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    Michael J. Fox diz que perdeu a memória de curto prazo

    5 de novembro de 2020 /

    O ator Michael J. Fox voltou a se abrir sobre os desafios que está enfrentando como vítima do mal de Parkinson. Desde 1998, ele assume publicamente os problemas trazidos pela doença. Em uma nova entrevista à revista People, o astro de “De Volta para o Futuro” revelou que a doença está começando a prejudicar até sua memória, o que vai impedir a continuidade de sua carreira como ator. “Minha memória de curto prazo está destruída”, disse ele. “Eu sempre tive uma capacidade real para decorar falas e memorização. E eu tive algumas situações extremas nos últimos trabalhos que fiz, que foram realmente cheios de palavras. Eu me esforcei durante os dois”, disse o vencedor do Emmy, referindo-se à sua participação em dois episódios da série “The Good Fight”. Ele afirmou não ter certeza se, por causa desse problema, conseguirá voltar a atuar. A doença de Parkinson é um distúrbio do sistema nervoso que afeta o movimento. Não há causa conhecida, e as complicações podem incluir problemas cognitivos, de deglutição e distúrbios do sono. Apesar de seu diagnóstico, Fox se recusa a desacelerar. Ele está focando sua criatividade na escrita e já publicou três livros. O quarto, “No Time Like the Future”, será lançado em 17 de novembro. “Minha técnica de violão não está boa. Meus desenhos não são bons, minha dança nunca foi boa e atuar está ficando cada mais difícil de fazer. Mas eu posso escrever”, brincou Fox. “Felizmente, eu realmente gosto disso.” O astro, que está com 59 anos, acrescentou que seu otimismo o ajudou a “atravessar os tempos mais sombrios”. “A vida é boa”, concluiu.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Cecil Thiré (1943 – 2020)

    9 de outubro de 2020 /

    O ator Cecil Thiré morreu nesta sexta-feira (9/10), aos 77 anos, enquanto dormia em sua casa, no Rio de Janeiro. Filho da famosa atriz Tônia Carrero, ele enfrentava o Mal de Parkinson há alguns anos. Além de ser reconhecido como ator de novelas da Globo, especialmente por seus papéis de vilões, como Mário Liberato, em “Roda de Fogo” (1987), e Adalberto, em “A Próxima Vítima” (1995), Thiré também foi roteirista e diretor de diversas obras no cinema e no teatro. Nascido em 28 de maio de 1943, no Rio, Cecil Aldary Portocarrero Thiré foi o filho único do casamento entre Tônia Carrero e o artista plástico Carlos Arthur Thiré, e desde cedo seguiu a tradição artística da família. Sua estreia nas telas foi aos 9 anos, numa pequena participação no filme “Tico-Tico no Fubá”, sucesso musical de 1952 estrelado pela mãe. Sua carreira teve impulso durante o apogeu do Cinema Novo. Aos 19 anos, apareceu em dois segmentos do clássico “Cinco Vezes Favela” (1962). Aos 21, fez sua estreia atrás das câmeras, como assistente de direção de Ruy Guerra em “Os Fuzis” (1964), em que também atuou. Com 24, ganhou projeção internacional no filme “Arrastão” (1967), do francês Antoine d’Ormesson, e virou ator de novelas, no elenco de “Angústia de Amar” (1967), da TV Tupi. Ao chegar aos 25, tornou-se diretor de cinema, comandando o drama “O Diabo Mora no Sangue” (1968). Mas depois desse começo avassalador, o AI-5 mudou os rumos do cinema brasileiro e da maioria das pessoas que trabalhavam nele. Com a censura dos filmes de temática política e social, Cecil Thiré se reinventou como comediante. Integrou o programa humorístico “Balança Mas Não Cai” e ingressou nas pornochanchadas, que faziam sucesso na época, tanto como ator, em “Como Nos Livrar do Saco” (1973), “Ainda Agarro Esta Vizinha…” (1974) e “Eu Dou o que Ela Gosta” (1975), quanto como roteirista, do último filme citado e de “O Roubo das Calcinhas” (1975). Ele também escreveu o sucesso musical “Amante Latino” (1979), estrelado pelo cantor Sidney Magal, enquanto se dedicava, ao mesmo tempo, ao teatro e à televisão. Sua primeira experiência como diretor de teatro foi em 1971, numa montagem de “Casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen, e em 1975 recebeu o Prêmio Molière por sua montagem da peça “A Noite dos Campeões”, de Jason Miller. Ao ingressar na Globo, deu vazão ainda maior à sua versatilidade. Após se destacar como ator de novelas – em “O Espigão” (1974) e “Escalada” (1975) – , começou a aparecer em humorísticos, como “Planeta dos Homens” (a partir de 1976), o que o aproximou de Jô Soares e lhe abriu novos caminhos. Quando Jô Soares ganhou seu próprio programa, “Viva o Gordo”, em 1981, Thiré virou diretor de TV. Depois disso, passou a se alternar na frente e atrás das câmeras, inclusive em novelas. Ele estrelou “Sol de Verão” (1982), “Champanhe” (1983), “Roda de Fogo” (1987), “Top Model” (1989), “Renascer” (1993), “A Próxima Vítima” (1995), “Celebridade” (2003) e dirigiu “Sassaricando” (1987), “Araponga” (1990) e episódios de “Você Decide” e “Sai Debaixo”, além de ter ido para Portugal com sua mãe, para dirigi-la na série “Cupido Electrónico”, em 1993. Mesmo com tanto trabalho, sempre reservou espaço na agenda para o cinema, atuando em filmes famosos, como “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, “A Bela Palomera” (1988), de Ruy Guerra, “Forever – Juntos para Sempre” (1991), de Walter Hugo Khouri, “O Quatrilho” (1995), de Fábio Barreto, indicado ao Oscar, “Cronicamente Inviável” (2000), de Sergio Bianchi, “Sonhos Tropicais” (2001), de André Sturm, entre outros. Thiré chegou a viver o mesmo personagem, o Marechal Henrique Lott, na TV e no cinema, respectivamente na minissérie “JK” (2006) e no filme “Bela Noite para Voar” (2009), de Zelito Viana. Ainda apareceu em três novelas da Record, antes de se afastar das telas em 2013, após a novela “Máscaras” e a série “Se Eu Fosse Você”, ano em que também publicou o livro “A Carpintaria do Ator”, resultado de outra atividade paralela, ensinando o ofício da atuação. A doença o impediu de continuar em atividade. Durante a cerimônia de cremação da mãe, em março de 2018, seu estado de saúde chamou atenção, pela dificuldades demonstradas para andar e falar. Em um vídeo enviado pelo WhatsApp a pessoas próximas da família, a filha de Cecil, a atriz Luisa Thiré, disse: “Ele vai deixar muita saudade, porque papai foi um cara muito importante para a arte toda. Deixou muita coisa boa, muito aprendizado. Foi professor de muita gente, tanto de cinema quanto de teatro. Lembro de eu, pequena, entrando no Teatro Fênix, ele gravando o ‘Viva o Gordo’, e a claque inteira vindo falar comigo como papai era querido. Por onde andou, ele fez amigos de A a Z. Que ele descanse, porque ele merece. Esse final estava bem difícil”, contou a atriz. A família puxou o pai e a avó, com três dos quatro filhos de Thiré seguindo a carreira de atores: Luisa, Carlos e Miguel.

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    Alan Alda, astro da série clássica M*A*S*H, revela sofrer do Mal de Parkinson

    31 de julho de 2018 /

    O ator Alan Alda, até hoje lembrado pelo papel de Capitão “Falcão” Pierce na série “M*A*S*H” (1972-1983), pela qual venceu cinco dos seus seis Emmys, revelou ter sido diagnosticado com Mal de Parkinson. Em entrevista ao programa “CBS This Morning”, o ator de 82 anos disse que convive com a doença já há três anos e meio, e decidiu tornar o problema público após perceber os primeiros efeitos físicos graves. “Eu tenho levado uma vida plena desde o meu diagnóstico”, ele assegurou. “Eu tenho atuado, dado palestras, ajudado da forma que eu posso no Centro Alan Alda de Ciência da Comunicação, na Universidade Stony Brook. Eu até comecei um novo podcast! Enquanto dava entrevistas promovendo tudo isso, eu comecei a perceber que estava ficando difícil controlar o movimento do meu corpo e pensei: ‘Bom, é uma questão de tempo até alguém perceber’. Eu não quero que isso seja visto como uma história triste, eu não estou triste.” Além do sucesso absoluto na televisão, Alda também teve uma indicação ao Oscar, por seu papel em “O Aviador” (2004), de Martin Scorsese. Suas aparições mais recentes nas telas foram no filme “Ponte dos Espiões” (2015), de Steven Spielberg, e, neste ano, em dois episódios da série “The Good Fight”. Veja a entrevista com a revelação abaixo.

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