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    Atriz do clássico Clube dos Cinco acusa James Franco de assédio

    8 de janeiro de 2018 /

    Entre os tuítes que emergiram durante a exibição do Globo de Ouro 2018, chamaram muita atenção os disparados por Ally Sheedy, estrela do clássico adolescente “Clube dos Cinco” (1985), um dos filmes mais cultuados dos anos 1980. Seus comentários quase passaram batido, porque ela apagou as mensagens imediatamente. Mas precederam os protestos contra a vitória de James Franco como Melhor Ator de Comédia por “Artista do Desastre”, somando-se às acusações de assédio de outras atrizes que acompanharam a premiação. “James Franco acaba de ganhar. Por favor, nunca me perguntem por que eu deixei a indústria de cinema/TV”, ela escreveu. Ela ainda complementou. “Ok, espera. Tchau. Christian Slater e James numa mesa no Globo de Ouro. #MeToo. Por que um homem está apresentando [a cerimônia]? Por o James Franco foi autorizado a entrar? Já falei demais. Boa noite, amo vocês”. Embora a atriz tenha se arrependido e apagado os tuítes, eles foram salvos por várias publicações. Veja abaixo. Franco dirigiu Ally Sheedy em 2014 numa peça exibida no circuito off Broadway chamada “The Long Shrift”. A foto acima é da première.

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    Vitória de Gary Oldman no Globo de Ouro 2018 resgata acusações de abuso e agressão

    8 de janeiro de 2018 /

    Enquanto os discursos femininos foram celebrados no Globo de Ouro 2018, os atores de cinema que venceram as estatuetas não tiveram a mesma sorte. Assim como James Franco, cuja vitória como Melhor Ator de Comédia disparou denúncias de assédio sexual, a consagração de Gary Oldman como Melhor Ator de Drama voltou a trazer à tona as acusações de violência que constam de seu divórcio. Os dois atores foram ao Globo de Ouro de preto e com o broche do movimento Time’s Up, em apoio ao empoderamento feminino, o que foi considerado intragável para usuários das redes sociais. O intérprete de Winston Churchill em “O Destino de uma Nação” foi acusado de agredir a ex-esposa Donya Fiorentino em 2001 na frente dos dois filhos. Apesar da agressão constar no processo de separação, Gary diz que as acusações estão repletas de mentiras e meias verdades. Mas numa entrevista de 2015, ao jornal New York Daily News, ela detalhou o episódio, que levou ao seu divórcio logo em seguida. “Assim que peguei o telefone para ligar para a Polícia, Gary colocou as mãos no meu pescoço e apertou. Eu recuei com a base do telefone e tentei discar para o 911. Gary pegou o telefone da minha mão e me bateu no rosto com o aparelho por três ou quatro vezes. Meus dois filhos estavam chorando. O ator também já se envolveu em outras polêmicas, como quando defendeu discursos antissemitas do amigo Mel Gibson. A premiação fez os usuários das redes sociais lembrarem da polêmica, tornando-a um dos assuntos mais comentados do Twitter. “Gary Oldman, um abusador, acaba de vencer um Globo de Ouro enquanto ostenta um broche do Time’s Up. Incrível”, escreveu a ilustradora que se identifica como F. gary oldman, an abuser, just won a golden globe while wearing a “time’s up” pin. incredible — f✍? (@surfinginthesky) January 8, 2018 “Gary Oldman é um abusador. Próximo”, resumiu uma usuária de Nova York. Gary Oldman is an abuser, next. — Michelle Collins (@michcoll) January 8, 2018 “Timothée Chalamet fez a interpretação do ano e Gary Oldman bateu na cara de sua mulher com um telefone”, disparou outro. Timothée Chalamet gave the performance of the year and Gary Oldman beat his wife in the face with a telephone — Simon Curtis (@simoncurtis) January 8, 2018 “Como você premia um abusador conhecido, Gay Oldman, e fala de canto de boca sobre justiça para mulheres…”, questionou mais um. “Depois de todo #MeToo e #ItsTime (sic) em volta de Hollywood nos últimos meses, os maiores vencedores da noite foram abusadores e predadores”. Once again, the Golden Globes prove their concern is only performative- how do you give an award to known domestic abuser, Gary Oldman, and speak out the side of your mouth about justice for women — Nerdy POC (@nerdypoc) January 8, 2018 Final Thoughts on the Golden Globes: After all the #MeToo and #ItsTime buzz surrounding Hollywood the last few months and in to tonight, the biggest winners tonight were abusers and predators. — Nerdy POC (@nerdypoc) January 8, 2018

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    Atrizes que acusaram Harvey Weistein criticam protestos do Globo de Ouro por ignorá-las

    8 de janeiro de 2018 /

    O tema do empoderamento feminino e a luta contra o assédio sexual podem ter marcado o Globo de Ouro 2018, mas a maioria das vítimas de Harvey Weinstein e de outros predadores conhecidos de Hollywood não foram convidadas a participar do evento ou mencionadas nos discursos das atrizes premiadas. E elas fizeram questão de apontar esse fato nas redes sociais, marcando um contraste entre teoria e prática. Como ficou claro pelo vestido vermelho de Meher Tatna, a presidente da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood, que organiza a premiação, o Globo de Ouro deu de ombros para as vítimas. Mas também as estrelas que desfilaram “chiques usando preto para honrar nossos estupros”, segundo definição de Rose McGowan, estariam pegando carona na iniciativa de mulheres que arriscaram tudo para dar a cara a bater e nomes aos bois. Asia Argento chegou a escrever no Twitter: “Sobreviventes de Abuso Sexual: Personae Non Gratae no Globo de Ouro”. E acrescentou: “Só posso falar por mim, mas não apenas não fui convidada para o Globo de Ouro, como ninguém pediu a minha opinião sobre Time’s Up ou que eu assinasse a carta de intenções. Eu apoio Time’s Up, mesmo que tenham me excluído disso. Vai ver, eu não sou Poderosa ou Hollywood o suficiente”. A atriz Rosanna Arquette confirmou que a maioria das vítimas de Harvey Weinstein foi ignorada pela organização do evento. “Não fomos convidadas. Annabella [Sciorra], Daryl [Hannah], Mira [Sorvino], nenhuma de nós”. Ao que Argento replicou: “Seria um embaraço. Vítimas não são glamourosas”. No meio dessa discussão, Rose McGowan soltou sua acusação: “E nenhuma daquelas pessoas chiques usando preto para honrar nossos estupros teria levantado um dedo se não fosse por isso. Não tenho tempo para a falsidade de Hollywood, mas você eu amo”. Rosanna Arquette concluiu com a homenagem que o Globo de Ouro não fez: “Eu me levanto em solidariedade às minhas bravas irmãs e irmãos que se apresentaram em primeiro lugar, colocando nossas carreiras novamente em risco. Para enfrentar os monstros. Rose McGowan, Asia Argento, Anabella Sciorra, Daryl Hannah, Mira Sorvino, Olivia Munn, Ellen Barkin, Corey Feldman”. Apesar destes protestos, também é importante ressaltar que Ashley Judd, a primeira atriz a denunciar Harvey Weinstein publicamente, na reportagem do jornal The New York Times que precipitou o fim do mundo dos predadores sexuais em Hollywood, foi convidada e vestiu preto no Globo de Ouro. Sexual Abuse Survivors: Personae Non Gratae at the #GoldenGlobes. https://t.co/nvLKuf0oLF — Asia Argento (@AsiaArgento) January 8, 2018 I can only speak for myself but not only I wasn’t invited to the #GoldenGlobes: nobody asked my opinion about #TIMESUP or to sign the letter. I support @TIMESUPNOW even though I was excluded from it. Guess I am not POWERFUL or HOLLYWOOD enough. Proud to work behind the scenes✊️ https://t.co/Wemz2qd7gw — Asia Argento (@AsiaArgento) January 8, 2018 No we weren’t invited. Annabella ,Daryl ,Mira none of us were . — Rosanna Arquette (@RoArquette) January 8, 2018 It would have been too much of a downer… an embarrassment. Victims aren’t glamorous enough. — Asia Argento (@AsiaArgento) January 8, 2018 And not one of those fancy people wearing black to honor our rapes would have lifted a finger had it not been so. I have no time for Hollywood fakery, but you I love, .@AsiaArgento #RoseArmy https://t.co/9e0938y5sI — rose mcgowan (@rosemcgowan) January 8, 2018 I stand in solidarity with my brave sisters and brother who came out in the first place and have put our careers at risk again. By standing up to the monsters .@rosemcgowan @AsiaArgento @AnnabellSciorra @dhlovelife @MiraSorvino @olivia Munn @EllenBarkin @Corey_Feldman — Rosanna Arquette (@RoArquette) January 7, 2018

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    Rose McGowan acusa atrizes do Globo de Ouro de “falsidade” por pegar carona nas denúncias de assédio

    8 de janeiro de 2018 /

    Uma das atrizes mais estridentes a ganhar proeminência nas denúncias de assédio e abuso sexual em Hollywood desdenhou das manifestações do Globo de Ouro 2018. Rose McGowan acusou as estrelas que vestiram preto na premiação de “falsidade”, numa conversa pública com Asia Argento no Twitter. As duas sofreram tentativas de estupro de Harvey Weinstein. Asia Argento tuitou: “Ninguém pode esquecer que você foi a primeira a romper o silêncio. Qualquer um que tente diminuir o seu papel nisso é um troll ou um inimigo do movimento. Você me deu coragem de falar. Estou com você até a morte”. E, em sua resposta, McGowan criticou as outras atrizes. “E nenhuma daquelas pessoas chiques usando preto para honrar nossos estupros teria levantado um dedo se não fosse por isso. Não tenho tempo para a falsidade de Hollywood, mas você eu amo”. No one should forget that you were the first one who broke the silence. Anyone who tries to diminish your work is a troll and an enemy of the movement. You gave me the courage to speak out. I am on your side until I die. — Asia Argento (@AsiaArgento) January 7, 2018 And not one of those fancy people wearing black to honor our rapes would have lifted a finger had it not been so. I have no time for Hollywood fakery, but you I love, .@AsiaArgento #RoseArmy https://t.co/9e0938y5sI — rose mcgowan (@rosemcgowan) January 8, 2018

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    James Franco é acusado de assédio sexual após vencer Globo de Ouro 2018

    8 de janeiro de 2018 /

    A vitória do ator James Franco como Melhor Ator de Comédia no Globo de Ouro 2018 incomodou algumas atrizes engajadas no movimento Time’s Up. Na premiação, o diretor e protagonista de “O Artista do Desastre” usou um broche do movimento, que prega o fim do assédio sexual, o que motivou denúncias até então desconhecidas. A atriz Violet Paley tuitou que James Franco a teria forçado a fazer sexo oral em um carro e ainda acusou o ator assediar uma menor de idade. “Que fofo esse pin do #TimesUp, James Franco. Você se lembra de quando empurrou a minha cabeça para perto do seu pênis exposto no carro? E aquela outra vez em que você falou para uma amiga minha ir até o seu hotel quando ela tinha 17 anos? Isso depois de você já ter sido pego fazendo aquilo com outra menina de 17 anos?” A acusação foi seguida por um desabafo da atriz Sarah Tither-Kaplan, que escreveu: “Parece que abusadores conhecidos usando preto é o novo preto”. Em seguida, ela denunciou Franco de tentar fazê-la ficar nua numa de suas produções sem ter combinado isso antes. “Ei, James Franco. Muito legal esse pin do #TimesUp no Globo de Ouro. Mas você se lembra de que, umas semanas atrás, você me falou que a nudez completa que eu fiz em um dos seus filmes por US$100/dia não era exploratória, pois eu assinei um contrato? Chega disso!”. Veja os tuítes abaixo. Cute #TIMESUP pin James Franco. Remember the time you pushed my head down in a car towards your exposed penis & that other time you told my friend to come to your hotel when she was 17? After you had already been caught doing that to a different 17 year old? — Violet Paley (@VioletPaley) 8 de janeiro de 2018 Looks like known abusers hypocritically wearing black is the new black. #GoldenGlobes #TIMESUP — Sarah Tither-Kaplan? (@sarahtk) 8 de janeiro de 2018 Hey James Franco, nice #timesup pin at the #GoldenGlobes , remember a few weeks ago when you told me the full nudity you had me do in two of your movies for $100/day wasn't exploitative because I signed a contract to do it? Times up on that! — Sarah Tither-Kaplan? (@sarahtk) 8 de janeiro de 2018 Hey James Franco, now that you have a Golden Globe why don't you give speaking roles that don't require nudity in your upcoming films to the dozens of women who have done full nudity + sex scenes in your indie films and art projects? — Sarah Tither-Kaplan? (@sarahtk) 8 de janeiro de 2018

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    Globo de Ouro 2018 agita redes sociais com atrizes vestindo preto

    7 de janeiro de 2018 /

    Prestes a pisar no tapete vermelho do Globo de Ouro 2018, diversas atrizes famosas estão usando as redes sociais para explicar o que as levou a decidir por modelitos pretos no evento da noite deste domingo (7/1). Com isso, a hashtag #WhyWeWearBlack virou trending topic. Eva Longoria e Natalie Portman resumiram as motivações por trás da escolha, num vídeo gravado no Instagram. “Nós usamos preto por muitas razões”, disse Langoria. “Um, para apoiar as mulheres corajosas que compartilharam suas histórias”. “Nós usamos preto porque esperamos um novo dia em que os poderosos não explorem os outros”, acrescentou Portman. Para Laura Den, vestir preto é lutar contra o “desequilíbrio em relação ao poder abusivo”. Para Brie Larson, é “apoiar os 90% dos trabalhadores de restaurantes que relataram sofrer assédio sexual”. A atriz vencedora do Oscar também se juntou a Tessa Thompson, Tracee Ellis Ross, Reese Witherspoon, Kerry Washington e Rashida Jones para agradecer aqueles que doaram mais de US$ 15 milhões para a fundação Time’s Up, criada, de acordo com Witherspoon, “para apoiar vítimas de assédio sexual, discriminação e abuso no local de trabalho, que não têm acesso à representação legal”. Rosario Dawson também postou uma mensagem sobre a fundação. Já a diretora Reed Marano usou uma imagem da série distópica que lhe rendeu um Emmy, “The Handmaid’s Tale”, afirmando que as mulheres não serão silenciadas. Gripada, Anne Hathaway vestiu preto em seu quarto para demonstrar solidariedade. E até Jennifer Lopez, que nem sequer está no país, gravou um vídeo direto de Porto Rico, avisando que usará preto durante toda a noite de domingo, porque “o movimento é global”. Mas não são só as mulheres que abraçaram a causa. O ator Ruffalo disse estar vestindo preto para “apoiar muitas mulheres realmente maravilhosas e corajosas que pedem justiça no local de trabalho, impedindo o assédio sexual e o assédio em geral”. “Vamos acabar com o assédio sexual”, completou. E Justin Timberlake combinou usar preto com a esposa Jessica Biel. Veja abaixo alguns dos vídeos, fotos e mensagens do movimento. #timesup Uma publicação compartilhada por Natalie Portman (@nportmanofficial) em 7 de Jan, 2018 às 2:11 PST Hey guys you can join the @timesupnow movement too! Tomorrow just wear black and post your photo, video, story and tag #TIMESUP to say TIMESUP on the imbalance of power in the workplace! Donate to the legal fund today!! Link in bio! Uma publicação compartilhada por Eva Longoria Baston (@evalongoria) em 6 de Jan, 2018 às 2:39 PST HEY! We at @TIMESUPNOW are asking that wherever you are, whoever you are, please join us and wear black in solidarity TOMORROW. Share your stories and pics using the hashtags #TIMESUP and #WHYWEWEARBLACK. For more info check link in bio ? Uma publicação compartilhada por Kerry Washington (@kerrywashington) em 6 de Jan, 2018 às 5:16 PST WE STAND WITH YOU ~ the women across the globe who have suffered discrimination and abuse because of the imbalance of power. swipe to watch full video. post pics and videos wearing black tomorrow with the hashtags #TimesUp and #WhyWeWearBlack, and tell us why you wear black and we’ll share! @timesupnow @reesewitherspoon @brielarson @kerrywashington @tessamaethompson @traceeellisross Uma publicação compartilhada por Rashida Jones (@rashidajones) em 6 de Jan, 2018 às 10:37 PST Today I wear black because I won’t be silenced and I want to send a very clear message about how I feel ———— It has taken me a long time to realize I don’t have to accept being treated differently or taken advantage of because I’m a woman in my position. It occurred to me that I am still allowing it to happen because I’ve always accepted it and have become so accustomed to it, that I often don’t even realize it’s happening. This is happening to women and minorities everywhere right now and I’m not going to accept it anymore. We will ALL be treated WITH THE RESPECT WE HAVE EARNED. #TIMESUP Uma publicação compartilhada por R E E D MORANO, A.S.C. (@reedmorano) em 7 de Jan, 2018 às 11:30 PST #WhyWeWearBlack #TIMESUP #MeToo @timesupnow #GoTeam #TaranaBurke #MiraSorvino #CoreyFeldman #lupitanyongo timesupnow.com Times Up legal Legal Defense Fund money raised will provide subsidized legal support for people (men, women, disabled persons, LGBTQIA) who have experienced sexual harassment, assault or abuse in the workplace. Uma publicação compartilhada por rosariodawson (@rosariodawson) em 5 de Jan, 2018 às 2:56 PST Live from Puerto Rico ?? #timesup #unitedwestand #allblackeverything #equality @arod @goldenglobes Uma publicação compartilhada por Jennifer Lopez (@jlo) em 7 de Jan, 2018 às 9:57 PST Today, we invite people across the globe to come together and wear black, speak out over social media and donate whatever they can to the TIME'S UP Legal Defense Fund. Post your pics, videos, stories with the hashtag #TIMESUP and #WHYWEWEARBLACK Show your solidarity with people of all industries and say #TIMESUp for the imbalance of power! ✊??? Uma publicação compartilhada por Eva Longoria Baston (@evalongoria) em 7 de Jan, 2018 às 9:42 PST @timesupnow Uma publicação compartilhada por Natalie Portman (@nportmanofficial) em 7 de Jan, 2018 às 10:40 PST In Solidarity from my sick bed. #TIMESUP #WHYWEWEARBLACK #GoldenGlobes Uma publicação compartilhada por Anne Hathaway (@annehathaway) em 7 de Jan, 2018 às 3:13 PST Wearing black today in solidarity with the men and women asking for respect and equality across industry lines. Let's bring a stop to sexual harassment in the workplace. Join us in wearing black and saying #TimesUp. #WhyWeWearBlack Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) em 7 de Jan, 2018 às 6:23 PST repost from @edgarramirez25 ??#TIMESUP on abuse, harassment, and assault. #TIMESUP on oppression and marginalization. #TIMESUP on misrepresentation and underrepresentation. Sign the solidarity letter and please donate to the @TIMESUPNOW Legal Defense Fund: Link in bio. [photo by @brielarson ] • ?? Se le acabó el tiempo al abuso, al acoso y a la agresión. Se le acabó el tiempo a la opresión y a la marginación. Se le acabó el tiempo a la tergiversación e infrarepresentación . Firma la carta de solidaridad y por favor dona al @TIMESUPNOW Legal Defense Fund: Enlace en biografía. [foto de @brielarson ] Uma publicação compartilhada por Jessica Chastain (@jessicachastain) em 6 de Jan, 2018 às 6:38 PST Jessica Chastain speaking about #TIMESUP #GoldenGlobes pic.twitter.com/6oVP7uRF3N — best of jessica chastain (@bestofchastains) January 7, 2018 I wear black a lot, but today it will remind me of all the voices that have been silenced. The testimonies brushed aside. And now, the downfall of predators and the survivors who are taking the power back. Abusers beware. #TIMESUP pic.twitter.com/fjVw7v3ShS — Shannon Purser (@shannonpurser) January 7, 2018 Here we come!! And DAMN, my wife is hot! #TIMESUP  #whywewearblack pic.twitter.com/q0XWH6XR68 — Justin Timberlake (@jtimberlake) January 7, 2018 I never knew what was right or wrong growing up..I didn't know the person sneaking into my bed room at night was a bad person. #timesup pic.twitter.com/PD6PY7LgcX — bella thorne (@bellathorne) January 7, 2018 Tonight I am wearing black… for every woman or man who has dealt with or is dealing with harassment of any kind! #timesup #whywewearblack ??? pic.twitter.com/HAoUL5dgGB — Hilary Duff (@HilaryDuff) January 7, 2018 #whywewearblack today? ?So we can rejoice and behold a rainbow tomorrow. ?Join the #TIMESUP initiative to eradicate this present darkness of abuse, harassment, marginalization, and underrepresentation in every work place.https://t.co/X8UZCWGiRp pic.twitter.com/VcKMf2Wv3e — Vera Farmiga (@VeraFarmiga) January 7, 2018 I am PROUD to wear my BLACK & be a part of this movement . Today I stand boldly w/ my sisters & everyone fighting for equity & parity across all industries . I want safety for every worker in every occupation . I want inclusion of all women & marginalized people . NOW. #TIMESUP pic.twitter.com/vm2Ah2Zmgk — Janelle Monáe, Cindi (@JanelleMonae) January 7, 2018 “Me and my date @SaruJayaraman and my wife Ann Perkins (@iamrashidajones)! Army of Queens coming for ya!” – #AmyPoehler ? #GoldenGlobes #TIMESUP pic.twitter.com/cPjgerhcX5 — AmyPoehlerSmartGirls (@smrtgrls) January 7, 2018 Join us as we stand in solidarity. ❤️? #TIMESUP pic.twitter.com/y6dSaoOLEY — Reese Witherspoon (@RWitherspoon) January 7, 2018 Join us Sunday and wear black! Post pictures! Tag us! We will be amplifying! Don't forget to use the hashtag #WhyWeWearBlack Love you : @RWitherspoon @iamrashidajones @kerrywashington @TessaThompson_x @TraceeEllisRoss #TimesUp pic.twitter.com/TcbD5ZGEKu — Brie Larson (@brielarson) January 7, 2018

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    Globo de Ouro 2018 abre fase televisiva da temporada de premiações

    7 de janeiro de 2018 /

    O Globo de Ouro 2018 abre a temporada televisiva das premiações de cinema e TV na noite deste domingo (7/1). Primeiro grande evento de Hollywood a ser exibido na TV neste ano, acontece em Los Angeles, no coração da indústria do entretenimento americano, sob a sombra das denúncias de assédio sexual que acabaram com as carreiras de muitos poderosos, como Harvey Weistein, Kevin Spacey e Louis C.K.. Por conta disso, muitas estrelas planejam desfilar em seu tapete vermelho trajando preto. A decisão é um protesto contra o abuso dos predadores de Hollywood, que uniu atrizes, roteiristas, diretoras e produtoras em torno do projeto Time’s Up, lançado no feriado de ano novo, para prestar assessoria jurídica a pessoas de baixo poder aquisitivo assediadas em seus locais de trabalho. “Estamos felizes que as mulheres tenham encontrado sua voz e estejam empoderadas para falar”, disse a indiana Meher Tatna, presidente da HFPA, Associação dos Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, responsável pelo Globo de Ouro. “A HFPA é um grupo de jornalistas, dos quais 60% são mulheres, e nós apoiamos e abraçamos a liberdade de expressão. Mas não acho que isso vá influenciar no clima festivo. Ainda é a celebração do nosso 75º aniversário e do melhor do cinema e da TV”. O evento realmente é mais conhecido por sua festa que sua importância. Afinal, não dá para levar a sério uma premiação capaz de eleger “Corra!” como a Melhor Comédia do ano – depois de já ter feito esta façanha com “Perdido em Marte”. O segredo para se mostrar divertido é simples: trata-se da única cerimônia de premiação que dispõe os convidados em mesas de jantar, com direito a muita bebida alcoólica. Seth Myers, encarregado de apresentar a cerimônia, terá a difícil missão de conduzir o evento entre os temas polêmicos – Trump ainda é presidente dos Estados Unidos, é sempre bom lembrar – sem perder de vista o clima de festa. Pouco importa quem vai vencer o Globo de Ouro, já que a premiação reflete os gostos de um grupo exótico – os jornalistas estrangeiros que trabalham em Hollywood – e que adora receber presentinhos da indústria para votar. Mas a lista dos indicados pode ser conferida aqui. O tapete vermelho do evento começa a ser exibido às 21h, pelo canal pago E!, acompanhando a chegada dos famosos. Uma hora depois, às 22h, a TNT começa sua transmissão, ainda durante a recepção das estrelas, comandada no Brasil por Carol Ribeiro e Hugo Gloss. A premiação propriamente dita será transmitida a partir das 23h na TNT e deve seguir madrugada a dentro.

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    Mais mulheres acusam o diretor de Crash de assédio e estupro

    5 de janeiro de 2018 /

    O diretor e roteirista Paul Haggis, de “Crash: No limite” (2004), filme vencedor de três Oscars (Melhor Filme, Roteiro e Edição), voltou a ser acusado por conduta sexualmente inadequada nesta sexta-feira (5/1). Haggis já tinha sido alvo, no mês passado, de um processo judicial de uma mulher que o acusa de estupro. Agora, outras três mulheres apresentaram acusações, de acordo com reportagem da agência Associated Press. O advogado do diretor rabateu as acusações, dizendo que “ele não estuprou ninguém”. A assessora de imprensa Haleigh Breest acusou Haggis em dezembro por “um caso chocante e atroz de estupro e agressão sexual” que ocorreu em 2013. “O prejuízo emocional e psicológico com o ataque não pode ser exagerado: foi profundo e duradouro”, diz a ação apresentada na justiça. Em resposta, Haggis alegou que o processo era “extorsão”, uma tentativa de obter dele US$ 9 milhões. Mas agora surgiram três novas acusadores, que se recusaram a ser identificadas com medo de retaliação. Um era uma assessora de imprensa de 28 anos que trabalhou com o diretor em um programa de televisão em 1996. Ela afirma que Haggis a forçou a fazer sexo oral com ele antes de estuprá-la. Na época, não foi à polícia porque ninguém acreditaria nela e o diretor acabaria com sua carreira. “O poder, a raiva, os recursos financeiros, você sente que não dá para enfrentar isso”, disse ela. A segunda mulher alegou ter encontrado Haggis ao oferecer-lhe uma idéia de programa de TV em seu escritório. Ela afirma que Haggis disse que tinha um acordo em seu casamento que lhe permitia dormir com outras mulheres antes de tentar beijá-la. “Eu senti como se minha vida tivesse acabado”, disse a acusadora, que conseguiu escapar, mas foi seguida. A última mulher também afirmou que o diretor a beijou à força em 2015, antes de segui-la até um táxi. Cientologista que depois se voltou contra a seita, Paul Haggis foi alçado à fama com “Crash” e depois assinou roteiros de filmes de sucesso como “Menina de Ouro” (2004), “007 – Cassino Royale” (2006) e “007 – Quantum of solace” (2008). As acusações trazem à tona uma ironia histórica. “Crash” é considerado o mais fraco vencedor do Oscar deste século. O favorito era “O Segredo de Brokeback Montain”. Mas este filme, que rendeu o Oscar de Melhor Direção para Ang Lee, enfrentou grande preconceito da velha guarda de Hollywood. O já falecido ator Tony Curtis deu uma entrevista famosa falando que não tinha visto e não tinha intenção de vê-lo para votar no Oscar. E que outros membros da Academia também pensavam assim. O fato de ser um romance gay incomodou. Assim, o filme do homem agora acusado de ser estuprador acabou vencendo o Oscar, com apoio dos defensores da moral e dos bons costumes.

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    Trailer do terror Slender Man ganha versões dublada e legendada em português

    4 de janeiro de 2018 /

    O trailer do terror “Slender Man” ganhou versão legendada e dublada em português. Além de apresentar as cenas obscuras da produção, o vídeo também confirma o nome que o filme recebeu no Brasil. É “Slender Man: Pesadelo Sem Rosto”, dando sequência à tendência dos subtítulos, responsáveis por títulos gigantescos. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade quando duas crianças de 12 anos esfaquearam 19 vezes uma terceira e tentaram culpar a criatura. Por sinal, o pai de uma das meninas está acusando a Sony de explorar a tragédia para seu filme, que tem direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke (do aclamado suspense francês “Elle”). O elenco inclui Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Joey King (“7 Desejos”), Julia Goldani Telles (série “The Affair”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”) e Kevin Chapman (série “Sneaky Pete”). A estreia está marcada para 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Nova animação da Pixar enfrenta título ruim, boicote e Jumanji nas estreias da semana

    4 de janeiro de 2018 /

    O ano começa com estreias simultâneas de dois blockbusters voltados ao público infantil. Mas um deles não estará disponível em algumas redes. A nova animação da Pixar enfrenta boicote de parte do parque exibidor, num protesto contra a política de preços da Disney, que exige um aumento de 2% em seus repasses. Assim, o desenho estará presente em 650 salas, bem menos que “Carros 3”, o lançamento anterior da Disney-Pixar, que ocupou mais de mil telas. A distribuição é menor, inclusive, que a do outro título infantil da semana, disponível em 950 salas. Por coincidência, o circuito limitado também terá apenas dois lançamentos: dois títulos europeus excelentes e premiados, ambos selecionados para representar seus países no Oscar 2018. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de cada estreia. “Viva – A Vida É uma Festa” está tendo, na verdade, uma vida pouco festiva no Brasil. Seus problemas também incluem uma mudança de título. Nos outros países do mundo, a animação se chama “Coco”, mas aqui acharam que pareceria “cocô”. Claro que ninguém faz esta confusão quando toma água de coco na praia, mas o Brasil é aquele país estranho em que os filmes são lançados com o subtítulo “O Filme” para o público não se confundir e achar que vai ler um livro no cinema. Não apenas isso: na dublagem brasileira, uma personagem importante deixa de se chamar Mamãe Coco — diminutivo de Socorro — para transformar-se em Lupita. Nenhum outro personagem mudou de nome em relação à versão original. A propósito, em Portugal, acharam que o público era mais inteligente e mantiveram “Coco”. Peculiaridades de um estúdio infantil. A animação ainda sofre com um lançamento nacional tardio, após ter se consagrado no mundo inteiro, com recordes de arrecadação no México e na China, e três semanas na liderança das bilheterias dos Estados Unidos. Além disso, tirou nota A+ no CinemaScore, que registra a média da opinião do público americano, em sua estreia doméstica em novembro passado. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta nota máxima, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica americana também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). “Jumanji: Bem-vindo à Selva” reinventa a franquia iniciada em 1995 com o ator Robin Williams. Além de o tabuleiro mágico ter virado um videogame, os protagonistas são sugados para dentro do jogo e mudam de aparência, transformando-se em Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), que precisarão enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 23 anos. Além dessas mudanças todas, o novo “Jumanji”, com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), é mais comédia que aventura, daquelas em que o elenco abusa das caretas. Mesmo assim, tem 77% no Rotten Tomatoes. Já os dois títulos do circuito limitado são “The Square – A Arte da Discórdia” e “120 Batimentos por Minuto”, candidatos respectivamente da Suécia e da França a uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar. Infelizmente, o longa francês já ficou pelo caminho, o que rendeu protestos do diretor de “Moonlight”, vencedor do Oscar 2017. Por coincidência, ambos tiveram première mundial no Festival de Cannes do ano passado. “120 Batimentos por Minuto” venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio da Crítica, enquanto “The Square” faturou simplesmente a Palma de Ouro. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa francês aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). A direção é de Robin Campillo, autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”. Trata-se do filme mais elogiado da França em 2017, com impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e diversos prêmios. Além das conquistas de Cannes, também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu da categoria no Spirit Awards. “The Square”, por sua vez, foi considerado o Melhor Filme Europeu de 2017. Além de vencer o troféu principal da Academia Europeia, faturou mais cinco prêmios do European Film Awards, inclusive Direção e Roteiro, recebidos pelo cineasta Ruben Östlund – que já tinha causado boa impressão com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar do Festival de Cannes há três anos. Em tom de humor negro, a comédia sueca acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, que a partir de um pequeno incidente desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, também embute uma crítica social, ao fazer um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. Além do dinamarquês Claes Bang (da série “Bron/Broen”) no papel principal, o longa inclui em seu elenco a atriz americana Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), o inglês Dominic West (série “The Affair”) e o dublê americano Terry Notary (o King Kong de “Kong: A Ilha da Caveira”), que mostra como se interpreta um macaco sem os efeitos que normalmente acompanham seu desempenho na franquia “Planeta dos Macacos” (onde vive o macaco Rocket). Curiosamente, o filme não obteve a mesma unanimidade entre a crítica americana, ficando com 82% no Rotten Tomatoes.

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    Sony é acusada de explorar tragédia por pai de uma das meninas do caso real do Slender Man

    3 de janeiro de 2018 /

    A Sony Pictures está tentando ganhar dinheiro com uma tragédia ao produzir o filme “Slender Man”, acusa o pai de uma das duas garotas de Wisconsin que tentaram matar uma colega de classe para agradar ao bicho-papão fictício. Bill Weier, pai de Anissa Weier, disse à Associated Press na quarta-feira (3/1) que espera que os cinemas de sua cidade não mostrem o filme quando for lançado em maio. “É absurdo que eles desejem fazer um filme como este”, disse Weier. “É popularizar uma tragédia. Não estou surpreso, mas na minha opinião é extremamente desagradável. Tudo o que estão fazendo é ampliar a dor que as três famílias passaram”. O estúdio não respondeu à polêmica. Anissa Weier e Morgan Geyser atraíram a colega de classe Payton Leutner em 2014 para um parque arborizado em Waukesha, um bairro de Milwaukee. Lá, Geyser esfaqueou Leutner 19 vezes, sem acertar seu coração, enquanto Weier a encorajava. Leutner ainda conseguiu rastejar para fora da floresta onde um ciclista a encontrou. Ela sobreviveu ao ataque. Weier e Geyser disseram à polícia que elas tinham que matar Leutner para provar ao Slender Man que eram dignas de ser suas servas, bem como para proteger suas famílias contra ele. Todas as três meninas tinham 12 anos no momento do ataque. Geyser, agora com 15 anos, se declarou culpada de tentar homicídio intencional em primeiro grau, em um acordo com promotores, que pediram que ela passe pelo menos 40 anos em um hospital psiquiátrico. Weier, agora com 16 anos, foi condenada a 25 anos em uma instituição psiquiátrica no mês passado, depois de se declarar culpada por tentativa de homicídio intencional de segundo grau. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade após o ataque das crianças em Milwaukee. Depois da história ir parar na mídia, a criatura foi citada como inspiração de outros crimes. Dias após o esfaqueamento de Payton Leutner, uma garota de 13 anos no condado de Hamilton, Ohio, atacou sua mãe com uma faca. A mãe disse à TV que achava que a menina estava obcecada com o Slender Man. Em setembro dequele mesmo ano, uma garota de 14 anos em Port Richey, na Flórida, incendiou sua casa. Os policiais disseram que ela começou o fogo depois de ler sobre o Slender Man. A produção da Sony é o primeiro filme do personagem, com direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven. O estúdio lançou o primeiro trailer na quarta-feira. Não está claro por suas imagens se o filme aborda o caso das meninas, mas uma cena mostra uma parede coberta com desenhos de Slender Man que se assemelham aos esboços que Geyser desenhou. Outras cenas mostram o Slender Man perseguindo uma menina na floresta.

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    Quatro atrizes processam ator da minissérie Alias Grace por assédio

    3 de janeiro de 2018 /

    Quatro atrizes abriram ações judiciais separadas contra o ator e diretor canadense Albert Schultz, alegando que ele as agrediu e perseguiu sexualmente como diretor artístico da companhia teatral Soulpepper em Toronto. Os atrizes são Kristin Booth (série “Orphan Black”), Diana Bentley (série “Frontier”), Hannah Miller (vista em “Saving Hope”) e Patricia Fagan (série “Murdoch Mysteries”). As quatro afirmam que Schultz as assediou em 30 incidentes separados durante um período de 13 anos, enquanto elas se apresentavam no palco e em ensaios para o Soulpepper. O ator é mais conhecido por estrelar a série canadense “Street Legal”, durante os anos 1990. Um de seus trabalhos mais recentes é a minissérie “Alias ​​Grace”, disponível na Netflix, que lida justamente com abuso e opressão sexual. Ele também é produtor executivo da série de comédia “Kim’s Convenience”, do canal canadense CBC, baseada numa peça da companhia Soulpepper. O conselho de administração da Soulpepper disse em comunicado que o grupo de teatro iniciou uma “investigação imediata” e pediu que Schultz se afastasse do cargo de diretor artístico. A diretora executiva da Soulpepper, Leslie Lester, que é casada com Schultz, também entrou em “licença voluntária” enquanto a investigação for conduzida. “Como organização responsável, a prioridade da Soulpepper é criar um local de trabalho onde todos os seus funcionários se sintam seguros. Por isso, todas as alegações de assédio são muito aflitivas”, afirmou o conselho da empresa em sua declaração. Alexi Wood, advogada das quatro atrizes, emitiu a sua própria declaração na quarta-feira (3/1), na qual acusa Schultz de “abusar do seu poder há anos”. “Os meus clientes pretendem levá-lo e a Soulpepper Theatre Company à justiça como responsáveis”, diz a advogada. “As atrizes afirmam que, enquanto eles estavam sob contrato com Soulpepper, eles foram agredidos sexualmente e assediados pelo seu diretor artístico, o Sr. Schultz, e que Soulpepper não fez nada para protegê-los”. A revista The Hollywood Reporter teve acesso aos processos, em que há descrições dos assédios, como “abraços, beijos e toques indesejados”, além de humilhações e a acusação de que Schultz seria um “predador sexual serial”.

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    Criador de Community e Rick and Morty é acusado e assume má conduta com ex-funcionária

    3 de janeiro de 2018 /

    O criador das séries “Community” e “Rick and Morty”, Dan Harmon, foi acusado de assédio e pediu desculpas a uma ex-produtora com quem trabalhou. Na terça-feira (2/1), Megan Ganz, que integrou a equipe de “Community”, respondeu a um tuite de resolução de Ano Novo de Harmon, em que o showrunner escreveu: “Este foi realmente o Ano dos C*zões. Eu mesmo incluído”. Ganz respondeu: “Pode ser mais específico: a redenção pede um discurso oficial”. Em outubro, Ganz denunciou que um “ex-agressor” criticara Harvey Weinstein em meio às alegações de má conduta sexual. “Ei, cara. Uma vez eu disse que não me sentia confortável trabalhando em sua casa, só nós dois, e você disse: “Relax, Ganz. Não vou te estuprar”, escreveu ela. “Talvez os homens precisem de sua própria versão do #MeToo, onde eles reconhecem momentos em que cruzaram a fronteira do que é aceitável e identifiquem maneiras de melhorar”. Harmon então iniciou uma longa conversa pública com Ganz, no qual ele se assumiu “profundamente arrependido” por sua má conduta enquanto os dois trabalharam juntos. “Eu não queria adicionar narcisismo a uma injúria, nomeando você sem permissão, mas eu falei no meu podcast sobre as fronteiras que cruzei. Vou falar mais sobre isso na forma com que você considerar mais justa. Desculpe profundamente.” Ele continuou: “Tenho um arrependimento e muitas lembranças nebulosas sobre abusar da minha posição, tratando você como lixo” e disse que “sentiria muito alívio” se Ganz pudesse lhe dizer que “há uma maneira para consertar isso.” Ela respondeu que também queria que suas memórias estivessem nubladas e que houvesse uma maneira de consertar a situação. “Levei anos para acreditar em meus talentos novamente, para confiar em um chefe quando ele me elogiou e não me encolher assustada quando ele pediu meu número. Tive medo de ficar entusiasmada, sabendo que isso poderia virar-se contra mim mais tarde”. Harmon respondeu dizendo que ele manteve um “muro” entre ele e os colegas de trabalho por causa de sua conduta passada com Ganz. No final da conversa, Ganz refletiu sobre como Harmon poderia melhor seu comportamento. “É bom reconhecer a dinâmica do poder, mas também é bom reconhecer que você não é diferente daqueles que você emprega. Você não é um rei em uma colina, nem uma fera em um labirinto. O isolamento nem sempre é o melhor. Empatia. A empatia permite o crescimento”, escreveu ela.

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