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  • Música

    Gerry Marsden (1942 – 2021)

    3 de janeiro de 2021 /

    Gerry Marsden, líder da banda Gerry and the Pacemakers, morreu neste domingo (3/1) aos 78 anos, após uma infecção em seu coração. O cantor e guitarrista formou Gerry and the Pacemakers em 1959 com seu irmão Fred, Les Chadwick e Arthur McMahon (que foi substituído por Les Maguire em 1961). Eles começaram antes dos Beatles na mesma cidade de Liverpool e chegaram a rivalizar com a banda de John, Paul, George e Pete (substituído por Ringo) no início de sua carreira, tocando nos mesmos lugares. Gerry and the Pacemakers também foram o segundo grupo a assinar com o empresário dos Beatles, Brian Epstein, que lhes conseguiu um contrato com a Columbia Records. Seu primeiro single foi “How Do You Do It?”, de março de 1963, que alcançou o 1º lugar nas paradas britânicas. A música tinha sido rejeitada pelos Beatles quando o produtor George Martin tentou persuadir o grupo a gravá-la como seu primeiro single. Em vez disso, os Beatles optaram por lançar a composição original, “Love Me Do”, de Lennon e McCartney. Mas Martin se vingou quando os Beatles gravaram uma segunda versão de “How Do You Do It?”, após o sucesso da gravação da banda de Marsden. Seus dois singles seguintes, “I Like It” e o cover de “You Never Walk Alone” de Rodgers e Hammerstein, também foram lançados em 1963 e alcançaram o topo das paradas. “You Never Walk Alone”, por sinal, logo se tornou o hino do Liverpool Football Club. Cinco meses após a estreia de “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (A Hard Day’s Night), primeiro filme dos Beatles, Gerry and the Pacemakers também estrelaram sua própria produção cinematográfica. Lançado no Brasil como “Frenéticos do Rítmo”, o longa de 1964 se chamava originalmente “Ferry Cross the Mersey”, nome de um dos maiores sucessos do grupo, e acompanhava uma versão artística dos músicos reais. A banda, entretanto, acabou se separando em 1967 – três anos antes dos Beatles – , e Marsden acabou se afastando da música para se tornar uma personalidade da televisão. Ele chegou a participar da série infantil britânica “The Sooty Show” de 1968 a 1976. Marsden reformou os Pacemakers em 1972 e, ao longo dos anos, excursionou esporadicamente com diferentes formações da banda. Ele acabou se destacando em 1989 por seu envolvimento nas atividades beneficentes que se seguiram à “Tragédia de Hillsborough”, quando uma invasão em massa levou ao desabamento de parte do Estádio Hillsborough, em Sheffield (Inglaterra), durante o jogo entre Liverpool FC e Nottingham Forest, cujo saldo foram 96 torcedores do Liverpool pisoteados até a morte e outros 766 feridos. Foi o maior desastre de futebol do mundo. O artista organizou shows e regravou “You Never Walk Alone” para ajudar a comunidade de Liverpool e acabou reconhecido com a Ordem Mais Excelente do Império Britânico em 2003 por seus esforços de caridade. Após a confirmação de sua morte, o Liverpool Football Club prestou-lhe uma homenagem no Twitter, escrevendo: “É com grande tristeza que ouvimos sobre o falecimento de Gerry Marsden. As palavras de Gerry viverão para sempre conosco. Você nunca andará sozinho.” Relembre abaixo o trailer de “Frenéticos do Rítmo” e alguns dos hits de Gerry and the Pacemakers.

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  • Filme,  Música

    Ator de Os 7 de Chicago será B.B. King no cinema

    30 de dezembro de 2020 /

    O ator Kelvin Harrison Jr. (visto recentemente em “Os 7 de Chicago”, “A Batida Perfeita” e “A Fotografia”) vai viver o lendário bluesman B.B. King, também conhecido como o Rei do Blues, no filme sobre Elvis Presley do diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A produção da Warner Bros. foi retomada em setembro na Austrália após uma paralisação em março, quando o astro Tom Hanks contraiu covid-19. No filme ainda sem título, Hanks vai interpretar o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, enquanto Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) interpretará Elvis. Escrito por Luhrmann e Craig Pearce, o filme investiga a dinâmica complexa entre Elvis e o enigmático Parker ao longo de 20 anos, que levou à ascensão do cantor a um estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a evolução da paisagem cultural e a perda da inocência dos EUA da época. No centro dessa jornada também estão algumas das pessoas mais significativas e influentes na vida de Elvis, como sua mãe Gladys, vivida por Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”), e sua esposa Priscilla, interpretada por Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”). Apesar da paralisação das filmagens durante a pandemia, a produção da Warner Bros. sofreu pouco atraso em seu cronograma de lançamento, com estreia adiada por apenas um mês, para novembro de 2021 nos EUA. Veja abaixo um dos mais antigos vídeos de B.B. King disponível no YouTube com boa qualidade.

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  • Música

    Banda de rock da atriz de Gossip Girl lança novo clipe

    26 de dezembro de 2020 /

    A pequena Jenny Humphrey cresceu. A banda de rock de Taylor Momsen, intérprete de Jenny na série “Gossip Girl”, lançou um novo clipe. A nova música da banda The Pretty Reckless se chama “25” e soa mais grunge que as gravações anteriores. As distorções e gritos diminuíram, assim como o sex appeal da cantora. Em vez de nudez gratuita, ela agora aparece mais madura, num vestido vermelho de gala que se transforma numa flor – um cravo escarlate. O visual é marcante e foi dirigido por Jon J, do coletivo Erg Designs, que até então costumava trabalhar com rappers e cantores de R&B – como Bobby Brown e T.I. “25” faz parte do vindouro álbum “Death by Rock and Roll”, que será lançado em fevereiro de 2021.

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  • Música,  Série

    Peter Jackson revela prévia de seu documentário sobre os Beatles

    21 de dezembro de 2020 /

    O diretor Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) divulgou uma prévia de seu novo trabalho, o documentário “The Beatles: Get Back”, sobre as gravações do último disco dos Beatles. Repleta de cenas nunca antes vistas, a prévia é uma mostra da quantidade e da qualidade do material a que ele teve acesso. Na introdução, Jackson avisa que o vídeo não é um trailer oficial, mas uma montagem improvisada de algumas cenas selecionadas entre as 56 horas de filmagens feitas em 1969 e que não entraram no documentário “Let It Be”, lançado no ano seguinte. A filmagem dos Beatles em estúdio pelo diretor Michael Lindsay-Hogg ocorreu de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969 e se destinava a ser um especial de televisão sobre a produção de um novo álbum da banda. Mas a banda anunciou sua separação logo em seguida e o material acabou lançado no cinema, em maio de 1970, focando as brigas e disputas internas que teriam levado os músicos a se separarem oficialmente. Mas o curioso é que, ao contrário do visto em 1970, as imagens apresentadas por Jackson não mostram músicos amargos e envolvidos em discussões estéreis. Ao contrário, o registro tem outro contexto, ao mostrar os artistas alegres, brincando e se divertindo durante o trabalho em conjunto, que inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última apresentação dos Beatles, que se seguiu logo depois. “Fiquei aliviado ao descobrir que a realidade é muito diferente do mito. Claro, há momentos de drama — mas nenhuma das discórdias com as quais esse projeto está associado há muito tempo. Observar John, Paul, George e Ringo trabalhando juntos, criando músicas agora clássicas a partir do zero, não é apenas fascinante — é engraçado e surpreendentemente íntimo”, contou o cineasta no comunicado sobre o projeto. Jackson ganhou aprovação para remexer no passado da banda dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison. Com produção da Disney, “The Beatles: Get Back” será lançado em 27 de agosto de 2021.

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  • Música,  Série

    Série documental sobre hits de Paul McCartney ganha trailer

    16 de dezembro de 2020 /

    Paul McCartney publicou um trailer de uma série documental sobre sua carreira, que vai juntá-lo ao produtor Rick Rubin (Beastie Boys, Red Hot Chili Peppers, Johnny Cash, etc) numa jornada pelos bastidores das gravações de seus maiores clássicos. O vídeo deixa claro que a série é sobre música, o que não impede McCartney de trazer à tona alguns detalhes de sua vida particular no momento das gravações. Serão ao todo seis episódios em que o músico e o produtor discutirão as canções de maior sucesso do ex-Beatle, desde seus dias ao lado do parceiro John Lennon, passando por sua segunda banda, Wings, até a carreira solo. Os comentários giram em torno de uma mesa de som, em que os tapes originais serão tocados, algumas vezes com acompanhamento musical de McCarney – o vídeo o registra no baixo, guitarra e bateria. O projeto não tem título e marcará a primeira vez que as fitas masters originais dos Beatles deixarão Abbey Road. McCartney, claro, continua aumentando sua discografia. Na sexta (18/12), ele lança um álbum novo, “McCartney III”, encerrando sua “trilogia do isolamento”, iniciada há 50 anos.

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  • Série

    Suposta influência da CIA na banda Scorpions vai virar série

    16 de dezembro de 2020 /

    Uma lenda envolvendo a banda de rock Scorpions vai inspirar uma nova série encomendada pela plataforma Hulu. Intitulada “Wind of Change”, a série vai explorar a teoria de conspiração de um podcast sobre o hit da banda alemã que nomeia a atração. O podcast hospedado pelo jornalista Patrick Radden Keefe, que foi lançado em maio e se tornou uma das séries de áudio mais badaladas do ano, sugeriu que a agência secreta americana CIA foi quem realmente compôs “Wind of Change”. Os episódios seguiram Keefe enquanto ele explorava o boato que ouviu de uma fonte da CIA sobre a autoria do sucesso internacional de 1990. A trama selvagem revela espiões fazendo o impensável e uma história secreta de propaganda escondida na música pop e um labirinto de segredos do governo, que ainda envolve um dos grandes mistérios da Guerra Fria. A power ballad “Wind of Change” (vento de mudança) foi composta (supostamente) pelo vocalista Klaus Meine logo após a queda do Muro de Berlim e durante uma visita da banda à URSS no auge da perestroika, sendo lançada em 1990, na sequência do golpe fracassado que acabaria por levar ao colapso da União Soviética. A exploração da conspiração por trás da música está sendo desenvolvida como série pelo ator, roteirista e diretor Alex Karpovsky (visto em “Girls” e criador de “Oh Jerome, No”), e produzida pelo estúdio 20th Television em associação com a Small Dog Pictures (de Jason Winer, criador de “1600 Penn”), Crooked Media, Pineapple Street Studios e Spotify. A encomenda da série também marca o primeiro acordo de desenvolvimento de TV para a Crooked Media, que foi estabelecida em 2017 por três ex-funcionários da administração Barack Obama – Tommy Vietor, Jon Favreau (homônimo do diretor) e Jon Lovett. Lembre a música “Wind of Change” abaixo.

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  • Filme

    Lily James vai viver Pamela Anderson em minissérie biográfica

    15 de dezembro de 2020 /

    Um dos casais de Hollywood que mais rendeu assunto na imprensa sensacionalista no fim do século passado vai ganhar sua primeira minissérie, intitulada “Pam & Tommy”. A atriz Lily James (“Rebecca, a Mulher Inesquecível”) e o ator Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”) vão viver Pamela Anderson e Tommy Lee na produção, que terá oito episódios e será exibida na plataforma Hulu. A minissérie, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), vai se concentrar no relacionamento do baterista da banda Mötley Crüe e a estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) durante os anos 1990, incluindo na trama o famoso vazamento do vídeo de sexo de sua lua de mel particular”. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual dos anos 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento do casal, que levou a um casamento após apenas alguns dias de namoro oficial, vendeu mais tabloides que qualquer outro no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E Rogen também está escalado para viver o homem que roubou a fita infame. Além deles, o diretor Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) participa da produção. Já Pamela Anderson e Tommy Lee não estão envolvidos, mas cientes do que vem por aí.

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  • Série

    Fase lendária dos Rolling Stones será transformada em série

    11 de dezembro de 2020 /

    A fase mais lendária dos Rolling Stones vai virar uma série limitada do FX. O chefe do canal pago, John Landgraf, anunciou o projeto durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), revelando que os roqueiros permitiram pela primeira vez que suas músicas sejam usadas numa produção sobre suas vidas. Ainda sem título, a série será desenvolvida pelo escritor Nick Hornby, autor do livro “Alta Fidelidade” (que inspirou o filme e a série homônima), e acompanhará uma década da carreira da banda, desde a formação em 1962 até seu auge em 1972, quando lançaram o clássico álbum duplo “Exile on Main St.”. A atração será produzida pela Left Bank Pictures, empresa adquirida pela Sony, responsável por séries bem-sucedidas como “The Crown”, na Netflix, e “Outlander”, no Starz.

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  • Série

    Deuses Americanos: Trailer da 3ª temporada tem banho de sangue e show de rock

    3 de dezembro de 2020 /

    A Amazon divulgou uma coleção de pôsteres animados e o trailer da 3ª temporada de “Deuses Americanos” (American Gods), que apresenta o confronto entre os novos e os velhos deuses mitológicos. “Vamos caçar e matar todos vocês que ficarem em nosso caminho”, declara o Mr. World (Crispin Glover), em meio a uma prévia com banhos de sangue e show de rock. Adaptada do livro de Neil Gaiman, a trama gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. Na nova temporada, Wednesday volta a procurar Shadow Moon, enquanto ele se refugia no interior rural dos EUA e finalmente começa a aceitar a realidade a seu redor – e o fato de que também é um deus. O elenco original inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”) e Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), entre outros, e a nova temporada ainda vai acrescentar o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”) ao enredo. Com estreia marcada para 10 de janeiro no canal pago americano Starz, “Deuses Americanos” será disponibilizada com um dia de atraso no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável pela distribuição internacional da atração. It's not Shadow's fault that all the gods want him for their side of the war. He can't help that he's so popular. #AmericanGods #MoonMonday pic.twitter.com/rZMcT1TWmA — American Gods US (@americangodsus) November 9, 2020 Isn't he a sight for sore eye. #AmericanGods pic.twitter.com/Opxs9GNGsX — American Gods US (@americangodsus) November 11, 2020 .@tyraaross. @officialDannyT. @CrispinGlover. Name a more iconic trio that's actually one character. I'll wait. #AmericanGods pic.twitter.com/2VftkwkpGJ — American Gods US (@americangodsus) November 12, 2020 💜 The queen is BACK! 💜 #AmericanGods pic.twitter.com/5zgU5lgSQx — American Gods US (@americangodsus) November 16, 2020 As self-appointed chairperson of the "Protect Salim At All Costs" club, just want to let you know we are once again welcoming new members. To be considered, please reply with how much you love Salim and I'll give you an official title. #AmericanGods pic.twitter.com/N5VNUUOLel — American Gods US (@americangodsus) November 18, 2020 Have you heard the good news? @LelaLoren is our Marguerite. #AmericanGods pic.twitter.com/nRaoxgTfUm — American Gods US (@americangodsus) November 20, 2020 Guess who's back and deader than ever. #AmericanGods pic.twitter.com/m9gJLa0MI1 — American Gods US (@americangodsus) November 23, 2020 As a human myself, can I just say I'm a little relieved to have another human on board? Meet Cordelia: Wednesday's newest driver and protégé. #AmericanGods pic.twitter.com/08iYwM6eUT — American Gods US (@americangodsus) November 25, 2020 Black Friday has basically turned into Cyber Monday this year, so I'm worshipping Technical Boy all weekend long. #AmericanGods pic.twitter.com/9iPcxeFeD9 — American Gods US (@americangodsus) November 27, 2020 Meet Lakeside's mayor* and one-woman welcome wagon: Ann-Marie Hinzelmann. #AmericanGods *unofficial*definitely self-appointed pic.twitter.com/leltyEaJgU — American Gods US (@americangodsus) November 30, 2020 They say revenge is a dish best served cold, preferably with some herbed havarti on the side. #AmericanGods pic.twitter.com/qsQ1BfbdKO — American Gods US (@americangodsus) December 2, 2020

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  • Música

    Machine Gun Kelly diz que Megan Fox o ajuda a superar vício em drogas

    3 de dezembro de 2020 /

    O cantor e ator Machine Gun Kelly contou que sua nova namorada, a atriz Megan Fox, tem sido seu apoio nas tentativas de superar seu vício em drogas. Em depoimento à revista Interview, ele contou que Megan sempre a seu lado nas “noites obscuras”. “Quando você tem uma parceira, sentada lá com você nas noites escuras, quando você está suando e não sendo capaz de entender descobrir o porquê você está tão louco, para ajudá-lo a sair de sua cabeça e colocá-lo em perspectiva, isso realmente ajuda”, contou. O casal está junto desde meados de maio, quando Megan encerrou seu casamento de dez anos com o ator Brian Austin Green. Kelly disse ainda que, desde que engatou o namoro, começou a fazer terapia para cuidar da saúde mental. “Atualmente, minha droga de escolha é a felicidade e o compromisso com a arte, ao invés do compromisso com um vício que eu acreditava ter feito a arte. Estou dando passos”, afirmou. O artista lançou em setembro o álbum “Tickets to My Downfall” e deu uma guinada ao pop-punk, e ainda credita o apoio do amigo baterista Travis Barker como outro fator importante na sua mudança de hábito. “Porque ele viveu isso. É muito diferente de um padre ou algo assim, onde eu fico: ‘Como você pode se relacionar comigo? É fácil para você me dizer que posso superar isso quando você nunca enfrentou esses obstáculos’. Já com Travis é como, ‘eu sei que você passou pelo que eu estou passando'”, completou.

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  • Etc,  Série

    Abby Dalton (1932 – 2020)

    1 de dezembro de 2020 /

    A atriz Abby Dalton, que estrelou a série novelesca “Falcon Crest” nos anos 1980, morreu em 23 de novembro em Los Angeles após uma longa doença. Ela tinha 88 anos. Sua morte foi anunciada na segunda (30/11) por sua porta-voz Sue Procko. Nascida em Las Vegas, Dalton estreou no cinema em 1957, num filme do lendário cineasta e produtor Roger Corman, “Rock All Night”, como uma das frequentadoras de um bar beatnik mantidas como reféns de criminosos. Durante os anos seguintes, ela apareceu em vários outros filmes de Corman, incluindo “Mulher Sem Rumo” (1957), “Carnival Rock” (1957) e “Stakeout on Dope Street” (1958), além do cult de gangue feminina “Discípulas da Mal” (1958), de Paul Henreid. Ela acabou fazendo transição para a TV ao conseguir um papel importante na série de comédia naval “Hennesey”, em 1959, interpretando a namorada do protagonista, vivido por Jackie Cooper. O papel lhe rendeu uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em 1961. Quando o fim da série foi anunciado em 1962, ela foi escalada para viver a esposa de Joey Bishop na sitcom “The Joey Bishop Show”. Mas “Hennesey” ainda estava no ar quando a nova atração estreou, fazendo com que ela tivesse dois papéis simultâneos na TV americana. Sua segunda série acabou em 1965 e, depois disso, ela viveu a pistoleira Jane Calamidade no western “Respondendo à Bala” (1966) e passou muitos anos trabalhando como atriz convidada em outras atrações. Entre os muitos papéis de Dalton na TV incluem-se passagens por “Paladino do Oeste”, “O Homem do Rifle”, “Maverick”, “Couro Cru”, “Meus 3 Filhos”, “Nanny”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “O Barco do Amor”, “Os Waltons” e “Os Novos Centuriões”. Conhecida por seu humor excêntrico, a atriz também se destacou em participações em diversos game shows dos anos 1970, incluindo “Hollywood Squares”, “Match Game” e “Super Password”, mas foi sua escalação em “Falcon Crest” que lhe deu sua maior exposição. Em 1981, ela conseguiu o papel de Julia Cumson, contracenando com Jane Wyman, no piloto da atração, e permaneceu no programa até a 5ª temporada, em 1986.

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  • Filme

    Banda Heart vai ganhar filme biográfico na Amazon

    28 de novembro de 2020 /

    A cantora Ann Wilson revelou que a banda Heart vai ganhar um filme biográfico, que está sendo produzido para a Amazon. Wilson fez o anúncio durante uma participação num programa da rádio SiriusXM. A produção vai narrar os primeiros passos e o sucesso de Ann e sua irmã Nancy Wilson desde os anos 1970, à frente de uma das primeiras bandas de rock lideradas por mulheres. Apesar de Nancy ter sido casada com o diretor Cameron Crowe (“Quase Famosos”), com quem tem dois filhos e com quem costuma colaborar em trilhas sonoras, quem está à frente do projeto é uma cantora punk. Carrie Brownstein, da banda Sleater-Kinney e co-estrela de “Portlandia”, escreveu o roteiro e vai dirigir o filme. “Eu vi o primeiro rascunho do roteiro”, disse Ann Wilson no programa. “É muito legal. Ela está trabalhando com a empresa de cinema – Amazon Studios – e com a produtora Linda Obst, que fez ‘Sintonia de Amor’ (1993)”. Outros créditos de produção de Obst incluem “Flashdance” (1983), “Um Dia Especial” (1996), “Como Perder um Homem em 10 Dias’ (2003) e a série de TV “Hot in Cleveland”. Nenhuma decisão de elenco ainda foi feita e Ann Wilson disse que não tem preferência. “Eu simplesmente não tenho nenhuma ideia. Estou muito próxima para opinar”, afirmou. “Estou tão animada para descobrir quanto você.” Wilson disse que a atriz Anne Hathaway expressou algum interesse no papel. Mas observou: “Não acho que ela seja exatamente adequada para isso”. Se os atores serão obrigados a cantar o catálogo Heart também está em aberto. “Isso ainda está em desenvolvimento agora”, disse Wilson. “Por causa de Covid, está tudo atrasado. Mas definitivamente está acontecendo.” Veja abaixo alguns clipes da banda Heart, para lembrar seus hits de glam rock e a fase de laquê da MTV, e escute também a entrevista de Ann Wilson para a radialista Lyndsey Parker na SiriusXM. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lyndsey Parker (@lyndseyparker)

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    Miley Cyrus e Dua Lipa cantam coladinhas em clipe de “rock” com groselha

    20 de novembro de 2020 /

    Miley Cyrus lançou mais um registro da sua transformação em roqueira. A música “Prisioner” é um dueto com a inglesa Dua Lipa, fortemente inspirada pelo pop rock dos anos 1980. E o clipe, dirigido pela própria Miley em parceria com a fotógrafa de moda Alana O’Herlihy, reflete o clima com imagens desbotadas de VHS, efeitos antigos de chroma key e formato de tela de TV de tubo. As imagens registram cenas de um pequeno show e a road trip de Miley Cyrus e Dua Lipa, a bordo de um ônibus particular, para chegar ao local: cenas implícitas de rock. No climax, elas cantam bem juntinhas, coladinhas e molhadinhas, após Miley se dar um banho de groselha sabor cereja para ganhar lambidas homoeróticas. A música fala da sensação de prisão causada pelo amor e o vídeo termina com uma dedicatória, “Em memória de todos os meus exes”, só para completar, dentro de um coração de arame farpado: “Comam merd*”. E tome referência. A cena “pós-créditos” é do filme “Problemas Femininos” (1974), de John Waters, em que a falecida Divine diz a frase antológica: “Eu sou uma mulher livre agora e minha vida está pronta para começar”. Divine, claro, famosamente comeu merd* no trash anterior de Waters, “Pink Flamingos” (1972). “Prisioner” faz parte de “Plastic Hearts”, sétimo álbum de estúdio de Miley Cyrus, que será lançado em uma semana – na sexta, 27 de novembro.

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