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  • Filme,  Série

    O que ver em streaming: as estreias desta sexta (14/11)

    14 de novembro de 2025 /

    Programação com 17 estreias destaca a animação "Em Seus Sonhos", um documentário sobre John Lennon e séries europeias como a britânica "Malice", a francesa "Merteuil" e a espanhola "O Cuco de Cristal"

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  • Filme,  Série

    O que ver na semana: saiba quais são as estreias de streaming

    10 de novembro de 2025 /

    Documentário do Caso Eloá e minissérie sobre Ângela Diniz destacam true crime nacional entre as novidades, que ainda incluem "Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca", "O Monstro em Mim" e muitos filmes de Natal

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  • Filme

    Os Pequenos Vestígios mantém liderança nas bilheterias dos EUA

    7 de fevereiro de 2021 /

    O suspense criminal “Os Pequenos Vestígios” se manteve no topo das bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana de exibição. Com os US$ 2,1 milhões arrecadados entre sexta e domingo (7/2), o longa soma US$ 7,8 milhões em 10 dias nos EUA e Canadá e US$ 13 milhões globalmente. “Os Pequenos Vestígios” é o primeiro filme de 2021 da Warner Bros. a estrear simultaneamente na HBO Max e nos cinemas em meio à pandemia de coronavírus, uma decisão polêmica que agitou Hollywood. Apesar da bilheteria ser transparente, a HBO Max, assim como outras plataformas, não abre seus números de audiência, deixando no ar o sucesso do filme em streaming, como já tinha feito em relação a “Mulher-Maravilha 1984”. O início da temporada de premiações, com indicações a Jared Leto (“Esquadrão Suicida”) pelo filme, pode ter ajudado a atrair o público nesta semana. Leto concorre ao Globo de Ouro e ao SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores) como Melhor Ator Coadjuvante, num elenco que também destaca Denzel Washington (“O Protetor”) e Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) como policiais que tentam prendê-lo. Vale apontar que o suspense teve suas maiores arrecadações em cines drive-ins da Califórnia, estado americano em que a maioria dos cinemas tradicionais permanece fechada há 11 meses. Mas a crítica não se entusiasmou com seu lançamento, considerado medíocre com 46% de aprovação no Rotten Tomatoes. Enquanto isso, a animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” continua a surpreender em seu 11º fim de semana, faturando US$ 1,8 milhão – basicamente o mesmo da semana anterior – como o segundo filme mais visto do período. Com uma presença duradoura nas telas, a produção da DreamWorks/Universal já soma US$ 46 milhões nos EUA e Canadá e US$ 147,7 milhões globalmente (está sendo exibido em 17 países e ainda não estreou no Brasil), apesar de estar disponível em VOD premium no mercado norte-americano há mais de um mês. O Top 3 se completa com o novo thriller de ação de Liam Neeson, “Na Mira do Perigo”, com US$ 1 milhão e um total doméstico de US$ 9,1 milhões desde seu lançamento há três semanas. Os três filmes são inéditos no Brasil e dois deles, “Os Pequenos Vestígios” e “Na Mira do Perigo”, só vão estrear por aqui em abril. Não que “Os Croods 2: Uma Nova Era” chegue muito antes disso. A previsão de estreia para o desenho animado é 25 de março, se não houver novo fechamento de cinemas em São Paulo.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Críticos dos EUA lamentam Globo de Ouro tão branco: “constrangimento completo”

    3 de fevereiro de 2021 /

    Enquanto grande parte da imprensa trata o Globo de Ouro como um prêmio sério, quem trabalha mais próximo de Hollywood tem uma visão mais cínica a respeito do evento, que teria sido criado pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) como forma de garantir sua relevância na indústria do entretenimento. Nunca faltaram críticas ao fato de que são cerca de 80 jornalistas estrangeiros brancos, idosos e pouco representativos que escolhem os indicados e os vencedores. Mas alguns críticos americanos subiram o tom nesta nesta quarta (3/2) após o anúncio dos indicados ao Globo de Ouro deste ano. “Um constrangimento completo e absoluto”. Foi assim que Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, definiu a seleção apresentada pela HFPA. “Em um ano em que nenhuma estrela vai realmente comparecer ao evento pessoalmente, até se poderia pensar que a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood deixaria de lado seus piores impulsos e escolheria seus indicados mais pelos méritos do que o costume, não menos. Mas a indústria acordou bem cedo com uma indicação de Melhor Atriz de Musical ou Comédia para Kate Hudson por ‘Music’ e depois de Melhor Filme Musical ou Comédia para esse filme, estreia da estrela pop Sia na direção, que um crítico descreveu como ‘dificilmente um fiasco menos desconcertante’ do que ‘Cats’ (e que tem abismais 29% no Rotten Tomatoes) e só é conhecido, se tanto, por escalar uma atriz não autista como personagem autista. Achei que tínhamos deixado para trás os maus velhos tempos do Globo de Ouro dando indicações de melhor filme para ‘O Turista’ e ‘Burlesque’, mas, infelizmente, aqui estamos nós de novo…” Feinberg ainda lembra que “isso não é tudo”. “‘Era uma Vez um Sonho’, que tem ainda pior pontuação, de 26% no Rotten Tomatoes, foi reconhecido na forma de uma indicação de Melhor Atriz Coadjuvante por Glenn Close. Close é uma atriz maravilhosa, mas suspeito que nem mesmo ela diria que merece uma indicação por este filme, que se tornou uma piada corrente, sobre a esnobada de, digamos, Yuh-Jung Youn, a vovó de ‘Minari’ que rouba a cena e que é a Meryl Streep da Coreia do Sul”. O texto é destruidor, cita ainda as indicações a James Corden, “um homem hetero se comportando como um personagem gay em um filme sobre homofobia” em “A Festa de Formatura”, e Jared Leto em “Os Pequenos Vestígios”, uma produção “comercial com apenas 48% no Rotten Tomatoes”, “escolhido em vez de Kingsley Ben-Adir (por ‘Uma Noite em Miami’) e o falecido Chadwick Boseman (por ‘Destacamento Blood’)”. Mas onde ele chuta o balde é no momento em que ressalta “a exclusão total de qualquer um dos quatro filmes fortes centrados na experiência negra americana na disputa de Melhor Filme de Drama”. O Globo de Ouro não valorizou “Destacamento Blood”, “Judas e o Messias Negro”, “A Voz Suprema do Blues” e “Uma Noite em Miami”, quatro filmes fortes com tema e elenco negros, assim como “Minari – Em Busca da Felicidade”, sobre uma família asiática, preferindo destacar dramas que refletem a vida de homens e mulheres brancos. “Destacamento Blood” não teve uma indicação sequer, enquanto os demais entraram em outras seções. Vale apontar que Scott Feinberg é crítico de cinema e não comentou os problemas da lista televisiva da premiação, que ignorou completamente a série mais elogiada do ano, “I May Destroy You”, escrita, dirigida e estrelada por uma mulher negra, Michaela Coel. Foi a revista Vogue quem questionou mais claramente a HFPA sobre essa ausência. “A esnobada do Globo de Ouro em ‘I May Destroy You’ levanta a questão: quais histórias são consideradas universais?”, quis saber a publicação de moda já no título do artigo assinado por Emma Specter. James Poniewozik, no jornal New York Times, foi além: chamou a ausência da série de “crime”. “A série limitada merecidamente aclamada de Michaela Coel sobre um estupro e suas consequências foi um dos feitos narrativos mais impressionantes não apenas do ano, mas talvez da última década. Mas não para o Globo de Ouro, aparentemente.” Em compensação, não faltou “Emily in Paris”, que o crítico do NYT lamentou não ter sido “um erro de digitação”. A série que “recebeu críticas severas em ambos os lados do Atlântico” foi lembrada, assim como a horrível “Ratched” (“estrelas, estrelas e mais estrelas… vai ver que foi por isso”), enquanto a aclamada “I May Destroy You” não. O mesmo vale para “The Boys” e outras tantas séries muito melhores que a relação oficial de indicados. O site Indiewire ainda notou que, embora tenha listado “Lovecraft Country” entre as melhores séries de drama, a HFPA não reconheceu nenhum de seus atores na competição. Elogiadíssima, Zendaya também não foi lembrada pelo filme “Malcolm & Marie”. Assim como, já citado, “Destacamento Blood” de Spike Lee, boicotado em todas as categorias, de direção à interpretação – os organizadores ainda tiveram a audácia de convidar os filhos de Spike Lee para serem “embaixadores” da premiação. Dino-Day Ramos, do site Deadline, ecoou esses sentimentos ao comentar: “É ótimo que haja três cineastas – duas delas mulheres de cor – que foram indicadas na categoria de direção. Eu celebro isso… No entanto, com a quantidade de conteúdo de pessoas de cor e outras comunidades sub-representadas que saiu no ano passado, é difícil acreditar que a HFPA tenha negligenciado e ignorado tantas performances e projetos excelentes. Porque, com base nessas nomeações, a HFPA está nos dizendo que um programa como ‘Emily In Paris’ é melhor que ‘I May Destroy You’. Algo não se encaixa aí”. Diante da polêmica, o jornal Los Angeles Times lembrou que no ano passado a HFPA viu surgir de forma tímida um movimento de denúncia a seu suposto racismo, #GlobesSoWhite, por desprezar programas aclamados como “Olhos que Condenam” e “Watchmen”. E a situação pode se repetir de forma mais intensa após os atuais indicados. “Ignorar ‘I May Destroy You’ pode ser registrado como particularmente chocante neste ano, após a onda recente de promessas de Hollywood para elevar as vozes negras e combater o racismo sistêmico na indústria do entretenimento”, concluiu Tracy Brown, editora da versão digital do LAT.

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  • Filme

    Suspense Os Pequenos Vestígios surpreende nas bilheterias dos EUA

    31 de janeiro de 2021 /

    O suspense “Os Pequenos Vestígios” (The Little Things) surpreendeu as expectativas do mercado ao estrear nos cinemas dos EUA e Canadá com um faturamento superior à média que outros filmes vinham registrando nas últimas semanas de pandemia. O lançamento da Warner Bros. fez quase US$ 5 milhões, num período em que bilheterias de US$ 4 milhões viraram teto. O mais surpreendente, porém, é que o filme fez este montante mesmo tendo sido lançado simultaneamente na HBO Max – como “Mulher-Maravilha 1984” antes dele. Apesar da estar disponível para quem quisesse assisti-lo em casa, o longa “encheu” os cerca de 45% do circuito cinematográfico que permanece aberto na América do Norte com restrições de lotação. E tem mais um detalhe: “Os Pequenos Vestígios” tem classificação “R”. Ou seja, é proibido para menores. Não é um filme para adolescentes, até então considerados o público-alvo principal dos cinemas. Ao todo, o filme fez estimados US$ 4,8 milhões entre sexta e este domingo (31/1), o melhor desempenho de estreia de um filme para adultos desde o começo da pandemia nos EUA. Bateu “Fúria Incontrolável”, com Russell Crowe (abertura de US$ 4 milhões), “Um de Nós”, com Kevin Costner (também com US$ 4 milhões), “Legado Explosivo” e “Na Mira do Perigo”, ambos com Liam Neeson (respectivamente com US$ 4,1 milhões e US$ 3,1 milhões), e “Relatos do Mundo, com Tom Hanks (US$ 2,25 milhões). Lançado em outros 20 países, “Os Pequenos Vestígios” faturou mais US$ 7,8 milhões no mercado internacional para chegar a US$ 12,6 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição mundial. O interesse pelo filme se deve, principalmente, a seu elenco estrelado, que inclui três vencedores do Oscar, Denzel Washington (“Dia de Treinamento”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) e Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”). Os dois primeiros vivem homens da lei, enquanto o último é suspeito de ser um serial killer. Mas será que o sucesso se reflete também na HBO Max? A plataforma não abre números. Entretanto, Andy Forssell, vice-presidente e diretor geral da HBO Max se gabou em comunicado: “Estamos absolutamente emocionados com a forma como ‘Os Pequenos Vestígios’ da Warner Bros. está se apresentando na HBO Max – imediatamente subiu para o 1º lugar [como título mais visto do serviço], onde atualmente permanece. Após o grande sucesso de ‘Mulher Maravilha 1984’, ‘Os Pequenos Vestígios’ mostra o apetite insaciável que nosso público tem por longas-metragens de alta qualidade.” Segundo a crítica, Forssell está errado. Apesar do desempenho nas bilheterias e a reunião de um elenco de peso, o filme escrito e dirigido por John Lee Hancock (“Estrada Sem Lei”) não é de “alta qualidade”. Ele foi considerado medíocre, com apenas 42% de aprovação no Rotten Tomatoes. O público achou que era 63% bom – ou um filme B-, na pesquisa do CinemaScore, a cotação mais baixa já conseguida por um filme criminal de Denzel Washington (considerando “O Protetor” como a nota mais alta). A estreia no Brasil também estava marcada para este fim de semana, mas após as restrições estabelecidas em São Paulo foi adiada para 11 de março. Confira abaixo um novo vídeo legendado dos bastidores da produção.

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  • Filme

    Denzel Washington e Rami Malek investigam Jared Leto em trailer de suspense

    23 de dezembro de 2020 /

    A Warner divulgou quatro fotos, o pôster e o trailer legendado de “Os Pequenos Vestígios” (The Little Things), suspense que reúne três vencedores do Oscar, Denzel Washington (“Dia de Treinamento”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) e Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”). No filme, Washington interpreta o xerife de um pequeno condado que se envolve na busca por um serial killer que está aterrorizando a cidade de Los Angeles. O policial vivido por Malek lidera a investigação. E Leto é o principal suspeito. O elenco se completa com Natalie Morales (“Disque Amiga para Matar”), Terry Kinney (“Billions”), Tom Hughes (“Vitória: A Vida de uma Rainha”), Chris Bauer (“True Blood”), Joris Jarsky (“October Faction”), Isabel Arraiza (“The Oath”), Sofia Vassilieva (“Medium”) e Michael Hyatt (“Snowfall”). O filme tem roteiro e direção de John Lee Hancock (“Estrada Sem Lei”) e estreia marcada para 28 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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