Compadre Washington faz cirurgia de emergência
O cantor Compadre Washington, do grupo É o Tchan, foi diagnosticado com apendicite aguda e precisou ser submetido a uma cirurgia de mergência nesta sexta-feira (29/12). De acordo com a assessoria do É O Tchan, o procedimento correu como previsto e o artista segue se recuperando. “Compadre Washington deu entrada nesta madrugada, na emergência do Hospital Materdei, e foi submetido a apendicectomia por videolaparoscopia, sem intercorrências e com diagnóstico de apendicite aguda em estágio inicial. A equipe médica e a Cara de Urso Produções acompanharão de perto seu progresso e, assim que houver novas atualizações divulgaremos oficialmente”, declarou o boletim. O boletim médico divulgado pelo Hospital Mater Dei ainda diz que o cantor não tem previsão de alta. A produtora do É O Tchan informou que o grupo “cumprirá toda agenda de compromissos como programada, ficando o cantor Beto Jamaica a frente das apresentações até que Compadre se recupere totalmente”.
Billboard destaca Ludmilla entre 10 artistas latinos em ascenção
A Billboard, mais antiga publicação americana de música, destacou a cantora Ludmilla num artigo sobre os dez principais artistas latinos que tiveram ascensão em 2023. De acordo com o texto, a lista aponta os artistas que alçaram posições significativas nas paradas e/ou criaram um barulho impossível de ignorar fora de suas fronteiras. Ludmilla é a única brasileira na lista, que inclui ainda Villano Antillano, Peso Pluma, Yng Lvcas, Rels B, Young Miko, Gabito Ballesteros, Kenia Os, Chino Pacas e Joaquina, todos cantantes de hits em espanhol. 2023 foi de Ludmilla A carreira de Ludmilla atingiu alguns marcos internacionais importantes em 2023. Ela fez uma participação e cantou na trilha no blockbuster americano “Velozes e Furiosos 10”, uma das maiores bilheterias do cinema em 2023, emplacou uma música na trilha da nova versão de “A Cor Púrpura” (ainda inédita no Brasil) e estourou no continente com a música “No_Se_Ve.mp3” em parceria com a argentina Emilia. A cantora também teve um desempenho forte no Brasil, onde lotou estádios com o repertório de pagode “Numanice” e fez um show elogiado no festival The Town. Para completar o ano, ela ainda conheceu sua musa Beyoncé. Sem parar, ela já anunciou uma nova turnê de megaestrutura para arenas e estádios brasileiros para 2024.
Marketing? MC Ryan e MC Daniel relatam sumiço de joias no mesmo dia
MC Daniel e MC Ryan SP teriam perdido algumas de suas joias valiosas nesta quinta-feira (28/12). Contudo, os internautas desconfiam que tudo não passaria de uma possível estratégia de marketing entre os funkeiros por conta da “coincidência”. “Não dá pra acreditar, mano. Todos meus anéis, as dedeiras sumiram. TODOS! Sem entender, como isso… Não acredito”, se indignou Daniel. “Salve, família. Mó neurose, não tô achando umas correntes minhas aqui… Principalmente, a minha do tubarão”, declarou Ryan, que está aproveitando as férias no cruzeiro de Neymar. Curiosamente, nenhum dos dois falou em roubo. Ambos disseram que as joias sumiram ou que não as encontram. As publicações feitas nos Stories do Instagram não convenceram os seguidores. “Postou a mesma coisa, a cara marketing”, apostou um perfil do X (antigo Twitter). “Vem nova música por aí”, deduziu outro. Caso a situação seja verídica, MC Daniel teria um prejuízo considerável por perder três de suas dedeiras personalizadas em ouro cravejado 18 quilates, que somam o valor de R$ 132 mil. Um dos itens é uma homenagem a seus amigos MC Hariel, MC Kevin e – obviamente – MC Ryan SP. SE FOR MARKETING EU VOU FINGIR QUE EH VERDADE POIS ESTOU RINDO COMO UM NENEM — MARWA (@mahagess) December 28, 2023 Mc Daniel e Mc ryan postou a mesma coisa, a cara do marketing 🤡🙄 — NEGA✨️ (@_foxlady_ng) December 28, 2023 é marketing, mc daniel nem tá no cruzeiro — joão (@moraess12) December 28, 2023
Estreias | Filme do Mamonas Assassinas chega aos cinemas
Dois filmes nacionais tem tratamento de blockbuster nesta quinta (28/12) após fracassos consecutivos do cinema americano no país. “Mamonas Assassinas – O Filme” e “Minha Irmã e Eu” chegam em cerca de mil salas do circuito nacional. Além deles, as estreias incluem um terror britânico e um drama francês. Confira os detalhes. MAMONAS ASSASSINAS – O FILME A cinebiografia conta a história da banda de Guarulhos que se tornou sensação nacional em meados anos 1990. Ela acompanha a vida dos Mamonas antes da fama, principalmente Dinho, as dificuldades no início da carreira e mostra como um conjunto fracassado de rock progressivo, chamado Utopia, se reinventa como uma banda comédia e se torna um fenômeno. Mamonas Assassinas acabou virando uma das bandas mais amadas do Brasil com sua alegria contagiante, mas sua trajetória foi curta, interrompida por um fim trágico – com a morte de todos os seus integrantes em um acidente aéreo na volta de um show, em 2 de março de 1996. Entretanto, quem não conhece direito a banda pode ter dificuldades em entender a trama, que é apresentada de forma episódica, sem um desenvolvimento narrativo coerente. Isso talvez se deva ao fato do projeto original ter sido concebido por Carlos Lombardi – autor de novelas como “Uga Uga” (2000) e Kubanacan (2004) – e escrito pelo repórter Carlos Amorim como uma minissérie da Record TV. O projeto acabou reconfigurado para as telas grandes com direção de Edson Spinello, que comandou as novelas “Apocalipse” (2017) e “Rei Davi” (2012), e faz sua estreia no cinema. Entretanto, a impressão é que faltam “capítulos” na história. A Record deve exibir a versão com todos os episódios ainda em 2024. O que a produção tem de positivo é a energia do elenco, composto por atores desconhecidos do grande público, mas com grande experiência em musicais, que entregam performances melhores que o próprio filme. Ruy Brissac, que interpreta o vocalista Dinho, repete o papel que viveu no teatro em “Mamonas, o Musical”, e que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Ator Revelação. Adriano Tunes, que vive o baixista Samuel Reoli, é humorista e já trabalhou no programa “Dedé e o Comando Maluco”, do SBT, além de musicais como o da apresentadora Hebe Camargo. Robson Lima, que interpreta o tecladista Júlio Rasec, também é ator de teatro e trabalhou em “Yank – O Musical”. Rhener Freitas, que tem o papel do baixista Sérgio Reoli, trabalhou na série “Bia”, do Disney Channel. Já o guitarrista Bento quase foi vivido pelo cantor e apresentador Yudi Tamashiro, que acabou substituído por Alberto Hinomoto, sobrinho do personagem real. Alberto, que tinha 17 anos durante a produção, filmou com a mesma guitarra que pertenceu a seu tio, usada por ele nos shows da banda. As filmagens marcam sua estreia nas telas. Outro nome que estreia como atriz na produção é a famosa tiktoker Fernanda “Fefe” Schneider, intérprete de Valéria Zoppello, a namorada de Dinho, que perdeu seu companheiro quando tinha apenas 24 anos. Fernanda é um fenômeno no TikTok e acumula mais de 16 milhões de seguidores na plataforma. Para completar, os pais de Dinho são interpretados por Guta Ruiz, que já esteve no filme “Gostosas, Lindas e Sexies”, e Jarbas Homem de Mello, marido de Cláudia Raia e ator de “Roque Santeiro – O Musical”. MINHA IRMÃ E EU Ingrid Guimarães e Tatá Werneck vivem duas irmãs que se odeiam sem deixar de se amar em seu novo encontro cinematográfico. Amigas de longa data, as duas já dividiram a tela em “De Pernas pro Ar 2” (2012), “Loucas para Casar” (2015) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). Desta vez, elas vivem as irmãs Mirian (Ingrid) e Mirelly (Tatá), que nasceram em Rio Verde, Goiás, mas seguiram caminhos opostos na vida. Mirian nunca saiu de sua cidade e se acostumou à rotina pacata do interior. Já Mirelly partiu cedo para o Rio de Janeiro e toda a família acompanha pelas redes sociais seu sucesso, sempre rodeada de amigos famosos. O que os familiares não sabem é que é tudo fake. Na verdade, ela vive com as contas atrasadas e passa muito perrengue fazendo bicos e cuidando dos animais de estimação de celebridades, como a cantora IZA e o casal de atores Lázaro Ramos e Taís Araújo (que interpretam a si mesmos na produção), que ela mente que são seus amigos. Acreditando na mentira, Mirian decide que sua mãe (Arlete Salles) passará a morar com a irmã rica. A situação gera uma grande discussão e o caos culmina com o desaparecimento da mãe das duas, que a partir daí têm que deixar de lado as diferenças e se unir para procurá-la. “Minha Irmã e Eu” é o terceiro filme com “Minha” no título da diretora Susana Garcia, após “Minha Vida em Marte” e o blockbuster “Minha Mãe é uma Peça 3”. Explorando a dinâmica de opostos das irmãs, a comédia de apelo popular é uma das mais divertidas a chegar aos cinemas em 2023. O SENHOR DO CAOS O terror folk britânico acompanha Rebecca Holland, interpretada por Tuppence Middleton (“Sombras da Guerra”), uma pregadora cristã que se muda para a cidadezinha de Burrow com a filha Grace e é recebida com curiosidade pela comunidade local, cujas crenças ainda mantém tradições pagãs. Uma dessas tradições é um festival agrícola, que acaba escolhendo Grace como o “Anjo da Colheita”. Entretanto, a menina desaparece misteriosamente durante o evento, levando a protagonista a uma busca angustiante, que revela segredos sombrios sobre o local e seu líder. A atmosfera do filme é impulsionada pelas performances marcantes, especialmente a de Ralph Ineson (“A Bruxa”), que vive o líder carismático e ameaçador da comunidade. As descobertas da protagonista sobre a natureza da cidade e o misterioso festival proporcionam reviravoltas na trama, mantendo o suspense. Com roteiro de Tom Deville (de “A Maldição da Floresta”) e direção de William Brent Bell (de “A Órfã 2: A Origem”), o filme segue alguns padrões do terror pagão rural, estabelecidos no clássico “O Homem de Palha” (1973), mas também oferece surpresas e uma cinematografia marcante, que enfatiza a beleza natural do cenário campestre, capaz de se apresentar tanto de forma idílica quanto inquietante. PARE COM SUAS MENTIRAS Adaptação cinematográfica do romance autobiográfico de Philippe Besson, o drama gira em torno de Stéphane Belcourt (interpretado por Guillaume de Tonquédec, de “Qual É o Nome do Bebê”), um autor famoso que retorna, após 35 anos, à sua cidade natal na região francesa de Cognac. O motivo de seu retorno é um convite para um evento, mas suas verdadeiras intenções são reencontrar seu passado romântico, e ao chegar estabelece uma conexão com Lucas (Victor Belmondo, neto do icônico Jean-Paul Belmondo), filho de seu primeiro amor perdido. A narrativa se alterna entre o presente e flashbacks do jovem Stéphane, um estudante desajeitado do último ano do ensino médio, interpretado por Jérémy Gillet, e sua relação com Thomas Andrieu (Julien De Saint Jean), um aluno popular. A história explora a intensidade do primeiro amor e as repercussões de um romance secreto e envergonhado. Apresentado com duas narrativas paralelas – a do Stéphane adulto, celebridade local em Cognac, e a de seu eu jovem em 1984 – , o filme investiga as ramificações da fascinação do protagonista por outro jovem, às vezes beirando o sentimentalismo. A obra guarda semelhanças com “Verão de 85” de François Ozon, ambas adaptações de romances que lidam com o romance gay masculino às vésperas da crise da AIDS, e ambas apaixonadas por um amante que anda de moto. A dor de um tempo desperdiçado e de um amor perdido é um tema familiar no cinema queer, mas o filme de Olivier Peyon (“O Filho Uruguaio”) também oferece uma reflexão comovente sobre o amor adolescente.
Márcia Fu é convidada para gravar funk com WZ Beat
O produtor WZ Beat está bastante interessado nos dons musicais de Márcia Fu, principalmente depois da ex-peoa avalancar o hit “Escrito nas Estrelas”. A prova disso é que a ex-atleta foi convidada pelo DJ para gravar um funk exclusivo que promete dar o que falar. “Já tenho um single pronto, mas caso ela aceite, podemos ajustá-lo. Tenho certeza que será um tremendo sucesso. Assim que aceitar, a gente já marca uma data para entrar em estúdio”, revelou WZ Beat à colunista Fábia Oliveira. Apesar de parecer uma surpresa, Márcia Fu tem se mostrado uma revelação musical bastante promissora. No último fim de semana, por exemplo, ela foi convidada para subir no palco com Lauana Prado, que tem a canção de Tetê Espíndola como parte do repertório. “Eu sou muito desafinada”, desabafou a ex-peoa, depois de distribuir uma chuva de bordões ao público.
Jabá, ex-baixista do Ratos de Porão, morre aos 60 anos
O músico Jarbas Alves, ex-baixista do Ratos de Porão mais conhecido como Jabá, morreu nesta terça (26/12) aos 60 anos. Ele vinha sofrendo problemas de saúde há tempos e, em setembro, o Ratos de Porão pediu ajuda financeira para arcar com a internação do músico, que estava com problemas nos rins e no fígado. A notícia da morte foi divulgada por Jão, também do Ratos de Porão. “Meu irmão da vida inteira se foi, meu querido Jarbas nos deixou, descanse em paz irmão”, escreveu o guitarrista. O vocalista João Gordo e o perfil da banda nas redes sociais lamentaram a morte. “Querido irmão, descanse em paz”, publicou João Gordo. “Descanse em paz, amigo Jarbas”, postou a banda. Músicos como Paulo Xisto, baixista do Sepultura, e a banda Black Pantera deixaram comentários solidários na postagem. Jabá fez parte da formação original da banda pioneira de punk rock e hardcore. Muitos não lembram, mas o Ratos do Porão foi formado em 1981 como um trio, com Jabá no baixo, Betinho na bateria e Jão no vocal e guitarra. Ele permaneceu na banda paulistana até 1992, tendo participado de cinco álbuns clássicos, incluindo “Crucificados Pelo Sistema” (1984), “Cada Dia Mais Sujo e Agressivo” (1987) e “Brasil” (1989), e da formação com Mingau, ex-guitarrista do Ratos de Porão (e ultimamente baixista do Ultraje a Rigor) que ficou entre a vida e a morte no ano passado, após levar um tiro na cabeça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jão Ratos (@jaoratos) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ratos De Porao Oficial (@ratosdeporao) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por velho ranzinza (@jgordo)
Márcia Fu canta “Escrito nas Estrelas” em show de Lauana Prado
A cantora Lauana Prado contou com uma convidada muito especial no show que apresentou na sexta (23/12) à noite no Villa Country, em São Paulo. “Para a gente fazer esse show ser realmente inesquecível, eu vou chamar no palco essa mulher que atropelou 2023”, disse Lauana, antes de chamar a convidada ao palco: Márcia Fu. As duas cantaram juntas a música “Escrito nas Estrelas”, que viralizou durante a participação da atleta em “A Fazenda 15”. “Eu sou muito desafinada”, desabafou a ex-peoa, depois de distribuir uma chuva de bordões ao público. “O Brasil não concorda. Eu vi várias enquetes e a sua [versão da música] disparada é a melhor”, disse Lauana, divertindo-se antes de começar a tocar a canção. O que diz Tetê Espíndola “Escrito nas Estrelas” faz parte do repertório de Lauana, mas a gravação original é de Tetê Espíndola, que apareceu em vídeo durante o show da cantora sertaneja. Ela também adorou a repercussão causada pela versão desafinada de Márcia Fu, responsável por resgatar sua música de 1985 da mesma forma que “Stranger Things” fez com um música do mesmo ano, de Kate Bush. Tetê falou à imprensa que ficou deslumbrada ao ver seu antigo sucesso aparecer no 1º lugar do Spotify após tantas décadas. “Tá sendo tudo uma novidade, porque eu sou da época do LP, das entrevistas nas rádios, que eu adorava, e isso tudo, esse tipo de mídia, tá sendo uma novidade para mim. Mas eu fiquei muito contente, achei muito legal ela ter lembrado dessa música, que tá há 38 anos na minha carreira, e eu toco e canto em todos os shows”. A cantora revelou que a repercussão de “A Fazenda 15” fez com que a música se tornasse conhecida pelas novas gerações, além de ter-lhe rendido vários seguidores nas redes sociais. “Eu abro meu Instagram, eu não tenho tempo de responder tudo, isso foi algo que mudou. É muito engraçado quando eu abro o Instagram, tem todas as pessoas cantando a minha música, em vários tons.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LAUANA PRADO (@lauanaprado)
Hoje é dia de “Especial Roberto Carlos”. Saiba detalhes do show
A Globo exibe nesta sexta (22/12) o tradicional “Especial Roberto Carlos”, que faz sua programação de fim de ano há algumas décadas. A edição deste ano recebeu o subtítulo de “Eu Ofereço Flores” e, além da TV, também poderá ser assistida pela plataforma Globoplay. O especial, que vai ao ar às 22h25, logo após a novela “Terra e Paixão”, foi gravado em 29 de outubro e contou com seis convidados. Cantando músicas suas e dos colegas cantores, Roberto Carlos esteve no palco ao lado de Luísa Sonza, Ana Castela, Fábio Jr., Mumuzinho, Jão e até o humorista Paulo Vieira. Confira abaixo o repertório da apresentação. “Amazônia” “Quando” “Eu Ofereço Flores” “Olha” (com Luísa Sonza) “Chico (Se Acaso me Quiseres)” (com Luísa Sonza) “20 e Poucos Anos” (com Fábio Junior) “É Preciso Saber Viver” (com Fábio Junior) “Solteiro Forçado” (com Ana Castela) “Como Vai Você” (com Ana Castela) “Me Lambe” (com Jão) “É Proibido Fumar” (com Jão) “Eu Mereço Ser Feliz” (com Mumuzinho) “Ilegal, Imoral, ou Engorda” (com Paulo Vieira)
Show de 30 anos de carreira de Ivete Sangalo será exibido nesta noite na Globo
A rede Globo vai exibir nesta quarta-feira (20/12), o show de celebração dos 30 anos de carreira de Ivete Sangalo, com transmissão do estádio do Maracanã. A apresentação começa às 21h, mas a exibição na TV Globo será feita apenas a partir das 22h, após a novela “Terra e Paixão”. Apesar dessa diferença, os assinantes do canal Multishow poderão acompanhar o show na íntegra ao vivo. Para a exibição na TV, a emissora escalou a atriz Taís Araújo para comandar a apresentação, que é considerada parte da programação especial de fim de ano da emissora carioca. O show de Ivete também terá participações especiais. Estão confirmados a cantora Ludmilla e o guitarrista Andreas Kisser, da banda Sepultura. Ivete e Ludmilla devem apresentar juntas o feat “Macetando”, que faz parte do EP “Reivete-se 3.0”, trabalho recente da artista baiana com três músicas inéditas. Apesar da atenção especial dirigida para o espetáculo, Ivete considera o show de hoje como um “esquenta” para a turnê que ela fará no próximo ano, quando pretende fazer 30 shows celebrando sua carreira em estádios e arenas por todo o país. A ideia é levar a mesma estrutura que será vista na transmissão desta noite na Globo para a estrada.
Anitta lança vídeo de “Joga pra Lua” com Pedro Sampaio e Dennis DJ
Anitta lançou o vídeo de “Joga pra Lua”, uma parceria com dois dos maiores produtores de funk, Pedro Sampaio e Dennis DJ. O vídeo de funk foi gravado à noite numa praia deserta (Arraial do Cabo, no Rio), e traz Anitta dançando na areia e numa plataforma molhada pelas águas do mar, junto com a dançarina Ohana Lefundes, numa coreografia provocante. Os DJs também participam da gravação fazendo poses marrentas. O lançamento é um “visualizer”, em vez de um clipe propriamente dito – isto é, uma versão menos desenvolvida e menos complexa de um clipe. Trata-se de uma produção contida para finalizar o ano, que foi iniciado com a ostentação de uma mini-ópera funk com três clipes de historinhas interligadas. Ela mesma assina a direção criativa do vídeo, que contou ainda com direção de Bruno Shintate. Em contraste com a obra despojada – cuja iluminação dirigida passa a impressão de ter sido rodada em estúdio – , Anitta também pode ser vista numa superprodução recente: o clipe de “Bellakeo”, de Peso Pluma. A feat de reggaeton entrou no fim de semana no Top 50 Global do Spotify. Ocupada, Anitta prepara o lançamento de seu novo álbum, “Funk Generation: A Favela Love Story”, para logo depois do Carnaval.
Anitta faxina e sofre nos bastidores do clipe de “Joga pra Lua”
Anitta compartilhou com seus seguidores várias prévias da gravação de seu novo clipe “Joga pra Lua”, uma parceria com dois dos maiores produtores de funk, Pedro Sampaio e Dennis DJ. A cantora publicou fotos e vídeos, acompanhados por trechos da música, que revelam os desafios enfrentados durante a produção do projeto, que foi gravado à noite numa praia deserta. Desafios e perrengues no set Em um dos vídeos divulgados, Anitta aparece se sentando na areia, expressando dificuldades. “Hoje é um dia muito bom para as inimigas. Hoje é um dia que estou sofrendo”, comentou a cantora. Em outro, ela aparece com um rodo na mão, limpando água do mar no cenário, enquanto discute aspectos técnicos com um membro da equipe de câmera e a dançarina Ohana Lefundes, questionando a possibilidade de fazer a coreografia no piso molhado. A interação gerou um climão, quando Anitta questionou ironicamente se o câmera iria dançar após ele concordar com uma sugestão. Enquanto alguns se espantaram com a grosseria com o câmera, teve quem se impressionasse com outro detalhe: “Anitta, primeira brasileira a faxinar em um clipe”. Lançamento de “Joga Pra Lua” A música “Joga Pra Lua” foi disponibilizada na noite de quinta (14/12) nas plataformas musicais, mas o lançamento oficial do clipe está agendado apenas para segunda-feira (18/12), às 11h. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta)
Carlos Lyra, ícone da bossa nova, morre aos 90 Anos
Carlos Lyra, um dos principais nomes da bossa nova, faleceu na madrugada deste sábado (16/12), aos 90 anos. O compositor estava internado desde quinta-feira (14/12) no Hospital da Unimed, na Barra da Tijuca, devido a um quadro de febre que se agravou com uma infecção. Conhecido por clássicos atemporais, Lyra deixou um legado inestimável no cenário musical brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro em 1933, ele começou sua jornada musical ainda na infância, desenvolvendo-se ao longo dos anos como um talentoso compositor e violonista. Foi um dos fundadores da Academia de Violão, um importante berço musical da bossa nova, e teve participações marcantes no desenvolvimento do gênero. Além de suas próprias canções, Lyra colaborou com grandes nomes como Vinicius de Moraes, João Gilberto e Tom Jobim, que o considerava o “maior melodista do Brasil”. Origens da bossa nova A Academia de Violão foi um marco na cena musical do Rio de Janeiro, localizada em um quarto-e-sala em Copacabana. Apesar do espaço modesto, cedido por um amigo de Lyra, a academia foi essencial no nascimento das primeiras canções da bossa nova e se tornou um celeiro de talentos da bossa nova, frequentado por artistas como Marcos Valle, Edu Lobo, Nara Leão e Wanda Sá. Curiosamente, a academia encerrou suas atividades após um incidente envolvendo um preservativo usado encontrado no sofá. O público começou a reconhecer o talento de Lyra com a canção “Menino”, interpretada por Sylvia Telles em 1956. Em 1957, Lyra participou do primeiro show da bossa nova na Sociedade Hebraica – que usou pela primeira vez a expressão bossa nova. Em 1959, João Gilberto incluiu canções de Lyra em seu histórico LP “Chega de Saudade”, como “Maria Ninguém”, “Lobo Bobo” e “Saudades Dez um Samba”. Lyra priorizou a composição, marcando presença significativa nos três primeiros discos de João Gilberto. Outra grande parceria do artista foi com Vinicius de Moraes, iniciada na década de 1960. Juntos, eles criaram mais de 20 canções, muitas das quais se tornaram ícones da bossa nova e da música popular brasileira. Entre essas obras, destaca-se a trilha sonora do musical “Pobre Menina Rica” (1962) e como canções como “Você e Eu”, “Coisa mais Linda” e “Minha Namorada”. Essas músicas não apenas definiram o som e o espírito da bossa nova, mas também se mantêm atuais, sendo constantemente regravadas e reinterpretadas por novos artistas. Não por acaso, Vinicius referia-se a Lyra como parte da “Santíssima Trindade” da bossa nova, ao lado de Baden Powell e Tom Jobim. Engajamento político e artístico Além de sua contribuição musical, Lyra também foi ativamente envolvido no cenário político e cultural. Em 1961, foi um dos fundadores do Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional dos Estudantes (UNE), onde apresentou jovens compositores da Zona Sul do Rio, como Nara Leão. Ele também compôs o “Samba da Legalidade” durante a Campanha da Legalidade – para impedir um golpe e garantir a posse o Presidente João Goulart. Em 1962, musicou “Couro de Gato”, curta-metragem premiado de Joaquim Pedro de Andrade que foi incluído como segmento do filme histórico “Cinco Vezes Favela”, além de ter feito a trilha de “Gimba”, dirigido por Flávio Rangel. No mesmo ano, ainda participou do histórico Festival de Bossa Nova, realizado no Carnegie Hall, em Nova York, que colocou a bossa nova no cenário internacional. Com o golpe militar de 1964, o cenário político do Brasil sofreu uma transformação dramática, afetando profundamente artistas e intelectuais. Lyra, conhecido por suas posições políticas firmes, sentiu diretamente o impacto dessas mudanças e, diante do ambiente repressivo instaurado pelo regime militar, decidiu deixar o país. Durante seu exílio, viveu e trabalhou nos Estados Unidos e no México, continuando a produzir música e a expressar suas ideias através da arte, em contato com artistas americanos como Stan Getz. Sua volta ao Brasil ocorreu em 1971, um momento ainda marcado por intensa repressão política. A volta ao Brasil Lyra voltou casado com a modelo americana Kate Lyra, com quem desenvolveu composições em inglês como “I See Me Passing By”, “Nothing Night” e “It’s so Obvious” (versão de “Cara Bonita”). Mas Kate acabou se tornando conhecida no Brasil por outro motivo, graças a sua participação em humorísticos como “A Praça da Alegria” e “Viva o Gordo”, em que desempenhava o papel de uma americana ingênua – ela marcou época com o bordão “brasileiro é tão bonzinho”. Os dois tiveram uma filha, Kay Lyra, que também virou cantora. Em sua volta, o compositor se aproximou da TV, contribuindo para a trilha sonora da novela “O Cafona” (1971) com as canções “Tudo que Eu Sou Eu Dei” e “Gente do Morro”, esta última uma colaboração original com Vinicius de Moraes para a peça “Eles Não Usam Black-Tie”, de Gianfrancesco Guarnieri. Em 1973, Lyra assinou com a gravadora Continental e lançou o álbum homônimo “Carlos Lyra”. Mas seu disco seguinte, “Herói do Medo” (1974) foi censurado na íntegra e só liberado e lançado em 1975. Indignado, Lyra voltou a se mudar para os EUA, onde viveu por dois anos, participando da “terapia do grito primal” de Arthur Janov e estudando astrologia na Sideral School of Astrology. Ele retornou ao Brasil em 1976, lançando pela Editora Codecri, do jornal “O Pasquim”, o livro “O Seu Verdadeiro Signo”. Ele participou ativamente do Congresso da UNE realizado em Salvador em 1979, regendo um coro de cinco mil estudantes na canção “Hino da UNE”, de sua autoria e de Vinicius de Moraes. E seguiu nos anos 1980 trabalhando em diversos projetos culturais, como “Vidigal”, peça teatral de Millôr Fernandes, “As Primícias”, de Dias Gomes, e “O Dragão e a Fada”, peça infantil premiada no México, além de fazer colaborações com o cantor espanhol Julio Iglesias. Big in Japan Sua carreira internacional explodiu com shows no Japão e participações em festivais de jazz, levando-o a turnês no exterior que ocuparam boa parte de sua agenda nos anos 1980 e 1990. Ele chegou a lançar um disco exclusivo no Japão, “Bossa Lyra”, em 1993. Depois de compor a trilha do filme “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), voltou para o Japão para uma série de shows, vivendo uma ponte aérea internacional entre apresentações em Tóquio e no Rio. Em 2001, seu disco “Saravá” foi premiado pela revista japonesa Record Collectors como o melhor relançamento do ano. Um dos marcos dos anos 2000 foi sua colaboração com o letrista Aldir Blanc. Juntos, compuseram 19 músicas para o musical “Era no Tempo do Rei”, baseado no livro de Ruy Castro. Esse projeto, realizado entre 2009 e 2010, demonstrou a versatilidade de Lyra e sua habilidade em adaptar-se a diferentes contextos e estilos musicais. Ao longo da carreira, Lyra participou de vários shows comemorativos, dos 25 anos, dos 50 anos e dos 60 anos da bossa nova, além de ter sido entrevistado para diversos documentários sobre o tema. Mas nunca pensou em se aposentar. No ano passado, quando completou 90 anos, lançou do álbum “Afeto”, uma compilação de suas músicas interpretadas por diversos artistas, demonstrando o amplo reconhecimento e respeito que Lyra conquistou no mundo da música.
Luísa Sonza gera climão no WME Awards 2023 ao não receber prêmio
A cantora Luísa Sonza gerou um climão na noite desta quinta-feira (14) durante o WME Awards 2023. Vencedora na categoria Música Mainstream pela canção “Chico”, ela sumiu na hora de subir ao palco para receber o troféu, apesar de estar presente no evento. As apresentadoras Titi Müller e Marimoon ficaram no vácuo e questionaram o paradeiro da cantora. Diante da falta de resposta, deixaram o palco. Titi Müller chegou a insinuar que Sonza estaria no banheiro, recebendo o troféu posteriormente. Sobre a música premiada “Chico” é uma obra composta por Sonza, dedicada ao seu ex-namorado, o influenciador Chico Moedas. A música se destacou nas plataformas digitais, mas a relação entre Sonza e o namorado terminou em setembro, após a cantora revelar uma traição. Desde então, Sonza optou por mudar a letra para virar uma homenagem a Chico Buarque. Ela também disse na quarta-feira (13/12) que foi “obrigada” a citar o investidor no documentário “Se Eu Fosse Luísa Sonza”, da Netflix, e que não pode “ver esse cão nem pintado de ouro”. Apesar do episódio durante a premiação, Luísa Sonza teve uma participação notável no WME Awards 2023, iniciando o evento com uma homenagem à Rita Lee. Nem a organização do evento nem a própria Sonza se pronunciaram sobre o motivo de sua ausência no momento da premiação até o momento. Para quem não conhece o prêmio, WME significa Women’s Music Events, e apesar do nome em inglês é uma premiação anual de música brasileira focada em artistas femininas. o famoso climão no wme pq luísa sonza ganhou com chico mas não subiu no palco pra pegar o prêmio … pic.twitter.com/noilFHx6By — maria luísa (@asiulrodrigues) December 15, 2023












