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    Manifesto contra demissões na Cinemateca evidencia contradições do Ministério da Cultura

    28 de julho de 2016 /

    Um manifesto contra as demissões promovidas na Cinemateca Brasileira, assinado por cineastas e intelectuais, foi divulgado na internet, por meio de um site criado especialmente para mobilizar o protesto. O mais importante no texto é a forma ponderada e inequívoca com que evidencia as contradições da decisão chancelada pelo ministro Marcelo Calero, trazendo à luz evidências de hipocrisia e falácia política. Divulgado em forma de abaixo-assinado, o texto rebate o comunicado oficial do Ministério da Cultura com um desagravo à demissão da diretora da Cinemateca, Olga Futemma, e uma crítica à nomeação do produtor Oswaldo Massaini Filho. Lembrando a justificativa oficial oferecida para a demissão de 81 profissionais, que teria sido o “desaparelhamento” do Ministério da Cultura e a valorização do servidor de carreira, o manifesto destaca: “Olga Futemma é funcionária de carreira, tendo se dedicado à Cinemateca desde 1984, onde se aposentou em 2013. Retornou à Cinemateca como coordenadora há exatamente um ano. Não é filiada a partido político, nem milita politicamente. O seu sucessor, já anunciado, não é servidor público, nem atua no campo da cultura audiovisual. Pela primeira vez, a indicação de um coordenador-geral não partiu do Conselho Curador, violando prática adotada nos últimos 30 anos pelos sucessivos governos.” “O governo interino recentemente teve a sensatez de recuar na extinção do Ministério da Cultura. Podia agora demonstrar igual prudência ao revogar as demissões que impactaram seus órgãos. E no caso da Cinemateca Brasileira, em reconhecimento pelos seus 70 anos, e pelo centenário de seu fundador Paulo Emílio Sales Gomes, ambos celebrados neste ano, devolver-lhe a verdadeira identidade de um museu moderno, vinculando-o ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).” Entre os primeiros nomes a assinar o documento, estão os professores Carlos Augusto Calil e Eduardo Morettin, os montadores Eduardo Escorel e Lauro Escorel, e a escritora Lygia Fagundes Telles, viúva do crítico e professor Paulo Emílio Salles Gomes (1916-1977), que foi justamente o fundador da Cinemateca (e do curso de cinema da Universidade de São Paulo).

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    Oswaldo Massaini Filho é apontado como diretor da Cinemateca Brasileira

    27 de julho de 2016 /

    O Ministério da Cultura anunciou Oswaldo Massaini Filho como novo diretor da Cinemateca Brasileira. Ele irá assumir o cargo na instituição após a demissão de Olga Futemma, que está entre os mais de 70 funcionários exonerados da pasta na terça (26/7). Oswaldo Massaini Filho produziu clássicos da Boca do Lixo, como “Cada um Dá o que Tem” (1975) e “Mulher Objeto” (1981), ambos com direção de Sílvio de Abreu, e é filho do famoso produtor Oswaldo Massaini (1919-1994), de “O Pagador de Promessas” (1962). Ele também atua no mercado financeiro, e por conta de um investimento da apresentadora Márcia Goldschmidt, enfrenta processo por estelionato, acusado de falsificar extratos, segundo apurou o jornal Folha de S. Paulo. Em comunicado, o Ministério informou que as exonerações fazem parte de uma reestruturação da pasta e do plano de valorização dos servidores de carreira, anunciado pelo Ministro da Cultura, Marcelo Calero, por ocasião de sua posse no governo interino. Segue abaixo a íntegra da nota: “O Ministério da Cultura efetivou hoje a exoneração de 81 comissionados que não tinham vínculo com o serviço público federal. As exonerações fazem parte da reestruturação da pasta e do plano de valorização dos servidores de carreira, anunciado pelo Ministro da Cultura, Marcelo Calero, por ocasião de sua posse. A medida promove o desaparelhamento do Ministério da Cultura e valoriza o servidor de carreira. Seguindo as orientações da Casa Civil, a maior parte dos cargos será preenchida por servidores concursados que ocuparão cargos de chefia. A orientação atende uma demanda da sociedade civil por uma gestão republicana e transparente e que será implementada à risca pelo Ministério da Cultura. Uma vez homologada a reestruturação do Ministério da Cultura pelo Ministério do Planejamento, será aberto processo seletivo para preenchimento dos cargos de chefia pelos servidores concursados.”

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    Diretoria da Cinemateca Brasileira é demitida pelo Ministério da Cultura

    27 de julho de 2016 /

    O Diário Oficial da União de terça-feira (26/7) trouxe a demissão da cúpula da Cinemateca Brasileira. Os exonerados são a coordenadora-geral da instituição, Olga Futemma, e os membros da diretoria Alexandre Myazito, Nancy Hitomi Korim e Daniel Oliveira Albano. Todos possuíam cargos comissionados, tendo sido nomeados antes da chegada do atual ministro Marcelo Calero, da gestão Michel Temer. Procurado pelo jornal Folha de S. Paulo, o Ministério da Cultura justificou as exonerações como parte da restruturação pela qual o órgão passa. Além da cúpula da Cinemateca Brasileira, outros 70 profissionais foram demitidos, entre eles, o diretor do Museu Villa-Lobos no Rio de Janeiro, o maestro Wagner Tiso. Local responsável pela preservação do audiovisual brasileiro com um dos maiores acervos da América Latina, a Cinemateca Brasileira chegou a contar com 150 funcionários, sendo, atualmente, aproximadamente 30 servidores. O contrato desses trabalhadores está previsto para expirar em dezembro deste ano. Em fevereiro, um incêndio nos arquivos da Cinemateca destruiu cerca de mil rolos de filmes originais, de películas rodadas até a década de 1950. E há três anos um acordo com a ONG Sociedade Amigos da Cinemateca foi suspenso por suspeita no gerenciamento de R$ 100 milhões em verba pública.

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    Star Trek: Sem Fronteiras estreia em 1º lugar nos EUA

    24 de julho de 2016 /

    “Star Trek: Sem Fronteiras” teve um pouso tranquilo no topo das bilheterias americanas, faturando US$ 59,6 milhões em seu fim de semana de estreia. Mesmo assim, este foi o voo inaugural mais raso da nave espacial Enterprise desde o reboot de 2008 – os dois filmes anteriores abriram acima dos US$ 70 milhões nos EUA. A seu favor, o filme contou com críticas bastante positivas (84% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes) e encantou o público (nota A- no CinemaScore), o que pode mantê-lo entre os filmes mais vistos nas próximas semanas. Mas o orçamento de US$ 180 milhões torna a produção bastante dependente de seu desempenho internacional. A estreia no Brasil – assim como na China – só vai acontecer em setembro. O lançamento também comemorou os 50 anos de existência da franquia “Star Trek”, uma marca que poucos títulos conseguem atingir na indústria cultural. “Você pode contar nos dedos de uma única mão as marcas que têm esse tipo de longevidade e viabilidade ao longo do tempo”, disse o analista sênior de mídia da comScore, Paul Dergarabedian. O resultado da semana empurrou “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” e “Caça Fantasmas” para 2º e 3º lugares, respectivamente. O que deixou as demais estreias fora do Top 3. “Quando as Luzes se Apagam” abriu em 4º lugar com US$ 21,6 milhões. Mas o valor foi comemorado como uma rara vitória da Warner em 2016. Orçado em US$ 4,9 milhões, o filme já sai no lucro e sustenta a fama do cineasta James Wan (“Invocação do Mal”), que produziu o longa, como o novo rei do terror americano. Os filmes de Wan, lançados pela New Line, representam os maiores sucessos do conglomerado Warner neste ano. Já o 5º lugar de “A Era do Gelo: O Big Bang” ressoou de forma retumbante para a Fox, praticamente decretando o fim da franquia animada. O lançamento derreteu nos cinemas americanos, rendendo apenas US$ 21 milhões, a pior arrecadação de uma continuação animada em cerca de uma década. Seu fracasso também cria grande contraste em relação à performance de outras animações de bichos falantes, que respondem por algumas das maiores bilheterias de 2016. O Top 10 também revela o repúdio sofrido pela novo artefato sensacionalista de Dinesh D’Souza, “Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party”, que teve seu circuito expandido sem render mais que US$ 3,7 milhões. A ficção política de extrema direita tem o objetivo de atacar Hilary Clinton ao contar a história “secreta” do Partido Democrata, que seria um partido formado por racistas. A abordagem, que recria com atores a era da escravatura e da luta pelos direitos civis, prefere ignorar que o adversário de Hilary na próxima corrida presidencial americana, Donald Trump, não precisa de Hollywood para se mostrar, em discursos dos últimos meses, mais racista e menos interessado em direitos civis que qualquer ficção histérica que seus adversários possam montar. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Star Trek: Sem Fronteiras Fim de semana: US$ 59,6 milhões Total EUA: US$ 59,6 milhões Total Mundo: US$ 89,6 milhões 2. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 29,3 milhões Total EUA: US$ 260,7 milhões Total Mundo: US$ 323,7 milhões 3. Caça-Fantasmas Fim de semana: US$ 21,6 milhões Total EUA: US$ 86,8 milhões Total Mundo: US$ 122,8 milhões 4. Quando as Luzes se Apagam Fim de semana: US$ 21,6 milhões Total EUA: US$ 21,6 milhões Total Mundo: US$ 29,9 milhões 5. A Era do Gelo: O Big Bang Fim de semana: US$ 21 milhões Total EUA: US$ 21 milhões Total Mundo: US$ 199,9 milhões 6. Procurando Dory Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 460,1 milhões Total Mundo: US$ 781,6 milhões 7. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 115,8 milhões Total Mundo: US$ 261,5 milhões 8. Os Caça-Noivas Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 49,4 milhões 9. Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 3,7 milhões Total Mundo: US$ 3,7 milhões 10. Conexão Escobar Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 12,2 milhões Total Mundo: US$ 12,2 milhões

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    Anna Muylaert está trabalhando em documentário sobre Impeachment de Dilma

    20 de julho de 2016 /

    A cineasta Anna Muylaert revelou que está trabalhando no roteiro de um documentário sobre o período de afastamento da presidente Dilma Rousseff, cujo mandato sofre um processo de impeachment. A direção é de Lô Politi (“Jonas”), Cesar Charlone (“Cidade de Deus”) é o diretor de fotografia e, segundo o jornal Folha de S. Paulo, a equipe está acompanhando Dilma há 20 dias. “A gente não está filmando o processo de impeachment, mas esse período de afastamento, em que o mandato está em suspenso. Ele será rodado até a decisão final”, disse ao jornal O Globo a diretora dos dramas “Que Horas Ela Volta?” e “Mãe Só Há Uma”, que estreia nesta quinta-feira (21/7). Durante o período da produção, a equipe viajou para Teresina e conversou com assessores e pessoas próximas a Dilma. Mas apesar de Muylaert ter participado ativamente de atos pró-Dilma e contra o “golpe”, ela disse que ainda é cedo para falar sobre o que será o filme. “A gente ainda está descobrindo o que é o filme”. A cada dia que passa, o país também tem descoberto melhor o que foi Dilma.

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    Empire: Taye Diggs viverá político “à la Obama” na 3ª temporada da série

    19 de julho de 2016 /

    O ator Taye Diggs (séries “Private Practice” e “Murder in the First”) vai participar da 3ª temporada de “Empire”, no papel de um político “à la Barack Obama”, na comparação do site TV Line. O personagem de Diggs se chama Angelo Dubois, um advogado formado em Harvard que escolheu fugir do setor privado para se dedicar à política. Ele deve estrear no episódio de estreia da nova temporada da série. Criada por Lee Daniels e Danny Strong (respectivamente, diretor e roteirista de “O Mordomo da Casa Branca”), a atração acompanha os bastidores do império musical construído pelo empresário Lucious Lyon (Terrence Howard) na indústria do hip-hop. O executivo faz de tudo para se manter no poder, inclusive enganar a família e matar quem lhe ameaça. A 3ª temporada da série estreia em 21 de setembro, na rede americana Fox. No Brasil, a série é exibida no canal pago FoxLife.

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    Woody Harrelson e James Marsden vão denunciar a farsa da Guerra do Iraque

    14 de julho de 2016 /

    Os atores Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”) e James Marsden (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) vão protagonizar “Shock and Awe”, filme-denúncia sobre a Guerra do Iraque. Os dois interpretarão a dupla de jornalistas Jonathan Landay e Warren Strobel, que revelaram a farsa montada pelo governo Bush para convencer o público e seus aliados internacionais de que Saddam Hussein planejava ataques terroristas com armas de destruição em massa, visando justificar assim um ataque ao Iraque. Entretanto, tratava-se de um mentira. O elenco grandioso ainda contará com Milla Jovovich (“Resident Evil”), Jessica Biel (“O Vingador do Futuro”), Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”) e Alec Baldwin (“Blue Jasmine”). As filmagens vão acontecer ainda neste ano e devem retratar a história como uma investigação jornalística, ao estilo de “Spotlight”, que venceu o Oscar 2016. O roteiro foi escrito pelo novato Joey Hartstone e a direção está a cargo do veterano Rob Reiner, responsável por diversos clássicos dos anos 1980, como “Isto É Spinal Tap” (1984), “Conta Comigo” (1986), “A Princesa Prometida” (1987) e “Harry & Sally: Feitos um para o Outro” (1989). Reiner acaba de filmar o primeiro roteiro de Hartstone, “LBJ”, cinebiografia do presidente americano Lindon B. Johnson, que por sinal também é estrelada por Woody Harrelson no papel-título. Atualmente em pós-produção, este filme ainda não tem previsão de estreia.

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    Kate Mara será vitima de acidente polêmico na cinebiografia de Ted Kennedy

    8 de julho de 2016 /

    Os atores Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) e Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) entraram no elenco de “Chappaquiddick”, filme sobre o escândalo que implodiu a campanha política do senador Ted Kennedy à presidência dos Estados Unidos. O título da produção é o nome de uma pequena ilha do estado norte-americano de Massachusetts, onde o então jovem senador americano se envolveu em um acidente de trânsito em 1969, que culminou na morte de sua assistente, Mary Jo Kopechne, e repercutiu em sua carreira. Vindo de uma festa, o carro onde os dois estavam caiu na água e o político se salvou sem prestar socorro para a mulher, que morreu afogada. Ele também não chamou a polícia, preferindo pedir auxílio a um amigo e a seu primo. Apesar de ter afirmado estar em estado de choque, Kennedy chegou a ser condenado e ficou dois meses em prisão condicional. Kate Mara vai viver Mary Jo e Ed Helms vai interpretar Joseph Gargan, o leal primo de Kennedy que tenta pressioná-lo a fazer a coisa certa e chamar as autoridades. Já o papel de Ted Kennedy tinha sido anteriormente confirmado para Jason Clarke (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”). O incidente de Chappaquiddick fez com que Kennedy desistisse de disputar a presidência dos EUA, quando poderia se tornar o terceiro dos irmãos Kennedy a ambicionar o cargo político mais alto do pais. Apesar de diversos detalhes da tragédia nunca terem sido totalmente esclarecidos, o incidente gerou boatos suficientes para passar a impressão de que um escândalo foi abafado. Isto não impediu o político de manter sua cadeira no Senado, sendo reeleito sucessivamente, até sua morte em 2009, mas reduziu suas pretensões políticas. Mesmo sendo reconhecido por sua extensa contribuição no Senado, onde propôs mais de 300 projetos de lei, integrou comissões importantes e fez discursos históricos, jamais conseguiu entrar na corrida presidencial. Em sua única tentativa, em 1980, acabou perdendo a vaga do Partido Democrata para Jimmy Carter. O roteiro de Andrew Logan e Taylor Allen foi incluído na Black List 2015, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. A produção está a cargo de Mark Ciardi (“O Fada do Dente”), que disse sobre o projeto: “Todos tem uma ideia do que aconteceu em Chappaquiddick, e o roteiro junta os eventos de uma forma interessante e emocional. Vocês verão o que o Senador Ted Kennedy teve que enfrentar”. A direção vai ficar a cargo de John Curran (“O Despertar de uma Paixão”) e ainda não há previsão de estreia.

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    Lançamento de Chatô pode evitar que Guilherme Fontes pague multa milionária

    5 de julho de 2016 /

    O TCU (Tribunal de Contas da União) aceitou rever um recurso de Guilherme Fontes referente à prestação de contas do incentivo fiscal do filme “Chatô, o Rei do Brasil” (2015). Com a revisão, o ator e diretor pode se isentar de ter que devolver um total de R$ 66,2 milhões ao Fundo Nacional da Cultura, valor corrigido e acrescido de juros. O recurso reavalia a decisão do TCU que condenava o ator por não ter o filme, que foi rodado nos anos de 1990 e só ficou pronto em 2014. Agora que “Chatô” entrou e saiu de cartaz e está na programação do Netflix, os ministros consideraram que a produção foi concluída, o que pode ser considerada prova de reconsideração. “Chatô”, que demorou quase 20 anos para estrear, custou mais de R$ 8 milhões, valor bem acima das grandes produções da época – “O Auto da Compadecida” (2000), por exemplo, não passou de R$ 3,5 milhões. No entanto, Fontes garante que o valor do trabalho ficou abaixo do que qualquer outro do mercado, já que, além do filme, o projeto compreendia também uma minissérie e um documentário, que ele pretende lançar em breve. O filme foi baseado no livro de mesmo nome do escritor Fernando Morais e conta a história de Assis Chateaubriand, jornalista e empresário que nos anos 1920 fundou os Diários Associados, grupo de mídia que engloba jornais, emissoras de rádio e de TV. Fontes disse que estava muito feliz e emocionado pela reviravolta no caso. “A justiça está sendo feita com quem acreditou em mim e com a minha família”, ele comentou, em entrevista ao UOL. “Fui acusado pelo Ministério da Cultura da época e os jornais abraçaram a ideia. Destruíram um projeto lindíssimo de cinema. E isso prova que eu estava certo”, falou. “O mais legal de tudo é as pessoas terem gostado do filme. Isso é impagável. Saber que as minhas contas estariam boas no final não foi surpresa. Saber que o filme ficaria bom não foi surpresa. Surpresa foi tudo mundo ter achado isso”.

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    Aquarius: Filme de Kleber Mendonça Filho vence festival na Polônia

    1 de julho de 2016 /

    Depois de vencer o Festival de Sydney, na Austrália, o filme “Aquarius”, do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho, ganhou o prêmio de Melhor Filme do Transatlantyk Festival, realizado na cidade de Lodz, na Polônia. Ele concorria com nove filmes de diferentes países. Estrelado por Sonia Braga, o filme também foi apresentado no Festival de Cannes, onde seus integrantes ergueram cartazes contra o “golpe” (Impeachment de Dilma Rousseff) numa photo op política. A trama gira em torno da resistência da última moradora de um prédio antigo, que recusa a vender seu apartamento para uma empreiteira lançar um novo conjunto de apartamentos. “Aquarius” teve seu trailer disponibilizado na semana passada. A estreia está marcada para 1 de setembro no Brasil.

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    Idris Elba e Freida Pinto vão estrelar minissérie do criador de American Crime

    28 de junho de 2016 /

    O ator inglês Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e a indiana Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”) vão estrelar uma minissérie do produtor-roteirista John Ridley, criador de “American Crime” e vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão” (2013). Intitulada “Guerrilla”, a série é descrita como “uma história de amor ambientada em um dos momentos políticos mais explosivos na história do Reino Unido”. Dividida em seis episódios, a atração vai acompanhar um casal – Jas (Pinto) e Marcus (ator ainda não escalado) – que liberta um prisioneiro político durante a década de 1970. Juntos, eles formam um grupo que luta contra a Black Power Desk, unidade de inteligência britânica disposta a exterminar qualquer tipo de ativismo negro. Além de co-estrelar, Idris Elba será produtor executivo do projeto, ao lado de Ridley, que vai dirigir metade dos episódios de “Guerrilla”. A outra metade da série será dirigida por Sam Miller (série “Luther”). Desenvolvida para o canal pago americano Showtime, a produção ainda não tem previsão de estreia.

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    Aquarius: Novo filme de Kleber Mendonça Filho ganha primeiro trailer

    27 de junho de 2016 /

    A Vitrine Filmes divulgou o trailer de “Aquarius”, segundo longa de Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”), que venceu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema de Sydney e criou polêmica com um protesto de black-tie contra o Impeachment da Presidente Dilma Rousseff no tapete vermelho do Festival de Cannes. O interessante na prévia é como a trama estereotipa as grandes incorporadoras imobiliárias como vilãs, ao estilo dos filmes (e quadrinhos) americanos sobre a gentrificação de Nova York nos anos 1980. Entretanto, ao contrário do fenômeno americano, não é a classe baixa que sofre pressão no filme, mas o estilo de vida de uma classe média decadente e encastelada entre discos de vinil, livros e nostalgia, encarnada na tela pela personagem de Sonia Braga. Ela interpreta a proprietária de um apartamento num prédio antigo, de frente para o mar, que se recusa a vender sua unidade para a construção de um novo edifício, sofrendo assim bulling da construtora. Após a photo op de Cannes, também vale comparar esta ficção com o noticiário do mundo real, lembrando como o governo de Dilma Rousseff foi viabilizado com apoio desse mesmo tipo de vilões: grandes empreiteiras que ajudaram a quebrar o Estado no maior esquema de corrupção já visto na Terra, em conluio com tesoureiros de partidos e políticos no poder. Não foi a moradora de um prédio de frente pro mar que sofreu com isso, mas o país inteiro. “Aquarius” estreia em 1 de setembro no Brasil.

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    Elvis & Nixon: Veja o trailer legendado da comédia sobre o dia em que o Rei do Rock encontrou o Presidente dos EUA

    11 de junho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o trailer legendado de “Elvis & Nixon”, comédia sobre o encontro entre o cantor Elvis Presley e o presidente dos EUA Richard Nixon em 1970. A prévia mostra um pouco dos bastidores do encontro que realmente aconteceu, conforme atesta uma foto famosa, mas que, aparentemente, foi muito mais bizarro que o noticiado. Explorando o humor negro, o vídeo apresenta um Elvis nonsense e um Nixon constrangido, que não sabe o que fazer, além de aproveitar o marketing inesperado. Vale destacar ainda o visual de Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o Rei do Rock, além de Kevin Spacey (série “House of Cards”) no papel de um presidente maléfico da vida real. Presley e Nixon se encontraram na Casa Branca em dezembro de 1970 a pedido do cantor. Na ocasião, Elvis deu um revólver Colt 45 de presente para o político, querendo ainda contribuir com o combate às drogas entre a juventude. Ironicamente, Elvis morreria sete anos depois de overdose de medicamentos, com apenas 42 anos de idade. O elenco ainda inclui Colin Hanks (série “Fargo”), Evan Peters (série “American Horror Story”), Geraldine Singer (“O Herdeiro do Diabo”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Tracy Letts (série “Homeland”) e a cantora Sky Ferreira (“Canibais”). Escrito pelo ator Cary Elwes (“A Princesa Prometida” e “Jogos Mortais”) e dirigido por Liza Johnson (“Amores Inversos”), “Elvis & Nixon” teve uma estreia limitada em abril nos EUA, quando recebeu críticas elogiosas, e chega aos cinemas brasileiros na quinta, dia 16 de junho.

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