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    The Young Pope: Jude Law vive um Papa jovem e ameaçador no trailer e fotos da minissérie

    10 de setembro de 2016 /

    O canal pago britânico Sky Atlantic divulgou 15 fotos, duas cenas e o promissor trailer completo da minissérie “The Young Pope” (Il Giovane Papa), que traz inglês Jude Law (“Sherlock Holmes”) no papel-título. Ele demonstra um inesperado tom ameaçador ao interpretar o papa mais jovem e o primeiro americano a chefiar a Igreja Católica, na atração criada pelo cineasta Paolo Sorrentino, vencedor do Oscar 2014 de Melhor Filme Estrangeiro por “A Grande Beleza”. A atração terá 8 episódios e abordará a história fictícia do Papa Pio XIII, que apesar de ser o mais jovem papa da História se revelará o mais conservador. Sorrentino desenvolveu o projeto com Umberto Contarello (roteirista de “A Grande Beleza”) e Stefano Rulli (roteirista de “A Bela que Dorme”) e, além de produzir, também dirige o piloto. O grandioso elenco internacional ainda inclui Diane Keaton (“O Natal dos Coopers”), Scott Shepherd (“Ponte dos Espiões”), Cécile De France (“O Enigma Chinês”), Javier Cámara (“Viver É Fácil com os Olhos Fechados”), Ludivine Sagnier (“O Dublê do Diabo”), Silvio Orlando (“Um Castelo na Itália”), James Cromwell (“O Artista”), Toni Bertorelli (“O Crocodilo”), Guy Boyd (“Foxcatcher”) e Sebastian Roché (série “The Originals”). Coproduzida pelo canal pago americano HBO, o britânico Sky e o francês Canal+, a produção tem locações no Vaticano, na Itália, nos EUA e na África e é inteiramente falada em inglês para atender ao público internacional. A estreia está marcada para 27 de outubro no Reino Unido e apenas em fevereiro na HBO americana.

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    Últimos Dias no Deserto humaniza Jesus Cristo

    10 de setembro de 2016 /

    Filho do escritor colombiano Gabriel García Márquez, Rodrigo García seguiu uma trajetória bem diferente de seu saudoso pai. Desde que estreou em 2000 como diretor do delicado “Coisas que Você Pode Dizer Só de Olhar para Ela“, García tem alternado uma carreira no cinema e na TV com narrativas que privilegiam as mulheres e a psicologia de pessoas com vidas nada extraordinárias. Embora “Últimos Dias no Deserto” tenha um verniz bíblico, pode-se dizer que é a primeira vez que Rodrigo García faz um filme com proximidade à obra literária de seu pai. A “expedição” enfrentada pelo Yeshua (pronúncia hebraica de Jesus) vivido por Ewan McGregor (“Álbum de Família”) carrega todo aquele peso existencial de obras como “Memórias de Minhas Putas Tristes” e “Relato de Um Náufrago”, por exemplo. Também assinado por Rodrigo García, o roteiro de “Últimos Dias no Deserto” imagina com muitas liberdades uma peregrinação de 40 dias de Yeshua pelo deserto. Por si só e em jejum, Yeshua aplaca o vazio de sua jornada com orações, encontrando ao final Jerusalém como o seu destino. Indo contra o caminho de filmes bíblicos de proporções épicas que seguem em produção, “Últimos Dias no Deserto” traz um Jesus Cristo intimista em uma “aventura” sem qualquer adorno para engrandecer as suas ações. A escolha favorece a intenção de humanizar uma figura divina, que se vê enclausurada em dilemas com as aparições inconvenientes do Diabo (também interpretado por Ewan McGregor) e ao cruzar com uma família. Composta por um Pai (Ciarán Hinds, de “A Mulher de Preto”), uma Mãe (Ayelet Zurer, que esteve na nova versão de “Ben-Hur” como a mãe do personagem-título) que adoece e um Filho (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”), tal família constrói aos poucos uma casa enquanto dormem em uma tenda. Habilidoso carpinteiro, Yeshua oferece a sua mão de obra e, no processo, percebe um atrito entre o Pai e o Filho – este segundo, um jovem de 16 anos, é claramente oprimido para viver no deserto. Para potencializar ao máximo as relações do protagonista com os componentes dessa família e da figura demoníaca com as mesmas feições de Yeshua, “Últimos Dias no Deserto” é quase isento de elementos cenográficos. Com exceção de trapos, gravetos e o esqueleto do que pretende ser uma habitação, não há nada além da aridez do deserto diante dos nossos olhos. A fotografia de Emmanuel Lubezki sequer se permite a transformar as paisagens em espetáculos visuais, algo esperado do mexicano que venceu consecutivamente três estatuetas do Oscar por “Gravidade” (2013), “Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)” (2014) e “O Regresso” (2015). Os planos abertos são geralmente usados em circunstâncias em que a desolação é o sentimento que toma os pensamentos de Yeshua. O olhar muito particular de Rodrigo García, ainda que não se furte de emoção genuína (como a descida do Pai em uma montanha para resgatar uma pedra preciosa), também é frio ao apresentar certo distanciamento diante da própria história que narra, quase se aproximando de “O Canto dos Pássaros”, filme de 2008 dirigido por Albert Serra sobre a viagem d’Os Três Reis Magos para adorar o menino Jesus. Apesar da dessacralização encenada, Rodrigo García sai-se melhor em seus relatos dramáticos de indivíduos facilmente identificáveis em nosso cotidiano.

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    Brimstone: Veja três cenas e dez fotos do western ultraviolento estrelado por Dakota Fanning

    6 de setembro de 2016 /

    Com a première de “Brimstone” no Festival de Veneza, a Paradiso Entertainment divulgou três cenas e dez fotos do filme, dirigido pelo holandês Martin Koolhoven (“AmnesiA”). As prévias dão uma mostra do clima tenso, sádico e ultraviolento da produção, com cenas de tortura psicológica, um assassinato escatológico e o açoitamento de uma mulher. Primeiro filme falado em inglês do cineasta, que também assina o roteiro, “Brimstone” conta a história de sobrevivência de uma mulher muda chamada Liz, interpretada por Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”). Na trama, ela é vítima da violência exacerbada de um padre vingativo, vivido por Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), e sofre na carne tormentos de um inferno na Terra. O elen co também inclui os ingleses Kit Harington (série “Game of Thrones”) e Emilia Jones (“High-Rise”), a suiça Carla Juri (“Zonas Úmidas”), a sueca Vera Vitali (“Blind”) e a holandesa Carise Van Hotten (também de “Game of Thrones). Após Veneza, o filme ainda será exibido nos festivais de Toronto e Londres, mas ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Veneza: Dakota Fanning sofre horrores em western sádico “feminista”

    6 de setembro de 2016 /

    Até parece que western feminista é novidade, pela recepção de parte da crítica a “Brimstone” no Festival de Veneza. Feminismo dirigido por um homem? Hollywood faz isso desde os anos 1950, com “Johnny Guitar”, do mestre Nicholas Ray, cujo cartaz trazia Joan Crawford de roupa “masculina” (calças e botas) e prestes a tirar o revólver do coldre. Mas foi assim que o diretor holandês Martin Koolhoven (“AmnesiA”) vendeu “Brimstone”, durante a entrevista coletiva do Festival de Veneza, onde disse ter escolhido mostrar “uma mulher no papel principal para finalmente apresentar o universo masculino do Velho Oeste sob o ponto de vista feminino”. Se sadismo puder ser confundido com “ponto de vista feminino”, é claro. “Brimstone” é o primeiro filme falado em inglês do cineasta, e o tema não poderia ser mais americano: uma história de vingança passada no Velho Oeste. “Sempre fui muito fã do gênero, mas também fiquei um pouco intimidado, porque há muitos grandes filmes de western”, explicou Koolhoven. Além de dirigir, ele assina o roteiro, que conta a história de sobrevivência de uma mulher muda chamada Liz, interpretada por Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”). Na trama, ela é vítima da violência exacerbada de um padre vingativo, vivido por Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), e sofre na carne tormentos de um inferno na Terra. Segundo Fanning, os horrores da tela foram prazerosos, na hora de filmar. “Todo o filme foi uma aventura completamente nova para mim, porque nunca vi nada parecido, então fiquei feliz em poder participar deste desafio. Acho que todos nos superamos, encontrando novos limites, e adoro isso, porque não gosto de coisas fáceis”, disse a atriz, que apesar da longa filmografia ainda tem apenas 22 anos. Os créditos da produção revelam financiamento de empresas de meia dúzia de países europeus, quase num reflexo da escalação do elenco, que também inclui os ingleses Kit Harington (série “Game of Thrones”) e Emilia Jones (“High-Rise”), a suiça Carla Juri (“Zonas Úmidas”), a sueca Vera Vitali (“Blind”) e a holandesa Carise Van Hotten (também de “Game of Thrones). Não deve ser mera coincidência, mas Koolhoven valorizou a coprodução por lhe permitir mais flexibilidade “para fazer o que quisesse”, do que, na sua opinião, se o filme fosse realizado por um estúdio americano. As locações também aconteceram na Europa, como nos velhos tempos dos spaghetti western. Mas o que se vê em “Brimstone” ultrapassa até a ultraviolência dos clássicos de Sam Peckinpah. É torture porn. Pior: torture porn com menores. A jovem Emilia Jones, que aos 14 anos interpretou a versão infantil da heroína, revelou que algumas das cenas eram tão violentas que Guy Pearce hesitou em fazer o que estava previsto no roteiro. “Mas eram muito importantes para o roteiro e, no momento em que falavam ‘corta’, ele me abraçava e pedia desculpas”, disse. “Seria moralmente duvidoso filmar a violência de forma suave”, justificou-se o diretor. “Tem que ser desconfortável, e se for muito fácil de ver, então fiz algo errado”, completou. Filme sádico, repleto de violência contra mulheres, e que se define “feminista”… De todo modo, a fotografia em grande scope, a estrutura narrativa inversa (a história acontece de trás para frente, sem avisos) e os arroubos estilísticos são de fato tecnicamente impressionantes.

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    Veneza: Exibição para o público do novo filme de Mel Gibson é aplaudida de pé por 10 minutos

    6 de setembro de 2016 /

    Após arrancar elogios da crítica, “Até o Último Homem” (Hacksaw Ridge), volta de Mel Gibson à direção após hiato de dez anos, recebeu uma das maiores aprovações que poderia ter. A exibição do filme ao público, durante sua première mundial no Festival de Veneza, foi aplaudida de pé, durante dez minutos, com direito a gritos de viva e assobios. Os aplausos continuaram mesmo após o final da projeção dos créditos e das luzes se acenderem. O longa-metragem foi o mais aplaudido dentre as atrações internacionais do festival deste ano, ainda que sua exibição tenha ocorrido fora de competição. Ele conta a história verídica de Desmond Doss, vivido na tela por Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), um jovem adventista que se alista como médico durante a 2ª Guerra Mundial, mas, por causa da religião, recusa-se a pegar em armas. O filme emocionou o público e poderia ser considerado favorito ao Oscar, não fosse o diretor Mel Gibson. Por seu passado recente de confusões, em que passou a encarnar a imagem de um misógino racista, Gibson dificilmente bisará o reconhecimento que seu talento já mereceu, quando a Academia lhe premiou com os Oscars de Melhor Filme e Direção por “Coração Valente” (1995).

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    Veneza: Mel Gibson vai à guerra e vence desafetos com filme heroico

    5 de setembro de 2016 /

    Após passar uma década sem dirigir um filme, em decorrência das confusões de sua vida pessoal, o veterano ator e diretor mostrou não ter perdido a forma. Nem sua fé. A mesma fé que o levou a filmar “Paixão de Cristo” (2004), mas também o faz se exaltar e, numa ocasião documentada, proferir ofensas antissemitas, empodera o protagonista de “Até o Último Homem”. Por este prisma, o longa é praticamente uma provocação. “Até o Último Homem” (Hacksaw Ridge) é baseado na história verídica de Desmond Doss, um jovem adventista que se alista durante a 2ª Guerra Mundial, mas que, por causa da religião, recusa-se a pegar em armas. Chamado de covarde pelos outros soldados, ele consegue permissão para lutar desarmado, trabalhando como médico do batalhão. Mas quando as forças americanas sofrem um emboscada e são massacradas durante o desembarque numa ilha, torna-se um herói improvável, salvando as vidas de dezenas de companheiros. Doss acabou se tornando o único soldado a ser condecorado por bravura sem ter dado um único tiro na guerra. “O que me chamou a atenção é que ele é um homem comum que faz coisas extraordinárias, em circunstâncias difíceis”, disse o diretor, durante a entrevista coletiva. “A luta dele é singular: vai para a guerra munido apenas de fé e de convicção. E somente com essas duas coisas foi capaz de fazer coisas magníficas”, resumiu, enquanto alisava sua barba longa e grisalha. Na verdade, quem faz coisas magníficas em “Até o Último Homem” é o próprio diretor. Mel Gibson foi à guerra armado até os dentes com seu talento. Com cenas de carnificina e muita ação, seu novo longa, exibido fora de competição no Festival de Veneza, lembra que ele foi e continua a ser um grande diretor. E até os críticos politicamente corretos tiveram que dar o braço a torcer, em reconhecimento à qualidade da obra. “Eu gosto de dirigir, de ver projetado na tela as coisas que eu imagino”, defendeu-se Gibson diante da imprensa, mas sem perder a dimensão da carreira destroçada que tenta reerguer. “Talvez seja megalomania, quem sabe?”, completou com ironia, autodepreciando-se. A obra fala por ele. “Até o Último Homem” é bipolar. Possui duas partes bem distintas. O começo é romântico e até cômico, centrado na vida de Desmond antes de se alistar. Até que, ao ver pessoas da sua idade voltarem sempre feridas da guerra, ele decide se alistar, e as cenas de combate, que compõem sua segunda parte, não são menos que espetaculares. Interpretado por Andrew Garfield, o personagem tem um pouco do Peter Parker do começo de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), um jovem boa praça e desajeito, mas de grande determinação moral, que sofre bullying dos soldados mais fortes. Gibson deve ter visto o filme da Marvel para escalá-lo, já que garante não fazer testes com atores. “Não faço leituras com atores. Acho que quando você conversa com uma pessoa, mesmo por Skype, você já tem uma ideia de quem ela é. Sabia que Andrew tinha interesse no filme, isso foi importante para escolhê-lo”, o diretor contou. Garfield, por sua vez, fez questão de marcar distância entre Desmond Doss e Peter Parker, mas principalmente do super-herói Homem-Aranha. “Obtenho muito mais inspiração nas pessoas comuns”, disse o ator. “Meu irmão é médico, cuida de três filhos, uma mulher, salva seus pacientes. Para mim, esses são os verdadeiros heróis: aqueles que não buscam o heroísmo”. No filme, porém, a apresentação de Desmond vai além do heroísmo. Ele é mostrado praticamente como um santo. Até o Homem-Aranha tinha falhas de caráter. Já Desmond é a perfeição encarnada, fazendo com o que, paradoxalmente, o filme de guerra tenha mensagem pacifista. “Não acho que existam guerras justas”, defendeu Gibson, que já encenou muitas batalhas em sua carreira, dentro e fora das telas. “Eu odeio guerras. Mas não posso deixar de amar os guerreiros, de prestar uma homenagem às pessoas que se sacrificam pelas outras. Precisamos compreendê-los quando voltam para casa. Espero que meu filme tenha ajudado nisso”, conclui.

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    American Gods: Vilão de Justified viverá Jesus na série sobre guerra de deuses

    3 de setembro de 2016 /

    A produção da série “American Gods” escalou o ator Jeremy Davies (um dos vilões de “Justified”) para o papel de Jesus Cristo. O personagem é descrito da seguinte forma pagã no enredo: “Sua ressurreição aconteceu no mesmo dia do banquete a Ostara (ou Easter), mas Jesus sempre foi generoso em compartilhar o feriado da Páscoa com esta deusa antiga. No entanto, o extremamente empático filho de Deus ficará devastado ao descobrir que Ostara possui grandes ressentimentos sobre o assunto”. Easter, por sinal, já foi escalada e teve até primeira fota divulgada. Ela será interpretada por Kristin Chenoweth (série “Glee”). Baseado no romance “Deuses Americanos”, de Neil Gaimente, a trama vai apresentar uma guerra entre deuses antigos e novos, após os deuses tradicionais, de raízes mitológicas, perceberem que estão perdendo fiéis para um panteão de novos deuses, que refletem o amor moderno da sociedade por dinheiro, tecnologia, mídia, celebridades e drogas. Criada por Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”) e Michael Green (roteirista do filme do “Lanterna Verde”), a série terá uma 1ª temporada de oito episódios com estreia prevista para 2017 no canal pago americano Starz.

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    Fracasso de Ben-Hur dará prejuízo de pelo menos US$ 100 milhões

    23 de agosto de 2016 /

    O péssimo desempenho de “Ben-Hur”, que abriu em 5º lugar nos EUA no fim de semana, pode dar um prejuízo de no mínimo US$ 100 milhões para os estúdios MGM e Paramount. A conta foi feita pela revista Variety, que acredita que o longa-metragem não vá passar dos US$ 30 milhões de arrecadação total no mercado doméstico, um fracasso de proporções épicas. A presença de Rodrigo Santoro como Jesus Cristo e o monopólio do lançamento nos cinemas fez com que a atração tivesse resultado um pouco melhor no Brasil, onde estreou em 2º lugar, mas a arrecadação mundial tem sido, no geral, até pior que o fracasso americano. Ao todo, “Ben-Hur” faturou apenas US$ 22 milhões em todo o mundo, desde seu lançamento na quinta (18/8). Nos EUA, a conta está em vexatórios US$ 12 milhões. Detalhe: o filme custou US$ 100 milhões só para ser produzido – e as despesas de marketing e divulgação adicionam mais pânico na equação. Claro que o fracasso de um remake não é nenhuma novidade para Hollywood. Nem tampouco causa estranheza os estúdios continuarem insistindo em fracassar com a mesma fórmula sem parar para refletir. Há poucos anos, Steven Spielberg fez uma previsão sombria, apontando que o atual modelo de negócios – poucos lançamentos e todos caríssimos – arrastaria os grandes estúdios de cinema para falência, e os resultados do último verão americano pareceram um grande ensaio para essa visão apocalíptica.

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    Nem Jesus Cristo brasileiro faz Ben-Hur superar Esquadrão Suicida no Brasil

    22 de agosto de 2016 /

    Desta vez, de nada adiantou monopolizar os cinemas brasileiros com 1,1 mil cópias do mesmo filme. A estreia de “Ben-Hur” não conseguiu superar “Esquadrão Suicida”, que se manteve na liderança das bilheterias nacionais pela terceira semana consecutiva, com R$ 12,1 milhões. O valor é quase o dobro do arrecadado pelo longa-metragem do Jesus Cristo brasileiro (Rodrigo Santoro), que fez R$ 6,9 milhões. Mesmo assim, o resultado no Brasil foi bem melhor que o desempenho americano. “Ben-Hur” ficou apenas em 5º lugar em seu lançamento nos EUA. Outra estreia do fim de semana, o terror “Quando as Luzes se Apagam” aparece em 3º lugar no Brasil, com R$ 2,8 milhões, seguido pela comédia “Um Espião e Meio” (4º lugar com R$ 1,1 milhão) e a animação “A Era do Gelo – O Big Bang” (5º lugar com R$ 785 mil.

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    Novo filme de Scorsese terá mais de três horas de duração

    21 de agosto de 2016 /

    O novo filme do diretor Martin Scorsese terá mais de 3 horas de duração. Segundo o site da revista Variety, o drama de época “Silence” terá 195 minutos (3 horas e 15 minutos). Apesar de sua duração ter sido revelada, o filme ainda não tem um corte final, nem data prevista para seu lançamento, por conta de atrasos nas filmagens, após um acidente em que um membro da equipe faleceu. “O filme deve estar pronto em torno de outubro, mas não sei quando eles vão querer lançá-lo”, disse Scorsese em entrevista ao Showbiz 411. A princípio, a expectativa é que o filme seja lançado no final do ano, visando qualificação para concorrer ao Oscar 2017. Scorsese desenvolve a adaptação do romance escrito pelo japonês Shusaku Endo há mais de 15 anos. O roteiro foi escrito por Jay Cocks, repetindo a parceria de “Gangues de Nova York” (2002). Ambientado no século 17, o longa acompanha o jovem jesuíta português Sebastião Rodrigues, enviado ao Japão para investigar o seu mentor, Frei Cristóvão Ferreira, que é acusado de ter cometido apostasia. O elenco grandioso inclui Liam Neeson (“Busca Implacável”), Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Ciarán Hinds (“Hitman: Agente 47”)

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    Refilmagem de Ben-Hur não é novo clássico, mas rende suspiros épicos

    19 de agosto de 2016 /

    Deveria existir um manifesto que mantivesse as maiores obras cinematográficas intocáveis. A ideia de revisitar um épico como “Ben-Hur” soa tão profana quanto flertar com outros clássicos como “…E o Vento Levou” e “Lawrence da Arábia”. São obras que sobrevivem à passagem do tempo e que encantam ao serem (re)vistas hoje por olhos fascinados. Claro, antes do clássico de William Wyler houve um épico do cinema mudo. E, antes deste, um curta. Portanto, o “Ben-Hur” dirigido pelo cazaque Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) não é o primeiro remake e, como todas refilmagens, sustenta ser apenas a mais nova versão do livro original, de Lew Wallace, originalmente publicado em 1880. Mas se o filme de 1959 é um clássico que venceu 11 Oscars, o que chega agora aos cinemas tem um potencial enorme de cair no esquecimento assim que encerrar a sua carreira comercial, já que o imaginário popular nunca lhe permitiria uma comparação favorável. Mesmo assim, não seria correto ignorar que há virtudes no novo trabalho. A fragilidade do relacionamento entre os irmãos Judah Ben-Hur (Jack Huston) e Messala Severus (Toby Kebbell), por exemplo, é mais evidente. Na nova versão, Messala tem um complexo de inferioridade por ser o filho adotivo de uma família de judeus. Na busca por sua própria identidade, Messala se converte em um oficial do exército romano, que vem protagonizando uma guerra contra os judeus para dominar Jerusalém. Assim como o Ben-Hur personificado por Charlton Heston, o jovem herói de Jack Huston é acusado de traição em uma tentativa mal-sucedida da comunidade judaica em atentar contra a vida do governador romano. Sem julgamento, Ben-Hur e a sua família são imediatamente penalizados – somente a sua esposa Esther (Nazanin Boniadi) consegue fugir antes que todos sejam rendidos. Paralelamente, Jesus (Rodrigo Santoro) vai se tornando uma presença secundária mais recorrente, com uma trajetória que irá fazê-lo cruzar com o destino de Ben-Hur em algumas ocasiões decisivas. Quem acompanhou o trabalho de Timur Bekmambetov até aqui, sabe que o realizador não é afeito a sutilezas no desejo de promover uma experiência visual bem particular. Por isso mesmo, o ritmo alucinado é concentrado somente quando a ação se manifesta com intensidade, mas sempre com um cuidado para não corromper a seriedade de uma narrativa de cunho religioso. A contenção funciona. Não há como negar a humanidade que Rodrigo Santoro traz para a figura mais influente da cultura ocidental, bem como a sede de vingança expressa por Jack Huston, que após um período de cinco anos como escravo se renova ao ganhar a simpatia de Ilderim (Morgan Freeman, excelente), um homem rico que pretende desmoralizar o império romano ao inscrever Ben-Hur em uma disputa no coliseu. Se esses esforços podem ser insuficientes, o filme consegue se sustentar como espetáculo. Impressionam a longa sequência em que o protagonista se vê entre outros escravos remando em batalhas navais, mas principalmente a recriação da icônica corrida de bigas, ponto alto de todas as versões anteriores. São nessas cenas que esse “Ben-Hur” consegue compreender o que caracteriza um bom épico. Nem que seja por alguns suspiros.

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    Com estreia em mais de mil salas, Ben-Hur tentará o milagre de lotar os cinemas

    18 de agosto de 2016 /

    Apostando contra as previsões pessimistas, a estreia de “Ben-Hur” tem a chance de provar que Jesus Cristo é brasileiro em 1.139 salas de cinema, num dos maiores lançamentos do ano. A produção será a primeira obra de temática religiosa a ocupar a maioria das telas 3D (688) e todo circuito IMAX (12 salas) do país. Isto porque também é um filme de ação, que evoca, inclusive, o sucesso “O Gladiador” (2000) – por sua vez, inspirado no “Ben-Hur” de 1959. Mas enquanto o clássico venceu 11 Oscars e conta com 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a terceira versão (há ainda um filme mudo de 1925) recebeu pedradas da crítica americana, com apenas 33% de sorrisos amarelos. Vale a curiosidade de conferir a participação de Rodrigo Santoro, que é pequena, mas mais incorporada à trama que nas versões anteriores, nas quais Jesus aparecia apenas como uma silhueta silenciosa. Após fazer sucesso nos EUA e já garantir uma sequência, o terror “Quando as Luzes se Apagam” chega a 269 salas, explorando o medo do escuro. A história, que combina diversos elementos tradicionais do terror – mulher-fantasma de cabelos longos, família amaldiçoada, criatura que vive nas sombras – tem produção de James Wan (“Invocação do Mal”), que cada vez mais se consagra como principal mestre do terror do século 21. Não é fácil para o gênero agradar a crítica, e “Quando as Luzes se Apagam” emplacou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. Nem todo filme mal distribuído apela preferencialmente aos cinéfilos. E o lançamento da animação “Barbie: Aventura nas Estrelas” em 44 salas, exclusiva nos cinemas da rede Cinépolis, serve para demonstrar que o circuito limitado não é sinônimo de “circuito de arte”. O filme mostra Barbie como uma princesa cósmica, que voa pelo universo num skate voador. Sério. Tanto que será lançado direto em DVD em países do Primeiro Mundo. Outra apelação comercial, a comédia “O Funcionário do Mês” traz um verniz de sátira social que pode até enganar o cinéfilo desavisado, interessado em conferir um dos maiores sucessos recentes do cinema italiano. Mas seu sucesso se deve ao humor televisivo do ator Checco Zalone, que além de estrelar o besteirol também assina o roteiro, repleto de situações que, no limite da caricatura, reforçam diversos preconceitos. No filme, ele é um funcionário público que se recusa a largar o emprego estável, quando o governo, querendo diminuir a máquina estatal, o força a assumir os piores trabalhos. Em 19 salas. Três filmes franceses integram a programação. Em 11 salas, a comédia dramática “Esperando Acordada” traz Isabelle Carré (“Românticos Anônimos”) envolvendo-se na vida do homem que, por acidente, deixou em coma. Em duas telas apenas em São Paulo, “Mercuriales” acompanha o cotidiano nonsense de duas recepcionistas do prédio parisiense que dá título à produção. E “Francofonia – Louvre sob Ocupação” mistura documentário e ficção para contar a história do famoso museu durante a ocupação nazista da França. A direção é do mestre russo Aleksander Sokurov (“Fausto”) e seu circuito não foi divulgado. O documentário brasileiro “82 minutos” completa a lista, com distribuição no Rio. Dirigido por Nelson Hoineff (“Cauby: Começaria Tudo Outra Vez”), o filme desvenda os bastidores do carnaval da Portela, desde a escolha do samba-enredo até a apuração das notas dos jurados. O título se refere ao tempo do desfile da Escola de Samba, em que “nada pode dar errado”, conforme completa seu subtítulo.

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    Ben-Hur: Rodrigo Santoro apresenta duas cenas em que vive Jesus Cristo

    9 de agosto de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou duas cenas legendadas de “Ben-Hur”, em que Rodrigo Santoro aparece como Jesus Cristo. Os vídeos são apresentados pelo próprio ator, que convida o público brasileiro para ir assistir ao filme nos cinemas. Durante encontro com a imprensa para falar da produção, ele descreveu a experiência de viver Jesus como “transformadora”. Nova adaptação do célebre livro de Lew Wallace, famosamente filmado numa superprodução de 1959, vencedora de 11 Oscars, “Ben-Hur” traz Jack Huston (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) no papel-título e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”) como seu irmão Messala, que o trai e desgraça sua família para conseguir favores do Império romano. O elenco multinacional ainda inclui Morgan Freeman (“Truque de Mestre”), Pilou Asbaek (“Lucy”), Nazanin Boniadi (série “Homeland”), Marwan Kenzari (“A Acusada”), Moises Arias (“Os Reis do Verão”), Ayelet Zurer (“O Homem de Aço”) e Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”). O roteiro foi escrito por John Ridley (“12 Anos de Escravidão”) e Keith R. Clarke (“Caminho da Liberdade”), a direção é de Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caça-Vampiros”) e a estreia está marcada para 1 de setembro no Brasil.

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