Márcia Fu é convidada para gravar funk com WZ Beat
O produtor WZ Beat está bastante interessado nos dons musicais de Márcia Fu, principalmente depois da ex-peoa avalancar o hit “Escrito nas Estrelas”. A prova disso é que a ex-atleta foi convidada pelo DJ para gravar um funk exclusivo que promete dar o que falar. “Já tenho um single pronto, mas caso ela aceite, podemos ajustá-lo. Tenho certeza que será um tremendo sucesso. Assim que aceitar, a gente já marca uma data para entrar em estúdio”, revelou WZ Beat à colunista Fábia Oliveira. Apesar de parecer uma surpresa, Márcia Fu tem se mostrado uma revelação musical bastante promissora. No último fim de semana, por exemplo, ela foi convidada para subir no palco com Lauana Prado, que tem a canção de Tetê Espíndola como parte do repertório. “Eu sou muito desafinada”, desabafou a ex-peoa, depois de distribuir uma chuva de bordões ao público.
Jabá, ex-baixista do Ratos de Porão, morre aos 60 anos
O músico Jarbas Alves, ex-baixista do Ratos de Porão mais conhecido como Jabá, morreu nesta terça (26/12) aos 60 anos. Ele vinha sofrendo problemas de saúde há tempos e, em setembro, o Ratos de Porão pediu ajuda financeira para arcar com a internação do músico, que estava com problemas nos rins e no fígado. A notícia da morte foi divulgada por Jão, também do Ratos de Porão. “Meu irmão da vida inteira se foi, meu querido Jarbas nos deixou, descanse em paz irmão”, escreveu o guitarrista. O vocalista João Gordo e o perfil da banda nas redes sociais lamentaram a morte. “Querido irmão, descanse em paz”, publicou João Gordo. “Descanse em paz, amigo Jarbas”, postou a banda. Músicos como Paulo Xisto, baixista do Sepultura, e a banda Black Pantera deixaram comentários solidários na postagem. Jabá fez parte da formação original da banda pioneira de punk rock e hardcore. Muitos não lembram, mas o Ratos do Porão foi formado em 1981 como um trio, com Jabá no baixo, Betinho na bateria e Jão no vocal e guitarra. Ele permaneceu na banda paulistana até 1992, tendo participado de cinco álbuns clássicos, incluindo “Crucificados Pelo Sistema” (1984), “Cada Dia Mais Sujo e Agressivo” (1987) e “Brasil” (1989), e da formação com Mingau, ex-guitarrista do Ratos de Porão (e ultimamente baixista do Ultraje a Rigor) que ficou entre a vida e a morte no ano passado, após levar um tiro na cabeça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jão Ratos (@jaoratos) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ratos De Porao Oficial (@ratosdeporao) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por velho ranzinza (@jgordo)
Márcia Fu canta “Escrito nas Estrelas” em show de Lauana Prado
A cantora Lauana Prado contou com uma convidada muito especial no show que apresentou na sexta (23/12) à noite no Villa Country, em São Paulo. “Para a gente fazer esse show ser realmente inesquecível, eu vou chamar no palco essa mulher que atropelou 2023”, disse Lauana, antes de chamar a convidada ao palco: Márcia Fu. As duas cantaram juntas a música “Escrito nas Estrelas”, que viralizou durante a participação da atleta em “A Fazenda 15”. “Eu sou muito desafinada”, desabafou a ex-peoa, depois de distribuir uma chuva de bordões ao público. “O Brasil não concorda. Eu vi várias enquetes e a sua [versão da música] disparada é a melhor”, disse Lauana, divertindo-se antes de começar a tocar a canção. O que diz Tetê Espíndola “Escrito nas Estrelas” faz parte do repertório de Lauana, mas a gravação original é de Tetê Espíndola, que apareceu em vídeo durante o show da cantora sertaneja. Ela também adorou a repercussão causada pela versão desafinada de Márcia Fu, responsável por resgatar sua música de 1985 da mesma forma que “Stranger Things” fez com um música do mesmo ano, de Kate Bush. Tetê falou à imprensa que ficou deslumbrada ao ver seu antigo sucesso aparecer no 1º lugar do Spotify após tantas décadas. “Tá sendo tudo uma novidade, porque eu sou da época do LP, das entrevistas nas rádios, que eu adorava, e isso tudo, esse tipo de mídia, tá sendo uma novidade para mim. Mas eu fiquei muito contente, achei muito legal ela ter lembrado dessa música, que tá há 38 anos na minha carreira, e eu toco e canto em todos os shows”. A cantora revelou que a repercussão de “A Fazenda 15” fez com que a música se tornasse conhecida pelas novas gerações, além de ter-lhe rendido vários seguidores nas redes sociais. “Eu abro meu Instagram, eu não tenho tempo de responder tudo, isso foi algo que mudou. É muito engraçado quando eu abro o Instagram, tem todas as pessoas cantando a minha música, em vários tons.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LAUANA PRADO (@lauanaprado)
Hoje é dia de “Especial Roberto Carlos”. Saiba detalhes do show
A Globo exibe nesta sexta (22/12) o tradicional “Especial Roberto Carlos”, que faz sua programação de fim de ano há algumas décadas. A edição deste ano recebeu o subtítulo de “Eu Ofereço Flores” e, além da TV, também poderá ser assistida pela plataforma Globoplay. O especial, que vai ao ar às 22h25, logo após a novela “Terra e Paixão”, foi gravado em 29 de outubro e contou com seis convidados. Cantando músicas suas e dos colegas cantores, Roberto Carlos esteve no palco ao lado de Luísa Sonza, Ana Castela, Fábio Jr., Mumuzinho, Jão e até o humorista Paulo Vieira. Confira abaixo o repertório da apresentação. “Amazônia” “Quando” “Eu Ofereço Flores” “Olha” (com Luísa Sonza) “Chico (Se Acaso me Quiseres)” (com Luísa Sonza) “20 e Poucos Anos” (com Fábio Junior) “É Preciso Saber Viver” (com Fábio Junior) “Solteiro Forçado” (com Ana Castela) “Como Vai Você” (com Ana Castela) “Me Lambe” (com Jão) “É Proibido Fumar” (com Jão) “Eu Mereço Ser Feliz” (com Mumuzinho) “Ilegal, Imoral, ou Engorda” (com Paulo Vieira)
Show de 30 anos de carreira de Ivete Sangalo será exibido nesta noite na Globo
A rede Globo vai exibir nesta quarta-feira (20/12), o show de celebração dos 30 anos de carreira de Ivete Sangalo, com transmissão do estádio do Maracanã. A apresentação começa às 21h, mas a exibição na TV Globo será feita apenas a partir das 22h, após a novela “Terra e Paixão”. Apesar dessa diferença, os assinantes do canal Multishow poderão acompanhar o show na íntegra ao vivo. Para a exibição na TV, a emissora escalou a atriz Taís Araújo para comandar a apresentação, que é considerada parte da programação especial de fim de ano da emissora carioca. O show de Ivete também terá participações especiais. Estão confirmados a cantora Ludmilla e o guitarrista Andreas Kisser, da banda Sepultura. Ivete e Ludmilla devem apresentar juntas o feat “Macetando”, que faz parte do EP “Reivete-se 3.0”, trabalho recente da artista baiana com três músicas inéditas. Apesar da atenção especial dirigida para o espetáculo, Ivete considera o show de hoje como um “esquenta” para a turnê que ela fará no próximo ano, quando pretende fazer 30 shows celebrando sua carreira em estádios e arenas por todo o país. A ideia é levar a mesma estrutura que será vista na transmissão desta noite na Globo para a estrada.
Anitta lança vídeo de “Joga pra Lua” com Pedro Sampaio e Dennis DJ
Anitta lançou o vídeo de “Joga pra Lua”, uma parceria com dois dos maiores produtores de funk, Pedro Sampaio e Dennis DJ. O vídeo de funk foi gravado à noite numa praia deserta (Arraial do Cabo, no Rio), e traz Anitta dançando na areia e numa plataforma molhada pelas águas do mar, junto com a dançarina Ohana Lefundes, numa coreografia provocante. Os DJs também participam da gravação fazendo poses marrentas. O lançamento é um “visualizer”, em vez de um clipe propriamente dito – isto é, uma versão menos desenvolvida e menos complexa de um clipe. Trata-se de uma produção contida para finalizar o ano, que foi iniciado com a ostentação de uma mini-ópera funk com três clipes de historinhas interligadas. Ela mesma assina a direção criativa do vídeo, que contou ainda com direção de Bruno Shintate. Em contraste com a obra despojada – cuja iluminação dirigida passa a impressão de ter sido rodada em estúdio – , Anitta também pode ser vista numa superprodução recente: o clipe de “Bellakeo”, de Peso Pluma. A feat de reggaeton entrou no fim de semana no Top 50 Global do Spotify. Ocupada, Anitta prepara o lançamento de seu novo álbum, “Funk Generation: A Favela Love Story”, para logo depois do Carnaval.
Anitta faxina e sofre nos bastidores do clipe de “Joga pra Lua”
Anitta compartilhou com seus seguidores várias prévias da gravação de seu novo clipe “Joga pra Lua”, uma parceria com dois dos maiores produtores de funk, Pedro Sampaio e Dennis DJ. A cantora publicou fotos e vídeos, acompanhados por trechos da música, que revelam os desafios enfrentados durante a produção do projeto, que foi gravado à noite numa praia deserta. Desafios e perrengues no set Em um dos vídeos divulgados, Anitta aparece se sentando na areia, expressando dificuldades. “Hoje é um dia muito bom para as inimigas. Hoje é um dia que estou sofrendo”, comentou a cantora. Em outro, ela aparece com um rodo na mão, limpando água do mar no cenário, enquanto discute aspectos técnicos com um membro da equipe de câmera e a dançarina Ohana Lefundes, questionando a possibilidade de fazer a coreografia no piso molhado. A interação gerou um climão, quando Anitta questionou ironicamente se o câmera iria dançar após ele concordar com uma sugestão. Enquanto alguns se espantaram com a grosseria com o câmera, teve quem se impressionasse com outro detalhe: “Anitta, primeira brasileira a faxinar em um clipe”. Lançamento de “Joga Pra Lua” A música “Joga Pra Lua” foi disponibilizada na noite de quinta (14/12) nas plataformas musicais, mas o lançamento oficial do clipe está agendado apenas para segunda-feira (18/12), às 11h. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta)
Carlos Lyra, ícone da bossa nova, morre aos 90 Anos
Carlos Lyra, um dos principais nomes da bossa nova, faleceu na madrugada deste sábado (16/12), aos 90 anos. O compositor estava internado desde quinta-feira (14/12) no Hospital da Unimed, na Barra da Tijuca, devido a um quadro de febre que se agravou com uma infecção. Conhecido por clássicos atemporais, Lyra deixou um legado inestimável no cenário musical brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro em 1933, ele começou sua jornada musical ainda na infância, desenvolvendo-se ao longo dos anos como um talentoso compositor e violonista. Foi um dos fundadores da Academia de Violão, um importante berço musical da bossa nova, e teve participações marcantes no desenvolvimento do gênero. Além de suas próprias canções, Lyra colaborou com grandes nomes como Vinicius de Moraes, João Gilberto e Tom Jobim, que o considerava o “maior melodista do Brasil”. Origens da bossa nova A Academia de Violão foi um marco na cena musical do Rio de Janeiro, localizada em um quarto-e-sala em Copacabana. Apesar do espaço modesto, cedido por um amigo de Lyra, a academia foi essencial no nascimento das primeiras canções da bossa nova e se tornou um celeiro de talentos da bossa nova, frequentado por artistas como Marcos Valle, Edu Lobo, Nara Leão e Wanda Sá. Curiosamente, a academia encerrou suas atividades após um incidente envolvendo um preservativo usado encontrado no sofá. O público começou a reconhecer o talento de Lyra com a canção “Menino”, interpretada por Sylvia Telles em 1956. Em 1957, Lyra participou do primeiro show da bossa nova na Sociedade Hebraica – que usou pela primeira vez a expressão bossa nova. Em 1959, João Gilberto incluiu canções de Lyra em seu histórico LP “Chega de Saudade”, como “Maria Ninguém”, “Lobo Bobo” e “Saudades Dez um Samba”. Lyra priorizou a composição, marcando presença significativa nos três primeiros discos de João Gilberto. Outra grande parceria do artista foi com Vinicius de Moraes, iniciada na década de 1960. Juntos, eles criaram mais de 20 canções, muitas das quais se tornaram ícones da bossa nova e da música popular brasileira. Entre essas obras, destaca-se a trilha sonora do musical “Pobre Menina Rica” (1962) e como canções como “Você e Eu”, “Coisa mais Linda” e “Minha Namorada”. Essas músicas não apenas definiram o som e o espírito da bossa nova, mas também se mantêm atuais, sendo constantemente regravadas e reinterpretadas por novos artistas. Não por acaso, Vinicius referia-se a Lyra como parte da “Santíssima Trindade” da bossa nova, ao lado de Baden Powell e Tom Jobim. Engajamento político e artístico Além de sua contribuição musical, Lyra também foi ativamente envolvido no cenário político e cultural. Em 1961, foi um dos fundadores do Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional dos Estudantes (UNE), onde apresentou jovens compositores da Zona Sul do Rio, como Nara Leão. Ele também compôs o “Samba da Legalidade” durante a Campanha da Legalidade – para impedir um golpe e garantir a posse o Presidente João Goulart. Em 1962, musicou “Couro de Gato”, curta-metragem premiado de Joaquim Pedro de Andrade que foi incluído como segmento do filme histórico “Cinco Vezes Favela”, além de ter feito a trilha de “Gimba”, dirigido por Flávio Rangel. No mesmo ano, ainda participou do histórico Festival de Bossa Nova, realizado no Carnegie Hall, em Nova York, que colocou a bossa nova no cenário internacional. Com o golpe militar de 1964, o cenário político do Brasil sofreu uma transformação dramática, afetando profundamente artistas e intelectuais. Lyra, conhecido por suas posições políticas firmes, sentiu diretamente o impacto dessas mudanças e, diante do ambiente repressivo instaurado pelo regime militar, decidiu deixar o país. Durante seu exílio, viveu e trabalhou nos Estados Unidos e no México, continuando a produzir música e a expressar suas ideias através da arte, em contato com artistas americanos como Stan Getz. Sua volta ao Brasil ocorreu em 1971, um momento ainda marcado por intensa repressão política. A volta ao Brasil Lyra voltou casado com a modelo americana Kate Lyra, com quem desenvolveu composições em inglês como “I See Me Passing By”, “Nothing Night” e “It’s so Obvious” (versão de “Cara Bonita”). Mas Kate acabou se tornando conhecida no Brasil por outro motivo, graças a sua participação em humorísticos como “A Praça da Alegria” e “Viva o Gordo”, em que desempenhava o papel de uma americana ingênua – ela marcou época com o bordão “brasileiro é tão bonzinho”. Os dois tiveram uma filha, Kay Lyra, que também virou cantora. Em sua volta, o compositor se aproximou da TV, contribuindo para a trilha sonora da novela “O Cafona” (1971) com as canções “Tudo que Eu Sou Eu Dei” e “Gente do Morro”, esta última uma colaboração original com Vinicius de Moraes para a peça “Eles Não Usam Black-Tie”, de Gianfrancesco Guarnieri. Em 1973, Lyra assinou com a gravadora Continental e lançou o álbum homônimo “Carlos Lyra”. Mas seu disco seguinte, “Herói do Medo” (1974) foi censurado na íntegra e só liberado e lançado em 1975. Indignado, Lyra voltou a se mudar para os EUA, onde viveu por dois anos, participando da “terapia do grito primal” de Arthur Janov e estudando astrologia na Sideral School of Astrology. Ele retornou ao Brasil em 1976, lançando pela Editora Codecri, do jornal “O Pasquim”, o livro “O Seu Verdadeiro Signo”. Ele participou ativamente do Congresso da UNE realizado em Salvador em 1979, regendo um coro de cinco mil estudantes na canção “Hino da UNE”, de sua autoria e de Vinicius de Moraes. E seguiu nos anos 1980 trabalhando em diversos projetos culturais, como “Vidigal”, peça teatral de Millôr Fernandes, “As Primícias”, de Dias Gomes, e “O Dragão e a Fada”, peça infantil premiada no México, além de fazer colaborações com o cantor espanhol Julio Iglesias. Big in Japan Sua carreira internacional explodiu com shows no Japão e participações em festivais de jazz, levando-o a turnês no exterior que ocuparam boa parte de sua agenda nos anos 1980 e 1990. Ele chegou a lançar um disco exclusivo no Japão, “Bossa Lyra”, em 1993. Depois de compor a trilha do filme “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), voltou para o Japão para uma série de shows, vivendo uma ponte aérea internacional entre apresentações em Tóquio e no Rio. Em 2001, seu disco “Saravá” foi premiado pela revista japonesa Record Collectors como o melhor relançamento do ano. Um dos marcos dos anos 2000 foi sua colaboração com o letrista Aldir Blanc. Juntos, compuseram 19 músicas para o musical “Era no Tempo do Rei”, baseado no livro de Ruy Castro. Esse projeto, realizado entre 2009 e 2010, demonstrou a versatilidade de Lyra e sua habilidade em adaptar-se a diferentes contextos e estilos musicais. Ao longo da carreira, Lyra participou de vários shows comemorativos, dos 25 anos, dos 50 anos e dos 60 anos da bossa nova, além de ter sido entrevistado para diversos documentários sobre o tema. Mas nunca pensou em se aposentar. No ano passado, quando completou 90 anos, lançou do álbum “Afeto”, uma compilação de suas músicas interpretadas por diversos artistas, demonstrando o amplo reconhecimento e respeito que Lyra conquistou no mundo da música.
Luísa Sonza gera climão no WME Awards 2023 ao não receber prêmio
A cantora Luísa Sonza gerou um climão na noite desta quinta-feira (14) durante o WME Awards 2023. Vencedora na categoria Música Mainstream pela canção “Chico”, ela sumiu na hora de subir ao palco para receber o troféu, apesar de estar presente no evento. As apresentadoras Titi Müller e Marimoon ficaram no vácuo e questionaram o paradeiro da cantora. Diante da falta de resposta, deixaram o palco. Titi Müller chegou a insinuar que Sonza estaria no banheiro, recebendo o troféu posteriormente. Sobre a música premiada “Chico” é uma obra composta por Sonza, dedicada ao seu ex-namorado, o influenciador Chico Moedas. A música se destacou nas plataformas digitais, mas a relação entre Sonza e o namorado terminou em setembro, após a cantora revelar uma traição. Desde então, Sonza optou por mudar a letra para virar uma homenagem a Chico Buarque. Ela também disse na quarta-feira (13/12) que foi “obrigada” a citar o investidor no documentário “Se Eu Fosse Luísa Sonza”, da Netflix, e que não pode “ver esse cão nem pintado de ouro”. Apesar do episódio durante a premiação, Luísa Sonza teve uma participação notável no WME Awards 2023, iniciando o evento com uma homenagem à Rita Lee. Nem a organização do evento nem a própria Sonza se pronunciaram sobre o motivo de sua ausência no momento da premiação até o momento. Para quem não conhece o prêmio, WME significa Women’s Music Events, e apesar do nome em inglês é uma premiação anual de música brasileira focada em artistas femininas. o famoso climão no wme pq luísa sonza ganhou com chico mas não subiu no palco pra pegar o prêmio … pic.twitter.com/noilFHx6By — maria luísa (@asiulrodrigues) December 15, 2023
Manu Gavassi repercute com vídeo de crítica à indústria musical atual
Manu Gavassi lançou um curta-metragem no Youtube e redes sociais, intitulado “Programa de Proteção à Carreira Artística”, que rapidamente viralizou e atraiu comentários de vários famosos. Escrito, dirigido e protagonizado em dose dupla pela artista, a produção faz uma sátira sobre agências de assessoria de carreira artística. O vídeo traz Manu expressando seu desejo de retornar à música, momento em que é confrontada com opções para alavancar a carreira, incluindo “opções de polêmica”, como término de namoro e traição, refletindo a fórmula demandada pela indústria fonográfica. Caso não queira seguir as dicas, ela precisa assumir que está pronta para o fracasso. Em outra fase, a atendente (também interpretada por ela) lhe oferece conceitos temáticos para enquadrar seu próximo lançamento. E desta vez a alternativa para não querer se enquadrar é fazer publicidade no Instagram. O vídeo culmina com uma cena poderosa: Manu decide, então, desistir da carreira, mas é forçada a voltar para a cadeira e forçada a se submeter. A atendente do programa enfatiza então como a sensibilidade e o tempo necessário para o processo criativo de alguns artistas são incompatíveis com as normas de sucesso atuais. Essa cena, em particular, parece ter ressoado fortemente com os artistas que assistiram ao vídeo. Repercussão Cantoras como Anitta, Ludmilla, Priscilla Alcântara e Mariana Xavier comentaram que se viram refletidas no vídeo. Anitta, por exemplo, comentou ironicamente sobre a frequência com que se viu em situações semelhantes descritas no curta: “Levanta a mão quem também foi pra essa salinha 10 vezes esse ano”, ela mencionou. Priscilla, recentemente transicionada do gospel para o pop, se emocionou com o vídeo, descrevendo sua reação como “Chorrindo. Incrível”. Já a atriz Mariana Xavier refletiu sobre as pressões da indústria, afirmando: “Tenho pensado tanto sobre isso. Sobre como o modelo atual do ‘sucesso’, nos cobrando produtividade e presença maciças, nos empurra na direção contrária à essência que faz de nós artistas”. Giulia (ex-B), que fez uma alteração no nome artístico, também elogiou: “Te venero. Isso tá demais. Já assisti 10 vezes, no mínimo.” Mas a iniciativa também sofreu críticas. A jornalista Carol Prado, do grupo Globo, chamou a crítica de Gavasi de “rasa como um pires” e ainda detonou a postura de artistas do mainstream que criticam a indústria enquanto se beneficiam dela. Novo projeto O vídeo chama atenção para Manu no momento em que ela inicia um novo projeto, que incluirá três músicas e quatro curtas-metragens. “Programa de Proteção à Carreira Artística” é apenas o primeiro curta da nova fase. Uma postagem do Instagram mostrou que os próximos curtas contarão com participações especiais das atrizes Leticia Colin e Pathy de Jesus. Além disso, mostrarão Manu em diversas situações na cidade de São Paulo, incluindo cenas em que ela aparece cantando em um bar e em uma reunião tensa.
Jesuíta Barbosa se encontra com Ney Matogrosso em preparação para filme
O ator Jesuíta Barbosa, que vai interpretar Ney Matogrosso no filme “Homem com H”, encontrou-se com o cantor em seu apartamento, no Rio, na tarde de sexta-feira (9/12). Várias imagens com o registro de uma conversa entre os dois na sala e no terraço do apartamento foram postadas no Instagram pelo diretor Esmir Filho, que comanda longa, e repostadas por Jesuíta em suas redes sociais. Em nota divulgada à imprensa sobre a escalação do ator, Esmir Filho disse ter realizado um grande processo de seleção para definir quem assumiria o papel de Ney Matogrosso no cinema. “Jesuíta foi o grande destaque e nos pareceu a escolha certa, não só pelo ator maravilhoso que é, mas também por ser um artista performático como Ney”, disse Esmir. Conhecido pelo trabalho na novela “Pantanal”, o ator já tem trabalhos de destaque no cinema nacional, em filmes como “Tatuagem” (2013) e “Praia do futuro” (2014). “Homem com H” transitará entre diferentes fases da carreira de Ney Matogrosso passando por sua infância, adolescência, vida adulta e maturidade, incluindo sua participação à frente do pioneiro grupo glam brasileiro “Secos e Molhados” nos anos 1970, além de detalhar seus amores e sua longa carreira solo. Com início de filmagens marcado para fevereiro de 2024, o projeto tem apoio do cantor, que participou do desenvolvimento e das decisões referentes ao roteiro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Esmir Filho (@esmirfilho)
Claudia Leitte é acusada de plágio de Bea Duarte, que reage: “Existem, sim, semelhanças”
A recente participação de Claudia Leitte no “The Voice Brasil”, exibido na quinta (7/12) na Globo, gerou controvérsia nas redes sociais. Após o programa, onde apresentou a música nova “Liquitiqui”, a artista enfrentou acusações de plágio. Fãs de Bea Duarte, cantora independente e ex-jurada do “Canta Comigo Teen”, apontaram semelhanças entre “Liquitiqui” e a faixa “Lilith”, de Bea. A própria Bea gravou um vídeo no Instagram, dizendo que acordou nesta sexta (8/12) com um monte de gente marcando seu nome e falando da canção de Claudia. Ela então comparou as duas músicas, mostrando a forte semelhança entre elas. Mesmo se dizendo com receio de se posicionar sobre o assunto, a artista chegou a dar datas de lançamento para reforçar que acredita sim que “Liquitiqui” é parecida demais com “Lilith”. “Acalmem-se, fãs da Milk. Também não precisam me atacar só porque existem, sim, semelhanças. Eu nem sei ainda como absorver essas informações e eu só estou me pronunciando porque o assunto virou um campo de guerra”, comentou. Bea então lembrou que a música era remix de um outro artista e que já tinha gente dizendo que, na verdade, foi ela quem plagiou a faixa original. Por isso, ela explicou que a sua canção é de 2021 enquanto a gravação original de “Liki Tiki”, da banda Kes (de Trinidad e Tobago), é de 2022 – acrescentando que a banda “claramente conhece o Brasil, já que está fazendo um remix com a Claudia Leitte”. “Não sei o que pensar sobre isso ainda e estou em pane mental”, comentou. “Eu estou com medo de me posicionar e falar qualquer palavra nessa altura do campeonato”, completou, encerrando o vídeo com um “remix” caseiro juntando as duas faixas. Posicionamento de Claudia Leitte A equipe de Claudia Leitte também reagiu às polêmica. As acusações foram abordadas num comunicado emitido para a imprensa. Segundo a assessoria, “Liquitiqui” possui “construção melódica e composição absolutamente diferentes”, descartando as alegações de semelhança com a música de Bea Duarte. “A assessoria da cantora informa que a canção ‘Liquitiqui’ possui construção melódica e composição absolutamente diferentes, o que não justifica a acusação infundada de plágio”, diz a nota sucinta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bea Duarte (@beadarte)
Sepultura anuncia separação e turnê mundial de despedida
A banda Sepultura anunciou nesta sexta-feira (8/12) que vai acabar. O comunicado foi postado no Instagram oficial da banda. “O Sepultura vai parar. Vai morrer. Uma morte consciente e planejada. Nos próximos 18 meses, vamos celebrar 40 anos junto aos nossos fãs em uma tour de despedida que vai passar por todo o planeta. Será uma celebração do passado e do presente pela última vez”, declarou o grupo, que batizou sua turnê de despedida de “Celebrating Life Through Death”. O quarteto composto por Derrick Green, Paulo Jr., Eloy Casagrande e Andreas Kisser já antecipou que os shows de despedida começarão em 2024 e passarão por diversos países das Américas e Europa. Serão ao todo 40 shows. A turnê final será gravada e dará origem a um disco ao vivo, com 40 músicas registradas nas 40 apresentações da banda. Fim do Sepultura O Sepultura foi criado pelos irmãos Max e Igor Cavalera, em Belo Horizonte (MG), em 1984, e na época já contava com o baixista Paulo Jr. A banda se tornou referência no heavy metal, principalmente por misturar o som pesado com elementos tribais, indígenas, africanos, entre outros. O reconhecimento internacional aconteceu em 1996, quando o grupo lançou o álbum “Roots”, que contou até com Carlinhos Brown como um dos colaboradores. O disco também marcou a despedida do vocalista Max Calavera, enquanto seu irmão (baterista) se desligou 10 anos depois. Da formação original, apenas o baixista Paulo Jr. se manteve presente durante todas as diferentes configurações. Depois dele, o guitarrista Andrea Kisser é o membro atual mais antigo, tendo se juntado à banda em 1987. Já o vocalista Derrick Green entrou em 1998, após a saída de Max. Pra completar, Eloy Casagrande só surgiu em 2011, como o segundo baterista a ocupar a vaga de Igor, após Jean Dolabella. O lançamento mais recente do grupo foi o álbum “SepulQuarta”, que foi gravado em lives com convidados durante a pandemia de Covid-19 e lançado em 2021. Na época, ndreas Kisser afirmou ao g1 que o grupo vivia “o melhor momento da carreira em todos os aspectos”. Confira abaixo as datas brasileiras da turnê de despedida da banda. Belo Horizonte: 1 de março, no Arena Hall com ingressos entre R$ 75 a R$ 250 Juiz de Fora: 2 de março, no Estacionamento Cultural com ingressos entre R$ 75 a R$ 200 Brasília: 9 de março, na Arena Lounge com ingressos entre R$ 75 a R$ 200 Uberlândia: 15 de março, no Castelli com ingressos entre R$ 75 a R$ 200 Porto Alegre: 21 de março, no Araújo Vianna com ingressos entre R$ 62,50 a R$ 250 ,strong>Curitiba: 22 de março, no Live com ingressos entre R$ 75 a R$ 200 Florianópolis: 23 de março, na Arena Opus com ingressos entre R$ 100 a R$ 200 São Paulo: 6 de setembro, no Espaço Unimed com ingressos entre R$ 75 a R$ 350












