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  • Filme

    Anne Hathaway vira Lenda da Disney 25 anos após “O Diário da Princesa”

    17 de agosto de 2026 /

    Atriz recebeu a maior honraria da companhia e homenageou Julie Andrews, parceira que marcou sua estreia no cinema

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  • Série

    “Uma Garota Encantada” vai virar série da Disney+ com produção de Anne Hathaway

    19 de maio de 2026 /

    Nova versão do clássico de 2004 terá roteiro da criadora de "Todos Menos Você"

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  • Filme

    Anne Hathaway confirma “O Diário da Princesa 3” após duas décadas

    4 de outubro de 2024 /

    Novo filme da franquia terá direção de Adele Lim, conhecida pela comédia "Loucas em Apuros"

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  • Filme

    Disney começa a desenvolver “O Diário da Princesa 3”

    15 de novembro de 2022 /

    A Disney está trabalhando num terceiro filme da franquia “O Diário da Princesa”. Anne Hathaway, que deu vida à Princesa Mia nos dois primeiros filmes da franquia, ainda não assinou o contrato do novo projeto, mas deve voltar ao papel. Antes de falecer, o cineasta Garry Marshall, que dirigiu os dois filmes de “O Diário da Princesa”, disse que tinha fechado uma nova continuação com a atriz, mas precisaria esperar ela dar a luz e ter um tempo como mãe de um filho pequeno. Só que, desde então, ela engravidou novamente e teve um segundo bebê. E ele morreu. Para desenvolver a história da nova continuação, a Disney contratou a roteirista Aadrita Mukerji, que já escreveu episódios de “Supergirl” e “Reacher”, mas ainda não confirmou diretor. “O Diário da Princesa” é baseado em coleção literária da escritora Meg Cabot, que possui mais de uma dezena de livros publicados desde o ano 2000. Hathaway tinha apenas 19 anos quando estrelou o primeiro “O Diário da Princesa” em 2001. Foi, por sinal, sua estreia no cinema, no papel de uma adolescente comum que descobria ser herdeira do trono de um reino distante e, com a ajuda da icônica Julie Andrews, começa a aprender a se comportar como princesa. No segundo filme, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2003), ela fez par romântico com ninguém menos que o jovem Chris Pine (“Mulher-Maravilha 1984”).

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  • Etc,  Filme

    Garry Marshall (1934 – 2016)

    20 de julho de 2016 /

    Morreu Gary Marshall, diretor de “Uma Linda Mulher” (1990) e “O Diário da Princesa” (2001), após complicações decorrentes de uma pneumonia nesta terça-feira (19/7). Ele tinha 81 anos e, além de dirigir os filmes que tornaram Julia Roberts e Anne Hathaway famosas, ficou conhecido por ter criado séries clássicas como “The Odd Couple”, “Happy Days”, “Laverne & Shirley” e “Mork & Mindy”, pelas quais recebeu cinco indicações ao Emmy e entrou para o Hall da Fama da Academia da Televisão em 1997. Marshall nasceu no Bronx, em Nova York, e se formou em jornalismo na Universidade de Northwestern. Chegou a trabalhar no jornal New York Daily News, mas decidiu se dedicar à carreira de roteirista na década de 1960. Ele obteve sucesso imediato em Hollywood como roteirista de sitcoms de comediantes famosos, como “The Lucy Show”, “The Dick Van Dyke Show” e “The Joey Bishop Show”, conseguindo lançar sua primeira série própria em 1966, “Hey, Landlord”, sobre uma dupla que dividia um apartamento em Nova York. Por volta desta época, ainda tentou atuar no cinema, interpretando um dos oponentes anônimos de James Bond no clássico “007 Contra Goldfinger” (1964) e figurantes hippies em “Maryjane” (1968) e “Busca Alucinada” (1968). Mas acabou priorizando o que sabia fazer melhor ao emplacar seu primeiro roteiro cinematográfico, “Lua de Mel com Papai” (1968), a primeira comédia romântica de uma carreira especializada no gênero. Mesmo assim, o reconhecimento começou mesmo pela TV, a partir de 1970, quando decidiu adaptar a peça de Neil Simon “Um Estranho Casal”, que tinha sido levada aos cinemas dois anos antes. A versão televisiva de “The Odd Couple” se tornou um dos maiores sucessos da década, durando cinco temporadas – e foi recentemente revivida num remake do ano passado, renovado para sua 3ª temporada. Seguiram-se outros fenômenos de audiência. Nenhum maior que “Happy Days”, a série estrelada pelo futuro diretor Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e o futuro produtor Henry Winkler (série “MacGyver”). Acompanhando uma turma de adolescentes dos anos 1950, a produção foi responsável por lançar a era das séries de nostalgia em 1974, além de popularizar o icônico personagem Fonzie (Winkler) e inúmeras gírias. Até a expressão “pular o tubarão”, que nos EUA virou sinônimo de série que inicia sua decadência, veio de uma cena de sua produção, quando Fonzie, literalmente, saltou sobre um tubarão. “Happy Days” durou 11 temporadas até 1984, batendo recordes de audiência enquanto retratava, ao longo de uma década, a evolução dos gostos da juventude americana, de Elvis aos Beatles. Fez tanto sucesso que rendeu dois spin-offs igualmente memoráveis. “Laverne & Shirley”, por sinal, praticamente repetiu o sucesso da série original, acompanhando, ao longo de oito temporadas (entre 1976 e 1983), duas amigas solteiras em meio às mudanças sociais dos anos 1950 e 1960. Laverne era vivida por sua irmã, Penny Marshall, que também virou uma cineasta bem-sucedida (de clássicos como “Quero Ser Grande” e “Tempo de Despertar”). O terceiro spin-off foi a sitcom sci-fi “Mork & Mindy” (1978 – 1982), que lançou o comediante Robin Williams no papel de um alienígena com a missão de estudar a humanidade, após seu personagem aparecer num dos episódios mais populares de “Happy Days”. Para estabelecer a conexão entre as duas séries, Mork voltou novamente num crossover, além de ter quase namorado Laverne. A série original teve sobrevida maior que seus derivados, mas, após o cancelamento consecutivo das três atrações, Marshall não se interessou mais pela televisão, voltando suas energias para o cinema. Ele estreou como cineasta na comédia sexual “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), mas logo mudou de tom para se estabelecer como diretor de filmes românticos, que agradavam em cheio ao público feminino da época do VHS, entre eles “Flamingo Kid” (1984), com Matt Dillon, “Nada em Comum” (1986), com Tom Hanks, e “Um Salto Para a Felicidade” (1987), com o casal Kurt Russell e Goldie Hawn. Até se consagrar com “Uma Linda Mulher” (1990), uma versão contemporânea da fábula de “Cinderela” encenada por uma prostituta e seu cliente milionário. O sucesso foi tanto que transformou sua estrela, Julia Roberts, na principal atriz americana dos anos 1990, com direito a indicação ao Oscar pelo papel. Assumindo a preferência pelo gênero, Marshall só dirigiu comédias românticas pelo resto de sua filmografia. Nenhuma outra, porém, repetiu o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”. Na verdade, poucas se destacaram, como “Frankie & Johnny” (1991), que despertou interesse por representar o reencontro de Al Pacino e Michelle Pfeifer após “Scarface” (1983). Por conta disso, Marshall logo orquestrou um reencontro com Julia Roberts, além de Richard Gere, o galã de seu clássico. Em “Noiva em Fuga” (1999), Julia representou o oposta da Cinderela, uma mulher que não queria subir no altar com o príncipe encantado. Mas, como típica comédia romântica, não haveria final feliz sem o “viveram felizes para sempre”, contra qualquer possibilidade feminista. “Noiva em Fuga” lhe devolveu prestígio. E “O Diário da Princesa” (2001) lhe conquistou uma nova geração de fãs. Levando para as telas o romance juvenil de Meg Cabot, Marshall consagrou-se em nova história de Cinderela, comprovando-se um mestre das fantasias arquetípicas femininas. De quebra, lançou Anne Hathaway em seu primeiro papel cinematográfico, como uma adolescente comum dos EUA que descobria ser herdeira de um trono europeu. A história teve sequência, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2004), em que a adolescente do título tem que fazer o que se espera de toda Cinderela: casar-se com o príncipe encantado. O sucesso das duas fábulas contrastou com o fracasso das comédias que se seguiram, “Um Presente para Helen” (2004), em que Marshall dirigiu Kate Hudson (filha de Kurt Russell e Goldie Hawn), e “Ela é a Poderosa” (2007), com Jane Fonda e Lindsay Lohan. O que o levou ao velho truque de convidar Julia Roberts a estrelar seu próximo filme. Melhor ainda, Anne Hathaway também. E, já que dois é bom, uma multidão de outros famosos não poderia ser demais. Marshall e a roteirista Katherine Fugate resolveram criar uma mini-antologia de “love stories” em torno da data mais romântica de todas, o Dia dos Namorados, reunindo um verdadeiro “quem é quem” das comédias românticas americanas, incluindo Bradley Cooper, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Shirley MacLaine, Hector Helizondo, Jessica Alba e até a cantora Taylor Swift. O filme foi batizado no Brasil como “Idas e Vindas do Amor” (2010) e inaugurou uma trilogia de comédias de feriados comemorativos, seguido pelos similares “Noite de Ano Novo” (2011) e “O Maior Amor do Mundo” (2016), este passado no Dia das Mães. Mas nem a volta de Julia Roberts impediu o esgotamento do filão, com o último lançamento implodindo nas bilheterias. O cineasta ainda estava planejando um terceiro filme dos “Diários da Princesa” para 2017 com o elenco original, que Anne Hathaway dizia estar ansiosa por estrelar. Sua morte comoveu a comunidade artística de Hollywood. O ator Henry Winkler, que trabalhou com Marshall em “Happy Days”, usou seu perfil no Twitter para prestar sua homenagem ao diretor. “Obrigado por minha vida profissional. Obrigado por sua lealdade, amizade e generosidade”, escreveu. “Ele foi um patrão de classe e um mentor cuja criatividade e liderança significaram tudo para mim”, acrescentou Ron Howard. “Garry foi uma dessas raras pessoas verdadeiramente importantes que se pode encontrar numa vida, se você for abençoado”, disse Richard Gere. “Ele lançou e nutriu mais carreiras do que a quantidade de sapatos que possuía. Como fará falta”, exaltou Tom Hanks.

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  • Filme

    Diretor revela projeto de O Diário da Princesa 3 com Anne Hathaway

    15 de março de 2016 /

    O cineasta Garry Marshall, que dirigiu os dois filmes da franquia “O Diário da Princesa”, disse à revista americana People que planejar um terceiro capítulo para a saga. E que Anne Hathaway (“Interestelar”) voltará a viver o papel da jovem princesa Mia Thermopolos, do reino fictício de Genovia. “Estive com Anne Hathaway há algumas semanas e queremos fazer ‘O Diário da Princesa 3’ em Manhattan. Ela está muito grávida, então teremos de esperar até ter o bebê, mas depois disso acho que faremos o filme”, declarou o cineasta. A atriz tinha apenas 19 anos quando estrelou o primeiro “O Diário da Princesa” em 2001. Foi, por sinal, sua estreia no cinema, no papel de uma adolescente comum que descobria ser herdeira do trono de um reino distante e, com a ajuda de Julie Andrews, começa a aprender a se comportar como princesa. No segundo filme, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2003), ela fez par romântico com Chris Pine (“Star Trek”), que também estaria interessado em retomar seu papel na franquia. “O Diário da Princesa” é baseado em série homônima da escritora Meg Cabot, que já possui 11 livros publicados, entre 2000 e 2015. Os rumores sobre um terceiro longa derivado dos livros de Cabot começaram a surgir em junho passado. Na época, a Disney negou trabalhar no projeto.

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