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    Morreu Marty Krofft, criador dos Banana Splits, “A Flauta Mágica” e “O Elo Perdido”

    26 de novembro de 2023 /

    Marty Krofft, um dos nomes mais influentes na programação televisiva infantil, morreu no sábado (25/11) aos 86 anos, vítima de insuficiência renal. Em parceria com seu irmão Sid, Marty criou um império no entretenimento, marcando época com programas inesquecíveis como “Banana Splits” e “O Elo Perdido”. Nascido em Montreal em 9 de abril de 1937, Marty encontrou no teatro de marionetes, juntamente com Sid, um caminho para a criatividade e inovação.   Banana Splits Os irmãos Krofft iniciaram sua carreira como fantocheiros e logo foram recrutados pela rede NBC em 1968 para criar as fantasias da parte live-action de “Banana Splits”. Psicodélica e inovadora, a série apresentava segmentos animados e um seriado de aventura live-action (“A Ilha do Perigo”) ancorados pela apresentação de quatro personagens carismáticos – o cachorro Fleegle, o gorila Bingo, o leão Drooper e o elefante Snorky. A genialidade dos Krofft se manifestou na criação desses personagens únicos e no design de suas fantasias. Cada personagem tinha uma personalidade distinta e, juntos, formavam uma banda de rock que encantava crianças – e enfrentava o clube das Uvas Azedas – todas as manhãs de sábado de 1968 a 1970. A série fez História ao introduzir um novo formato de entretenimento, com apresentadores de desenhos e contexto musical, estabelecendo um padrão para futuros programas infantis. Reprisada por várias décadas, é lembrada até hoje.   A Flauta Mágica e os Monstros Marinhos O sucesso de “Banana Splits” abriu portas para que em 1969 os irmãos criassem “A Flauta Mágica” (H.R. Pufnstuf), uma série sobre um garoto náufrago em uma ilha mágica, que representou outro avanço significativo na televisão infantil da época. Combinando atores com personagens em fantasias extravagantes e um cenário muito colorido, a produção foi outra explosão psicodélica na telinha. A história girava em torno de Jimmy, um jovem que chega a uma ilha mágica após ser atraído por Witchiepoo, uma bruxa malvada, que deseja roubar sua flauta mágica falante. Logo ao chegar, Jimmy encontra Pufnstuf, um amigável dragão e prefeito da ilha, que o ajuda a tentar retornar para casa enquanto protege sua flauta mágica. Apesar disso, Jimmy nunca saiu da ilha, porque a série foi cancelada após 17 episódios. Em seguida, eles criaram “Buggaloos” (1970), sobre uma banda de rock formada por insetos, e “Lidsville” (1971), em que um adolescente vai parar num mundo de chapéus falantes. Ambas foram inovadoras e muitas vezes surreais, mas o melhor ainda estava por vir. Em 1973, os Krofft voltaram à fantasia sobrenatural com um projeto de dinâmica e visual semelhante à “A Flauta Mágica”: “Sigmund e os Monstros Marinhos”. A série acompanhava Sigmund, um amigável monstro marinho que foi expulso de sua casa por sua família por não querer assustar humanos. Ele logo encontra amizade em dois irmãos surfistas, Johnny e Scott, que o escondem em seu clube secreto. A série explorava temas como aceitação, amizade e a importância de ser verdadeiro consigo mesmo, tudo dentro de um cenário lúdico e colorido. Durou duas temporadas, até 1975, quando os Marty e Sid já estavam priorizando sua atração mais lembrada.   O Elo Perdido Lançado em 1974, “O Elo Perdido” (The Land of the Lost) foi o projeto mais ambicioso dos Krofft e representou outro marco na programação infantil. Ambientada em um mundo pré-histórico, a série de aventura narrava as aventuras da família Marshall, que, após um acidente durante um passeio de bote, ia parar em uma terra desconhecida habitada por dinossauros, os misteriosos Pakuni (hominídeos com sua própria língua e cultura) e os temíveis Sleestak (reptilianos humanoides inteligentes que os caçavam). A mistura de ação ao vivo e efeitos especiais inovadores para a época tornaram a atração um fenômeno de audiência. A produção se destacou por seu uso pioneiro de efeitos especiais e animatrônicos, especialmente na criação dos dinossauros e dos Sleestak. Essa abordagem atraiu o público para acompanhar a jornada da família Marshall em busca do caminho de casa. Junto da aventura, a trama apresentava temas como cooperação, resiliência e a importância do conhecimento e da inovação. Além disso, cada personagem da família Marshall – Rick, Will e Holly – tinha suas próprias forças e vulnerabilidades, criando uma dinâmica familiar como poucas séries da época. Com três temporadas, “O Elo Perdido” não foi apenas um sucesso de audiência. Ele se tornou um elemento cultural significativo, evidenciado por sua popularidade duradoura, reprises, adaptações e a presença contínua na cultura pop.   Outros projetos Além dessas produções emblemáticas, os Kroffts produziram uma variedade de outros programas nos anos 1970 – incluindo as sci-fi “The Lost Saucer” e “Far Out Space Nuts” em 1975, e vários projetos derivados da sitcom “A Família Brady” (The Brady Bunch). Destacam-se na lista “Mulher Elétrica e Garota Dínamo” (Electra Woman and Dyna Girl), uma série de super-heroínas da era das discotecas, que combatiam o crime com trajes estilosos, e “Dr. Shrinker”, sobre um cientista louco que inventa um raio redutor e encolhe um grupo de jovens. Ambas foram exibidas em 1976 e, embora não tenham repetido o sucesso das anteriores, também influenciaram produções que se seguiram. Nos anos 1980, eles buscaram variar suas produções com “Pryor’s Place”. Lançada em 1984, a atração era ambientada em um ambiente urbano e estrelada pelo renomado comediante Richard Pryor. Misturando humor, música e fantoches para tratar de questões importantes como bullying e inclusão, a produção foi outra iniciativa pioneira dos Krofft, reconhecida com uma indicação ao Emmy. Mas a presença de um astro conhecido por fazer humor adulto num programa infantil foi considerada ousada demais para o público conservador, fazendo com que só durasse uma temporada. Em compensação, os irmãos tiveram um de seus maiores e mais inovadores sucessos logo depois, juntando fantoches e sátira política. Diferentemente de suas produções infantis, “D.C. Follies” foi primeiro programa dos Krofft direcionado a um público adulto. Os episódios se passavam em uma taverna fictícia em Washington, D.C., onde marionetes de figuras políticas conhecidas interagiam com o barman humano, interpretado por Fred Willard. Os personagens representavam figuras políticas reais, como presidentes e jornalistas, e a série comentava, de forma humorística, os eventos e a política da época. Durou duas temporadas, de 1987 a 1989, e recebeu duas indicações ao Emmy. Exibida no começo da década de 1990, “Toby Terrier and His Video Pals” foi uma tentativa dos Krofft de se adiantarem às mudanças tecnológicas. A série girava em torno de Toby Terrier, um cão animado, e seus amigos, e foi uma das primeiras a incorporar interatividade, utilizando uma tecnologia especial que permitia às crianças interagir com o programa por meio de um brinquedo específico. Novamente, demonstraram estar à frente de seu tempo.   Últimas produções Eles passaram vários anos fazendo especiais temáticos e programas musicais antes de emplacar outra série original, “Mutt & Stuff”, lançada em 2015 na Nickelodeon. Este programa infantil focava em Cesar Millan, conhecido como um “Encantador de Cães”, e seu filho Calvin, em um ambiente povoado tanto por cães reais quanto por fantoches caninos. Com viés educativo, o programa ensinava às crianças lições valiosas sobre o cuidado com os animais, amizade e respeito pela diversidade. Suas duas temporadas foram indicadas a quatro prêmios Emmy. Nos últimos anos, o catálogo clássico dos Kroffs também tem sido revisitado em vários projetos de remakes, desde o filme “O Elo Perdido” (2009), com Will Ferrell e Danny McBride, até a série “Sigmund e os Monstros Marinhos” (2016) na Amazon, sem esquecer um terror trash estrelado pelos personagens de “Banana Splits” em 2019. O legado de Marty Krofft vai muito além dos programas que ele criou. Produtor e roteirista, ele inspirou gerações de criadores de conteúdo e foi homenageado, junto do irmão Sid, com um Prêmio Especial em 2018 pelas realizações da carreira no Daytime Emmy, o principal prêmio da programação diurna da TV americana. Ainda vivo, seu irmão mais velho se despediu nas redes sociais com um texto emocionado. “Estou desolado com a perda do meu irmão mais novo. Sei o que todos vocês significavam muito para ele. Foram vocês que fizeram tudo isso acontecer. Obrigado por estarem conosco todos esses anos. Com amor, Sid.” Lembre abaixo a abertura de algumas séries clássicas concebidas com a criatividade dos Kroffts.

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  • Filme,  Música

    Jonah Hill será Jerry Garcia em filme de Martin Scorsese sobre a banda Grateful Dead

    18 de novembro de 2021 /

    O cineasta Martin Scorsese vai estender sua parceria com a Apple TV+ com um novo filme, após concluir “Killers of the Flower Moon”. Como seu próximo projeto, ele pretende produzir e dirigir uma longa biográfico sobre a banda Grateful Dead e já escalou Jonah Hill como o cantor Jerry Garcia. Hill, que foi indicado ao Oscar pela colaboração com Scorsese em “O Lobo de Wall Street”, também será um dos produtores. O roteiro está sendo escrito por Scott Alexander e Larry Karaszewski, responsáveis pela premiada minissérie “American Crime Story: The People vs. OJ Simpson”, e conta com a colaboração dos integrantes da banda. Surgido em meio à contracultura psicodélica dos anos 1960, Grateful Dead continua em atividade até hoje graças a fãs ardorosos, autodenominados Deadheads, que lotam seus shows para assistir improvisos e solos intermináveis. Mas embora os membros sobreviventes façam o possível, a fase áurea da banda chegou ao fim quando Jerry Garcia morreu em 1995. Scorsese faz parte da mesma geração da banda, tendo começado a carreira trabalhando no documentário sobre o festival de Woodstock, em 1969. Paralelamente a sua respeitada filmografia de obras de ficção, ele continuou a alimentar sua paixão por documentários de rock com vários projetos, entre eles a produção de um filme sobre o Grateful Dead, “Long Strange Trip”, lançado em 2017. Ainda sem título, o longa está sendo comemorado na Apple, com quem Socorsese assinou um contrato de produção no ano passado. A plataforma resolveu investir em filmes e prepara diversos lançamentos de peso para os próximos meses, incluindo o citado “Killers of the Flower Moon”, que reúne Leonardo DiCaprio e Robert De Niro, “Kitbag”, de Ridley Scott, que trará Joaquin Phoenix como Napoleão, “Emancipation”, de Antoine Fuqua, com Will Smith no papel de escravo, e um novo thriller sem título estrelado por George Clooney e Brad Pitt.

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  • Filme,  Música

    Trailer de documentário lembra colapso de Brian Wilson em busca do pop perfeito

    28 de outubro de 2021 /

    A Screen Media divulgou o pôster e o trailer do documentário “Brian Wilson: Long Promised Road”. Apesar de contar com depoimentos de artistas tão variados quanto Elton John, Bruce Springsteen e Nick Jonas, o ponto alto do trailer é a emoção transmitida pelo próprio Brian Wilson, que volta à casa em que compôs os maiores hits dos Beach Boys para falar sobre sua inspiração e os problemas mentais que o afligiram em sua busca por realizar uma obra-prima da música pop. O filme encontra Brian prestes a fazer um show com o repertório exclusivo daquela época e daquele que é considerado um dos melhores discos de todos os tempos, “Pet Sounds”. A prévia combina imagens históricas das gravações de 1966 com as reminiscências do cantor, músico e compositor, em preparação para a performance ao vivo de clássicos como “Good Vibrations”, “Wouldn’t It Be Nice” e “God Only Knows”. O disco é tão bom que, ao tentar superá-lo, os Beatles criaram “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, e Brian Wilson pirou ao buscar ir além no inacabado “Smile”, mítico disco perdido de 1967, que só veio a ganhar edição oficial em 2011, completada pelo artista. Com direção de Brent Wilson (sem parentesco), que fez o documentário sobre doo-woop “Streetlight Harmonies” (2020), o filme foi premiado no Festival de Nashville e estreia em 19 de novembro nos EUA.

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  • Música

    Clássico psicodélico dos Rolling Stones ganha clipe em homenagem a seus 50 anos

    30 de agosto de 2017 /

    Os Rolling Stones lançaram um lyric video para “2000 Light Years From Home”, uma das músicas pioneiras do rock espacial, que completa 50 anos. O clipe antecipa o relançamento do álbum clássico “Their Satanic Majesties Request” (1967), considerado um dos discos mais psicodélicos de todos os tempos – obra-prima para alguns, “Sgt. Peppers” de segunda mão para outros. Dirigido por Lucy Dawkins (do documentário “My Secret World: The Story of Sarah Records”) e Tom Readdy (compositor de efeitos da série animada “Nina Needs to Go”), o vídeo é uma colagem psicodélica que evoca a arte do disco, mas também os primeiros curtas de ficção científica do cinema, dirigidos por Georges Méliès (1861–1938). As imagens desfilam astronautas, gurus, flores, outros mundos, dançarinas de can-can, exploradores renascentistas, demônios e garotas em trajes de banho, enquanto a letra surge na tela. A música clássica já tinha um registro, realizado com a banda, que pode ser visto abaixo para refrescar memórias. Mick Jagger declarou que escreveu a letra da música na Prisão de Brixton, onde esteve devido por três dias por porte de drogas, em junho de 1967. A edição de 50 anos de “Their Satanic Majesties Request” já está disponível para pré-venda e inclui versões remasterizadas das faixas do disco, além de um livro de 20 páginas com comentários do cineasta Rob Bowman e do ensaio fotográfico que o grupo fez para o LP original. O relançamento está marcado 22 de setembro pela gravadora ABKCO Records.

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  • Etc,  Filme

    Anita Pallenberg (1944 – 2017)

    13 de junho de 2017 /

    Morreu Anita Pallenberg, atriz e modelo de carreira intimamente ligada aos Rolling Stones. Ela tinha 73 anos e a causa da morte não foi revelada. Nascida em 1944 na Itália, Pallenberg estudou na Alemanha e era fluente em quatro idiomas. Sua carreira artística começou em Nova York, quando ela entrou na trupe do Living Theatre, participando da peça “Paradise Now”, repleta de nudez, numa época em que também era uma habitué da Factory de Andy Warhol. Em 1965, enquanto trabalhava como modelo, Pallenberg e um amigo conseguiram entrar nos camarins de um show de Rolling Stones em Munique, e isso levou a um romance com o guitarrista Brian Jones. Ela também namorou brevemente Mick Jagger, antes de iniciar um relacionamento duradouro com Keith Richards, com quem teve três filhos (um deles, morreu ainda bebê). Os dois ficaram juntos até 1980. Sua estreia no cinema aconteceu em 1967, protagonizando “Degree of Murder”, segundo longa do mestre alemão Volker Schlondorff, no qual assassinava um ex-amante e seduzia os dois homens que a ajudavam a se livrar do cadáver. A trilha sonora era de Brian Jones. Ao se estabelecer em Londres, Anita participou de grandes clássicos do cinema psicodélico. Além de aparecer em “O Muro das Maravilhas” (1968) e “Candy” (1968), viveu a Rainha Negra em “Barbarella” (1968), de Roger Vadim, seduzindo Jane Fonda, e foi muito íntima de Mick Jagger em “Performance” (1970), de Nicolas Roeg, que ficou dois anos aguardando liberação da censura britânica. As cenas de sexo, consideradas muito fortes para a época, eram resultado de muito “ensaio” – noite adentro, segundo “Life”, a autobiografia de Keith Richards. Ela ainda estrelou o filme seguinte de Schlondorff, “O Tirano da Aldeia” (1969), e “Dillinger Morreu” (1969), do italiano Marco Ferreri, no qual contracenou com Michel Piccoli. Mas os fãs de rock talvez a conheçam melhor por sua voz. É dela a principal voz do corinho de “Sympathy for the Devil”, dos Rolling Stones. Sua presença também tem proeminência no documentário dirigido por Jean-Luc Godard em 1968, que tem o título da canção. Sua própria carreira ficou para trás quando nasceram seus filhos, a partir de 1969, que também foi o ano em que Brian Jones morreu. Por isso, há quem diga que ela foi a Yoko Ono dos Stones, afastando Jones da banda – ele nunca teria superado sua rejeição. Mas Anita contribuiu com críticas que levaram a uma remixagem extensiva do disco “Beggar’s Banquet” (1968) e com o sexo e as drogas que acompanharam as gravações de “Exile on Main Street” (1972). No meio disso tudo, ela só fez um longa-metragem nos anos 1970, ao lado da amiga roqueira Nico: “Le Berceau de Cristal” (1976), dirigido por Philippe Garrel. Em compensação, virou personagem favorita dos tabloides, por conta de seu envolvimento com drogas e pelo suicídio de um jovem em sua casa, mais especificamente na cama que ela compartilhava com Keith Richards em 1979. O relacionamento do casal não resistiu ao escândalo, mas o guitarrista não se tornou rancoroso, descrevendo-a de forma poderosa em seu livro. “Eu gosto de mulheres espirituosas. E com Anita, você sabia que estava enfrentando uma valquíria – ela é quem decide quem morre numa batalha”. Nos anos seguintes, sua memória acabou resgatada por clipes da música pop. A banda Duran Duran, batizada com o nome de um personagem de “Barbarella”, usou cenas em que ela aparecia na sci-fi de 1968 no clipe de “Wild Boys” (1985). Mas foi Madonna quem interrompeu sua aposentadoria precoce, convidando-a para participar do vídeo de “Drowned World/Substitute for Love” em 1999. Dois anos depois, Anita ressurgiu como o Diabo num episódio da série “Absolutely Fabulous”, contracenando com outra velha amiga, a cantora Marianne Faithfull, escalada no papel de Deus. A aparição fez tanto sucesso que, por um breve período, ela experimentou um renascimento de sua carreira, estrelando cinco filmes em sequência: “Mister Lonely” (2007), de Harmony Korine, “Chéri” (2009), de Stephen Frears, e três longas de Abel Ferrara – “Go Go Tales” (2007), “Napoli, Napoli, Napoli” (2009) e “4:44 – O Fim do Mundo” (2011). De forma impressionante, Anita Pallenberg só trabalhou com cineastas cultuados.

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  • Música

    Playlist Psicodélica: 10 clipes de rock viajante dos anos 1960

    6 de maio de 2017 /

    Há 50 anos, a psicodelia vivia seu auge, influenciando música, moda e cinema. Para recordar o movimento, a seleção de clipes abaixo abre com uma faixa do disco mais viajante dos Rolling Stones, “Their Satanic Majesties Request” (1967), inclui uma faixa da trilha do filme “Psych Out” (1968), em que Jack Nicholson era guitarrista de uma banda de rock, e fecha com uma música do Soft Machine acompanhando uma das famosas projeções da lendária casa noturna londrina UFO. A lista completa dos clipes é: 1. The Rolling Stones – 2000 Light Years From Home (1967) 2. Moby Grape – Omaha (1967) 3. Pink Floyd – Interstellar Overdrive (1967) 4. Eric Burdon and The Animals – When I Was Young (1967) 5. Jefferson Airplane – White Rabbit (1967) 6. Yardbirds – Still I’m Sad (1965) 7. Strawberry Alarm Clock – Incense & Peppermints (1967) 8. Status Quo – Pictures of Matchstick Men (1968) 9. John’s Children – Smashed Blocked (1966) 10. Soft Machine – Hope for Happiness (1968)

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  • Música

    50 anos de Sgt Pepper’s renderá edição especial do clássico dos Beatles com direito a documentário

    5 de abril de 2017 /

    Os 50 anos do álbum “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, que acontecem em junho, serão comemorados com uma edição especial repleta de atrativos, para deixar os fãs dos Beatles em êxtase. O lançamento comemorativo ganhou até trailer, que destaca todos os bônus da produção, que incluem remixes, demos, versões alternativas, um livro de 144 páginas e até um documentário sobre a gravação, além de outros brindes. Veja abaixo. O pacote “super deluxe” contará com 4 CDs, DVD e um box Blu-ray, mas versões mais simples também estarão disponíveis. “É loucura pensar em como 50 anos atrás, quando estávamos olhando para esse projeto com tanto carinho e um pouco de espanto, quatro caras, um excelente produtor – e seus engenheiros – poderiam fazer uma obra de arte tão duradoura”, disse Paul McCartney em comunicado sobre o projeto. Além de marco da psicodelia, o disco de 1967 também foi revolucionário na forma como usou o estúdio, transformado em “instrumento” para a criação de músicas. A obra foi consequência direta da decisão dos Beatles de abandonar os palcos. Com isso, o quarteto passou a concentrar seus esforços no estúdio, dedicando-se a aperfeiçoar suas gravações, o que levou a técnica da mixagem e efeitos sonoros a um nível nunca antes ouvido. E isto numa época em que os discos ainda eram gravados em apenas quatro canais de som. Os interessados já podem aproveitar a pré-venda da edição comemorativa antes do lançamento no dia 26 de maio.

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  • Filme

    Diretor adianta Pesadelo, Irmão Vodu e Clea na continuação de Doutor Estranho

    3 de março de 2017 /

    Embora ainda não tenha sido oficializada pela Marvel, a continuação de “Doutor Estranho” é praticamente inevitável, tendo em vista o sucesso do filme, que arrecadou mais de US$ 670 milhões em todo o mundo. Por conta disso, e também para se garantir na vaga, o diretor Scott Derrickson tem adiantado algumas ideias sobre a sequência nas redes sociais. Em uma sessão recente de perguntas e respostas no Twitter, ele revelou que Pesadelo deve ser o próximo vilão e adiantou as participações do Irmão Vodu e Clea, namorada de Stephen Strange nos quadrinhos. “Possivelmente teremos Pesadelo, mas ele é um personagem complicado, precisa estar atendo para representá-lo da melhor forma. E também não é possível continuar contando a história de Stephen sem o envolvimento de Clea”, ele respondeu aos fãs. Sobre o Irmão Vodu, ele disse o seguinte: “Seu irmão Daniel foi morto por Kaecilius [o personagem de Mads Mikkelsen], então o que você acha?” Nas publicações da Marvel, Pesadelo é um demônio, vindo da “Dimensão dos Sonhos”, que atormenta os seres humanos enquanto dormem. Ele normalmente aparece como um homem maltrapilho de cabelos verdes, colante e capa rasgada, cavalgando um unicórnio negro. A imagem é puro delírio de Steve Ditko, que criou Pesadelo com Stan Lee em 1963, além de ser responsável pela psicodelia dos quadrinhos de Doutor Estranho. Irmão Vodu foi criado em 1973 por Len Wein (criador também do Monstro do Pântano e de Wolverine) e o artista Gene Colan, como um haitiano com poderes mágicos, capaz de se comunicar com o espírito do irmão morto e possuir os vivos. Desde que substituiu Doutor Estranho no posto de Mago Supremo do Universo Marvel em 2009, o personagem passou a ser chamado de Doutor Vodu. Para completar, Clea é uma das personagens mais importantes dos quadrinhos de Doutor Estranho, criada em 1964 por Stan Lee e Steve Ditko no mesmo arco que introduziu o demônio Dormammu. Ela é uma habitante da mesma dimensão maligna do vilão, onde era mantida prisioneira, e ao fugir para a Terra se torna discípula e depois amante de Strange.

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  • Filme

    Seijun Suzuki (1923 – 2017)

    22 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o diretor Seijun Suzuki, um dos mais influentes cineastas japoneses dos anos 1960. Ele ganhou projeção mundial pelo filme que causou sua maior decepção, “A Marca do Assassino” (1967), que o levou a ser demitido pelo estúdio Nikkatsu. O diretor faleceu em Tóquio, em 13 de fevereiro, devido a uma doença pulmonar obstrutiva crônica. Seijun Suzuki fez cerca de 40 filmes para o estúdio Kikkatsu, entre 1954 e 1967, geralmente focando a vida violenta de marginais. A lista inclui clássicos como “Portal da Carne” (1964), sobre prostitutas que se aliam para trabalhar sem cafetões após a 2ª Guerra Mundial, “História de uma Prostituta” (1965), acompanhando uma prostituta no front da guerra, “A Vida de um Tatuado” (1965), focado num matador da Yakuza traído pela própria gangue, e “Tóquio Violenta” (1966), sobre o submundo do crime. Estes quatro filmes estão disponíveis em DVD no Brasil, num pack sob o título “A Arte de Seijun Suzuki”. Mas sua obra-prima é mesmo “A Marca do Assassino”, em que um matador fetichista falha num trabalho e se torna alvo de um assassino mais letal. Estilizadíssimo, fracassou nas bilheterias e não foi compreendido pelo estúdio, que simplesmente o demitiu. Mas o filme logo se tornou objeto de culto e devoção de cinéfilos obcecados pela era mod e pelas origens do cinema ultraviolento. O diretor não aceitava fazer filmes comuns, após ter desenvolvido, progressivamente, uma marca própria, em parceria com o designer de produção Takeo Kimura. Caracterizados por um visual surrealista, atuação de influência Kabuki, cores fortes e cenas de ação que pareciam extraídas de uma paisagem de sonhos, os longas que ele dirigiu nos anos 1960 se tornaram tão distintos que eram referidos como exemplos do “estilo Suzuki” de cinema. Sem aceitar a demissão, Suzuki entrou na justiça contra o estúdio e acabou conseguindo um acordo extrajudicial, mas, em contrapartida, foi banido da indústria cinematográfica japonesa por mais de uma década. Ele só voltaria a trabalhar em 1980 e fazendo terror. O detalhe é que, a esta altura, seu cinema tinha sido descoberto pelo Ocidente e seu retorno era tão esperado que “Zigeunerweisen”, seu terror surreal, foi exibido no Festival de Berlim. Para pavimentar de vez sua volta, a própria Academia Japonesa decidiu premiar o longa. Suzuki continuou dirigindo histórias de fantasmas e até um anime, mas não esqueceu de “A Marca do Assassino”, sua assombração pessoal. Em 2001, ele filmou “Pistol Opera”, um remake do filme de 1967, que foi premiado pelo experimentalismo visual no Festival de Brisbane. A influência do “estilo Suzuki” é marcante em filmes de cineastas tão distintos quanto o americano Quentin Tarantino e o chinês Wong Kar-wai. Mas até o diretor indie Jim Jarmusch prestou homenagem ao mestre japonês, citando referências de “A Marca do Assassino” em seu único filme de ação “Ghost Dog” (1999). Veja abaixo o trailer original de “A Marca do Assassino” e um vídeo da distribuidora Versátil sobre os demais filmes de sua carreira.

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  • Música

    Festival de Documentários In-Edit deixa São Paulo mais roqueira

    7 de setembro de 2016 /

    A 8ª edição do Festival de Documentários In-Edit Brasil traz a São Paulo 57 filmes de temática musical, numa programação quase toda gratuita. Com abertura nesta quarta (7/9), com a exibição de “Eat That Question – Frank Zappa in His Own Words”, de Thorsten Schütte, sobre o roqueiro Frank Zappa, a mostra tomará 11 salas da cidade e terá 18 estreias nacionais. O In-Edit também contará com filmes sobre os Beatles, Leonard Cohen, Tangerine Dream, Adam Ant, Cream, heavy metal. Mas a programação não tem só o rock. Há um pouco de tudo, como o documentário brasileiro “Waiting for B”, sobre fãs da cantora Beyoncé no país, e “Funk Brasil: 5 Visões do Batidão”, que fazem parte da seleção de curtas do festival, além de “Rogério Duarte, o Tropikaoslista”, sobre o maestro paulista da Tropicália, “Cool Cats”, que acompanha os jazzistas Ben Webster e Dexter Gordon nos anos 1960 e 70, “Esto Es lo que Hay”, que revela o hip-hop cubano, e “Fonko”, sobre os estilos da música pop africana, entre diversas outras opções. O evento deste ano ainda homenageará o documentarista Tony Palmer, com a exibição de oito de seus filmes, que cobrem desde a carreira da cantora erudita Maria Callas até o rock psicodélico dos anos 1960, e contará com feira de vinil, seminários, debates e shows, como das bandas Pin-Ups, cuja trajetória é coberta no documentário “Time Will Burn”, Invasores de Cérebros, presente em “Ariel – Sempre Pelas Ruas”, e do músico Chico Saraiva, tema de “Violão-Canção: Uma Alma Brasileira”. Para mais informações sobre o evento, visite o site oficial.

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    Vida do produtor de shows de rock Bill Graham vai virar filme

    19 de fevereiro de 2016 /

    A vida do lendário produtor de shows de rock Bill Graham vai virar filme. Sua biografia “Bill Graham Apresenta: Minha Dentro e Fora do Rock” foi adquirida pelo diretor-produtor Shawn Levy (da franquia “Uma Noite no Museu”) para o estúdio 20th Century Fox. Nascido Wulf Wolodia Gajonca, em uma família judia na Alemanha pré-nazista, ele foi colocado em um orfanato para escapar do Holocausto e acabou seguindo para os Estados Unidos – suas quatro irmãs e a mãe morreram em Auschwitz. O sobrenome Graham foi escolhido ao acaso usando uma lista telefônica. Não foi a única guerra a que ele sobreviveu. Graham foi convocado para lutar pelo exército americano na Guerra da Coreia, voltando condecorado para San Francisco no começo dos anos 1960, onde acompanhou o surgimento da psicodelia e começou a produzir shows e espetáculos, administrando a famosa casa de espetáculos Fillmore e, posteriormente, Fillmore East, em Nova York. Graham produziu shows de ícones do rock como Grateful Dead, Jefferson Airplane, Big Brother and the Holding Company (com a cantora Janis Joplin), The Doors, Jimi Hendrix Experience, The Byrds, The Who, Cream e Led Zeppelin. Ele ainda chegou a fundar o próprio selo, o Fillmore Records, e, durante os anos 1980, foi um dos produtores do Human Rights Now!, série de shows beneficentes para arrecadar fundos para a Anistia Internacional. Quando estava voltando de um show de Huey Lewis and the News, em 1991, o helicóptero em que stava com a namorada se chocou contra uma torre de alta tensão. Na ocasião, ele já estava trabalhando em sua biografia junto com Robert Greenfield, escritor e jornalista da revista Rolling Stone, que foi publicada postumamente.

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    Playlist: 13 clipes de clássicos do rock psicodélico

    1 de fevereiro de 2016 /

    Uma viagem psicodélico pelos anos 1960, em homenagem à cantora Signe Toly Anderson e ao guitarrista Paul Kantner, membros do Jefferson Airplane que faleceram em 28 de janeiro. O cantor Marty Balin resumiu tudo, ao dizer: “Eu imagino que ela e Paul acordaram no Céu e disseram: ‘E aí, o que você está fazendo aqui? Vamos fazer uma banda”. A jornada começa atrás do coelho branco do Jefferson Airplane, e segue por Electric Prunes, The Animals, Amboy Dukes, Strawberry Alarm Clock, Lemon Pipers, The Monkees, Iron Butterfly, Vanilla Fudge, Yardbirds, Jimi Hendrix, Country Joe & The Fish até The Doors, “The End”.

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