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  • Série

    Cartas com ameaças de morte contra ator de Empire foram enviadas à Fox

    29 de janeiro de 2019 /

    O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou Jussie Smollett, astro da série “Empire”, deve ser considerado oficialmente crime de ódio após a descoberta de ameaças anônimas de morte contra o ator, enviadas na semana passada pelo correio para a afiliada da Fox em Chicago Os sites That Grape Juice e TMZ fotografaram uma das mensagens, composta por letras cortadas de revistas, que diz simplesmente: “Você vai morrer preto viado”. Veja abaixo. O envelope, escrito em tinta vermelha, ainda contém a expressão MAGA, abreviatura de “Make America Great Again”, slogan da campanha de Donald Trump, que foi gritado pelos agressores do ator. Jussie Smollett foi atacado ao sair de um restaurante, sofrendo agressões, enforcamento e ainda teve uma substância jogada contra seu corpo. Os criminosos são dois homens que, durante a violência, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. Ele se encontra em tratamento em um hospital da cidade, onde “Empire” é gravada. Na série da Fox, Smollett interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público. Ao ser considerado crime ódio, a investigação do caso deve passar para a jurisdição do FBI, a polícia federal americana. A rede CNN tentou obter uma declaração oficial do FBI sobre o status em que se encontrava o caso, mas a resposta foi “sem comentários”.

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  • Série

    Fox e criadores de Empire condenam ataque que deixou ator da série no hospital

    29 de janeiro de 2019 /

    O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou o ator Jussie Smollett, astro da série “Empire”, teve grande repercussão em Hollywood. Ele foi agredido, enforcado e teve uma substância jogada contra seu corpo ao sair de um restaurante de Chicago. Os criminosos são dois homens que, durante o ataque, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. O roteirista Danny Strong, cocriador de “Empire”, foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais. “Estou profundamente horrorizado e entristecido com os ataques racistas e homofóbicos contra o Jussie Smollett. Ele é uma alma gentil e profundamente talentosa que eu respeito com todo o meu coração. O terror do racismo e da homofobia não tem lugar na nossa sociedade”, ele postou no Twitter. O outro criador da série, o cineasta Lee Daniels postou um poderoso e comovente vídeo no Instagram, expressando seu amor por Smollett e sua ira com os homens que o colocaram no hospital. “É apenas mais um dia fudid* na América”, ele conclui, no final de sua mensagem bruta e forte. “Demorei um minuto para vir à mídia social refletir sobre isso porque, Jussie, você é meu filho. Você não merecia, nem ninguém merece, ter um laço colocado em volta do seu pescoço, ter água sanitária jogada em cima de você, ouvir que tem que morrer porque é um negro viado, ou que quer que eles tenham dito a você. Você é melhor que isso. Nós somos melhores que isso. A América é melhor que isso. Começa em casa. Nós temos que amar uns aos outros, independentemente da orientação sexual que temos. Porque isso mostra que estamos juntos em uma frente unida, e nenhum fetiche racista pode levar alguém a fazer as coisas que eles fizeram com você. Mantenha sua cabeça erguida, Jussie. Estou contigo. Eu estarei aí em um minuto, porque é apenas mais um dia fudid* na América”, Daniels desabafou, a caminho do hospital. Veja a íntegra do vídeo abaixo. A própria rede Fox se posicionou indignada, em comunicado emitido aos meios de comunicação. “Estamos profundamente entristecidos e indignados ao saber que um membro da nossa família ‘Empire’, Jussie Smollett, foi violentamente atacado ontem à noite. Enviamos nosso amor a Jussie, que é resiliente e forte, e trabalharemos com as forças da lei para levar esses responsáveis ​​à justiça. Todo o estúdio, rede e equipe de produção estão unidos contra o ato desprezível de violência e ódio – especialmente contra um dos nossos próprios integrantes”, diz a declaração da 20th Century Fox Television e da Fox Entertainment. A série é gravada em Chicago, onde aconteceu o ataque. Visualizar esta foto no Instagram. We got this @jussiesmollett ????? Uma publicação compartilhada por Lee Daniels (@theoriginalbigdaddy) em 29 de Jan, 2019 às 10:55 PST …whoever did this, do not forget that you are nothing but hate filled cowards while Jussie’s talent and activism will continue to shine a bright light on to the world for decades to come. — Danny Strong (@Dannystrong) January 29, 2019

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  • Etc

    Ator da série Empire diz ter sido espancado e enforcado em crime de ódio nos Estados Unidos

    29 de janeiro de 2019 /

    O ator da série “Empire” Jussie Smollett teria sido atacado na madrugada desta terça-feira (29/1) em Chicago, num ato de violência que a polícia está chamando de crime de ódio. O ator de 36 anos estava saindo de um restaurante quando dois homens teriam começado a gritar insultos racistas e homofóbicos contra ele. Em seguida, os criminosos atacaram Smollett, socando-o antes de derramar uma substância química desconhecida sobre ele, segundo a polícia. Durante o ataque, um dos suspeitos ainda enrolou uma corda no pescoço de Smollett para enforcá-lo, como a Ku Klux Klan costumava fazer durante o período em que assassinava negros com impunidade. “Dada a gravidade das alegações, estamos levando essa investigação muito a sério e tratando-a como um possível crime de ódio”, disse a polícia de Chicago em comunicado. Smollett encontra-se hospitalizado por seus ferimentos. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.

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  • Filme

    Documentário sobre acusações de abuso contra Michael Jackson é aplaudido em pé em Sundance

    26 de janeiro de 2019 /

    O diretor e os acusadores de Michael Jackson no polêmico documentário “Leaving Neverland”, que relata com riqueza de detalhes o histórico de abusos de menores do cantor, foram aplaudidos de pé no Festival de Sundance, após a première do longa na sexta-feira (25/1), segundo relatos da imprensa americana. Conforme explica a sinopse, o filme conta como “no auge do seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos. Agora com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados sexualmente por Jackson e como eles chegaram a um acordo anos depois”. Dirigido por Dan Reed, “Leaving Neverland” se concentra nos depoimentos de Wade Robson, James Safechuck e de suas famílias. O australiano Wade Robson conheceu Michael Jackson nos bastidores de um show em seu país como prêmio de um concurso em um shopping em que ele imitava o rei do pop. Ele foi convidado a ir ao hotel de Michael após o show e viajar com sua família para os Estados Unidos, hospedando-se no rancho de Neverland. Foi aí que Robson ficou sozinho pela primeira vez com Michael. Em um dos trechos do filme, ele descreve quartos secretos do rancho, onde os abusos ocorriam e que ele chegou a encenar uma cerimônia de casamento em um desses aposentos com o rei do pop. Robson se tornou um importante coreógrafo, tendo trabalhado com N’Sync e Brtiney Spears, e diz que ficou em silêncio esses anos todos porque temia pela sua carreira. Já James Safechuck conheceu Michael Jackson após gravar um comercial para a Pepsi junto com o cantor. Os dois ficaram amigos e Michael também o convidou a ir para Neverland. Os dois depoimentos revelam que o cantor os fazia acreditar que eles não podiam confiar nos próprios pais e nem nas mulheres. Enquanto o filme chocava o público de Sundance, fãs de Michael Jackson organizaram um protesto diante do cinema em que ele foi exibido, na cidade de Park City. As reclamações ecoavam comentários dos herdeiros de Jackson, que acusam os rapazes de “mentirosos” e criticam o filme por mostrar apenas um lado. Eles alegam que rei do pop, que morreu em 2009, foi inocentado ainda em vida pela Justiça americana. Embora Jackson tenha ido a julgamento por acusação de abuso de outro menor, apenas agora relatos detalhados do que teria acontecido quando ele convidava crianças a dormir em Neverland vieram à tona, no filme de quatro horas dirigido por Dan Reed. “Leaving Neverland” ainda não tem previsão de estreia comercial.

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  • Série

    Doctor Who começa a gravar sua 12ª temporada

    26 de janeiro de 2019 /

    As estrelas se alinharam e a produção da série a href=”https://pipocamoderna.com.br/tag/doctor-who”>”Doctor Who” entrou em ritmo normal. O perfil oficial da atração da BBC divulgou uma foto do elenco para revelar que as gravações da 12ª temporada já começaram. Anteriormente, a BBC tinha afirmado que a produção de 12ª temporada teria um hiato maior que o costume, levando mais de um ano para ser exibida. A 11ª temporada chegou ao fim em dezembro e um especial de Ano Novo foi exibido no dia 31. Mas, depois disso, os fãs teriam que aguardar até janeiro de 2020 pelos próximos capítulos. Rumores sugeriam uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos episódios produzidos por Chibnall. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner a considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. E isto teria ameaçado, inclusive, a continuação de Jodie Whittaker como protagonista. Whitaker trabalhou com Chibnall na série “Broadchuch” e foi a escolha do produtor para virar a primeira mulher a estrelar “Doctor Who”. O trabalho dos dois na 11ª temporada registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. Um meio termo deve ter sido atingido para um retorno tão rápido às gravações. Mas não será surpresa se a série retornar para uma temporada abreviada, de apenas cinco episódios. Ou, tratando a situação com o eufemismo da midseason, com a segunda parte (mais cinco episódios) da temporada encaminhada para 2020. Após o anúncio do final das operações da plataforma Crackle na América Latina, os novos episódios não tem exibição prevista para o Brasil. Visualizar esta foto no Instagram. #DoctorWho is back in production! ? ? Uma publicação compartilhada por Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) em 23 de Jan, 2019 às 12:00 PST

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  • Filme,  Música

    Guitarrista do Queen se desculpa por defender diretor de Bohemian Rhapsody de acusações de assédio

    25 de janeiro de 2019 /

    O músico Brian May, guitarrista do Queen, retratou-se de um post em que pareceu defender Bryan Singer, que dirigiu o premiado filme “Bohemian Rhapsody” e hoje enfrenta acusações de abuso sexual de menores. Após o comentário gerar controvérsia nas redes sociais, May decidiu pedir desculpas pela sua declaração. Tudo começou na terça (22/1), quando o guitarrista respondeu à sugestão de uma fã para que parasse de seguir Singer nas redes sociais. “Bri, você precisa deixar de seguir Byan Singer depois de tudo o que ele fez. Obrigada”, disse a seguidora. A resposta do músico foi: “Você tem de cuidar da sua vida e parar de me falar o que fazer. E precisa aprender sobre respeito e o fato de que um homem ou mulher são inocentes até que se prove o contrário.” Virou uma bola de neve, que fez o guitarrista precisar se retratar. “Estou mortificado de descobrir o efeito que minhas palavras produziram”, afirmou May no Instagram, na noite de quinta-feira (24/1), que então pediu desculpas “a qualquer um a quem sem querer ofendi”. “Me desculpo pela resposta”, continuou. “Ela foi resultado da minha percepção de que alguém estava me dando ordens sobre o que fazer. Na verdade, você estava tentando me proteger. Eu não tinha ideia de que dizer que alguém é inocente até que se prove o contrário poderia ser interpretado como uma defesa a Bryan Singer. Não foi minha intenção.” May deixou de seguir Singer nas redes sociais depois do caso desta semana. O diretor foi quem iniciou o projeto de “Bohemian Rhapsody”, mas foi demitido pela Fox e substituído por Dexter Fletcher (do vindouro “Rocketman”, cinebiografia de Elton John) após sumir durante as filmagens. O diretor nega as acusações publicadas nesta semana pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Visualizar esta foto no Instagram. Dear Folks – I was shocked and saddened to realise what I had done by my hasty and inconsiderate IG reply to this lady yesterday. I’ve posted an apology to her in the ‘reply’ box, but it seems to have disappeared – so I’m going to try to repeat it here, to be clear. ———- Dear Sue, I’m so sorry that I responded to your post so snappily and inconsiderately. My response was a result of my perception that someone was telling me what to do. I now realise that I was completely wrong in thinking that. You were actually just trying to protect me, for which I thank you. I am mortified to discover the effect my words produced. I had no idea that saying someone was innocent until proven guilty could be interpreted as “defending“ Bryan Singer. I had absolutely no intention of doing that. I guess I must be naive, because also it had never occurred to me that ‘following’ a person on Instagram could be interpreted as approving of that person. The only reason I followed Bryan Singer was that we were working with him on a project. That situation came to an end when Mr Singer was removed during the shooting of the film, but I suppose unfollowing him never occurred to me as a necessity. Now, because of this misunderstanding, I have unfollowed. I’m so sorry. This must have caused you a lot of upset. I wish I could take the comment back, but all I can do is apologise, and hope that my apology will begin to make amends. Sadly, this is all very public, but since I snapped at you in public, it’s only fitting that I should apologise in public. I’m going to try to follow you so we can communicate privately if you want. With love – Bri. —— I should add that this is also a sincere apology to anyone else out there that I inadvertently offended. No such offence was intended and I will be more careful in future. Bri Uma publicação compartilhada por Brian Harold May (@brianmayforreal) em 24 de Jan, 2019 às 8:25 PST

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  • Filme

    Apesar das denúncias de assédio, Bryan Singer está garantido como diretor de Red Sonja

    25 de janeiro de 2019 /

    As novas acusações de assédio e abuso de menor feitas contra o diretor Bryan Singer (de “X-Men” e “Bohemian Rhapsody”) não deverão impedi-lo de dirigir o filme da guerreira dos quadrinhos “Red Sonja” para a Millennium Films. Quem confirmou sua contratação foi o produtor executivo Avi Lerner, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Eu continuo trabalhando em ‘Red Sonja’ e Bryan Singer está escalado no projeto”. “Os mais de US$ 800 milhões arrecadados por ‘Bohemian Rhapsody’ são uma prova de sua notável visão e perspicácia. Eu sei a diferença entre fake news e realidade, e estou muito confortável com a decisão. Nos Estados Unidos, as pessoas são inocentes até que se prove o contrário”, completou o produtor. A permanência de Singer no projeto é uma decisão rara no clima que reina atualmente em Hollywood, considerando os inúmeros atores, produtores e executivos que foram demitidos após acusações menos graves ou similares. Singer fechou um contrato milionário para dirigir “Red Sonja” e deverá receber em torno de US$ 10 milhões pelo trabalho. Ele se defendeu das acusações publicadas nesta semana pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Responsável pelo sucesso dos filmes dos “X-Men”, Singer pode agora iniciar uma nova franquia baseada em quadrinhos. O filme da “Red Sonja” se tornou prioridade da Millennium após o sucesso de “Mulher-Maravilha” nos cinemas. Apesar das aventuras da guerreira se passarem no mesmo universo hiboriano de Conan, a personagem não é uma criação literária de Robert E. Howard, o autor de Conan. Red Sonja foi criada pelo escritor e editor Roy Thomas, o substituto de Stan Lee na Marvel, como coadjuvante de uma história em quadrinhos de “Conan”, desenhada por Barry Windsor-Smith em 1973. Thomas se inspirou em diferentes personagens femininas de Howard – como a pirata Red Sonya de Rogatino – , mas sua criação é original e também teve grande contribuição do espanhol Esteban Maroto, que mais tarde desenhou o famoso biquíni de metal vestido pela heroína. Sua história pode ser resumida com o texto usado por Roy Thomas para introduzi-la nos anos 1970: “Cerca de 12 mil anos atrás, nos mesmos dias em que Conan da Ciméria caminhava sobre a Terra, surgiu Sonja, a Guerreira Hirkaniana de cabelos cor de fogo. Forçada a abandonar sua nação por ter assassinado um rei, ela fugiu para o leste… Onde tornou sua espada uma lenda e imortalizou seu nome em todos os reinos hiborianos”. Os leitores se apaixonaram e ela acabou promovida a protagonista de sua própria revista, que durou de 1975 a 1986. Neste período, Sonja também ganhou seu primeiro filme, “Guerreiros de Fogo” (Red Sonja) de 1985, vivida por Brigitte Nielsen. Uma personagem com o mesmo nome voltou aos quadrinhos em 2005, editada pela Dynamite Comics. Mas não é a mesma heroína e sim uma parente distante da Red Sonja original. O projeto de refilmar Red Sonja começou a tomar corpo por volta de 2008, quando o cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) escalou sua então namorada Rose McGowan (“Planeta Terror”) como a guerreira. Ilustrações da atriz no biquíni de bolinhas metálicas chegaram a ser divulgadas numa Comic-Con, mas o casal brigou e McGowan virou bruxa, literalmente, em “Conan, o Bárbaro” (2011). Rodriguez tentou manter o filme em pé, com Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) no papel principal. Mas a Millennium preferiu recomeçar do zero, contratando Simon West (“Lara Croft: Tomb Raider”) como diretor e Amber Heard (“3 Dias para Matar”) como Sonja. Os planos previam começar as filmagens logo após o lançamento de “Conan”, estrelado por Jason Momoa, mas não contavam com o fracasso daquele filme, que fulminou a produção. Uma ironia é que, anos depois, Amber Heard e Jason Momoa foram fazer par em “Liga da Justiça” e estourar juntos em “Aquaman”. Quem está escrevendo a nova versão do roteiro é Ashley Miller, de “Thor” e “X-Men: Primeira Classe”. Fontes ouvidas pelo THR justificaram a insistência da Millennium com Singer por considerarem que ele seja capaz de atrair os fãs dos “X-Men” para “Red Sonja”, apesar dos problemas que cercam o cineasta. Além das denúncias de abuso sexual de menores, o diretor sumiu durante as filmagens de “Bohemian Rhapsody” e foi demitido pela Fox.

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  • Filme

    Indicação ao Oscar de curta sobre assassinos de 10 anos de idade causa polêmica

    23 de janeiro de 2019 /

    A indicação de “Detainment” ao Oscar 2019 na categoria de Melhor Curta-Metragem está causando polêmica. O filme reproduz entrevistas da polícia feita com dois meninos de 10 anos condenados pelo assassinato de outra criança, de apenas dois anos de idade. O crime chocou tanto o Reino Unido em 1993, que acabou inspirando a redução da maioridade penal para 10 anos na região. E agora volta a virar notícia graças ao Oscar. A mãe de James Bulger, a vítima da atrocidade, se disse “enojada” com a indicação do filme, feito sem sua autorização. “Eu não consigo expressar como estou enojada e chocada por esse filme ter sido feito e agora indicado ao Oscar”, tuitou Denise Fergus, a mãe de James, após o anúncio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. “Uma coisa é fazer um filme como esse sem contatar ou pedir permissão à família de James e outra é ter uma criança encenando as últimas horas de vida dele, os momentos que antecederam o seu assassinato brutal, e fazer a mim e a minha família reviver tudo isso!”, criticou. O diretor irlandês Vincent Lambe, responsável pelo curta, divulgou um comunicado se desculpando por não ter avisado a Fergus sobre o filme e “por qualquer mal estar que o curta possa ter causado”. Segundo Lambe, o filme foi feito para tentar entender o que levou os dois garotos de 10 anos a cometer “um crime tão horrível”. “Porque eu acho que, se não entendermos a causa disso, é provável que algo parecido volte a ocorrer no futuro”, observou ele. Mas a briga de Denise Fergus com o diretor não começou nesta semana. Em entrevista ao programa de TV britânico “Loew Women”, da ITV, no mês passado, Fergus acusou Lambe de estar usando o caso para promover a carreira, conclamou que o filme fosse boicotado e pediu para que a Academia o tirasse da disputa do Oscar. “Eu quero muito tirar esse filme da lista (de indicados). Eu acho que ele (Lambe) não merece nenhum Oscar e que só está tentando promover sua carreira e se engrandecer usando o sofrimento de outra pessoa”, disse ela. “Eu estou pedindo que as pessoas boicotem (o curta-metragem) porque, em primeiro lugar, ele nem deveria ter sido feito, especialmente sem os pais de James terem sido consultados a respeito”, continuou. “Detainment” (Detenção, em tradução literal) conta os detalhes do crime, a partir dos depoimentos dados pelos assassinos à polícia. James estava em um shopping center em Bootle, perto de Liverpool, com a mãe, quando foi raptado em 12 de fevereiro de 1993. Câmeras de segurança mostraram quando Robert Thompson e Jon Venables, que na época tinham 10 anos, atraíram e levaram o menino. Logo depois, eles o espancaram até a morte com tijolos e uma barra de ferro e deixaram o corpo em uma linha de trem. James foi encontrado pela polícia dois dias depois. Os assassinos, por sua vez, foram identificados após o programa da BBC “Crimewatch” exibir a gravação em que apareciam levando a criança do shopping. Eles foram condenados em novembro do mesmo ano e cumpriram 8 anos de detenção em um reformatório, tornando-se os condenados por assassinato mais jovens da História na Inglaterra. Fergus pressionou vários anos por sentenças mais longas para os assassinos do filho, mas eles foram libertados em 2001, receberam novas identidades e desde então vivem anonimamente. Depois que a indicação ao Oscar foi confirmada, o presidente da Irlanda, Michael D. Higgins, usou o Twitter para parabenizar os indicados irlandeses, incluindo a equipe por trás do curta-metragem. A cerimônia de premiação do Oscar 2019 será realizada no dia 24 de fevereiro, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Denúncias de abuso sexual contra Bryan Singer foram recusadas por outra revista

    23 de janeiro de 2019 /

    As novas acusações de abuso de menor publicadas pela revista The Atlantic contra o diretor Bryan Singer são as mesmas que seriam publicadas na Esquire no ano passado, mas a revista acabou vetando seu conteúdo. Em outubro, Singer usou suas redes sociais para se defender a reportagem, ao saber que amigos estavam sendo procurados para dar declarações que o comprometessem. Desde então, a editora da Esquire, Hearst Media, mandou suspender a reportagem. Mas os jornalistas a levaram para outra revista. “A última vez que postei sobre este assunto, a revista Esquire estava se preparando para publicar um artigo escrito por um jornalista homofóbico que tem uma obsessão bizarra por mim desde 1997”, apontou o cineasta em comunicado sobre a reportagem escrita por Alex French e Maximillian Potter. “Após cuidadosa checagem de fatos e, em consideração à falta de fontes confiáveis, a Esquire escolheu não publicar este pedaço de jornalismo vingativo”, acrescentou. “Isso não impediu que este autor vendesse [o conteúdo] para a revista The Atlantic”, continuou a declaração. “É triste que a Atlantic se rebaixe a este baixo padrão de integridade jornalística. Mais uma vez, sou forçado a reiterar que essa história retoma as afirmações de ações judiciais falsas, executada por um elenco de pessoas de má reputação, dispostas a mentir por dinheiro ou atenção.” ‘E não é surpresa que, com ‘Bohemian Rhapsody’ sendo um sucesso premiado, esta peça homofóbica foi convenientemente planejada para tirar proveito de seu sucesso”, completou Singer. A reportagem traz à tona quatro novas acusações contra o diretor, que teria feito sexo com menores de idade. Apenas um dos acusadores teve seu nome revelado. Victor Valdovinos alegou ter trabalhado como figurante aos 15 anos de idade no filme “O Aprendiz”, dirigido por Singer em 1998. Segundo ele, o cineasta apalpou seus órgãos genitais em um momento das filmagens. Os outros três acusadores permaneceram anônimos, identificados apenas por pseudônimos, e alegam ter participado de relações sexuais com o diretor quando eram menos, entre 15 e 17 anos. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. A acusação de Guzman coincidiu com a demissão do cineasta na reta final da produção de “Bohemian Rhapsody”, após atrasos, sumiços e conflitos com a equipe, duas semanas antes do fim das filmagens. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), Singer ficou com o crédito final de direção do longa, que foi premiado no Globo de Ouro e indicado na categoria de Melhor Filme no Oscar 2019.

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    Diretor de Bohemian Rhapsody sofre novas denúncias de abuso sexual de menor

    23 de janeiro de 2019 /

    O cineasta Bryan Singer, de “X-Men” e “Bohemian Rhapsody”, enfrenta quatro novas acusações de sexo com menores de idade. Apenas um dos acusadores teve seu nome revelado na reportagem que traz as denúncias, publicada nesta quarta-feira (23/1) pela revista The Atlantic, de Boston. Victor Valdovinos alega ter trabalhado como figurante aos 15 anos de idade no filme “O Aprendiz”, dirigido por Singer em 1998. Segundo ele, o cineasta apalpou seus órgãos genitais em um momento das filmagens. Os outros três acusadores são identificados por pseudônimos: um deles, Andy, disse que também tinha 15 anos quando fez sexo com Singer. Outro, Eric, afirma ter começado um caso com o cineasta aos 17. E Ben relatou ter feito sexo oral em Singer quando tinha “17 ou 18 anos”. “Ele enfiava as mãos nas calças das pessoas e apalpava, sem consentimento”, disse o último acusador sobre sua experiência com o cineasta. “Ele era predatório, no sentido que dava álcool e drogas para as pessoas, e então fazia sexo com elas”. Singer respondeu ao artigo através de seu advogado, Andrew Bettler, negando todas as acusações. A denúncia foi publicada um dia depois do último filme dirigido por Singer, “Bohemian Rhapsody”, ser indicado ao Oscar 2019 de Melhor Filme. O cineasta foi demitido na reta final da produção, graças a atrasos, após sumiços e conflitos com a equipe, duas semanas antes do fim das filmagens. Rumores sugerem que teria havido desentendimentos entre o diretor e Rami Malek, o astro da série “Mr. Robot” que vive o cantor Freddie Mercury no filme. Além disso, Singer precisou lidar com o começo de uma nova leva de acusações de abuso sexual de menor. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), Singer ficou com o crédito final de direção. O histórico do diretor de acusações de assédio e abuso sexual envolvendo menores de idade data de 2014, quando Michael Egan processou o cineasta, alegando que ele teria o estuprado “diversas vezes” durante uma viagem ao Havaí. A acusação trazia muitas contradições, fatos que foram contestados por provas e acabou sendo retirada. Mais recentemente, em 2017, Cesar Sanchez-Guzman processou o cineasta por tê-lo estuprado em 2003, durante uma festa em um iate. A ação coincide com a época de comportamento errático do diretor em “Bohemian Rhapsody” e ainda tramita na justiça americana.

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    José Mayer é dispensado da Globo, dois anos após acusação de assédio

    15 de janeiro de 2019 /

    A Globo esperou o contrato do ator José Mayer vencer, em dezembro, para dispensá-lo. O acordo não foi renovado após ele ser acusado de assediar sexualmente uma figurinista. Assim, seu afastamento por tempo indefinido se tornou definitivo. Mayer deixou de gravar novelas depois de “A Lei do Amor”, na qual interpretou o vilão Tião. Ele foi suspenso no início de 2017, após a denúncia mobilizar as atrizes do canal, que ensaiaram boicote à qualquer projeto que o incluísse. “Depois de mais de 35 anos de uma trajetória iniciada na novela ‘Guerra dos Sexos’, em 1983, com participação em mais de 40 obras, entre novelas, séries, minisséries e especiais, a Globo e o ator José Mayer informam o fim da parceria, de comum acordo, no final de 2018”, afirmou a emissora em nota, diante de consulta da imprensa. O ator foi denunciado pela assistente de figurino Susllem Tonani, que revelou suas investidas, com toques indevidos em suas partes íntimas, para o Departamento de Recursos Humanos da emissora em 2016, mas, como isso não gerou resultados, decidiu tornar o fato público em março de 2017, no blog Agora É Que São Elas, da Folha de S. Paulo. O caso acabou ganhando grande repercussão e uniu as atrizes da emissora em apoio à figurinista, com direito a hashtag, camiseta e slogan contra o assédio, “Mexeu com uma, mexeu com todas”. Apesar da polêmica, Aguinaldo Silva ainda tentou escalá-lo na novela “O Sétimo Guardião”, mas seu nome foi vetado pela Globo. Mesmo assim, o teledramaturgo prosseguiu em campanha em prol do ator. No última segunda (14/1), Silva publicou o seguinte Twitter: “Não há crime se não há queixa à polícia nem denúncia na Justiça, por isso… VOLTA, JOSÉ MAYER!” Apesar desta mensagem, a figurinista tentou, sim, levar o caso à Justiça. Ela alegou no ano passado que foi “extremamente inibida por um delegado” logo após sua denúncia. Vendo que o machismo policial trataria de inocentá-lo de qualquer acusação, ela desistiu de processar Mayer criminalmente. Ao longo da carreira, Mayer se destacou na Globo por interpretar personagens “pegadores”, que se envolviam com várias mulheres – geralmente, mais de uma ao mesmo tempo. A emissora seguiu escalando-o em personagens com esse perfil mesmo quando sua idade se tornou mais adequada para papéis de vovô. Para complicar ainda mais, muitas de suas parceiras românticas poderiam viver suas netas. Mayer só foi quebrar a imagem de machão em “Império” (2014), novela de Aguinaldo Silva em que interpretou o homossexual Cláudio Bolgari. Mas mesmo gay ele se envolvia com um parceiro muito mais jovem, vivido por Klebber Toledo.

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  • Etc

    Sindicato dos Atores dos EUA denuncia Oscar por tentar sabotar o SAG Awards

    14 de janeiro de 2019 /

    Depois da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood revelar que a Academia pressionou artistas a não apresentarem o Globo de Ouro se quisessem participar da entrega de prêmios do Oscar, o Sindicato dos Atores dos Estados Unidos fez uma crítica contundente ao sofrer o mesmo problema em sua festa de premiação, o SAG Awards 2019. O Sindicato, conhecido pela sigla SAG, divulgou um comunicado informando ter recebido “diversas reclamações sobre as deselegantes técnicas de pressão empregadas pela Academia a fim de controlar o fluxo de talento na temporada de premiações”. “Esta é uma época especial do ano, em que atores e atrizes estão sendo apropriadamente celebrados e reconhecidos pela qualidade de seu trabalho. Esperamos que a Academia respeite este objetivo”, continua o texto. “Esta intimidação dos membros do SAG [a aparecerem exclusivamente no Oscar] acaba limitando as oportunidades que os atores têm de serem vistos e honrar o trabalho de seus colegas artistas. Os atores deveriam ser livres para aceitar propostas de participação em qualquer celebração da indústria”. Este ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas está mais agressiva em busca de exclusividade por conta do fiasco que protagonizou, ao convidar Kevin Hart a apresentar seu prêmio, apenas para ver o passado homofóbico do comediante vir à tona. Recusando-se a pedir desculpas de forma clara, coerente e convicta, Hart simplesmente disse que não apresentaria mais o Oscar 2019, deixando os organizadores sem apresentador oficial. Por conta disso, a cerimônia da Academia irá acontecer com rodízio de celebridades, que se alternarão para apresentar os diferentes prêmios. A premiação do Oscar 2019 só será entregue em 24 de fevereiro. Já o SAG Awards acontece no próximo dia 27 de janeiro.

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  • Filme

    Aaron Sorkin diz que A Rede Social deve ganhar continuação

    12 de janeiro de 2019 /

    Aaron Sorkin, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Rede Social”, acredita que o filme de 2010 sobre o Facebook deva ganhar uma sequência. Em um vídeo divulgado pela agência Associated Press, ele revelou que o produtor do longa original, Scott Rudin, vive lhe enviando e-mails sobre o projeto. “Recebi mais de um e-mail dele com artigos em anexo, dizendo: ‘Não é hora de uma continuação?'”, revelou Sorkin, acrescentando: “Muitas coisas muito interessantes e dramáticas aconteceram desde que o filme terminou com a resolução do processo dos gêmeos Winklevoss e Eduardo Saverin”. “Antes de mais nada, sei muito mais sobre o Facebook em 2005 do que em 2018 – mas sei o suficiente para saber que deveria haver uma sequência”, disse Sorkin, rindo, no vídeo. Desde o lançamento de “A Rede Social”, o Facebook foi parar no centro de múltiplas controvérsias. O CEO Mark Zuckerberg, interpretado por Jesse Eisenberg no filme, e a COO Sheryl Sandberg foram criticados pela má gestão dos dados privados dos usuários pela empresa. O Facebook também sofreu com vários outros desenvolvimentos prejudiciais, desde o escândalo dos dados da Cambridge Analytica até a promoção de violência política em lugares como Mianmar, sem esquecer o papel que a plataforma social desempenhou ao proliferar fake news que interferiram nas eleições dos EUA em 2016. Perguntado se escreveria o roteiro de uma continuação, Sorkin disse: “Sei muito mais sobre o Facebook de 2005 do que a rede em 2019, mas sei o suficiente para saber que deveria sim haver uma sequência”. MORE TO THE STORY: Aaron Sorkin says "The Social Network" producer Scott Rudin has reached out to him about revisiting the subject of #Facebook on film. pic.twitter.com/hE5iOwEik1 — AP Entertainment (@APEntertainment) 11 de janeiro de 2019

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