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  • Filme

    Diretor de “Aquaman” negocia filmar remake de “O Monstro da Lagoa Negra”

    12 de agosto de 2024 /

    James Wan planeja assumir releitura do clássico de terror da Universal Pictures

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  • Etc

    Ricou Browning, intérprete de “O Monstro da Lagoa Negra”, morre aos 93 anos

    1 de março de 2023 /

    Ricou Browning, o dublê aquático que interpretou a criatura-título no clássico de terror “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), morreu de causas naturais no último domingo (26/2), na sua casa na Flórida. Ele tinha 93 anos e era o último intérprete que restava dos monstros originais do estúdio Universal. Além do seu trabalho como dublê, Browning também foi roteirista, diretor e produtor, sendo responsável por ajudar a trazer as histórias do famoso golfinho Flipper tanto para cinema quanto para a televisão. Ricou Browning nasceu em 16 de fevereiro de 1930, na Flórida, onde estudou educação física antes de conseguir um emprego, na década de 1940, em Wakulla Springs, um parque cenográfico que havia sido usado para locações subaquáticas em vários filmes do Tarzan. Trabalhando em Wakulla Springs, Browning começou a se apresentar nos shows subaquáticos. Em 1953, ele ficou encarregado de ajudar uma equipe de filmagem a procurar locações para um filme de terror da Universal. Logo, ele foi convidado a vestir o traje de peixe humanoide que se tornou um dos monstros mais icônicos do estúdio: o Gill-man do filme “O Monstro da Lagoa Negra”. Embora o ator Ben Chapman tenha vestido o traje da criatura nas cenas em terra, Browning o interpretou embaixo d’água, inclusive em uma das cenas mais marcantes do filme, quando o Gill-man nada abaixo da personagem de Julia Adams. Browning reprisou o papel subaquático nas sequências do filme, “A Revanche do Monstro” (1955) e “À Caça do Monstro” (1956). Mas esta não foi sua única contribuição para a cultura pop. Em 1963, ele e o roteirista Jack Cowden criaram a história de “Flipper”, um golfinho altamente inteligente e simpático. O personagem estrelou duas séries diferentes (uma na década de 1960 e outra no final dos anos 1990), além de ter aparecido em filmes de sucesso. Browning dirigiu mais de 30 episódios da série original, exibida na NBC entre 1964 a 1967 Seus outros créditos como diretor incluem episódios das séries “Ben, o Urso Amigo” (entre 1967 e 1969), “Primus” (1971-1972) e “Salty” (1974), derivada de “Salty, A Adorável Foquinha”, filme que ele dirigiu em 1973. Browning ainda trabalhou como diretor de segunda unidade, coordenador de dublês e diretor de sequências subaquáticas em dois filmes de James Bond, “007 Contra a Chantagem Atômica” (1965) e “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983). Ele ainda comandou as cenas subaquáticas de “A Volta ao Mundo Sob o Mar” (1966), “A Ilha dos Náufragos” (1967) e “Uma Casa como Poucas” (1969), e assinou o longa “Mr. No Legs” (1978). Ele também foi diretor de segunda unidade na cultuadíssima comédia “Clube dos Pilantras”, de Harold Ramis, onde filmou uma cena na piscina que serviu de paródia de “Tubarão” (1975).

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  • Filme

    Diretor de Walking Dead e Watchmen vai filmar monstro clássico da Universal

    2 de abril de 2020 /

    A Universal encomendou uma nova produção de monstro. Intitulado “Don’t Go in the Water”, o projeto não teve premissa revelada, mas são fortes as indicações de que se trata de uma nova versão de “O Monstro da Lagoa Negra” (1954). Os detalhes estão sendo mantidos em segredo, mas o longa deve ser uma reimaginação completa como o recente “O Homem Invisível”. O roteiro foi escrito por Peter Gaffney, criador da série animada “Aaahh!!! Real Monsters”, e o estúdio contratou Stephen Williams, com longa carreira em séries, para fazer sua estreia como diretor de cinema. Williams se destacou à frente de “Lost” e mais recentemente dirigiu episódios de “The Walking Dead”, “Westworld” e “Watchmen”. Pela última série, foi indicado ao prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA, o que chamou atenção dos estúdios de cinema. Para completar, a produção é comandada por Shawn Levy, produtor de “Stranger Things”. O anúncio do projeto mostra que, em meio à pandemia de coronavírus, a indústria cinematográfica segue realizando negócios prevendo um breve retorno à normalidade.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Julie Adams (1926 – 2019)

    4 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Julie Adams, que marcou época como a bela que encantou “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), morreu na manhã de domingo (3/2) em Los Angeles, aos 92 anos. Apesar de ter sido lançada ao estrelado no clássico da Universal de 1954, ela já tinha, àquela altura, uma carreira expressiva em westerns da Paramount. Mas, curiosamente, até então era conhecida como Betty Adams, seu nome real. Ela nasceu Betty May Adams em 17 de outubro de 1926, em Waterloo, Iowa. Seu pai era um comprador de algodão e a família se mudava com frequência enquanto ela crescia. Dois anos depois de se formar na Little Rock High School, em Arkansas, a jovem Betty foi coroada Miss Little Rock em 1946. Com a coroa de miss à tiracolo, ela decidiu se mudar para Los Angeles e tentar a sorte como atriz. Precisou passar dois anos como secretária enquanto aprendia seu ofício. Sua primeira oportunidade aconteceu em 1949, quando ela conseguiu uma pequena figuração na série da NBC “Your Show Time”. Depois de fazer sua estréia no cinema em um papel não creditado em “Brasa Viva” (1949), da Paramount, Adams fechou contrato com o estúdio e foi escalada numa sequência de westerns, iniciada pela “A Gangue dos Daltons” (1949), até chegar ao papel da “mocinha” em seis filmes do cowboy James Ellison. Ela virou Julia Adams a partir do western de prestígio “E o Sangue Semeou a Terra” (1952), de Anthony Mann, seguido por outro bangue-bangue célebre, “Bando de Renegados” (1953), de Raoul Walsh. E foi com este nome que estampou o pôster de seu célebre filme de monstro. Concebida como uma versão subaquática de “A Bela e a Fera”, “A Criatura da Lagoa Negra” acompanhava uma expedição científica nos rios da Amazônia. Adams interpretava Kay Lawrence, a namorada de um dos cientistas, que se torna o objeto de desejo da criatura ao decidir nadar em seu habitat. Ela, porém, considerou que o projeto representava um passo atrás em sua carreira. “Eu pensei: ‘A criatura de quê? O que é isso?'”, ela contou em uma entrevista para a Horror Society em 2013. Ao mesmo tempo, ela temia recusar o papel num filme de grande estúdio, porque “estava trabalhando com algumas grandes estrelas” e se desistisse “além de ficar sem salário, poderia ser suspensa”. “Então pensei: ‘Que se dane! Pode ser divertido’. E, claro, de fato foi. Foi um grande prazer fazer o filme”. A bela de maiô encantou a fera aquática e o público mundial, criando uma das imagens mais icônicas do cinema, ao ser transportada, desacordada, nas garras da criatura. Outra cena famosa mostrava o monstro tentando agarrar seus pés, enquanto ela nadava alheia ao perigo. Como golpe de publicidade, a Universal declarou na ocasião que as pernas da atriz eram “as mais perfeitamente simétricas do mundo” e assegurou-as por US$ 125 mil – uma fortuna na época. Mas, apesar da popularidade conquistada pelo longa dirigido por Jack Arnold – até hoje, a ponto de inspirar diretamente “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro – , “O Monstro da Lagoa Negra” foi uma exceção na carreira de Adams, que não voltou mais ao terror, mantendo uma filmografia focada em comédias e dramas. Até para se dissociar da sombra da criatura, ela decidiu mudar de nome pela terceira vez, passando a ser creditada como Julie Adams a partir do ano seguinte, no filme noir “Dominado pelo Crime” (1955). Ela se casou logo em seguida, ao se apaixonar pelo ator Ray Danton, seu parceiro em “Hienas Humanas” (1955). Mas decidiu não mudar mais seu nome artístico. Antes de se divorciarem nos anos 1980, os dois também contracenaram no filme de guerra “Mensagem Fatal” (1958), num episódio da série “Galeria do Terror”, de 1972, e ele a dirigiu em “Psychic Killer” (1975). Em mais de seis décadas no cinema e na televisão, a atriz também contracenou com Elvis Presley em “Cavaleiro Romântico” (1965), com Dennis Hopper em “O Último Filme” (1971) e com John Wayne em “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974). Ela ainda voltou ao fundo do mar na sci-fi “A Cidade Submarina” (1962), que não fez o mesmo sucesso, apareceu em “Atraída pelo Perigo” (1990), filme estrelado por Jodie Foster, em “As Torres Gêmeas” (2006), de Oliver Stone, e foi ouvida, ao telefone, em “Deus da Carnificina” (2011), de Roman Polansky. Também fez muitas participações em séries. Muitas mesmo, contando mais de 100 aparições em produções tão diferentes quanto “Bonanza”, “A Garota da UNCLE”, “O Incrível Hulk”, “Barrados no Baile” e “CSI: New York”. Entre seus papéis mais memoráveis na TV estão o da corretora Eve Simpson em 10 capítulos de “Assassinato por Escrito” (Murder She Wrote) nos anos 1990, o de esposa de James Stewart em “The Jimmy Stewart Show” na década de 1970 e como uma das raras clientes do advogado Perry Mason a ser considerada culpada, num episódio de 1963 da famosa série jurídica. Em 2011, Adams publicou sua biografia, “The Lucky Southern Star: Reflections From the Black Lagoon”. E se despediu do público num curta do ano passado, inspirado em seu livro.

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  • Filme

    Roteirista de Aquaman vai escrever remake de O Monstro da Lagoa Negra

    2 de abril de 2017 /

    A Universal está animada com seu projeto de remakes de monstros e já encomendou ao roteirista Will Beall (criador da série “Training Day” e escritor de “Aquaman”) uma nova versão da história do clássico “O Monstro da Lagoa Negra” (1954). O projeto está em desenvolvimento há muitos anos no estúdio, e já chegou a ter o diretor Gary Ross (“Jogos Vorazes”) incumbido das filmagens. Por curiosidade, ele é filho de Arthur A. Ross (1920–2008), o roteirista do longa original. O estúdio também sondou a atriz Scarlett Johansson (“A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”) para liderar o elenco, mas a produção ainda não tem cronograma de filmagens ou previsão de lançamento. O primeiro filme da nova leva de monstros da Universal será “A Múmia”, que acaba de divulgar seu novo trailer.

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  • Série

    American Horror Story: O Monstro da Lagoa Negra ataca em pôster e novo teaser da 6ª temporada

    16 de agosto de 2016 /

    O canal pago americano FX divulgou um novo pôster e um teaser da 6ª temporada de “American Horror Story”, que fazem referência ao clássico “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), com mãos verdes anfíbias carregando uma mulher para o fundo de uma lagoa escura. Não há garantia que isso seja uma pista para o tema da nova temporada. Durante evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), John Landgraf, presidente do FX, disse que a maioria dos teasers divulgados “servem apenas para desorientar”. “Pensamos que seria verdadeiramente divertido manter o mistério. E é isso que estamos fazendo”, ele explicou, sobre o fato de, pela primeira vez, a série iniciar sua divulgação sem revelar o subtítulo e o contexto da temporada. Tanto que seu marketing é definido apenas pelo número 6, seguido por uma interrogação. A única certeza é que a série retorna no dia 14 de setembro nos EUA.

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