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  • Filme

    Jane Fonda alfineta Oscar por homenagem a Robert Redford: “Eu tinha mais a dizer”

    16 de março de 2026 /

    Veterana reclamou da escolha da Academia por Barbra Streisand e destacou sua extensa parceria de quatro filmes com o astro, falecido no ano passado

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  • Filme

    Robert Redford, lenda de Hollywood e fundador do Festival de Sundance, morre aos 89 anos

    16 de setembro de 2025 /

    Astro foi ícone do cinema americano, estrela de filmes clássicos, cineasta premiado com o Oscar, produtor de filmes brasileiros e pai do novo cinema independente

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  • Filme,  Música

    Marilyn Bergman (1929–2022)

    8 de janeiro de 2022 /

    A compositora Marilyn Bergman, vencedoras de três estatuetas do Oscar, morreu neste sábado (8/1) aos 93 anos, vítima de uma parada respiratória não relacionada à covid-19. Ao lado do marido Alan Bergman, com quem colaborou por décadas, ela conquistou o Oscar pela composição das canções “The Windmills of Your Mind”, do filme “Crown, o Magnífico” (1968), e “The Way We Were”, sucesso musical de “Nosso Amor de Ontem” (1973). O terceiro Oscar foi pela trilha sonora de “Yentl” (1983). Ao todo, o casal recebeu 16 indicações ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do EUA, entre 1968 e 1990 – a última foi por “Moonlight”, do remake de “Sabrina”. Já o primeiro trabalho de Marilyn, por coincidência, foi a letra da música-tema do filme “No Calor da Noite” (1967), estrelado por Sidney Poitier, que morreu na sexta-feira (7/1). Marilyn e Alan Bergman também trabalharam, ao longo da carreira, com artistas como Neil Diamond (“You Don’t Bring Me Flowers”), Quincy Jones (“The World Goes On), o brasileiro Sergio Mendes (“Look Around”) e Barbra Streisand, para quem compuseram a oscarizada “The Way We Were” e as músicas de “Yentl” (três delas indicadas individualmente ao Oscar), além de terem roteirizado um especial televisivo de 1995, “Barbra: The Concert”. Em suas redes sociais, Streisand descreveu os Bergman como parte de sua família. “Nós nos conhecemos há mais de 60 anos nos bastidores de uma pequena boate, e nunca paramos de nos amar e de trabalhar juntos. Suas canções são atemporais, e nosso amor também”, ela escreveu. Lembre abaixo as músicas do casal que venceram o Oscar de Melhor Canção Original.

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  • Etc,  Filme

    Bradford Dillman (1930 – 2018)

    19 de janeiro de 2018 /

    Morreu Bradford Dillman, que fez diversos filmes de prestígio e produções cultuadas, como “Fuga do Planeta dos Macacos” (1971), “Nosso Amor de Ontem” (1973) e “Piranha” (1978). Ele faleceu na terça (16/1) em Santa Monica, na California, devido a complicações de pneumonia, aos 87 anos. Dillman nasceu em 14 de abril de 1930, em São Francisco, e passou seus verões em Santa Barbara, atuando em produções teatrais locais. Após servir como oficial na Guerra da Coréia, ele entrou no lendário Actors Studio, de Lee Strasburg, junto com James Dean e Marilyn Monroe. E de lá fez sua estreia na Broadway em 1956, com a peça “Longa Jornada Noite Adentro”, pelo qual foi premiado como melhor ator do ano, o que lhe rendeu um contrato com o estúdio 20th Century Fox. Ele iniciou a carreira cinematográfica em 1958, como coadjuvante no drama “Um Certo Sorriso” (1958), de Jean Negulesco, e no filme de guerra “Três Encontros com o Destino”, de Philip Dunne, e recebeu o Globo de Ouro como o estreante mais promissor daquele ano. Sua carreira ganhou ainda mais impulso quando ele estrelou o suspense “Estranha Compulsão” (1959), ao lado de Dean Stockwell. O filme de Richard Fleischer recriava o famoso caso de Leopold e Loeb, dois estudantes de direito que mataram um colega para provar que poderiam cometer o crime perfeito. A história também tinha inspirado “Festim Diabólico” (1948), de Alfred Hitchcock. Mas a versão de Fleischer foi mais premiada, rendendo um troféu compartilhado de Melhor Ator a Dillman, Stockwell e Orson Wells no Festival de Cannes. O começo retumbante lhe encheu de trabalho. No ano seguinte, foi a Londres filmar o suspense “Círculo de Decepção” (1960), seu primeiro papel de protagonista, e se apaixonou no set por sua colega de trabalho, a modelo e atriz Suzy Parker. Os dois casaram e viveram juntos até a morte dela, em 2003. Em ascensão, também estrelou a cinebiografia de “São Francisco de Assis” (1961), do mestre Michael Curtiz. Mas, a partir daí, tomou uma decisão inusitada para a época, passando a fazer participações em atrações televisivas. Ele apareceu em mais de uma centena de séries, chegando até a ter um papel recorrente como um padre em “Dr. Kildare”, além de viver um vilão em um episódio duplo de “O Agente da UNCLE” que foi adaptado para o cinema. Onipresente na telinha, Dillman deixou sua marca em “Mulher-Maravilha”, “Mod Squad”, “São Francisco Urgente”, “James West”, “Missão Impossível”, “O Sexto Sentido”, “O Homem de Virgínia”, “Têmpera de Aço”, “A Ilha da Fantasia”, “As Panteras”, “O Incrível Hulk”, “Barnaby Jones”, “Galeria do Terror” e em muitas outras produções. Ao mesmo tempo, manteve-se presente no cinema, estrelando os suspenses “Obsessão de Amar” (1965) e “A Noite Convida ao Crime” (1968), o filme de guerra “A Ponte de Remagem” (1969), seu primeiro terror, “Balada Para Satã” (1971), e sua primeira sci-fi, “Fuga do Planeta dos Macacos” (1971). Voltou a trabalhar num filme premiado em “Nosso Amor de Ontem” (1973), no qual interpretou o melhor amigo de Robert Redford. Segundo a filha do ator, a obra foi a que melhor captou a essência de Dillman, particularmente durante a cena em um barco, quando os dois atores relembram suas vidas e os melhores momentos do passado. O filme venceu dois Oscars, por trilha e música original. Dillman também coestrelou dois longas da franquia “Dirty Harry” com Clint Eastwood, “Sem Medo da Morte” (1976) e “Impacto Fulminante” (1983). E se especializou em filmes de desastre com ataques de animais. Ele estrelou três produções do gênero: “Praga Infernal” (1975), “O Enxame” (1978) e o clássico “Piranha” (1978). O ator ainda participou de dois novelões televisivos, “Falcon Crest” (num arco entre 1982 e 1983) e “Dinastia” (em 1984), antes de embarcar em diversos filmes B que estagnaram sua carreira. Seu último trabalho foi um telefilme: “O Coração da Justiça” (1992), dirigido pelo brasileiro Bruno Barreto.

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