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    Atriz de Caça-Fantasmas deixa o Twitter após violento ataque racista

    19 de julho de 2016 /

    Após uma tsunami de ataques preconceitos, a atriz Leslie Jones decidiu deixar o Twitter. Única integrante do elenco do novo “Caça-Fantasmas” com conta na rede social, ela virou alvo de usuários que disseminam o ódio, sofrendo tanto comentários machistas quanto racistas. “Sinto que estou em um inferno pessoal. Eu não fiz nada para merecer isso. Não deveria ser assim. Estou muito magoada”, escreveu Jones, antes de mostrar várias mensagens que recebeu, inclusive pornográficas. “Sabe, vou parar de bloquear para que vocês todos possam olhar o que eu recebo e verem as besteiras. Vocês não acreditarão na maldade. É muito assustador”, ela contou. “Fui chamada de macaca, mandaram fotos de suas bundas, até recebi uma foto minha com sêmen na minha cara. Estou tentando entender o que significa ser humano. Estou fora”. Ela ainda pediu que seus seguidores denunciassem os assediadores à administração da rede social e ao próprio Twitter para fortalecer a sua política sobre discursos do ódio e abuso. “Parem de deixar as pessoas ignorantes falarem mais alto”, publicou. “Eu costumava me perguntar porque algumas celebridades não têm conta no Twitter; agora eu sei. Você não pode ser legal e se comunicar com os fãs porque as pessoas são loucas”, ponderou, num longo desabafo, publicado em diversos posts de 140 caracteres. “Por mais que você ache que atores não são humanos, eu quero dar algo para vocês pensarem. Eu trabalho por paixão nesse jogo. Sou mais humana e real do que vocês imaginam. Eu trabalho pra caramba. Não sou diferente de nenhum de vocês que têm um sonho de fazer o que amam. Eu nunca disse que sou melhor ou especial. Eu só tento fazer o meu trabalho o melhor que posso. Não é isso que todos nós fazemos? Então, sim, isso me machuca! Quando você pensa ‘ok, eu provei que sou digna’, você é atingida com uma pá de ódio.” A atriz se confessou assustada com a avalanche de ofensas. “Estou paralisada. Quer dizer, eu sei que existe racismo. Mas eu fui ingênua a ponto de pensar que algumas coisas estavam mudando? Sim, eu fui. Nós ainda vivemos em um mundo no qual temos que dizer ‘vidas negras importam’. Estou cansada disso tudo. Por que isso ainda é uma luta? Quero odiar tanto, mas não consigo, porque sei que isso não resolve nada e só me deixa triste.” Após o ataque, o diretor Paul Feig publicou uma mensagem com a hashtag #LoveForLeslieJ (Amor para Leslie J), que imediatamente se tornou viral, criando um reação positiva de apoio à atriz. Mas foi tarde demais. Na noite de segunda (18/7), ela escreveu: “Deixo o Twitter hoje à noite com lágrimas e um coração triste, e tudo porque eu fiz um filme. Você pode odiar o filme, mas o que eu ouvi hoje foi muito errado”.

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    Ator de Carrossel dá lição em internauta que o chamou de viado

    20 de junho de 2016 /

    O ator mirim e apresentador Matheus Ueta, de 12 anos, deu uma lição de moral a um internauta mal intencionado, que havia comentado “Você parece um viado” no post de uma foto (acima) da revelação da novela “Carrossel” no Facebook. “Aff. Qual o seu problema? Eu não teria o menor problema em ser ou não ‘viado’. Mas você tem problema, perde seu tempo em achar coisas sobre mim. Vá estudar e ser alguém na vida”, replicou o ator. Revelado em 2012 na novela “Carrossel”, Ueta tem mais de 1,5 milhão de seguidores em seu Facebook e sua página costuma ser gerenciada por sua mãe, que garante que o comentário em questão foi feito pelo próprio Matheus: “Foi ele, com minha total aprovação”, publicou posteriormente. É a segunda mensagem ofensiva que a ala infantil do SBT recebe virtualmente em menos de dez dias. No domingo retrasado (12/6), Maísa Silva publicou uma ameaça de morte que recebeu de um perfil na internet. “O que aquele fã da Ana Hickmann tentou fazer com ela, vou fazer com você”, dizia a mensagem, ao que a atriz rebateu: “Só temo a Deus. Oro por essas pessoas”.

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    Bruna Linzmeyer sofre ataque homofóbico em rede social

    20 de maio de 2016 /

    O perfil do Instagram da atriz Bruna Linzmeyer virou alvo de ataques homofóbicos. A covardia aconteceu depois que o jornal Extra afirmou que ela namora, há cerca de um ano, a cineasta Kity Féo. A atriz da novela “Regra do Jogo”, em cartaz no filme “A Frente Fria que a Chuva Traz”, foi chamada de “aberração” nos comentários de suas fotos por preconceituosos que também ofenderam Féo, assistente de direção de “Serra Pelada” e “Os Penetras”. “Faz isso não, Bruna! Você é linda demais para ser lésbica”, escreveu um internauta. “Bruna aberração! Para desespero dos lixos, homossexuais, mortadelas, feminazis, nordestinos preguiçosos… #Bolsomito2018 segura que o tombo será grande!”, escreveu outra, exaltando o deputado Jair Bolsonaro, que já prestou homenagem a torturador no Congresso. Entretanto, a maior parte dos comentários nas fotos de Bruna se solidarizou com a atriz. “Felicidades para vocês. Muito amor, que é o que todos precisamos!”, disse uma seguidora. “Seja o mais feliz que puder! E ignore os comentários ignorantes e preconceituosos! Viva o amor!”, escreveu outra. A assessoria de imprensa da atriz não confirma o namoro. Em abril, porém, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Bruna afirmou que estava namorando uma mulher.

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    Cinema chinês vai ganhar seu primeiro drama transexual

    3 de maio de 2016 /

    O diretor chinês Zhang Wei, conhecido por filmar os marginalizados de seu país, vai filmar “The Rib”, sobre um jovem transexual que enfrenta o preconceito da sociedade chinesa e de sua família. Será a primeira vez que o tema será abordado no cinema chinês, embora a homossexualidade já tenha sido bastante explorada por cineastas de Taiwan, que a China não reconhece como país independente. Zhang precisou ter autorização do governo para filmar a história. Em comunicado, ele agradeceu a permissão, dizendo que seu filme finalmente poderá “abordar assuntos que eram tabu há poucos anos atrás”. O diretor também acrescentou que está “determinado a contar essa história importante apesar de quaisquer obstáculos que possa enfrentar.” Anunciado como história verídica, “The Rib” vai retratar um adolescente chinês transgênero, nascido em uma família cristã, cuja mãe se torna profundamente desestabilizado quando descobre que ele quer virar mulher. Mas, após o conflito inicial, eles superam suas diferenças e enfrentam juntos o preconceito que a comunidade LGBT sofre na sociedade chinesa. Os filmes anteriores de Zhang Wei incluem “Factory Boss” (2014), sobre um empresário pressionado a trabalhar com baixa margem de lucro para manter seu negócio à tona, e “Destiny” (2015), sobre a luta de uma mãe para conseguir que seu filho autista tivesse direito a uma boa educação na China. “The Rib” está em pré-produção, com as filmagens marcadas apenas para o início de 2017.

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    Disney e Marvel assumem postura política e ameaçam boicote contra lei “religiosa” antigay nos EUA

    23 de março de 2016 /

    A Disney e os estúdios Marvel decidiram tomar uma postura política e ameaçar de boicote o estado americano da Georgia, onde vêm rodando seus filmes – como “Homem-Formiga”, “Capitão América: Guerra Civil” e “Guardiões da Galáxia 2” – , caso uma controversa lei antigay seja aprovada pelo governador. “Disney e Marvel são empresas inclusivas e, por mais que tenhamos tido ótimas experiências filmando na Geórgia, nós planejamos levar nossos negócios para qualquer outro lugar caso qualquer legislação que permita práticas discriminatórias se torne lei estadual”, disse um porta-voz dos estúdios nesta quarta-feira. Outras subsidiárias do conglomerado Disney, como a rede ABC, também vão participar do boicote, informou o site The Hollywood Reporter. O motivo da controvérsia se deve à iniciativa de políticos da bancada evangélica local, que enviaram um controverso projeto de lei de liberdade religiosa ao governador Nathan Deal. Deal tem até o dia 3 de maio para decidir se deve ou não sancioná-lo. O projeto, oficialmente intitulado Lei de Proteção do Livre Exercício, diz que nenhum pastor/padre/ministro religioso pode ser forçado a realizar o casamento de pessoas do mesmo sexo e que nenhum indivíduo pode ser forçado a participar de um — disposições que, como apontam os críticos da discriminação, já estão garantidas pela Primeira Emenda. Mas não é só isso. A lei também prevê que nenhuma organização religiosa seja “obrigada a fornecer serviços sociais, educacionais ou de caridade que violem as crenças destas organizações baseadas na fé”. Tais organizações não poderiam ser forçadas a “contratar ou manter como empregada qualquer pessoa cuja crença ou prática religiosa ou a falta delas esteja em desacordo com o que essas organizações acreditam”. Em suma, se sancionada, a lei 757 permitirá que associações religiosas possam se negar a realizar casamentos, dar empregos ou mesmo a prestar serviços a homossexuais. Caso seja aprovada, o precedente criado pela lei pode ser estendido para outros estados e ampliar seus limites para além da “liberdade de religião”. Do jeito que está, já cria discriminação, podendo afetar, inclusive, o atendimento a estudantes e, caso mais extremo, pacientes homossexuais em instituições hospitalares ligadas à igrejas/templos. Grupos de direitos humanos conclamaram que representantes de grandes estúdios de Hollywood se manifestassem contra o projeto de lei, pedindo um boicote ao estado caso a lei seja sancionada. “Como outros estados, a Geórgia oferece incentivos fiscais para produções de cinema e TV, e como resultado, a indústria do entretenimento tem uma pegada econômica imensa no estado. Mas, se esta lei for sancionada, seus funcionários, seus contratados, todos aqueles que trabalham em suas produções estão em risco de sofrer discriminação chancelada pelo Estado. Isso está errado. É anti-americano. É uma afronta a todos os valores dos quais Hollywood se orgulha”, disse Chad Griffin, presidente da Human Rights Campaign, em um evento no último dia 19. Ele continuou: “Vocês têm a influência e a oportunidade de não apenas derrotar esse projeto, mas para enviar uma mensagem de que há consequências para leis perigosas e odiosas como essa”. O governador republicano já havia criticado versões anteriores do projeto, afirmando que vetaria qualquer medida que permitisse a discriminação no estado “a fim de proteger as pessoas de fé”. Porém, no último dia 18 ele afirmou estar “agradavelmente surpreso” com a nova versão que lhe foi enviada. Deal ainda não indicou se intenciona assinar ou não o projeto. Em 22 de fevereiro deste ano, o governador participou das celebrações do Dia do Filme, que celebrava os mais de US$ 1,7 bilhão gastos por produções audiovisuais no estado entre 1 de junho de 2014 a 30 de junho de 2015. Apesar de seu entusiasmo com a lei, Nathan Deal precisa dar satisfação a grandes empresas que já se posicionaram contra a lei. Além da Disney, Coca-Cola, Home Depot e UPS ameaçam boicotar o estado, que pode entrar em crise financeira. “Para as empresas da Geórgia competirem pelos melhores talentos, temos que ter locais de trabalho e comunidades diversas e acolhedoras para todas as pessoas, não importando raça, sexo, cor, nacionalidade, etnia, religião, idade, deficiência, orientação sexual ou gênero”, disseram as megacorporações em comunicado conjunto. Até a NFL, Liga Nacional de Futebol Americano, advertiu, no último dia 18, que se o projeto passar, a decisão de realizar o Super Bowl em Atlanta em 2019 ou 2020 pode ser afetada. O estado é um dos finalistas para sediar a partida, um dos eventos mais importantes do calendário esportivo americano. Times locais como os Atlanta Braves, Atlanta Falcons e Atlanta Hawks também engrossam a lista dos que se opõem à lei.

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