PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Rogue One cumpre sua missão e valoriza ainda mais a franquia

    18 de dezembro de 2016 /

    “Durante a batalha, espiões rebeldes conseguem roubar os planos secretos da arma decisiva do Império, a Estrela da Morte”. A frase está no famoso texto de abertura de “Guerra nas Estrelas”, lançado em 1977. Usar como sinopse o prólogo do “Star Wars” original era uma escolha arriscada, já que todo fã da saga sabe como a história acaba. “Rogue One: Uma História Star Wars” assume o risco e entrega uma dos melhores filme da franquia. Com sete filmes, vários livros, animações, games, quadrinhos e tudo o mais que for possível licenciar, “Star Wars” deixou de ser uma série de cinema e foi se tornando – ao longo de quase quarenta anos – um mundo próprio, com seus fatos históricos, heróis e vilões. A grande ideia por trás de “Rogue One” é assumir a saga como História com H maiúsculo, uma narrativa sobre um tempo passado (o “Há muito tempo atrás” de suas aberturas) em um lugar longínquo (a “galáxia muito distante”). Assim como é possível se emocionar com “Band of Brothers” mesmo já sabendo quem venceu a 2ª Guerra Mundial, a experiência com “Rogue One” pode ser encarada como a representação de um fato histórico importante para a História da galáxia. Sabemos que os “espiões rebeldes conseguem roubar os planos secretos”, mas não como e nem quem são eles, e muito menos os sacrifícios exigidos para tal. O diretor Gareth Edwards (“Godzilla”) fez um filme de guerra, sujo, violento, em que os personagens são peças menores dentro de um acontecimento maior. Não espere jedis superpoderosos com feitos extraordinários, em “Rogue One” a missão é mais importante do que seus soldados. Mesmo assim, o filme segue a jornada do herói com a estrutura clássica dos filmes da série: Jyn Erso é a filha de uma pessoa importante (os laços familiares sempre fundamentais na mitologia da saga), possui um mentor misterioso e encontra aliados improváveis, incluindo um robô de personalidade forte (e além disso o clímax se divide em três linhas narrativas, como acontece nos outros episódios). O que difere é este olhar histórico, consciente da importância do que está sendo narrado e com poder de ressignificar o próprio “Episódio IV”, que deu início a tudo. O filme assume um tom mais sério e fatalista (com direito a referências a conflitos atuais em relação a guerras religiosas, armas de destruição em massa e terrorismo), mas também tem ótimas piadas e personagens cativantes. Este equilíbrio entre o macro (a História) e o micro (a relação entre os personagens) é o maior mérito de “Rogue One”, que consegue ao mesmo tempo ser diferente, mas também um típico “Star Wars” (incluindo as atuações irregulares). E apesar da experiência ser melhor para quem conhece o filme de 1977, trata-se de uma obra que pode ser vista por quem nunca teve contato com “Guerra nas Estrelas”, funcionando também de forma independente. Com bom ritmo, escala épica e um dos grandes momentos de toda a saga (que envolve alguns pobres rebeldes encurralados com uma porta que não abre totalmente), “Rogue One” é mais do que um passatempo até a chegada do “Episódio VIII” ou uma ponte pro “Episódio IV”: é bom cinema, bem escrito, bem dirigido e sem medo de tomar as decisões que precisa para cumprir sua missão: transformar a frase de abertura de um filme em uma obra de arte.

    Leia mais
  • Rogue One: A Star Wars Story
    Filme

    Felicity Jones tem contrato para fazer mais um filme como Jyn Erso

    16 de dezembro de 2016 /

    A produtora Kathleen Kennedy já afirmou, categórica, que “Rogue One: Uma História Star Wars” não teria continuação. E quem for ao cinema saberá claramente porquê. Mesmo assim, o site The Hollywood Reporter revelou que a atriz Felicity Jones, protagonista do longa, assinou um contrato para fazer mais um filme da franquia. “Rogue One” tem tudo para bater recordes de bilheteria, o que provavelmente levaria a Disney a pressionar a LucasFilm, presidida por Kennedy, a retomar os personagens de algum modo. O desfecho da história, porém, não sugere mesmo um “Rogue Two”. O que deve acontecer é a personagem de Felicity, Jyn Erso, aparecer em flashbacks da saga principal, ou mesmo num spin-off que se passe na mesma época de seu filme – que cronologicamente antecede os eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977). O fato é que, graças ao contrato assinado por Felicity Jones, os fãs ainda poderão ver Jyn Erso novamente. Nem que seja uma última vez.

    Leia mais
  • Filme

    Rogue One, prólogo da saga Star Wars, chega a mais de 1,2 mil cinemas no Brasil

    15 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” é disparada a maior estreia da semana. Mais que isso, com lançamento em mais de 1,2 mil telas, é também uma das dez maiores estreias de todos os tempos no país – o recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, distribuído em 1.504 salas há exatamente um ano – metade de todos os cinemas do Brasil. Bastante aguardado, o filme é um prólogo do clássico “Guerra nas Estrelas”, apresentando um grupo de rebeldes nunca visto antes na franquia, mas também o saudoso vilão Darth Vader. A trama gira em torno de uma missão para roubar os planos de construção da Estrela da Morte, a arma de destruição do Império que é derrotada no filme de 1977. Apesar de muitos relatos de problemas nos bastidores, o ritmo é empolgante e faz o longa escalar a lista dos melhores títulos da saga. Com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, também estreia neste fim de semana nos EUA – lá, em mais de 4 mil telas, isto é, em mais cinemas que todo o parque exibidor nacional. Adiado para não chegar aos cinemas tão próximo da tragédia da Chapecoense, “Sully – O Herói do Rio Hudson” também supera expectativas. Em cartaz em 261 salas, a produção conta a história real do piloto de avião que impediu um acidente de graves proporções ao realizar um pouso de emergência no Rio Hudson, em Nova York, salvando a vida de todos os passageiros. Mas mesmo considerado um herói pela mídia, ele precisou lidar com o escrutínio e acusações, durante a investigação de seus atos. Lembra “O Voo” (2012), mas consegue superar comparações, muito por conta da dobradinha formada pelo ator Tom Hanks e o diretor Clint Eastwood, dois veteranos que não enferrujam, apenas se aprimoram. Sucesso de bilheteria e crítica nos EUA (86% de aprovação), tem aparecido até em algumas listas importantes de Melhores Filmes do ano. Com ainda mais destaque na temporada de premiações, “Neruda” é a obra sul-americana mais celebrada do ano. Candidato do Chile ao Oscar, o novo filme de Pablo Larraín é uma delícia, que usa tom farsesco para contar fatos reais: a caçada policial ao poeta Pablo Neruda, “o comunista mais importante do mundo”, no final dos anos 1940. Sofisticado por um lado, no uso da metalinguagem, o longa também usa elementos de comédia maluca, evocando até a franquia “Pantera Cor-de-Rosa” na forma atrapalhada com que o inspetor vivido por Gael Garcia Bernal tenta prender aquele que é muito mais esperto que ele. Estreia em 34 telas. Sem muito espaço no circuito devido à guerra de blockbusters, a comédia brasileira “Magal e os Formigas” também tem seu jeito surreal de lidar com a realidade. O filme é praticamente uma homenagem ao cantor Sidney Magal, girando em torno de um fã mau-humorado que, em meio à crise financeira, resolve entrar num concurso para imitá-lo. No processo, acaba redescobrindo o bom humor. E tudo isso com uma ajuda do próprio Magal, que aparece apenas para ele, dando-lhe conselhos de vida. Há quem lembre de “Quero Ser John Malkovich” (1999), mas o tom abordado está mais para “A Procura de Eric” (2009), com direito à parábola moral de fábula encantada. Não que esteja neste nível ou seja tão engraçado quanto parece. As piadas fraquinhas renderam apenas 16 salas. O circuito limitado ainda recebe duas produções de perfil de festival. O romeno “Sieranevada” chegou a ser exibido em Cannes, e gira em torno do encontro de uma grande família num jantar para celebrar seu patriarca recém falecido. O diretor Cristi Puiu (“Aurora”) dá ao evento um tom de tragicomédia – em 13 salas. Bem mais ambicioso, o nepalês “Nas Estradas do Nepal” foi exibido em Veneza e usa a jornada de dois meninos, de castas e crenças diferentes, para retratar uma região belíssima, que ganha contornos horríficos por viver tantos anos mergulhada em guerra. Apesar do tema universal, o diretor estreante Min Bahadur Bham optou por uma filmagem de câmera parada, que não deixa o filme ser confundido com uma versão infantil de Hollywood sobre a barbárie. Por isso, a distribuição é confinada a apenas quatro salas do Rio e uma de Porto Alegre. Clique nos títulos de cada lançamento para ver seus trailers.

    Leia mais
  • Filme

    Animais Fantásticos e Onde Habitam é o melhor prelúdio já feito por Hollywood

    21 de novembro de 2016 /

    As sagas mais adoradas do cinema, mais cedo ou mais tarde, decidem explorar o passado de seus universos, ricos em detalhes e cheios de potencial. Um dos maiores problemas é que não sobra muito espaço para surpresas e sabemos onde tudo vai parar, nem que isso leve três filmes, como “Star Wars” fez para mostrar a transformação de Anakin Skywalker em Darth Vader. Outro ponto que costuma atrapalhar é a necessidade de conectar a trama do prelúdio quase o tempo todo com os filmes originais. Felizmente, quem assina o roteiro de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, que serve de prólogo para a franquia “Harry Potter”, é J.K. Rowling, a própria criadora de Harry e a pessoa mais indicada para contar o que de mais relevante aconteceu antes do menino bruxo descobrir seus poderes. Tendo como ponto de partida um guia fictício sobre criaturas mágicas, Rowling consegue ser sutil ao fazer uma ou outra ligação direta com os filmes, que começam em “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, e mostrar novidades de sobra para iniciar uma franquia inédita e envolvente. É verdade que seu roteiro sugere alguns mistérios que podem ligar os fatos de “Animais Fantásticos” a “Harry Potter”, mas isso deve ficar mais claro em novos filmes. Por enquanto, ainda é mais especulação – mas quanto menos você souber, melhor. A trama central acompanha a chegada do protagonista a ora belíssima, ora depressiva Nova York pós-1ª Guerra Mundial (cortesia de um mix de CGI, fotografia, direção de arte e figurinos impecáveis). Trata-se do magizoologista inglês Newt Scamander (Eddie Redmayne, finalmente em um filme que todos irão assistir), que carrega em sua mala os animais fantásticos do título. A princípio, as tramas paralelas à busca de Scamander, pelos bichos que escapam da mala, podem parecer deslocadas do filme. Mas, não se preocupe, porque você gostará de ser surpreendido: Rowling costura tudo muito bem até o ato final e ainda deixa o espectador querendo ver mais desse universo. Embora o cineasta David Yates, que dirigiu os últimos quatro “Harry Potter”, esteja à frente das câmeras, o show é verdadeiramente comandado por ela. Desta vez, com a vantagem de escrever diretamente para as telas, evitando quaisquer equívocos de adaptação e os tradicionais buracos na narrativa, que surgem na transposição de livros para o cinema. Yates segue com cacoetes de Peter Jackson, mas é o homem de confiança da escritora – e da Warner – , para traduzir em imagens a imaginação de Rowling. A escritora, por sinal, confia bastante em sua imaginação para não encher a trama com cenas de ação, lutas, correrias e explosões a cada cinco ou dez minutos. E, em vez de se repetir com outra saga de um escolhido, vai na contramão dos blockbusters atuais ao oferecer uma história de muitas camadas, até lenta para os padrões de hoje. Rowling não tem a mínima pressa para situar e envolver o espectador, que não sentirá a menor falta de Harry, Rony e Hermione na nova trama. Por vezes, seu enredo até abusa do silêncio, em influências que remetem à fase de ouro do cinema. O que leva à atuação de Eddie Redmayne, indicado duas vezes seguidas ao Oscar de Melhor Ator (vencendo por “A Teoria de Tudo”). Numa primeira impressão, é fácil acusá-lo de exagero, mas Newt é um cara solitário que cria e estuda animais do mundo bruxo. Ou seja, ele é no mínimo excêntrico. Dentro da proposta do filme, sua estranheza também reflete a forma como os americanos veem os imigrantes e os julgam sem conhecê-los de perto. Sim, Rowling tem coragem de tocar num tema polêmico: a aversão americana aos imigrantes, bem na hora em que Donald Trump vence as eleições para se tornar presidente dos EUA, com uma plataforma anti-imigração. Aliás, vale a pena reparar no diálogo sobre a melhor escola de bruxaria, numa cutucada à prepotência americana. Além de materializar esse conceito, Redmayne é o ator em cena que melhor aproveita os truques corporais do cinema mudo. Ainda assim, as atuações mais cativantes pertencem a Dan Fogler, como Jacob, o improvável amigo “trouxa” (ops, “no-maj”) e Queenie (Alison Sudol), a doçura em pessoa, que lê os pensamentos de todos ao redor. Tente não se apaixonar pelos dois. Por falar em apaixonante, a cena final é lindíssima, além de servir para J.K. Rowling ilustrar uma nova espécie de magia, a magia do cinema. Com um filme tão envolvente e uma premissa tão promissora para iniciar uma nova franquia, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” não é apenas bom entretenimento. É possivelmente o melhor prelúdio já feito por Hollywood.

    Leia mais
  • Filme

    Emilia Clarke, estrela de Game of Thrones, entra em Star Wars

    19 de novembro de 2016 /

    A atriz Emilia Clarke, que vive Daenerys Targaryen na série “Game of Thrones”, fechou contrato para estrelar um novo filme de “Star Wars”. O anúncio foi feito pela Disney via Twitter na sexta-feira (18/11). O papel de Emilia Clarke não foi revelado, mas ela fará parte do spin-off centrado na juventude de Han Solo. Segundo a Disney, sua personagem será uma das que Han Solo e Chewbacca irão encontrar em suas aventuras. No filme, ela vai se juntar a Alden Ehrenreich, que substitui Harrison Ford como o jovem Han Solo, e Donald Glover, que fará o papel do jovem Lando Calrissian. A trama do longa vai mostrar eventos na vida de Han Solo que se passam antes do primeiro “Star Wars”, lançado no Brasil com o título de “Guerra nas Estrelas” em 1977. O filme de Han Solo será o segundo spin-off (filme derivado) de “Star Wars”. O primeiro é “Rogue One: Uma História Star Wars”, que estreia em dezembro, acompanhando a missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos da Estrela da Morte. Ainda sem título, a produção será dirigida por Phil Lord e Christopher Miller, dupla responsável por “Tá Chovendo Hambúrguer” (2009), “Anjos da Lei” (2012) e “Uma Aventura Lego” (2014). A estreia está marcada para maio de 2018.

    Leia mais
  • Filme

    King Kong é o rei dos monstros da Ilha da Caveira em novo trailer legendado repleto de ação

    17 de novembro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um novo trailer legendado de “Kong: A Ilha da Caveira”, que destaca a imponência de King Kong, tão grande que faz helicópteros parecerem insetos. A prévia mostra sua fúria, mas também diversos outros monstros pré-históricos que habitam a ilha, onde um grupo militar se vê perdido. O filme se passa nos anos 1970, época do primeiro remake de “King Kong” e também da Guerra do Vietnã, que serve de pano de fundo da trama. O elenco inclui Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Série

    Bates Motel: Rihanna é fotografada no set da última temporada da série

    16 de novembro de 2016 /

    A cantora Rihanna foi flagrada no set da série “Bates Motel”. Ela fará uma participação especial na 5ª e última temporada, no papel de Marion Crane. A personagem foi interpretada por Janet Leigh no clássico “Psicose” (1960), de Alfred Hichcock, e todos os cinéfilos lembram o que aconteceu com ela no chuveiro do motel Bates. Além de Rihanna, também foi fotografado o ator Nestor Carbonell, intérprete do xerife Alex Romero. Como ele aparece com fones de ouvido, nos bastidores das gravações, pode estar dirigindo o episódio. Carbonell já dirigiu dois episódios da série. Assim como as temporadas anteriores, o último ano também terá 10 episódios. A estreia vai acontecer em 2017, em data ainda não divulgada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal.

    Leia mais
  • Filme

    King Kong enfrenta helicópteros nos novos pôsteres e teasers do reboot da franquia

    16 de novembro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou dois novos pôsteres e cinco teasers de “Kong: A Ilha da Caveira”, por meio do Twitter oficial da produção. As artes destacam o tamanho de King Kong, tão grande que faz helicópteros parecerem insetos. O filme vai se passar nos anos 1970, época do primeiro remake de “King Kong” e também da Guerra do Vietnã, que será usada como pano de fundo da trama. Encabeçando o elenco estão Tom Hiddleston (“Thor”), como o líder de uma expedição à mítica Ilha da Caveira, e Brie Larson (“O Quarto de Jack”), como uma fotojornalista e ativista, que tentará encontrar uma forma de proteger a exuberante vida selvagem que eles descobrem no lugar. Além deles, o filme também conta com Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. The calm before the storm. #kongskullisland pic.twitter.com/f4KCjpAzmo — Kong: Skull Island (@kongskullisland) November 12, 2016 He’s King around here. Three days. #kongskullisland pic.twitter.com/c6fbP3vsDm — Kong: Skull Island (@kongskullisland) November 13, 2016 There’s nowhere to hide. Two days. #kongskullisland pic.twitter.com/6EvdWTn1a8 — Kong: Skull Island (@kongskullisland) November 14, 2016 The devils live below us. #kongskullisland pic.twitter.com/0VbzPS2aHT — Kong: Skull Island (@kongskullisland) November 15, 2016 Monsters exist. #kongskullisland pic.twitter.com/pOdvaQZIQp — Kong: Skull Island (@kongskullisland) November 16, 2016

    Leia mais
  • Filme

    King Kong enfrenta helicópteros no trailer japonês de seu novo filme

    28 de outubro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um trailer japonês de “Kong: A Ilha da Caveira”, reboot da franquia “King Kong”. A prévia traz cenas inéditas de muita ação, destacando o conflito entre helicópteros militares e o macaco gigante, que é visto em toda a sua grandiosidade. Encabeçando o elenco estão Tom Hiddleston (“Thor”), como o líder de uma expedição à mítica Ilha da Caveira, e Brie Larson (“O Quarto de Jack”), como uma fotojornalista e ativista, que tentará encontrar uma forma de proteger a exuberante vida selvagem que eles descobrem no lugar. Além deles, o filme também conta com Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”) e Max Borenstein (“Godzilla”), e revisado por Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”). E a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Star Wars: Donald Glover é confirmado como novo Lando Calrissian no spin-off de Han Solo

    21 de outubro de 2016 /

    A Disney e a LucasFilm confirmaram oficialmente a escalação de Donald Glover como a versão jovem de Lando Calrissian no novo spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo. Glover é mais conhecido por estrelar quatro temporadas da série “Community”, mas neste ano conquistou uma nova façanha com o lançamento de “Atlanta”, que registrou a maior audiência de uma série estreante na história do canal pago FX. Além de estrelar, ele criou “Atlanta”, baseado em suas próprias experiências como rapper – ele tem um disco indicado ao Grammy sob a alcunha de Childish Gambino. Além disso, o ator apareceu no filme indicado ao Oscar “Perdido em Marte” (2015) e está no elenco do novo “Homem-Aranha”. Originalmente vivido por Billy Dee Williams nos clássicos “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), o contrabandista Lando Calrissian era o dono original da Millenium Falcon, mas perdeu a nave para Han Solo após apostá-la em uma partida de sabacc. Como lembrou recentemente a série “Stranger Things”, ele também ficou marcado por trair o companheiro para o Império, mas teve um arco redentor, ao se juntar aos rebeldes em “O Retorno de Jedi”. O novo filme vai mostrar Lando em suas primeiras aventuras, como um canalha em ascensão no submundo da galáxia. “Temos sorte de contar com um artista tão talentoso como Donald”, disseram os diretores Phil Lord e Christopher Miller (dupla de “Anjos da Lei” e “Uma Aventura Lego”), num divertido comunicado. “Ele tem grandes sapatos para preencher, e um capa ainda maior, e tudo lhe cai perfeitamente, o que vai nos poupar dinheiro em reformas de figurino. Aproveitando, gostaríamos de pedir desculpas publicamente para Donald por arruinar sua chance de voltar a aproveitar anonimamente a Comic-Con para sempre.” O intérprete do jovem Han Solo será Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) e o roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista dos dois filmes citados da trilogia original e do blockbuster “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que assinará a nova história com seu filho Jon Kasdan. O filme de Han Solo estreia em maio de 2018.

    Leia mais
  • Filme

    Pré-produção de prólogo de Mad Max, centrado em Furiosa, pode ter começado

    21 de setembro de 2016 /

    Um novo filme da franquia “Mad Max” já pode ter começado a ser produzido. Segundo o jornal australiano The Herald Sun, a equipe do diretor George Miller começou a desenvolver os trabalhos de pré-produção de um prólogo de “Mad Max: Estrada da Fúria”, centrado em Furiosa, a personagem de Charlize Theron. O projeto intitulado “Mad Max: The Wasteland” ainda não foi oficialmente confirmado pela Warner. Charlize estaria interessada em voltar a viver Furiosa, mas não está claro se Tom Hardy também retornaria como o personagem-título. Vale lembrar que o ator e a atriz chegaram a se desentender durante as filmagens de “Mad Max – Estrada da Fúria”. Vencedor de 6 Oscars, a volta de Mad Max ao cinema renovou a franquia e despertou o interesse do diretor George Miller e do estúdio Warner de explorar novas aventuras, explorando inclusive spin-offs de sua trama, como seria o caso de um longa centrado na Imperatriz Furiosa.

    Leia mais
  • Filme

    Star Wars: Disney procura versão jovem de Lando Calrissian

    12 de agosto de 2016 /

    A Disney estaria procurando um ator para viver a versão jovem de Lando Calrissian no novo spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo. Segundo o The Wrap, o estúdio teria começado a busca do novo intérprete do personagem, originalmente vivido por Billy Dee Williams nos clássicos “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). O contrabandista Lando Calrissian era o dono original da Millenium Falcon, mas perdeu a nave para Han Solo após apostá-la em uma partida de sabacc. Como lembrou recentemente a série “Stranger Things”, ele ficou marcado por trair o companheiro para o Império, mas teve um arco redentor, ao voltar atrás. O intérprete do jovem Han Solo será Alden Ehrenreich (“Ave, César!”). O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e seu filho Jon Kasdan, e a direção estará a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”). Recentemente, o jornal New York Daily News afirmou que a Disney estaria planejando uma nova trilogia com o personagem e que Ehrenreich teria assinado contrato para três filmes.

    Leia mais
  • Filme

    Star Wars: Disney pretende construir nova trilogia em torno do jovem Han Solo

    26 de julho de 2016 /

    Han Solo pode ganhar uma trilogia própria nos cinemas. Segundo o jornal The New York Daily News, o ator Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) assinou contrato para pelo menos três filmes no papel da versão jovem do personagem. O ator foi anunciado no começo do mês como protagonista da primeira aventura solo do personagem, num spin-off da saga “Star Wars” que mostrará sua história antes dos eventos do filme “Guerra nas Estrelas” (1977) – que apresentou Han Solo a milhões de fãs do mundo inteiro. De acordo com uma fonte do jornal, haveria um grande entusiasmo da Disney em torno do filme do Han Solo e seu potencial para continuações. “Considerando que as primeiras aventuras de Han não precisam estar relacionadas ao Império, isso deixa uma abertura para outras histórias com oportunidade de entregar aos fãs algo realmente diferente. Eles podem explorar novas galáxias e criaturas loucas e apresentar uma grande variedade de novos personagens”, disse a fonte citada pela reportagem. O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e seu filho Jon Kasdan, e a direção está a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”). Sem sinopse divulgada, o filme se passará muitos anos antes dos eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977) e deverá explicar como Han Solo se tornou um contrabandista. Recentemente, foi confirmado que o longa, ainda sem título, também terá a participação de Chewbacca. A previsão é que o lançamento aconteça em 25 de maio de 2018.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie