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    “Nomadland” surpreende nas bilheterias do Brasil após vencer o Oscar

    3 de maio de 2021 /

    A reabertura dos cinemas brasileiros e a premiação do Oscar 2021 coincidiram para transformar “Nomadland” numa espécie de “blockbuster” no país. O drama independente da diretora Chloé Zhao, que venceu o Oscar de Melhor Filme do ano, levou 7,1 mil espectadores aos cinemas e arrecadou R$ 162 mil neste fim de semana, ficando atrás apenas de um blockbuster de verdade, “Godzilla vs Kong”, que teve 104 mil espectadores e obteve R$ 1,8 milhão nas bilheterias do Brasil. A ironia é que “Nomadland” foi um grande fracasso comercial nos EUA, consagrando-se como o vencedor do Oscar de menor arrecadação de todos os tempos. Ao todo, o filme da Searchlight Pictures faturou apenas US$ 2,1 milhões no mercado norte-americano. Já “Godzilla vs Kong” é um fenômeno global, que ultrapassou US$ 90 milhões na América do Norte e US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Os monstros gigantes e o Oscar juntaram forças no Brasil para reaquecer o mercado. Ao todo, 142,9 mil espectadores foram aos cinemas brasileiros entre quinta e domingo (2/5), resultando numa arrecadação de R$ 2,59 milhões no fim de semana, de acordo com levantamento da consultoria Comscore. Os números representam um salto de 343% no público em comparação com a semana anterior, quando apenas 32,3 mil pessoas foram as cinemas. A diferença tem menos relação com o Oscar que aparenta. Deve-se simplesmente à volta do funcionamento das salas de exibição, que estavam fechadas em muitos estados devido à pandemia de coronavírus – inclusive em São Paulo, maior mercado de cinema do Brasil. A bilheteria deste fim de semana se assemelha aos valores registrados no final de fevereiro, quando ocorreu o fechamento de São Paulo. Desde então, os números só voltaram a registrar mais de 100 mil espectadores neste fim de semana.

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    Globoplay dá 3 meses de Apple TV+ de graça para assinantes

    2 de maio de 2021 /

    O Globoplay fechou uma parceria estratégica com a Apple TV+ para oferecer a seus assinantes três meses de acesso gratuito à plataforma de streaming da Apple. A oferta está disponível para os atuais assinantes de planos anuais do Globoplay, para novos assinantes e para aqueles que fizerem upgrade de plano. Depois dos três meses de degustação, os assinantes deverão pagar a assinatura mensal do serviço, que custa apenas R$ 9,90 por mês. Os maiores atrativos da Apple TV+ são as produções originais, que incluem as séries de sucesso “The Morning Show”, “Ted Lasso”, “For All Mankind”, e a recém-lançada “The Mosquito Coast”, e filmes como “Greyhound”, “Palmer” e “Wolfwalkers”. A plataforma também prepara novas séries estreladas por Tom Holland (chamada “The Crowded Room”), Tom Hiddleston (“The Essex Serpent”), Brie Larson (“Lessons on Chemistry”), Nicole Kidman (“Roar”), Justin Timberlake (“Confessions of a Dangerous Mind”), Vera Farmiga ( “Five Days at Memorial”), Rose Byrne (“Physical”), Natalie Portman e Lupita Nyong’o (ambas em “Lady in the Lake”), Jared Leto e Anne Hathaway (“WeCrash”), além do novo de Martin Scorsese estrelado por Leonardo DiCaprio (“Killers of the Flower Moon”) e o drama vencedor do Festival de Sundance 2021 (“Coda”), entre muitas outras produções. A programação da Apple TV+ pode ser acessada por aplicativos em todos os aparelhos móveis, smart TVs, web, dispositivos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast e consoles de jogos PlayStation e Xbox.

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    “Demon Slayer” surpreende e vence “Mortal Kombat” nos EUA

    2 de maio de 2021 /

    O anime “Demon Slayer: Mugen Train” confirmou que é mesmo um fenômeno ao ultrapassar “Mortal Kombat” nos Estados Unidos e Canadá neste final de semana. Filme de maior bilheteria do Japão em todos os tempos, o desenho animado faturou US$ 6,4 milhões entre sexta e domingo (2/5), enquanto “Mortal Kombat” fez US$ 6,2 milhões. Os dois estrearam no fim de semana passado em posições invertidas. Eles também tiveram uma queda de arrecadação similar, de cerca de 70% em relação às suas bilheterias iniciais. Numa época “normal”, esta queda poderia ser interpretada como uma catástrofe financeira, mas durante a pandemia não é tão terrível. Afinal, a reabertura do mercado norte-americano está acontecendo em ritmo lento. Apenas 57% dos cinemas estão em funcionamento. Exibido em 1,9 mil salas, “Demon Slayer” já soma impressionantes US$ 34,1 milhões na América do Norte até o momento. Com isso, ultrapassou “Dragon Ball: Super Broly” (US$ 30 milhões) para se tornar o terceiro maior sucesso de anime lançado nos cinemas dos EUA. No exterior, o filme coleciona recordes. Ele se tornou o campeão japonês ao faturar US$ 368 milhões e virou o anime de maior bilheteria da História ao ultrapassar US$ 423 milhões em todo o mundo. Já “Mortal Kombat” atingiu US$ 34 milhões na América do Norte em duas semanas, apesar de a Warner ter lançado a adaptação do videogame simultaneamente em streaming na HBO Max. No mundo inteiro, o filme soma US$ 66 milhões em vendas de ingressos, mas ainda não estreou em vários países, inclusive no Brasil, onde o lançamento está marcado para 20 de maio. O 3º lugar norte-americano ficou com “Godzilla vs. Kong”, outra produção da Warner Bros., que adicionou mais US$ 2,7 milhões a seu faturamento, chegando a US$ 90 milhões no mercado doméstico. Sucesso global, o filme já arrecadou US$ 415 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui a estreia do terror “Separation” (US$ 1,8 milhão), que foi destruído pela crítica (11% no Rotten Tomatoes), e o thriller “Anônimo” (US$ 1,2 milhões) em sua 6ª semana em cartaz. Estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), “Anônimo” já fez US$ 23 milhões no mercado interno e chega ao Brasil em 27 de maio.

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    WarnerMedia pretende produzir cinco filmes por ano no Brasil

    29 de abril de 2021 /

    A WarnerMedia anunciou nesta semana que vai produzir 15 filmes originais por ano na América Latina, nos próximos três anos, e um terço deles (cinco) serão feitos no Brasil. As produções terão o selo Particular Crowd, como parte de um “hub” de realização cinematográfica colaborativa para toda a WarnerMedia Latin America, tanto para títulos voltados ao cinema da Warner Bros quanto para a plataforma de streaming HBO Max. Lançado no ano passado, o Particular Crowd já realizou pequenos encontros virtuais entre executivos da companhia e diretores, produtores, autores e atores brasileiros. Os filmes irão abranger diferentes gêneros como comédia, romance, terror, suspense e filmes para a família. Para a executiva Monica Albuquerque, uma das diretoras do departamento de entretenimento da WarnerMedia América Latina, o Brasil é um dos mercados com maior capacidade de fornecer conteúdo para a iniciativa. “Este não é um mercado emergente, é um mercado muito bem estabelecido, pioneiro no cinema. A WarnerMedia Latin America no Brasil já trabalha com diversos talentos e cineastas locais e celebramos as diversas perspectivas que eles trazem para a mesa”, ela afirmou em comunicado.

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    Starz tenta impedir Disney de usar o nome Star no Brasil

    27 de abril de 2021 /

    A Disney rebatizou os canais Fox de Star em toda a América Latina, mas a mudança de nome pode ser revertida por causa de um processo. O canal pago americano Starz tenta impedir na justiça que o nome Star continue a ser usado no mercado latino, além de tentar barrar o lançamento em junho da plataforma de streaming Star+ (Star Plus), conforme planejado pela Disney. O registro da marca Star+ foi encaminhado ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em fevereiro, mas em 1 de abril a empresa dona do canal, Starz Entertainment LLC, abriu processo para impedir o uso da denominação no Brasil, Argentina e México. O canal pago americano alega que o nome é muito similar ao do StarzPlay, seu serviço de streaming que já se encontra em operação na América Latina. Na ação, o Starz reforça que o Star+ da Disney é concorrente direto de seu Starzplay no Brasil e o nome parecido poderia levar as pessoas a confundirem as marcas, o que seria prejudicial para seus negócios. O Starz também faz oposição ao registro da marca dos canais Star na TV paga, que incluem o Star Channel, Star Life, Star Hits, Star Fun, Star Action, Star Comedy, Star Classics e Star Premium no Brasil, Argentina e México. Esta contestação ajuda a explicar porque a Disney ainda não começou a divulgação da Star+ no Brasil. Após a campanha do rebranding dos canais Fox para Star, não houve nenhum comunicado sobre o lançamento da Star+, originalmente previsto para chegar ao país daqui a dois meses. Como comparação, a HBO Max, que também chega em junho, já tem peças publicitárias em exibição. A marca Star é derivada da Star India, originalmente uma rede de TV indiana, que se tornou propriedade da Disney por ocasião da compra do conglomerado de entretenimento da 21st Century Fox. Já a plataforma Star+ seria o equivalente ao Hulu no mercado internacional, funcionando como complemento ao Disney+. O serviço oferecia conteúdo de streaming voltado ao público adulto, produzido por estúdios como 20th Century Studios, 20th Television, Searchlight, FX, Touchstone e outras empresas do conglomerado, além de contar com sua própria programação original produzida especialmente para consumo online. Caso o Starz consiga fazer valer sua oposição ao registro da Star no INPI, a Disney ficaria impedida de usar a marca no Brasil.

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  • Filme

    Mortal Kombat vence luta pelas bilheterias dos EUA

    25 de abril de 2021 /

    “Mortal Kombat” saiu-se vencedor da disputa pela liderança das bilheterias da América do Norte. E foi mesmo uma luta. Pela primeira vez desde o começo da pandemia, dois filmes travaram uma competição pela venda de ingressos, resultando na maior arrecadação total de fim de semana em mais de um ano nos EUA e no Canadá. A adaptação do videogame faturou US$ 22,5 milhões em 3.073 cinemas, a segunda maior estreia da pandemia, perdendo apenas para “Godzilla vs. Kong” (US$ 31 milhões em março). Vale lembrar que ambos são produções da Warner Bros. e tiveram lançamentos simultâneos em streaming para assinantes da HBO Max, o que torna seus desempenhos ainda mais impressionantes. Em comunicado, Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica da Warner Bros., exaltou a performance de “Mortal Kombat”: “Este fim de semana foi uma verdadeira vitória para a indústria”. De fato, o sucesso de “Mortal Kombat” foi acompanhado de perto por “Demond Slayer: Mugen Train”, animação japonesa baseada numa série anime popular, que atingiu US$ 19,5 milhões. Somando os outros filmes em cartaz, as bilheterias tiveram uma receita estimada em US$ 54,2 milhões entre todos os cinemas norte-americanos abertos entre sexta e este domingo (25/4), assinalando o começo de um retorno à normalidade para um mercado extremamente afetado pela epidemia de coronavírus. O Top 5 contou com “Godzilla vs. Kong” (US$ 4,2 milhões), “Anônimo” (US$ 1,8 milhão) e “Raya e o Último Dragão” (US$ 1,6 milhão). Destes três, penas “Anônimo” é inédito no Brasil. O filme de ação estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) tem estreia nacional marcada para 13 de maio. O êxito de “Demond Slayer” ainda ampliou o histórico recordista da produção. Lançado em seu país de origem no final do ano passado, o filme chegou aos EUA com a fama de fenômeno, após se consagrar como a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos, e ainda recebeu elogios rasgados da imprensa especializada. Na disputa da preferência crítica, “Demond Slayer” venceu com folga, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, quase o dobro da boa vontade despertada por “Mortal Kombat”, considerado medíocre com seus 55%. Graças ao desempenho norte-americano, a animação japonesa ultrapassou a marca de US$ 440 milhões de bilheteria mundial. Enquanto isso, “Mortal Kombat” chegou a US$ 50 milhões em todo o mundo em seu primeiro fim de semana em cartaz. O filme japonês não tem previsão de lançamento nacional, mas a série em que se baseia pode ser encontrada na Netflix. Já a adaptação do videogame só vai chegar nos cinemas brasileiros em 20 de maio.

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  • Reality,  TV

    Audiência da Globoplay cresceu 119% em um ano

    24 de abril de 2021 /

    Os assinantes da Globoplay assistiram a 253,3 milhões de horas de conteúdo durante março passado, mais do que o dobro das 115 milhões de horas consumidas em março de 2020, quando a plataforma registrou sua primeira alta de consumo com o início do isolamento social no Brasil – antes da pandemia, a média girava em torno dos 40 milhões de horas por mês. Além da pandemia, o salto em 119% nos números de audiência no espaço de um ano deve-se à transmissão 24 horas do “BBB 21”. Desde a primeira semana do programa, o serviço começou a bater recordes. Já no dia seguinte à estreia, quando foi disputada uma prova de resistência por imunidade, o número de assinaturas foi 11 vezes maior do que a média. Em 29 de março, logo após o encerramento de uma edição do programa com um tumultuado Jogo da Discórdia, a Globoplay ainda registrou um recorde de acessos simultâneos: 2.588.833 ao mesmo tempo às 23h54. Estes dados, revelados recentemente por Erick Brêtas, diretor-geral do streaming do Grupo Globo, durante uma conversa com profissionais do audiovisual, também apontam que cada assinante passou uma média de 35,3 horas por mês consumindo conteúdo na plataforma durante o primeiro trimestre de 2021. O crescimento é significativo, considerando que eram 9,6 horas em 2018; 20,0 em 2019; e 33,4 em 2020. A quantidade de horas de consumo é o único número disponibilizado pela Globoplay, que, ao contrário da Netflix e outras empresas americanas, não divulga sua quantidade de assinantes. Isto acontece porque, ao contrário das rivais, a Globoplay tem parte de seu conteúdo liberado para não-assinantes – o que não é o caso do 24 horas do “BBB21”.

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  • Etc

    HBO Max chega a 44,2 milhões de assinantes antes de estrear no Brasil

    22 de abril de 2021 /

    A WarnerMedia revelou os números do desempenho do seu serviço de streaming no primeiro trimestre do ano. Entre janeiro e março, a HBO Max ganhou cerca de 2,7 milhões de novos assinantes, em grande parte devido ao impulso dos lançamentos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” e de “Godzilla vs. Kong”. O crescimento é significativo porque, no mesmo período, a Netflix só conseguiu acrescentar mais 450 mil novos assinantes. A diferença é que a Netflix tem 207,6 milhões de assinantes globais, enquanto a HBO Max chegou agora a 44,2 milhões de assinantes, com base nos números medidos no final de março. Mas, por outro lado, a plataforma da Warner ainda não está presente em muitos países. O lançamento no Brasil, por exemplo, está marcado apenas para junho. Outro dado relevante foi o retorno financeiro da prioridade dada pela empresa ao streaming. O relatório preparado pela WarnerMedia para o mercado revelou que sua receita do primeiro trimestre cresceu 9,8% em relação ao ano passado, chegando a US$ 8,5 bilhões. As assinaturas da HBO Max foram consideradas forças motrizes na geração desse dinheiro, demonstrando que a empresa fez uma escolha inteligente com sua estratégia para 2021, ao decidir disponibilizar simultaneamente filmes no cinema e no streaming. Vale mencionar que os executivos da WarnerMedia acreditam que o sucesso da HBO Max se deve justamente a esta estratégia de lançamento, e em especial a “Godzilla vs. Kong”, minimizando os créditos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” nessa estratégia.

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  • Filme

    Disney fecha acordo e filmes do Homem-Aranha vão aparecer na Disney+

    21 de abril de 2021 /

    A Disney anunciou nesta quarta (21/4) ter chegado a um acordo com a Sony para trazer os novos filmes da franquia “Homem-Aranha” e outros lançamentos do estúdio para a Disney+, Hulu (Star+ no Brasil) e seus vários canais de televisão. O contrato foi fechado após a Netflix ser mais rápida e obter exclusividade das produções da Sony por 18 meses. Com o acordo, a Disney vai virar a terceira janela dos filmes da Sony, após eles passarem nos cinemas e serem disponibilizados na Netflix e/ou por serviços de VOD (vídeo sob demanda). O negócio inclui produções que serão lançadas entre 2022 e 2026 e prevê que a Disney começará a oferecer os novos filmes a partir de 2023. Entre as obras com lançamento agendado no período estão o filme da Marvel “Morbius”, a adaptação do livro best-seller “Um Lugar Bem Longe Daqui”, e o thriller “Bullet Train”, com Brad Pitt, além de nova parte da franquia “Bad Boys”. Filmes anteriores do Homem-Aranha também fazem parte do contrato, assim como animações e outras produções populares do estúdio – “Hotel Transilvânia”, “Jumanji”, etc. Os termos financeiros do negócio não foram revelados.

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  • Série

    “Quem Matou Sara?” é a série mais vista da Netflix em 2021

    20 de abril de 2021 /

    A Netflix anunciou que o thriller mexicano “Quem Matou Sara?” foi a série mais popular de seu catálogo de streaming no primeiro trimestre de 2021, com uma estimativa de 55 milhões de visualizações de assinantes desde seu lançamento no mês passado. Criação de José Ignacio Valenzuela (“La Hija Prodiga”), “Quem Matou Sara?” gira em torno da vingança de um homem que passou 18 anos preso injustamente pelo assassinato da irmã. Ao ser libertado, Alex Guzmán (Manolo Cardona) decide se vingar da família Lazcano, que o culpou pelo crime, e descobrir quem realmente matou sua irmã Sara (Ximena Lamadrid). O que ele não imaginava é que a busca por provas o levaria a se apaixonar por Elisa (Carolina Miranda), filha de seu principal suspeito, e perceber que os muitos segredos de Sara são seu principal obstáculo para chegar à verdade. A série foi lançado em 24 de março e renovada quase imediatamente, três dias após chegar em streaming. A 2ª temporada já tem estreia marcada, para o dia 19 de maio. Entre as atrações americanas, a empresa revelou que “Amigas para Sempre” (Firefly Lane), que junta Katherine Heigl (a Dra. Izzie Stevens de “Grey’s Anatomy”) e Sarah Chalke (a Dra. Eliot Reid de “Scrubs”), foi a série mais assistida, por 49 milhões de pessoas desde seu lançamento em 3 de fevereiro – abaixo do público da produção mexicana. Já a lista de filmes juntou mais público, com destaque para “Eu Me Importo” (I Care A Lot), estrelado por Rosamund Pike, com 56 milhões de visualizações, a comédia infantil “Dia do Sim” (Yes Day), liderado por Jennifer Garner e vista por 62 milhões, e a sci-fi militar “Zona de Combate” (Outside The Wire), com Anthony Mackie, assistida 66 milhões de vezes. Entre os longas internacionais, os líderes foram o thriller espanhol “Abaixo de Zero” (Below Zero) com 47 milhões de visualizações, a comédia romântica polonesa “Amor²” (Squared Love), vista por 31 milhões de espectadores, e a sci-fi sul-coreana “Nova Ordem Espacial” (Space Sweepers), que atingiu 26 milhões. Veja abaixo o trailer da 1ª temporada de “Quem Matou Sara?”.

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  • Etc

    Netflix anuncia investimento de US$ 17 bilhões em conteúdo para 2021

    20 de abril de 2021 /

    A Netflix anunciou que vai gastar US$ 17 bilhões em conteúdo em 2021 – pela primeira vez mantendo a média anual de seus gastos. A plataforma revelou o valor em seus relatório financeiro do primeiro trimestre. “Embora a distribuição de vacinas seja muito desigual em todo o mundo, estamos voltando e produzindo com segurança em todos os principais mercados, com exceção do Brasil e da Índia. Presumindo que isso continue, gastaremos mais de US$ 17 bilhões em dinheiro em conteúdo este ano e continuaremos a entregar uma variedade incrível de títulos para nossos membros com mais produções originais neste ano do que no passado”, observou a empresa em comunicado aos acionistas. Os gastos da Netflix nos últimos anos atingiram os mesmos US$ 17 bilhões em 2020, um pouco mais de US$ 15 bilhões em 2019 e na casa dos US$ 12 bilhões em 2018. Grande parte do investimento será voltado para produções de língua não inglesa, que experimentam aumento de popularidade em 2021 – inclusive nos EUA, diante da falta de produtos novos em streaming. O investimento pesado também será um forma de enfrentar a concorrência cada vez maior em streaming, com o fortalecimento de plataformas como Disney+ (que pretende gastar cerca de US$ 8 bilhões em 2021), HBO Max, Apple TV+, Paramount+, Peacock e Amazon.

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    “Godzilla vs Kong” bate recorde de bilheteria mundial da pandemia

    18 de abril de 2021 /

    A bilheteria gigante de “Godzilla vs Kong” continua aumentando sua arrecadação e, neste fim de semana, bateu o recorde mundial de “Tenet” como filme de maior bilheteria do período da pandemia de covid-19. Com a soma global do fim de semana, a superprodução de monstros da Warner e da Legendary atingiu US$ 390 milhões, abrindo larga vantagem sobre os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan. A produção já era, desde 9 de abril, o filme de maior bilheteria da América do Norte durante a fase crítica do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Ao adicionar mais US$ 7,7 milhões entre sexta e este domingo (18/4), aumentou sua arrecadação norte-americana para US$ 80,5 milhões. Tudo indica que “Godzilla vs Kong” será o primeiro lançamento a ultrapassar US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá desde o início da pandemia. A seu favor no circuito cinematográfico pesou a vantagem de ter sido o primeiro filme a estrear após a reabertura dos cinemas de Nova York e Los Angeles, ainda que em eles estejam operando em capacidade reduzida. Por outro lado, “Godzilla vs. Kong” também deixou de vender ingressos por ter sido lançado simultaneamente na HBO Max para assinantes, o que significa que as pessoas que pagam pelo serviço de streaming podem assisti-lo em casa sem nenhum custo extra. A WarnerMedia sugeriu que o filme é um sucesso em streaming, mas, ao contrário dos números das bilheterias, não ofereceu dados para mensurar seu desempenho. O que pode ser mensurado é que na China, onde só está em cartaz nos cinemas, “Godzilla vs Kong” arrecadou US$ 177 milhões até o momento – a maior bilheteria de qualquer título do Monstroverso da Legendary e mais que o dobro do que o filme arrecadou nos EUA e Canadá. Após a América do Norte, o terceiro mercado em que o longa mais faturou foi a Austrália com US$ 19,1 milhões, com o México (US$ 17,3 milhões) e Taiwan (US$ 12,1 milhões) completando o Top 5. Igualmente digno de nota, “Anônimo”, um thriller de ação da Universal estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), ficou em 2ª lugar no ranking norte-americano com US$ 2,5 milhões, elevando sua arrecadação para US$ 19 milhões nos Estados Unidos e US$ 34 milhões globalmente em quatro semanas. Esta arrecadação razoável foi obtida apesar de um acordo entre a Universal e várias redes de cinema, incluindo AMC e Cinemark, que permitiu o lançamento do filme para locação online sob demanda neste fim de semana.

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    Google anuncia fim do aplicativo Google Play para smart TVs

    13 de abril de 2021 /

    O Google decidiu acabar com o aplicativo Google Play, dedicado à compra e locação digital de filmes e séries. Ele será descontinuado em dispositivos Roku e smart TVs a partir do dia 15 de julho. Por enquanto, o app continuará disponível em dispositivos móveis Android e iOS e na Android TV. Mas a tendência é que também seja descontinuado nessas plataformas. No lugar do Google Play, o conteúdo passará a ser abrigado na página do YouTube Filmes. “O aplicativo do YouTube será o novo lar para filmes e programas”, diz um aviso da Google em seu site. A partir da mudança, os usuários poderão aplicar seus créditos do Google Play em compras no YouTube. A mudança faz parte de um esforço do Google para otimizar seus aplicativos de entretenimento – e para promover o Google TV, sua interface de entretenimento recém-lançada, que combina serviços de streaming, TV ao vivo, filmes, programas de TV e outros aplicativos, como seu principal app para TVs conectadas. O Google TV está disponível no mais novo Chromecast e será lançada em breve em alguns modelos de Android TV, incluindo smarts TV da Sony (que abandonou o mercado brasileiro) e TCL.

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