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  • Música

    Playlist (Superfly): 35 clipes do funk sintetizado dos anos 1980

    22 de abril de 2016 /

    O funk de sintetizadores new wave e batida sincopada marcou a sonoridade dos anos 1980 graças a Prince. Infelizmente, a preservação dessa história foi comprometida pelo próprio artista, que proibiu seus clipes no YouTube, vetou homenagens, como a série “Glee”, e barrou o compartilhamento dos registros de seus shows feitos por fãs. Após sua morte na quinta (21/4), dois clipes apareceram de forma não autorizada no portal de vídeos do Google. Eles abrem e fecham a lista abaixo, que junta 35 vídeos de artistas do R&B e da new wave para evocar o complô de influências que prosperou durante o reinado do funk sintético de Prince.

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    Playlist (The Sound of Silence): Veja 15 clipes de clássicos do folk rock

    8 de abril de 2016 /

    O “fracasso” de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” teve um efeito colateral curioso: a viralização de um vídeo sobre as críticas negativas, que enfatizavam a reação – ou falta dela – de Ben Affleck, com trilha do clássico “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel. Em consequência dessa brincadeira, 50 anos após estrear no topo das paradas, a música de 1966 voltou às paradas de sucesso americanas: em 6º lugar no ranking de Hot Rock Songs da revista Billboard e em 2º entre as mais ouvidas em sites de streaming, com 5,6 milhões de execuções apenas na semana passada. Originalmente um gênero de grandes narrativas, criadas por bardos medievais para espalhar lendas, louvar feitos ou zombar dos poderosos, o folk se provou um instrumento poderoso nas vozes dos cantores de protesto dos anos 1960. Mas também evoluiu com o rock, adotando a temática hippie para falar de amor ao violão. “The Sound of Silence” surgiu justamente durante um momento de transição do folk, quando o gênero trocava a preocupação social por canções existenciais. A diferença é visivelmente traçada entre os festivais de Newport e Woodstock, mas no meio desse caminho ainda houve a trilha de “A Primeira Noite de um Homem” (The Graduate, 1967). O filme com músicas de Simon & Garfunkel deu imagens à sensação de vazio e desapego que emergia no final da década de 1960, transformando “The Sound of Silence” numa espécie de hino da depressão. Aproveite para ver abaixo este e outros clássicos da época em que o folk entrou na história do rock.

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    Playlist (Vapour Trail): 15 clipes que inauguraram o indie rock nos anos 1980

    6 de abril de 2016 /

    Existem várias teorias para explicar como surgiu o rock indie. Há quem prefira apontar os primeiros discos (EPs e singles) independentes, lançados pelas próprias bandas a partir de 1977, durante o auge da estética DIY (Do It Yourself) do punk rock. Em 1980, já havia tantos compactos de gravadoras independentes circulando que o semanário britânico Record Week criou a primeira parada de sucessos voltada apenas para refletir os hits com distribuição alternativa, influenciando outras publicações a seguirem a iniciativa. Mas foi só na metade daquela década que o termo “indie” passou a ser usado como definição musical e não apenas econômica. Em novembro de 1985, o primeiro álbum radicalmente diferente do que havia surgido no pós-punk chegou às lojas: “Psychocandy”, de The Jesus and Mary Chain. Sem saber direito como lidar com a banda, a crítica a rotulou como “o novo Sex Pistols”, tecendo uma analogia entre seu som barulhento e os tumultos que marcavam seus primeiros shows. Mas havia sinais que aquele barulho não era isolado. O empresário do Jesus and Mary Chain, Alan McGee, lotava seu clube londrino, The Living Room, com bandas novas. Ele mesmo era integrante de uma delas (Biff Bang Pow) e dava os primeiros passos com sua própria gravadora, a Creation Records, por onde lançaria a banda paralela do baterista do Jesus, chamada Primal Scream. A verdade é que desde 1984 as bandas se multiplicavam, alimentando, por sua vez, o surgimento de diversas gravadoras pequenas. E foi um movimento tão súbito e intenso que deixou até a imprensa musical perdida, sem conseguir identificar para seus leitores os inúmeros artistas que pareciam surgir de uma só vez. Para cumprir essa tarefa, o semanário NME (New Musical Express) teve a ideia de lançar uma amostragem desses novatos, disponibilizando uma fita K7 junto de uma de suas edições. A iniciativa rendeu a primeira coletânea indie de todos os tempos, a “C86”, assim batizada em homenagem à “classe de 1986”. A “C86”, que completa 30 anos, acabou simbolizando o ponto de virada da música indie. Além de reunir diversos artistas diferentes, ela foi acompanhada por uma longa reportagem da publicação, contextualizando sua representatividade. O objetivo de seus idealizadores era demonstrar como a nova música britânica independente tinha evoluído nos últimos anos, afastando-se do pós-punk, de forma quase desapercebida, enquanto o pop com sintetizadores e influenciado pelo R&B americano dominava as paradas de sucesso. Em contraste, a nova geração priorizava guitarras sobre os sons eletrônicos do período, o que também rendeu a definição genérica “guitar bands” para definir aquela geração no Brasil. O impacto do lançamento do “C86” uniu a imprensa musical britânica em torno da bandeira indie. As publicações rivais da NME, como Melody Maker e Sounds, passaram a incluir novas reflexões sobre a revolução em andamento, nem que fosse para declarar que aquele K7 não era, assim, tão representativo. De fato, se lá havia Primal Scream, The Pastels, Close Lobsters e The Wedding Present, por exemplo, sobravam bandas que não foram a lugar algum, enquanto as ausências de The Jesus and Mary Chain, Spaceman 3 e The Loft, entre outros, gritavam. Aproveitando a discussão, a Creation Records passou a lançar suas próprias coletâneas, revelando My Bloody Valentine, House of Love, Jasmine Minks, The Weather Prophets (sucessor de The Loft) e a geração shoegazer. O fato é que 1986 representou uma grande virada. Ainda havia muitos artistas interessados em levar adiante a sonoridade pós-punk, influenciados por PIL e até Echo and the Bunnymen, por exemplo. Mas os talentos que passaram a monopolizar a atenção da crítica citavam influências mais antigas, incomuns até então, de artistas dos anos 1960: o jangle pop de bandas como The Byrds e outros artistas com guitarras de 12 cordas, o wall of sound dos girl groups como Shangri-Las e The Ronettes e a explosão de microfonia entronizada no clássico “Sister Ray”, do Velvet Underground, banda que também contava com os vocais “frágeis” de Lou Reed e “gélidos” de Nico. Essas sementes, que renderam as primeiras bandas da música indie, acabaram frutificando em novas ramificações musicais na década seguinte, o twee pop e o shoegazer. Em suma, foi assim que tudo começou. Relembre, abaixo, os sons mais distorcidos dessa era, responsáveis por tirar o Velvet Underground da obscuridade para transformá-la na banda mais influente do mundo – como atestam as microfonias, as melodias murmuradas e os kits minimalistas de bateria (tocada em pé) que, desde então, se tornaram indissociáveis da cena indie.

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    Playlist (Vapour Trail): 10 clipes da geração shoegazer

    28 de março de 2016 /

    O álbum “Loveless” (1991), do My Bloody Valentine, um dos discos mais influentes da história do rock, completa 25 anos em 2016. Diz a lenda que o perfeccionismo de Kevin Shields custou uma fortuna e praticamente faliu a Creation Records. O wall of sound de microfonias também lhe custou a audição. Mas uma geração inteira se apaixonou pelas sereias elétricas de sua guitarra. E até hoje novas bandas se curvam, olhos prostrados para o chão, diante da pedaleira de distorções, como apóstolos do altar do som. A seleção abaixo celebra a cena shoegazer, o dreampop e o ruído dançante que virou trilha de vapor nos palcos do Reino Unido nos anos 1990.

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    Playlist: 36 clipes de rap old school dos anos 1980 e 1990

    25 de março de 2016 /

    A semana marcou a perda do rapper americano Phife Dawg, integrante do grupo A Tribe Called Quest, pioneiro do hip-hop alternativo. Ele morreu na terça-feira (22/3) aos 45 anos, devido a complicações de diabetes tipo 1. Um dos primeiros grupos a juntar jazz e rap, A Tribe Called Quest surgiu em meados dos anos 1980, integrando, ao lado de De La Soul, Jungle Brothers e Queen Latifah uma geração inovadora de Nova York, que buscou outros ritmos, rimas e atitudes mais positivas para o hip-hop. Seus discos se tornaram bastante influentes, mas eles também tiveram referências de outros artistas da época. A seleção de clipes abaixo resgata esse período chave do rap, numa sequência de batidas de funk e jazz pulsantes.

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    Playlist: 20 baladas clássicas femininas dos anos 1960

    20 de março de 2016 /

    Da grandiloquência orquestral de “You Don’t Own Me”, de Leslie Gore, trilha da recente campanha da série “Penny Dreadful”, passando por várias composições luxuosas de Burt Bacharach, até chegar à caixinha de música de “Sunday Morning”, que Nico gravou com o Velvet Underground, as 20 baladas abaixo traduzem relacionamentos e ressentimentos em vozes femininas que marcaram os anos 1960. Torch songs, cantadas por gargantas privilegiadas ou balbuciadas por lábios perfeitos, e tão cinematográficas que, vez ou outra, reaparecem em trilhas de cinema. Confira as baladeiras.

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    Playlist: 25 clipes clássicos de rock progressivo

    12 de março de 2016 /

    A triste morte do músico Keith Emerson nesta semana, que indícios apontam para suicídio, aos 71 anos de idade, após uma doença degenerativa impedi-lo de tocar, foi um baque. Para os fãs, ele ainda era aquele jovem cabeludo, que incendiava o palco atrás de um paredão de teclados. Melhor então celebrar sua vida e sua música, com um playlist que também resgata sua geração, responsável por ruir barreiras entre o rock, o jazz, a música clássica, as trilhas de cinema e até o espaço sideral. A seleção começa, embala e termina com Emerson, Lake & Palmer, mas também tem The Nice, a banda original de Emerson, num vídeo em que ele mostrava como órgãos podiam ser tocados no rock: com facas! Este é o cara que dedilhava cordas de pianos e levantava estádios com Bach, incluindo o virtuosismo erudito na definição do rock progressivo.

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    Playlist: 25 clássicos dançantes de funk e disco music

    7 de fevereiro de 2016 /

    O funk perdeu um dos seus presentantes mais dançantes na semana passada. Maurice White, fundador do Earth, Wind & Fire, morreu aos 74 anos na quarta-feira (3/2). Sua banda vendeu mais de 90 milhões de discos pelo mundo, venceu seis prêmios Grammy e entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll em 2000. O ritmo swingado, os arranjos elaborados e as letras que evocavam as pistas de dança sintetizaram uma época em que o funk, o soul e a disco music conviviam nas mesmas festas. Uma era que a seleção de vídeos abaixo procura recriar. Como diria Maurice White, “Let’s Groove”… em 25 clássicos para reviver o velho globo giratório.

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    Playlist: 20 clipes dos Monkees em celebração aos 50 anos da banda

    6 de fevereiro de 2016 /

    A primeira banda pré-fabricada da história, The Monkees, criada para uma série de TV, completa 50 anos em 2016. Com planos de gravar um novo disco – o primeiro em 20 anos – e realizar uma nova turnê, a banda celebra também a mudança de seu status, cultuada pelas novas gerações do rock indie. Mas o reconhecimento não vem de hoje, incluindo gravação de cover pelos Sex Pistols e até versão rap do Run-DMC. Concebidos pelo cineasta Bob Rafelson e o produtor Bert Schneider como uma versão americana dos Beatles, numa série que seria uma espécie de “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (1964) semanal. Mas, por incrível que pareça, o conceito pareceu ousado demais para 1966. Como Micky Dolenz lembrou em entrevista recente, “a gente só via jovens cabeludos na televisão quando eles eram presos nos telejornais”. Na ocasião, o diretor do estúdio Screen Gems, que produzia o programa, chegou a dizer, famosamente, “Não entendi nada, mas vai fazer sucesso”. E fez. Tornou-se um fenômeno pop. Além dos episódios exibidos de 1966 a 1968, dos quais Rafelson dirigiu seis, a série rendeu um longa-metragem e discos que venderam mais de 65 milhões de cópias em todo o mundo. Foram diversos hits, até hoje regravados, mas também uma abordagem inovadora da linguagem televisiva: a produção de “Os Monkees” tinha tramas nonsense, situações surrealistas e muito espaço para a improvisação. Contrariando expectativas, “Os Monkees” até venceu o prêmio Emmy de Melhor Série de Comédia de 1967. Mas, já no ano seguinte, graças ao advento da psicodelia e dos hippies, o programa se tornou datado. Os próprios Beatles tinham trocado seu visual pueril por barbas e cabelos cada vez mais longos. E não havia jeito de a Screen Gems topar uma série sobre hippies. Para complicar, os artistas sempre se incomodaram com o fato de serem vistos como fantoches e logo passaram a compôr suas próprias músicas e fazer shows para mostrar que sabiam tocar de verdade. O resultado foi o LP “Headquarters”, que estarreceu a crítica em 1967 por sua qualidade, mas também marcou um mergulho na psicodelia, afastando-se do pop que tornou os Monkees populares. Diante da expectativa de cancelamento, os produtores decidiram levar os Monkees ao cinema, trabalhando num roteiro extramente psicodélico, co-escrito por ninguém menos que o ator Jack Nicholson. O filme teve direção de Rafelson e participação de figurantes famosos como Frank Zappa, Annette Funicello, Victor Mature, Teri Garr, Toni Basil, Dennis Hopper e o próprio Jack Nicholson. A mudança de tom, que implodia a imagem da banda, não foi bem recebida pelos fãs e o filme “Head” (1968) fraturou-se nas bilheterias. Mas sua ousadia inaugurou o cinema contracultural americano. O filme seguinte produzido pelos visionários Bob Rafelson e Bert Schneider foi simplesmente “Easy Rider – Sem Destino” (1969). E Rafelson completou dirigindo Jack Nicholson em “Cada Um Vive Como Quer” (1970), um clássico absoluto da contracultura. Peter Tork abandonou os Monkees logo em seguida, seguido por Michael Nesmith, que se despediu após o especial “33⅓ Revolutions per Monkee” (1969), último programa dos Monkees. Micky Dolenz e Davy Jones continuaram gravando e tocando juntos como The Monkees até 1971, quando o glam e o rock progressivo tornaram seu som ultrapassado. Como trio, os Monkees voltaram a se encontrar em comemoração aos 20 anos da banda, em 1986, deixando a última reunião completa do quarteto para o aniversário de 30 anos, em 1996, época em que também gravaram um álbum de músicas inéditas. A festa dos 50 anos, porém, não contará com Davy Jones, que faleceu em 2012. A seleção abaixo ajuda a lembrar como suas músicas eram boas, reunindo 20 gravações criadas no curto espaço de três anos.

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    Playlist: 13 clipes de clássicos do rock psicodélico

    1 de fevereiro de 2016 /

    Uma viagem psicodélico pelos anos 1960, em homenagem à cantora Signe Toly Anderson e ao guitarrista Paul Kantner, membros do Jefferson Airplane que faleceram em 28 de janeiro. O cantor Marty Balin resumiu tudo, ao dizer: “Eu imagino que ela e Paul acordaram no Céu e disseram: ‘E aí, o que você está fazendo aqui? Vamos fazer uma banda”. A jornada começa atrás do coelho branco do Jefferson Airplane, e segue por Electric Prunes, The Animals, Amboy Dukes, Strawberry Alarm Clock, Lemon Pipers, The Monkees, Iron Butterfly, Vanilla Fudge, Yardbirds, Jimi Hendrix, Country Joe & The Fish até The Doors, “The End”.

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    Playlist: Cinco clipes de clássicos acústicos do folk rock

    13 de dezembro de 2015 /

    Tim Buckley (“Song to the Siren”), Stephen Stills (“4+20”), Donovan (“Catch the Wind”), Melanie Safka (“Beautiful People”) e Neil Young (“Heart of Gold”) fornecem a trilha folk rock com violão, voz, uma eventual gaita e a perenidade dos grandes clássicos em mais um passeio pela ladeira da memória.

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    100 anos de Frank Sinatra: As 10 melhores músicas que ele cantou no cinema

    12 de dezembro de 2015 /

    O centenário de Frank Sinatra, que se comemora neste sábado (12/12), é uma ótima oportunidade para relembrar os clássicos eternizados pela famosa The Voice – a original – em alguns de seus melhores filmes musicais. Sinatra foi um dos primeiros cantores a virar ídolo dos cinemas, com algo que Al Jolson e Bing Crosby, por exemplo, nunca tiveram: sex appeal. Basta ver as cenas em que ele aparecia contracenando com Grace Kelly, Rita Hayworth e Shelley Winters para perceber suas intenções. Suas letras não eram para garotas tímidas, falando de amor sem muitos rodeios. Quase uma década antes dos Beatles cantaram que queriam pegar na mão, ele já ensinava a “amá-las de manhã, beijá-las toda a noite e hmm enchê-las de amor”. A Sinatramania também precedeu a Beatlemania ao mudar o público da música popular. Até então voltados para adultos, os discos entraram nos quartos das bobby soxers (adolescentes que predataram os “teenagers”) após Sinatra seduzi-las sua voz e com as capas de compactos impressas com seus olhos azuis. Sua fórmula de sucesso com filmes musicais também foi seguida por Elvis Presley. Mas enquanto o roqueiro jamais foi levado a sério como ator, Sinatra venceu um Oscar, como Melhor Ator Coadjuvante por “Assim Caminha a Humanidade” (1953), produção que marcou a segunda fase de sua carreira, quando conquistou de vez a crítica. Dois anos depois, ainda foi indicado ao Oscar de Melhor Ator pelo trabalho excepcional de “O Homem do Braço de Ouro” (1955), em que viveu um viciado. Nestes dois clássicos, não cantou nenhuma canção. Mas, claro, ele cantou muito no cinema, inclusive alguns de seus maiores sucessos. As cenas abaixo fazem parte dos musicais mais famosos de sua carreira, após as aparições iniciais como cantor da big band de Tommy Dorsey e dos duetos como coadjuvante de Gene Kelly. Em ordem cronológica: “Ao Compasso da Vida” (1951), “Corações Enamorados” (1954), “Armadilha Amorosa” (1955), “Alta Sociedade” (1956), “Chorei Por Você” (1957), “Meus Dois Carinhos” (1957), “Os Viúvos Também Sonham” (1959), no qual cantou “High Hopes”, consagrada com o Oscar de Melhor Canção Original, fechando com “Can-Can” (1960), último dos grandes musicais de Sinatra. De “All of Me” a “Let’s Do It”.

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    Playlist: Cinco clipes do novo rap brasileiro

    14 de novembro de 2015 /

    Assim como a música, os registros visuais do novo rap brasileiro vêm mostrando grande evolução. Cinco clipes recentes destacam algumas das qualidades artísticas e o ímpeto criativo da safra. A seleção inclui dois clipes em 360 graus: um deles, em estilo “Google Earth”, codirigido pelo rapper carioca MV Bill, enquanto o outro, influenciado por videogames, é protagonizado pelo mineiro Flávio Renegado. Há também dois vídeos com roteiro dramático: o do grupo brasiliense Voz Sem Medo traz sample da banda Engenheiros do Hawaii; já o “filme” do rapper paulista Emicida é assinado por Kátia Lund, codiretora do clássico “Cidade de Deus” (2002). Fecha a lista uma panorâmica da favela do mineiro MC Vinição, melhor trabalho do diretor Pablo Bernardo (um nome já estabelecido no gênero) e com a base rítmica mais cool de toda essa turma.

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