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    Comercial de O Mecanismo usa campanha eleitoral para abordar a corrupção no Brasil

    21 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo comercial de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato. O vídeo pega carona na vindoura campanha eleitoral do país para abordar como funciona a corrupção política. O didatismo, entretanto, tropeça num detalhe. A narração esquece de destacar que o dinheiro desviado vem de impostos pagos pela população, e que esta roubalheira é diretamente responsável pelo fato de o serviço público brasileiro – saúde, educação, previdência, etc – ser de tão baixa qualidade. E que, em vez de combater a corrupção, o governo federal trabalha para livrar condenados de penas duras e multas pesadas, oferecendo como solução para os problemas de caixa causados pelo roubo sistêmico as “reformas” de suposta salvação nacional – que, por sua vez, pioram ainda mais o serviço oferecido à população que paga por tudo. A série foi criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming – o diretor também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. A estreia acontece na sexta (23/3).

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  • Etc

    Assassinato de Marielle Franco repercute em Hollywood

    20 de março de 2018 /

    A comoção e indignação pelo assassinato de Marielle Franco, vereadora carioca que defendia as minorias no Rio de Janeiro, ultrapassou as fronteiras do Brasil. Marielle foi destaque no jornal The Washington Post, ganhou homenagem no Parlamento Europeu e inspirou manifestações nas ruas de Nova York, Londres, Paris, Munique, Estocolmo e Lisboa. Além disso, teve seu nome adicionado ao movimento americano Black Lives Matter, com o compartilhamento da hashtag #SayHerName (#DigaONomeDela). E assim chegou a Hollywood. A atriz Viola Davis, vencedora do Oscar por “Um Limite Entre Nós” e estrela da série “How to Get Away with Murder”, fez uma homenagem à vereadora e seu motorista, Anderson Pedro Gomes, ambos mortos à tiros na última quarta-feira (14/3), no centro do Rio de Janeiro, quando voltavam de um evento na Lapa. “Acabo de saber sobre esta mulher corajosa, #MarielleFranco, que lutou pelos direitos dos pobres nas favelas”, escreveu a atriz no Twitter. “Eu apoio e luto com vocês, Brasil!!” Viola termina o post dizendo: “Viva Marielle e Anderson!!!”. O post foi retuitando mais de 20 mil vezes. Em seguida, RuPaul fez coro. “O assassinato do ativista de direitos humanos Marielle Franco foi uma grande perda para o Brasil – e o mundo”, escreveu. A top model Naomi Campbell também se manifestou. “Fiquei triste de saber que Marielle Franco, que dedicou sua vida à luta contra o racismo, preconceito e violência policial no Rio de Janeiro, foi assassinada”, comentou, conclamando o Brasil a protestar. Em seu show no Brasil, Katy Perry projetou uma foto gigante de Marielle, e seu fã-clube internacional disseminou a informação nas redes sociais. O movimento da Marcha das Mulheres nos Estados Unidos e até a ONU trataram de espalhar ainda mais os protestos e homenagens. A jovem política de 38 anos, que cresceu na favela da Maré e se tornou uma líder popular, foi a 5ª vereadora mais votada das últimas eleições do Rio. Ela se destacou ao denunciar abusos da polícia, violações de direitos humanos e violência contra as mulheres e a comunidade LGBT. Ela própria era representante de diversas “minorias”: uma mulher negra, nascida na favela, que vivia um relacionamento homossexual. Sua vida vai virar um filme, atualmente em desenvolvimento pela produtora Paula Barreto (“Lula, o Filho do Brasil”), com roteiro de João Paulo Reys (“Vampiro 40º) e Flavia Guimarães (“Berenice Procura”). Just read about this courageous woman #MarielleFranco, who fought for the rights of the poor in the Favelas. I'm standing and fighting with you Brazil ??!! Viva Marielle and Anderson!!!https://t.co/nMTwBrUZrW — Viola Davis (@violadavis) March 20, 2018 The assassination of human rights activist #MarielleFranco was a huge loss for Brazil — and the world @ShaunKing https://t.co/POeQR2bsgG pic.twitter.com/Ocrw1WwYoB — RuPaul (@RuPaul) March 19, 2018 .@katyperry paying tribute to Marielle Franco, one of Brazil's few black female politicians, who was murdered in Rio this past week. She fought for the rights of women and was outspoken against police brutality and the incarceration of black youth. #MariellePresente #SayHerName pic.twitter.com/z92MMFjsvc — Katy Perry Updates (@katyspics) March 19, 2018

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  • Etc

    Atriz de Sex and the City anuncia candidatura ao cargo de governador de Nova York

    19 de março de 2018 /

    A atriz Cynthia Nixon, que ficou conhecida como intérprete de Miranda na série “Sex and the City” confirmou os planos de concorrer ao cargo de governador de Nova York. Ela encerrou meses de especulações com o anúncio de sua candidatura, feito por meio do Twitter, para enfrentar o atual governador, Andrew Cuomo, nas primárias que irão definir o candidato do Partido Democrata nas próximas eleições. Apesar da popularidade da atriz, o atual governador leva vantagem pelo fato de estar atualmente no cargo. Cuomo, de 60 anos e filho do falecido governador de Nova York Mario Cuomo, busca seu terceiro mandato neste ano. Cynthia Nixon, que tem 51 anos, estrelou “Sex and the City” de 1998 a 2004. A série tinha a cidade de Nova York praticamente como um personagem, e fez tanto sucesso que mais tarde gerou dois filmes. Ainda bastante ativa como atriz, ela recentemente viveu a poeta Emily Dickson na cinebiografia “Além das Palavras” e venceu o Tony Awards como Melhor Atriz de teatro do ano passado, pela nova montagem de “The Little Foxes”. Paralelamente, tem se envolvido cada vez mais na política, particularmente em defesa dos direitos LGBTQ e contra o governo de Donald Trump. I love New York, and today I'm announcing my candidacy for governor. Join us: https://t.co/9DwsxWW8xX pic.twitter.com/kYTvx6GZiD — Cynthia Nixon (@CynthiaNixon) March 19, 2018

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  • Filme

    Vida de Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio, vai virar filme

    19 de março de 2018 /

    A vida de Marielle Franco, vereadora carioca executada a tiros durante o atual período de intervenção militar no Rio de Janeiro, vai virar filme. Segundo o jornal O Globo, o projeto será realizado pela produtora Paula Barreto (“Lula, o Filho do Brasil”), com roteiro de João Paulo Reys (“Vampiro 40º) e Flavia Guimarães (“Berenice Procura”), e trilha do músico Jorge Mautner. “Eu já conhecia a Marielle porque ela era uma das melhores amigas da minha filha, mas foi assistindo a um depoimento dela em um documentário do João Paulo Reys sobre a intervenção do Exército durante as Olimpíadas, ainda em fase de finalização, que percebi como ela era extraordinária. Logo depois, aconteceu o assassinato”, contou Paula Barreto ao jornal carioca. O longa, que ainda não tem diretor nem títulos definidos, vai focar na origem de Marielle, que cresceu na favela da Maré e se tornou uma líder popular, virando a 5ª vereadora mais votada no Rio. Seu trabalho como vereadora foi focado em denunciar abusos da polícia, violações de direitos humanos e violência contra as mulheres e a comunidade LGBT. Ela própria era representante de diversas “minorias”: uma mulher negra, nascida na favela, que vivia um relacionamento homossexual. A ideia é incluir na produção atores e equipe vindos da Maré, e destinar a renda obtida aos moradores do complexo. Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros na última quarta-feira (14/3), no centro da cidade, quando voltavam de um evento na Lapa. “O que importa, agora, são os seus ideais”, disse a produtora, que espera que o filme sirva para conter as informações falsas sobre a vereadora espalhadas nas redes sociais. “Fiquei assustada quando entrei no Facebook e vi a quantidade de haters. Muita gente a denegrindo, sem saber se as informações são verdadeiras ou não. As pessoas não se preocupam em saber de onde vem a notícia. Há milhares de Marielles no Brasil, precisamos contar essa história”.

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  • Série

    Will & Grace é renovada para a 3ª temporada de revival

    18 de março de 2018 /

    A rede NBC está realmente entusiasmada com a volta de “Will & Grace”. A série, que tinha sido renovada antes da reestreia, foi renovada pela segunda vez, garantindo a produção da 3ª (ou 11ª) temporada antes mesmo do final dos episódios iniciais do revival. Tem mais. A 2ª (ou 10ª) temporada, que tinha sido anunciada com 13 episódios, teve encomenda de mais cinco capítulos, chegando a um total de 18, mesmo número da 3ª (ou 11ª) recém-encomendada. Tudo isso, enquanto ainda faltam dois episódios inéditos do primeiro ano do revival. A renovação se dá tanto pelo prestígio – a série voltou a ser indicada a prêmios – quanto pela audiência, que tem mantido a média de 5,7 milhões de telespectadores ao vivo por episódio. Trata-se de uma confirmação do sucesso da estratégia atual dos canais norte-americanos, de resgatar séries clássicas para explorar o reconhecimento das marcas. A “Will & Grace” original foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. O equivalente à 9ª temporada da série começou a ser exibido em 28 de setembro de 2017 nos Estados Unidos e se encerrará no dia 29 de março. Já a 10ª temporada irá ao ar em setembro de 2018, enquanto a 11ª tem previsão de lançamento para o mesmo período em 2019.

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  • Filme

    Episódio da série Black-ish é censurado nos Estados Unidos

    13 de março de 2018 /

    Um episódio da série “Black-ish” foi censurado pela rede americana ABC. O episódio devia ter sido exibido em 27 de fevereiro nos Estados Unidos, mas foi vetado pelo canal devido a “divergências criativas”. A decisão controversa do canal do conglomerado Disney foi abordada num comunicado oficial. “Uma das coisas que sempre fez ‘Black-ish’ tão especial é como a série examina habilmente questões sociais delicadas de uma maneira que simultaneamente entretém e educa”, disse a nota da ABC. “No entanto, neste episódio houve diferenças criativas que não conseguimos resolver”. O criador da série, Kenya Barris, também se manifestou no mesmo comunicado. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem a ABC nem eu ficamos felizes com a direção do episódio e concordamos mutuamente em não veiculá-lo”, disse Barris, que também dirigiu o episódio. “‘Black-ish’ é um programa que fala com todos os tipos diferentes de pessoas e os aproxima como comunidade e estou muito orgulhoso da série”, completou. Intitulado “Please, Baby, Please”, o episódio da 4ª temporada da série de comédia foi gravado em novembro. E, segundo a revista Variety, as divergências não foram “criativas”, mas políticas. Nas cenas em que não houve acordo, segundo apurou a Variety, Dre (Anthony Anderson) improvisava uma história de ninar para seu bebê Devante, no qual expressava muitas de suas preocupações sobre o estado atual dos Estados Unidos. Em outra, Dre e seu filho mais velho, Junior (Marcus Scribner), discutiam os direitos dos atletas de se recusarem a se levantar durante a execução do hino nacional nos jogos de futebol americano e se ajoelharem em protesto contra a violência policial. Esta questão virou polêmica após Donald Trump mandar os donos de times demitirem os atletas que tomassem essa atitude. Isto foi em setembro e, desde então, mais e mais atletas tem se ajoelhado.

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  • Série

    O Mecanismo: Série sobre a Lava-Jato ganha novo vídeo e 40 fotos

    7 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou 40 fotos e um vídeo de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato, que destaca a personagem de Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”), uma policial obstinada chamada Verena Cardoni, que bate de frente com seus superiores para desbaratar a corrupção. Criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série também destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série terá oito episódios rodados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. A estreia acontece em 23 de março.

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  • Etc

    Atriz de Sex and the City pode disputar eleições para o governo de Nova York

    7 de março de 2018 /

    A atriz Cynthia Nixon, intérprete de Miranda Hobbes na série “Sex and the City”, quer ser a próxima governadora de Nova York, segundo o NY1. O canal de TV diz ter ouvido de fontes confiáveis que ela já começou a montar sua equipe para disputar as convenções primárias do Partido Democrata. A agente da atriz não confirma nem nega os planos, afirmando que Nixon está “explorando” a ideia. “Muitos nova-iorquinos preocupados têm encorajado Cynthia a concorrer ao cargo, e, como ela disse anteriormente, ela irá continuar explorando isto”, disse Rebecca Capellan, em comunicado. “Caso e quando tal decisão for tomada, Cynthia certamente tornará público seus planos”, completou a agente. As primárias acontecem em 13 de setembro e a eleição geral em 6 de novembro. Cuomo, de 60 anos e filho do falecido governador de Nova York Mario Cuomo, busca seu terceiro mandato neste ano. Cynthia Nixon, que tem 51 anos, estrelou “Sex and the City” de 1998 a 2004. A série tinha a cidade de Nova York praticamente como um personagem, e fez tanto sucesso que mais tarde gerou dois filmes. Ainda bastante ativa como atriz, ela recentemente viveu a poeta Emily Dickson na cinebiografia “Além das Palavras” e venceu o Tony Awards como Melhor Atriz de teatro do ano passado, pela nova montagem de “The Little Foxes”. Paralelamente, ela tem se envolvido cada vez mais na política, particularmente em defesa dos direitos LGBTQ e contra o governo de Donald Trump. Perguntado nesta terça-feira sobre um possível desafio da artista, Cuomo disse a repórteres em teleconferência: “Sobre pessoas que podem ou não concorrer ao governo em ambos lados do corredor, isto cabe a elas e nós iremos lidar com isto conforme a campanha progredir”.

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    Cinemateca Brasileira tem gestão assumida por organização social

    7 de março de 2018 /

    Enfrentando dificuldades financeiras, a Cinema Brasileira teve sua gestão assumida pela Associação Comunicativa Roquette Pinto (ACERP), uma organização social (OS) ligada ao Ministério da Educação. Os ministros da Cultura, Sérgio Sá Leitão, e da Educação, Mendonça Filho, assinaram na tarde de terça-feira (6/3) o contrato válido por três anos, com possibilidade de renovação. O investimento direto do MinC será de R$ 9 milhões no primeiro ano, mas o novo modelo prevê a possibilidade de ampliar a captação de recursos por meio de leis de incentivo e de patrocínio de terceiros. “Além dessa verba de custeio, teremos um valor ainda a ser definido, mas que será bem superior a esse, para o investimento na política de preservação, restauração e difusão de acervo que será oriundo do Fundo Setorial Audiovisual. A gestão dessas linhas de fomento será feita pela Cinemateca”, disse Sá Leitão na sede da Cinemateca, em São Paulo. A coordenadora-geral da Cinemateca, Olga Futema, continuará à frente da instituição, assim como serão mantidos os 14 funcionários públicos e 42 técnicos especializados na restauração, preservação e manutenção do acervo. Mas, com o novo modelo de gestão, os quadros poderão ser ampliados. “O ideal, para manter os serviços básicos, é chegarmos a 85 técnicos”, dise Olga, após a cerimônia de assinatura do contrato. “Para o pleno funcionamento, seria preciso de 140 técnicos, número que tínhamos em 2012”. O Conselho Consultivo da Cinemateca, que havia sido dissolvido, também será restaurado, assim como será preservada a Sociedade de Amigos da Cinemateca, que reúne representantes da sociedade civil. Com um acervo de cerca de 245 mil rolos de filmes, a Cinemateca Brasileira é responsável pela preservação da produção audiovisual do país. Seus arquivos possuem cerca de 30 mil títulos, incluindo obras produzidas a partir de 1895. Surgida do Clube de Cinema de São Paulo, na década de 1940, integra a estrutura do MinC desde 1984 e é a mais antiga instituição de cinema do Brasil.

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  • Série

    Teaser da última temporada de House of Cards traz Claire como Presidente dos EUA

    5 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro. Como mostra o vídeo, o protagonismo passou para as mãos de Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey, a estreia ainda não teve sua data confirmada. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para gravar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele.

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    Série baseada na Operação Lava-Jato, O Mecanismo ganha novo trailer

    28 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo trailer de “O Mecanismo”, sua segunda série brasileira, que é livremente inspirada na Operação Lava-Jato. A prévia mostra detalhes conhecidos das investigações, vinculando malas de dinheiro à “campanha presidencial mais rica da história deste país”. “Vai rodar todo mundo”, diz o protagonista, um policial vivido por Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). Além de Selton Mello, o elenco destaca Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”), Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série estreia no dia 23 de março.

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    Atriz de Patricinhas de Beverly Hills vai disputar eleições para o Congresso dos EUA

    26 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Stacey Dash, que viveu Dionne no filme “As Patricinhas de Beverly Hills” (1995) e na série derivada (exibida entre 1996 e 1999), vai disputar uma vaga no Congresso dos Estados Unidos como candidata do Partido Republicano. Ela é conhecida por suas opiniões conservadoras e nos últimos anos tem colaborado com o canal pago de notícias Fox News. No início do mês, ela sugeriu a candidatura no Twitter, ao solicitar comentários sobre a ideia. “Várias pessoas sugeriram que eu concorresse a um cargo político”, escreveu ela. “Eu queria ver o que minha comunidade online pensa sobre essa ideia, enquanto considero as possibilidades”, escreveu.

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  • Filme

    Juiz Marcelo Bretas dá consultoria para a continuação de Polícia Federal: A Lei É para Todos

    23 de fevereiro de 2018 /

    A continuação do filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos” terá consultoria do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro. O juiz se reuniu na quarta (21/2) com o produtor do longa, Tomislav Blazic. “Estamos preparando o roteiro para a continuação do filme e conversei com ele sobre o [ex-governador Sergio] Cabral e o [empresário] Jacob Barata”, disse Blazic, de acordo com a a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo Segundo o produtor, esse foi o primeiro de alguns encontros que terá com o juiz. “Precisamos ver quantos serão necessários para construirmos o roteiro. Também já marcamos com o Ministério Público Federal”, diz. A filmagem está marcada para começar em junho. A trama irá começar no ponto em que o primeiro filme terminou, logo após a condução coercitiva de Lula, abrangendo até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS. Alguns dos atores principais do primeiro filme, como Flávia Alessandra, Marcelo Serrado, Antonio Calloni e Ary Fontoura voltarão a repetir seus papéis na sequência. Além disso, o diretor Marcelo Antunez está fazendo testes para os papéis de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e justamente do juíz Marcelo Bretas. A previsão de estreia nos cinemas é para o final de 2018 ou começo de 2019.

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