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  • Filme

    Semana concorrida tem O Grinch, Chacrinha, Millennium e Operação Overlord nos cinemas

    8 de novembro de 2018 /

    A programação cinematográfica desta quinta (7/11) está concorridíssima. São quatro estreias com muita divulgação, que disputam espaço num mercado saturado. Três delas chegam aos cinemas brasileiros um dia antes dos Estados Unidos. A quarta é um grande título nacional. E cada uma atrapalha a distribuição da outra. Como resultado, nenhuma tem aquela estreia de blockbuster, em mais de mil telas. O que chega em mais salas tem pouco mais da metade desse alcance. Os demais dividem-se em 200 salas cada. O lançamento mais amplo é “O Grinch”, nova animação sobre a criatura que odeia o Natal. O personagem, que conta com dublagem original do inglês Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou a entonação baiana de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, que na verdade tem um bom coração, apesar de querer acabar com o Natal. Por sinal, a nova versão foi escrita pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul, que chegam a sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). A crítica norte-americana achou melhor que o filme estrelado por Jim Carrey em 2000 – 63% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já o melhor passatempo, disparado, é “Operação Overlord”. Trata-se de um terror dos bons, com 90% no Rotten Tomatoes e elogios rasgados. Com roteiro de Billy Ray (“Jogos Vorazes”) e Mark L. Smith (“O Regresso”), e direção de Julius Avery (“Sangue Jovem”), o filme acompanha um grupo de soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial, que, ao invadir uma vila francesa ocupada por nazistas, depara-se com uma experiência de cientista louco: a transformação de soldados em mutantes deformados para lutar na guerra. A história sugere um filme B despretensioso e até é reminiscente de “O Exército das Trevas” (Frankenstein’s Army, 2013), mas o orçamento generoso e a direção que enfatiza o suspense e a tensão fazem toda a diferença. A produção é de J.J. Abrams (“Super 8”, “Star Wars: O Despertar da Força”), o Spielberg da atual geração. O terceiro título top americano é “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”. Repleto de cenas de ação, com explosões, tiroteios e perseguições motorizadas, o filme é um reboot acelerado da franquia “Millennium”, que, entretanto, não atinge o mesmo patamar de prestígio de “Os Homens Que Não Amavam As Mulheres” (2011), dirigido por David Fincher e indicado a cinco Oscars. Teve só 54% de aprovação. A trama leva em conta o filme anterior, mas não é uma continuação direta e ainda por cima troca todo o elenco. Difícil imaginar, mas Claire Foy, a intérprete da Rainha Elizabeth II na série “The Crown”, é quem vive a hacker punk bissexual justiceira Lisbeth Salander, papel interpretado por Rooney Mara no filme anterior. E convence, ao menos fisicamente. Também é grande a transformação do jornalista Mikael Blomkvist, coprotagonista da franquia literária. O papel que foi de Daniel Craig se tornou difícil de identificar, após sofrer rejuvenescimento pela escalação do sueco Sverrir Gudnason (“Borg vs. McEnroe”). Mas o principal problema da produção é outro. Como se sabe, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre Blomkvist e Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, é o quarto livro. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Foi este sucesso que inspirou a Sony a produzir a primeira versão hollywoodiana, mas, apesar de premiado e elogiado pela crítica, o remake de 2011 teve fraco desempenho internacional, porque, obviamente, o mencionado sucesso dos filmes originais já era indicação de que o público-alvo tinha visto as adaptações suecas no cinema e o remake era só uma reprise. “A Garota na Teia de Aranha” era o único dos livros da franquia que nunca foi filmado. E como também virou best-seller, reviveu o interesse da Sony nos personagens. Assim, o estúdio decidiu pular “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, continuações imediadas da trama adaptada no filme de Fincher, para evitar investir em novo remake. O responsável pela adaptação foram os roteiristas Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”), e a direção ficou a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”). Fechando as maiores distribuições, o principal lançamento nacional é “Chacrinha: O Velho Guerreiro”, cinebiografia do famoso apresentador da TV brasileira, que se divide entre o início da carreira de Abelardo Barbosa, quando é interpretado pelo comediante Eduardo Sterblitch, e o final, na pele de Stepan Nercessian. A parte agitada é encarnada por Nercessian, e traz o Velho Guerreiro mergulhado em polêmicas, enquanto é criticado por ser mulherengo, intransigente e surtado. Há cenas de piti, a briga com Boni (diretor da Globo) que levou à sua demissão e a crise no casamento por conta de seu caso com a cantora Clara Nunes – o que por muitos anos foi tratado como fofoca. Logicamente, este não é o fim, pois cinebiografias só terminam quando o personagem do título dá a volta por cima. No caso de Chacrinha, foi uma volta à TV. Além do filme, Nercessian também desempenhou o papel do apresentador nos palcos, em “Chacrinha, o Musical”, e num especial televisivo exibido pela rede Globo em setembro passado, em comemoração ao centenário de Abelardo Barbosa. E, por coincidência ou não, os dois intérpretes do personagem ainda trabalharam juntos nos filmes de “Os Penetras”, que foram dirigidos por Andrucha Waddington, responsável pela cinebiografia atual. Outro lançamento nacional tem destaque na programação. “Todas as Canções de Amor” marca a estreia na ficção da produtora e documentarista Joana Mariani (“A Imagem da Tolerância”) e segue a experiência recente de “Paraíso Perdido”, de usar músicas para contar sua história. Até compartilha um dos atores principais, Júlio Andrade, que volta a demonstrar seus talentos vocais na nova trama – e novamente acompanhado por cantores “de verdade”, desta vez Gilberto Gil. A trama reflete o relacionamento de dois casais que habitaram o mesmo apartamento em tempos distintos, tendo como ligação uma fita K7 com o nome do filme. Ela foi gravada pela personagem de Luiza Mariani (“Um Homem Só”) para o personagem de Júlio Andrade, mas não narra o romance quente do casal e sim o final do relacionamento, com hits famosos como “Baby” (interpretado por Gal Costa), “Codinome Beija-Flor” (Cazuza) e “Você Não Soube Me Amar” (Blitz). As canções evocam uma época em que não havia playlists e as fitas K7 eram o formato possível para se gravar uma coletânea para a pessoa amada. Esta fita sentimental acaba sendo descoberta, anos depois, por um novo casal formado por Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”) e Bruno Gagliasso (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”). Eles se mudam para o antigo apartamento do primeiro par e, assim que passam a tocar as músicas, também começam a refletir seu relacionamento. A cantora Maria Gadú assina a direção musical. Não acabou, mas o restante só chega onde existe “circuito de arte”. Todos têm qualidade, inclusive o terceiro drama brasileiro da programação, “Homem Livre”, primeiro longa de Alvaro Furloni, que envereda pelo suspense psicológico ao acompanhar a paranoia de um ex-presidiário famoso convertido em evangélico (Armando Babaioff, de “Prova de Coragem”). As demais obras de ficção são títulos de prestígio, vencedores de prêmios importantes. Mais intenso da lista, o suspense do italiano “A Garota da Neblina” premiou Donato Carrisi com o David Donatello (o Oscar italiano) de Melhor Diretor Estreante. Cheio de reviravoltas, acompanha a investigação do desaparecimento de uma adolescente numa comunidade rural pelo sempre excelente Toni Servillo (“A Grande Beleza”). O francês “A Prece” rendeu o prêmio de Melhor Ator a Anthony Bajon (“Rodin”) no Festival de Berlim. Ele vive um jovem viciado que entra num programa religioso para dependentes químicos, indo viver numa montanha onde só é permitido trabalhar e rezar. Mas acaba conhecendo uma garota. A obra tem o realismo de um documentário e direção de Cédric Kahn (“Vida Selvagem”). O mexicano “Museu” reencena um crime célebre e em vários pontos lembra o brasileiro “O Roubo da Taça”, mas não é uma comédia. A trama mostra como dois universitários roubaram tesouros históricos inestimáveis do Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México em 1985. Mas se o assalto foi surpreendentemente fácil, livrar-se das obras provou-se impossível. Gael Garcia Bernal (“Neruda”) é um dos assaltantes do filme de Alonso Ruizpalacios (“Güeros”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Berlim. Completam a programação três documentários, com maior destaque para um filme sobre a história do São Paulo Futebol Clube. Abaixo estão as sinopses oficiais e os trailers de todas as estreias da semana. O Grinch | EUA | Animação O Grinch é um ser verde que não suporta o Natal e, todo ano, precisa aturar que os habitantes da cidade vizinha de Quemlândia comemorem a data. Decidido a acabar com a festa, ele resolve invadir os lares dos vizinhos e roubar tudo o que está relacionado ao Natal. Operação Overlord | EUA | Terror Uma tropa de paraquedistas americanos é lançada atrás das linhas inimigas para uma missão crucial na 2ª Guerra Mundial. Mas, quando se aproximam do alvo, percebem que não é só uma simples operação militar e tem mais coisas acontecendo no lugar, que está ocupado por nazistas. Millennium: A Garota na Teia de Aranha | EUA | Suspense Estocolmo, Suécia. Graças às matérias escritas por Mikael Blomkvist (Sverrir Gudnason) para a revista Millennium, Lisbeth Salander (Claire Foy) ficou conhecida como uma espécie de anti-heroína, que ataca homens que agridem mulheres. Apesar da fama repentina, ela se mantém distante da mídia em geral e levando uma vida às escondidas. Um dia, Lisbeth é contratada por Balder (Stephen Merchant) para recuperar um programa de computador chamado Firefall, que dá ao usuário acesso a um imenso arsenal bélico. Balder criou o programa para o governo dos Estados Unidos, mas agora deseja deletá-lo por considerá-lo perigoso demais. Lisbeth aceita a tarefa e consegue roubá-lo da Agência de Segurança Nacional, mas não esperava que um outro grupo, os Aranhas, também estivesse interessado nele. Chacrinha – O Velho Guerreiro | Brasil | Drama A história de José Abelardo Barbosa (Stepan Nercessian) é narrada desde a época de sua juventude, quando fazia faculdade de medicina e larga tudo para se aventurar como locutor em uma rádio. Depois de então, o filme acompanha a transformação de sua vida e a crianção seu alter ego, Chacrinha, o velho guerreiro. Todas as Canções de Amor | Brasil | Drama Chico (Bruno Gagliasso) e Ana (Marina Ruy Barbosa) se mudam para um novo apartamento em São Paulo. Enquanto arrumam as coisas, ela acha um fita K7 e decide escutar. Trata-se de uma mixtape que Clarisse (Luiza Mariani) fez 20 anos antes para seu marido, Daniel (Julio Andrade). Os dois casais, apesar de distanciados pelo tempo, têm muito em comum. Homem Livre | Brasil | Drama Hélio Lotte já foi rodeado de fama e dinheiro, e esteve por muito tempo no centro dos holofotes. Hoje, livre da cadeia após anos preso por um crime brutal, o ex-ídolo do rock só tem uma intenção: ser esquecido. O que ele não imagina é que, ao se abrigar em uma pequena igreja evangélica, partes do seu passado voltarão à tona trazendo mais um acontecimento ruim. A Garota na Névoa | Itália | Suspense Em uma aldeia alpina no norte da Itália, o Detetive Vogel (Toni Servillo) é chamado para investigar o misterioso caso do desaparecimento de Anna Lou, uma menina de 15 anos de...

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  • Etc,  Filme

    Michael Nyqvist (1960 – 2017)

    27 de junho de 2017 /

    O ator sueco Michael Nyqvist, que estrelou a trilogia “Millennium” original, ao lado de Noomi Rapace, morreu nesta terça-feira (27/6) após uma batalha contra um câncer de pulmão, confirmou seu representante. Ele tinha 56 anos. “Em nome dos representantes e da família de Michael Nyqvist, é com profunda tristeza que venho confirmar que nosso amado Michael, um dos atores mais respeitados e completos da Suécia, morreu calmamente cercado pela família depois de uma batalha de um ano com câncer de pulmão”, disse o representante em um comunicado. “A alegria e a paixão de Michael eram infecciosas para quem o conhecia e amava. Seu encanto e carisma eram inegáveis, e seu amor pelas artes era sentido por todos os que tiveram o prazer de trabalhar com ele”. Nyqvist começou a carreira no final dos anos 1980 e deslanchou na década seguinte com papéis em diversas produções da TV escandinava. Mas foi só a partir de “Bem-Vindos” (2000), do conterrâneo Lukas Moodysson, que começou a ganhar reconhecimento. Pelo papel de marido com problemas de raiva, obteve sua primeira indicação a um prêmio nacional de melhor ator. Após este papel, seguiram-se o protagonismo em “A Vida no Paraíso” (2004), de Kay Pollak, que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e a aventura medieval “Arn: O Cavaleiro Templário” (2007), transformada em minissérie três anos depois. Ele fez sua estreia em inglês em “Distúrbios do Prazer” (2008), dirigido por outro conterrâneo, Johan Renck (série “The Last Panthers” e clipes de David Bowie e Madonna), um ano antes de viver o personagem que lhe deu projeção internacional. Nyqvist protagonizou “O Homens que Não Amavam as Mulheres” em 2009, dando vida ao jornalista Mikael Blomkvist, editor da revista Millennium, que aceita a oferta de um milionário para investigar que fim levou uma mulher desaparecida há 40 anos. Para isso, alista uma hacker punk, chamada Lisbeth Salander, que o ajuda a descobrir uma antiga conspiração para esconder um serial killer de uma família tradicional sueca. O filme inaugurou uma trilogia inspirada nos livros do escritor Stieg Larsson, que projetou a carreira dos principais envolvidos em sua produção, desde Nyqvist e Noomi Rapace (a intérprete de Salander), até o diretor Niels Arden Oplev e o roteirista Nikolaj Arcel. Todos foram contratados por Hollywood. Mas não participaram do remake americano da produção, no qual o papel de Mikael Blomkvist foi interpretado pelo inglês Daniel Craig. Após o sucesso de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, “A Menina Que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, o ator foi escalado como vilão de “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (2011), seu filme de maior alcance mundial. A projeção lhe permitiu ficar por Hollywood, trabalhando em produções variadas como o drama indie “Os Desconectados” (2012), a sci-fi “Viagem à Lua de Júpiter” (2013) e o thriller de ação “De Volta ao Jogo” (2014). Entre seus últimos trabalhos destacam-se “A Jovem Rainha” (2015), no qual viveu o chancelar da Rainha Kristina da Suécia, “Amor e Revolução” (2015), em que encarnou o líder de uma seita que tortura psicologicamente Emma Watson, e “Invasão de Privacidade” (2016), um filme de ação estrelado por Pierce Brosnan. Ele ainda completou seu trabalho em três produções inéditas: a minissérie “Madiba”, sobre Nelson Mandela, e os filmes “Radegund”, drama passado na 2ª Guerra Mundial com direção de Terrence Malick, e “Hunter Killer”, thriller coestrelado pelos britânicos Gerard Butler e Gary Oldman. Além destas obras, até recentemente estava filmando “Kursk”, do dinamarquês Thomas Vinterberg.

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  • Filme

    Natalie Portman e Scarlett Johansson seriam favoritas para viver Lizbeth Salander no reboot da franquia Millennium

    14 de março de 2017 /

    Vai começar de novo. Após anunciar que iria retomar a saga “Millennium” pelo pior caminho possível – pulando do primeiro para o quarto livro com mudança completa do elenco – , a Sony vai reiniciar a busca por uma nova intérprete de Lizbeth Salander. “Lisbeth Salander é o tipo de personagem que qualquer diretor sonha em trazer à vida. Nós já temos o roteiro e agora vem a parte mais divertida – encontrar a nossa Lisbeth”, disse o uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que irá dirigir a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”. Pois não é que até a revista Variety deu uma de Heroic Hollywood, citando os nomes mais óbvios possíveis como candidatas preferencias ao papel? Sim, Natalie Portman (35 anos) e Scarlett Johansson (32 anos). Uau! Será que as duas são favoritas só a este filme? Vamos esquecer que Scarlett é a atriz mais rentável de Hollywood por um instante para lembrar que ela chegou a tentar o papel em 2010, quando o diretor David Fincher escolheu Rooney Mara (hoje com 31 anos). Sete anos e um filho depois, ela ainda tem o perfil de Salander? E Portman, dois filhos depois do começo da primeira produção? As duas são as melhores ideias de Hollywood para interpretar uma hacker sueca, punk e bissexual de 24 anos? Ou a Variety passou a usar a mesma “fonte” do Heroic Hollywood, Latino Review e, ultimamente, The Wrap? Como as filmagens só vão começar em setembro, a fonte ainda vai ter a chance de citar Alicia Vikander (28 anos), Brie Larson (27 anos) e Emma Stone (26 anos). Alguém aposta em Tom Cruise (54 anos)? Para no final chegar em Jane Levy (28 anos), que estrelou os dois filmes anteriores do diretor. Mas Kristen Stewart (26 anos), que foi cotada para o primeiro filme, é disparada a melhor opção.

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  • Filme

    Franquia Millennium vai voltar ao cinema sem Rooney Mara, Daniel Craig ou David Fincher

    16 de novembro de 2015 /

    A Sony Pictures decidiu retomar a franquia “Millennium”, mas não como os fãs ou o diretor David Fincher esperavam. Ele queria continuar a filmar as adaptações da trilogia escrita por Stieg Larson, dando sequência à história de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, mas o filme de 2011 não fez o sucesso esperado e o estúdio adotou a tática do cansaço para tratar da continuação. Quatro anos depois, a decisão finalmente veio. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o estúdio decidiu adaptar “A Garota na Teia de Aranha”, quarto livro da série literária, pulando “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, que compõem a trilogia original. E vai aproveitar este pulo para realizar um reboot, substituindo Rooney Mara no papel da hacker Lizbeth Salander e Daniel Craig como o jornalista Mikael Blomkvist, além do diretor David Fincher. “A Garota na Teia de Aranha” foi publicado neste ano e, diferentemente dos três primeiros livros, não foi escrito pelo falecido Stieg Larsson, mas sim por David Lagercrantz. Os três livros originais já foram filmados na Suécia, mas a negociação da Sony daria exclusividade ao estúdio para adaptar a nova obra. Ou seja, em vez de continuar a produzir remakes de histórias já vistas no cinema, a aposta é numa história inédita, para tirar a teima em relação à razão do fracasso de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”. O roteiro da adaptação está a cargo de Steven Knight (“Os Senhores do Crime”). Por fim, o site The Wrap está espalhando que a atriz Alicia Vikander (“O Agente da U.N.C.L.E.”) seria a favorita da Sony para substituir Mara.

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