PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Sacha Baron Cohen e Isla Fisher doam US$ 1 milhão para os refugiados da Síria

    28 de dezembro de 2015 /

    O casal de atores Sacha Baron Cohen e Isla Fisher doaram US$ 1 milhão para ajudar aos refugiados sírios, anunciaram ONGs que receberam a quantia no domingo (27/12). Cohen e sua esposa deram US$ 500 mil à organização Save the Children, para vacinar crianças contra o sarampo no norte da Síria, e a mesma quantia para o Comitê Internacional de Resgate (IRC), para ajudar os refugiados sírios, particularmente mulheres e crianças. Segundo as Nações Unidas, mais de 4 milhões de pessoas fugiram do país, que sofre com uma guerra civil que já deixou 250 mil mortos. Outros milhões também se deslocam internamente, ao longo do país. Justin Forsyth, presidente executivo da Save the Children, afirmou que o dinheiro servirá para salvar milhares de vidas e proteger algumas crianças mais vulneráveis. “Fazendo chegar sua generosa doação a crianças da Síria, Sacha e Isla estão ajudando a ressaltar uma das maiores tragédias da atualidade”, declarou. Já David Miliband, ex-secretário britânico das Relações Exteriores e atual presidente do IRC, considerou a doação uma “grande expressão de humanidade”. Sacha Baron Cohen e Isla Fisher poderão ser vistos juntos, a seguir, na comédia “Irmão de Espião”, que estreia em 10 de março no Brasil. Ele também estará na fantasia “Alice Através do Espelho”, prevista para 26 de maio, enquanto Isla ainda participará da comédia “Keeping Up with the Joneses”, de Greg Mottola, e do thriller “Nocturnal Animals”, de Tom Ford, que não têm data de estreia no Brasil.

    Leia mais
  • Música

    M.I.A. polemiza em clipe sobre a crise dos refugiados na Europa

    28 de novembro de 2015 /

    A cantora M.I.A. voltou a polemizar com um nova música e clipe politizados. Em “Borders”, a rapper inglesa de descendência tâmil (Sri Lanka) aborda a questão da crise migratória, criticando a postura de líderes políticos europeus que cercam suas fronteiras para impedir a entrada de imigrantes. Por isso, o clipe enfatiza multidões tentando superar cercas gigantescas, cobertas por arames farpados. M.I.A. também ilustra o ritmo intenso da migração pelo mar, por meio de verdadeiras esculturas humanas, culminando a produção com barcas sobrecarregadas de refugiados, que rumam para o desastre. Ela mesma dirigiu o vídeo. E o resultado artístico é bem melhor que a letra repetitiva da canção, que soa redundante e confusa diante do tema. Ao mesmo tempo em que cita palavras de efeito, como “Políticos” e “Gente de barco”, M.I.A. também usa um vocabulário destrutivo, que permite dupla interpretação, ao falar em explosões e mortes. Para completar, ela aparece com uma camiseta pirata do time de futebol Paris Saint Germain, em alusão velada ao massacre de Paris. Detalhes preliminares da investigação do ataque apontam que os terroristas usaram as rotas dos imigrantes para entrar na Europa e barbarizar. A música faz parte do quinto álbum da cantora, “Matahdatah”, ainda sem data oficial de lançamento.

    Leia mais
  • Filme

    Vencedor da Palma de Ouro, Dheepan – O Refúgio aborda o drama dos refugiados

    16 de novembro de 2015 /

    Um mundo marcado por conflitos e guerras de toda espécie está gerando uma questão humanitária de extrema gravidade, como é o drama dos refugiados na Europa. Escapar da fome, da perseguição e da morte, é algo a se buscar a qualquer preço. Adaptar-se a lugares estranhos, em que não se tem domínio nem da língua, nem dos hábitos, sujeitar-se a condições de sobrevivência precárias e de exploração, sem falar da miséria e dos riscos diários que o simples existir exige desses imigrantes, geralmente indesejados, tornam-se imperativos. “Dheepan, o Refúgio”, novo filme de Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”), entra nessa questão com uma história curiosa. Para conseguir entrar na França, fugindo da guerra do Sri Lanka, um homem, ex-soldado, o Dheepan do título, se junta a uma jovem mulher solteira e uma menina de 9 anos que perdeu seus pais, para se passarem por uma falsa família e assim cruzar a barreira da imigração, visando arrumar trabalho e moradia, ainda que precários. Na verdade, eles não se conhecem e a situação de fingimento é um desafio e tanto. Chega a soar engraçado, mas é muito difícil e complicado. Viver em família já não é fácil, uma família falsa, então, nem se fale. Mas é possível descobrir, de algum modo, o afeto que une os excluídos. Esse é o centro da narrativa, na primeira parte do filme, mostrada com muito talento pelos intérpretes do Sri Lanka e Índia, sob a mão segura do diretor Audiard, que constrói belos enquadramentos e explora visualmente muito bem o ambiente. Algo pior, porém, está por vir e Jacques Audiard, atento ao terrível papel da violência nos dias atuais, sabe valer-se dela para obrigar o espectador a pensar nesses tempos obscuros em que vivemos. Ele expõe a violência, não para explorá-la como meio de atrair plateias, mas como condição indispensável para entender o que está acontecendo à nossa volta, ao nosso lado, perto de nós, onde já estamos metidos. Não há como escapar. O filme chega aos cinemas brasileiros após vencer a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2015 e abrir a programação da 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. É realmente uma grande obra, tocada por um realizador que já nos deu “O Profeta” (2009), outro trabalho forte e denso, e garantido pelo elenco estrangeiro admirável. Os protagonistas que formam a falsa família, Dheepan (Jesuthasan Antonythasan), Yalini (Kalleaswari Srinivasan) e a pequena Illayaal (Claudine Vinasthamby), estão excelentes. Destaque para a garota de 9 anos, que tem desempenho de veterana.

    Leia mais
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie