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  • Filme

    Planeta dos Macacos: A Guerra e novo filme de Selton Mello chegam aos cinemas

    3 de agosto de 2017 /

    “Planeta dos Macacos: A Guerra” é a maior estreia desta quinta (3/8), com lançamento em mais de mil cinemas. O longa encerra com chave de ouro a trilogia da Fox, mostrando o confronto final entre o último exército humano e os símios evoluídos liderados por César, numa escala épica e com efeitos visuais bastante realistas. Andy Serkis, o intérprete de César, esteve no Brasil para divulgar a produção, resumindo seu tema como “empatia”. Dirigido por Matt Reeves, que assinou “Planeta dos Macacos: O Conflito”, a continuação estreou com elogios rasgadíssimos e em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. Ao atingir 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, ainda realizou uma façanha rara, encerrando uma trilogia com o capítulo mais bem-avaliado de todos. Nem “Star Wars” conseguiu isso. A semana registra apenas outro lançamento com distribuição ampla, o nacional “O Filme da Minha Vida”, terceiro longa dirigido por Selton Mello, que chega em 274 salas. E também é um caso em que o terceiro é o melhor, apesar de “O Palhaço” (2011) já ser sensacional. Selton Mello virou um senhor diretor, entregando um filme belíssimo justamente sobre o amadurecimento. A trama adapta o livro “Um Pai de Cinema”, do escritor chileno Antonio Skármeta (“O Carteiro e o Poeta”). Passado nos anos 1960, gira em torno de Jacques (Johnny Massaro, de “A Frente Fria que a Chuva Traz”), jovem professor de um povoado que foi abandonado pelo pai, um forasteiro francês (Vincent Cassel, de “Em Transe”), há vários anos, herdando apenas uma motocicleta e um amigo, papel do próprio Selton Mello. O elenco também destaca Bruna Linzmeyer (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), mais linda que nunca. Outro bom drama nacional chega em circuito limitado. Exibido no Festival de Berlim, premiado no Festival de Brasília e vencedor do Festival de Jeonju, na Coreia do Sul, “Rifle” marca a estreia em longas de ficção do diretor Davi Pretto, que já tinha chamado atenção internacional com seus curtas e documentários. A trama é um western gaúcho, sobre um jovem que vive isolado com sua família em uma região rural e remota do sul do país. Quando um rico proprietário tenta comprar suas terras, ele passa a carregar sempre um rifle para defender seu território. O circuito alternativo também destaca o argentino “Eva Não Dorme”, de Pablo Agüero (“Salamandra”), estrelado por Gael García Bernal (“Neruda”). Com atmosfera claustrofóbica de terror, o drama conta o destino insólito e mórbido do cadáver de Eva Peron, refletindo ao mesmo tempo os horrores que se abateram sobre a Argentina após sua morte. Completam a programação três filmes falados em francês. “Os Meninos que Enganavam Nazistas” é uma coprodução franco-canadense sobre as aventuras de dois meninos judeus em fuga dos nazistas pela Europa dos anos 1940, e reflete a tradição do diretor Christian Duguay (“Belle e Sebastian: A Aventura Continua”) em filmes comerciais medianos. “O Reino da Beleza” é de outro cineasta canadense, Denys Arcand (“As Invasões Bárbaras”), e gira em torno da infidelidade de um arquiteto, o que explica sua estética de revista de decoração. Por fim, “Saint Amour – Na Rota do Vinho” é uma desculpa para Gérard Depardieu encher a cara e ser pago por isso, cortesia dos diretores Gustave Kervern e Benoît Delépine, que já o tinham dirigido em “Mamute” (2010). Trata-se de mais um filme de turismo gourmet, desta vez rodado com câmera na mão para criar um realismo de pseudo-documentário. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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  • Deserto
    Filme

    Festival de Brasília começa sua maior edição dos últimos anos

    20 de setembro de 2016 /

    O 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta terça (20/9) sua maior edição dos últimos anos na capital federal. Só a competição terá 9 longas-metragens, três a mais que nas edições anteriores, além de 12 curtas. A estes filmes se somam outros 20 em mostras paralelas e sessões especiais, chegando a um total de 40 produções cinematográficas. A abertura acontece com o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, premiado no Festival de Cannes deste ano, com exibição no Cine Brasília apenas para convidados. Já o encerramento vai acontecer com a projeção de “Baile Perfumado” (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, numa homenagem aos 20 anos da produção e a retomada do cinema pernambucano. “A gente quer dar de novo ao festival a potência que ele tinha, de trazer para Brasília o melhor do cinema brasileiro, não só na mostra oficial, mas nas mostras paralelas também”, disse o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, em comunicado, ecoando críticas feitas aqui mesmo na Pipoca Moderna. “Queremos que o festival de Brasília seja o festival dos festivais. Todo o cinema brasileiro potente tem que se reunir em Brasília. É o local de discussão política e estética do cinema. Este festival é o mais tradicional evento cultural de Brasília. É uma grande vitrine do estágio da produção tanto do ponto de vista da estética do cinema brasileiro quanto do seu papel político e da discussão política que se estabelece em Brasília”, afirmou o secretário. Todos os nove longas selecionados para a mostra competitiva são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. Uma novidade desta edição é a criação da Medalha Paulo Emílio Salles Gomes, intelectual responsável pela criação do festival, que completaria 100 anos em 2016. O objetivo da medalha é homenagear uma personalidade do cinema brasileiro a cada ano. E a primeira será dada ao crítico de cinema de origem francesa Jean-Claude Bernadet. “Bernadet é um grande teórico, professor e roteirista e, hoje, um grande ator do cinema brasileiro. Ele tudo a ver com a história do festival de cinema”, disse Guilherme Reis. A programação do festival pode ser conferida no site oficial.

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  • Filme

    Festival de Brasília 2016 exibirá 40 filmes

    5 de setembro de 2016 /

    O 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou sua programação completa, prometendo sua maior edição dos últimos anos na capital federal. Só a competição terá 9 longas-metragens, três a mais que nas edições anteriores, além de 12 curtas. A estes filmes se somam outros 20 em mostras paralelas e sessões especiais, chegando a um total de 40 produções cinematográficas. Premiado no Festival de Cannes deste ano, o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, foi selecionado para abrir o festival, no Cine Brasília, com exibição apenas para convidados. Já o encerramento vai acontecer com a projeção de “Baile Perfumado” (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, numa homenagem aos 20 anos da produção e a retomada do cinema pernambucano. “A gente quer dar de novo ao festival a potência que ele tinha, de trazer para Brasília o melhor do cinema brasileiro, não só na mostra oficial, mas nas mostras paralelas também”, disse o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, em comunicado, ecoando críticas feitas aqui mesmo na Pipoca Moderna. “Queremos que o festival de Brasília seja o festival dos festivais. Todo o cinema brasileiro potente tem que se reunir em Brasília. É o local de discussão política e estética do cinema. Este festival é o mais tradicional evento cultural de Brasília. É uma grande vitrine do estágio da produção tanto do ponto de vista da estética do cinema brasileiro quanto do seu papel político e da discussão política que se estabelece em Brasília”, afirmou o secretário. Todo os nove longas selecionados para a mostra competitiva são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. Uma novidade desta edição é a criação da Medalha Paulo Emílio Salles Gomes, intelectual responsável pela criação do festival, que completaria 100 anos em 2016. O objetivo da medalha é homenagear uma personalidade do cinema brasileiro a cada ano. E a primeira será dada ao crítico de cinema de origem francesa Jean-Claude Bernadet. “Bernadet é um grande teórico, professor e roteirista e, hoje, um grande ator do cinema brasileiro. Ele tudo a ver com a história do festival de cinema”, disse Guilherme Reis. O Festival de Brasília deste ano acontecerá de 20 a 27 de setembro na capital federal. A programação do festival pode ser conferida no site oficial.

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  • Filme

    Festival de Brasília anuncia lista de filmes em competição

    2 de agosto de 2016 /

    A organização do Festival de Brasília anunciou os nove longas selecionados para sua mostra competitiva. Todos são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. A comissão julgadora foi formada pelo cineasta e crítico Eduardo Valente, novo curador do festival, ao lado da produtora Andréa Cals, do crítico Marcus Mello e do professor Pablo Gonçalo. O Festival de Brasília deste ano acontecerá de 20 a 27 de setembro na capital federal.

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