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    Novo filme de Ridley Scott estrelado por Kevin Spacey pode ser adiado indefinidamente

    6 de novembro de 2017 /

    “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), o novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”), não deve mais chegar aos cinemas neste ano. Segundo o site da revista Variety, a Sony já cancelou a première do filme e deve tirá-lo de seu cronograma de lançamentos, visando, na melhor das hipóteses, lançá-lo ao longo de 2018. O adiamento se deve ao escândalo sexual que envolve um de seus protagonistas, o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”), que apareceu irreconhecível no trailer liberado, sob maquiagem de envelhecimento. A grande ironia é que Ridley Scott rodou o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Antes ameaçada por “Todo o Dinheiro do Mundo”, os papéis se inverteram e agora a produção televisiva é que pode inviabilizar o êxito do filme. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A história é real e o elenco do filme também destaca participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes. Resta saber se esta data será mantida ou se acompanhará o adiamento indefinido dos Estados Unidos.

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    Filho do ator Richard Dreyfuss diz que foi assediado por Kevin Spacey aos 18 anos

    5 de novembro de 2017 /

    O ator e escritor Harry Dreyfuss, filho do vencedor do Oscar Richard Dreyfuss (“A Garota do Adeus”, “Tubarão”), aumentou a lista de homens que estão acusando o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) de assédio sexual. Em depoimento publicado no Buzzfeed, mesmo site em que Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) fez a primeira denúncia contra Spacey, ele contou detalhes do episódio, que aconteceu em 2008, quando tinha 18 anos. Na época, seu pai estava atuando na peça “Complicit”, dirigida por Spacey em Londres. De acordo com o jovem, os três estavam em uma sala discutindo o roteiro do espetáculo, e em certo momento, mesmo com a presença de Dreyfuss, Kevin Spacey colocou a mão na coxa do adolescente e não tirou ela de lá tão cedo. “Nunca me ocorreu que Kevin estaria interessado em mim”, escreveu. “Ele era um homem adulto, um herói meu, o chefe do meu pai. Não estava no meu radar de pessoas dispostas a realizar interações sexuais”, continuou. “Além disso, pensei: com certeza ele não está dando em cima de mim na frente do meu pai. Mas sua mão permaneceu lá.” Em seu relato, Harry Dreyfuss afirma que, pela pouca idade, simplesmente não conseguiu processar o que estava ocorrendo. “Meu pai e eu estávamos fingindo ser amantes em uma peça enquanto Kevin Spacey tentava me seduzir, e na vida real eu era um virgem hétero infeliz que só queria se tornar uma ator famoso.” “Não pensei que houvesse algo que eu pudesse fazer para alertar meu pai sobre o que estava acontecendo. Eu não queria começar uma briga entre eles e não queria que a peça fosse ameaçada.” Desde a última segunda (30/10), quando Spacey se desculpou pelo assédio sexual ao ator Anthony Rapp, vários outros homens revelaram casos semelhantes envolvendo o astro de “House of Cards”. Com a repercussão negativa, a Netflix suspendeu a produção da 6ª temporada da série política e divulgou que não trabalhará mais com o ator.

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    Netflix demite Kevin Spacey da série House of Cards

    4 de novembro de 2017 /

    Kevin Spacey não faz mais parte do elenco de “House of Cards”. A Netflix demitiu o ator oficialmente na noite de sexta-feira (3/11). A decisão foi tomada após as denúncias de assédio sexual contra ele, inclusive de integrantes da produção da própria série. “A Netflix não estará envolvida com qualquer outra produção de “House of Cards” que inclua Kevin Spacey”, informou a plataforma em um comunicado. A produção da 6ª temporada de “House of Cards” foi suspensa na terça-feira (31/10), dois dias após Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por Spacey em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra o ator se multiplicaram, e até funcionários da atração resolveram acusá-lo. Além de demitir Spacey de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida pelo ator, que já se encontrava em pós-produção. A decisão teria sido tomada após o time de advogados da produtora MRC (Media Rights Capital) e da Netflix examinarem o contrato de Spacey, que tem créditos de produtor de “House of Cards”, para ver quais seriam os custos de tirá-lo da série. No anúncio, a empresa também comentou que está trabalhando com a MRC “para avaliar os rumos da série”. Isto significa que há planos para continuar a produção, nem que seja para concluir a história na 6ª e potencialmente última temporada da atração. Mas também há rumores sobre um projeto de spin-off centrado em outros personagens da série. A verdade é que não havia mais ambiente para o retorno de Spacey às gravações, após acusações de comportamento “predatório” no set, especialmente em relação a funcionários mais jovens da equipe. Mas simplesmente cancelar a séria deixaria os mesmos funcionários desempregados. Atualmente, cerca de 300 profissionais trabalham em “House of Cards”. A revista Variety ouviu de fontes do set que os dois primeiros episódios da temporada já foram gravados. E que a paralisação dos trabalhos teria o objetivo de dar tempo aos roteiristas de encontrar uma forma de reescrever a trama sem a participação de Spacey. Segundo a publicação, a morte de Frank Underwood, personagem de Spacey, estaria sendo considerada a melhor solução narrativa para justificar o sumiço do ator, deixando a responsabilidade de protagonizar o final da história nas mãos de sua mulher, Claire, interpretada por Robin Wright. A atriz Jessica Chastain foi a primeira a sugerir esta mudança nas redes sociais. “Será que Robin Wright não pode ser a protagonista ‘House of Cards’ agora? Estamos prontos para isso”, ela escreveu no Twitter. Quase 500 pessoas responderam positivamente, propondo até formas de matar Frank Underwood. Vale lembrar que “House of Cards” é inspirada numa produção britânica de mesmo nome, e na trama original o protagonista morreu – o que levou também ao final da série. Além de Kevin Spacey, outro astro da Netflix enfrenta acusações de abuso sexual, inclusive mais graves. Danny Masterson, da série de comédia “The Ranch”, está sendo investigado pela promotoria de Los Angeles pelo estupro de quatro mulheres no começo da década de 2000.

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    Corey Feldman revela nome de ator que o molestou quando era menor

    3 de novembro de 2017 /

    Corey Feldman avançou em suas denúncias de abusos sexuais que sofreu quando era uma ator-mirim em Hollywood. Ele vem falando sobre o tema há anos, mas nunca tinha citado um nome sequer. Após diversas atrizes superarem o medo de dar nomes a assediadores em série de Hollywood, revelando os escândalos sexuais recentes de Harvey Weinstein e James Toback, ele decidiu contar sua história por meio de um documentário, que pretende financiar com apoio coletivo. E para levantar os fundos, vem participando de entrevistas. Na mais recente, no programa de TV “The Dr. Oz Show”, Feldman soltou o primeiro dos muitos nomes que estava guardando para o filme, afirmando que foi molestado pelo ator John Grissom. Grissom participou de apenas dois filmes, “Sem Licença para Dirigir” (1988) e “Um Sonho Diferente” (1989), ambos estrelados por Feldman e seu companheiro e amigo, Corey Haim, que morreu em 2010 e que também teria sofrido abusos durante a infância em Hollywood. Na época, Feldman tinha entre 17 e 18 anos e Haim, entre 18 e 19 anos. O programa de TV revelou que Grissom tem ficha criminal, incluindo uma prisão em 2001 e condenação em 2003 por abuso sexual de menor. Feldman afirmou, durante a entrevista televisiva, que pretendia revelar o nome de Grissom como um de seus abusadores no livro de memórias que lançou em 2013, mas teria sido convencido a não acusar ninguém por seus advogados. Ele diz que tem muitos outros nomes para revelar, mas precisa de defesa jurídica. Por isso, decidiu fazer as denúncias num filme, visando arrecadar US$ 10 milhões para filmá-lo e também pagar advogados.

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  • Etc

    Kevin Spacey é acusado de assédio por integrantes da produção de House of Cards

    3 de novembro de 2017 /

    Novas acusações de assédio contra Kevin Spacey vieram à tona, agora da equipe de produção da série “House of Cards”. Se os casos anteriores teriam acontecido há muitos anos, os novos são atuais. Pelo menos oito pessoas da produção da série foram citadas numa reportagem do canal de notícias CNN, mas só concordaram em falar sobre o assunto sob anonimato. Elas afirmam que foram vítimas de assédio e abuso sexual por Spacey, além de ter presenciado o mesmo comportamento do protagonista da atração com outras pessoas que trabalharam nas gravações da série premiada da Netflix. Um dos relatos diz que o ator tocou um funcionário em suas partes íntimas, por cima da calça, no veículo em que estava sendo transportado. A vítima, que não teria consentido com o gesto, ainda afirmou que ficou em “estado de choque” com a situação e se preocupou, pois o ator tinha “uma posição muito poderosa na série”. A mesma vítima ainda disse que Spacey deixava o ambiente das gravações “tóxico”, além de ter um comportamento “predador” e geralmente direcionado a homens jovens. Uma ex-assistente de produção disse que o ator costumava agir de maneira inadequada, criando uma brincadeira sexual, quando segurava as mãos de funcionários do set e as levava próximo a sua virilha. Outros funcionários disseram ter observado ou sido vítimas de aproximações inapropriadas de Spacey, sempre relacionadas a avanços sexuais no ambiente de trabalho. Todos eles teriam receado denunciar o ator para não perderem o emprego, ou ainda terem sido considerados mentirosos. A multiplicação de denúncias contra Spacey levou a CNN a comparar o caso com o de Harvey Weinstein. Após a denúncia de Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”), atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, também mencionaram um ambiente tóxico, marcado pelo assédio em série do ator. A Media Rights Capital, produtora de “House of Cards”, e a Netflix chegaram a se dizer “profundamente preocupadas”, em comunicado conjunto, após as novas acusações contra o ator. As gravações da 6ª temporada da série foram suspensas.

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  • Etc

    Mais homens acusam Kevin Spacey de assédio e ator anuncia que buscará tratamento

    2 de novembro de 2017 /

    Após o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) tomar a iniciativa e acusar Kevin Spacey de assédio, vários homens se pronunciaram contra o protagonista de “House of Cards”. Entre eles, o cineasta Tony Montana, que o acusou de “colocar a mão na minha virilha”, e o ator mexicano Roberto Cavazos, que foi ao Facebook lembrar do período em que Spacey foi diretor artístico do teatro Old Vic, em Londres. “Parece que o único requisito era ser homem com menos de 30 anos para o Sr Spacey se achar livre para nos tocar”, escreveu. Outros atores e funcionários do Old Vic ecoaram a acusação, afirmando terem visto Kevin Spacey transformar os 11 anos em que foi diretor artístico da casa numa procissão de assédios. “Nós todos mantínhamos as histórias por baixo dos panos. Eu o vi apalpando homens muitas vezes em várias situações diferentes”, disse um empregado que preferiu se manter anônimo, ao jornal The Guardian. “Ele tirava vantagem do fato de ser esse grande ícone. Ele tocava os homens na virilha. Fazendo muito rápido para que eles não conseguissem desviar.” Uma antiga estagiária do Old Vic, Rebecca Gooden, afirmou ao Guardian que as histórias sobre Spacey eram conhecidas no local. Ela decidiu se identificar após o teatro afirmar, em comunicado, que “não está em posição de comentar casos específicos que podem ter acontecido no passado”. “Havia uma piada recorrente sobre isso. Me disseram que eu não deveria falar sobre o assunto fora do teatro. Fiquei enojada com o fato de o teatro ter escolhido dizer que não sabe de nada”, disse Gooden. Após a divulgação desses casos, uma porta-voz de Kevin Spacey divulgou um comunicado afirmando que o ator vai procurar tratamento. “Kevin Spacey está tomando o tempo necessário para procurar avaliação e tratamento”, diz a nota. “Nenhuma outra informação será divulgada por enquanto.” A opção pelo tratamento e a resposta curta vem logo após a repercussão negativa do único pedido de desculpas de Spacey, que rebateu a primeira acusação de assédio com uma revelação de que era gay, o que pegou muito mal entre a comunidade LGBT+. As consequências da denúncia já incluem o cancelamento de homenagens que ele receberia do Emmy Internacional e a suspensão da produção da 6ª temporada de “House of Cards”. Atualmente, a Netflix avalia como lidar com o escândalo e encontrar uma forma de encerrar a trama da série numa última temporada.

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  • Série

    Produção da 6ª e última temporada de House of Cards é suspensa indefinidamente

    31 de outubro de 2017 /

    A produção da 6ª temporada de “House of Cards” foi suspensa indefinidamente nesta terça (31/10), um dia após os executivos da produtora Media Rights Capital e da plataforma Netflix viajarem até Baltimore, onde as gravações estavam em andamento. Na ocasião, a Netflix e a MRC emitiram uma declaração dizendo que eles estavam “profundamente preocupados” com as alegações contra o protagonista e produtor da série, Kevin Spacey, mas também queriam tranquilizar elenco e equipe, após o ator ser acusado de assédio sexual por Anthony Rapp (da série “Star Trek: Discovery”) quando este tinha 14 anos de idade. A repercussão negativa do pedido de desculpas de Spacey, que rebateu a acusação de assédio com uma revelação de que era gay, e o cancelamento de homenagens que ele receberia do Emmy Internacional, somaram-se ao desconforto e, agora, os produtores emitiram um novo comunicado, afirmando que o trabalho foi interrompido para que possam avaliar que rumo tomar. “A MRC e a Netflix decidiram suspender a produção na 6ª temporada de ‘House of Cards’ até novo aviso, para nos dar tempo para avaliar a situação atual e resolver quaisquer preocupações de nosso elenco e equipe”, diz a nota curta. Fontes ouvidas pelos principais sites de notícias de entretenimento dos Estados Unidos já tinham adiantado que a Netflix tinha cancelado “House of Cards”, mas completaria uma última temporada, usando os episódios remanescentes para concluir sua história. Roteiristas podem ter recebido ordem de reescrever a trama, o que também explicaria a suspensão da gravação, para dar tempo para os capítulos finais serem reescritos. Além disso, a revista Variety afirmou que a plataforma estaria considerando produzir um spin-off, que acompanharia alguns personagens de “House of Cards”, sem a presença de Kevin Spacey.

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  • Série

    Netflix estaria considerando fazer um spin-off de House of Cards sem Kevin Spacey

    31 de outubro de 2017 /

    A Netflix estaria considerando desenvolver um spin-off da série “House of Cards”, apurou o site da revista Variety. De acordo com a publicação, há várias ideias sendo tratadas entre os executivos da plataformas. Uma delas é centrar a nova história no personagem Doug Stamper (Michael Kelly), com roteiro escrito pelo produtor Eric Roth. Ainda sem título, a nova série aconteceria sem a participação de Frank Underwood, o personagem vivido por Kevin Spacey, que além de estrelar também é produtor de “House of Cards”. O projeto teria o objetivo de preservar o prestígio da atração ao eliminar a participação de Spacey, que é o mais recente membro da indústria americana do entretenimento a ser atingido por um escândalo sexual. Após Spacey ser acusado de tentar abusar o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando o colega tinha apenas 14 anos, a Netflix teria decidido cancelar “House of Cards”. Produtores da série e executivos se encontraram no set e procuraram acalmar elenco e equipe a respeito do futuro da produção. A princípio, as gravações da 6ª temporada estão mantidas, mas seriam os últimos episódios da série. Rapp disse ao BuzzFeed News que conheceu Spacey em 1986, quando ambos apareceram em peças da Broadway. Uma noite, Spacey o convidou para o seu apartamento para uma festa. Quando percebeu que era o único que ainda estava no apartamento, sofreu uma tentativa de abuso do ator mais velho. Mas como tinha só 14 anos, demorou a entender o que estava acontecendo. Leia aqui mais detalhes do relato do assédio.

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    Emmy Internacional cancela homenagem a Kevin Spacey

    31 de outubro de 2017 /

    A Academia Internacional de Artes e Ciências Televisivas, responsável pelo Emmy Internacional, anunciou que não irá mais homenagear o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) na cerimônia de premiação deste ano. Spacey, que foi acusado de assediar o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando o colega tinha apenas 14 anos, iria receber o International Emmy Founders Award, um prêmio honorário dedicado àqueles que contribuíram para aprimorar a qualidade da televisão. Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy” e “Scandal”) e J.J. Abrams (“Lost” e “Westeworld”) estão entre os que receberam a honraria. “A Academia Internacional anuncia que, à luz dos recentes eventos, não irá honrar Kevin Spacey com o International Emmy Founders Award de 2017”, anunciou a instituição por meio de uma nota nas redes sociais. O Prêmio iria reconhecê-lo como “um dos grandes talentos multidimensionais” que “atravessa as fronteiras culturais para tocar a humanidade”. Rapp disse ao BuzzFeed News que os dois se conheceram em 1986, quando ambos apareceram em peças da Broadway. Uma noite, Spacey o convidou para o seu apartamento para uma festa. Quando percebeu que era o único que ainda estava no apartamento, sofreu uma tentativa de abuso do ator mais velho. Mas como tinha só 14 anos, demorou a entender o que estava acontecendo. Leia aqui mais detalhes do relato do assédio.

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    Feministas protestam contra retrospectiva dos filmes de Polanski na Cinemateca Francesa

    31 de outubro de 2017 /

    Diversas pessoas, inclusive integrantes do grupo Femen, protestaram na noite de segunda-feira (30/10) contra a abertura de uma retrospectiva da a Cinemateca Francesa dedicada ao cineasta Roman Polanski, acusado de agressões sexuais. “Não à homenagem para os estupradores”, gritaram duas ativistas para Polanski, de 84 anos, que compareceu ao local para apresentar seu último filme “D’Après Une Histoire Vraie” (Baseado em fatos reais). As duas mulheres, que estavam de topless e traziam nas costas a frase “Very Important Pedocriminal” (Pedófilo muito importante), um trocadilho com a sigla VIP, foram expulsas da Cinemateca, mas continuaram o protesto do lado de fora do prédio. “Apreciar um artista não significa se calar sobre seus crimes!”, disse Sanaa Beka, que foi protestar convocada por grupos feministas. “Para nós, o importante é cancelar esta retrospectiva, obter desculpas da Cinemateca e provocar uma tomada de consciência”, afirmou Raphaëlle Rémy-Leleu, porta-voz do grupo Osez le Féminisme, horas antes do começo dos protestos. Em 1977, Roman Polanski admitiu ter tido relações sexuais ilegais com Samantha Geimer, que na época tinha somente 13 anos, na casa de Jack Nicholson em Los Angeles enquanto o ator viajava. Em troca da confissão e alguns dias de prisão, um juiz aceitou não manter outras denúncias mais graves contra ele. Mas, convencido de que o magistrado voltaria trás em sua promessa e acabaria o condenando a décadas na cadeia, o cineasta fugiu para a França. Em 2010, a atriz britânica Charlotte Lewis declarou que o diretor a havia forçado a ter relações sexuais quando ela tinha 16 anos. Outra mulher, identificada como “Robin”, o acusou em agosto deste ano de agressão sexual quando tinha 16 anos, em 1973. E no começo de outubro, a justiça suíça indicou que examina novas acusações contra Polanski de uma mulher que o acusa de ter abusado dela em 1972, quando tinha 15 anos. A Cinemateca francesa, presidida pelo cineasta Costa-Gavras, se negou a cancelar o evento. “Fiel a seus valores e a sua tradição, a Cinemateca não pretende ser substituta da justiça”, declarou a instituição, que denuncia um pedido de “censura puro e simples”. “A retrospectiva de Polanski está prevista há muito tempo”, disse na sexta-feira a ministra de Cultura da França, Françoise Nyssen. “Trata-se de uma obra, não de um homem, não vou condenar uma obra”, disse. Uma petição lançada on-line na semana passada para cancelar a retrospectiva reuniu apenas 26 mil assinaturas.

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    Netflix teria cancelado House of Cards após denúncia de assédio contra Kevin Spacey

    30 de outubro de 2017 /

    A Netflix teria decidido cancelar “House of Cards”, após a denúncia de assédio sexual contra Kevin Spacey, feita pelo ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”). Além de estrelar, Spacey também tem créditos de produtor da série dramática da plataforma de streaming. A atração já tinha começado a gravar os episódios de sua 6ª temporada, que agora servirão como final da trama. A produtora Media Rights Capital e a Netflix emitiram um comunicado conjunto em menos de 12 horas após a publicação da denúncia no site Buzzfeed, dizendo-se estão profundamente “preocupadas com as notícias sobre Kevin Spacey”. “Em resposta às revelações de ontem de noite, executivos de ambas as empresas chegaram em Baltimore nesta tarde para se encontrar com nosso elenco e equipe, e garantir que eles se sintam seguros e apoiados. Conforme programado anteriormente, Kevin Spacey não se encontra trabalhando no set neste momento”, diz o texto suscinto. O comunicado não aborda o cancelamento, mas os principais sites de entretenimento dos Estados Unidos ouviram fontes que afirmam que a informação foi compartilhada com todos os envolvidos na produção. A princípio, os executivos tranquilizaram os profissionais sobre o trabalho em andamento, informando que a 6ª temporada será completada e os últimos 13 episódios exibidos em 2018. “House of Cards” foi especialmente importante para a Netflix, ao estrear em 2013 e render os primeiros prêmios do serviço de streaming, o que abriu caminho para uma transformação na indústria de entretenimento. Ao todo, a série já teve 46 indicações ao Emmy e venceu seis troféus, além de ter recebido um Peabody e dois Globos de Ouro.

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    Série animada Uma Família da Pesada já tinha aludido a suposta pedofilia de Kevin Spacey

    30 de outubro de 2017 /

    Após a denúncia de assédio contra Kevin Spacey (série “House of Cards”), que teria tentado abusar sexualmente do ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando este tinha 14 anos, um trecho controverso de um episódio de 2005 da série “Uma Família da Pesada” (Family Guy) ressurgiu nas redes sociais. Na cena, Stewie, o bebê da família, aparece pelado e correndo por um shopping, enquanto grita “Eu escapei do porão de Kevin Spacey”. Veja abaixo. A insinuação de pedofilia da animação de Seth MacFarlane é parecida com outra alusão feita pelo próprio criador da série, na qual denunciou Harvey Weinstein. Em 2013, quando apresentou o Oscar, McFarlane também fez um comentário, em forma de piada, sobre os assédios de Weinstein, dizendo que as atrizes indicadas já não precisavam mais “fingir que gostavam dele”. Poucos dias após o escândalo sexual de Weinstein vir à tona, MacFarlane confirmou no Twitter que seu comentário foi motivado pela história de sua amiga Jessica Barth (atriz de “Ted”, dirigido por McFarlane), que lhe contou ter sido vítima do produtor. Seth MacFarlane ainda não tuitou sobre Kevin Spacey.

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    Criador de House of Cards se pronuncia sobre acusação de assédio contra Kevin Spacey

    30 de outubro de 2017 /

    O criador de “House of Cards”, Beau Willimon, pronunciou-se sobre a acusação de assédio sexual contra Kevin Spacey, o astro da série da Netflix. Ele tuitou seu apoio ao ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”), que afirmou ter sido assediado por Spacey aos 14 anos. “A história de Anthony Rapp é altamente preocupante”, escreveu o produtor e roteirista. “Durante o período em que trabalhei com Kevin Spacey em ‘House of Cards’, eu não testemunhei e nem fiquei sabendo de nenhum comportamento inapropriado no set de gravações ou fora dele. Dito isso, eu levo a sério denúncias desse tipo de comportamento e esta não será exceção. Sinto muito pelo senhor Rapp e apoio sua coragem”. Rapp disse ao site BuzzFeed News que os dois se conheceram em 1986, quando estavam em peças da Broadway. Uma noite, Spacey convidou Rapp para o seu apartamento para uma festa. Mais tarde, segundo Rapp, ele se viu entediado e assistindo TV no quarto de Spacey, quando percebeu que ele era o único que ainda estava no apartamento com o ator, que tinha 26 anos na época. “Ele estava tentando ficar comigo sexualmente”, disse Rapp, antes de contar que conseguiu se esquivar de Spacey e ir embora. Em resposta à denúncia, Spacey tuitou suas “mais sinceras desculpas”, dizendo não se lembrar do corrido por possivelmente estar bêbado na ocasião, mas aproveitou para se assumir gay. A mistura de temas causou controvérsias e agora o ator está sendo acusado de tentar transformar a acusação de assédio numa notícia sobre o fato dele sair do armário. Willimon não trabalha mais em “House of Cards”, tendo abandona a produção ao final da 4ª temporada, no ano passado. Atualmente, ele desenvolve “The First”, uma série sci-fi sobre a colonização de Marte, na plataforma Hulu.

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