Claire vira presidente odiada no trailer legendado da última temporada de House of Cards
A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 6ª e última temporada de “House of Cards”, que mostra Claire Underwood (Robin Wright) como presidente dos Estados Unidos. Ela aparece fazendo inimigos entre todos os antigos apoiadores de seu ex-marido, após a morte de Frank Underwood (personagem de Kevin Spacey). Este súbito empoderamento desagrada de adversários a aliados políticos, que cobram compromissos assumidos por Frank, alimentam ódio na mídia e ameaçam com forte retaliação. A reviravolta na trama aconteceu em decorrência de eventos da vida real. Kevin Spacey caiu em desgraça e foi demitido da atração após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando ele dirigiu o estabelecimento, que revelaram assédios em série. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a confirmarem abusos de Spacey nos bastidores da série premiada. Diante disso, houve a decisão de cancelar a série, mas após negociações ficou estabelecido que ela teria uma última temporada, com Robin Wright à frente do elenco. A temporada final acabou reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Além disso, os episódios foram reescritos, mudando o foco da narrativa para a personagem de Wright e dando um fim no protagonista original. As mudanças também incluem novidades do elenco. Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Diane Lane (“Batman vs Superman”) e Cody Fern (revelação de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) entraram na trama como uma poderosa família de empresários, cuja ambição se provará uma pedra no caminho da agora presidente Claire Underwood. Os novos episódios estreiam em 2 de novembro na Netflix.
Eleitores de Bolsonaro ajudam novo clipe de Pabllo Vittar a disparar em visualizações no YouTube
Pabllo Vittar virou alvo de bolsonaristas por conta da estreia de seu clipe novo, “Disk Me”. Eleitores do candidato da extrema direita à Presidente do Brasil organizaram uma campanha nas redes sociais para dar dislike no vídeo e, assim, passar a impressão de rejeição ao trabalho da artista. Os mutirões são incentivados em grupos fechados no Facebook. Uma das mensagens disseminadas nas redes diz: “Cadê a família bolsonariano reunindo para dar dislike nesse lixo que está em #2 em alta no Youtube? Porque é o último dele no Brasil. Amanhã ele já vai para a Cuba. Acesse o link e deixe seu dislike. Vamos aumentar esse lixo de dislike”. Veja abaixo. A ordem está sendo seguida com rigor militar. Em poucas horas, o clipe de “Disk Me” atingiu mais de 80 mil dislikes. Mas isso não se compara às reações positivas, com mais de 220 mil likes. Mas além de causar indignação em muitos artistas – Preta Gil que fez questão de demonstrar seu sentimento em um único comentário: “Nojo!” – , a campanha negativa está, na verdade, sendo muito boa para o clipe. Para dar dislike, os bolsonaristas precisam entrar na página do YouTube de Vittar, o que conta como uma nova visualização. Assim, o clipe lançado na sexta (5/10) já foi visto mais de 5,6 milhões de vezes. Com a ajuda de Bolsonaro, tornou-se um dos maiores sucessos de artistas brasileiros no YouTube em 2018.
Christian Bale manda avisar ao Oscar que seu filme Vice ganhou o primeiro trailer
A Annapurna divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Vice”, o filme em que Christian Bale faz sua transformação mais radical. Com visual envelhecido, careca, muito acima do peso e de óculos, ele interpreta o personagem do título, Dick Cheney, vice-presidente dos Estados Unidos durante o governo de George W. Bush entre 2001 e 2009. Bale já tinha aparecido careca e barrigudo em “Trapaça” (2013), além de esquelético em “O Operário” (2004) e “O Sobrevivente” (2006). Mas nunca ficou tão diferente quanto neste filme. Sua performance não lembra em nada o ator que interpretou Batman. Nem mesmo nas cenas de flashback, que mostram Channing mais jovem. A maquiagem, claro, ajuda, mas a dedicação e a forma como ele desaparece no papel envia um sinal de alerta para a Academia. Christian Bale chegou para disputar o Oscar com “Vice”. E não chegou sozinho. Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) talvez fosse a última pessoa que se imaginaria como George W. Bush no cinema. Mas após ver a prévia de “Vice” é impossível tirar sua performance da mente. O ator transcende a diferença física para incorporar o ex-presidente nos maneirismos, na fala, numa encarnação tão perfeita que se torna difícil separar o intérprete do papel. “Vice” irá acompanhar Cheney durante os governos republicanos de Richard Nixon, Gerald Ford e George W. Bush, e como ele administrou a política externa americana depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. O filme tem roteiro e direção de Adam McKay, que dirigiu Bale no premiado “A Grande Aposta” (2015), e o elenco da produção ainda inclui outros atores transformados, como Steve Carell (outro de “A Grande Aposta”), Amy Adams (parceira de Bale em “Trapaça”), Bill Pullman (“The Sinner”), Alison Pill (“Zoom”), Jesse Plemons (“Black Mirror”), Lily Rabe (“American Horror Story”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Eddie Marsan (“7 Dias em Entebbe”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Tyler Perry (“Garota Exemplar”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Justin Kirk (“Kidding”) e LisaGay Hamilton (“The First”). A estreia está marcada para 21 de dezembro nos Estados Unidos, a tempo de disputar uma vaga na temporada de premiações. Já a previsão de lançamento no Brasil é para 40 dias depois, em 31 de janeiro.
Christian Bale aparece velho, careca, gordo e irreconhecível no primeiro teaser de seu novo filme
O ator Christian Bale voltou a surpreender o público com sua mais nova transformação física, no primeiro teaser de “Vice”. Com visual envelhecido, careca, muito acima do peso e de óculos, ele interpreta o personagem do título, Dick Cheney, vice-presidente dos Estados Unidos durante o governo de George W. Bush entre 2001 e 2009. Nem parece o mesmo ator que viveu Batman. Embora seja conhecido por se transformar fisicamente, Bale vinha evitando ganhar peso. Chegou a abandonar o projeto de um filme sobre Enzo Ferrari, após conselhos médicos, porque teria que engordar. No começo do século, quando ainda era jovem, ele apareceu esquelético num par de filmes brilhantes, “O Operário” (2004) e “O Sobrevivente” (2006). Seu papel mais encorpado, até o momento, era o do golpista careca e barrigudo de “Trapaça” (2013) A frase às suas costas no teaser avisa: “Alguns vices são mais perigosos que outros”, num trocadilho com a palavra vice, que em inglês significa também vício. O Brasil sabe muito bem disso. Não só em relação a quem está atualmente no comando do país, mas quem assumiu no lugar de Tancredo Neves e quem pode assumir caso o líder das pesquisas seja eleito em 2018 – bata na madeira três vezes. “Vice” irá acompanhar Cheney durante os governos republicanos de Richard Nixon, Gerald Ford e George W. Bush, e como ele administrou a política externa americana depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. O filme tem roteiro e direção de Adam McKay, que dirigiu Bale no premiado “A Grande Aposta” (2015), e foi quem liberou o teaser abaixo, um dia antes do lançamento do trailer oficial. O elenco da produção ainda inclui Steve Carell (outro de “A Grande Aposta”), Amy Adams (parceira de Bale em “Trapaça”), Bill Pullman (“The Sinner”), Alison Pill (“Zoom”), Jesse Plemons (“Black Mirror”), Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), Lily Rabe (“American Horror Story”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Eddie Marsan (“7 Dias em Entebbe”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Tyler Perry (“Garota Exemplar”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Justin Kirk (“Kidding”) e LisaGay Hamilton (“The First”). A estreia está marcada para 21 de dezembro nos Estados Unidos, a tempo de disputar uma vaga na temporada de premiações. Já a previsão de lançamento no Brasil é para 40 dias depois, em 31 de janeiro. Excited to announce the VICE trailer is coming tomorrow morning – a snapshot into Dick Cheney’s wild, quiet and shadowy power. pic.twitter.com/ZDqlvFQPIS — Adam McKay (@GhostPanther) 2 de outubro de 2018
Mark Hamill se junta à campanha #EleNão contra o lado negro da Força
O ator Mark Hamill sentiu o surgimento de uma nova ameaça e decidiu se manifestar contra o equivalente à volta da Primeira Ordem ao poder numa galáxia distante chamada Brasil. O intérprete de Luke Skywalker na franquia “Star Wars” aderiu à campanha #EleNão nas redes sociais. E para deixar claro que sabia quem estava levando multidões para o lado negro da Força, acrescentou o nome do vilão em seu tuíte. “#EleNão. Mulheres merecem muito MUITO melhor. #NoToBolsonaro”, ele escreveu no Twitter. A campanha #EleNão foi criada após o ataque de hackers ao grupo do Facebook Mulheres contra Bolsonaro. A hashtag ganhou a adesão de várias artistas brasileiras, como Daniela Mercury, Camila Pitanga e Letícia Spiller, entre outras. E recentemente atingiu projeção internacional, com manifestações de astros do cinema e das séries, como Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Stephen Fry (“Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”), Alfonso Herrera (“Sense8”), Indya Moore (“Pose”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Edgar Ramírez (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime History”), Shangela (“Nasce uma Estrela”), além dos músicos Madonna, Lauren Jauregui (Fifth Harmony), Dan Reynolds (Imagine Dragons), Nicole Scherzinger, Dua Lipa, Kehlani e Black Eyed Peas. No sábado (29/9), manifestações de pessoas que aderiram à campanha foram realizadas em várias cidades brasileiras. A polícia militar se recusou a fazer avaliações de público, mas estima-se que 200 mil pessoas se reuniram no protesto no Rio, naquela que foi a maior manifestação social já registrada na capital carioca – diante da mesma Candelária que testemunhou a campanha histórica das Diretas Já, que fãs da ditadura militar devem execrar. Em São Paulo, houve número equivalente no Largo da Batata, em Pinheiros. #EleNao ?? women deserve much MUCH better! ?#NoToBolsonaro ? https://t.co/vnWFWQ0zXw — Mark Hamill (@HamillHimself) 30 de setembro de 2018
Eleitores de Bolsonaro lançam ataques contra série de Anitta
Eleitores de Jair Bolsonaro deram início a uma campanha contra a série “Vai, Anitta”, em desenvolvimento para a Netflix. O motivo foi a cantora ter saído do muro e passado a apoiar o movimento #EleNão contra o candidato da extrema direita à presidência do Brasil. Como a série não estreou e nem tem previsão para chegar em streaming, o meio encontrado para “protestar” contra a opinião da cantora tem sido dar “deslike” no teaser publicado pela plataforma em seu canal no YouTube. Em poucas horas, o dedão para baixo que indica “deslike” (“não gostei”) no vídeo teve seu número acrescido de 4 mil cliques, indo de 8,1 mil para 12 mil. No mesmo período, o dedão do “like” se manteve em 34 mil. Além disso, os comentários abaixo do vídeo se encheram de reclamações contra a “comunista” Anitta e por aí à fora, culminando em ameaças de cancelamento da assinatura da Netflix. A reação é similar à comoção gerada entre petistas em relação à série “O Mecanismo”, da mesma plataforma. Com mais de 30 milhões de seguidores no Instagram, as 12 mil descurtidas não fazem muita diferença na popularidade imensa – e internacional – da artista, que além da série documental “Vai, Anitta” terá também uma série animada infantil no canal pago Gloob. A campanha contra Anitta está sendo incentivada por seguidores de Bolsonaro principalmente em grupos de Whatsapp. Veja abaixo um print da recomendação para os drones atacarem a artista, obtido por Cristina Padiglione, do blog Telepadi.
Madonna adere à campanha #EleNão contra a eleição de Bolsonaro
Madonna é a mais nova adepta internacional do movimento #EleNão, contra a eleição do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro à presidência do Brasil. A cantora publicou no Instagram uma foto em que aparece a boca tapada por uma silver tape onde se lê a palavra “freedom” (liberdade em inglês). A imagem é acompanhada pela hashtag do protesto, juntamente com as frases, em português: “Ele não vai nos desvalorizar. Ele não vai nos oprimir. Ele não vai nos calar”. A campanha #EleNão foi criada após o ataque de hackers ao grupo do Facebook Mulheres contra Bolsonaro. A hashtag ganhou a adesão de várias artistas brasileiras, como Daniela Mercury, Camila Pitanga e Letícia Spiller, entre outras. E recentemente atingiu projeção internacional, com manifestações de astros do cinema e das séries, como Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Stephen Fry (“Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”), Alfonso Herrera (“Sense8”), Indya Moore (“Pose”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Edgar Ramírez (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime History”), Shangela (“Nasce uma Estrela”), além dos músicos Lauren Jauregui (Fifth Harmony), Dan Reynolds (Imagine Dragons), Nicole Scherzinger, Dua Lipa, Kehlani e Black Eyed Peas. Neste sábado (29/9), manifestações espontâneas de pessoas que aderiram à campanha serão realizadas em várias cidades brasileiras. A manifestação marcada para o Largo da Batata, em São Paulo, conta com 81 mil confirmações e 236 mil interessados.
Trailer da temporada final de House of Cards mostra atentado contra Claire
A Netflix divulgou o trailer da 6ª e última temporada de “House of Cards”, que mostra Claire Underwood (Robin Wright) como presidente dos Estados Unidos. Ela aparece renegando a herança política de seu ex-marido, após a revelação de que Frank Underwood (personagem de Kevin Spacey) morreu. Mas seu súbito empoderamento desagrada de adversários a aliados políticos, que cobram compromissos assumidos por Frank. Sua vontade de mudar tudo acaba tornando-a alvo de um atentado à bala, conforme mostra a prévia. A reviravolta na trama aconteceu em decorrência de eventos da vida real. Kevin Spacey caiu em desgraça e foi demitido da atração após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando ele dirigiu o estabelecimento, que revelaram assédios em série. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a confirmarem abusos de Spacey nos bastidores da série premiada. Diante disso, houve a decisão de cancelar a série, mas após negociações ficou estabelecido que ela teria uma última temporada, com Robin Wright à frente do elenco. A temporada final acabou reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Além disso, os episódios foram reescritos, mudando o foco da narrativa para a personagem de Wright e dando um fim no protagonista original. As mudanças também incluem novidades do elenco. Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Diane Lane (“Batman vs Superman”) e Cody Fern (revelação de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) entraram na trama como uma poderosa família de empresários, cuja ambição se provará uma pedra no caminho da agora presidente Claire Underwood. Os novos episódios estreiam em 2 de novembro na Netflix.
Ator garante que Marvel fará Guardiões da Galáxia 3 com roteiro do diretor demitido
O ator Sean Gunn, irmão do cineasta James Gunn e intérprete de Kraglin nos filmes dos “Guardiões da Galáxia”, afirmou que a Disney vai filmar o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” escrito pelo cineasta, apesar dele ter sido demitido da produção. James Gunn já tinha entregue o roteiro antes de sofrer ataque da extrema direita americana, que recuperou antigos tuítes de humor impróprio sobre pedofilia e estupro, escritos há uma década, exigindo sua demissão pela Disney. O que aconteceu de forma rápida e definitiva. O presidente do estúdio, Alan Horn, classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e uma petição assinada por mais de 400 mil fãs na internet. Desde então, a Disney cancelou o trabalho de pré-produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, dissolvendo a equipe que preparava cenários, figurinos e estava empenhada em outras áreas de desenvolvimento do filme, liberando os profissionais para procurarem novos serviços. O filme não aparece no calendário de produções da Marvel. E não houve nenhum pronunciamento oficial a respeito de seu futuro. Mas Sean Gunn garante que o longa será feito com o roteiro de seu irmão. “Eu não sei exatamente como as coisas estão com o ‘Guardiões 3’, mas sei que a Disney ainda quer o filme. Eles têm toda a intenção de usar o roteiro que meu irmão escreveu”, afirmou Sean Gunn, em entrevista ao jornal Tulsa World. “Obviamente, tudo que aconteceu foi muito infeliz para todos, especialmente para James, e também para nós. Estávamos prontos para passar metade do ano fazendo este filme e agora está tudo em suspenso”, lamentou o ator. “Acho que é uma situação complicada para eles [Marvel e Disney] encontrarem outro diretor para assumir o filme – e também acomodar a agenda dos atores, que são incrivelmente ocupados”, acrescentou. “Mas eu sei que eles planejam fazer o filme. Eu recentemente fui contatado pela Marvel, que assegurou: ‘Sim, nós planejamos fazer esse filme, só não temos certeza quando'”.
Ellen Page se junta à campanha #EleNão contra a eleição de Bolsonaro
A atriz americana Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) se juntou às colegas brasileiras na campanha contra a eleição de Jair Bolsonaro à presidência do Brasil. Page entrevistou Bolsonaro em 2016 para a série documental sobre homofobia “Gaycation”, do canal pago Viceland. E após ficar frente a frente com o político, ela diz que ele é um candidato “perigoso”. “Eu entrevistei Jair Bolsonaro para o ‘Gaycation’. Ele é um homem perigoso, homofóbico, racista e misógino que atualmente lidera a corrida presidencial no Brasil”, a atriz escreveu em seu Instagram. “Frase diretamente homofóbica: ‘Prefiro que meu filho morra em um acidente do que apareça com um cara bigodudo. Juntem-se às vozes das pessoas que estão se unindo no Brasil para dizer #elenão #neverhim. Estou mandando amor e apoio aos brasileiros que resistem a essa loucura”, afirmou ela, ao compartilhar a arte com as palavras “Ele Não” que viralizou na internet. Ellen Page não é a primeira celebridade internacional a protestar contra Bolsonaro nas eleições brasileiras. Antes dela, a cantora Dua Lipa e o vocalista do Imagine Dragons, Dan Reynolds, também se mostraram contrários ao candidato à presidência. No Brasil, a maioria das celebridades femininas, de Bruna Marquezine a Anitta, são contra Bolsonaro. Uma das poucas exceções é Antonia Fontenelle, que se junta a Alexandre Frota, Roger Moreira e Lobão entre os defensores do candidato. Lembre abaixo o programa com a entrevista de Bolsonaro a Ellen Page e leia a mensagem original da atriz no Instagram. Visualizar esta foto no Instagram. I interviewed #jairbolsonaro for Gaycation Brazil. He’s a dangerous, homophobic, racist and misogynistic man who currently is leading the presidential race in Brazil. Direct homophobic quote “Prefer that my son dies in an accident than show up with some dude with a mustache.” Join the voices of people coming together in Brazil to say #elenao #neverhim. I’m sending love and support to those in Brazil resisting this madness. Gaycation is available on @hulu if you are interested in checking out our episode in Brazil. #elenao #brazil Uma publicação compartilhada por @ ellenpage em 24 de Set, 2018 às 8:57 PDT
Trailer de Will & Grace revela as participações especiais da 10ª temporada
A rede NBC divulgou o trailer da nova temporada de “Will & Grace”, que está repleta de participações especiais. A prévia destaca alguns dos convidados, como David Schwimmer (“Friends”), Matt Bomer (“White Collar”), Jon Cryer (“Two and a Half Men”), Alec Baldwin (“30 Rock”) e Chelsea Handler (“Guerra É Guerra”). Trata-se de uma confirmação do sucesso da série, que voltou a ser produzida no ano passado, após hiato de 11 anos, e já tem garantida a gravação de sua próxima temporada, que estreia em 2019. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A 10ª temporada estreia no dia 4 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a nova fase da comédia é transmitida pelo canal pago Fox.
Primeira série indiana da Netflix, Jogos Sagrados” é renovada para 2ª temporada
A Netflix renovou sua primeira série indiana, “Jogos Sagrados” (Sacred Games) para a 2ª temporada. Baseada no livro homônimo de Vikram Chandra, a atração estreou na plataforma de streaming em julho de 2018. “Ficamos empolgados com a resposta positiva de fãs de todo o mundo a ‘Jogos Sagrados’, especialmente na Índia”, disse Erik Barmack, vice-presidente internacional de Conteúdo Original da Netflix, em comunicado. Propositalmente, o executivo deixou de mencionar a controvérsia suscitada pela trama na Índia. Assim como aconteceu com “O Mecanismo” no Brasil, a produção gerou protestos políticos. Integrante do partido Congresso Nacional Indiano, o advogado Nikhil Bhalla entrou com uma ação na justiça para obrigar a Netflix a remover cenas da série que mencionam o ex-primeiro ministro Rajiv Gandhi, assassinado em 1991. Em uma das cenas, Gandhi é chamado de “fattu”, um termo chulo do hindi para “covarde”. O ex-primeiro ministro também aparece em “Jogos Sagrados” em cenas de arquivo, apertando a mão de líderes mundiais, enquanto um narrador o acusa de ter cedido a grupos muçulmanos em um caso envolvendo o direito ao divórcio de mulheres adeptas da religião. A exploração do conflito entre hindus e muçulmanos foi outro ponto que despertou polêmica, assim como aconteceu com o segundo lançamento da Netflix no país, o terror “Ghoul”. A produção da Netflix, porém, está mais para “Narcos” que “O Mecanismo”, ao acompanhar a ascensão de um rei do crime enquanto reflete sobre acontecimentos históricos. Considerada uma das séries mais ambiciosas da Netflix em seu projeto de expansão global, “Jogos Sagrados” conta em seu elenco com algumas estrelas de Bollywood como o ator veterano Saif Ali Khan, e tem arrancado elogios da crítica internacional. Tem 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes – um pouco menos que os 89% de “O Mecanismo”. Alheia aos protestos causados pela produção, a plataforma de streaming anunciou que a 2ª temporada retornará com Sartaj Singh (personagem de Saif Ali Khan) “continuando sua implacável batalha de salvar a cidade e Ganesh Gaitonde (Nawazuddin Siddiqui) enfrentando desafios maiores para manter sua posição como lendário chefão do crime de Mumbai”.
Atrizes e celebridades femininas promovem hashtag #EleNão contra voto em Bolsonaro
A hashtag #EleNão começou a viralizar nas últimas horas nas redes sociais, com apoio de atrizes e celebridades femininas famosas, numa reação ao ataque de hackers à página do Facebook “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, que aconteceu no fim de semana. Candidato mais rejeitado pelas eleitoras, com 49% de desaprovação, Bolsonaro merece poucos comentários nos posts, em que é execrado por estrelas como Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Deborah Secco, Fernanda Paes Leme, Alice Wegmann, Fabiula Nascimento, Débora Falabella, Patrícia Pillar, entre outras, sem esquecer de cantoras como Pitty, Daniela Mercury, etc. Um vídeo com suas declarações mais controversas do candidato, que mobilizaram essa união feminina, também circula nas redes e pode ser visto abaixo. A mobilização também ultrapassou as redes sociais. Há atos contra o candidato marcados em 20 estados, incluindo as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. A manifestação marcada para 29 de setembro no Largo da Batata, na capital paulista, conta com 62 mil confirmações e 204 mil interessados. Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por bruna linzmeyer (@brunalinzmeyer) em 16 de Set, 2018 às 1:11 PDT Visualizar esta foto no Instagram. #elenao Uma publicação compartilhada por Fernanda Paes Leme (@fepaesleme) em 16 de Set, 2018 às 7:20 PDT Visualizar esta foto no Instagram. #elenão Uma publicação compartilhada por Daniela Mercury (@danielamercury) em 16 de Set, 2018 às 8:53 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Ele nunca ! Uma publicação compartilhada por Camila Pitanga (@caiapitanga) em 16 de Set, 2018 às 11:24 PDT Visualizar esta foto no Instagram. oi. caso você seja eleitor do candidato da foto, antes de vir aqui me insultar, por favor, leia o que tenho a dizer. a democracia existe e a liberdade de expressão também. se você, hoje, é a favor de poder emitir opiniões sobre suas preferências políticas e sociais, lembre-se: na ditadura (que seu candidato apoia veemente), isso não seria possível. portanto, falemos abertamente sobre nossas preferências enquanto é tempo. minha discordância com os eleitores desse candidato não diz respeito apenas às situações políticas e partidárias, mas principalmente morais. eu sou a favor de um mundo mais livre, justo, igualitário. sou a favor de um país onde toda a população tenha acesso a alfabetização, a escola, saúde pública e outros direitos básicos. não sou a favor do porte de armas. acho que ainda temos que aprender muitas outras coisas antes de aprendermos a manusear uma destas. a cultura da violência não deve ser vangloriada, como vem fazendo esse candidato – através, inclusive, de gestos de armas com as mãos até quando está internado no hospital. qualquer briga de bar ou trânsito daria em morte. a taxa de feminicídio aumentaria. mais crianças morreriam. pra violência morar dentro da sua própria casa, ela teria praticamente passagem livre. eu não sou a favor de um candidato que diz que “deu uma fraquejada” quando teve a quarta filha nascida mulher. senhor, eu sou mulher e sou forte pra caramba. e eu não devo ganhar um salário mais baixo que o dos homens só porque sou capaz de parir uma criança. eu não acho que “ter filho gay é falta de porrada”. tampouco diria, na vida, como esse candidato disse, que “prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí”. eu vou AMAR meu filho com todo amor que houver no meu coração, e farei de tudo para que ele seja feliz, independente de gênero ou sexualidade. eu sou uma otimista. e sonhadora, também. penso num mundo com menos preconceito, menos intolerância, mais diversidade, mais liberdade para cada um poder ser o que quiser. penso num mundo com menos ódio ao outro. eu respeito e admiro as diferenças. e não voto num candidato que luta para limitá-las. #ELENÃO Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alice.weg) em 16 de Set, 2018 às 7:48 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Débora Falabella (@deborafalabellaoficial) em 15 de Set, 2018 às 7:21 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Patricia Pillar (@patriciapillar) em 14 de Set, 2018 às 10:06 PDT #EleNao não tem a ver com política (só). Tem a ver com moral. Com a liberdade e a dignidade de “ser” e de pensar, que eu espero que a minha filha tenha. E os filhos de todos vocês tenham também. É por isso que #EleNão — deborah secco (@dedesecco) 15 de setembro de 2018 Acreditem, somos muito fortes! #EleNāo pic.twitter.com/djlCmGDjkb — fabiula nascimento (@fabiunascimento) 16 de setembro de 2018 um dos autores do PL 6055/2013; projeto de lei que revoga o atendimento obrigatório e integral no SUS para pessoas em situação de violência sexual. #EleNão #EleNunca. — PITTY (@Pitty) September 16, 2018 queria poder andar com esse vídeo na testa #elenão #elenunca pic.twitter.com/qRBEerbzvg — thalyra (@dhelama) September 17, 2018












