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  • Etc

    Netflix vai lançar histórias em quadrinhos do criador de Kick-Ass e Kingsman

    9 de novembro de 2017 /

    A Netflix vai mesmo virar editora de quadrinhos. O contrato com o autor Mark Millar não é apenas para o lançamento de séries. A ideia é usar a Millarworld, adquirida pela plataforma de streaming em agosto deste ano, como uma encubadora de franquias. O primeiro gibi da Netflix será lançado em 2018 e terá seis edições. Intitulada “The Magic Order”, a nova criação de Mark Millar terá desenhos de Olivier Coipel e acompanhará a trajetória de cinco famílias de magos que precisam tomar medidas diante do surgimento de um novo inimigo. A capa do primeiro exemplar foi adiantada pela Netflix e pode ser vista abaixo. A Millarworld foi fundada em 2004, mas não funcionava como uma editora tradicional de quadrinhos. Era originalmente uma empresa criativa, que detinha o registro dos personagens de Mark Millar, publicados por diferentes companhias. Atualmente, o roteirista tem 18 títulos diferentes no portfólio, que já renderam três franquias cinematográficas: “O Procurado”, “Kick-Ass” e “Kingsman”. Antes de se lançar como autor independente de sucesso, Millar passou oito anos na Marvel, onde desenvolveu quadrinhos e arcos dramáticos muito populares. Suas histórias dessa fase também inspiraram filmes: “Os Vingadores” (2012), “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e “Logan” (2016).

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  • Filme

    Ridley Scott decide tirar Kevin Spacey de Todo o Dinheiro do Mundo com o filme já pronto para a estreia

    9 de novembro de 2017 /

    Diante da perspectiva de ter o lançamento de “Todo o Dinheiro do Mundo” adiado indefinidamente, devido à participação do ator Kevin Spacey, que se envolveu num escândalo sexual, o diretor Ridley Scott tomou uma decisão sem precedentes. Vai apagar Spacey do filme, por meio de sua substituição por outro ator. A solução é dispendiosa, já que envolve não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro. O escolhido para substituir Spacey foi Christopher Plummer, vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor” (2010). O intérprete veterano tinha sido a primeira escolha de Scott, mas a Sony queria um nome mais célebre e o vetou, optando por Spacey. Scott vai refilmar as cenas do filme com Plummer e os principais atores da produção. Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), ambos já concordaram em voltar ao trabalho. Mas para economizar tempo e dinheiro, Scott vai inserir digitalmente o rosto de Plummer sobre o de Spacey em várias cenas externas, rodadas em locações na Europa e Oriente Médio. Ele já tinha feito isso quando a tecnologia não era tão avançada. O ator inglês Oliver Reed sofreu um ataque cardíaco e morreu algumas semanas antes de rodar suas cenas finais no filme “Gladiador”. Scott filmou outro ator e aplicou digitalmente o rosto de Reed, extraído de cenas anteriores, sobre o figurante. Ele acabou vencendo o Oscar de Melhor Direção. Caso Scott volte a obter êxito, sua ideia vai aumentar a pressão sobre os atores, que passarão a ser facilmente substituídos em caso de confusões ou escândalos. A grande ironia é que Ridley Scott já tinha rodado o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.

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  • Etc

    Jornalista acusa Kevin Spacey de atacar seu filho e pede que ele seja preso

    8 de novembro de 2017 /

    Uma ex-âncora de telejornal de Boston realizou uma entrevista coletiva nesta quarta-feira (8/11) para acusar o ator Kevin Spacey, astro da série “House of Cards”, de agressão sexual contra seu filho. Heather Unruh, que trabalhou numa estação de televisão afiliada à rede ABC até 2016, foi acompanhada por sua filha, Kyla, e do advogado Mitchell Garabedian, que foi vivido por Stanley Tucci no filme “Spotlight” (2016). Unruh explicou que o clima atual de denúncias é o que estimulou seu filho, ausente na entrevista, a dar sua permissão para que ela registrasse o incidente, que ocorreu no ano passado. Ela chamou atenção para o caso inicialmente em seu Twitter, em 13 de outubro, quando escreveu pela primeira vez que Spacey tinha “agredido um ente querido”. Isto foi antes de o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) denunciar ter sido assediado por Spacey quando tinha 14 anos de idade. “O clima neste país está mudando. Há uma mudança”, disse ela. “Há menos culpabilização das vítimas e ficamos encorajados pelas vítimas no caso de Harvey Weinstein. Eles foram mulheres surpreendentemente corajosas e apareceram em números tão grandes que isso provocou muita conversa em nossa casa sobre este ser o momento certo”. Unruh detalhou a experiência de seu filho com Spacey ao ler uma declaração escrita. Segundo ela, em julho de 2016, seu filho de 18 anos foi assaltado sexualmente por Spacey dentro do Club Car Restaurant em Nantucket. Unruh diz que seu filho, que não tinha idade para beber, disse a Spacey que tinha e que o ator “lhe comprou bebida atrás de bebida atrás de bebida”. “Meu filho estava encantado pela atenção, um jovem hétero de 18 anos que não tinha ideia de que aquele famoso ator era um suposto predador sexual ou que ele estava prestes a se tornar sua próxima vítima”, disse ela. “Quando meu filho estava bêbado, Spacey fez sua jogada e o atacou sexualmente”. A jornalista deixou claro que seu filho não deu consentimento e chamou as ações de Spacey de crime. “Spacey enfiou a mão nas calças do meu filho e agarrou seus órgãos genitais”, disse ela. “Os esforços do meu filho para remover a mão de Spacey só foram momentaneamente bem sucedidos. Meu filho entrou em pânico, ele congelou. Ele estava bêbado”. Ainda assim, ela diz que Spacey insistiu para que o jovem se juntasse a ele em uma festa privada para beber mais. Quando ele se levantou para ir ao banheiro, uma estranha preocupada se aproximou e “disse para ele correr e ele correu o mais rápido que podia” para a casa da sua avó, onde chegou “atormentado e com medo”. “Nada poderia ter preparado meu filho para saber como essa agressão sexual o faria sentir como um homem”, disse ela sobre seu filho, que agora é estudante de segundo ano na faculdade. “Aquilo o prejudicou e não pode ser desfeito. Mesmo que ele tente o seu melhor para lidar com isso, como ele diz, isso está sempre lá e continua a incomodá-lo”. Ela acrescentou: “Ele não consegue esquecer”. Seu filho não informou o crime na época, “em grande parte devido ao constrangimento e ao medo”, mas ele deu entrada numa queixa na polícia local na semana passada, entregando evidências. A investigação criminal já começou. Unruh diz que espera que Spacey, que também está sendo investigado pela polícia de Londres, vá para a prisão. “Eu quero ver Kevin Spacey entrar na prisão. Eu quero que a mão da justiça caia sobre ele”. Falando diretamente para Spacey, Unruh completou: “Tenha vergonha pelo que fez ao meu filho. E tenha vergonha por usar suas desculpas para o que fez com Anthony Rapp para se assumir como homem gay. Essa foi uma tentativa terrível de desviar a atenção do que você realmente é: um predador sexual. Suas ações são criminosas.” Veja a íntegra da acusação no vídeo abaixo. Desde a semana passada, quando Spacey se desculpou pelo assédio sexual ao ator Anthony Rapp, vários outros homens revelaram casos semelhantes envolvendo o astro de “House of Cards”. Com a repercussão negativa, a Netflix suspendeu a produção da 6ª temporada da série política e divulgou que não trabalhará mais com o ator.

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  • Série

    Beijo de adolescentes de Stranger Things vira polêmica nas redes sociais

    7 de novembro de 2017 /

    Uma das últimas cenas da 2ª temporada de “Stranger Things” virou polêmica nas redes sociais, devido a uma declaração de um dos criadores da série. Em um dos capítulos de “O Universo de Stranger Things” (“tradução” nacional de “Beyond Stranger Things”), programa da Netflix em que os atores e criadores comentam a nova temporada, a atriz Sadie Sink, intérprete de Max, afirmou ter ficado estressada diante da cena em que beija Caleb McLaughlin, intérprete de Lucas. Segundo ela, o beijo não estava previsto no roteiro. No programa, Sadie contou que Ross Duffer, um dos criadores da atração, que dirigiu o episódio com seu irmão Matt, perguntou se ela estava pronta para a cena de beijo, assim que ela chegou ao set de gravações das sequências do baile final. “O beijo não estava escrito no roteiro”, diz a atriz de 15 anos. “Fiquei estressada o dia todo, pensando: ‘Oh, meu Deus, eu vou ter que…’” A polêmica começou com a resposta de Duffer. “Você reagiu tão fortemente a isso – eu só estava brincando (ao falar sobre o beijo) – e você surtou tanto que eu pensei: ‘Bom, agora vou ter que fazer essa cena’. Foi isso o que aconteceu e por isso estou dizendo que foi culpa sua”, ele afirmou. Na tela, a cena foi um selinho rápido. Mas eles comentaram que o beijo precisou ser repetido várias vezes porque o operador de câmera estava com dificuldades para captar o momento da maneira como os diretores queriam. O diretor ainda agradeceu à Sadie, por considerar que a cena ficou melhor com o beijo. Após a revelação do que aconteceu nos bastidores, vários espectadores criticaram a atitude do diretor. “O diretor, um homem adulto, percebeu que a atriz adolescente estava desconfortável com uma situação, o que fez com que ele ficasse COM MAIS VONTADE de colocá-la naquela situação”, lamentou um fã da série no Twitter. “O trabalho do diretor é obter o melhor desempenho de seus atores e garantir que eles se sintam seguros e confortáveis”, contrapôs outro. Mas quem ver o vídeo abaixo poderá comprovar que a situação foi bem menos controversa do que soa, já que as mães dos atores estiveram presentes o tempo inteiro, além do clima ter sido amenizado por gravações prévias de beijos de outro casal teen da trama, Millie Bobby Brown e Finn Wolfhard. Confira o trecho a seguir.

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  • Filme

    Novo filme de Ridley Scott estrelado por Kevin Spacey pode ser adiado indefinidamente

    6 de novembro de 2017 /

    “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), o novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”), não deve mais chegar aos cinemas neste ano. Segundo o site da revista Variety, a Sony já cancelou a première do filme e deve tirá-lo de seu cronograma de lançamentos, visando, na melhor das hipóteses, lançá-lo ao longo de 2018. O adiamento se deve ao escândalo sexual que envolve um de seus protagonistas, o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”), que apareceu irreconhecível no trailer liberado, sob maquiagem de envelhecimento. A grande ironia é que Ridley Scott rodou o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Antes ameaçada por “Todo o Dinheiro do Mundo”, os papéis se inverteram e agora a produção televisiva é que pode inviabilizar o êxito do filme. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A história é real e o elenco do filme também destaca participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes. Resta saber se esta data será mantida ou se acompanhará o adiamento indefinido dos Estados Unidos.

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  • Série

    2ª temporada de The Crown ganha primeiro trailer e 65 fotos

    6 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou 65 fotos e o trailer completo da 2ª temporada de “The Crown”. A prévia revela que a produção continua luxuosa, com inúmeros cenários, figurinos e recriação meticulosa de época, agora chegando nos anos 1960. A época é de grandes mudanças, o que faz com que a monarquia britânica, presa em tradições antiquadas, seja confrontada e precise mudar para se manter relevante, ao mesmo tempo em que teme novos escândalos. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série traz Claire Foy (a Ana Bolena da minissérie “Wolf Hall”) como a rainha Elizabeth II, Matt Smith (série “Doctor Who”) como o príncipe Philip e Vanessa Kirby (“Como Eu Era Antes de Você”) como a princesa Margaret. Entre as novidades da nova temporada, destacam-se as participações de Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), que interpretará o fotógrafo Lord Snowdon, marido de Margaret entre 1960 e 1978, e de Michael C. Hall (série “Dexter”) como o presidente americano John F. Kennedy. A premiada produção retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.

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  • Etc

    Filho do ator Richard Dreyfuss diz que foi assediado por Kevin Spacey aos 18 anos

    5 de novembro de 2017 /

    O ator e escritor Harry Dreyfuss, filho do vencedor do Oscar Richard Dreyfuss (“A Garota do Adeus”, “Tubarão”), aumentou a lista de homens que estão acusando o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) de assédio sexual. Em depoimento publicado no Buzzfeed, mesmo site em que Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) fez a primeira denúncia contra Spacey, ele contou detalhes do episódio, que aconteceu em 2008, quando tinha 18 anos. Na época, seu pai estava atuando na peça “Complicit”, dirigida por Spacey em Londres. De acordo com o jovem, os três estavam em uma sala discutindo o roteiro do espetáculo, e em certo momento, mesmo com a presença de Dreyfuss, Kevin Spacey colocou a mão na coxa do adolescente e não tirou ela de lá tão cedo. “Nunca me ocorreu que Kevin estaria interessado em mim”, escreveu. “Ele era um homem adulto, um herói meu, o chefe do meu pai. Não estava no meu radar de pessoas dispostas a realizar interações sexuais”, continuou. “Além disso, pensei: com certeza ele não está dando em cima de mim na frente do meu pai. Mas sua mão permaneceu lá.” Em seu relato, Harry Dreyfuss afirma que, pela pouca idade, simplesmente não conseguiu processar o que estava ocorrendo. “Meu pai e eu estávamos fingindo ser amantes em uma peça enquanto Kevin Spacey tentava me seduzir, e na vida real eu era um virgem hétero infeliz que só queria se tornar uma ator famoso.” “Não pensei que houvesse algo que eu pudesse fazer para alertar meu pai sobre o que estava acontecendo. Eu não queria começar uma briga entre eles e não queria que a peça fosse ameaçada.” Desde a última segunda (30/10), quando Spacey se desculpou pelo assédio sexual ao ator Anthony Rapp, vários outros homens revelaram casos semelhantes envolvendo o astro de “House of Cards”. Com a repercussão negativa, a Netflix suspendeu a produção da 6ª temporada da série política e divulgou que não trabalhará mais com o ator.

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  • Série

    Paolla Oliveira entra na minissérie Assédio

    5 de novembro de 2017 /

    Em alta na Globo, após viver a policial Jeiza na novela “A Força do Querer”, a atriz Paolla Oliveira já se prepara para o próximo trabalho na emissora/produtora. Ela entrou na minissérie “Assédio”, no papel da segunda mulher de Roger Abdelmassih (Antonio Calloni, de “Polícia Federal – A Lei É para Todos”), médico acusado de estupro por mais de uma centena de pacientes. O detalhe é que a produção não deve ser exibida na TV. A Globo pretende lançar um serviço concorrente da Netflix e usar a exibição exclusiva de “Assédio” como chamariz. “Assédio” tem roteiro de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e será dirigida por Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). O elenco contará também com Adriana Esteves, Hermila Guedes, João Miguel e Vera Fischer (no papel de Hebe Camargo).

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada de Caçadores de Trolls registra último trabalho de Anton Yelchin

    4 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Caçadores de Trolls” (Trollhunters). Mais 13 episódios foram encomendados para série animada produzida pelo cineasta Guillermo del Toro (“A Colina Escarlate”). Mas os fãs brasileiros, que assistirem a versão dublada, vão perder um detalhe importante. Os episódios são os últimos trabalhos da vida do Anton Yelchin (“Star Trek: Sem Froteiras”), que dubla o protagonista Jim. Falecido tragicamente no ano passado, o ator deixou bastante material inédito para ser utilizado na nova temporada. “Temos muita coisa de Anton, o que nos permite continuar usando-o como dublador até a metade da temporada”, disse Del Toro. Por isso, confira também a versão em inglês do trailer, disponível logo abaixo.

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  • Série

    Mindhunter é a melhor série da Netflix em 2017

    4 de novembro de 2017 /

    “Mindhunter” chama atenção inicialmente por ter produção executiva do cineasta David Fincher (“Seven”, “Clube da Luta”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”), que ainda dirige quatro dos dez episódios de sua 1ª temporada. E conquista o espectador mais exigente logo em seus primeiros minutos, embora consiga ficar ainda mais envolvente à medida que se aproxima de seu final. Que não é bem um final (ainda bem), mas vale dizer que a season finale é de dar taquicardia. A série é baseado no livro “Mindhunter – O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano”, de John E. Douglas e Mark Olshaker, disponível no Brasil, e a 1ª temporada dá conta de metade da obra. Desenvolvida por Joe Penhall, roteirista do drama pós-apocalíptico “A Estrada” (2009), a trama não tem cenas de violência, perseguição ou outros clichês de thriller americano, apensar da premissa. Traz basicamente investigação e psicologia. E um texto tão bem trabalhado que dá gosto. Os personagens são tão ou mais envolventes que a história, que aborda o início do estudo dos casos de assassinos em série pelo FBI. Baseada na vida real de John E. Douglas, “Mindhunter” relata encontros e entrevistas com assassinos famosos, como Ed Kemper (Cameron Britton, da série “Stitchers”), o sujeito que matou a própria mãe e fez sexo com sua cabeça decepada, e Jerry Brudos (Happy Anderson, de “Quarry”), o assassino do fetiche de sapatos. E a interpretação dos atores que dão vida a esses dois criminosos é admirável. A atmosfera de medo e tensão nas conversas com esses dois, em especial, é de deixar o espectador prendendo a respiração. Mas há outros casos resolvidos pelo protagonista e seu parceiro que também empolgam e instigam. O grupo de investigações é formado aos poucos e sem pressa dentro da narrativa. Antes da união de Holden Ford (Jonathan Groff, de “Glee”) e Bill Tench (Holt McCallany, de “Clube da Luta”), acompanhamos o certinho Ford conhecendo a ousada Debbie (Hannah Gross, de “Quando Eu Era Sombrio”), a mulher que o iniciará no sexo oral e outras delícias da vida. Além de tudo, ela ainda ouve as preocupações que ele faz questão de compartilhar sobre sua profissão. Mais à frente, Bill se une a Holden para dar aula sobre assassinos seriais em diversas cidades dos Estados Unidos. A presença da terceira integrante, Wendy Carr (Anna Torv, de “Fringe”), chega para enriquecer ainda mais o grupo. O fato de a série também apresentar a vida privada de seus personagens principais os aproxima bastante do público. Faz com que o espectador se importe com esses personagens, que sinta e tema verdadeiramente por seus destinos. Um dos melhores exemplos acontece no episódio de número oito, que trata de um diretor de escola infantil que tem o costume de dar cócegas nos alunos. O que parecia um episódio mais fraco diante dos demais acaba sendo um dos mais marcantes, pelo mal estar que provoca, diante das decisões que Holden resolve tomar, seguindo seus instintos, ainda que com muitas dúvidas. É tão marcante que é o único capítulo que termina sem música nos créditos finais. Além de bem escrita, dirigida e interpretada, “Mindhunter” ainda destaca uma direção de arte linda, que recria os anos 1970 e a elegância das roupas, dos carros, dos prédios e casas, e uma fotografia que transmite detalhes importantes, seja para passar uma sensação de bem estar em cenas diurnas com um belo dia de sol, seja para acentuar cenas tensas em interiores sombrios. Na verdade, há tantas qualidades em “Mindhunter” que fica difícil pensar que possa ter qualquer problema. De longe, a melhor produção da Netflix em 2017.

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  • Filme

    Jogo Perigoso prende a atenção até perder o foco

    4 de novembro de 2017 /

    Já tem algum tempo que Mike Flanagan é considerado candidato à entrar no clube dos mestres do terror do século 21. Embora seus filmes não se enquadrem no que atualmente se chama de pós-horror, sendo até um pouco tradicionais na forma, possuem uma sofisticação visual admirável. Assim, mesmo quando pega um projeto já em andamento, como foi o caso de “Ouija – Origem do Mal” (2016), o cineasta transforma o que seria um filme convencional em uma história aterrorizante, sabendo muito bem aproveitar os clichês dos filmes de fantasmas e casas assombradas. Seu melhor filme é “O Espelho” (2013), mas também chamou atenção o eletrizante “Hush – A Morte Ouve”, distribuído pela Netflix no ano passado. A plataforma agora bisa a parceria com “Jogo Perigoso”, adaptação de um livro Stephen King que até então era considerado infilmável. Na trama, Carla Gugino e Bruce Greenwood são um casal que, para apimentar um pouco a relação, após anos de casamento, resolve brincar de sadomasoquismo em uma casa afastada. A ideia dele seria algemar a esposa na cama durante o sexo. Quando a coisa começa a parecer um estupro, ela fica um bocado incomodada. Mas antes que possa interromper, o marido tem um ataque cardíaco e morre, deixando-a confinada na cama. Ela entra em desespero, impotente e imobilizada. A única coisa que consegue fazer é conversar com o fantasma do marido, que a ajuda a pensar friamente na situação, fazendo-a perceber como a casa está distante de qualquer outra e que ninguém a ouviria gritar. Mesmo que um cachorro faminto a devorasse viva. Como escapar dessa situação? Ainda que não se compare a outras obras de Flanagan, “Jogo Perigoso” acaba prendendo a atenção. A premissa inusitada e a tensão são motivos mais do que suficientes para assisti-lo. Mas o filme sofre uma queda de ritmo quando embarca num flashback pela infância da personagem, em que ela lembra um momento desagradável com o pai, vivido por Henry Thomas (até hoje lembrado como o menino de “E.T”). Ao mesmo tempo, por tratar de um assunto tão espinhoso quanto o abuso infantil, Mike Flanagan retoma uma das características de sua obra, repleta de histórias dolorosas de famílias, elementos que marcam sua filmografia desde pelo menos “Absentia” (2011). De certa forma, o flashback ajuda a enriquecer um filme que, centrado num impasse, poderia se encaminhar para lugar nenhum. E quando seu foco – ou perde de vez – , assume uma natureza sobrenatural, que pode ou não ser alucinação da personagem – com direito até à participação do gigante Carel Struycken (presença marcante/delirante da série “Twin Peaks”).

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  • Etc,  Série

    Netflix demite Kevin Spacey da série House of Cards

    4 de novembro de 2017 /

    Kevin Spacey não faz mais parte do elenco de “House of Cards”. A Netflix demitiu o ator oficialmente na noite de sexta-feira (3/11). A decisão foi tomada após as denúncias de assédio sexual contra ele, inclusive de integrantes da produção da própria série. “A Netflix não estará envolvida com qualquer outra produção de “House of Cards” que inclua Kevin Spacey”, informou a plataforma em um comunicado. A produção da 6ª temporada de “House of Cards” foi suspensa na terça-feira (31/10), dois dias após Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por Spacey em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra o ator se multiplicaram, e até funcionários da atração resolveram acusá-lo. Além de demitir Spacey de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida pelo ator, que já se encontrava em pós-produção. A decisão teria sido tomada após o time de advogados da produtora MRC (Media Rights Capital) e da Netflix examinarem o contrato de Spacey, que tem créditos de produtor de “House of Cards”, para ver quais seriam os custos de tirá-lo da série. No anúncio, a empresa também comentou que está trabalhando com a MRC “para avaliar os rumos da série”. Isto significa que há planos para continuar a produção, nem que seja para concluir a história na 6ª e potencialmente última temporada da atração. Mas também há rumores sobre um projeto de spin-off centrado em outros personagens da série. A verdade é que não havia mais ambiente para o retorno de Spacey às gravações, após acusações de comportamento “predatório” no set, especialmente em relação a funcionários mais jovens da equipe. Mas simplesmente cancelar a séria deixaria os mesmos funcionários desempregados. Atualmente, cerca de 300 profissionais trabalham em “House of Cards”. A revista Variety ouviu de fontes do set que os dois primeiros episódios da temporada já foram gravados. E que a paralisação dos trabalhos teria o objetivo de dar tempo aos roteiristas de encontrar uma forma de reescrever a trama sem a participação de Spacey. Segundo a publicação, a morte de Frank Underwood, personagem de Spacey, estaria sendo considerada a melhor solução narrativa para justificar o sumiço do ator, deixando a responsabilidade de protagonizar o final da história nas mãos de sua mulher, Claire, interpretada por Robin Wright. A atriz Jessica Chastain foi a primeira a sugerir esta mudança nas redes sociais. “Será que Robin Wright não pode ser a protagonista ‘House of Cards’ agora? Estamos prontos para isso”, ela escreveu no Twitter. Quase 500 pessoas responderam positivamente, propondo até formas de matar Frank Underwood. Vale lembrar que “House of Cards” é inspirada numa produção britânica de mesmo nome, e na trama original o protagonista morreu – o que levou também ao final da série. Além de Kevin Spacey, outro astro da Netflix enfrenta acusações de abuso sexual, inclusive mais graves. Danny Masterson, da série de comédia “The Ranch”, está sendo investigado pela promotoria de Los Angeles pelo estupro de quatro mulheres no começo da década de 2000.

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    Produtores de House of Cards planejam matar personagem de Kevin Spacey

    3 de novembro de 2017 /

    Os produtores de “House of Cards” estão inclinados a matar o protagonista da série, Frank Underwood, após seu intérprete ter seu nome associado a denúncias de assédio e abuso sexual por diversas pessoas, inclusive integrantes da equipe da produção. Não há ambiente para o retorno de Spacey às gravações, após acusações de comportamento “predatório” no set, especialmente em relação a funcionários mais jovens da equipe. Mas cancelar agora a atração deixaria os mesmos funcionários desempregados. Atualmente, cerca de 300 profissionais trabalham no desenvolvimento da 6ª temporada da série. Segundo o site da revista Variety, a morte de Underwood está sendo considerada a melhor solução, deixando a responsabilidade de protagonizar o final da história nas mãos de sua mulher, Claire, interpretada por Robin Wright. A atriz Jessica Chastain foi a primeira a sugerir esta mudança nas redes sociais. “Será que Robin Wright não pode ser a protagonista ‘House of Cards’ agora? Estamos prontos para isso”, ela escreveu no Twitter. Quase 500 pessoas responderam positivamente, propondo até formas de matar Frank Underwood. Vale lembrar que “House of Cards” é inspirada numa produção britânica de mesmo nome, e na trama original o protagonista morreu – o que levou também ao final da série. Com a produção da 6ª temporada suspensa por tempo indeterminado, a produtora Media Rights Capital e a Netflix estão “avaliando a situação atual”. A Variety ouviu de fontes do set que os dois primeiros episódios da temporada já foram gravados. E que a paralisação dos trabalhos teria o objetivo de dar tempo aos roteiristas de encontrar uma forma de reescrever a trama sem a participação de Kevin Spacey. Enquanto isso, o time de advogados da MRC e da Netflix estão examinando o contrato do ator, que também tem créditos de produtor na atração, para ver se podem levar adiante seus planos e quais seriam os custos de tirá-lo da série.

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