown. “Será uma memória que vamos tentar nos lembrar de esquecer”, resume o verso final. Além de cantar, Jagger toca guitarra na canção, acompanhado por Grohl em todos os demais instrumentos – bateria, baixo, mais guitarras e ainda vocais de apoio. Os dois se tornaram amigos quando o Foo Fighters foi improvisado como banda de apoio do cantor durante uma participação especial no programa humorístico “Saturday Night Live” em 2012. Bastante pesado, o rock é quase grunge e mostra que Jagger não perdeu a voz nem a urgência para falar dos tempos em que vive. A gravação chega quatro anos após a lenda do rock ensaiar uma retomada de sua carreira solo com os singles politizados de “Gotta Get a Grip” e “England Lost”, lançados na época em que o Reino Unido discutia o Brexit.
Elenco de Josie e as Gatinhas comemora 20 anos do filme
Primeira adaptação live-action dos quadrinhos da Archie Comics, “Josie e as Gatinhas” foi lançado nos cinemas em 2001, quando o mundo ainda não estava pronto para ver uma versão sexy, empoderada e punk pop dos personagens da fictícia cidade de Riverdale. O tempo fez toda a diferença e o que o filme antecipou há 20 anos agora faz parte da programação habitual da televisão. Pouco apreciada em sua época, a sátira da indústria pop acabou virando cult e neste domingo (11/4) completou 20 anos, com direito a comemoração da Universal Pictures, que promoveu a reunião das três atrizes principais para falar da produção. Rachael Leigh Cook (Josie), Rosario Dawson (Valerie) e Tara Reid (Melody) se juntaram por Zoom para relembrar o quanto se divertiram no set e, principalmente, como o filme envelheceu bem. De fato, com a mudança de perspectiva do público e da crítica, “Josie e as Gatinhas” é o tipo de produção que faz mais sentido em 2021 que em sua época original. “Fico emocionada em ver que as pessoas continuam a assistir nosso filme e que ele só ganhou força com o passar dos anos”, disse Cook sobre o filme. “Isso é incrivelmente legal.” No bate-papo, Dawson concordou que o filme estava “à frente de seu tempo”, acrescentando: “Você assiste agora e ele ressoa muito com o momento em que estamos, mas, na época, acho que era difícil para as pessoas apreciarem totalmente sua sátira”. Ela deu ao filme dirigido por Harry Elfont e Deborah Kaplan a leitura feminista que ele merece, observando que “cena após cena após cena, nada era sobre a importância dos homens em nossas vidas” e sim sobre “sobre nós, nossos sonhos, nossas paixões e nossos talentos. E os homens apareciam super apoiadores dessas mulheres, e querendo vê-las brilhar, crescer e se maravilhar com isso. Existem tantos níveis no filme que são realmente profundos.” Reid, por sua vez, aproveitou para lembrar que elas próprias tocaram seus instrumentos no filme, o que fez com que, durante as cenas de shows, se sentisse “uma estrela do rock”. Ao final, Cook celebrou a amizade com as duas gatinhas. “Eu sei que levamos vidas diferentes agora, mas eu tenho vocês para sempre. Vocês podem me ligar a qualquer hora… Vou tirá-las da cadeia, vou levá-las ao aeroporto…” Para quem não lembra, “Josie e as Gatinhas” também teve duas famosas séries animadas da Hanna-Barbera nos anos 1970. Veja abaixo o vídeo do reencontro das atrizes e o trailer do filme de 2001, disponível no Brasil em várias plataformas de locação digital.
Amy Winehouse vai ganhar novo documentário nos 10 anos de sua morte
Um novo documentário sobre Amy Winehouse será lançado em julho, marcando os dez anos da morte da cantora britânica, aos 27 anos. Intitulado “Amy Winehouse: 10 Years On”, o filme é uma produção da BBC e terá a mãe da cantora como narradora. Segundo a rede pública britânica, Janis Winehouse, que tem esclerose múltipla, quer compartilhar suas lembranças sobre sua falecida filha. Em comunicado divulgado nesta quarta (31/3), a BBC descreve Janis como “uma figura próxima de Amy de quem ainda temos muito a ouvir e cuja versão dos acontecimentos muitas vezes diverge da narrativa que nos foi contada antes”. “Não sinto que o mundo conheceu a verdadeira Amy, aquela que eu criei, e anseio pela oportunidade de oferecer uma compreensão de suas raízes e um vislumbre mais profundo da verdadeira Amy”, disse a mãe da cantora no mesmo comunicado. O documentário apresentará material de arquivo nunca visto, acrescentou a BBC. “Janis será auxiliada por familiares, amigos e aqueles que conheceram Amy melhor para compor um lado de Amy raramente visto”. “O filme será um relato poderoso e sensível de um dos talentos musicais mais amados e que mais deixaram saudade no Reino Unido, oferecendo uma nova interpretação de viés feminino de sua vida, seus amores e seu legado.” Vencedora do Grammy, Amy Winehouse morreu de intoxicação alcoólica em sua casa de Londres em julho de 2011. Ela teve problemas com bebida e drogas durante a maior parte da carreira, e já teve sua trajetória abordada num documentário premiado, “Amy”, de Asif Kapadia, que venceu o Oscar da categoria em 2016.
Documentário sobre Chorão, do Charlie Brown Jr., ganha trailer
A O2 Play divulgou o pôster e o trailer do documentário “Chorão: Marginal Alado”. O filme reúne registros da vida e da arte de Alexandre Magno Abrão, o skatista de “Santos Beach” que ficou conhecido como o cantor Chorão da banda Charlie Brown Jr. O diretor Felipe Novaes pesquisou mais de 1,2 mil horas de material audiovisual, e também incluiu uma entrevista com Champignon, o baixista da Charlie Brown Jr. que foi encontrado morto em seu apartamento em setembro de 2013 — seis meses depois de Chorão ter encerrado sua trajetória com o mesmo destino. “Chorão: Marginal Alado” estreia no dia 8 de abril simultaneamente nos cinemas e nas plataformas NOW, Google Play, Apple TV, Vivo Play, Looke e Youtube.
Kenneth Branagh vai filmar cinebiografia dos Bee Gees
O cineasta Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai trocar as adaptações de Shakespeare e Agatha Christie pela música pop. Ele assinou contrato com a Paramount Pictures para dirigir um filme biográfico dos Bee Gees. O filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. O roteirista Ben Elton está escrevendo o longa, que ainda não tem título oficial. Ele e Branagh trabalharam recentemente juntos em outra cinebiografia, “A Pura Verdade”, de 2018, sobre William Shakespeare. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Barry Gibb também está listado como produtor executivo. Ele é o último membro sobrevivente da banda, após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, lançado em dezembro passado com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).
Miley Cyrus lança clipe gravado no maior show ao vivo desde o começo da pandemia
Miley Cyrus lançou o clipe da power ballad “Angels Like You”, uma das faixas mais populares de seu disco “Plastic Hearts”. O vídeo foi gravado durante seu show na abertura do Super Bowl 2021. Com clima de festival de rock, a performance teve participação de Joan Jett, Billy Idol e foi presenciada por 7,5 mil pessoas, todos profissionais da saúde já vacinados contra o coronavírus. Durante a apresentação, Miley ainda agradeceu aos médicos, enfermeiros e socorristas presentes e aos que não puderam ir por estar de plantão nos hospitais durante a pandemia. “Quero agradecer a vocês, são meus heróis e meus ídolos”, ela disse ao dedicar o espetáculo para eles. Na edição do clipe, a cantora lembrou que aquele foi o show de maior público desde o começo da pandemia de coronavírus. Ela ainda salientou que se todos cooperassem com a vacinação, apresentações ao vivo como aquela poderiam voltar a acontecer em breve. Veja abaixo o clipe oficial e a apresentação integral de “Angels Like You” no Super Bowl 2021.
Dandara Mariana estrela clipe dos Paralamas do Sucesso
Os Paralamas do Sucesso lançaram nesta quinta (5/3) o clipe de “Não Posso Mais”, música de Nando Reis que a banda gravou num disco de 2017 e que agora ressurge em vídeo dirigido por outro artista, o cantor Rubel. Além de dirigir, Rubel assinou o roteiro da produção, que se apresenta como um curta-metragem sobre o tema do desejo em tempos de isolamento social. As atrizes Dandara Mariana (de “A Força do Querer”) e Priscila Lima (“Brilhante F.C.”) vivem as protagonistas, duas vizinhas que se descobrem pela janela numa madrugada de insônia e começam a trocar mensagens escritas em “chamequinho” até despertar a vontade, mas, respeitando a quarentena, despedem-se sem dar “o beijo na boca” que gostariam.











