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  • Etc,  Série

    Retrospectiva: As 10 melhores minisséries e antologias de 2016

    2 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano FX aperfeiçoou um novo modelo de séries de antologia, que narra uma história completa ao longo de uma temporada, feito uma minissérie, e os prêmios de “The People v. O.J. Simpson – American Crime Story” comprovam como essa variação foi bem aceita. Por outro lado, uma das produções mais comentadas do ano foi uma antologia clássica: “Black Mirror”, que apresenta uma história diferente por episódio – e uma melhor que a outra. Desde “Além da Imaginação” (Twilight Zone) nos anos 1950, não se via uma série sci-fi traduzir tão perfeitamente a paranoia dos dias modernos. Produção inglesa, “Black Mirror” também remete à qualidade das séries limitadas britânicas. Não por acaso, a melhor minissérie do ano vem do Reino Unido: o suspense “The Night Manager”.

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    Retrospectiva: As 10 melhores séries de drama de 2016

    2 de janeiro de 2017 /

    A série mais cara da Netflix entrega a reconstituição de época mais primorosa da TV. Assim como “The Crown”, várias outras atrações de época integram a lista das melhores produções dramáticas do ano: títulos tão diferentes quanto o clima épico dos “Vikings”, o thriller da Guerra Fria “The Americans” e a tecnologia retrô de “Halt and Catch Fire” – a produção mais subestimada da TV. A seleção também inclui a melhor série policial da atualidade, a britânica “Happy Valley”, e um dos melhores finais de série de todos os tempos, com “Rectify”.

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    Retrospectiva: As 10 melhores séries de comédia de 2016

    2 de janeiro de 2017 /

    “Atlanta” foi uma das melhores estreias do ano em qualquer gênero. “Fleabag” é a melhor série britânica do momento. Ambas representam uma ampla renovação no estilo das comédias televisivas. Por sinal, a lista das melhores séries cômicas de 2016 inclui diversas novatas. Não é por acaso, tendo em vista o que mais está no ar. Em compensação, “Veep” se mantém a atração veterana com a mais incrível capacidade de permanecer engraçada e relevante, ano após ano. E, sim, “BoJack Horseman” também é a melhor série animada de 2016.

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  • Etc,  Série

    Retrospectiva: As 10 melhores séries de sci-fi e fantasia de 2016

    2 de janeiro de 2017 /

    A batalha dos bastardos de “Game of Thrones” rendeu o melhor episódio de série do ano. “Stranger Things” foi o maior fenômeno cultural. “The Oa”, o mistério inesperado. “Westworld”, a melhor série estreante. “The Expanse”, o melhor visual. “Luke Cage”, a melhor trilha sonora. “Orphan Black”, a melhor interpretação. Até “Supergirl” se destacou com a mais sensível saída de armário da história televisiva. Por estas e outras, 2016 foi um dos melhores anos para a sci-fi e a fantasia na TV. Um ano em que sci-fi e fantasia foram o melhor da TV.

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    Retrospectiva: Os 15 melhores clipes brasileiros de 2016

    1 de janeiro de 2017 /

    O visual colorido de Anitta se tornou referência entre os clipes nacionais, mas o que realmente marcou a produção do gênero em 2016 foi o fato de os melhores vídeos musicais virem da cena indie. E sem dever nada ao mercado internacional, como comprovam as bandas O Terno, Baleia e Racionais MCs. O que não falta na seleção abaixo são boas ideias, execução caprichada e originalidade. Confira. Alencastro: No Mo’ Bitches Anitta Part. Jhama: Essa Mina É Louca Antonia Morais: A Santa Maquina Atalhos: Sozinho Contra Todos Baleia: Volta Boogarins: Cuerdo Céu: Perfume do Invisível Golden Duck Orchestra: On Sale Juliana Cortes: O Mal Kalouv: Peixe Voador O Terno: Ai, Ai, Como Eu Me Iludo Racionais MCs: Um Preto Zica Samuca e a Selva: Madurar The Drone Lovers: Chemical Reaction Vanguart: Eu Sei Onde Você Está

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  • Música

    Retrospectiva: Os 15 melhores clipes musicais de 2016

    1 de janeiro de 2017 /

    A lista de melhores clipes de 2016 não poderia deixar destacar o “disco visual” “Lemonade”, de Beyoncé, obra que marcou o ano pela ousadia e qualidade. Igualmente impactante foi a despedida sombria de David Bowie, que saiu de cena com um clipe sobre sua própria morte. Mas a seleção não se limita aos medalhões, buscando equilibrar gêneros com o melhor do indie, da música eletrônica e do rap. Entre as cenas, também surgem alguns rostos conhecidos do cinema e das séries, como Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) e Rosamund Pike (“Garota Exemplar”). Confira abaixo. Beyoncé: Formation David Bowie: Lazarus DJ Shadow feat. Run The Jewels: Nobody Speak Grimes: Kill V. Maim Hinds: Warts Jamie xx: Gosh Massive Attack: Voodoo In My Blood Miike Snow: Genghis Khan Mitski: Happy OK Go: Upside Down & Inside Out Poliça: Wedding Pup: Sleep in the Heat ScHoolboy Q: JoHn Muir The Avalanches: Because I’m Me Wolfie’s Just Fine: A New Beginning

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  • Etc,  Filme,  Série

    Retrospectiva: 50 estrelas que se foram em 2016

    1 de janeiro de 2017 /

    Num ano marcado por muitas perdas, recorde 50 estrelas que se apagaram em 2016, mas permanecerão brilhando na história do cinema e da televisão – algumas também na música. Clique nos nomes para ler sobre as carreiras de cada um. Abbas Kiarostami (1940 – 2016) Andrea Tonacci (1944 – 2016) Angus Scrimm (1926 – 2016) Antônio Pompêo (1953 – 2016) Cauby Peixoto (1931 – 2016) César Macedo (1935 – 2016) Chus Lampreave (1930 – 2016) Debbie Reynolds (1932 – 2016) Ettore Scola (1931 – 2016) Elke Maravilha (1945 – 2016) Florence Henderson (1934 – 2016) Gato Barbieri (1932 – 2016) Gene Wilder (1933- 2016) George Gaynes (1917 – 2016) Guy Hamilton (1922 – 2016) Herschell Gordon Lewis (1926 – 2016) Jacques Rivette (1928 – 2016) Michael Cimino (1939 – 2016) Michael Massee (1955 – 2016) Nancy Reagan (1921 – 2016) Patty Duke (1946 – 2016) Prince (1958 – 2014) Robert Vaughn (1932 – 2016) Rubén Aguirre (1934 – 2016) Tereza Rachel (1935 – 2016) William Christopher (1932 – 2016)   Alan Rickman (1949 – 2016) Andrzej Wajda (1926 – 2016) Anton Yelchin (1989 – 2016) Arthur Hiller (1923 – 2016) Bud Spencer (1929 – 2016) Carrie Fisher (1956 – 2016) Curtis Hanson (1945 – 2016) David Bowie (1947 – 2016) Domingos Montagner (1962 – 2016) Flávio Guarnieri (1959 – 2016) Garry Marshall (1934 – 2016) George Kennedy (1924 – 2016) Guilherme Karam (1957 – 2016) Hector Babenco (1946 – 2016) Ivan Cândido (1931 – 2016) Kenny Baker (1934 – 2016) Lupita Tovar (1910 – 2016) Michèle Morgan (1920 – 2016) Noel Neill (1920 – 2016) Orival Pessini (1944 – 2016) Peter Vaughan (1923 – 2016) Ron Lester (1970 – 2016) Steven Hill (1922-2016) Umberto Magnani (1941 – 2016) Zsa Zsa Gabor (1917 – 2016)  

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  • Etc

    Celebridades que morreram em 2016 ganham tributo no estilo da arte de Sgt. Pepper’s

    30 de dezembro de 2016 /

    Infelizmente, uma das montagens mais populares deste fim de ano é também uma das mais tristes, e um trabalho inacabado em constante atualização. O artista britânico Christhebarker criou um memorial para as celebridades mortas em 2016, no estilo da capa do disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, que se tornou viral. Mas desde que a primeira versão foi divulgada em novembro, ele não pára de atualizar a imagem (veja acima, três versões diferentes). Só nesta semana, foram acrescentadas mais duas personalidades: Carrie Fisher e Debbie Reynolds. São inúmeros rostos famosos, que incluem David Bowie, Prince, Gene Wilder, Alan Rickman, Muhammad Ali, Leonard Cohen, Anton Yelchin, George Kennedy, George Michael, Keith Emerson, Greg Lake, Maurice White, Fidel Castro, o astronauta John Glenn, até o robô R2D2, que perdeu o engenheiro que o criou e seu intérprete original, a boneca da Lady Penélope, em referência à sua criadora, Sylvia Anderson, e o logotipo do time da Chapecoense. Também há alusões a outros fatos marcantes do ano, como o Brexit, saída do Reino Unido da União Europeia, a eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos e o Samsung Galaxy Note 7, recolhido pela fábrica por suas “qualidades” explosivas. Fã de Motörhead, ele ainda incluiu a imagem de Lemmy, que morreu na última semana de dezembro de 2015. Confira abaixo um dos primeiros guias das referências da produção, que acabou ficando desatualizado.

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  • Filme

    Mostra de São Paulo: Problemas de saúde cancelam vinda de William Friedkin ao Brasil

    26 de outubro de 2016 /

    O diretor William Friedkin não virá mais ao Brasil. O veterano cineasta, de 81 anos, é um dos homenageados da Mostra de Cinema de São Paulo neste ano, mas problemas de saúde o impediram de viajar para participar do evento. Devido a uma otite aguda, a masterclass agendada com Friedkin foi cancelada. Apesar da ausência do diretor, a homenagem à sua carreira está mantida. A retrospectiva programada para a mostra incluirá “Operação França” (1971), “O Exorcista” (1973), “O Comboio do Medo” (1977), “Parceiros da Noite” (1980), “Viver e Morrer em Los Angeles” (1985), “Possuídos” (2006) e “Killer Joe – Matador de Aluguel” (2011).

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  • Mostra de São Paulo
    Filme

    Mostra de São Paulo completa 40 anos com mais retrospectivas que destaques premiados

    20 de outubro de 2016 /

    Na briga entre o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo, o público cinéfilo continua a ser a maior vítima. Graças à exigência de exclusividade, filmes que passam no Rio não são exibidos para o público paulista e vice-versa. Entretanto, organizadores de ambos os eventos reclamam da dificuldade de formar suas programações grandiosas. A maior consequência dessa política se fez sentir na programação da Mostra de São Paulo, que, ao completar 40 anos, não terá, como vinha sendo tradição, o vencedor de algum festival top europeu. O vencedor de Berlim já passou pela capital paulista no festival É Tudo Verdade. Já os de Cannes e Veneza integraram o Festival do Rio. Assim, os destaques da Mostra 2016 são filmes que tiveram repercussão crítica, como “Elle”, de Paul Verhoeven, um dos títulos mais comentados de Cannes, mas que saiu do festival francês sem reconhecimento do juri da Palma de Ouro. Há também “A Garota Desconhecida”, o drama de pior recepção crítica da carreira dos irmãos Dardenne. Caso exemplar, o filme de Lav Diaz que venceu o Leão de Ouro em Veneza (“A Mulher que se Foi”) ficou com a organização carioca, enquanto seu outro longa de 2016 (“Canção para um Doloroso Mistério”), que “abriu novas perspectivas” em Berlim, vem a São Paulo. Mesmo assim, é possível garimpar obras premiadas, que estão inclusive cotadas para o Oscar, como “Animais Noturnos”, segundo filme do estilista Tom Ford, que levou o Grande Prêmio do Juri em Veneza, e “The Birth of a Nation”, vencedor do Festival de Sundance, que teve suas chances de premiação eclipsadas por um escândalo antigo da vida do diretor, roteirista e ator Nate Parker. De todo modo, não deixa de ser sintomática a ideia de exibir dois episódios de uma minissérie da TV durante o evento. Certo, Veneza também projetou os capítulos de “The Young Pope”, mas é diferente um festival italiano oferecer seu tapete vermelho para Paolo Sorrentino, um dos grandes cineastas do país, como Cannes já havia feito anteriormente com as minisséries “Carlos”, de Olivier Assayas, e “O Pequeno Quinquin”, de Bruno Drumont. Para dar crédito à Mostra, com o crescimento dos serviços de streaming, talvez este seja mesmo o futuro dos festivais: ampliar o espaço das narrativas serializadas. Para chegar nos mais de 300 títulos da programação já adiantada, boa parte das exibições será composta de retrospectivas. A principal delas será dedicada ao cineasta italiano Marco Bellocchio, que assina o pôster da 40ª Mostra. Ele virá para o evento, assim como o diretor americano William Friedkin, conhecido por filmes como “O Exorcista” e “Operação França”, que também serão exibidos em uma retrospectiva. Os dois cineastas ainda ministrarão uma masterclass de cinema. Além deles, haverá duas homenagens póstumas: ao cineasta Hector Babenco, morto em julho, e ao polonês Andrzej Wajda, falecido há menos de duas semanas. A tendência nostálgica se reforça com uma seleção de filmes que marcaram os 40 anos da Mostra e se completa com a escolha do clássico mudo “A General”, de Buster Keaton, como filme de encerramento.

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  • Mostra de São Paulo
    Filme

    Mostra de São Paulo divulga cartaz de 2016 com arte do cineasta Marco Bellocchio

    15 de setembro de 2016 /

    A organização da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo divulgou nesta quinta-feira (15/9) o pôster de sua 40ª edição, que traz arte assinada pelo cineasta italiano Marco Bellocchio. Ele é o homenageado do evento em 2016, que acontece entre 20 de outubro e 2 de novembro. Bellocchio vai receber o Prêmio Leon Cakoff por sua carreira e, além de ganhar uma retrospectiva (veja a lista dos filmes abaixo), apresentará seu filme mais recente, “Belos Sonhos”. A inspiração do cineasta para a criação do poster foi um de seus maiores clássicos, “Bom Dia, Noite” (2003), baseado no livro “Il Prigioneiro”, de Anna Laura Braghetti, sobre o sequestro do ex-primeiro-ministro italiano Aldo Moro. “Quando me pediram para fazer uma arte original para o cartaz da Mostra, eu a compus com uma parte do desenho que eu fiz para o filme ‘Bom Dia, Noite’, reelaborando-o – fazendo assim um desenho original. Não sei se é bonito ou feio, mas me parecia, em relação ao meu trabalho e à minha imagem, bastante significativo”, explicou o cineasta em comunicado. “Tentei aproximar formas diversas que tivessem um forte significado referente à minha história e ‘Bom Dia, Noite’ é como o centro do meu trabalho. É um filme feito no início dos anos 2000, mas ao mesmo tempo concentra também toda uma série de experiências minhas, também de envolvimento político”. Confira os filmes que formarão a retrospectiva de Marco Bellocchio na 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: “De Punhos Cerrados” (1965) “O Diabo no Corpo” (1986) “Intrusa” (1999) “A Hora da Religião” (2002) “Bom Dia, Noite” (2003) “Irmãs Jamais” (2006) “Vincere” (2009) “A Bela que Dorme” (2012) “Sangue do Meu sangue” (2015) “Belos Sonhos” (2016) Curta “Pagliacci” (2016)

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