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    Ator garante que Marvel fará Guardiões da Galáxia 3 com roteiro do diretor demitido

    25 de setembro de 2018 /

    O ator Sean Gunn, irmão do cineasta James Gunn e intérprete de Kraglin nos filmes dos “Guardiões da Galáxia”, afirmou que a Disney vai filmar o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” escrito pelo cineasta, apesar dele ter sido demitido da produção. James Gunn já tinha entregue o roteiro antes de sofrer ataque da extrema direita americana, que recuperou antigos tuítes de humor impróprio sobre pedofilia e estupro, escritos há uma década, exigindo sua demissão pela Disney. O que aconteceu de forma rápida e definitiva. O presidente do estúdio, Alan Horn, classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e uma petição assinada por mais de 400 mil fãs na internet. Desde então, a Disney cancelou o trabalho de pré-produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, dissolvendo a equipe que preparava cenários, figurinos e estava empenhada em outras áreas de desenvolvimento do filme, liberando os profissionais para procurarem novos serviços. O filme não aparece no calendário de produções da Marvel. E não houve nenhum pronunciamento oficial a respeito de seu futuro. Mas Sean Gunn garante que o longa será feito com o roteiro de seu irmão. “Eu não sei exatamente como as coisas estão com o ‘Guardiões 3’, mas sei que a Disney ainda quer o filme. Eles têm toda a intenção de usar o roteiro que meu irmão escreveu”, afirmou Sean Gunn, em entrevista ao jornal Tulsa World. “Obviamente, tudo que aconteceu foi muito infeliz para todos, especialmente para James, e também para nós. Estávamos prontos para passar metade do ano fazendo este filme e agora está tudo em suspenso”, lamentou o ator. “Acho que é uma situação complicada para eles [Marvel e Disney] encontrarem outro diretor para assumir o filme – e também acomodar a agenda dos atores, que são incrivelmente ocupados”, acrescentou. “Mas eu sei que eles planejam fazer o filme. Eu recentemente fui contatado pela Marvel, que assegurou: ‘Sim, nós planejamos fazer esse filme, só não temos certeza quando'”.

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  • Etc

    Ellen Page se junta à campanha #EleNão contra a eleição de Bolsonaro

    24 de setembro de 2018 /

    A atriz americana Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) se juntou às colegas brasileiras na campanha contra a eleição de Jair Bolsonaro à presidência do Brasil. Page entrevistou Bolsonaro em 2016 para a série documental sobre homofobia “Gaycation”, do canal pago Viceland. E após ficar frente a frente com o político, ela diz que ele é um candidato “perigoso”. “Eu entrevistei Jair Bolsonaro para o ‘Gaycation’. Ele é um homem perigoso, homofóbico, racista e misógino que atualmente lidera a corrida presidencial no Brasil”, a atriz escreveu em seu Instagram. “Frase diretamente homofóbica: ‘Prefiro que meu filho morra em um acidente do que apareça com um cara bigodudo. Juntem-se às vozes das pessoas que estão se unindo no Brasil para dizer #elenão #neverhim. Estou mandando amor e apoio aos brasileiros que resistem a essa loucura”, afirmou ela, ao compartilhar a arte com as palavras “Ele Não” que viralizou na internet. Ellen Page não é a primeira celebridade internacional a protestar contra Bolsonaro nas eleições brasileiras. Antes dela, a cantora Dua Lipa e o vocalista do Imagine Dragons, Dan Reynolds, também se mostraram contrários ao candidato à presidência. No Brasil, a maioria das celebridades femininas, de Bruna Marquezine a Anitta, são contra Bolsonaro. Uma das poucas exceções é Antonia Fontenelle, que se junta a Alexandre Frota, Roger Moreira e Lobão entre os defensores do candidato. Lembre abaixo o programa com a entrevista de Bolsonaro a Ellen Page e leia a mensagem original da atriz no Instagram. Visualizar esta foto no Instagram. I interviewed #jairbolsonaro for Gaycation Brazil. He’s a dangerous, homophobic, racist and misogynistic man who currently is leading the presidential race in Brazil. Direct homophobic quote “Prefer that my son dies in an accident than show up with some dude with a mustache.” Join the voices of people coming together in Brazil to say #elenao #neverhim. I’m sending love and support to those in Brazil resisting this madness. Gaycation is available on @hulu if you are interested in checking out our episode in Brazil. #elenao #brazil Uma publicação compartilhada por @ ellenpage em 24 de Set, 2018 às 8:57 PDT

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  • Série

    Trailer de Will & Grace revela as participações especiais da 10ª temporada

    23 de setembro de 2018 /

    A rede NBC divulgou o trailer da nova temporada de “Will & Grace”, que está repleta de participações especiais. A prévia destaca alguns dos convidados, como David Schwimmer (“Friends”), Matt Bomer (“White Collar”), Jon Cryer (“Two and a Half Men”), Alec Baldwin (“30 Rock”) e Chelsea Handler (“Guerra É Guerra”). Trata-se de uma confirmação do sucesso da série, que voltou a ser produzida no ano passado, após hiato de 11 anos, e já tem garantida a gravação de sua próxima temporada, que estreia em 2019. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A 10ª temporada estreia no dia 4 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a nova fase da comédia é transmitida pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Primeira série indiana da Netflix, Jogos Sagrados” é renovada para 2ª temporada

    22 de setembro de 2018 /

    A Netflix renovou sua primeira série indiana, “Jogos Sagrados” (Sacred Games) para a 2ª temporada. Baseada no livro homônimo de Vikram Chandra, a atração estreou na plataforma de streaming em julho de 2018. “Ficamos empolgados com a resposta positiva de fãs de todo o mundo a ‘Jogos Sagrados’, especialmente na Índia”, disse Erik Barmack, vice-presidente internacional de Conteúdo Original da Netflix, em comunicado. Propositalmente, o executivo deixou de mencionar a controvérsia suscitada pela trama na Índia. Assim como aconteceu com “O Mecanismo” no Brasil, a produção gerou protestos políticos. Integrante do partido Congresso Nacional Indiano, o advogado Nikhil Bhalla entrou com uma ação na justiça para obrigar a Netflix a remover cenas da série que mencionam o ex-primeiro ministro Rajiv Gandhi, assassinado em 1991. Em uma das cenas, Gandhi é chamado de “fattu”, um termo chulo do hindi para “covarde”. O ex-primeiro ministro também aparece em “Jogos Sagrados” em cenas de arquivo, apertando a mão de líderes mundiais, enquanto um narrador o acusa de ter cedido a grupos muçulmanos em um caso envolvendo o direito ao divórcio de mulheres adeptas da religião. A exploração do conflito entre hindus e muçulmanos foi outro ponto que despertou polêmica, assim como aconteceu com o segundo lançamento da Netflix no país, o terror “Ghoul”. A produção da Netflix, porém, está mais para “Narcos” que “O Mecanismo”, ao acompanhar a ascensão de um rei do crime enquanto reflete sobre acontecimentos históricos. Considerada uma das séries mais ambiciosas da Netflix em seu projeto de expansão global, “Jogos Sagrados” conta em seu elenco com algumas estrelas de Bollywood como o ator veterano Saif Ali Khan, e tem arrancado elogios da crítica internacional. Tem 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes – um pouco menos que os 89% de “O Mecanismo”. Alheia aos protestos causados pela produção, a plataforma de streaming anunciou que a 2ª temporada retornará com Sartaj Singh (personagem de Saif Ali Khan) “continuando sua implacável batalha de salvar a cidade e Ganesh Gaitonde (Nawazuddin Siddiqui) enfrentando desafios maiores para manter sua posição como lendário chefão do crime de Mumbai”.

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  • Etc

    Atrizes e celebridades femininas promovem hashtag #EleNão contra voto em Bolsonaro

    17 de setembro de 2018 /

    A hashtag #EleNão começou a viralizar nas últimas horas nas redes sociais, com apoio de atrizes e celebridades femininas famosas, numa reação ao ataque de hackers à página do Facebook “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, que aconteceu no fim de semana. Candidato mais rejeitado pelas eleitoras, com 49% de desaprovação, Bolsonaro merece poucos comentários nos posts, em que é execrado por estrelas como Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Deborah Secco, Fernanda Paes Leme, Alice Wegmann, Fabiula Nascimento, Débora Falabella, Patrícia Pillar, entre outras, sem esquecer de cantoras como Pitty, Daniela Mercury, etc. Um vídeo com suas declarações mais controversas do candidato, que mobilizaram essa união feminina, também circula nas redes e pode ser visto abaixo. A mobilização também ultrapassou as redes sociais. Há atos contra o candidato marcados em 20 estados, incluindo as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. A manifestação marcada para 29 de setembro no Largo da Batata, na capital paulista, conta com 62 mil confirmações e 204 mil interessados. Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por bruna linzmeyer (@brunalinzmeyer) em 16 de Set, 2018 às 1:11 PDT Visualizar esta foto no Instagram. #elenao Uma publicação compartilhada por Fernanda Paes Leme (@fepaesleme) em 16 de Set, 2018 às 7:20 PDT Visualizar esta foto no Instagram. #elenão Uma publicação compartilhada por Daniela Mercury (@danielamercury) em 16 de Set, 2018 às 8:53 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Ele nunca ! Uma publicação compartilhada por Camila Pitanga (@caiapitanga) em 16 de Set, 2018 às 11:24 PDT Visualizar esta foto no Instagram. oi. caso você seja eleitor do candidato da foto, antes de vir aqui me insultar, por favor, leia o que tenho a dizer. a democracia existe e a liberdade de expressão também. se você, hoje, é a favor de poder emitir opiniões sobre suas preferências políticas e sociais, lembre-se: na ditadura (que seu candidato apoia veemente), isso não seria possível. portanto, falemos abertamente sobre nossas preferências enquanto é tempo. minha discordância com os eleitores desse candidato não diz respeito apenas às situações políticas e partidárias, mas principalmente morais. eu sou a favor de um mundo mais livre, justo, igualitário. sou a favor de um país onde toda a população tenha acesso a alfabetização, a escola, saúde pública e outros direitos básicos. não sou a favor do porte de armas. acho que ainda temos que aprender muitas outras coisas antes de aprendermos a manusear uma destas. a cultura da violência não deve ser vangloriada, como vem fazendo esse candidato – através, inclusive, de gestos de armas com as mãos até quando está internado no hospital. qualquer briga de bar ou trânsito daria em morte. a taxa de feminicídio aumentaria. mais crianças morreriam. pra violência morar dentro da sua própria casa, ela teria praticamente passagem livre. eu não sou a favor de um candidato que diz que “deu uma fraquejada” quando teve a quarta filha nascida mulher. senhor, eu sou mulher e sou forte pra caramba. e eu não devo ganhar um salário mais baixo que o dos homens só porque sou capaz de parir uma criança. eu não acho que “ter filho gay é falta de porrada”. tampouco diria, na vida, como esse candidato disse, que “prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí”. eu vou AMAR meu filho com todo amor que houver no meu coração, e farei de tudo para que ele seja feliz, independente de gênero ou sexualidade. eu sou uma otimista. e sonhadora, também. penso num mundo com menos preconceito, menos intolerância, mais diversidade, mais liberdade para cada um poder ser o que quiser. penso num mundo com menos ódio ao outro. eu respeito e admiro as diferenças. e não voto num candidato que luta para limitá-las. #ELENÃO Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alice.weg) em 16 de Set, 2018 às 7:48 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Débora Falabella (@deborafalabellaoficial) em 15 de Set, 2018 às 7:21 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Patricia Pillar (@patriciapillar) em 14 de Set, 2018 às 10:06 PDT #EleNao não tem a ver com política (só). Tem a ver com moral. Com a liberdade e a dignidade de “ser” e de pensar, que eu espero que a minha filha tenha. E os filhos de todos vocês tenham também. É por isso que #EleNão — deborah secco (@dedesecco) 15 de setembro de 2018 Acreditem, somos muito fortes! #EleNāo pic.twitter.com/djlCmGDjkb — fabiula nascimento (@fabiunascimento) 16 de setembro de 2018 um dos autores do PL 6055/2013; projeto de lei que revoga o atendimento obrigatório e integral no SUS para pessoas em situação de violência sexual. #EleNão #EleNunca. — PITTY (@Pitty) September 16, 2018 queria poder andar com esse vídeo na testa #elenão #elenunca pic.twitter.com/qRBEerbzvg — thalyra (@dhelama) September 17, 2018

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  • Filme

    Petição para a Disney recontratar James Gunn atinge 400 mil assinaturas

    13 de setembro de 2018 /

    Os fãs de “Guardiões da Galáxia” não vão deixar a Disney esquecer que sem James Gunn pode não haver franquia. Um abaixo-assinado pedindo sua recontratação no site Change.org atingiu 400 mil assinaturas. E isto é um volume muito grande, capaz de intimidar qualquer candidato a substituir o cineasta em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, depois que tuítes de humor impróprio sobre pedofilia e estupro, escritos há uma década, foram trazidos à tona pela extrema direita americana. Horn classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e a petição dos fãs na internet. Havia a expectativa de que aos poucos o ímpeto da campanha pela volta do diretor diminuísse. Mas os fãs continuaram assinando a petição. E o ator Dave Bautista, que interpreta Drax em “Guardiões da Galáxia”, não perde oportunidades para destacar o equívoco cometido pelo estúdio, que para ele legitima campanha de difamação de cibernazistas da internet. A Marvel terá agora que lidar com um elenco descontente e fãs enfurecidos, se realmente for adiante e produzir “Guardiões da Galáxia Vol. 3” com um novo diretor. Além disso, cineastas que poderiam substituí-lo no filme consideram-se seus amigos e não pretendem assumir a função. Segundo rumores, já houve várias reuniões com substitutos em potencial, que não renderam contratações pelos motivos citados.

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  • Série

    Criador de Black-ish confirma que censura de episódio pela Disney o empurrou para a Netflix

    13 de setembro de 2018 /

    O criador da sitcom “Black-ish”, Kenya Barris, confirmou em nova entrevista ao The Hollywood Reporter os verdadeiros motivos que o levaram a trocar a rede ABC pela Netflix. E não foi dinheiro. Conforme especulado pela imprensa, ele esta descontente com a rede após ter um episódio da série censurado por expressar posicionamentos políticos contrários ao presidente dos EUA, Donald Trump. O capítulo em questão, “Please Baby Please”, trazia o protagonista Dre (Anthony Anderson) contando uma história para o seu filho na hora de dormir. Usando metáforas, Dre refletia sobre acontecimentos políticos do ano – e o episódio usava animações e trechos de telejornais para ilustrar a trama. “Please Baby Please” chegou a ser gravado e ainda receberia narração especial do cineasta Spike Lee (“Faça a Coisa Certa”). No entanto, dias antes da exibição prevista (em 27 de fevereiro), executivos da ABC e da sua companhia-mãe, a Disney, decidiram não colocar “Please Baby Please” no ar. Barris assume que foi “a gota d’água” para o fim do seu relacionamento com a Disney. “Eu percebi que não seria útil para eles depois disso, não como eles queriam que eu fosse”, explicou. “Eu sei que a Disney tinha preocupações sobre o ângulo da história que estávamos contando. Uma coisa que aprendi na TV aberta é que, quando você está falando de política, precisa apresentar todos os lados”, continua. Apesar das ressalvas, Barris aponta que a abordagem de Ben Sherwood, chefe de TV da Disney, não foi ideal no momento delicado de descartar o episódio. “Ben queria manter a aparência da ABC como um ambiente aberto para qualquer tipo de expressão, quando não era. Isso eu vejo muito claramente. Quando você tem os seus limites, você precisa dizer. Eu respeitaria mais a Disney se eles fizessem isso”, comenta Barris. Para completar, a rede não vinha apostando em novas criações do produtor-roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. A situação levou Barris a pedir liberação de seu contrato com a companhia, que originalmente seguiria por mais três anos, e assinar um acordo milionário com a Netflix. “Eu pensei comigo mesmo: ‘Se vou sair daqui, quero sair para um lugar onde estarei completamente liberado’. Eu quero fazer algo na Netflix com atitude – algo ousado e sem pedir desculpas”, diz. Sem Barris, “Black-ish” vai seguir para a sua 5ª temporada, marcada para estreia em 16 de outubro. Ele também deixa o spin-off “Grow-ish” no Freeform e dois projetos em desenvolvimento, “Besties”, também no Freeform, e um remake de “A Feiticeira” com atriz negra na ABC.

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  • Filme

    O Doutrinador ataca político corrupto em cena do filme do super-herói nacional

    13 de setembro de 2018 /

    A Downtown Filmes divulgou uma cena do filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador”. A prévia mostra um político corrupto, vivido por Eduardo Moscovis (“Lucia McCartney”), confrontado pelo personagem do título. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para protestar novamente contra imagens de políticos corruptos com copos de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro, extraídas de cenas de noticiários reais. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), reescrito por mais cinco nomes, e direção de Gustavo Bonafé (do vindouro “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) e Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o filme ainda inclui no elenco Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A estreia está prevista para 18 de outubro, entre o 1º e o 2º turnos das eleições presidenciais, e a história deve continuar numa série em 2019, que será exibida no canal pago Space.

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  • Série

    Série Pose será vítima de iniciativa politicamente correta da Fox no Brasil

    13 de setembro de 2018 /

    A série “Pose”, que aborda a luta por aceitação e mostra a expressão cultural dos transexuais dos anos 1980, será vítima de uma iniciativa politicamente correta no Brasil. A Fox decidiu exibir a série com o que chama de “legendas inclusivas”, substituindo o gênero gramatical para se referir aos indivíduos de ambos os sexos. “Não se trata de eles ou elas, mas sim de todxs”, diz a emissora em comunicado. Segundo a Fox, a ideia é destacar a mensagem da série e promover “inclusão, diversidade e aceitação”. Isto é politicamente correto, mas também socialmente equivocado. Para entender, é preciso pausar o oba-oba da neutralidade de gêneros, que quase foi parar nos currículos de ensino na época de um Ministério da Educação politicamente motivado, e ser um pouco didático. Para começar, a ideia de adotar uma categoria pronominal a parte em português, o “x”, reflete o uso do “it” (coisa) do inglês. E isto não é fomentar inclusão, mas exclusão. Considerar que transexuais femininas não são mulheres, mas algo que deve ser marcado com x, não é aceitação. Ao contrário, significa um estigma. Na verdade, trata-se de uma iniciativa que perpetua a segregação. Em franco contraste, a série inteira reforça que os protagonistas querem ser aceitos como mulher. Querem ser vistos como pessoas de verdade – como todos e não como “todxs”. Um dos momentos mais tocantes é quando a personagem Angel (Indya Moore) se recusa a mostrar seu pênis para a esposa de seu amante, que duvida que ela seja um homem, e Angel diz que é a única parte de seu corpo que não a define. Outra personagem, Elektra (Dominique Jackson), abre mão de tudo para fazer uma cirurgia de mudança de sexo para realizar seu sonho de ser “totalmente” mulher. As personagens de “Pose” são elas, não “elxs”. O politicamente correto também pode ser preconceituoso, como demonstra esse caso. Na verdade, a ideia da neutralidade de gênero gramatical é defendida pelos mesmos que tentam trocar a expressão “americano” por “estadunidense” na linguagem escrita, um esforço intelectual análogo à novilíngua de “1984”. Mas que enfrenta a limitação da fala. Como se pronuncia “todxs”? Isto significa que a série não terá opção dublada? A linguagem não binária não “pegou” nem sequer para definir pessoas não binárias, isto é, que não se identificam com nenhum gênero. Nos Estados Unidos, não binários não são “it”, mas “they”. Adotam o plural para se referir a si mesmos, já que o plural do pronome “he” e “she” é neutro na língua inglesa. Como se vê, o x da questão é um problema latino, da língua latina e da cultura latina, marcada por séculos de culpa católica e machismo, responsável por impor latim e dogmas para os bárbaros. Aceitação não tem x. Diversidade não é apontar freaks, dizer que eles são diferentes e tratá-los como aberrações que merecem um idioma próprio até para serem abordados. Em vez de travar a língua para dizer “todxs”, que tal simplificar e tratar transexuais femininas como mulheres e transexuais masculinos como homens? É certeza que elas e eles (e não elxs) vão gostar desse ato simples de respeito, que não exige o menor malabarismo verbal ou distintivo de politicamente correto. “Pose” estreia no canal pago Fox Premium em 28 de setembro.

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  • Série

    House of Cards: Teaser da última temporada revela destino de Frank Underwood

    5 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um teaser da 6ª e última temporada de “House of Cards”, que revela o destino do Presidente Frank Underwood, personagem de Kevin Spacey. A prévia mostra Claire Underwood (Robin Wright), ex-mulher do personagem, jogando uma maldição sobre seu túmulo. Kevin Spacey caiu em desgraça e foi demitido da série após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando ele dirigiu o estabelecimento, que revelaram os assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada. Diante disso, houve a decisão de cancelar a série, mas após negociações ficou estabelecido que ela teria uma última temporada, com Robin Wright à frente do elenco. A temporada final, porém, acabou reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Além disso, os episódios foram reescritos, mudando o foco da narrativa para a personagem de Robin Wright e dando um fim no protagonista original. As mudanças também incluem novidades do elenco. Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Diane Lane (“Batman vs Superman”) e Cody Fern (revelação de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) entraram na trama como uma poderosa família de empresários, cuja ambição se provará uma pedra no caminho da agora presidente Claire Underwood. Os novos episódios estreiam em 2 de novembro na Netflix.

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  • Etc

    Dave Bautista diz que não se importa se também for demitido de Guardiões da Galáxia

    3 de setembro de 2018 /

    O ator Dave Bautista, intérprete de Drax em “Guardiões da Galáxia”, está na Inglaterra para divulgar o filme de ação “Refém do Jogo”, e tem aproveitado as entrevistas para protestar contra a forma como a Disney tratou James Gunn, que foi demitido de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” após a extrema direita dos Estados Unidos resgatar tuítes ofensivos de mais de uma década do diretor. “É uma conversa muito, muito amarga, porque eu não estou realmente feliz com o que eles fizeram com o James Gunn. Eles estão paralisando o filme, ele está suspenso indefinidamente. Para ser honesto com você, eu não sei mais se quero trabalhar com a Disney”, afirmou o ator, em entrevista ao programa de Jonathan Ross. No mesmo tom, ele afirmou que não se importa se suas afirmações o levarem a ser demitido. “Eu estou ciente de que meu posicionamento pode custar meu trabalho, que eu gosto muito, mas ao mesmo temo é uma questão de integridade, uma questão de lealdade”, explicou ao site Hey U Guys. “Eu já tentei ser mais seletivo sobre o que eu falo e a maneira com a qual eu falo. Eu não quero ser malvado ou desrespeitoso, mas ao mesmo tempo eu tenho que dizer o que está em minha cabeça e meu coração. Eu só tenho sido honesto. E se isso custar o meu emprego, acontece. Eu sempre digo que você não pode ameaçar um homem pobre com pobreza. Eu cresci pobre, e sei o que é isso. Não tenho medo de perder dinheiro, isto não significa nada para mim. Eu vou lutar em quintais na frente de 10 pessoas se precisar fazer isso para viver. Mas não serei flexível com a minha integridade”, completou. Bautista tem participação confirmada em “Vingadores 4”, que ele já filmou. A estreia deste filme está marcada para 2 de maio. Já “Refém do Jogo” chega ao Brasil em 8 de novembro. Veja o trailer aqui.

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  • Filme

    Pretensões políticas de Hugh Jackman são arruinadas por escândalo em trailer dramático

    31 de agosto de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Front Runner”, drama político em que Hugh Jackman (“Logan”) encarna um personagem da vida real. A trama acompanha o senador Gary Hart (Jackman), candidato democrata favorito à presidência dos EUA em 1988, cuja campanha promissora foi interrompida pela divulgação de um escândalo sexual, que se tornou uma das maiores histórias dos tabloides da época. Considerado mulherengo, ele foi seguido por paparazzi em suas viagens, que flagram uma pernoite de Donna Rice, futura CEO da ONG Enough Is Enough, apesar dele ser casado. Sara Paxton (série “Murder in the First”) interpreta Donna Rice no longa, que ainda tem em seu elenco Vera Farmiga (série “Bates Motel”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Kaitlyn Dever (“Last Man Standing”), Molly Ephraim (também de “Last Man Standing”), Ari Graynor (“I’m Dying Up Here”), Mike Judge (o criador da série “Silicon Valley”), Kevin Pollak (“Cães de Guerra”) e Alex Karpovsky (“Girls”). A direção é de Jason Reitman (“Tully”) e a estreia está marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Vencedor do Festival de Brasília não entra na disputa do Oscar para protestar contra “governo ilegítimo”

    28 de agosto de 2018 /

    Uma ausência chamou atenção na lista dos filmes inscritos para representar o Brasil na busca por uma indicação na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2019. Vencedor do Festival de Brasília, “Arábia” não apareceu entre os 22 títulos divulgados pelo Ministério da Cultura. A decisão partiu dos próprios diretores do longa, que não quiseram inscrevê-lo. João Dumans e Affonso Uchoa divulgaram um comunicado conjunto em que justificam a ausência por motivação política. “Não nos inscrevemos porque o Oscar não representa o tipo de cinema no qual acreditamos. Preferimos também não fazer parte de um processo conduzido por um governo ilegítimo e por um Ministério da Cultura que recentemente politizou o processo de indicação dos filmes brasileiros para disputarem o Oscar, além de atuar sistematicamente pra sufocar o cinema independente brasileiro. As novas políticas de incentivo do ministério e do FSA (Fundo Setorial Audiovisual) vão dificultar justamente que filmes como o nosso sejam produzidos.” A recente politização citada faz referência à polêmica envolvendo a escolha de “Pequeno Segredo”, de David Schurmann, sobre “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, no Oscar 2017. Desde então, a escolha dos representes do país deixou de estar a cargo da Secretaria do Audiovisual para ser definida por uma comissão selecionada pela Academia Brasileira de Cinema, entidade formada por profissionais da indústria cinematográfica nacional. 22 filmes foram inscritos para representar o país no Oscar 2019, entre eles os vencedores dos festivais do Rio (“As Boas Maneiras”) e Gramado (“Ferrugem”), que também possuem premiadas carreiras internacionais, assim como “Benzinho”, que levou os prêmios do público e da crítica em Gramado, além de ter vencido o festival espanhol de Málaga. Os únicos quatro filmes que o Brasil já emplacou na disputa do Oscar foram “O Pagador de Promessas” (1962), “O Quatrilho” (1995), “O que É Isso, Companheiro?” (1997) e “Central do Brasil” (1998). Nos últimos anos da premiação, o Oscar tem destacado em geral filmes autorais e independentes. “Moonlight”, vencedor do ano passado, foi feito por US$ 4 milhões.

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