Chris Pine vai estrelar série da diretora de Mulher-Maravilha
O ator Chris Pine e a diretora Patty Jenkins vão voltar a trabalhar juntos após o sucesso de “Mulher-Maravilha”. O canal pago americano TNT aprovou a produção de uma série estrelada por Pine, que terá seu piloto dirigido por Jenkins. Intitulada “One Day She’ll Darken”, a série é uma criação de Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador de Muay Thai, cuja vida foi narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic, e também escreveu livros sobre a luta. A trama é inspirada na autobiografia homônima da Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Anos mais tarde, quando procurou sua mãe biológica, descobriu que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito nos famosos assassinatos conhecidos como crimes da Dália Negra. Pine vai interpretar Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter, e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da mulher pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas o enigma de Hodel também o levará aonde ele não espera: a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. A produção da série já foi aprovada, independente do piloto. Jenkins, Sheridan e Pine serão os produtores, ao lado de Michael Sugar (série “13 Reasons Why”). “‘One Day She’ll Darken’ é um mistério verdadeiramente perturbador com reviravoltas imprevisíveis e sustos de fazer pular da cadeira”, disse Sarah Aubrey, vice-presidente de programação original da TNT, em comunicado. “Patty Jenkins é uma diretora fenomenalmente talentosa que sempre entregou personagens poderosos, da inesquecível assassina em série real de ‘Monster’ à super-heroína guerreira de ‘Mulher-Maravilha’. Sam Sheridan entregou roteiros que irão entreter e assustar com uma história de redenção e uma busca poderosa de identidade. Chris Pine nos surpreendeu com muitas de suas apresentações, e sabendo o quanto seu personagem é multidimensional, temos muita sorte por ter um ator tão talentoso quanto ele para liderar o elenco”, completou. As gravações devem começar no outono norte-americano, entre setembro e novembro, para uma estreia em 2018.
Mulher-Maravilha 2 vai estrear no final de 2019
A Warner anunciou a data oficial de lançamento de “Mulher-Maravilha 2”. O filme vai chegar aos cinemas norte-americanos em 13 de dezembro de 2019. Segundo o site da revista Variety, a diretora Patty Jenkins ainda está confirmada no comando da continuação. Mas vale lembrar que, anteriormente, Geoff Johns, diretor da DC Entertainment, revelou que estava trabalhando no roteiro da sequência ao lado de Jenkins. Já Gal Gadot voltará a viver a Mulher-Maravilha nos cinemas ainda este ano, em “Liga da Justiça”, que tem estreia marcada para 16 de novembro no Brasil.
Warner anuncia o lançamento de mais dois filmes de super-heróis da DC para 2020
A Warner Bros. programou o lançamento de mais dois filmes do Universo Cinematográfico da DC Comics. As novas estreias foram anunciadas para 14 de fevereiro de 2020 e 5 de junho de 2020. Embora o estúdio não tenha anunciado oficialmente os títulos das produções, uma delas deve ser a continuação de “Mulher-Maravilha”. A confirmação deve vir durante a apresentação do estúdio na San Diego Comic-Con, que também deve oficializar o retorno da diretora Patty Jenkins para comandar a sequência. O diretor da DC Entertainment Geoff Johns, que escreveu o roteiro de “Mulher-Maravilha”, chegou a adiantar ao site da revista Variety que estava desenvolvendo uma nova história da super-heroína com Patty Jenkins. “Patty e eu estamos escrevendo o tratamento, com o objetivo de fazer outro grande filme”, ele afirmou. Já a segunda produção pode ser diversas coisas, desde o filme solo de heróis como Flash e Ciborgue, que serão introduzidos em “Liga da Justiça”, o aguardado longa do vilão Adão Negro, estrelado por Dwayne Johnson, ou simplesmente a definição da estreia do novo Batman, dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”).
Ryan Reynolds manda coraçãozinho para Mulher-Maravilha após heroína ultrapassar Deadpool nas bilheterias
Ryan Reynolds, astro de “Deadpool”, ignorou a rivalidade entre Marvel e DC Comics para parabenizar a Mulher-Maravilha por seu sucesso nas bilheterias. Ele publicou um imagem nas redes sociais, em que Deadpool faz coraçãozinho e usa um colar com o símbolo da princesa amazona, após o filme da super-heroína ultrapassar a bilheteria de seu longa na América do Norte. “Mulher-Maravilha” já arrecadou US$ 368 milhões, enquanto “Deadpool” somou um total de US$ 363 milhões nos Estados Unidos e Canadá, de acordo com dados do site especializado Box Office Mojo. Na bilheteria mundial, o longa estrelado por Reynolds ainda se mantém na frente, com US$ 783 milhões, contra US$ 745 milhões do filme estrelado por Gal Gadot. A imagem de Reynolds já foi curtida por mais de 700 mil pessoas no Instagram, inclusive por Patty Jenkins, diretora de “Mulher-Maravilha”, que se manifestou no Twitter, “Você é absolutamente o melhor, Ryan Reynolds. Obrigada! Nós também amamos você e seu filme”, ela escreveu. Reynolds está atualmente filmando “Deadpool 2”, que tem estreia prevista para 2018. The Merc may be filthier, but her B.O. is stronger. Congrats #WonderWoman. pic.twitter.com/jhP1hRAKlY — Deadpool Movie (@deadpoolmovie) July 11, 2017 You are the absolute greatest, Ryan Reynolds @VancityReynolds Thank you! We love you and your movie too. ❤️❤️❤️ #deadpool #deadpool2 ❤️❤️❤️ https://t.co/6Raj3VBEIR — Patty Jenkins (@PattyJenks) July 11, 2017
Estrelas e cineastas de Hollywood rasgam elogios à Mulher-Maravilha nas redes sociais
“Mulher-Maravilha” não é um sucesso apenas entre os espectadores comuns, é também é um fenômeno entre estrelas e cineastas de Hollywood. A imagem mais bacana ficou por conta da atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”), que posou de braços cruzados como a heroína, comprando uma camiseta com a imagem de Lynda Carter no papel, e ainda escreveu uma crítica elogiosíssima do “filme que tem tudo” em seu Instagram . A mesma foto foi repercutida por Anne Hathaway, que foi a Mulher-Gato em “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”. “Deem apoio a Gal Gadot, Patty Jenkins e ‘Mulher-Maravilha’ neste final de semana, para que Hollywood se sinta confiante em relação a filmes focados em mulheres!!! Compre um ingresso, mude o mundo”, a atriz escreveu em seu Instagram. No Twitter, diretores como M. Night Shyamalan (“Fragmentado”), James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), Ava DuVernay (“Selma”), Joss Whedon (“Vingadores”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita 2”), James Wan (“Velozes e Furiosos 7”), Scott Derrickson (“Doutor Estranho”), James Mangold (“Logan”) e Zack Snyder (“Batman Vs. Superman”), entre outros, também parabenizaram a diretora Patty Jenkins por seu trabalho. “A diretora Patty Jenkins está quebrando recordes nas bilheterias e fazendo sua história! ‘Mulher-Maravilha’ está nos cinemas agora! Uma vitória! Bravo!”, aplaudiu DuVernay. “Parabéns para Patty Jenkins e sua incrível ‘Mulher-Maravilha’, pelo que parece ser uma abertura de US$ 100 milhões no fim de semana!”, escreveu Gunn. “Parabéns para Patty Jenkins”, ecoou Derrickson. “É incrivelmente um deleite”, definiu Whedon. “Sou um grande fã de Patty Jenkins. Sua direção do piloto de ‘The Killing’ é um dos melhores episódios já feitos na TV”, lembrou Shyamalan. “Eu acredito em amor e ‘Mulher-Maravilha’ de Patty Jenkins arrasou”, elogiou Banks. “Saboreie o momento, Gal Gadot. Não apenas a bilheteria, mas criativamente você entregou uma performance universal e ainda assim pessoal. Só poderia ser você”, declarou-se Mangold. “Que filme Magnífico! Gal Gadot e Patty Jenks, vocês são uma inspiração. Ah, e Chris Pine está cheio de charme e carisma. Que grande química com Gal Gadot”, rasgou Wan, que vai dirigir a seguir o filme do Aquaman. “Orgulhoso”, sintetizou Snyder, responsável pela introdução de Gal Gadot como Mulher-Maravilha em “Batman vs. Superman”.
Continuação de Mulher-Maravilha será passada nos dias atuais
O sucesso de “Mulher-Maravilha” já era previsto pela Warner, que contratou a protagonista Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins para dois filmes. Segundo o site The Hollywood Reporter, a continuação já está sendo discutida. Rascunhos do roteiro apontam que a história vai trazer Diana Prince em um cenário contemporâneo. Assim, a história fugirá do estilo do primeiro longa, que é ambientado durante a 1ª Guerra Mundial. A continuação de “Mulher-Maravilha” ainda não tem previsão de estreia. Antes disso, Gal Gadot poderá ser vista novamente como Mulher-Maravilha no filme da Liga da Justiça, que estreia em 16 de novembro no Brasil.
Mulher-Maravilha enfrenta clichês de super-heróis para vencer limites do gênero
“Mulher-Maravilha” é um filme cheio de senões. É longo demais, limpo demais (choro, suor e sacrifícios são sempre impecavelmente iluminados e maquiados para parecem lindos), exagerado nos efeitos e, como aventura, está longe de apresentar fluidez narrativa. A diretora Patty Jenkins nunca equilibra as dosagens de ação, humor e drama com harmonia e leveza. Disso, resulta um espetáculo todo compartimentado e truncado. Tem trechos que são só cômicos, outros só de ação, outros exclusivamente dramáticos. Neste sentido, a engenharia da Marvel é bem mais azeitada, as peças são melhor encaixadas e os filmes, mais divertidos e redondos. A mão pesada de Patty Jenkins na direção, contudo, não impede o filme de superar seus limites. “Mulher-Maravilha” triunfa ao trabalhar questões especificamente femininas, sem fazer do rancor ou do proselitismo o centro de seu olhar. O roteiro (curiosamente assinado por cinco homens) tem achados e a presença da atriz Gal Gadot ajuda a sustentar a produção. A Diana Prince de Gadot é uma mulher cheia de nuances. Forte e dedicada, com sensibilidade e inteligência para driblar as burrices e patadas dos brutamontes. Jenkins filma a beleza escultural de Gadot e suas amigas amazonas, no mesmo espírito altivo que Leni Riefensthal registrava os atletas nazistas no cinema dos anos 1930. As mulheres no filme são como deusas, superiores num primeiro momento, mas quando olhadas de perto, revelam traços de ingenuidade e fraqueza. Diana é a mais contraditória das Amazonas. Ela nasce num ilha chamada Themyscira, um lugar paradisíaco, de rochedos e cascatas que parecem esculpidos por sonhos. Filha do mitológico Zeus, Diana é cuidadosamente escondida dos olhos dos desafetos, para nunca ser usada como elemento de barganha. Mas apesar da proteção de uma tribo de guerreiras, Diana revela ter poderes para se virar muito bem sozinha. E embora ainda não saiba, seu destino ou maldição será usá-lo por toda sua existência. O mundo exterior invade a terra confortável da princesa de Themyscira, graças a um soldado norte-americano. É a 1ª Guerra Mundial e o avião de Steve Trevor (Chris Pine) está sendo perseguido pelos alemães. O soldado leva dois sustos: o primeiro, quando atravessa o portal entre os dois mundos, o segundo, quando encontra as mulheres, fortes e destemidas. As amazonas de Themyscira deixam Steve contrariado ao dispensar qualquer ajuda masculina. Numa cena bem humorada, Diana explica para o rapaz que os homens são indispensáveis para a procriação. E só. Para o prazer, ela frisa, há métodos mais eficazes. Essa observação formidável, claro, acaba sendo acelerada, porque os produtores acreditam que é de ação que o público gosta. É preciso então que os personagem obedeçam a produção e comecem a correr. Como já mostraram muito a ilha, toca mudar o cenário para não cansar! Steve retorna às linhas aliadas e Diana espontaneamente decide acompanhá-lo. Ela tem uma espada e um escudo e a ideia ingênua de que, se puder localizar e matar Ares, deus da guerra, acabará com o conflito mundial. Essa motivação conduz à parte mais agradável do filme. Diana não sabe nada sobre os homens. Aliás, não sabe nada sobre a civilização moderna, e é divertido vê-la fazer suas descobertas. Na Londres de 1918, ela reage ao barulho e aos carros. Experimenta um sorvete e adora, e, como uma criança, grita de prazer ao descobrir o segredo de atravessar a porta giratória de um hotel. A mocinha também percebe que a opinião de uma mulher talvez não seja tão valorizada como em Themyscira. E, pra enlaçar o pacote de desilusões, um mundo cheio de destruição e miséria descortina-se para ela, numa escala inimaginável. É aqui que “Mulher Maravilha” torna-se mais do que apenas diversão e jogos de guerra. Este filme facilmente poderia ter sido outro exercício cansativo a definir o feminismo como a oportunidade de uma mulher ser tão ou mais violenta que o mais opressor de seus parceiros. Em vez disso, “Mulher-Maravilha” segue em direção oposta. Ele apresenta Diana como o princípio feminino que representa as artes da vida e, em última instância, o amor, em colisão com um mundo que homens tentaram coletivamente reprimir desde o começo da humanidade. Ao longo desta linha, “Mulher-Maravilha” atinge momentos emocionantes que são incomuns para um filme do gênero. Em particular, há uma cena em que Diana atravessa uma cidade que foi bombardeada com gás mostarda e todos os seus habitantes morreram. Vemos no rosto de Gadot a emoção da dor e da tristeza de deparar-se com o horror da guerra, e seu desencanto expressa algo muito além do que costumamos observar neste tipo de filme. Considerando que no centro desse quadro temos uma atriz israelense, que inclusive serviu no exército de Israel, fica patente que não temos apenas uma atriz representando, mas uma pessoa que com certeza já esteve mais próxima dos horrores de uma guerra química do que nós. Felizmente, nem todos os homens são ruins na história. Existem alguns bons, como Steve Trevor, que tem uma qualidade curiosa: ele está sempre tentando recuperar o atraso. Às vezes, Steve tem que evitar as conseqüências da ingenuidade de Diana, ele tenta argumentar, mas nem sempre consegue convencê-la. O rapaz tenta protegê-la, mas é ela quem o protege. Do elenco, sobressai também a atuação de David Thewlis como um parlamentar gentil, que encontra sempre nuances inesperadas para seu papel. E do outro lado das linhas, Danny Huston acrescenta mais um vilão odioso em sua extensa galeria, um general alemão à procura de vitória usando seu poderoso gás tóxico. Por vezes, os roteiristas baixam o nível e plagiam na cara de pau cenas de “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011). Há dois trechos que são quase decalques do filme do herói patriota, uma no momento em que Steve leva Diana a uma cantina para recrutar um pelotão particular, e outra em que a moça, com seu heroísmo, avança contra os inimigos e sensibiliza os acovardados soldados ingleses a saírem da trincheira. Ainda assim, entre mortos e feridos, o filme supera tudo graças ao carisma de Gal Gadot. O sentimento de esperança, que algum dia a racionalidade feminina ainda vai vencer a brutalidade masculina, está esculpido em cada close da atriz. Essa é parte empolgante que tira “Mulher-Maravilha” do lugar comum.
Diretora de Mulher-Maravilha diz que críticas à sensualidade da personagem são machistas
Apesar da mensagem de empoderamento feminino, Mulher-Maravilha não é uma personagem muito querida pelas feministas. Acusada de ser muito sexy e criticada até por – acreditem – depilar as axilas, muitas ativistas veem na heroína apenas uma pin-up, a encarnação de fantasias masculinas. Pois a diretora Patty Jenkins resolveu falar sobre o assunto, durante uma entrevista a um programa matinal da rede CBS. Perguntada pelo repórter como seria possível a heroína ser um ícone do feminismo trajando um uniforme sexy, ela respondeu que quem questiona isso é machista. Afinal, ninguém fala nada das roupas colantes dos heróis masculinos, que também tem suas belas formas ressaltadas nos quadrinhos, na TV e no cinema. “Eu acho que essa questão é machista. Acho machista pensar que você não pode ser os dois. Eu questiono se os outros super-heróis também não são bonitos e vestem roupas colantes. Isso é uma fantasia e faz sentido para quem quem embarca nela. Quando era uma garotinha, adorava a ideia de que o meu poder e minhas habilidades poderiam parar o valentão do parquinho e eu também poderia me parecer com a Lynda Carter enquanto fazia isso”, disse, referindo-se à intérprete da heroína na série dos anos 1970. Estrelado por Gal Gadot, o filme da Mulher-Maravilha foi bastante elogiado pela crítica norte-americana. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (1/6).
Mulher-Maravilha conquista a crítica nos Estados Unidos com 96% de aprovação
As primeiras críticas do filme da “Mulher-Maravilha” começaram a ser publicadas pela imprensa dos Estados Unidos e do Reino Unido. E ao contrário do que vinha acontecendo com os filmes de super-heróis da Warner, a recepção foi extremamente positiva. Enquanto “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” atingiram apenas 25% de aprovação no ano passado, “Mulher-Maravilha” impressiona com 96% no site Rotten Tomatoes. O filme está sendo considerado, de forma unânime, a melhor das adaptações de quadrinhos da DC Comics. Para se ter noção, “O Cavaleiro das Trevas”, até hoje considerado o maior acerto da Warner, teve 94% de aprovação em 2008. Houve quem publicasse que era o melhor filme de super-heróis de todos os tempos. Mas um crítico mais velho lembrou ter visto um superior em 1978, o que só aumentou a expectativa pela comparação: “É o tipo de filme que não vemos desde que Christopher Reeve voou para nossas vidas”. Elogiado por suas atuações, todas ótimas, pelos efeitos visuais arrebatadores e principalmente pelo carisma com que Gal Gadot vive a heroína, a produção foi aplaudida por ser ótimo entretenimento e ainda passar uma mensagem de empoderamento feminino. Mas antes de chegar nas críticas positivas, o filme precisou contornar tentativas de sabotagem de sua avaliação. A mais contundente foi plantada no podcast Schmoes Know em janeiro, que espalhou que “Mulher-Maravilha” era “uma porcaria”, citando uma fonte próxima da produção. Mas o ventilador foi ligado bem antes, em agosto do ano passado, quando uma suposta ex-funcionária da Warner publicou uma carta aberta detonando o estúdio por cometer sempre os mesmos erros e afirmando que o filme da heroína era “outro desastre”. Fica claro, agora, que estes rumores eram uma campanha má intencionada. A principal diferença em relação às adaptações anteriores da DC Comics é que o roteiro de “Mulher-Maravilha” foi escrito por dois autores de quadrinhos, Allan Heinberg (também criador da série “The Catch”) e Geoff Johns (criador da série “The Flash”). Além disso, a direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), que se tornou a primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio. Confira abaixo algumas das frases das críticas publicadas nos Estados Unidos e no Reino Unido: “A espera acabou pessoal. O filme da DC que vocês têm esperado finalmente chegou” (Chris Nashawaty, revista Entertainment Weekly). “Uma façanha cinematográfica eletrizante e de tirar o fôlego. Atuações incríveis, ação de elevar os batimentos cardíacos e efeitos visuais surpreendentes fazem deste um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos” (Mark Hughes, revista Forbes). “É um filme que não apenas aperfeiçoa os inúmeros defeitos dos filmes de super-heróis, mas também mescla esperteza, sentimento e adrenalina no melhor estilo de Hollywood” (Alonso Duralde, site The Wrap). “A ação do filme é explosiva, envolvente e deslumbrante” (Kelly Lawler, jornal USA Today). “‘Mulher-Maravilha’ quebra o molde dos filmes do gênero” (Sheri Linden, revista The Hollywood Reporter). “Um dos melhores filmes de super-heróis. De todos os tempos” (William Bibbiani, site CraveOnline). “Este é o momento em que os sonhos e esperanças de milhões de meninas e mulheres adultas finalmente se cristaliza numa imagem transcendente que é orgulhosa, desafiadora e há muito merecida” (Don Kaye, site Den of Geek). “‘Mulher-Maravilha’ é um filme campeão, uma história de origem imersiva com humor inesperado e cenas de ação épicas. Gal Gadot prova que foi feita sob medida para o papel, transformando-se no ícone feminista e heroína que os fãs merecem” (Julian Roman, site MovieWeb). “‘Mulher-Maravilha’’ de Patty Jenkins oferece um alívio bem-vindo ao estilo sombrio da DC, com a estrela Gal Gadot provando-se uma escolha inspirada” (Andrew Barker, da revista Variety). “Gal Gadot é um presente dos deuses” (Kevin Harley, revista Total Film). “Forte, inteligente, sexy e absolutamente super, este é o blockbuster de super-herói que vocês precisam ver” (Chris Hunneysett, jornal Daily Mirror). “‘Mulher-Maravilha’ dá à super-heroína mais famosa dos quadrinhos uma estreia nos cinemas digna de seu legado” (Molly Freeman, site ScreenRant). “É o tipo de filme que não vemos desde que Christopher Reeve voou para nossas vidas” (Stephen Whitty, do jornal Newark Star-Ledger).
Gal Gadot impressiona com habilidade acrobática em nova cena intensa de ação de Mulher-Maravilha
A Warner Bros. divulgou um novo vídeo de “Mulher-Maravilha”, que revela uma sequência de luta intensa. Com quase um minuto de duração, o combate corpo-a-corpo com soldados alemães permite a Gal Gadot demonstrar extrema habilidade acrobática. Também chama atenção a forma como a cena é bem coreografada. Passado durante a 1ª Guerra Mundial, o filme também é estrelado por Chris Pine (“Star Trek”), Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Ewen Bremner (“Trainspotting”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, e a estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novos pôsteres de Mulher-Maravilha destacam as guerreiras amazonas
A Warner Bros. divulgou oito pôsteres novos do filme da “Mulher-Maravilha”. Três deles são para o mercado asiático e três se concentram nas guerreiras amazonas, destacando individualmente a protagonista (vivida por Gal Gadot), a Rainha Hipólita (Connie Nielsen) e a General Antiope (Robin Wright). A principal diferença em relação às adaptações anteriores da DC Comics é que, desta vez, o roteiro é de dois autores de quadrinhos, Allan Heinberg (também criador da série “The Catch”) e Geoff Johns (criador da série “The Flash”). A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, e a estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Filme da Mulher-Maravilha não terá cena pós-créditos
Graças à mania da Marvel de incluir cenas pós-créditos em seus filmes, os fãs das produções de super-heróis sempre esperam que os estúdios rivais façam o mesmo. A Warner até seguiu a tendência em “Esquadrão Suicida”, mas “Mulher-Maravilha” não terá nada após seus créditos finais. “Não vou dizer que nunca faríamos uma (cena pós-creditos)”, disse Charles Roven, produtor do longa. “Havia uma em ‘Esquadrão Suicida’. Mas não queremos sentir que estamos sendo forçados a fazer algo só porque fizemos no passado”, explicou. Além de “Mulher-Maravilha”, “Homem de Aço” e “Batman vs. Superman” também não tiveram cenas pós-creditos. Já a pequena cena de “Esquadrão Suicida”, registra um encontro entre Bruce Wayne (Ben Affleck) e Amanda Waller (Viola Davis). Estrelado por Gal Gadot (“Batman vs. Superman”) e Chris Pine (“Star Trek”), “Mulher-Maravilha” tem direção de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio. A estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Filme da Mulher-Maravilha ganha seis cenas inéditas
A Warner Bros. divulgou seis cenas do filme da “Mulher-Maravilha”. Sem legendas, os vídeos cobrem o treinamento árduo da heroína interpretada pela atriz Gal Gadot, sua dificuldade para se adaptar à vida na civilização urbana e o combate contra os alemães na 1ª Guerra Mundial. Por sinal, a principal diferença em relação aos quadrinhos originais foi a mudança de época, já que as primeiras histórias da Mulher-Maravilha, publicadas em 1941, passavam-se durante a 2ª Guerra Mundial. Além de Gadot, presente em todas as cenas, o ator Chris Pine (“Star Trek”) também se destaca no papel do aviador Steve Trevor. A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, e a estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.










