Audiências de Record e SBT desabam após saída da TV paga
As audiências das redes Record e SBT desabaram nas primeiras horas após o corte dos sinais das duas emissoras e da RedeTV nas operadoras de TV paga Net, Sky, Claro e Oi na Grande São Paulo. A madrugada desta quinta-feira (30/3) também foi a primeira após o apagão analógico na região metropolitana. A Record, que das três redes é a que tem mais público na TV paga, foi a mais afetada. O “Programa do Porchat”, que vinha registrando média de 4,4 pontos no Ibope, caiu para 3,0 na última madrugada, uma redução de 32%. Já o “Fala que Eu te Escuto”, que vinha com média de 2,3 pontos, despencou para 0,8, ou 65% a menos. No SBT, o “The Noite” teve queda de 15%. Oscilou de 4,8 pontos para 4,1. Exibido em seguida, o primeiro “SBT Notícias” perdeu um ponto, indo de 3,0 para 2,0. Na RedeTV!, curiosamente, quase não houve alteração. O “Leitura Dinâmica” perdeu apenas um décimo (foi de 0,7 para 0,6) e o programa de Amaury Jr. manteve a média regular de 0,6 ponto, mas cresceu 300% em relação à quarta-feira anterior (0,2). Desde os primeiros minutos da madrugada desta quinta, a maioria das operadoras de TV por assinatura de São Paulo não carrega mais os sinais de SBT, Record e RedeTV!. Com o fim da TV analógica, as emissoras ganharam o direito de negociar um valor por seus sinais digitais, mas não houve acordo com as empresas de TV por assinatura, que precisaram tirá-las de suas programação. Apenas a Vivo continua com os sinais das três redes. Segundo pesquisa do Ibope, realizada em março, 35% dos telespectadores da Grande São Paulo só veem televisão por meio de assinatura. Isso quer dizer que cerca de 7 milhões de pessoas estão sem acesso à Record, ao SBT e à RedeTV! no principal mercado publicitário do país. Para enfrentar o problema que elas próprias criaram, as redes têm buscado ensinar aos telespectadores como trocar de operadora ou pedir para cancelar o serviço, após o corte dos canais. Os últimos programas da noite de quarta nas três emissoras dedicaram bastante espaço para reforçar esta mensagem. A Igreja Universal, ligada à Record, também estaria mobilizando seus fiéis para reclamar junto às operadoras. Os canais também estão contando com outros revezes que podem afetar as operadoras. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já notificou as operadoras Net-Claro, Sky e outras a respeito da retirada das redes dos pacotes de seus assinantes, abrindo um Procedimento para Apuração de Descumprimento de Obrigações (Pado) “para apurar indícios de descumprimento de obrigações contidas no Regulamento Geral de Direitos dos Usuários de Serviços de Telecomunicações”. As operadoras notificadas têm agora 15 dias para se explicar, com base no art. 28 da resolução 488/2007 da Anatel, segundo o qual “qualquer alteração no Plano de Serviço deve ser informada ao Assinante no mínimo 30 (trinta) dias antes de sua implementação, e caso o Assinante não se interesse pela continuidade do serviço, poderá rescindir seu contrato sem ônus”. As operadoras dizem não ter descumprido nada e vão se defender, já que a decisão de sair foi das redes e elas não são canais pagos, portanto nunca foram cobrados dos assinantes. A briga vai longe.
Operadoras informam aos assinantes sobre a perda dos canais Record, SBT e RedeTV!
As operadoras de TV paga Net e a Claro estão informando a seus assinantes que perderão os canais Record, SBT e RedeTV! a partir desta quarta-feira (29/3). A interrupção ocorrerá agora em São Paulo, porque a cidade e mais 38 municípios da região metropolitana terão o sinal analógico cortado a partir das 23h59, em cumprimento ao cronograma estabelecido pelo Ministério das Comunicações, e as três emissoras querem cobrar pela transmissão de seus canais digitais. Brasília, que foi a primeira capital a migrar para o serviço digital, já ficou sem os três canais nesta semana. Em um comunicado exibido em seus canais de informação, a NET afirma ter acordo de distribuição com Globo, Gazeta, Rede Gospel, Ideal TV, Mega TV, Rede 21, TV Cultura e Band. A programação dessas emissoras, portanto, continuará a ser exibida. Entretanto, a operadora revela que, até o momento, não há acordo com Record, RedeTV! e SBT. “A fim de atender a uma solicitação das próprias empresas, a NET deixará de transmitir os sinais digitais destes canais a partir de 29 de março”, diz o texto. “É importante esclarecer que estes canais sempre foram distribuídos gratuitamente. A NET quer continuar a transmiti-los e segue negociando para que você volte a receber o sinal aberto na sua TV por assinatura como sempre recebeu: sem ter que pagar a mais por eles”, finaliza o texto. Em nota enviada à imprensa pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), o órgão reforça que a decisão de não permitir a transmissão dos sinais digitais das três emissoras na TV por assinatura em Brasília e São Paulo foi uma iniciativa do grupo Simba, formado por SBT, Record e RedeTV!. Segundo a ABTA, “as operadoras de TV por assinatura sempre estiveram e continuam abertas ao diálogo”. No entanto, diz a associação, “a maior parte delas informa que sequer recebeu uma proposta comercial da Simba”. Segundo apurou o blog Notícias da TV, a estratégia das três redes abertas é fazer com que os assinantes se voltem contra as operadoras de TV paga, protestando e cancelando seus contratos, para só então negociar seus sinais por um bom preço. Bispos da Igreja Universal, ligada à Record, estariam orientando fiéis a liderarem os protestos. SBT, Record e RedeTV! se espelham na Fox, que em uma tensa negociação com a Sky, chegou a cortar os sinais de seus canais da operadora. O assinante de TV paga se voltou contra a Sky e a Fox conseguiu o aumento que queria. Agora, as três redes abertas vão usar a mesma estratégia. Depois de São Paulo, Goiânia será a próxima capital a ter o sinal analógico desligado, no dia 31 de maio. As últimas serão as três capitais da Região Sul: Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, com desligamento previsto para janeiro de 2018. É cliente Vivo? Entre em contato com o número da Vivo e saiba se seu pacote se enquadra.
Cinemas americanas vão oferecer ingresso especial de US$ 100 para Guardiões da Galáxia Vol. 2
Uma rede de cinemas americana criou um ingresso especial, ao preço “módico” de US$ 100, que dá direito a ver “Guardiões da Galáxia Vol. 2” todos os dias enquanto ele estiver em cartaz. Para os fãs, o ingresso apresenta ainda um atrativo a mais: ele tem o formado das clássicas fitas cassetes. Veja abaixo. Entretanto, o passaporte para a galáxia Marvel é limitado. Apenas mil desses ingressos foram colocados à venda pela internet. “Nós estamos muito empolgados, porque esse será o primeiro filme da Marvel que oferece esse tipo de ingresso”, disse Ken Thewes, diretor de marketing da rede de cinemas Regal Entertainment Group. Apesar de ser um dos quadrinhos “menos populares” da Marvel, a estreia do primeiro “Guardiões da Galáxia” foi um enorme sucesso de bilheteria, chegando a arrecadar US$ 773,3 milhões em todo o mundo. Novamente dirigido por James Gunn, o segundo filme da franquia chegará aos cinemas brasileiros no dia 4 de maio, um dia antes do lançamento nos EUA.
Record, SBT e RedeTV já estão fora de três operadoras de TV paga em Brasília
Seguindo a iniciativa da Sky, a Net e a Claro também tiraram as redes Record, SBT e RedeTV! de suas grades de programação em Brasília. O corte aconteceu por volta da 0h30 desta terça-feira (28/3) e deve se repetir em mais uma região após o apagão analógico previsto para São Paulo, a partir das 23h59 de quarta. A decisão de cortar os sinais foi resultado de uma notificação da Simba, empresa formada pelas três emissoras, lembrando às operadoras que elas precisam de autorização das redes para transmitirem seus sinais digitais nas cidades em que não há mais TV analógica. É o caso de Brasília, onde nenhuma operadora tem essas autorização da Record, SBT e RedeTV!. Segundo levantamentos recentes, as três redes respondem por quase 20% da audiência da TV paga, o que as fez querer compensação financeira para continuar cedendo seus sinais. Elas formaram a Simba para negociar em conjunto e pretendem aproveitar a confusão potencial causada pelo fim da TV analógica para pressionar as operadoras. A iniciativa é inspirada na negociação turbulenta realizada entre o grupo Fox e a Sky, que só foi adiante após os canais do grupo saírem do ar, em janeiro. Desde sexta (24/3), as três redes estão exibindo em seus intervalos e telejornais o anúncio de que deixarão de ter seus conteúdos exibidos na TV paga a partir desta quarta-feira, acusando as operadoras de se recusarem a negociar um “valor justo” por seus sinais. Entretanto, segundo apurou o blog Notícias na TV, até a noite de segunda, nenhuma operadora havia recebido proposta comercial, com uma sugestão de preço pelos sinais. A acusação precede a negociação e é pura arma de pressão, visando mobilizar as massas para fazerem o trabalho de convencimento. A estratégia das três redes abertas é fazer com que os assinantes se voltem contra as operadoras de TV por assinatura, protestando e cancelando seus contratos, para só então negociar seus sinais por um bom preço. Bispos da Igreja Universal, ligada à Record, estariam orientando fiéis a liderarem os protestos. Com o fim da TV analógica, as emissoras de TV aberta podem cobrar por seus sinais, amparadas na lei 12.485, de 2011. A Globo cobra por sua programação desde 2014. A postura das operadoras também tem sido dura. Elas argumentam que, legalmente, não podem reajustar os pacotes de assinaturas já existentes, a não ser pela inflação. A única forma de absorver os novos custos, dizem, seria um crescimento da base de assinantes, mas o setor está em crise desde 2014. Encolheu mais de 1 milhão de assinantes nos últimos anos. Ou seja, nessa briga em que as redes querem mobilizar os telespectadores, só quem tem a perder são os próprios telespectadores, pois ou ficam sem os canais ou terão que amargar para breve uma TV mais bem paga.
Brasil é o 10º maior mercado cinematográfico do mundo e o maior da América do Sul
O relatório da MPA (Associação de Cinema dos EUA), que registrou o faturamento recorde de US$ 38,6 bilhões em bilheteria de cinema em todo o mundo, também documentou o crescimento do mercado cinematográfico brasileiro. Após dois anos ocupando a 11ª posição entre os maiores mercados de cinema do mundo, o Brasil voltou a figurar no Top 10 das bilheterias mundiais, com arrecadação de US$ 700 milhões durante o ano de 2016. O Brasil foi o único país da América Latina a ter crescimento de arrecadação em 2016. E um aumento significativo de 5%, diante do movimento global de 1%. Outro detalhe curioso é que o avanço do Brasil aconteceu num ano em que a América Latina liderou em queda de venda de ingressos, caindo 17,6% em geral, em relação ao período anterior. Mesmo assim, o mercado brasileiro permanece atrás do mexicano, que, com US$ 800 milhões de faturamento, é o 9º maior mercado do mundo. Mas está muito à frente do restante da América do Sul. O segundo país sul-americano mais bem posicionado no ranking é a Argentina, que ocupa a 17ª posição, com US$ 300 milhões.
Cinemas bateram recorde de faturamento mundial em 2016
Já se sabia, mas agora é oficial. A arrecadação das bilheterias de cinema estabeleceu um novo recorde mundial em 2016, ao chegar a US$ 38,6 bilhões. Os números estão no relatório apresentado na quarta-feira (22/3) pela MPA, a Associação do Cinema dos EUA. Embora o faturamento seja recorde, o aumento na venda de ingressos cresceu apenas 1% em 2016, marcando uma notável desaceleração em relação ao crescimento de mais de 5% registrado de 2014 a 2015. O recorde anterior, registrado em 2015, era de US$ 38,4 bilhões. A arrecadação nos Estados Unidos e no Canadá em 2016 se situou em US$ 11,4 bilhões, frente aos US$ 11,1 bilhões de 2015, o que representa uma alta de 2%. Por outro lado, a renda das salas de cinema no resto do mundo caiu levemente, de US$ 27,3 bilhões em 2015 para US$ 27,2 bilhões em 2016. Essa queda foi influenciada pela baixa de 1% da arrecadação na China após uma década de crescimentos consecutivos. Apesar disso, a China continuou sendo o país com maior arrecadação, fora o mercado conjunto dos Estados Unidos e Canadá, que costumam ser considerados como um só. O faturamento chinês foi de US$ 6,6 bilhões. A lista segue com Japão (US$ 2 bilhões), Índia (US$ 1,9 bilhão), Reino Unido (US$ 1,7 bilhão) e França (US$ 1,6 bilhão). Na América do Norte (EUA + Canadá), o faturamento teve crescimento de 2% e também foi recorde: US$ 11.4 milhões. O número de salas de cinema no mundo aumentou em 8%. Agora existem 164 mil telas, sendo a Ásia a região que mais inaugurou cinemas.
Após boato matar O Exterminador do Futuro, produtor revela que a franquia está bem viva
Uma dessas fontes de garganta profunda, que fala muito, mas não tem nome, foi usada pelo jornal New York Daily News para afirmar nesta terça (21/3) que a franquia “O Exterminador do Futuro” não ganharia continuação, reboot, nem nada. Que estava acabada, porque tinha sido retirada definitivamente do calendário de lançamentos da Paramount. Pois a fonte anônima – ou o jornalista que inventou a história – não ficou muito tempo sem passar vergonha. Assim que os blogs geeks começaram a passar adiante a “notícia”, uma fonte bem identificada tratou de desmenti-la. Em entrevista ao Collider, o produtor David Ellison foi categórico. Mesmo evitando adiantar grandes detalhes, ele garantiu que a franquia de filmes continua viva. “Eu vou dizer que resolvemos o futuro da franquia e, acreditem, é um futuro extremamente brilhante. Eu acho que vai ser a continuação do que os fãs realmente queria desde ‘T2’. Temos algo neste ano que estaremos anunciando para a franquia. É algo com o qual estamos incrivelmente animados e acreditamos ter achado a direção certa para ela.” O fato mais importante a ser anunciado é que James Cameron vai recuperar os direitos de “O Exterminador do Futuro” a partir de 2019 – 20 anos após a venda original – , de acordo com o contrato de cessão, e já estaria planejando um filme com o diretor Tim Miller (“Deadpool”). O último lançamento, “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, foi um grande fracasso e implodiu os planos da Skydance de lançar uma trilogia, prontamente cancelada após o resultado das bilheterias. Nos EUA, o desempenho foi considerado pífio, com faturamento de US$ 89 milhões. Graças ao sucesso na China, o filme chegou a US$ 440 milhões em todo o mundo. Mas isso não foi o suficiente para justificar os gastos – US$ 155 milhões apenas em produção. Para completar, a critica odiou o filme, novamente estrelado por Arnold Schwarzenegger, que teve apenas 26% de aprovação na média apurada pelo site Rotten Tomatoes.
Robert De Niro vive o maior golpista da história dos EUA em trailer intenso
A HBO divulgou um trailer completo de “The Wizard of Lies”, filme sobre escândalo financeiro, estrelado por Robert De Niro e Michelle Pfeifer, que voltam a viver marido e mulher após “A Família” (2013). A prévia é contundente, com imagens tensas e clima muito bem construído, que demonstram porque a TV está atraindo grandes astros e cineastas. Aqui, por sinal, é uma parceria de ambos. O diretor é Barry Levinson (dos clássicos “Rain Man” e “Bugsy”). De Niro vive Bernard Madoff, cujo nome virou sinônimo de pirâmides financeiras. O empresário foi responsável por um esquema fraudulento que arruinou a vida de milhares de americanos e, é claro, lhe rendeu fortuna imensa. Madoff ganhou fama mundial ao ser preso em 2008, por ter aplicado a maior fraude financeira na história dos Estados Unidos. O filme examina o esquema criado por ele – sua fraude, mentiras e disfarce – , ao mesmo tempo em que acompanha a repercussão impiedosa do caso sobre sua esposa e filhos. “The Wizard of Lies” tem estreia marcada para 20 de maio.
Próximos filmes dos Vingadores serão as produções mais caras de todos os tempos
Os filmes de super-heróis da Marvel têm gerado bilheterias milionárias a cada lançamento. Mas também ficam cada vez mais caros para serem produzidos. E um novo recorde pode ser estabelecido pela produção simultânea dos próximos dois longas dos Vingadores. Segundo o sócio do Pinewood Atlanta Studios, Dan Cathy, onde os filmes serão rodados, o orçamento combinado das duas produções chega a cerca de US$ 1 bilhão. A quantia exorbitante foi revelada durante entrevista do empresário para o jornal The Atlanta Business Chronicle. Devido a cláusulas contratuais, Cathy evitou nomear o filme responsável pelo custo recorde, mas a lista de obras rodadas no local não dá margem à dúvidas. O esforço conjunto dos super-heróis da Marvel assumirá o topo da lista das produções mais caras de todos os tempos. Dizem que a Fox tem postergado a produção das continuações de “Avatar” justamente porque James Cameron quer rodar quatro filmes ao mesmo tempo com o dobro do custo da “Guerra Infinita” dos Vingadores. O desempenho dos dois filmes dos Vingadores nas bilheterias pode ser decisivo para o futuro desse tipo de produção. O custo elevado se deve, em parte, aos salários das estrelas envolvidas. “Vingadores: Guerra Infinita” deve juntar todos os heróis já revelados nos filmes da Marvel, do Homem de Ferro aos Guardiões da Galáxia. A estreia do primeiro filme está marcada para abril de 2018, enquanto a sequência chegará aos cinemas em maio de 2019.
Grandiosidade de A Grande Muralha deve dar prejuízo de US$ 75 milhões
“A Grande Muralha” estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras no fim de semana passado e foi um grande sucesso na China. Mas o mercado americano ainda representa a medida mais importante para se avaliar o desempenho de um filme, e a produção não teve uma boa performance doméstica. Por conta disso, o site The Hollywood Reporter apurou que a produção deve gerar um prejuízo de US$ 75 milhões para seus produtores. O site afirma que quatro estúdios, Universal Pictures, Legendary, China Film Group e Le Vision Pictures, dividiram as despesas de produção, estimada em US$ 150 milhões. Porém, a Universal também arcou com os custos de marketing, em torno de US$ 80 milhões, e por isso ficará com maior fatia do prejuízo. Ao todo, o filme dirigido por Zhang Yimou e estrelado por Matt Damon somou US$ 302 milhões em todo o mundo, dos quais US$ 170 milhões vieram da China e apenas US$ 36 milhões dos EUA. O filme ainda está em cartaz, mas não há expectativa de que possa reverter o prejuízo.
Astros de The Big Bang Theory aceitam receber menos para que coadjuvantes ganhem mais por episódio
Os atores Jim Parsons, Johnny Galecki, Kaley Cuoco, Simon Helberg e Kunal Nayyar, que formam o elenco central de “The Big Bang Theory”, renegociaram seus salários para que a série continue a ser produzida. E com uma grande novidade em relação às negociações passadas. Eles toparam receber menos, para que os salários de Melissa Rauch e Mayim Bialik sejam reajustados, de acordo com o site da revista americana Variety. Atualmente, os cinco atores ganham cerca de US$ 1 milhão por episódio, o maior salário da TV americana, mas aceitaram diminuir em US$ 100 mil cada um. Assim, a diferença de US$ 500 mil por episódio será dividida entre Melissa e Mayim, que atualmente ganham US$ 200 mil por episódio para participar da série. Mesmo assim, o salário delas será “apenas” metade do que fatura o quinteto principal – US$ 450 mil por episódio. A série está na 10ª temporada e a negociação dos salários do elenco era o maior entrave para a renovação. Até o momento, a rede CBS e a produtora Warner Bros não comentaram a situação.
Modern Family pode acabar na atual temporada devido aos salários do elenco
A série “Modern Family” pode exibir seu último episódio em abril. Segundo informações do site The Hollywood Reporter, a atração vai terminar sua 8ª temporada sem ter renovado o contrato do elenco para novos capítulos. Fontes ouvidas pelo site afirmam que, apesar da boa audiência da atração, com 7,2 milhões de telespectadores por episódio, a 20th Century Fox Television e a rede ABC estão travando uma disputa com os atores para diminuir o custo da produção, que paga um dos maiores cachês da televisão. Por conta disso, a 9ª temporada ainda não foi confirmada. A produtora Fox ainda nem sequer abriu ainda as negociações com os seis astros da série: Sofia Vergara (Glória), Julie Bowen (Claire), Ty Burrell (Phil), Eric Stonestreet (Cameron), Jesse Tyler Ferguson (Mitchell) e Ed O’Neill (Jay). Cada um deles já ganha pelo menos US$ 350,000 por episódio, sem contar a parte de lucros. E todos devem exigir um aumento pare renovarem seus contratos. Embora os valores sejam bem menores que os salários milionários de “The Big Bang Theory”, “Modern Family” tem metade dos telespectadores da série campeã de audiência dos EUA e, portanto, gera muito menos lucro. No Brasil, “Modern Family” é exibida pelo canal pago Fox e tem temporadas disponíveis na Netflix.
SBT, Record e RedeTV ameaçam tirar seus canais dos pacotes de HD da TV paga
Três das maiores redes da TV aberta brasileira, SBT, Record e RedeTV, se juntaram em uma parceria para forçar a TV paga a negociar uma compensação pela veiculação gratuita de seus sinais. A joint venture foi batizada de Simba e o primeiro ato dessa empresa foi cobrar as operadoras pelo uso de seus conteúdos em HD. Quando as operadoras vendem pacotes de TV, elas incluem as emissoras abertas, inclusive com sinal HD. Pois a Simba quer receber por isso e alega que as operadoras já pagam à Globo. As operadoras rebatem dizendo que as redes são concessões públicas gratuitas para o público e, se tiverem que pagar, o grande prejudicado será o consumidor, via aumento dos preços das assinaturas. Pois a Simba não quer saber como vai receber, desde que receba. E, se não receber, vai imitar a Fox em sua negociação com a Sky, cortando o sinal dos três canais em HD nos pacotes das operadoras. Se isso ocorrer, pela resolução da Anatel, as operadoras teriam de substituir esses canais por similares, que não existem. A alternativa para a falta de conteúdo correspondente é reduzir os preços dos pacotes para os assinantes. Para pressionar ainda mais as operadoras, a Simba abriu negociações com a Netflix para a venda do conteúdo dos três canais. O prazo dado para as operadoras se manifestaram vai até abril. A partir daí, caso não haja acordo, SBT, Record e RedeTV cortarão seus sinais nos pacotes HD da TV paga. Segundo levantamento do IBOPE, o público dos três canais nos serviços de assinatura equivale a 20% da audiência total da TV paga brasileira.











