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  • Música

    De Canção em Canção exalta obsessão de Terrence Malick pela beleza mundana

    29 de julho de 2017 /

    O azar de Terrence Malick foi a crítica ter adorado “A Árvore da Vida” (2011), em que ele usou talvez pela primeira vez o uso da câmera-chicote, que trabalha a aproximação e a rejeição ao mesmo tempo. É um tipo de efeito muito interessante, mas imagina só ver uma obra inteira feita dessa maneira, e com cortes rápidos, que impedem que quase nunca possamos ver imagens estáticas, a não ser quando a câmera está dentro de um barco, por exemplo – como na cena com Cate Blanchett (“Carol”) em seu novo trabalho, “De Canção em Canção”. O que se pode perceber também na nova obra é o quanto Malick passou de cineasta existencialista e religioso para um homem interessado nas coisas, digamos, mais mundanas. Ele aborda o amor, algo transcendental em qualquer forma que seja apresentado, mas o diretor está muito interessado em filmar rostos bonitos. Se em “A Árvore da Vida” e também em “Amor Pleno” (2012), Jessica Chastain e Olga Kurylenko pareciam figuras angelicais, esse sentimento é deixado de lado no novo filme. Ou ao menos, é diminuído consideravelmente, já que a personagem de Rooney Mara (“Lion”) parece estar vivendo uma crise de consciência tremenda, ao ficar com dois homens ao mesmo tempo, traindo o namorado vivido por Ryan Gosling (“La La Land”) pela personificação do cafajeste conquistador vivido por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Os dois atores, é bom dizer, funcionam muito bem dentro desses papéis. Não é uma má escolha no casting. Mas o excesso de voice over e de tentativa de dar profundidade às suas angústias acaba por tirar-lhes a voz. Por causa disso é que uma cena que deveria ser impactante, envolvendo Natalie Portman (“Jackie”), acaba não tendo força. Seria por culpa da edição, que tirou muito de sua personagem no enredo? Quem sabe. Mas o fato é que assistir a “De Canção em Canção” é quase um desafio. Não é todo mundo que entra na sala de cinema e fica até o final. Muitos espectadores vão embora, coisa que aconteceu com “A Árvore da Vida” também. Assim, é preciso entrar na sala esperando ver um filme de Terrence Malick. O Malick dos anos 2010, mais disposto a contar uma história de maneira fragmentada e estilizada, com uma câmera que não para de rodopiar, quase como num cacoete. O filme também gera frustração na questão da música, que é o pano de fundo da trama e está em evidência no título. Algumas das canções são muito boas, mas quando elas começam a tocar e o filme fica parecendo um belo trailer (como são belos os trailers dos filmes do Malick, hein?), são interrompidas, causando mais irritação. Tudo em prol de manter flutuantes os vai-e-vens da câmera do mexicano Emmanuel Lubeski (tricampeão do Oscar). Aliás, uma das melhores coisas do filme e o que mais segura o espectador é a beleza das imagens que Lubeski capta. Mais até que o interesse pelos roqueiros famosos filmados (Patti Smith, Iggy Pop, Red Hot Chilli Peppers, John Lydon, Florence Welch, Lykke Li, Tegan & Sara, etc). E entre as belas imagens está o elenco. Cate Blanchett aparece pouco, mas poucas vezes foi fotografada de forma tão deslumbrante como em “De Canção em Canção”. É até perdoável que Malick tenha se deixado inebriar pela beleza de suas atrizes, entre elas a francesa Bérénice Marlohe (“007 – Operação Skyfall”). Fazer cinema é muitas vezes registrar a beleza dos corpos jovens da melhor maneira possível, a fim de eternizá-los. Em alguns momentos, Malick quase se deixa levar pelo lado mais sensual, com personagens, principalmente as femininas, tocando ou tendo tocado o seu sexo com volúpia. E, nisso, vale destacar também uma cena de amor entre duas mulheres, o que só aumenta o sentimento de fascínio do diretor pela beleza sensual, ainda que seja uma beleza sempre branca, emoldura por filtros e por uma arquitetura luxuosa e envolta pelas coisas que o dinheiro pode comprar.

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  • Série

    Vídeo anuncia renovação de Angie Tribeca para a 4ª temporada

    27 de julho de 2017 /

    O canal pago americano TBS renovou “Angie Tribeca” para sua 4ª temporada e divulgou um vídeo para confirmar. A comédia policial estrelada por Rashida Jones (série “Parks and Recreation”), que faz “Brooklyn Nine-Nine” parecer um drama, segue a linha das piadas absurdas de Mel Brooks e David Zucker, especialmente “Corra que a Polícia Vem Aí”. Longe de ter um humor considerado velho, a série tem a audiência mais jovem do canal. Seu sucesso é comprovado pelo crescimento de 8% na média de sua audiência (de 560 mil telespectadores ao vivo) em seu terceiro ano, graças a muitas participações especiais, como Chris Pine (o Capitão Kirk da franquia “Star Trek”), Natalie Portman (“Jackie”), Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) e Michelle Dockery (série “Good Behavior”). “Angie Tribeca” é uma criação do casal Nancy e Steve Carell. Para quem não lembra, Steve Carell protagonizou a série “The Office”, que chegou a contar com Rashida Jones em seu elenco. Ainda sem data de estreia, os próximos 10 capítulos mostrarão Angie Tribeca (Jones) e seus parceiros Geils (Hayes MacArthur), Tanner (Deon Cole) e Hoffman (o pastor alemão Jagger) às voltas com novos crimes e convidados especiais. Bobby Cannavale (série “Vinyl”) já está confirmado.

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  • Filme

    Hulk domina o novo pôster colorido de Thor: Ragnarok

    23 de julho de 2017 /

    A Marvel divulgou o novo pôster de “Thor: Ragnarok” na Comic-Con. A imagem segue a estética bastante colorida vislumbrada no trailer, assim como o destaque conquistado por Hulk, que agora fala e conta piadas. Hulk domina o pôster, que ainda traz a vila Hela acima de Thor. Por sinal, o herói surge sem seus tradicionais martelo, capacete e cabeleira loira. Mas o ator é o mesmo. Chris Hemsworth continua no papel, assim como Mark Ruffalo vive o Hulk. O resto do elenco inclui Cate Blanchett (“Carol”) como a poderosa deusa Hela, Tessa Thompson (“Creed”) como a guerreira Valquíria (que é uma loira nórdica nos quadrinhos dos Defensores), Karl Urban (“Star Trek”) como o guerreiro Skurge (que os fãs conhecem melhor pelo nome Executor), Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o imortal Grão-Mestre (que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas), e ainda há os retornos de Idris Elba como Heimdall, Tom Hiddleston como Loki e Anthony Hopkins como Odin. Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Novo trailer legendado de Thor: Ragnarok mostra um Hulk cômico e falante

    23 de julho de 2017 /

    A Marvel divulgou o novo trailer de “Thor: Ragnarok” na Comic-Con, que ganhou versão oficial legendada. A prévia mostra a destruição de Asgard por Hela, mas a ênfase é no relacionamento cômico entre Thor e Hulk. Quando o Deus do Trovão explica para Bruce Banner como ele foi parar no espaço, o alter-ego de Hulk duvida da versão em que perdeu uma luta para Thor. Mais adiante, o próprio Hulk surge menosprezando Thor, num diálogo engraçadinho. Isto mesmo, o Hulk aparece falando pela primeira vez. Não só fala, como faz piadas! “É um Hulk diferente do que já vimos”, disse Mark Ruffalo, intérprete do herói. No painel, ele explicou que Hulk está a muito tempo sem se transformar em Banner, por isso começou a desenvolver um vocabulário. Ele se comunica como uma criança que está aprendendo a falar. O filme também volta a trazer Chris Hemsworth no papel de Thor e destaca Cate Blanchett (“Carol”) como a poderosa deusa Hela. Além deles, os coadjuvantes que aparecem na prévia são Tessa Thompson (“Creed”) como a guerreira Valquíria (que é uma loira nórdica nos quadrinhos dos Defensores), Karl Urban (“Star Trek”) como o guerreiro Skurge (que os fãs conhecem melhor pelo nome Executor), Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o imortal Grã-Mestre (que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas), e os retornos de Idris Elba como Heimdall e Tom Hiddleston como Loki. Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Felicity Jones viverá juíza símbolo da luta pela igualdade de gêneros nos EUA

    19 de julho de 2017 /

    A atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai estrelar “On the Basis of Sex”, cinebiografia da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg. Ela assinou contrato, após a produção ficar perto de definir Natalie Portman (“Jackie”) como protagonista. A atriz acabou dando a luz no começo do ano e mudou seus planos. Ruth Bader Ginsburg é considerada um símbolo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, ela marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. Além da alteração de protagonista, o filme também sofreu mudanças em sua direção. Originalmente previsto para ser dirigido por Marielle Heller (“O Diário de uma Adolescente”), “On the Basis of Sex” acabou fechando com a veterana Mimi Leder (“Impacto Profundo”), que ultimamente tinha voltado sua carreira para a TV, comandando as séries “The Leftovers” e “Shameless”. As filmagens estão previstas para setembro na cidade de Montreal, no Canadá.

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  • Filme

    Asgard é destruída e Thor vira gladiador em trailer japonês de Thor: Ragnarok

    10 de maio de 2017 /

    A Marvel divulgou um trailer japonês de “Thor: Ragnorak”, que mostra a destruição causada por Hela e a transformação de Thor num gladiador de outro mundo, ao som do clássico “viking” do Led Zeppelin, “Immigrant Song”. Há algumas cenas inéditas, mas o vídeo é basicamente uma versão resumida do primeiro trailer oficial, o mais visto da história da Disney. Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), o filme volta a trazer Chris Hemsworth no papel de Thor e destaca Cate Blanchett (“Carol”) como a poderosa deusa Hela. Os coadjuvantes que aparecem são Tessa Thompson (“Creed”) como a guerreira Valquíria (que é uma loira nórdica nos quadrinhos dos Defensores), Karl Urban (“Star Trek”) como o guerreiro Skurge (que os fãs conhecem melhor pelo nome Executor), Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o imortal Grã-Mestre (que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas), e os retornos de Idris Elba como Heimdall, Tom Hiddleston como Loki e Anthony Hopkins como Odin. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Diretor sugere participação de Natalie Portman em Thor: Ragnarok

    9 de maio de 2017 /

    Natalie Portman teria uma aparição-surpresa em “Thor: Raganrok”? Uma tuíte enigmático do diretor Taika Waititi sugere a possibilidade. Inicialmente postada no Instagram pela conta Cinemonkeys, o cineasta compartilhou uma montagem com duas fotos da atriz em cenas de filmes antigos. Em ambas, ela carrega um planta em um vaso, sendo a primeira extraída do filme “O Profissional” (1994) e a segunda de “Onde Mora o Coração” (2000). A mensagem inclui o texto “Considere os sinais”, acompanhada da hashtag #Ragnarok. Veja abaixo. O tuíte dá a entender que a personagem Jane Foster, vivida por Portman, pode ter alguma participação no terceiro filme da franquia, após dividir com Chris Hemsworth o protagonismo dos dois primeiros. Antes do início das filmagens de “Thor: Ragnarok”, a atriz declarou que não possuía mais vínculo contratual com a Marvel para retornar ao universo dos super-heróis. Portanto, não participaria do filme. O próprio presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, chegou a informar que a atriz não estaria presente em “Thor: Ragnarok” por diversos motivos, incluindo fatores relacionados ao que será visto na história. Tanto que o filme introduzirá um novo interesse romântico para Thor (Chris Hemsworth), a heroína Valquíria (Tessa Thompson). Já sobre Sif (Jaimie Alexander) ninguém fala. Heed the signs. #Ragnarok pic.twitter.com/ug2crhTFtK — Taika Waititi (@TaikaWaititi) May 6, 2017

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  • Filme

    Além da Ilusão traz Natalie Portman em premissa intrigante, mas mal explorada

    5 de maio de 2017 /

    Há bons motivos para se ver “Além da Ilusão”. O primeiro deles está no fato de a diretora Rebecca Zlotowski ser roteirista do excepcional “Apesar da Noite”, de Philippe Grandrieux. O segundo está na presença de Natalie Portman como protagonista. E há também a jovem filha de Johnny Depp, Lily-Rose, na história de duas irmãs que têm o dom de se comunicar com os mortos e que atraem a atenção de um produtor de cinema francês que deseja registrar com câmeras o fenômeno. De fato, o espectador é fisgado no início com uma história intrigante, com as duas irmãs se apresentando em um teatro de vaudeville para um número considerável de pessoas. O espetáculo mostra a comunicação com uma pessoa falecida. Igualmente curioso é o convite que recebem para mostrar seus dons no cinema, já que, mesmo àquela altura, havia efeitos especiais que poderiam enganar as plateias facilmente, seja por meio de truques de edição, seja mexendo no próprio negativo, como quer fazer um dos amigos do produtor, vivido por Emmanuel Salinger, que resolve acolher as duas irmãs americanas em sua casa. O tal produtor é um homem que vive recluso. Não é casado e diz que quer se comunicar com o irmão falecido. Acontece que a presença que aparece na sessão mediúnica não é do irmão, mas de outra pessoa desconhecida. Mas ainda assim a sessão mediúnica se torna muito interessante para o homem, pois o conduz a uma sensação de prazer erótico totalmente inesperada. A fotografia e outros aspectos técnicos são agradáveis de ver. E mesmo com tudo isso a seu favor, a diretora Rebecca Zlotowski, em seu terceiro trabalho na direção, após “Grand Central” (2016) e “Belle Épine” (2010) com Léa Seydoux, perde-se na condução da trama. Tudo surge em cena muito solto e vago, mal explorado. Por mais que haja algo de intrigante nas personagens femininas e em sua relação com o produtor de cinema, as motivações ficam no ar. “Além da Ilusão” carece de uma atmosfera de sonho ou de maior intriga diante do que se propõe. De todo modo, há algo de charmoso neste filme torto de Rebecca Zlotowski.

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  • Filme

    Asgard é destruída e Thor vira gladiador em trailer legendado e pôster de Thor: Ragnarok

    10 de abril de 2017 /

    A Marvel divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Thor: Ragnorak”, que mostra a destruição causada por Hela e a transformação de Thor num gladiador de outro mundo, ao som do clássico “viking” do Led Zeppelin, “Immigrant Song”. De cabelos escuros, Cate Blanchett (“Carol”) se mostra a inimiga mais poderosa que o herói já enfrentou, reduzindo seu martelo místico a pó e Asgard a cinzas. A prévia também revela cenas rápidas com todos os demais coadjuvantes, para terminar com Thor aprisionado, com o cabelo raspado e trajando o capacete clássico dos quadrinhos, entrando numa arena para enfrentar o Hulk. A situação só não é completamente desesperadora porque é explorada com o humor surreal característico do cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”). Os coadjuvantes que aparecem são Tessa Thompson (“Creed”) como a guerreira Valquíria (que é uma loira nórdica nos quadrinhos dos Defensores), Karl Urban (“Star Trek”) como o guerreiro Skurge (que os fãs conhecem melhor pelo nome Executor), Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o imortal Grã-Mestre (que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas), e os retornos de Idris Elba como Heimdall e Tom Hiddleston como Loki. E o que teria acontecido com os demais deuses e guerreiros nórdicos do elenco dos primeiros filmes? Viraram poeira como Asgard? Será que isso será explicado? “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Natalie Portman vai montar touro em filme de rodeios

    29 de março de 2017 /

    Natalie Portman definiu seu primeiro projeto após o nascimento de sua filha Amalia. Ela vai protagonizar “Bronco Belle”, o novo filme de Anna Rose Holmer. As duas trabalharam juntas recentemente num videoclipe de James Blake, filmado quando a atriz estava praticamente dando a luz. Holmer trabalhou como técnica de câmera do filme “Crepúsculo” (2008) e estreou como diretora de cinema em “The Fits” no ano passado. O filme venceu o prêmio da crítica no Festival de Deauville e o troféu “Someone to Watch (alguém para se acompanhar) no Independent Spirit Awards 2017. No filme, Portman vai viver uma cowgirl que tentará triunfar no mundo dos rodeios, montando touros e competindo em eventos “esportivos” marcadamente masculinos. Ainda não há previsão para o início da produção ou para a estreia.

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  • Música

    Natalie Portman nada grávida no novo clipe de James Blake

    20 de março de 2017 /

    O cantor James Blake divulgou o clipe de “My Willing Heart” que destaca a atriz Natalie Portman (“Jackie”). O vídeo foi gravado em preto e branco poucos dias antes de Portman ter sua filha Amalia, e traz a atriz de biquíni, exibindo a barriga da gravidez avançada num mergulho, e posteriormente os chutes do bebê, enquanto descansa numa cama. A direção é de Anna Rose Holmer, que trabalhou como técnica de câmera do filme “Crepúsculo” (2008) e estreou como diretora de cinema em “The Fits” no ano passado. O filme venceu o prêmio da crítica no Festival de Deauville e o troféu “Someone to Watch (alguém para se acompanhar) no Independent Spirit Awards 2017. A música faz parte do terceiro disco de James Blake, “The Colour In Anything”.

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  • Filme

    Natalie Portman e Scarlett Johansson seriam favoritas para viver Lizbeth Salander no reboot da franquia Millennium

    14 de março de 2017 /

    Vai começar de novo. Após anunciar que iria retomar a saga “Millennium” pelo pior caminho possível – pulando do primeiro para o quarto livro com mudança completa do elenco – , a Sony vai reiniciar a busca por uma nova intérprete de Lizbeth Salander. “Lisbeth Salander é o tipo de personagem que qualquer diretor sonha em trazer à vida. Nós já temos o roteiro e agora vem a parte mais divertida – encontrar a nossa Lisbeth”, disse o uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que irá dirigir a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”. Pois não é que até a revista Variety deu uma de Heroic Hollywood, citando os nomes mais óbvios possíveis como candidatas preferencias ao papel? Sim, Natalie Portman (35 anos) e Scarlett Johansson (32 anos). Uau! Será que as duas são favoritas só a este filme? Vamos esquecer que Scarlett é a atriz mais rentável de Hollywood por um instante para lembrar que ela chegou a tentar o papel em 2010, quando o diretor David Fincher escolheu Rooney Mara (hoje com 31 anos). Sete anos e um filho depois, ela ainda tem o perfil de Salander? E Portman, dois filhos depois do começo da primeira produção? As duas são as melhores ideias de Hollywood para interpretar uma hacker sueca, punk e bissexual de 24 anos? Ou a Variety passou a usar a mesma “fonte” do Heroic Hollywood, Latino Review e, ultimamente, The Wrap? Como as filmagens só vão começar em setembro, a fonte ainda vai ter a chance de citar Alicia Vikander (28 anos), Brie Larson (27 anos) e Emma Stone (26 anos). Alguém aposta em Tom Cruise (54 anos)? Para no final chegar em Jane Levy (28 anos), que estrelou os dois filmes anteriores do diretor. Mas Kristen Stewart (26 anos), que foi cotada para o primeiro filme, é disparada a melhor opção.

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  • Filme

    Ridley Scott quer Natalie Portman como estrela de seu próximo filme

    13 de março de 2017 /

    Ridley Scott revelou nos últimos dias o seu desejo de fazer sequências de “Alien: Covenant”, que ainda não estreou, e de “Gladiador” (2000), que venceu o Oscar há quase duas décadas. Mas o seu próximo filme, segundo o site Deadline, não será nenhuma continuação, mas a dramatização de uma história real. O cineasta britânico vai comandar “The Money In The World”, sobre o famoso sequestro de John Paul Getty III e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris, para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr, considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar aos raptores. John Paul Getty III foi sequestrado aos 16 anos na Itália em 1973 e teve uma de suas orelhas decepadas e enviadas para a imprensa para forçar a opinião pública a pressionar o pagamento do resgate. Já falecido, ele é pai do ator Balthazar Getty (“O Juiz”). Scott estaria atrás de Natalie Portman (“Jackie”) para o papel de Gail. E também busca um grande nome para interpretar o magnata do petróleo. Segundo a publicação, ele chegou até a conversar com Jack Nicholson (“Os Infiltrados”) sobre esse papel. O início das filmagens de “The Money In The World” está previsto para maio, com financiamento da Imperative Entertainment e distribuição mundial a cargo da Sony Pictures.

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