PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Warner estaria negociando fusão com a Discovery

    16 de maio de 2021 /

    A AT&T, dona da WarnerMedia, abriu negociações com a Discovery Inc, dona dos canais Discovery, para as duas empresas formarem uma joint venture, visando uma fusão da WarnerMedia e a Discovery para enfrentar a Disney, a Amazon, a Netflix e o próprio Google, dono do YouTube. Segundo apurou o site de notícias Bloomberg, um anúncio oficial pode ser feito nesta semana. A união representaria a criação de uma nova empresa de mídia avaliada em pelo menos US$ 150 bilhões, juntando um portfólio de canais que inclui Discovery, HGTV, Food Network, TLC e Animal Planet ao grupo Warner, dono de estúdios de cinema e TV e canais como HBO, CNN, TNT e Cartoon Network, além de metade da rede The CW. Mas o foco do negócio deve ser mesmo o streaming. A Discovery divulgou em abril que havia alcançado 15 milhões de assinantes após lançar sua própria plataforma de streaming, a Discovery+, enquanto a HBO Max, da WarnerMedia, contabilizava 44 milhões de assinantes até o final de março. Os números estão muito distantes dos líderes do mercado. Lançada há pouco mais de um ano, a Disney+ já superou 100 milhões de assinantes, enquanto a Netflix tem mais de 200 milhões. A união seria uma forma de crescer com mais rapidez num negócio muito competitivo, no qual quem tem mais conteúdo leva maior vantagem. Esta é a visão otimista do negócio. Mas há a pessimista, que avalia que a AT&T teria se arrependido da compra da Time Warner por mais de US$ 80 bilhões em 2018 e busca uma forma de se livrar do conglomerado de mídia sem parecer que esteja fazendo exatamente isso. Afinal, a compra da Warner transformou a AT&T na empresa mais endividada do mundo e qualquer fusão penduraria suas dívidas no bolso de novos sócios. Os gigantes de tecnologia estariam percebendo, aos poucos, que produzir conteúdo não é o bom negócio que aparentava. A tendência é bem clara na venda da divisão de mídia da Verizon (concorrente da ATT&T), com propriedades como o Yahoo e AOL, para a Apollo Global Management Inc. por US$ 5 bilhões. O clima de venda da WarnerMedia pode ser intuído pelos sinais dados pela empresa nos últimos meses, com cortes em seu quadro de funcionários e comercialização de partes do grupo, como o provedor de TV paga DirecTV, vendido para o fundo TPG, a plataforma Crunchyroll, negociada para a Sony por US$ 1,2 bilhão, e o fim de sua participação no serviço de streaming Hulu, adquirida pela Disney. Originalmente uma empresa de telefonia, a AT&T sofre pressão de seus acionistas para voltar a se concentrar em seu lucrativo negócio primário. Segundo o CEO da companhia, John Stankey, o foco principal deve voltar ser tecnologia de comunicação, especialmente com a chegada do 5G e novidades impulsionadas por um wifi mais potente. Claro que o acordo entre AT&T e Discovery pode nunca sair do papel, considerando os entraves comerciais de tamanha negociação. Além disso, é interessante considerar que a Discovery nem foi a primeira opção de sociedade buscada para a WarneMedia. O site Deadline apurou que a NBCUniversal chegou a ser visada anteriormente, mas sua controladora, Comcast, não viu vantagem na fusão, já que também é concorrente da AT&T em telefonia, preferindo apostar que seu próprio portfolio seria suficiente para a era do streaming – mesmo que seu serviço, o Peacock, seja o mais atrasado em planos de expansão entre as novas plataformas digitais.

    Leia mais
  • Etc

    Disney anuncia lançamento de novo streaming no Brasil

    14 de maio de 2021 /

    A Disney anunciou que o lançamento da plataforma Star+, novo serviço de streaming que é considerado a versão internacional da Hulu, ficou para o dia 31 de agosto no Brasil. A inauguração vai acontecer simultaneamente em toda a América Latina, levando ao streaming séries como “This is Us”, “American Horror Story”, “Pose” e “The Walking Dead”, e filmes como “Deadpool”, “A Forma da Água”, “Planeta dos Macacos”, “Alien” e “Logan”. O novo serviço também contará com a programação esportiva da ESPN, incluindo eventos ao vivo, produções inéditas dos antigos estúdios Fox e conteúdos atuais dos canais Star, FX e da plataforma Hulu, além de atrações brasileiras exclusivas, como uma biografia de Silvio Santos, atualmente em desenvolvimento. A data de agosto representa uma mudança em relação aos planos originais. Em dezembro, durante um evento de mercado, a Disney americana revelou um cronograma que previa o lançamento da Star+ em junho na América Latina. Entretanto, a um mês da previsão original, o novo serviço ainda não ganhou campanha de divulgação. A falta de publicidade pode ter relação com o processo de uma empresa rival. O canal pago americano Starz tenta impedir na justiça que o nome Star continue a ser usado no mercado latino, especialmente para o lançamento da Star+. É que a pronúncia da nova plataforma, Star Plus em inglês, é muito parecida com o nome Starzplay, utilizado pelo canal em seu próprio serviço de streaming. Já há algum tempo em atividade no Brasil, o Starzplay enfrentaria concorrência direta, no mesmo segmento, do novo produto da Disney. Por outro lado, o nome Star+ já está sendo usado no mercado europeu, onde chegou de forma diferente, como uma opção de conteúdo dentro da própria Disney+ – ao lado de Marvel, Pixar, Star Wars, National Geographic e Disney. Embora a disputa tumultue seus planos, a Disney parece bem confiante ao divulgar um dia definitivo para a inauguração do serviço no Brasil. Ainda não há informação sobre valores, mas o conteúdo da plataforma poderá ser assinado tanto de forma independente quanto em pacote com a Disney+. Nos EUA, a opção combo (que inclui Disney+, Hulu e ESPN+) tem preço promocional. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Star+ Brasil (@starplusbr)

    Leia mais
  • Reality,  TV

    Gil do Vigor é contratado pela Globo

    11 de maio de 2021 /

    Um dos mais populares integrantes do “BBB 21”, Gilberto Nogueira, o Gil do Vigor, vai continuar se sentindo em casa na Globo por mais tempo. O economista que popularizou os termos “cachorrada” e “tchaki tchaki” revelou em seu Instagram, nesta terça-feira (11/5), que foi contratado pela emissora. “Meus vigorentos e vigorosos amados! Eu tô muito chique, Brasillllll! Já viram isso? Eu fui contratado pela Globo, com crachá e tudo! Queria muito contar. Estava me segurando porque sou fofoqueiro, mas essa fofoca eu guardei! hahaha Eu tô regozijado demais!“, escreveu, ao lado de uma foto de seu crachá. A imagem identifica Gil como um funcionário do setor de “Entretenimento”. Por enquanto, esta é a única pista do vem por aí. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gilberto J. Nogueira (@gilnogueiraofc)

    Leia mais
  • Filme

    Edward Norton negocia papel na sequência de “Entre Facas e Segredos”

    11 de maio de 2021 /

    O ator Edward Norton (“O Incrível Hulk”) está em negociações para se juntar a Daniel Craig na continuação de “Entre Facas e Segredos”. Ele é o segundo ator cogitado a se juntar ao protagonista no novo filme, após Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) na segunda-feira (10/5). Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas a continuação será outro mistério repleto de astros famosos, que será investigado pelo detetive Benoit Blanc, vivido por Craig. A produção de uma sequência era considerada certa desde que o primeiro “Entre Facas e Segredos” estourou as bilheterias em 2019, surpreendendo com uma arrecadação de US$ 311 milhões para um orçamento inicial de US$ 40 milhões. Relatos de que o cineasta Rian Johnson trabalhava no roteiro da continuação começaram antes mesmo da pandemia, mas o diretor do primeiro filme aproveitou o tempo de isolamento social para finalizar não apenas um, mas dois roteiros da franquia e fechar um acordo milionário com a Netflix para filmá-los. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. A primeira sequência tem previsão de começar a ser rodada na Grécia durante o verão europeu (nosso inverno). A Netflix não comentou o orçamento ou o elenco dos longas, que serão novamente dirigidos por Johnson.

    Leia mais
  • Filme

    Dave Bautista negocia filmar sequência de “Entre Facas e Segredos”

    10 de maio de 2021 /

    O ator Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) está em negociações para se juntar a Daniel Craig na continuação de “Entre Facas e Segredos”. Ele é o primeiro ator cogitado a integrar o novo filme, ao lado do astro da agora franquia. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas a continuação será outro mistério repleto de astros famosos, que será investigado pelo detetive Benoit Blanc, vivido por Craig. A produção de uma sequência era considerada certa desde que o primeiro “Entre Facas e Segredos” estourou as bilheterias em 2019, surpreendendo com uma arrecadação de US$ 311 milhões para um orçamento inicial de US$ 40 milhões. Relatos de que o cineasta Rian Johnson trabalhava no roteiro da continuação começaram antes mesmo da pandemia, mas o diretor do primeiro filme aproveitou o tempo de isolamento social para finalizar não apenas um, mas dois roteiros da franquia e fechar um acordo milionário com a Netflix para filmá-los. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. A primeira sequência tem previsão de começar a ser rodada na Grécia durante o verão europeu (nosso inverno). A Netflix não comentou o orçamento ou o elenco dos longas, que serão novamente dirigidos por Johnson.

    Leia mais
  • Série

    Criador de “O Legado de Júpiter” anuncia novas adaptações de quadrinhos

    9 de maio de 2021 /

    Lançado com críticas negativas, “O Legado de Júpiter” atingiu apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, a Netflix tem planos de produzir novas adaptações dos quadrinhos de seu autor, Mark Millar. O próprio Millar confirmou que o projeto de “The Magic Order”, que chegou a ser descartado pela plataforma, voltou à fase de desenvolvimento. “O distanciamento nos deu a chance de voltar ao material com um olhar completamente novo e devemos começar a trabalhar com os roteiristas em breve”, ele contou em seu blog, confirmando que as situações que impediam a produção foram superadas com a retomada das filmagens na Europa, com o começo da vacinação e a superação da mais crítica do coronavírus. Além disso, ele revelou o lançamento de “Super Crooks”, série animada que terá sua première no próximo mês no Festival de Annecy, na França, o desenvolvimento de um filme baseado em “Reborn”, com direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e produção da atriz Sandra Bullock (“Gravidade”), e a definição dos roteiristas de “Prodigy”, que será adaptado pelos primos Matthew e Ryan Firpo, autores do roteiro de “Eternos”, da Marvel. As produções são resultado da compra da Millarworld pela Netflix em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming. O primeiro projeto deveria ter sido “Magic Order”, que foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. Com isso, a adaptação inaugural acabou sendo “O Legado de Júpiter”, que não empolgou a crítica. Caso não tenha a audiência esperada, o desempenho da série pode prejudicar os planos de expansão ambiciosa do universo do autor de quadrinhos.

    Leia mais
  • Etc

    Paulo Gustavo morreu com contrato assinado para virar estrela da Amazon

    6 de maio de 2021 /

    Humorista de maior sucesso no Brasil, Paulo Gustavo morreu no momento em que pretendia fazer decolar sua carreira internacional. Falecido na terça (4/5), em decorrência de complicações da covid-19, ele tinha assinado um contrato de longo prazo com a Amazon para ser a principal estrela brasileira da plataforma. O contrato iria começar a valer a partir de 1º de janeiro de 2022, com duração de cinco anos. Até lá, Paulo Gustavo iria cumprir seus compromissos profissionais no Grupo Globo – entre eles o lançamento de uma série baseada na peça e nos filmes de “Minha Mãe é uma Peça”. Roteiro, cenário e figurinos estavam prontos, mas, na véspera do início das gravações, Paulo Gustavo foi internado com covid-19. Segundo apurou a revista Piauí, a negociação entre Paulo Gustavo e a Amazon levou mais de dois anos e só foi fechada pela promessa de internacionalização de sua carreira e a chance de assinar como produtor-executivo de seus projetos. A proposta era fazer séries, filmes e especiais de fim de ano. O contrato previa exclusividade e participação nos lucros, com uma cláusula segundo a qual receberia, além de um valor fixo anual, um complemento de acordo com a performance de cada obra. Ainda conforme a Piauí, só as luvas do contrato, para tê-lo no casting da Amazon, foram de R$ 1,8 milhão. E a estimativa do negócio era para que ele ganhasse R$ 5 milhões por ano – valor que poderia ser maior a depender do sucesso de cada produto. O acordo também previa que seus próximos filmes poderiam estrear no cinema, para só depois migrarem para o catálogo do streaming. Com o negócio, a Amazon passaria a contar com o artista mais popular do país, que só em seu último filme, “Minha Mãe é uma Peça 3”, levou 11,5 milhões de brasileiros ao cinema e rendeu R$ 143,9 milhões de bilheteria – o maior faturamento de um filme nacional em todos os tempos. Ele também tinha um dos maiores cachês do mercado publicitário brasileiro, mas devolvia parte do que arrecadava em obras sociais. O padre Julio Lancellotti contou que o artista doou 1,5 milhão de reais só para o projeto Obras Sociais Irmã Dulce. Paulo Gustavo também doou R$ 500 mil para a compra de oxigênio durante a crise deste ano em Manaus. E durante o auge da pandemia no ano passado, depositou R$ 1 mil ao longo de três meses para 120 pessoas que trabalharam em seus filmes – que empregavam direta e indiretamente 150 pessoas.

    Leia mais
  • Filme

    “Nomadland” surpreende nas bilheterias do Brasil após vencer o Oscar

    3 de maio de 2021 /

    A reabertura dos cinemas brasileiros e a premiação do Oscar 2021 coincidiram para transformar “Nomadland” numa espécie de “blockbuster” no país. O drama independente da diretora Chloé Zhao, que venceu o Oscar de Melhor Filme do ano, levou 7,1 mil espectadores aos cinemas e arrecadou R$ 162 mil neste fim de semana, ficando atrás apenas de um blockbuster de verdade, “Godzilla vs Kong”, que teve 104 mil espectadores e obteve R$ 1,8 milhão nas bilheterias do Brasil. A ironia é que “Nomadland” foi um grande fracasso comercial nos EUA, consagrando-se como o vencedor do Oscar de menor arrecadação de todos os tempos. Ao todo, o filme da Searchlight Pictures faturou apenas US$ 2,1 milhões no mercado norte-americano. Já “Godzilla vs Kong” é um fenômeno global, que ultrapassou US$ 90 milhões na América do Norte e US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Os monstros gigantes e o Oscar juntaram forças no Brasil para reaquecer o mercado. Ao todo, 142,9 mil espectadores foram aos cinemas brasileiros entre quinta e domingo (2/5), resultando numa arrecadação de R$ 2,59 milhões no fim de semana, de acordo com levantamento da consultoria Comscore. Os números representam um salto de 343% no público em comparação com a semana anterior, quando apenas 32,3 mil pessoas foram as cinemas. A diferença tem menos relação com o Oscar que aparenta. Deve-se simplesmente à volta do funcionamento das salas de exibição, que estavam fechadas em muitos estados devido à pandemia de coronavírus – inclusive em São Paulo, maior mercado de cinema do Brasil. A bilheteria deste fim de semana se assemelha aos valores registrados no final de fevereiro, quando ocorreu o fechamento de São Paulo. Desde então, os números só voltaram a registrar mais de 100 mil espectadores neste fim de semana.

    Leia mais
  • Etc

    Globoplay dá 3 meses de Apple TV+ de graça para assinantes

    2 de maio de 2021 /

    O Globoplay fechou uma parceria estratégica com a Apple TV+ para oferecer a seus assinantes três meses de acesso gratuito à plataforma de streaming da Apple. A oferta está disponível para os atuais assinantes de planos anuais do Globoplay, para novos assinantes e para aqueles que fizerem upgrade de plano. Depois dos três meses de degustação, os assinantes deverão pagar a assinatura mensal do serviço, que custa apenas R$ 9,90 por mês. Os maiores atrativos da Apple TV+ são as produções originais, que incluem as séries de sucesso “The Morning Show”, “Ted Lasso”, “For All Mankind”, e a recém-lançada “The Mosquito Coast”, e filmes como “Greyhound”, “Palmer” e “Wolfwalkers”. A plataforma também prepara novas séries estreladas por Tom Holland (chamada “The Crowded Room”), Tom Hiddleston (“The Essex Serpent”), Brie Larson (“Lessons on Chemistry”), Nicole Kidman (“Roar”), Justin Timberlake (“Confessions of a Dangerous Mind”), Vera Farmiga ( “Five Days at Memorial”), Rose Byrne (“Physical”), Natalie Portman e Lupita Nyong’o (ambas em “Lady in the Lake”), Jared Leto e Anne Hathaway (“WeCrash”), além do novo de Martin Scorsese estrelado por Leonardo DiCaprio (“Killers of the Flower Moon”) e o drama vencedor do Festival de Sundance 2021 (“Coda”), entre muitas outras produções. A programação da Apple TV+ pode ser acessada por aplicativos em todos os aparelhos móveis, smart TVs, web, dispositivos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast e consoles de jogos PlayStation e Xbox.

    Leia mais
  • Filme

    “Demon Slayer” surpreende e vence “Mortal Kombat” nos EUA

    2 de maio de 2021 /

    O anime “Demon Slayer: Mugen Train” confirmou que é mesmo um fenômeno ao ultrapassar “Mortal Kombat” nos Estados Unidos e Canadá neste final de semana. Filme de maior bilheteria do Japão em todos os tempos, o desenho animado faturou US$ 6,4 milhões entre sexta e domingo (2/5), enquanto “Mortal Kombat” fez US$ 6,2 milhões. Os dois estrearam no fim de semana passado em posições invertidas. Eles também tiveram uma queda de arrecadação similar, de cerca de 70% em relação às suas bilheterias iniciais. Numa época “normal”, esta queda poderia ser interpretada como uma catástrofe financeira, mas durante a pandemia não é tão terrível. Afinal, a reabertura do mercado norte-americano está acontecendo em ritmo lento. Apenas 57% dos cinemas estão em funcionamento. Exibido em 1,9 mil salas, “Demon Slayer” já soma impressionantes US$ 34,1 milhões na América do Norte até o momento. Com isso, ultrapassou “Dragon Ball: Super Broly” (US$ 30 milhões) para se tornar o terceiro maior sucesso de anime lançado nos cinemas dos EUA. No exterior, o filme coleciona recordes. Ele se tornou o campeão japonês ao faturar US$ 368 milhões e virou o anime de maior bilheteria da História ao ultrapassar US$ 423 milhões em todo o mundo. Já “Mortal Kombat” atingiu US$ 34 milhões na América do Norte em duas semanas, apesar de a Warner ter lançado a adaptação do videogame simultaneamente em streaming na HBO Max. No mundo inteiro, o filme soma US$ 66 milhões em vendas de ingressos, mas ainda não estreou em vários países, inclusive no Brasil, onde o lançamento está marcado para 20 de maio. O 3º lugar norte-americano ficou com “Godzilla vs. Kong”, outra produção da Warner Bros., que adicionou mais US$ 2,7 milhões a seu faturamento, chegando a US$ 90 milhões no mercado doméstico. Sucesso global, o filme já arrecadou US$ 415 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui a estreia do terror “Separation” (US$ 1,8 milhão), que foi destruído pela crítica (11% no Rotten Tomatoes), e o thriller “Anônimo” (US$ 1,2 milhões) em sua 6ª semana em cartaz. Estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), “Anônimo” já fez US$ 23 milhões no mercado interno e chega ao Brasil em 27 de maio.

    Leia mais
  • Etc

    WarnerMedia pretende produzir cinco filmes por ano no Brasil

    29 de abril de 2021 /

    A WarnerMedia anunciou nesta semana que vai produzir 15 filmes originais por ano na América Latina, nos próximos três anos, e um terço deles (cinco) serão feitos no Brasil. As produções terão o selo Particular Crowd, como parte de um “hub” de realização cinematográfica colaborativa para toda a WarnerMedia Latin America, tanto para títulos voltados ao cinema da Warner Bros quanto para a plataforma de streaming HBO Max. Lançado no ano passado, o Particular Crowd já realizou pequenos encontros virtuais entre executivos da companhia e diretores, produtores, autores e atores brasileiros. Os filmes irão abranger diferentes gêneros como comédia, romance, terror, suspense e filmes para a família. Para a executiva Monica Albuquerque, uma das diretoras do departamento de entretenimento da WarnerMedia América Latina, o Brasil é um dos mercados com maior capacidade de fornecer conteúdo para a iniciativa. “Este não é um mercado emergente, é um mercado muito bem estabelecido, pioneiro no cinema. A WarnerMedia Latin America no Brasil já trabalha com diversos talentos e cineastas locais e celebramos as diversas perspectivas que eles trazem para a mesa”, ela afirmou em comunicado.

    Leia mais
  • Etc

    Starz tenta impedir Disney de usar o nome Star no Brasil

    27 de abril de 2021 /

    A Disney rebatizou os canais Fox de Star em toda a América Latina, mas a mudança de nome pode ser revertida por causa de um processo. O canal pago americano Starz tenta impedir na justiça que o nome Star continue a ser usado no mercado latino, além de tentar barrar o lançamento em junho da plataforma de streaming Star+ (Star Plus), conforme planejado pela Disney. O registro da marca Star+ foi encaminhado ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em fevereiro, mas em 1 de abril a empresa dona do canal, Starz Entertainment LLC, abriu processo para impedir o uso da denominação no Brasil, Argentina e México. O canal pago americano alega que o nome é muito similar ao do StarzPlay, seu serviço de streaming que já se encontra em operação na América Latina. Na ação, o Starz reforça que o Star+ da Disney é concorrente direto de seu Starzplay no Brasil e o nome parecido poderia levar as pessoas a confundirem as marcas, o que seria prejudicial para seus negócios. O Starz também faz oposição ao registro da marca dos canais Star na TV paga, que incluem o Star Channel, Star Life, Star Hits, Star Fun, Star Action, Star Comedy, Star Classics e Star Premium no Brasil, Argentina e México. Esta contestação ajuda a explicar porque a Disney ainda não começou a divulgação da Star+ no Brasil. Após a campanha do rebranding dos canais Fox para Star, não houve nenhum comunicado sobre o lançamento da Star+, originalmente previsto para chegar ao país daqui a dois meses. Como comparação, a HBO Max, que também chega em junho, já tem peças publicitárias em exibição. A marca Star é derivada da Star India, originalmente uma rede de TV indiana, que se tornou propriedade da Disney por ocasião da compra do conglomerado de entretenimento da 21st Century Fox. Já a plataforma Star+ seria o equivalente ao Hulu no mercado internacional, funcionando como complemento ao Disney+. O serviço oferecia conteúdo de streaming voltado ao público adulto, produzido por estúdios como 20th Century Studios, 20th Television, Searchlight, FX, Touchstone e outras empresas do conglomerado, além de contar com sua própria programação original produzida especialmente para consumo online. Caso o Starz consiga fazer valer sua oposição ao registro da Star no INPI, a Disney ficaria impedida de usar a marca no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Mortal Kombat vence luta pelas bilheterias dos EUA

    25 de abril de 2021 /

    “Mortal Kombat” saiu-se vencedor da disputa pela liderança das bilheterias da América do Norte. E foi mesmo uma luta. Pela primeira vez desde o começo da pandemia, dois filmes travaram uma competição pela venda de ingressos, resultando na maior arrecadação total de fim de semana em mais de um ano nos EUA e no Canadá. A adaptação do videogame faturou US$ 22,5 milhões em 3.073 cinemas, a segunda maior estreia da pandemia, perdendo apenas para “Godzilla vs. Kong” (US$ 31 milhões em março). Vale lembrar que ambos são produções da Warner Bros. e tiveram lançamentos simultâneos em streaming para assinantes da HBO Max, o que torna seus desempenhos ainda mais impressionantes. Em comunicado, Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica da Warner Bros., exaltou a performance de “Mortal Kombat”: “Este fim de semana foi uma verdadeira vitória para a indústria”. De fato, o sucesso de “Mortal Kombat” foi acompanhado de perto por “Demond Slayer: Mugen Train”, animação japonesa baseada numa série anime popular, que atingiu US$ 19,5 milhões. Somando os outros filmes em cartaz, as bilheterias tiveram uma receita estimada em US$ 54,2 milhões entre todos os cinemas norte-americanos abertos entre sexta e este domingo (25/4), assinalando o começo de um retorno à normalidade para um mercado extremamente afetado pela epidemia de coronavírus. O Top 5 contou com “Godzilla vs. Kong” (US$ 4,2 milhões), “Anônimo” (US$ 1,8 milhão) e “Raya e o Último Dragão” (US$ 1,6 milhão). Destes três, penas “Anônimo” é inédito no Brasil. O filme de ação estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) tem estreia nacional marcada para 13 de maio. O êxito de “Demond Slayer” ainda ampliou o histórico recordista da produção. Lançado em seu país de origem no final do ano passado, o filme chegou aos EUA com a fama de fenômeno, após se consagrar como a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos, e ainda recebeu elogios rasgados da imprensa especializada. Na disputa da preferência crítica, “Demond Slayer” venceu com folga, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, quase o dobro da boa vontade despertada por “Mortal Kombat”, considerado medíocre com seus 55%. Graças ao desempenho norte-americano, a animação japonesa ultrapassou a marca de US$ 440 milhões de bilheteria mundial. Enquanto isso, “Mortal Kombat” chegou a US$ 50 milhões em todo o mundo em seu primeiro fim de semana em cartaz. O filme japonês não tem previsão de lançamento nacional, mas a série em que se baseia pode ser encontrada na Netflix. Já a adaptação do videogame só vai chegar nos cinemas brasileiros em 20 de maio.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie