Rogue One vira a maior bilheteria de 2016 nos EUA em apenas um mês
O sucesso contínuo de “Rogue One: Uma História Star Wars” atingiu, neste fim de semana, a arrecadação acumulada de US$ 498,8 milhões nos EUA e Canadá. O valor é recorde: a maior bilheteria registrada entre todos os lançamentos de 2016 na América do Norte, superando a animação “Procurando Dory” (US$ 486,2 milhões), que liderou por sete meses o faturamento anual do mercado doméstico. A virada aconteceu exatamente um mês após a estreia da produção, lançada no dia 16 de dezembro nos EUA. Ou seja, “Rogue One” levou apenas um mês para superar todos os concorrentes exibidos em 2016 nos cinemas norte-americanos. No mundo inteiro, porém, o spin-off da franquia “Star Wars” ainda ocupa o 4º lugar na lista das maiores bilheterias anuais, atrás justamente dos únicos filmes que superaram a marca de US$ 1 bilhão de faturamento em 2016: “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Detalhe: todos são filmes da Disney, assim como o 5º colocado, “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões). “Rogue One” também está prestes a entrar no clube dos bilionários mundiais. Atualmente, o filme tem US$ 979,9 milhões de arrecadação no mundo inteiro. Antes, porém, ultrapassará a marca de US$ 500 milhões na América do Norte, podendo melhorar ainda mais sua posição no ranking doméstico de todos os tempos. “Rogue One” ocupa a 7ª posição entre as maiores bilheterias já registradas nos EUA
Teaser dublado estendido e vídeos de personagens introduzem a trama de Carros 3
A Disney divulgou a versão estendida do teaser de “Carros 3”, já com a dublagem nacional, e três videos dedicados aos personagens da animação, entre eles o protagonista Relâmpago McQueen, que nos EUA volta a ser dublado pelo comediante Owen Wilson (“Gênios do Crime”), além de seu novo rival, a “supermáquina” Jackson Storm (voz de Armie Hammer, de “O Agente da UNCLE”), e a “carra” parcerinha Cruz Ramirez (voz de Cristela Alonzo, da série “Cristela”). A prévia revela a premissa, ao mostrar que o acidente que deixou pais e adultos consternados, durante a divulgação do teaser original, é apenas preâmbulo da história, que vai mostrar como o carrinho Relâmpago McQueen dará a volta por cima, superando as limitações causadas pela tragédia para voltar a correr e enfrentar uma “supermáquina” (notem o visual) numa nova corrida animada. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. Por sinal, os desenhos dos personagens são bem mais realistas que o estilo cartunesco dos longas anteriores. O filme teve o lançamento adiado nos cinemas brasileiros para 13 de julho, um mês depois da estreia nos EUA.
Fotos destacam o protagonista da próxima animação da Pixar
A Pixar revelou as primeiras imagens de sua próxima animação, que destaca justamente o protagonista. Intitulada “Coco”, a trama acompanha Miguel, garoto de 12 anos que tem seu talento musical reprimido por sua família no México. Ao descobrir uma ligação fortuita com seu cantor preferido, o falecido Ernesto de la Cruz, Miguel começa a imitá-lo e acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos. O elenco de vozes inclui Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”), Gael García Bernal (“Neruda”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram audição para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A animação está sendo desenvolvida desde 2012, mas calhou de sua ode à cultura mexicana chegar aos cinemas após a eleição de Donald Trump à presidência dos EUA, que anunciou em sua campanha um endurecimento contra os imigrantes, em especial os mexicanos. A previsão de estreia é para novembro.
Com Rogue One, Disney vira primeiro estúdio a faturar US$ 7 bilhões de bilheteria anual
O sucesso de “Rogue One: Uma História Star Wars” foi o empurrão que faltava para a Disney estabelecer um novo recorde histórico. Ao faturar US$ 290 milhões em sua estreia ao redor do mundo, o prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) completou a diferença que faltava para o estúdio virar o primeiro a bater a marca de US$ 7 bilhões de arrecadação mundial em um ano, recorde absoluto para a indústria cinematográfica. O recorde anterior pertencia a Universal, que arrecadou US$ 6,89 bilhões no ano passado, graças especialmente aos blockbusters “Jurassic World”, “Minions” e “Velozes e Furiosos 7”. Em 2016, a Disney lançou cinco dos dez filmes de maior bilheteria no mundo, atingindo um faturamento que só se tornou possível graças à política de aquisições da companhia. Basta ver que os líderes de arredação são produções da Marvel, LucasFilm e Pixar, que o estúdio comprou nos últimos anos, reunidos à produções infantis que a empresa sempre soube fazer bem. Os destaques incluem “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,15 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1,026 bilhão), “Zootopia” (US$ 1,023 bilhão), “Mogli” (com 966 milhões) e “Doutor Estranho” (com 653 milhões). A cifra tende a aumentar, pois “Rogue One” está apenas em sua primeira semana de exibição, e ainda estreia em vários países nas próximas semanas. Já “Moana”, que é outro sucesso em curva ascendente, só deve chegar em mercados importantes em 2017. Seu faturamento vai ficar para a conta do ano que vem. Vale lembrar que, antes mesmo de “Rogue One”, a Disney já tinha batido no começo de dezembro o recorde de arrecadação anual doméstica de um estúdio nos EUA. O estúdio criado por Walt Disney também bateu duas outras marcas histórias em 2016, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e US$ 5 bilhões em nível internacional.
Disney bate recorde histórico de faturamento nos EUA
Os recentes sucessos de “Doutor Estranho” e “Moana” ajudaram a Disney a bater o recorde anual de faturamento doméstico de Hollywood. A empresa já faturou US$ 2,49 bilhões nos EUA em 2016, o maior valor anual já obtido por uma empresa cinematográfica no país em todos os tempos, deixando para trás os US$ 2,45 bilhões conquistados pela Universal no ano passado. A Disney também atingiu US$ 4 bilhões no mercado internacional, sendo apenas o segundo estúdio a conseguir chegar nesta marca, cruzada pela primeira vez pela Universal em 2015. Com isso, a empresa está prestes a bater também o recorde mundial de faturamento. Atualmente com US$ 6,5 bilhões, o estúdio se aproxima dos US$ 6,8 bilhões obtidos pela Universal no ano passado. E ainda nem lançou “Rogue One: Uma História Star Wars”… Os valores são impressionantes, ainda mais considerando que, anteriormente, o maior desempenho mundial do estúdio tinha sido de US$ 5 bilhões, obtidos no ano passado graças ao lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”. Além dos filmes citados, os outros blockbusters da Disney em 2016 foram “Procurando Dory”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Zootopia” e “Mogli”. O sucesso reflete a política de aquisições da Disney, que somou a seu tradicional portfólio de filmes infantis as marcas da Pixar, Marvel e LucasFilm, que a transformaram numa fábrica de franquias. A política de aquisições da empresa provou-se um verdadeiro golpe de mestre, transformando a dona da velha Disneylândia num exemplo para a indústria cinematográfica do século 21. Não por acaso, muitas de suas estratégias estão sendo imitadas pelos concorrentes – lançar super-heróis, explorar sagas, criar universos compartilhados, produzir animações de bichos falantes, etc – ainda que sem o mesmo resultado. Para se ter noção da importância dos filmes da Disney para o universo geek, a empresa tem a sua própria “Comic-Con”, chamada D23 Expo.
Disney ignora polêmica e lança pôsteres com cena de acidente de Carros 3
A Disney decidiu ignorar a polêmica iniciada pelo teaser de “Carros 3”, e retomou a divulgação do filme com o lançamento dos primeiros pôsteres. Um deles destaca justamente o visual realista do acidente do protagonista da franquia animada, que deixou pais e adultos consternados. Alguns usuários do Twitter chegaram até a se declarar “traumatizados” pelo vídeo, que destacava um grave acidente do carrinho Relâmpago McQueen. A situação teria sido agravada, segundo os comentários, por o visual da prévia ser bastante realista, bem mais que o estilo cartunesco dos dois primeiros filmes. Pois os dois primeiros pôsteres reforçam esta impressão. Não há maiores detalhes sobre a trama da continuação, que trará novamente o ator Owen Wilson como a voz de Relâmpago McQueen. A sinopse diz apenas que ele estará determinado a provar a uma nova geração que ainda é o melhor carro de corridas que existe. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme chega aos cinemas brasileiros em 15 de julho, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer “sombrio” de Carros 3 gera comoção nas redes sociais
Aparentemente, a morte da mãe de Bambi e do pai de Simba são aceitáveis, mas um carro capotar é demais para uma animação para crianças. O teaser de “Carros 3” disparou diversos comentários preocupados no Twitter. Todos de pais receosos com o conteúdo do filme, uma vez que ele mostra o carrinho protagonista Relâmpago McQueen sofrendo um acidente. Alguns usuários do Twitter chegaram até a se declarar “traumatizados” pelo vídeo. “Atenção, pais: Não mostrem para seus filhos o trailer de ‘Carros 3!'”, alertou uma mãe preocupada. “A menos que queiram ter aquela conversa sobre morte que você evita, dizendo que Spot foi para uma fazenda”, completou outra. “‘Carros 3’ parece bastante sombrio. Estou realmente assustado”, disse outro. “Por que o teaser de ‘Carros 3’ parece um filme de terror?”, comentou mais um. “Não vou deixar meus filhos verem o novo filme ‘Carros 3′”, arrematou um terceiro. E por aí seguiu o rosário das lamentações. Como não deve querer melindrar seu público alvo, a Disney vai lançar a seguir um novo comercial colorido e alegre.
Carros 3: Animação da Disney ganha primeiro teaser trágico
A Disney divulgou o primeiro e trágico teaser da animação “Carros 3”. A prévia apresenta traços mais realistas que os dois primeiros longas produzidos pela Pixar, mostrando uma acirrada corrida de carros, até que o narrador avisa que McQueen está perdendo o controle. Um acidente grave acontece, ao som de uma respiração ofegante, encerrando o vídeo com a tela escura e o aviso de que “a partir de agora nada será como antes”. Não há maiores detalhes sobre a trama da continuação, que trará novamente o ator Owen Wilson como a voz do protagonista, o carrinho Relâmpago McQueen. A sinopse diz apenas que ele estará determinado a provar a uma nova geração que ainda é o melhor carro de corridas que existe. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme chega aos cinemas brasileiros em 15 de julho, um dia antes do lançamento nos EUA.
Monstros S.A. pode ganhar sequência que mostraria a bebê Boo como adulta
O terceiro filme da franquia “Monstros S.A.” ainda não foi oficialmente anunciado, mas o diretor Pete Docter aceitou falar sobre o assunto durante uma entrevista com a revista Entertainment Weekly sobre os 15 anos do primeiro filme, e revelou que já há uma ideia para a produção. “Nunca vou dizer nunca. Não está nos nossos planos imediatos, mas posso dizer que, com ‘Universidade Monstros’, fomos propositalmente para um prelúdio do primeiro filme, porque ainda não estávamos prontos para responder perguntas sobre o que aconteceu com Boo e se ela reencontrou Sulley”, disse o diretor. A ideia para o terceiro filme seria justamente trazer a Boo adulta encontrando seus monstros de infância. “Parte dessa ideia seria como um efeito ‘Peter Pan’, onde a Wendy criança acaba se esquecendo de quem é Peter Pan quando cresce”, completou Docter. Os dois filmes da franquia fizeram muito sucesso. E como “Universidade Monstros” arrecadou US$ 745 milhões, é muito provável que a Disney encomende o terceiro. Se é que já não encomendou e está apenas aguardando a finalização do roteiro para anunciar sua produção. O que está programado, na verdade, é “Toy Story 4”, que vai estrear em junho de 2019.
Disney fatura US$ 6 bilhões anuais pela primeira vez em sua história
Graças à mágica espetacular da Marvel, Pixar e LucasFilm, a Disney não pára de soltar fogos de artifício. “Doutor Estranho”, que faturou mais de US$ 300 milhões nas bilheterias de todo o mundo em seus primeiros dias de exibição, foi o empurrão que faltava para o estúdio ultrapassar pela primeira vez a marca de US$ 6 bilhões em arrecadação mundial num único ano. Em toda a história, a Disney é apenas o segundo estúdio a superar esse montante. Neste ano, a empresa criada por Walt Disney já bateu duas marcas histórias, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e de US$ 5 bilhões em nível internacional. Vale observar que as quatro maiores bilheterias de 2016 são produções da Disney: “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão), “Zootopia” (US$ 1 bilhão) e “Mogli, o Menino Lobo” (US$ 966 milhões). Como acaba de lançar “Doutor Estranho” e ainda tem a animação “Moana” e o spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu cronograma de fim de ano, é provável que a Disney consiga quebrar o recorde histórico registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, para obter a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Este valor já poderia ter sido alcançado, caso todas as apostas do estúdio tivessem funcionado. Afinal, apesar do sucesso, a Disney também amargou alguns fracassos grandiosos em 2016. “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo” deram prejuízo. O primeiro, orçado em US$ 170 milhões, arrecadou apenas US$ 299 milhões, enquanto o segundo, que custou US$ 140 milhões, gerou US$ 243 milhões. E os resultados de “Meu Amigo, o Dragão” não chegaram nem perto de satisfatórios. Além disso, o drama “Horas Decisivas” representará uma perda de US$ 75 milhões, segundo a revista Variety.
Disney comemora o ano de maior bilheteria mundial de sua história
Os estúdios Walt Disney estão em clima de conto de fadas, registrando o melhor ano de sua história. Graças aos sucessos de “Procurando Dory”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Mogli, o Menino Lobo” e “Zootopia”, a Disney faturou US$ 5,9 bilhões nos primeiros dez meses de 2016, o que já supera o resultado total de suas bilheterias do ano passado (US$ 5,8 bilhões). “Pelo segundo ano consecutivo, o Walt Disney Studios alcançou um novo recorde na bilheteria graças a uma coleção absolutamente extraordinária de estreias de Disney, Disney Animation, Pixar, Marvel e LucasFilm”, disse o presidente Alan Horn, em comunicado celebratório. Neste ano, o estúdio já bateu duas marcas histórias, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e de US$ 5 bilhões em nível internacional. Como acaba de lançar “Doutor Estranho” e ainda tem a animação “Moana” e o spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu cronograma de fim de ano, é possível que a Disney quebre o recorde registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, para obter a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Mesmo assim, o estúdio amarga alguns fracassos grandiosos em 2016. “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo” deram prejuízo. O primeiro, orçado em US$ 170 milhões, arrecadou apenas US$ 299 milhões, enquanto o segundo, que custou US$ 140 milhões, gerou US$ 243 milhões. E os resultados de “Meu Amigo, o Dragão” não chegaram nem perto de satisfatórios. Além disso, o drama “Horas Decisivas” representará uma perda de US$ 75 milhões, segundo a revista Variety.
Procurando Dory ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
A animação “Procurando Dory” atingiu neste fim de semana a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo, tornando-se a quinta animação a superar a marca na história do cinema. “Procurando Dory” é a segunda produção da Pixar a comemorar o feito. A primeira foi “Toy Story 3” em 2010. O filme também é a terceira maior bilheteria de 2016, atrás apenas de “Capitão América: Gerra Civil” e outra animação de bichos falantes, “Zootopia”. Detalhe: todos os três filmes são lançamentos da Disney. A continuação de “Procurando Nemo” (2003) estreou em junho e continua em cartaz em alguns países. Mas seu principal desempenho aconteceu no mercado doméstico, onde faturou 484,7 milhões. Por conta disso, é a maior bilheteria do ano nos EUA – com bastante folga sobre os US$ 408 milhões de “Capitão América”, o 2º lugar.
Bilheterias: Sucesso de Procurando Dory ignora Caça-Fantasmas e Carrossel 2 no Brasil
Apesar das estreias de “Caça-Fantasmas” e “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina” ocuparem metade das salas de cinema disponíveis no Brasil, os filmes mais assistidos do fim de semana foram animações que já estavam em cartaz. A animação “Procurando Dory” se manteve líder das bilheterias brasileiras pela terceira semana consecutiva. O filme, que estreou no dia 30 de junho, arrecadou da última quinta-feira (14/7) a domingo (17/7) pouco mais de R$ 11 milhões, levando 715 mil pessoas aos cinemas. Ao todo, os peixinhos da Disney/Pixar já fisgaram 5,5 milhões de pessoas e faturaram quase R$ 78 milhões no país, segundo dados da ComScore. Comprovando que os filmes de bichos falantes são a tendência mais bem-sucedida do ano, o 2º lugar ficou com “A Era do Gelo: O Big Bang”. O quinto filme da franquia pré-histórica da Fox levou 692 mil pessoas aos cinemas, arrecadando cerca de R$ 10,5 milhões em quatro dias. Com isso, 2,5 milhões já assistiram ao filme, que está rendendo R$ 38 milhões no Brasil. As estreias da semana ocuparam o 3º e o 4º lugares, respectivamente. “Caça-Fantasmas” teve desempenho pior no Brasil que nos EUA, onde abriu em 2º lugar (atrás de outra animação de bichos falantes, “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, ainda inédita por aqui). O filme foi muito falado devido a sua concepção, idealizado pela Sony como uma versão feminina da comédia clássica de 1985. No final, a curiosidade despertada ficou abaixo do repúdio intuitivo dos fãs, que foram acusados de serem machistas pelos produtores, por reagirem como reagem fãs. Acabou atraindo 382 mil pessoas para uma arrecadação de R$ 6,7 milhões. Ironicamente, “Carrossel 2” teve mais público, 408 mil pessoas, mas, porque tinha ingressos mais baratos (sem o custo da exibição em 3D) rendeu menos, R$ 5,3 milhões. De todo modo, o desempenho ficou abaixo da estreia do primeiro filme da franquia infantil do SBT, visto por 467 mil espectadores em seu fim de semana de estreia. Na ocasião, o filme abriu em 3º lugar, mas acabou conquistando uma das maiores bilheterias do cinema nacional em 2015. Contando com a pré-estreia paga e “inflada”, que aconteceu uma semana antes do lançamento oficial, no dia 7 de julho, “Carrossel 2” já foi visto por mais de 1 milhão de pessoas e faturou R$ 12,2 milhões até o momento.











