PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Al Jaffee, cartunista influente da revista Mad, morre aos 102 anos

    10 de abril de 2023 /

    O cartunista Al Jaffee, pioneiro e influente artista da revista Mad, morreu nesta segunda (10/4) aos 102 anos em um hospital de Nova York, devido à falência de múltiplos órgãos. Jaffee era conhecido por várias criações emblemáticas da Mad, incluindo as “Respostas Cretinas para Perguntas Imbecis”, invenções malucas e o desenho “dobrável” da contracapa das edições, que era revelado quando os leitores dobravam a página. A Mad foi lançada em 1952, no auge da onda anticomunista, e Jaffee se juntou como colaborador três anos depois. Quando se aposentou em 2020, aos 99 anos, ele era o artista mais antigo da revista, embora sempre tenha trabalhado como freelancer e nunca tenha sido funcionário da equipe. Jaffee começou a se dedicar aos quadrinhos após concluir o ensino médio em 1940 e, aos 20 anos, vendeu sua primeira paródia do Superman chamada Inferior Man para Will Eisner, futuro titã da indústria e criador de Spirit. Ele depois trabalhou para outra lenda: ninguém menos que Stan Lee na Timely Comics, precursora da Marvel Comics. Abraham Jaffee nasceu em 1921 em Atlanta e passou parte de sua infância na cidade natal de seus pais, Zarasai, na Lituânia, para onde sua mãe o levou quando ele tinha 6 anos. Durante esses anos, seu pai permaneceu nos Estados Unidos e enviou para Jaffee tirinhas de quadrinhos americanos, despertando seu interesse pela mídia. Judeu, Jaffee começou mudou seu nome para Al durante a 2ª Guerra Mundial como forma de se proteger do antissemitismo, e também porque seus colegas do exército se recusavam a chamá-lo de Abe. Foi enquanto estava no serviço militar que seu talento artístico chamou a atenção de um colega soldado, cujo cunhado era um oficial graduado, e usou sua influência para conseguir que Jaffee fosse designado como instrutor de arte em um centro de reabilitação em Coral Gables, Flórida. Mais tarde, ele trabalhou no Pentágono, fazendo panfletos e cartazes para o esforço de guerra. Foi o empurrão para sua carreira. Mas o mais irônico é que, anos depois, ele se tornou associado à militância antibelicista, fazendo vários cartuns contra a guerra do Vietnã na “Mad”. O legado de Jaffee na indústria dos quadrinhos foi reconhecido por muitos, incluindo o editor da Mad, John Ficarra, que disse em uma declaração: “Al Jaffee foi um gênio criativo cujas contribuições para a ‘Mad’ e para a indústria dos quadrinhos como um todo são inestimáveis. Ele era um cartunista incrivelmente talentoso e um homem adorável”. Sua influência, porém, foi muito além dos quadrinhos, influenciando diversos comediantes dos EUA. O apresentador Conan O’Brien reconheceu o impacto de sua arte, ao tuitar: “Al Jaffee foi um verdadeiro pioneiro dos quadrinhos e um herói para todos nós que amamos a comédia e a arte. Ele vai fazer muita falta. Descanse em paz, Al”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Michael Lerner, ator de “Patricinhas de Beverly Hills”, morre aos 81 anos

    9 de abril de 2023 /

    O ator Michael Lerner, conhecido por atuar na série “Patricinhas de Beverly Hills”, faleceu no sábado à noite (8/4), aos 81 anos de idade. Lerner também foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por sua atuação em “Barton Fink”, filme dos irmãos Joel e Ethan Coen, em 1991. A morte de Lerner foi confirmada por seu sobrinho, o ator Sam Lerner, de “The Goldbergs”, que prestou homenagem ao tio por meio de uma postagem no Instagram no domingo à tarde. Não foram divulgados detalhes adicionais sobre a morte do ator. “Perdemos uma lenda na noite passada. É difícil expressar em palavras o quão brilhante era meu tio Michael e como ele foi influente para mim”, escreveu Lerner. “Suas histórias sempre me inspiraram e me fizeram apaixonar pela atuação. Ele era o cara mais legal, mais confiante e talentoso, e o fato de ele ser meu parente sempre me fará sentir especial. Todos que o conhecem sabem como ele era insano – da melhor maneira”. Depois de trabalhar como ator com pequenos papéis em séries durante as décadas de 1970 e 1980, Lerner mudou de status após receber uma indicação ao Oscar em 1992 por sua atuação em “Barton Fink”. No filme, ele interpretou o magnata do cinema Jack Lipnick, chefe insistente do roteirista interpretado por John Turturro, e serviu de presságio para o tom às vezes selvagem, às vezes hilário do filme. Lerner depois voltou a ser dirigido pelos Coen em um pequeno papel na comédia existencial “Um Homem Sério”, de 2009. Após a indicação ao Oscar, Lerner se tornou um rosto familiar para os cinéfilos, aparecendo em diversos filmes dos anos 1990. Um de seus papéis mais marcantes desse período foi em “Godzilla” de Roland Emmerich, em 1998, como o prefeito de Nova York. O personagem debochado, batizado de Ebert, era uma sátira assumida ao famoso crítico de cinema Roger Ebert. Por sinal, o crítico destruiu o filme com uma avaliação de 1,5 estrelas, mas elogiou a atuação “corajosa” de Lerner. O ator também viveu um senador em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). Seu personagem mais popular, porém, materializou-se numa série de TV. Em 1996, ele interpretou o pai de Cher Horowitz na adaptação televisiva de “Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless), aparecendo em 18 episódios das três temporadas da atração. Depois disso, ele só voltou a ter destaque em “Glee”, onde interpretou Sidney Greene, um investidor que buscava realizar uma nova versão do musical “Funny Girl” na Broadway. Nos 5 capítulos de que participou em 2013, ele contracenou principalmente com Lea Michele, que recentemente, na vida real, acabou estrelando “Funny Girl” na Broadway.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Ryuichi Sakamoto, vencedor do Oscar por “O Último Imperador”, morre aos 71 anos

    2 de abril de 2023 /

    O músico japonês Ryuichi Sakamoto, vencedor do Oscar por “O Último Imperador” (1987), faleceu aos 71 anos. Ele morreu na terça-feira (28/3) de câncer, mas o anúncio foi feito apenas neste domingo (2/4) pela gravadora Avex em uma declaração no Twitter que agradece às equipes médicas do Japão e dos EUA, e pede que os fãs respeitem a privacidade de sua família neste momento. “Enquanto se tratava do câncer descoberto em junho de 2020, Sakamoto continuou a criar obras em seu estúdio em casa sempre que sua saúde permitia. Ele viveu com música até o fim”, disse a declaração. Durante a carreira, ele trabalho em mais de 40 filmes, incluindo “O Último Imperador” (1987), “Furyo, em Nome da Honra” (1983) e “O Regresso” (2015). Além do Oscar, Sakamoto também recebeu dois Globo de Ouro, um Grammy e um BAFTA. Nascido em Tóquio em 1952, filho de uma designer de roupas e de um editor literário, Sakamoto cresceu cercado por música, arte e cultura. Ele começou a tocar piano aos 3 anos e frequentou a mesma pré-escola famosa pela sua liberalidade e criatividade que Yoko Ono frequentou. Enquanto estudava na Universidade de Artes de Tóquio, ele descobriu a música eletrônica. Já trabalhando como músico de sessão antes de receber seu mestrado, Sakamoto tornou-se membro fundador do trio Yellow Magic Orchestra em 1978. O grupo foi pioneiro na música eletrônica e no uso de sintetizadores, influenciando diversas gerações de artistas e bandas, como Daft Punk, Aphex Twin e Radiohead, entre outros. Paralelamente, ele seguiu carreira solo e seu disco “B-2 Unit”, de 1980, é apontado como um divisor de águas. Sua música “Riot in Lagos”, que mistura batidas eletrônicas dançantes com elementos da música tradicional japonesa, teve um grande impacto no subgênero do hip-hop conhecido como electro e também no techno, sendo citada como influência por artistas como Kurtis Mantronik e Afrika Bambaataa. Ao longo carreira, Sakamoto lançou mais de 20 álbuns solo. Em 1983, ele iniciou a atividade pela qual ficou mais famoso, ao compor a trilha de “Furyo, em Nome da Honra” (1983), filme do cineasta Nagisa Oshima passado num campo de concentração japonês da 2ª Guerra Mundial, que destacava David Bowie como um dos prisioneiros. Sakamoto também apareceu em cena como um comandante da prisão, contracenando com Bowie. A música-tema, “Forbidden Colors”, acabou virando hit, numa parceria com o cantor David Sylvian, da banda britânica de synthpop Japan. Sakamoto voltou a interpretar um oficial do Exército Imperial Japonês novamente em “O Último Imperador” de Bernardo Bertolucci. O épico suntuoso venceu nove Oscars, incluindo Melhor Filme, Diretor e Trilha Sonora Original, que Sakamoto concebeu em parceria com David Byrne e Cong Su, além de Globos de Ouro nas mesmas categoriais. O compositor voltou a trabalhar novamente com Bertolucci em “O Céu que nos Protege” (1990), que lhe rendeu seu segundo Globo de Ouro. Em 1992, Sakamoto compôs a música para a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Barcelona. E passou o resto da década criando de forma prolífica, trabalhando com músicos de todo o mundo em gêneros diversos, além de compor trilhas para a minissérie “Wild Palms” (1993), de Oliver Stone, e para o suspense “Olhos de Serpente” (1998), de Brian de Palma. No fim da década, ainda surpreendeu ao alcançar o topo das paradas de sucesso japonesas com uma música de seu álbum “BTTB”, após ela ser um comercial de bebida energética. A música, “Energy Flow”, foi a primeira faixa instrumental a liderar as paradas do Japão em todos os tempos. Além de músico, Sakamoto também foi um ativista político engajado contra a energia nuclear e o armamentismo. Após os desastres de Fukushima em 2011, ele se tornou uma voz proeminente nos protestos antinucleares do país. Sakamoto teve um casamento breve em seus dias de estudante, do qual teve uma filha, e um mais longo com a musicista Akiko Yano em 1982, que durou uma década e gerou outra filha, Miu Sakamoto, que se tornou uma cantora pop de sucesso no Japão. Depois disso, casou-se pela última vez com sua empresária Norika Sora em 1990, tendo mais dois filhos. Diagnosticado com câncer de garganta em estágio 3 em junho de 2014, ele foi obrigado a realizar a primeira grande pausa em sua carreira. Pouco mais de um ano depois, ele anunciou que havia se recuperado e trabalharia no filme de Yoji Yamada, “Living With My Mother”, que se tornou a indicação do Japão para o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira de 2015. No mesmo ano, também compôs a trilha sonora do western de vingança “O Regresso”, de Alejandro González Iñárritu, recebendo indicações ao Globo de Ouro, Grammy e BAFTA. Sakamoto também participou do júri do Festival de Cinema de Berlim em 2018. Uma das histórias mais curiosas da fase final de sua carreira foi revelada naquele ano. O compositor teria achado a música de seu restaurante japonês favorito em Manhattan, Nova York, tão ruim, que entrou em contato com o chef e ofereceu-se para criar uma playlist. Ele continuou a fazer o mesmo para um novo bar e restaurante que o chef abriu, sem receber qualquer pagamento ou crédito por isso. Lembre algumas músicas de sua carreira:

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Sharon Acker, atriz do clássico “À Queima Roupa”, morre aos 87 anos

    1 de abril de 2023 /

    A atriz canadense Sharon Acker faleceu em 16 de março, aos 87 anos de idade, em um asilo de Toronto. Sua filha, Kim Everest, diretora de elenco, confirmou a notícia neste sábado (1/4). Acker tinha uma longa carreira no cinema, televisão e teatro. Ela nasceu em Toronto em 2 de abril de 1935 e foi adotada aos 9 anos de idade. Depois de estudar em escolas públicas, ela estudou arte e se formou em 1953. Seu primeiro papel veio logo em seguida, como a professora Mrs. Stacey em uma adaptação de “Anne of Green Gables” de 1956, produzida pelo canal CBC. Após isso, ela juntou-se à companhia Stratford Shakespeare Festival, onde atuou em diversas peças, contracenando com William Shatner, que futuramente reencontraria numa participação na série “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Acker viajou para a Europa para se apresentar com a companhia Stratford e permaneceu lá para fazer sua estreia no cinema na produção britânica “Lucky Jim” (1957). Os produtores britânicos a consideraram “encantadora e atraente” e a contrataram por sete anos. No entanto, ela terminou o contrato após se casar e ter um filho. Ao voltar ao Canadá, ela apareceu com frequência na aclamada série “Festival”, da CBC. Em 1961, ela interpretou Lady MacDuff ao lado de Sean Connery e Zoe Caldwell em uma adaptação de “Macbeth” em cinco partes, dirigida por Paul Almond. A atuação chamou atenção do diretor John Boorman, que a contratou para seu primeiro papel nos Estados Unidos, no filme “À Queima Roupa”, de 1967. Acker coestrelou o clássico neonoir no papel da esposa infiel de Lee Marvin, e foi parar na capa da revista Time, ao lado da atriz Angie Dickinson (sua irmã no filme), para promover o lançamento da produção. Depois disso, ela foi uma presença constante na TV dos EUA, com participações especiais em episódios de “James West”, “Agente 86”, “O Rei dos Ladrões”, “Lancer”, “Jornada nas Estrelas”, “Gunsmoke”, “Missão Impossível”, “Mod Squad”, “Barnaby Jones”, “San Francisco Urgente”, “Arquivo Confidencial”, “O Incrível Hulk”, “Supermáquina” e muitas outras atrações entre os anos 1960 e 1980. Em 1973, ela entrou no elenco fixo de “The New Perry Mason”, um reboot da série clássica “Perry Mason”, com Monte Markham no papel principal, como a assistente do advogado Della Street. Entretanto, a atração não passou da 1ª temporada. No cinema, ela também apareceu no drama “Don’t Let the Angels Fall” (1969), exibido no Festival de Cannes, na comédia “Pela Primeira Vez… Sem Pijamas” (1969) e no terror “Parabéns para Mim” (1981). Sua última aparição nas telas foi na longeva novela “The Young and the Restless” em 1992, aposentando-se logo depois. Ao deixar Hollywood para trás, ela voltou para o Canadá com seu segundo marido, Peter Elkington, para morar em uma casa de campo em Muskoka, Ontário, com as duas filhas e continuar sua paixão pela arte por meio de pintura e escultura.

    Leia mais
  • Filme

    Autor de “Percy Jackson” já está trabalhando na 2ª temporada da série

    27 de março de 2023 /

    A estreia de “Percy Jackson e os Olimpianos” ainda nem foi marcada e a produção já está em fase de desenvolvimento da 2ª temporada. Segundo Rick Riordan, autor da saga, o segundo ano da produção já começou a se concentrar nos roteiros dos novos episódios. Entretanto, ele ressaltou que isso não é uma confirmação de renovação. “Começamos a formar a equipe de roteiristas para a segunda temporada, mas isto não significa que a renovação já está garantida. É cedo demais para afirmar isso”, escreveu. Riordan adiantou que o segundo livro da saga, “O Mar de Monstros”, será o ponto de partida para o novo roteiro. Já a 1ª temporada de “Percy Jackson e os Olimpianos” adapta o primeiro livro da série, “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” A série acompanha o adolescente Percy Jackson, que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde conhece seus novos companheiros de aventuras: Annabeth e Grover. Filha da deusa da sabedoria Atena, Annabeth se revela uma caçadora e estrategista que acaba se envolvendo com o recém-chegado, enquanto Grover é um jovem meio-sátiro, que se torna o melhor amigo e protetor de Percy dentro e fora do Acampamento. O ator-mirim Walker Scobbell (“O Projeto Adam”) interpreta o personagem-título, Leah Sava Jeffries (“Empire”) vive Annabeth Chase e Aryan Simhadri (“Doze é Demais”) tem o papel de Grover Underwood. O elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”), Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”) e Lance Reddick (“John Wick”) num de seus últimos trabalhos. O ator, que interpreta Zeus, morreu em 17 de março, aos 60 anos. A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e a direção é de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. A expectativa é que a série estreie apenas em 2024.

    Leia mais
  • Etc

    Lance Reddick, ator de “The Wire” e “John Wick”, morre aos 60 anos

    17 de março de 2023 /

    O ator Lance Reddick, conhecido por seu papel como o tenente Cedric Daniels na série “The Wire” e como o concierge do hotel Continental na franquia de ação “John Wick”, morreu nessa sexta-feira (17/3). Ele tinha 60 anos. De acordo com o site TMZ, o corpo do ator foi encontrado na sua casa na região de Studio City, em Los Angeles. E, conforme apurado pelo site The Hollywood Reporter, a morte foi considerada natural, mas não foram oferecidos mais detalhes. Lance Reddick nasceu em 7 de junho de 1962, na cidade de Baltimore, no estado americano de Maryland. Inicialmente, ele estudou Música e só depois é que passou a se dedicar ao teatro. Sua estreia como ator aconteceu em 1996, quando apareceu em episódios das séries “New York Undercover” e “Swift Justice”. Outros papéis de destaque foram nos filmes “Grandes Esperanças” (1998), de Alfonso Cuarón, “Nova York Sitiada” (1998), estrelado por Denzel Washington e Bruce Willis, e “África dos Meus Sonhos” (2000), com Kim Basinger. Em 2001, ele iniciou uma participação de 11 episódios na série “Oz”, atração pioneira da HBO passada numa prisão, que ajudou a torná-lo mais conhecido. Porém, foi só no ano seguinte que Reddick estourou, ao interpretar um dos principais papéis da sua carreira: o tenente Cedric Daniels em “The Wire” – também conhecida pelo título nacional de “A Escuta”. Criada por David Simon, a série foi revolucionária ao mostrar a guerra das drogas tanto pela visão da polícia quando dos traficantes. Reddick apareceu em um total de 60 episódios da atração, entre 2002 e 2008. Com o final de “The Wire”, Reddick passou a ser visto em “Lost”, como um personagem ligado ao mistério da trama, e logo emendou um dos papéis principais na série sci-fi “Fringe” (2008-2013). Ele também apareceu em produções como “Law & Order”, “Numb3rs” e “CSI: Miami”, até voltar a se destacar como o do chefe de polícia de Los Angeles Irvin Irving, na série “Bosch” (2014-2021), um dos maiores sucessos da plataforma de streaming Amazon Prime Video. A série foi criada por Eric Ellis Overmyer, que trabalhou como produtor e roteirista em “The Wire”. De presença imponente, ele também passou a ser escalado em filmes de ação, como “Jonah Hex – Caçador de Recompensas” (2010), “Devorados Vivos” (2011), “O Ataque” (2013) e “O Hóspede” (2014). E foi nessa condição que começou a interpretar o concierge do hotel Continental em “De Volta ao Jogo” (2014), primeiro filme da franquia de ação “John Wick”, estrelada por Keanu Reeves. A princípio, o personagem de Reddick era um mero coadjuvante, mas aos poucos foi ganhando espaço à medida que a franquia avançou, e logo passou a ter envolvimento direto na trama, ao lado do protagonista. Por sinal, no momento de sua morte o ator estava ativamente envolvido na divulgação do novo filme da franquia, “John Wick 4: Baba Yaga”, que estreia na próxima quinta-feira (23/3). Entre outras produções de ação, ele também participou dos filmes “Invasão ao Serviço Secreto” (2019), “Godzilla vs. Kong” (2021) e da recente série “Resident Evil” (2022). Além de “John Wick 4: Baba Yaga”, ele também deixou trabalhos inéditos na série de “Percy Jackson e os Olimpianos”, na cinebiografia “Shirley” e no remake de “Homens Brancos Não Sabem Enterrar”.

    Leia mais
  • Música

    Canisso, baixista dos Raimundos, morre aos 57 anos

    13 de março de 2023 /

    Canisso, baixista da banda de rock Raimundos, morreu nessa segunda-feira (13/3) aos 57 anos. De acordo com informações divulgadas na sua conta do Facebook, o músico sofreu uma queda após desmaiar na manhã dessa segunda. Porém, a causa da morte ainda não foi divulgada. “É triste anunciar a morte do nosso grande mestre Canisso, ele é um ídolo para muitos e deixou um imenso legado para os fãs e aqueles que o querem bem, descanse em paz Mestre, você vive em nossos corações”, dizia a legenda de uma postagem feita no seu Instagram. José Henrique Campos Pereira (seu verdadeiro nome) nasceu em 9 de dezembro de 1965, em São Paulo. Ele se interessou por música desde a infância e sua estreia no segmento foi trabalhando como roadie em Brasília, onde foi morar na sua adolescência. Durante um festival de música organizado por sua escola, ele conheceu Digão e, em seguida, foi apresentado a Rodolfo. Os três se juntaram para formar os Raimundos no final da década de 1980. Influenciados pelo som da banda Ramones, eles começaram a se apresentar em bares e festas em Brasília. Na década de 1990, a banda encontrou o sucesso e reconhecimento merecidos, emplacando hits como “Eu Quero Ver o Oco”, “Mulher de Fases” e “A Mais Pedida” . Ao todo, os Raimundos lançaram nove álbuns de estúdio, mas seu auge foi mesmo nos anos 1990, quando se tornou uma das principais bandas de uma geração que ainda tinha Charlie Brown Jr. e Chico Science & Nação Zumbi, entre outros. Apesar do sucesso, Canisso e Rodolfo deixaram a banda em 2002, alegando que houve um “desgaste natural”. Porém, o baixista retornou em 2007. Embora continuasse na banda, Canisso nem sempre se entendia com Digão, principalmente por causa da visão política do colega. Em junho, o baixista respondeu a um comentário no Twitter que chamava os membros da banda de fascistas. “Eu e resto não somos, isso só acometeu os vocalistas”, rebateu na sua postagem. Pouco antes da sua morte, Canisso e os Raimundos fizeram uma apresentação na cidade de Rio de Sul, em Santa Catarina, no último no sábado (11/3). Eles estavam se preparando para entrar em nova turnê. vai no oculista. Eu e resto não somos, isso só acometeu os vocalistas. https://t.co/3EcOZN9Psz — CANISSO (@Khanisson) June 11, 2022

    Leia mais
  • Etc

    Robert Blake, da série “Baretta”, morre aos 89 anos

    10 de março de 2023 /

    O ator Robert Blake, conhecido por seus papéis no filme “A Sangue Frio” e na série “Baretta”, morreu nessa quinta-feira (9/3) em consequência de uma doença cardíaca. Ele tinha 89 anos. Além do seu trabalho como ator, que lhe rendeu alguns prêmios ao longo da carreira, Blake também teve uma vida envolta em polêmicas, que começaram com o vício em drogas e culminaram numa acusação de assassinato. Ele acabou sendo absolvido no julgamento criminal em 2005, mas em um julgamento civil posterior, Blake foi considerado responsável pela morte injusta da sua esposa, Bonny Lee Bakley, e ordenado a pagar US$ 30 milhões à família dela. Ele entrou com pedido de falência em 2006. Michael Gubitosi (seu verdadeiro nome) nasceu em 18 de setembro de 1933, em Nutley, Nova Jersey. Ele veio de uma família de artistas e, desde jovem, fazia apresentações com seus irmãos na trupe de vaudeville dos pais. Quando era criança, sua família se mudou para Los Angeles, onde ele e os irmãos começaram a trabalhar como figurantes em filmes. A estreia de Blake no cinema foi em “Não Se Ama por Encomenda” (1939), estrelado por Robert Young. Ele também apareceu nos curtas da franquia “Our Gang”, da MGM, sob o nome de Mickey Gubitosi. Entre 1939 e 1944, ele apareceu em mais de 40 desses curtas de humor com atores mirins. Aos poucos, Blake começou a ganhar mais espaço. Em 1940, teve um pequeno papel no filme “Nem Só os Pombos Arrulham”, com Myrna Loy e William Powell. Dois anos depois, interpretou um dos protagonistas em “Demônio de Palmo e Meio”, além de ter feito uma participação pequena, porém importante, no clássico “O Tesouro de Sierra Madre” (1948), de John Huston. A partir dos anos 1950, Blake passou a atuar em filmes de ação e westerns como “Brado de Perigo” (1952), “Ninho de Águias” (1956), “The Tijuana Story” (1957) e “O Herói do PT-109” (1963), além de dar seus primeiros passos na TV, em aparições em séries de western como “Roy Rogers”, “Cisco Kid”, “As Aventuras de Wild Bill Hickok”, “Caravana” e “Couro Cru” (Rawhide), estrelada por Clint Eastwood. Mas só foi chamar atenção em 1967, quando interpretou seu papel mais memorável no cinema, como um dos assassinos do filme “A Sangue Frio” (1967), adaptação do impactante livro de Truman Capote dirigida por Richard Brooks. O filme narra a história real de dois assassinos que invadiram uma casa no Kansas e mataram toda a família que morava lá. A atuação de Blake no papel de Perry Smith foi tão marcante que o ator Anthony Hopkins afirmou em certo momento que se baseou no trabalho dele para se preparar para o papel de Hannibal Lecter em “O Silêncio dos Inocentes” (1991). Em seguida, Blake participou do western “Willie Boy” (1969), em que interpretou um nativo americano que precisava fugir após matar alguém em legítima defesa. Outro papel de destaque foi em “A Polícia da Estrada” (1973), em que ele viveu um policial motociclista que atuava no deserto do Arizona e era prejudicado pelo sistema. Em “Mãos Sujas Sobre a Cidade” (1975), ele viveu um detetive durão com métodos não convencionais, que acabou servindo de protótipo para seu personagem mais famoso, que começou a interpretar no mesmo ano. O personagem-título da série “Baretta” era um policial durão que vivia com uma cacatua chamada Fred e trabalhava infiltrado entre criminosos nas ruas de Nova York. A atração foi exibida entre 1975 e 1978, e rendeu-lhe um Emmy de Melhor Ator em Série Dramática em 1975, além de uma segunda indicação em 1977. Embora estivesse no auge do seu sucesso, foi também nessa época que os problemas pessoais de Blake se agravaram. “Eu fiquei viciado em heroína por dois anos, roubei, bati motocicletas em árvores, bebi, tomei pílulas em grande quantidade”, disse ele certa vez. “Autodestruição? Eu poderia escrever um livro sobre isso”. Depois de “Baretta”, Blake trabalhou em diversos projetos televisivos, incluindo uma adaptação do clássico da literatura “Ratos e Homens” (1981). Ele também recebeu uma indicação ao Emmy por sua interpretação como Jimmy Hoffa no telefilme “Blood Feud” (1983), dirigido por Mike Newell. E também criou e estrelou a série “Cidade do Inferno” (1985). Depois disso, o ator ficou afastado da mídia por quase uma década, retornando no telefilme “A Marca de um Assassino” (1993), num papel que lhe rendeu outra indicação ao Emmy. As últimas aparições de Blake foram no filme “Assalto Sobre Trilhos” (1995), em que interpretou o vilão, e em “A Estrada Perdida” (1997), de David Lynch, num papel memorável como o bizarro Mystery Man, um sujeito que aparece com maquiagem branca e um sorriso assustador. Em maio de 2001, o ator voltou aos holofotes, mas dessa vez por um motivo negativo. A esposa dele, Bonny Lee Bakley, foi assassinada no seu carro no estacionamento de um restaurante italiano onde o casal havia acabado de jantar. Blake foi preso pelo crime em 2002. O consenso geral na época foi que a acusação não conseguiu construir um caso sólido contra ele e, por conta disso, ele foi absolvido. No entanto, o caso acabou com a carreira do ator, que se aposentou e, desde então, só apareceu na tela em programas de entrevistas. Em julho de 2012, ele participou do programa de Piers Morgan na CNN para promover sua autobiografia, “Tales of a Rascal: What I Did for Love”, mas ficou alterado quando o entrevistador questionou se ele estava dizendo a verdade sobre o caso. Numa entrevista em 2011, Blake falou sobre os seus problemas pessoais, e disse que “se eu não fosse tão doente e tão perturbado, talvez não fosse um ator”.

    Leia mais
  • Etc

    Bert I. Gordon, diretor de filmes B de terror e sci-fi, morre aos 100 anos

    9 de março de 2023 /

    Bert I. Gordon, diretor de filmes B de terror e ficção científica, morreu na quarta-feira (8/3) na sua casa em Los Angeles devido a complicações de uma queda. Ele tinha 100 anos. Entre seus muitos filmes, destacam-se as produções de baixo orçamento “A Maldição do Monstro Sinistro” (1957), “O Monstro Atômico” (1957), “Attack of the Puppet People” (1958) e “Sangue no Farol” (1960). Bert Ira Gordon nasceu em 24 de setembro de 1922, em Kenosha, Wisconsin. Ele ganhou sua primeira câmera quando tinha apenas 9 anos e já começou a fazer experimentos com imagens desde a infância. Após se formar na Universidade de Wisconsin, ele começou a carreira em comerciais de TV. O pulo para o cinema aconteceu em 1954, quando produziu o filme “Serpent Island” (1954), estrelado por Sonny Tufts. Sua estreia como diretor aconteceu no ano seguinte, com “King Dinosaur” (1955), filme com um orçamento de US$ 18 mil em que Godon filmava um pequeno iguana no papel do tal dinossauro do título. Especializando-se em produções baratas, apenas na década de 1950 Gordon dirigiu sete filmes, incluindo “War of the Colossal Beast” (1958) e “A Maldição da Aranha” (1958) que, como os próprios nomes sugerem, mostram as pessoas sendo aterrorizadas por feras do mar e por aranhas. Ainda que seus filmes fossem de baixo orçamento, ele conseguia atrair grandes atores para os projetos. Don Ameche, Martha Hyer e Zsa Zsa Gabor estrelaram “O Estranho Retrato” (1966), Peter Graves protagonizou “Beginning of the End” (1957), Basil Rathbone participou de “As Sete Maldições de Lodac” (1962) e os jovens Beau Bridges e Ron Howard estrelaram “A Cidade dos Gigantes” (1965). E se isso não fosse suficiente, Gordon ainda conseguiu escalar ninguém menos que Orson Welles para interpretar o líder de um grupo de bruxas no terror “O Feiticeiro” (1972). Aventurando-se em outros gêneros, ele também escreveu e dirigiu a comédia “How to Succeed with Sex” (1970), sobre um homem que lê um livro sobre sedução e tenta usar esses ensinamentos para conseguir uma namorada. Sua filmografia também inclui o policial “The Mad Bomber” (1973), a comédia “Terapia do Amor” (1982) e o romance “A Grande Aposta” (1987). Porém, seu maior interesse era mesmo por filmes de terror e de monstros, que incluem alguns clássicos trash, como “A Fúria das Feras Atômicas” (1976), “O Império das Formigas” (1977), “Testemunha do Diabo” (1982) e “Força Satânica” (1989). Após o lançamento deste último, Bert I. Gordon se manteve afastado do cinema por 26 anos, voltando à cadeira do diretor apenas em 2015, quando realizou o terror “Secrets of a Psychopath”, seu último crédito como cineasta. Veja abaixo trailers de cinco filmes que, de tão ruins, transformaram Bert I. Gordon num diretor cultuado.

    Leia mais
  • Etc

    Chaim Topol, ator de “Um Violinista no Telhado”, morre aos 87 anos

    9 de março de 2023 /

    O ator israelense Chaim Topol, conhecido por seu trabalho no drama “Um Violinista no Telhado” (1971), morreu na quarta-feira (8/3) na sua casa em Israel, após lutar durante um tempo contra o Alzheimer. Ele tinha 87 anos. Topol também é lembrado por ter interpretado o cientista louco Hans Zarkov no filme “Flash Gordon” (1980) e o contrabandista Milos Columbo no filme “007 – Somente Para Seus Olhos” (1981). Nascido em 9 de setembro de 1935 em Tel Aviv, ele demonstrou interesse em atuar desde criança. Mas só conseguiu perseguir esse sonho após seu alistamento obrigatório nas Forças de Defesa de Israel. Uma vez finalizado o serviço militar, que fez com que ele participasse da Guerra de Suez, Topol começou a atuar em teatros locais. Sua estreia nas telas aconteceu na década de 1960, quando começou a fazer pequenas participações em produções israelenses. O primeiro papel em um filme americano foi em “À Sombra de um Gigante” (1965), estrelado por Kirk Douglas. Nos anos seguintes, ele apareceu nos filmes “Ervinka” (1967), “Antes do Inverno Chegar” (1968) e “Um Homem com Muito Açúcar” (1971) . Sem abandonar o teatro, em 1966 Topol estrelou uma adaptação israelense da peça “Um Violinista no Telhado”, em que interpretou o leiteiro Tevye. A peça se passa na Rússia pré-revolucionária e acompanha um camponês judeu que tenta fazer com que três de suas filhas se casem, ao mesmo tempo que o sentimento antissemita crescente ameaça sua aldeia. O sucesso foi tamanho que Topol foi convidado para estrelar a peça na região londrina de West End. Ele fez mais de 400 apresentações. E quando chegou a hora de adaptar a história para o cinema, o diretor Norman Jewison não pensou duas vezes antes de chamar Topol como ser o protagonista. O papel lhe rendeu um Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar. Após o sucesso de “Um Violinista no Telhado”, Topol participou dos filmes “De Olho na Esposa” (1972), ao lado de Mia Farrow, “Talento Por Amor” (1973), de Richard Quine, e interpretou o personagem-título na cinebiografia “Galileu” (1975). Porém, seus papéis de maior destaque nessa época foram como o cientista que vai parar no Planeta Mongo com o herói de “Flash Gordon” (1980) e o vilão de “007 – Somente Para Seus Olhos” (1981). Mas depois ele passou a se dedicar mais à televisão, aparecendo em séries como “Sangue, Suor e Lágrimas” (em 1983), “Queenie” (1987), “Tales of the Unexpected” (1988), “War and Remembrance” (1988-1989) e “SeaQuest” (1993). Seus últimos créditos nas telas foram no filme “Amor e Dor” e no curta “Time Elevator”, ambos lançados em 1998. Além disso, ele voltou a interpretar Tevye inúmeras vezes ao longo dos anos, sendo estimado que ele deu vida ao personagem mais de 3 mil vezes. Ao anunciar a notícia da morte do ator, o presidente de Israel, Isaac Herzog, disse que Topol era um “ator talentoso que conquistou muitos palcos em Israel e no exterior, encheu as telas do cinema com sua presença e especialmente entrou profundamente em nossos corações”.

    Leia mais
  • Etc

    Ed Fury, que estrelou a franquia “Ursus”, morre aos 94 anos

    8 de março de 2023 /

    O ex-ator e fisiculturista Ed Fury, conhecido por interpretar o personagem-título na franquia italiana “Ursus”, morreu aos 94 anos. Sua morte aconteceu no dia 24 de fevereiro, mas só foi anunciada agora por familiares e amigos. A causa da morte não foi divulgada. Além do trabalho como ator, Fury também teve uma carreira consagrada como fisiculturista. Ele foi vencedor do concurso Mr. Muscle Beach de 1951, o que acabou impulsionando sua carreira cinematográfica. Edmund Holovchik (seu verdadeiro nome) nasceu em 6 de junho de 1928, em Nova York. Ele começou a levantar pesos quando ainda estava no ensino médio. Após se mudar para a Califórnia no final dos anos 1940, Holovchik começou a modelar para estúdios de físico como Athletic Model Guild e Bruce of LA. Nessa época, ele apareceu em capas das revistas e fez pequenas participações no cinema. Em 1953, Fury já era um dos fisiculturistas mais procurados por Hollywood. Toda vez que uma produção precisava de um sujeito musculoso, o seu nome era o primeiro da lista. Ele fez participações não creditadas em filmes como “Abbott e Costello no Planeta Marte”, “Salve a Campeã”, “Os Homens Preferem as Louras” e “Geleiras do Inferno”, todos lançados em 1953. Fury continuou fazendo pequenas participações ao longo da década de 1950 – foi até gladiador em “Demétrius e os Gladiadores” (1954) – , até chamar atenção da Cinecittà e fazer seu primeiro papel de destaque na produção italiana “Colossus and the Amazon Queen” (1960), estrelada por Rod Taylor. O filme apresentou uma abordagem cômica do subgênero conhecido como “espada e sandália”. No ano seguinte, ele começou a interpretar seu papel mais conhecido, como o personagem-título na aventura de fantasia italiana “Ursus”. O filme chegou a ser exibido na TV americana com o título de “Ursus, Filho de Hércules”, embora o personagem não tivesse relação com Hércules. Fury reprisou o papel nas continuações “Ursus no Vale dos Leões” (1961) e “Ursus na Terra do Fogo” (1963). No intervalo entre um filme e outro, ainda estrelou outras duas produções italianas do gênero: “Os 7 Desafios” (1961) e “Maciste Contra os Mouros” (1962). Após encerrar a franquia “Ursus”, Fury voltou para o EUA, onde passou a fazer diversas participações em séries de TV como “A Ilha dos Birutas” (em 1965), “Jornada nas Estrelas” (1968), “Missão Impossível” (1968), “Columbo” (1973-1974), “Shazam!” (1976) e “Ilha da Fantasia” (1979). Ele se aposentou da atuação no final dos anos 1970 e só retornou às telas uma última vez para fazer uma participação na comédia “Dinosaur Valley Girls” (1996), em que interpretou um personagem chamado Ur-So, numa clara homenagem ao seu papel de maior sucesso.

    Leia mais
  • Etc

    Sara Lane, atriz de “O Homem de Virgínia”, morre aos 73 anos

    6 de março de 2023 /

    A atriz Sara Lane, que interpretou a personagem Elizabeth Grainger por quatro temporadas na série clássica “O Homem de Virgínia”, morreu na última sexta-feira (3/3), após uma batalha de seis anos contra o câncer de mama. Ela tinha 73 anos. Susan Russell Lane (seu verdadeiro nome) nasceu em 12 de março de 1949, em Nova York. Seus pais, Rusty Lane (“A Trágica Farsa”) e Sara Anderson (“Sangue na Praia”), também eram atores. Ela começou sua carreira estrelando comerciais. Sua estreia na ficção aconteceu em 1965, quando o cineasta e produtor William Castle (“A Casa dos Maus Espíritos”) a viu num desses comerciais e a chamou para participar do terror “Eu Vi que Foi Você”, como uma adolescente que passava trotes telefônicos. Já no ano seguinte, ela começou a interpretar seu papel mais conhecido. Criada por Charles Marquis Warren (“Gunsmoke”), “O Homem de Virgínia” mostrava a rotina de um grupo de cowboys e suas famílias em um rancho no Wyoming na década de 1890. Lane se juntou ao western na sua 5ª temporada, em 1966, ao lado de outros dois novos membros: Charles Bickford, que interpretava seu avô, John Grainger, o novo dono do rancho Shiloh, e Don Quine, que interpretava seu irmão mais velho, Stacey Grainger. Ao todo, ela apareceu em 105 episódios da série, até o ano de 1970. Após sua saída da série, Sara mudou seu nome artístico para Russell Lane e fez participações nos filmes “Schoolgirls in Chains” (1973), e em dois longas da franquia Billy Jack, “O Julgamento de Billy Jack” (1974) e “Billy Jack Goes to Washington” (1977). Depois disso, ela se aposentou da atuação e fundou uma vinícola ao lado do marido, Jon Scott.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Tom Sizemore, ator de “O Resgate do Soldado Ryan”, morre aos 61 anos

    4 de março de 2023 /

    Tom Sizemore, conhecido por papéis de militares durões em filmes como “O Resgate do Soldado Ryan” e “Falcão Negro em Perigo”, morreu na sexta-feira (3/3) aos 61 anos. O ator veio a óbito no Providence Saint Joseph Medical Center, em Burbank, Califórnia, após sofrer um derrame e um aneurisma cerebral em sua casa em Los Angeles na madrugada de 18 de fevereiro. Sizemore estava em sua própria casa em Los Angeles quando, por volta das 2 horas da madrugada, foi encontrado sem sentidos por um conhecido, que se preocupou e chamou uma ambulância. Na segunda passada (28/2), os médicos disseram que “não havia mais esperança” de recuperação e os membros da família tomaram uma decisão de fim de vida. Natural de Detroit, Sizemore se formou em teatro pela Universidade Temple, na Filadélfia, e trabalhou como garçom para se manter enquanto tentava virar ator no circuito teatral de Nova York. Ele ganhou sua primeira grande chance quando o diretor Oliver Stone o escalou no papel de um veterano de guerra no filme “Nascido em 4 de Julho” (1984). Cinco anos depois, os dois voltaram a trabalhar juntos no thriller “Assassinos por Natureza” (1994), que deu maior visibilidade ao ator, no papel de um detetive obstinado. Sizemore também interpretou agentes da lei em “Caçadores de Emoções” (1991) e “Estranhos Prazeres” (1995), ambos dirigidos por Kathryn Bigelow. E seguiu trabalhando com grandes diretores, vivendo o famoso pistoleiro Bat Masterson em “Wyatt Earp” (1994), de Lawrence Kasdan, o colega violento de Robert De Niro no filme de assalto “Fogo Contra Fogo” (1995), de Michael Mann, e um paramédico com complexo messiânico no drama psicológico “Vivendo no Limite” (1999), de Martin Scorcese. Seu primeiro papel de protagonista surgiu no terror “A Relíquia” (1997), de Peter Hyams, novamente interpretando um detetive de polícia. Mas ele é mais lembrado por seu desempenho no épico de 2ª Guerra Mundial “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), de Steven Spielberg, no qual interpretou um sargento durão, e por outro filme de zona de guerra, “Falcão Negro em Perigo” (2001), de Ridley Scott. Seu último trabalho de destaque no cinema foi outro drama de guerra, “Pearl Harbor” (2001), de Michael Bay. Em 2000, ele foi indicado ao Globo de Ouro como Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme por seu papel como um delator da máfia em “Proteção à Testemunha”, e pouco depois acabou integrando o elenco da série “Robbery Homicide Division” (2002-2003), que não passou da 1ª temporada. A guinada para a TV coincidiu com uma série de problemas pessoais, que ofuscaram sua carreira, como suas batalhas contra a dependência química, que o levaram várias vezes à prisão e a clínicas de reabilitação, além de uma relação tumultuada com a “Senhora de Hollywood”, Heidi Fleiss – a cafetina mais famosa de Los Angeles. Fleiss, que havia cumprido pena de prisão por organizar uma rede de garotas de programa nos anos 1990 para os ricos e famosos de Hollywood, disse em depoimento que Sizemore apagou um cigarro nela e agrediu jogando-a no chão. O ator não testemunhou no seu julgamento. Em vez disso, entregou um depoimento escrito ao juiz, reconhecendo que havia “permitido que meus demônios pessoais tomassem controle da minha vida”. Então com 41 anos, ele também escreveu que estava “convencido de que se não estivesse sob influência de drogas, eu teria controlado meu comportamento”. Ele foi condenado em 2003 por violência doméstica contra Fleiss, recebendo uma sentença de seis meses de prisão. E uma condenação separada por posse de metanfetamina o levou a uma reabilitação de drogas ordenada pelo tribunal. Em 2005, ele voltou a ser preso por violar os termos da sua condicional ao não passar por um teste de urina para drogas. A liberdade condicional de Sizemore foi restaurada depois que ele se internou em um hospital psiquiátrico para tratamento de depressão crônica e dependência química. Mas acabou preso outra vez sob suspeita de violência doméstica em 2016, sendo sentenciado a novos três anos em liberdade condicional. Apesar de todos os problemas, ele nunca parou de atuar. Entretanto, os trabalhos com diretores consagrados foram substituídos por produções de baixo orçamento para o mercado de vídeo e VOD. Paralelamente, ainda fez participações em algumas séries e chegou a ter papéis recorrentes em “Crash”, “Havaí Cinco-0”, “Estrada de Sangue” (The Red Road), “Law & Order: SVU”, “O Atirador” e no revival de “Twin Peaks”. Sizemore deixou um último trabalho inédito. Sua despedida das telas vau acontecer no episódio de estreia da 6ª temporada de “Cobra Kai”, da Netflix, previsto para ir ao ar ainda este ano, onde novamente interpreta um detetive policial.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie