Valesca Popozuda vai atuar na série TOCs de Dalila do Multishow
Depois de mostrar seu talento dramático em comerciais da série “Orange Is the New Black”, a funkeira Valesca Popozuda vai entrar numa série de verdade. Ela fará uma participação na 2ª temporada de “TOCs de Dalila”, série de comédia do canal pago Multishow Criada e estrelada por Heloísa Périssé, a série gira em torno de Dalila (Périssé), uma psicóloga que se afastou da carreira para se dedicar à família e se torna neurótica por limpeza e organização. Quando seu filho (Bruno Jablonski) posta um vídeo na Internet que se torna virtual, a obsessão por limpeza acaba virando carreira, transformando Dalila numa especialista em organizar ou dar dicas de organização para as pessoas, e, de quebra, também as ajuda com seus problemas emocionais. Segundo o jornal O Globo, Valesca interpretará gêmeas que se consultarão com Dalila. Vale lembrar que ela estreou como atriz justamente numa série do Multishow, aparecendo num episódio de “Vai que Cola” em 2014. Além dela, Suzana Pires (“Loucas para Casar”) também fará uma participação nos novos capítulos como uma cantora sertaneja.
Sergio Mallandro é vidente picareta em cena do filme Ninguém Entra, Ninguém Sai
A Imagem Filmes divulgou um vídeo do besteirol “Ninguém Entra, Ninguém Sai” centrado no personagem de Sergio Mallandro (“Muita Calma Nessa Hora”), um vidente picareta. A prévia traz comentários de bastidores e uma cena em que o personagem chacoalha as mãos, desdenha e apresenta a conta para a personagem de Mariana Santos (“É Fada!”). Apesar do vídeo, a maior parte da trama acontece num motel, durante um cerco policial que surpreende vários casais. Eles não podem sair do local, enquanto curiosos e a imprensa armam o circo. A história adapta uma crônica de Luis Fernando Veríssimo e marca a estreia de Hsu Chien na direção de longas. Taiwanês radicado no Brasil, ele foi assistente de direção de mais de 60 filmes, entre eles o americano “Turistas” (2006), o épico “Chatô, o Rei do Brasil” e diversos blockbusters do gênero besteirol, como “De Pernas pro Ar” (2010), “Minha Mãe é uma Peça: O Filme” (2013) e “Meu Passado Me Condena: O Filme” (2013). O elenco junta um monte de coadjuvantes do Multishow, do Porta dos Fundos e do “Zorra”, da Globo, além de Danielle Winits (“Até que a Sorte nos Separe”), uma irreconhecível Guta Stresser (a ex-Bebel de “A Grande Família”) e André Mattos (de “Tropa de Elite”). O lançamento está marcado para 4 de maio.
Maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2016 foram comédias e produtos televisivos
Dados das bilheterias brasileiras, revelados pelo site Filme B, confirmam a manutenção do perfil dos blockbusters nacionais. A tendência vista no ano anterior se repetiu, e as maiores bilheterias do cinema falado em carioquês e paulistano em 2016 foram produtos derivados da TV e comédias besteiróis. Muito acima dos demais, o fenômeno “Os Dez Mandamentos”, uma versão condensada de novela, tornou-se não apenas o filme mais visto do Brasil em 2016, mas em todos os tempos. Milagre, diriam alguns. A tendência ainda inclui a adaptação da novela infantil “Carrossel”, mostrando uma reação da Record e do SBT ao predomínio da Globo Filmes. Mas também chama atenção o sucesso de “Minha Mãe É uma Peça 2”, besteirol em que um comediante do Multishow (da Globosat) se veste de mãe, ao estilo da franquia americana “Madea”, que não é distribuída no país por, ironicamente, medo de fracasso comercial. O primeiro filme já tinha sido a maior bilheteria nacional de 2013. O atual foi lançado no final de 2016 e ainda continua acumulando público – após quatro semanas em cartaz, está em 2º lugar entre os filmes mais vistos do último fim de semana. Entre as curiosidades da apuração, lançamentos que trazem números em seus títulos faturaram mais alto que os demais. À exceção de “Os Dez Mandamentos”, que não é sequência de “Os Nove Mandamentos”, a lista dos blockbusters nacionais inclui diversas continuações, como a já citada “Minha Mãe É uma Peça 2”, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina, “, “Até que a Sorte nos Separe 3” e “Vai que Dá Certo 2”. Detalhe: “Até que a Sorte nos Separe 3” foi lançado no final de 2015. O roteirista Fil Braz, de “Minha Mãe É uma Peça 2”, também emplacou outro hit, “Tô Ryca”, que tem uma origem controversa, tamanhas são suas similaridades com o filme americano “Chuva de Milhões” (1985). Talvez a cara de pau seja outra característica marcante dos blockbusters nacionais. Três das comédias listadas tem ainda a mesma premissa, acompanhando um pobretão que vira novo rico de uma hora para outra: “Até que a Sorte nos Separe 3”, “Tô Ryca” e “Um Suburbano Sortudo”. O que parece indicar que o público brasileiro não quer ver nada realmente novo. Esta preferência reflete, inclusive, no sucesso de uma novela no cinema e na proliferação de sequências. O tom infantilóide da maioria dos besteiróis listados ainda encontra justificativa no êxito de filmes infantis, como “Carrossel 2” e “É Fada!”. Vale observar que, apesar de ser um longa estrelado por um(a) youtuber, “É Fada!” não chega a marcar uma nova tendência, já que a comédia do Porta do Fundos implodiu e o filme do Christian Figueiredo não fez tanto quanto se imaginava. Há apenas um drama original no Top 10, considerado um dos piores do ano no gênero: “O Vendedor de Sonhos”, baseado num best-seller de escritor de auto-ajuda. Cheio de frases impactantes que não dizem nada, o filme emula a ideia de um guru divino, transformando um sem-teto num Moisés hermano-urbano. Outra característica que salta e arranca os olhos: todos os 10 filmes mais vistos do país foram produzidos no eixo Rio e São Paulo. Sotaques diferentes só no circuito limitado. O pernambucano “Aquarius”, por sinal, foi a única produção da pequena distribuidora Vitrine Filmes, especialista em filmes de maior qualidade, na lista dos 20 longas nacionais mais vistos de 2016. Os chamados “filmes médios” ocuparam do 11º ao 20º lugar, num nicho estendido entre os 600 mil e os 100 mil ingressos vendidos. Nesta faixa, surge a preferência das cinebiografias, entre elas “Mais Forte que o Mundo”, sobre o lutador Zé Aldo, com 565 mil ingressos vendidos, e “Elis”, sobre a cantora Elis Regina, com 538 mil. Por fim, 11 dos 15 maiores campeões de bilheteria do país foram distribuídas pela dobradinha entre Downtown e Paris Filmes, que também monopolizam os grandes lançamentos nacionais, ocupando o maior número de salas disponíveis no parque cinematográfico brasileiro. Acessibilidade é um fator considerável para o sucesso. Confira abaixo a lista com os campeões nacionais de bilheteria. Top 10: Bilheterias do Brasil em 2016 1. Os Dez Mandamentos: 11,3 milhão de ingressos / R$ 116,8 milhões 2. Minha Mãe É uma Peça 2: 2,8 milhões de ingressos / R$ 36,9 milhões* 3. Carrossel 2: 2,5 milhões de ingressos / R$ 28,5 milhões 4. Até que a Sorte nos Separe 3: 2,4 milhões de ingressos / R$ 30,7 milhões 5. É Fada!: 1,7 milhão de ingressos / R$ 20,7 milhões 6. Tô Ryca: 1,1 milhão de ingressos / R$ 14,7 milhões 7. Um Suburbano Sortudo: 1 milhão de ingressos / R$ 14,3 milhões 8. Vai que Dá Certo 2: 923 mil ingressos / R$ 11,9 milhões 9. Um Namorado para Minha Mulher: 662 mil ingressos / R$ 9 milhões 10. O Vendedor de Sonhos: 611 mil ingressos / R$ 8,2 milhões
Paulo Gustavo vai trocar Vai que Cola por nova série de humor
Paulo Gustavo vai trocar a série “Vai que Cola” por uma nova atração. Segundo a coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, o humorista está desenvolvendo a “A Vila”, nova série diária para o canal pago Multishow, que deve estrear no segundo semestre de 2017. Na trama, ele será um ex-palhaço que estaciona o trailer em uma vila, após a falência do circo onde trabalhava. Na nova vizinhança, entra em contato com novos coadjuvantes, entre eles Monique Alfradique e Teuda Bara. A série terá 25 capítulos e a ideia é apresentar a cada semana um episódio temático com um diferente gênero de humor, como “terrir” (mistura com terror), comédia romântica, policial e clown, com trapalhadas típicas de palhaços. O cenário terá uma arena rodeada pela plateia, assim como o “Vai que Cola”. Mas a saída de Paulo Gustavo do “Vai que Cola”, após quatro temporadas e um “O Filme”, não se dará de forma brusca. Ele gravará pequenas participações para “passar o bastão” para os colegas que continuam na atração: Cacau Protásio, Marcus Majella, Samantha Schmutz, Letícia Lima e Rafael Infante. Líder de audiência na TV paga no horário em que é exibido, às 22h30, “Vai que Cola” viu sua audiência no Multishow crescer 14% em 2016.
Ninguém Entra, Ninguém Sai: Besteirol passado em motel ganha trailer, fotos e pôster
A Caribe Produções divulgou o pôster, as primeiras fotos e o trailer do besteirol “Ninguém Entra, Ninguém Sai”. O título, que lembra um quadro do antigo “TV Pirata”, adapta, na verdade, uma crônica de Luis Fernando Veríssimo. A prévia resume a piada – e é só uma piada, bastante estendida por diversos detalhes – , mostrando o que acontece quando um motel é cercado pela polícia e vários casais são surpreendidos sem poder sair do local, enquanto curiosos e a imprensa armam o circo. O filme marca a estreia de Hsu Chien na direção de longas. Taiwanês radicado no Brasil, ele foi assistente de direção de mais de 60 filmes, entre eles o americano “Turistas” (2006), o épico “Chatô, o Rei do Brasil” e diversos blockbusters do gênero besteirol, como “De Pernas pro Ar” (2010), “Minha Mãe é uma Peça: O Filme” (2013) e “Meu Passado Me Condena: O Filme” (2013). O elenco junta um monte de coadjuvantes do Multishow, do Porta dos Fundos e do “Zorra”, da Globo, com Danielle Winits (“Até que a Sorte nos Separe”), uma irreconhecível Guta Stresser (a ex-Bebel de “A Grande Família”), André Mattos (de “Tropa de Elite”) e o homem, a lenda, o mito, o verdadeiro Sergio Mallandro (“Muita Calma Nessa Hora”). A estreia está marcada para 4 de maio.
Tamo Junto: Besteirol com Sophie Charlotte ganha trailer
A Paris Filmes divulgou o trailer de mais um (sim, mais um) besteirol brasileiro, “Tamo Junto”, título genérico como “Vai que Dá Certo”, “Vai que Cola” e, inevitavelmente, “Podia Ser Pior”. Só o diretor Matheus Souza escreveu e dirigiu “Apenas o Fim” (2008) e “Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida” (2012), duas obras de eloquência devidamente atestada pelos títulos. Assim como as anteriores, a nova comédia também trata de relacionamentos e pessoas perdidas na vida. Dores existenciais da classe média carioca que dominam o gênero, especialmente em sua versão Multishow – veja-se as séries do canal que já viraram filmes. A comédia marca a estreia do roteirista da série “Vai que Cola” (Leandro Soares) como protagonista. Na trama, ao se separar de uma das atrizes da TV Globo do elenco (Fernanda Souza), ele vai experimentar a vida de solteiro, mas não por muito tempo, porque outra atriz da TV Globo (Sophie Charlotte) cruza seu caminho logo em seguida, e ele rapidamente consegue convencê-la a mudar de planos, mesmo com um casamento marcado, para que ambos possam ter um final feliz de “A Primeira Noite de um Homem” (1967), grande “sacada” do roteiro, com 50 anos de existência. Tudo em clima de muita festa. Porque, claro, a vida é um multishow. Bom, este é o trailer. O filme deve ter mais história, já que sobram coadjuvantes para este fiapo de enredo, entre eles o próprio diretor e dois integrantes do Porta do Fundos (Fábio Porchat e Antonio Tabet), a outra “força” do humor besteirol brasileiro. A estreia acontece em 8 de dezembro, no mesmo dia de “O Amor no Divã”, uma semana depois do “O Último Virgem” e duas semanas antes do “esperadíssimo” “Minha Mãe É uma Peça 2”. Grandes obras do cinema brasileiro em 2016.
Elenco original vai participar da série baseada no filme E Aí, Comeu
A série baseada na comédia “E Aí, Comeu?”, filme nacional mais visto de 2012, terá os retornos de Bruno Mazzeo, Marcos Palmeira e Emílio Orciollo Neto, que interpretarão, no canal pago Multishow os mesmos personagens vistos no cinema. Baseado na peça homônima de Marcelo Rubens Paiva, o filme contava a história de Fernando, personagem de Mazzeo, um homem recém-separado que não se conforma com o fim do casamento. Conviviam com ele os amigos Honório (Palmeira), um jornalista que acredita estar sendo traído pela esposa, e Afosinho (Orciollo Netto), escritor frustrado que se apaixona por uma garota de programa. Pouca coisa vai mudar para a série. Fernando continua com dor de cotovelo, Honório tem cada vez mais dúvidas sobre a vida de casado, mas Afonsinho, que voltou da Europa, agora quer abrir um hostel. A série terá 13 episódios e roteiros de Mazzeo em parceria com Guilherme Siman, Guga Gessule e Pedro Henrique Neschling. Boa parte da ação acontecerá em torno do hostel de Afonsinho, onde se hospedarão alguns dos novos personagens, como a eslovena de férias interpretada por Talita Tilieri (“Malhação”). A previsão de estreia é para o primeiro semestre de 2016.
Maria Paula vai voltar a se juntar ao Casseta & Planeta em nova série de humor
A atriz Maria Paula vai voltar a trabalhar com a trupe Casseta & Planeta. Ela foi convidada a participar de um dos episódios do novo programa que os comediantes terão no canal pago Multishow, informou o blog de Patricia Kogut no jornal O Globo. Ainda sem título definido, a atração será um mockumentary (um falso documentário) sobre como estão os humoristas atualmente. Maria Paula trabalhou com o grupo de 1994 a 2010, e está longe da TV desde 2013, quando fez “Malhação”. A nova atração deve entrar na grade do Multishow só no segundo semestre do ano que vem. As gravações estão previstas para começar em maio.
Heloísa Périssé desenvolve nova série de comédia para o Multishow
A atriz Heloísa Périssé (“Muita Calma Nessa Hora”) trabalha no projeto de uma série de comédia para o canal pago Multishow, informou a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo. Ainda sem título, o programa será escrito e estrelado por ela, no papel de uma mulher que, depois de muitos anos casada, retoma a vida de solteira. O projeto é uma parceria da rede Globo com a Globosat.








