Pabllo Vittar dá beijão no americano Diplo em seu novo clipe dançante
Depois de irritar conservadores com sua parceria sensual com Lucas Lucco em “Paraíso” – veja abaixo o clipe estilo “Lagoa Azul” – , Pabllo Vittar foi além das caras e bocas em seu novo vídeo musical. Em “Então Vai”, a drag queen aparece dando um beijão no DJ americano Diplo. O vídeo é uma celebração do amor e da diversidade, com Pabllo usando um maiô com as cores do arco-íris – e da bandeira LGBT+ – , e também inclui beijos de outros casais, inclusive heteros. Diplo não participou da música apenas para beijar. Ele produziu a gravação, que tem na batida e no arranjo dançante o seu maior trunfo. Trata-se da segunda colaboração entre o americano e a brasileira. Vittar cantou com Anitta o hit “Sua Cara”, produzido por Diplo para seu projeto musical Major Lazer (relembre o clipe aqui). O clipe marca a primeira parceria de Pabllo com a C&A. Nos mesmos moldes dos últimos vídeos musicais de Anitta, a rede vai vender os looks da cantora nas lojas. A direção é do fotógrafo de moda Hick Duarte. A música faz parte do primeiro álbum do cantor, “Vai Passar Mal”, lançado no ano passado. Pablo planeja lançar um último clipe do disco após o Carnaval. E já começou a trabalhar no segundo álbum.
Retrospectiva: Os 20 melhores clipes de música indie, rock e eletrônica de 2017
A segunda parte da seleção dos melhores clipes internacionais de 2017 (veja a primeira aqui) é uma extrapolação do universo indie, que reúne cantores-compositores, mas também bandas de rock tradicional e artistas eletrônicos mais experimentais. Todas essas vertentes têm ficado à margem das premiações principais da MTV, Billboard e Grammy, e embalam de veteranos como Beck a novatos como Declan McKenna e Ghosted. O principal destaque indie de 2017, por sinal, foi uma veterana: a cantora americana Annie Clark, mais conhecida pelo nome do hospital em que morreu o poeta Dylan Thomas, St. Vincent. Ela completou uma década de carreira e quase entrou com dois clipes, que são praticamente complementares. Não há apenas lançamentos americanos e britânicos. A relação também traz a banda japonesa Mondo Grosso, a russa Leningrad, a sueca Ghost, a australiana The Creases e as francesas La Femme, The Blaze, General Elektriks, além da cantora francesa Jain. Os 20 clipes não estão por ordem de preferência, mas organizados por estilo e sonoridade. Os títulos das músicas podem ser conferidos abaixo. Clique play para começar a sessão. The Creases – Is It Love | The New Pornographers – High Ticket Attractions | Ghost – He Is | Royal Blood – Lights Out | Torres – Skim | Saskwatch – December Nights | Jain – Dynabeat | Alice Glass – Without Love | Ghosted ft. Kamille – Get Some | St. Vincent – New York | Madeline Kenney – Witching Hour | Declan McKenna – Brazil | Haim – Little of Your Love | Washed Out – Get Lost | Beck – Up All Night | The Blaze – Territory | Mondo Grosso – ラビリンス | La Femme – S.S.D | Leningrad – Кольщик | General Elektriks – Different Blue * Seleção do editor da Pipoca Moderna
John Carpenter dirige clipe que resgata o tema do terror Christine – O Carro Assassino
O célebre diretor de clássicos do terror John Carpenter voltou a dirigir. Mas não é um novo filme. Ele assina o clipe de “Christine”, música que integra seu novo disco de releituras de suas trilhas mais famosas. O vídeo recria o clima de “Christine – O Carro Assassino”, adaptação de Stephen King que ele realizou em 1983, utilizando a música-tema e o mesmo modelo de carro do filme, um Plymouth Fury vermelho de 1958. O carro dispara pelas ruas, até jogar seus faróis sobre uma jovem com problemas mecânicos e avançar… Quem viu o filme imagina um assassinato brutal. Mas a porta do veículo se abre e revela John Carpenter – de aparência sinistra, mas prestativo – oferecendo uma carona. Sim, John Carpenter dirige literalmente “Christine”. A garota em perigo é vivida por Rita Volk (da série “Faking It”). Pioneiro das trilhas sintetizadas em filmes de terror, o músico e cineasta é uma das maiores influências de diversas tendências do som eletrônico contemporâneo. Seu estilo musical pode ser traçado como principal referência da trilha da série “Stranger Things” e de filmes como “Corrente do Mal” e “Raw”, entre outras produções recentes. “Christine” integra o disco “Anthology: Movie Themes 1974-1998”, que reúne músicas de seus filmes, inclusive sua primeira composição para o cinema, o tema da sci-fi “Dark Star” (1974). Os projetos alternativos compensam a longa ausência do diretor de clássicos como “Halloween” (1978), “Fuga de Nova York” (1981) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982) do cinema. Ele não filma desde “Aterrorizada” (2010).
Anitta e Pabllo Vittar cantam e rebolam em Sua Cara, novo clipe do grupo americano Major Lazer
O clipe de “Sua Cara”, faixa cantada em português por Anitta e Pabllo Vittar, e produzida e lançada por Major Lazer, grupo americano liderado pelo DJ Diplo, estourou em verde e amarelo no YouTube. Um dos vídeos que mais rapidamente chegou a 1 milhão de visualizações e ao 1º lugar entre os mais vistos da rede social, o lançamento bateu 18 milhões de views em 24 horas e levou Diplo a comemorar: “É a força do Brasil”, ele escreveu em seu Instagram. No vídeo, Anitta vira a funkeira das Arábias ao lado da drag Pabllo Vitar, mais queen que nunca, em trajes de odaliscas pós-modernas nas areias do Sahara. A direção é de outro brasileiro, Bruno Ilogti, que já tinha encantado os americanos com o clipe da “Paradinha”, de Anitta, praticamente um viral de tão imitado. Vale destacar a ousadia com que destacou Pabllo no novo vídeo, como símbolo sexual e não como um elemento cômico. Este é o tapa mais bem dado em “Sua Cara”. A faixa integra o EP “Know No Better” do Major Lazer, lançado em 1 de junho, que também inclui participações de Camila Cabello, Travis Scott, Quavo, J Balvin e Sean Paul.
James Van Der Beek é o DJ Diplo em teaser de nova série de comédia
O canal pago americano Viceland divulgou o teaser da série de comédia “What Would Diplo Do?”, que traz o ator James Van Der Beek (“CSI: Cyber”) como o DJ Diplo. A atração é baseada num vídeo promocional feito para o YouTube, intitulado “A Day in the Life”, que trazoa Van Der Beek interpretando Diplo, ao anunciar um evento organizado pelo DJ. O vídeo mostrava uma versão exagerada da vida do produtor, que acordava ao som de uma harpista, contava com elfos para mixar suas produções e treinava contra ninjas para evitar haters. Para quem não conhece Diplo, cujo nome real é Thomas Wesley Pentz, ele é parte das duplas eletrônicas Major Lazer e Jack Ü, além de ter uma bem-sucedida carreira solo e ser um produtor renomado, que já trabalhou com Madonna, Britney Spears, Justin Bieber, Beyoncé, Usher, Ellie Goulding e muitos mais. Ele também é fã do funk carioca e dirigiu um documentário, “Favela on Blast” (2008), sobre a cena. “What Would Diplo Do?” será a primeira série de ficção do Viceland e terá seis episódios em sua 1ª temporada, com produção executiva de Van Der Beek e Diplo. O cineasta Spike Jonze (“Ela”), que é co-presidente da Viceland, também vai supervisionar o projeto. Já a direção ficou a cargo de Brandon Dermer, responsável pelo clipe “A New Beginning”, de Wolfie’s Just Fine, um dos 15 melhores de 2016 na lista da Pipoca Moderna. A estreia está marcada para 3 de agosto.
James Van Der Beek vai viver o DJ Diplo em série de comédia
O ator James Van Der Beek, que encarnou o protagonista da série clássica “Dawson’s Creek” e, mais recentemente, esteve em “Don’t Trust the B—- in Apartament 23” e “CSI: Cyber”, vai voltar às séries para interpretar ninguém menos que o DJ e produtor musical Diplo. Intitulada “What Would Diplo Do?”, a comédia será a primeira série original do canal Viceland e terá seis episódios em sua 1ª temporada. A atração é baseada num vídeo promocional feito para o YouTube, intitulado “A Day in the Life”, que traz Van Der Beek interpretando Diplo, ao anunciar um evento organizado pelo DJ. O vídeo mostra uma versão exagerada da vida do produtor, que acorda ao som de uma harpista, conta com elfos para mixar suas produções e treina contra ninjas para evitar haters. Veja abaixo. Para quem não conhece Diplo, cujo nome real é Thomas Wesley Pentz, ele é parte das duplas eletrônicas Major Lazer e Jack Ü, além de ter uma bem-sucedida carreira solo e ser um produtor renomado, que já trabalhou com Madonna, Britney Spears, Justin Bieber, Beyoncé, Usher, Ellie Goulding e muitos mais. Ele também é fã do funk carioca e dirigiu um documentário, “Favela on Blast” (2008), sobre a cena. “What Would Diplo Do?” terá produção executiva de Van Der Beek e Diplo, que dividirão o trabalho de showrunners. O cineasta Spike Jonze (“Ela”), que é co-presidente da Viceland, também vai supervisionar o projeto. Já a direção ficou a cargo de Brandon Dermer, responsável pelo clipe “A New Beginning”, de Wolfie’s Just Fine, um dos 15 melhores de 2016 na lista da Pipoca Moderna.
Millie Bobby Brown estrela clipe de música eletrônica da dupla Sigma
A dupla eletrônica Sigma (Cameron Edwards e Joe Lenzie) divulgou seu novo clipe de dubstep, “Find Me”, que é estrelado por Millie Bobby Brown, a Eleven (Onze) de “Stranger Things”. No clipe, a atriz mirim evoca as poses sofridas de Adele, enquanto dubla a canção pelas ruas de uma grande cidade. Quem realmente canta na música dos DJs britânicos é a cantora Birdy, que foi responsável pelo convite para Millie participar do clipe, após ficar obcecada pela série – como todo o mundo. A direção é de Christopher Sims, responsável por clipes de David Gueta, Usher e Avril Lavigne. Aos 12 anos, Millie também acaba de fotografar a primeira capa de revista de sua carreira e estará de volta em 2017 na 2ª temporada de “Stranger Things”.
Pussy Riot lança três novos clipes políticos, feministas e subversivos
A banda russa feminina Pussy Riot lançou três clipes nesta semana, um mais radical que o outro, mostrando sua nova guinada musical. As guitarras punk rock deram lugar à melodias elotrônicas, mas as letras continuam panfletárias e confrontadoras. Dirigido por Jonas Akerlund (“Spunk: Sem Limites”), que já assinou clipes de Madonna, Beyoncé e Taylor Swift, o vídeo de “Make America Great” é o mais subversivo, mostrando, com cenas de tortura da cantora Nadya Tolokonnikova, o que aconteceria aos EUA se Donald Trump vencesse as eleições. Em contraste às cenas de sadismo, a letra tanta ensinar o que realmente tornaria “a América grande”: “Deixem as pessoas entrar, ouçam suas mulheres, parem de matar crianças negras”. O segundo clipe exalta o poder da vagina (“”Straight Outta Vagina”), com um refrão que pergunta “de onde você veio?” para a resposta óbvia, enquanto o último (“Organs”) explora o corpo nu da cantora, numa banheira ensanguentada, para lamentar em sua língua natal e afiada a repressão sexual na Rússia, contrapondo proibições à preservativos com as penetrações do governo Putin em outros países, com tanques e tudo. As músicas fazem parte do novo disco da banda, que chega nesta sexta (28/10) às lojas dos EUA, com produção de Dave Sitek, da banda indie eletrônica TV on Radio. A Pussy Riot ficou famosa após duas de suas integrantes terem sido presas e condenadas na Rússia por terem cantado em fevereiro de 2012 uma “oração punk” contra o presidente russo, Vladimir Putin, na catedral de Moscou. O julgamento inspirou um documentário premiado no Festival de Sundance, “Pussy Riot: A Punk Prayer”, produzido pelo HBO em 2013. E a notoriedade resultante lhes rendeu, inclusive, uma participação na série “House of Cards”.
Conheça as novas músicas da banda responsável pela trilha da série Stranger Things
O fenômeno de popularidade da série “Stranger Things” não impulsionou apenas a carreira de seus jovens astros, mas também a praticamente desconhecida banda eletrônica experimental S U R V I V E, responsável por sua trilha sonora, repleta de sintetizadores retrô em clima de suspense, ao melhor estilo das composições de John Carpenter. A banda foi criada por Kyle Dixon e Michael Stein, amigos há quase 20 anos, que cresceram juntos em Austin, no estado americano do Texas, compartilhando a paixão por cultura geek. Eles foram influenciados a formar o grupo pela música do trio japonês Yellow Magic Orchestra, um dos pioneiros do synthpop, pelo som dos videogames – Haruomi Hosono, da Yellow Magic Orchestra, é responsável pela trilha de muitos games clássicos – e, claro, pelo krautrock – Tangerine Dream também fez muitas trilhas, com “O Comboio do Medo” (1977) vindo imediatamente à mente. Dixon e Stein se juntaram a Mark Donica e Adam Jones em 2008, lançaram dois álbuns e diversos EPS, mas só agora, depois de serem convidados pelos irmãos Duffer a trabalhar em “Stranger Things”, é que foram descobertos pelo grande público. Quando fizeram a trilha, nem imaginaram que ela poderia virar um disco. Mas o sucesso da atração gerou a demanda, levando ao lançamento de um álbum de composições exclusivas para a série, pela Apple Music no mês passado. No embalo, o S U R V I V E começa agora a divulgação de seu terceiro álbum, que chega às lojas em poucos dias, em 30 de setembro. Intitulado “RR7349”, o disco estava pronto antes do grupo começar a trabalhar na série. Confira abaixo duas músicas já adiantadas pela gravadora.
Antonia Morais vira índia em clipe de música eletrônica
A atriz e cantora Antonia Morais (“Linda de Morrer”) lançou seu novo clipe, “A Santa Máquina”, que, apesar do título em português, é uma música eletrônica cantada em inglês – de autoria da própria Antonia. Filha da atriz Glória Pires (“Nise – O Coração da Loucura”) e do cantor Orlando Morais, a jovem de 24 anos aparece maquiada como uma índia e de topless no clipe (muito bem dirigido por Dauto Galli), enfrentando a si mesma em outra versão pintada para a guerra. Curiosamente, o visual tem uma pegada fashion, mas ainda assim resulta mais realista que a maquiagem usada por sua mãe no filme “Índia, a Filha do Sol”, de 1982. Antonia começou a mostrar sua face musical no ano passado, quando lançou músicas puxadas para o trip-hop, mas o lançamento do primeiro álbum deve ficar só para 2017, já que ela está atualmente envolvida na produção da série “Lúcia McCartney”, em desenvolvimento para o canal pago GNT. Morais vai interpretar a personagem-título da série, adaptada do conto homônimo do escritor Rubem Fonseca (“O Homem do Ano”).
Xoxo: Filme sobre raves e DJs ganha primeiro trailer legendado
O Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “XOXO”, filme sobre música eletrônica, rave e a cultura dos DJs. A prévia retrata as aventuras de um grupo de jovens num dos maiores festivais de música eletrônica dos Estados Unidos, entre pessoas que vão para se divertir e os que encaram a oportunidade para mudar suas vidas. O personagem central é Ethan, um jovem DJ vivido por Graham Phillips (série “The Good Wife”), que, após sua música se torna viral, é convidado para tocar no festival. O elenco inclui diversos outros rostos conhecidos da TV, como Sarah Hyland (série “Modern Family”), Hayley Kiyoko (série “CSI: Cyber”), Chris D’Elia (série “Undateable”), Ryan Hansen (série “Veronica Mars”), Brianne Howey (série “Twisted”), Colin Woodell (série “The Originals”), Ian Anthony Dale (série “Murder in the First”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Medalion Rahimi (série “The Catch”). Escrito e dirigido por Christopher Louie, diretor de clipes e animação, que estreia em longa-metragem, “XOXO” chega ao Netflix no dia 26 de agosto.
Cauã Reymond vira travesti em clipe impactante de Barbara Ohana
A cantora Barbara Ohana divulgou o clipe de “Your Armies”, que traz o galã Cauã Reymond (“Alemão”) montado como um travesti. Gravado em preto e branco, com um clima elegante, o vídeo de música eletrônica tem uma reviravolta brutal e se revela um impactante relato de homofobia, que culmina numa história de vingança, com cumplicidade de Ohana. Cauã já havia interpretado um gay no filme “Tamos Junto” (2011), mas apesar do novo trabalho resultar num curta de 5 minutos, precisou fazer maior esforço, aprendendo a andar de salto de alto, acostumar-se com peruca, suavizar o gestual e ficar dois meses sem malhar para diminuir os músculos. Sua transformação também contou com a ajuda da preparadora de elenco Andréa Cavalcanti, da figurinista Marie Salles (novela “A Regra do Jogo”), e do maquiador Max Weber, que já cuidou de tops como Naomi Campbell e Cara Delevingne. A direção foi realizada por Allexia Galvão e Daniel Rezende, indicado ao Oscar de Melhor Edição pelo filme “Cidade de Deus” (2002). Rezende, por sinal, já tinha dirigido há dois anos “Golden Hours”, o primeiro clipe da cantora, que é sobrinha da atriz Claudia Ohana (“Novela das 8”) e começou a carreira gravando backing vocals em discos de Gilberto Gil e Jorge Mautner. O clipe teve produção independente e, pelo uso do idioma inglês – não apenas na letra da canção, mas também numa cena-chave – , visa atingir o mercado internacional. Gravado em abril na cidade de São Paulo, o vídeo foi pago pelos envolvidos na produção, como o próprio Cauã Reymond. O single “Your Armies” será lançado em um show no Teatro Rival Petrobrás, no Rio de Janeiro, no dia 28 de junho, e ganhará remixes feitos pelo produtor Adriano Cintra (ex-CSS) e por Database, entre outros.
Clipe do Massive Attack com a atriz Rosamund Pike homenageia dois clássicos do terror
A atriz Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) é a estrela do clipe da nova música da banda inglesa Massive Attack, “Voodoo In My Blood”, que tem clima e nome de filme de terror. Ela aparece sozinha no vídeo sinistro, andando por um túnel do metrô, quando se depara com uma esfera flutuante. O encontro gera uma reação bizarra, levando-a a gargalhar, até que a esfera se abre e revela uma lâmina que perfura seu olho. O ataque tem efeito epilético, levando-a a se contorcer, arrastar-se pelo chão molhado, bater contra as paredes e entrar em desespero, enquanto perde o controle. Fãs do cinema de terror são capazes de reconhecer rapidamente as duas referências principais do vídeo: a esfera mortal do clássico “Fantasma” (1979) e a crise de Isabelle Adjani na célebre cena do metrô de “Possessão” (1981). Por coincidência, tanto o ator Angus Scrimm, intérprete do Homem Alto que lançava as esferas de “Fantasma”, quanto o diretor Andrzej Zulawski, de “Possessão”, morreram nos primeiros meses deste ano. O diretor do clipe é Ringan Ledwidge, que também já dirigiu um filme de terror, “A Face Oculta do Mal” (2006). A música faz parte do EP “Ritual Spirit”, lançado em fevereiro, e foi gravada em parceria com a banda escocesa de hip-hop Young Fathers.












